Ir para conteúdo
Entre para seguir isso  
Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

Publicações recomendadas

Saíram ontem os resultados das candidaturas às bolsas de Doutoramento e Pós-Doutoramento da FCT. Resultados:

 

Os resultados são dramáticos. O total de bolsas de doutoramento atribuídas foram 298 e de pós-doutoramento 124. Isto significa que apenas 8% dos candidatos a bolseiros de doutoramento receberam uma bolsa. Para os doutorandos que se candidataram a uma bolsa de pós-doutoramento, a proporção é irrisória. Os níveis de financiamento da investigação deste concurso significam um retorno a valores anteriores a 1994.

 

42.jpg

 

5.jpg

 

http://www.precariosinflexiveis.org/?p=9356

:handclap:

Compartilhar este post


Link para o post

Que filhos da p*ta. Eu em Portugal nem ponho a hipótese de fazer o doutoramento, é quase impossível. De modo que o melhor é deixar-me ficar pelo estrangeiro. c*brões.

Compartilhar este post


Link para o post

Portugal financiou-se hoje a 3 meses e 1 ano, com juros mais baixos. 3 meses a 0,495 % e 1 ano a 0,869 %. Os juros da dívida a 10 anos negoceiam a 5,171 %.

Compartilhar este post


Link para o post
Porque é que a 1ª dama francesa está no hospital? Peso do par deles? :lol:

Quando tiveres fotografias da tua mulher (ou marido) a sair de casa de outro homem (ou mulher) em capas de revistas talvez percebas.

 

Presumo que o teu comentário seja em relação à (não) solidariedade. Mas farto-me de rir com estas tretas da felicidade medida com escalas. :mrgreen:

Compartilhar este post


Link para o post

Esses resultados já eram expectáveis, infelizmente Isto em relação às bolsas.

 

Medir a felicidade com escalas é algo que me foge ao entendimento. Aliás, todo o conceito de felicidade é enormemente subjetivo.

Editado por Vaart

Compartilhar este post


Link para o post

Estás maluco???? Sou vizinho da personagem…

Compartilhar este post


Link para o post
Guest Dpitz

Gostava era ee saber s riscos que iss tem para o ambiente e para quem vai fazer o trabalho

Compartilhar este post


Link para o post

Alguém sabe porque é que, pelo menos na imprensa, se dá mais importância ao presidente de França do que ao primeiro-ministro? O contrário verifica-se na Alemanha. Já nos Estados Unidos é a mesma coisa, suponho que o equivalente a primeiro-ministro ou chanceler seria o Speaker of the House (ou esse será mais uma espécie de presidente da assembleia?).

Editado por totava

Compartilhar este post


Link para o post

Gostava era ee saber s riscos que iss tem para o ambiente e para quem vai fazer o trabalho

Nenhuns, com certeza.

 

Só para dizer que o Ed vive em união de facto com o AJJ. São 'vizinhos'.

 

 

Alguém sabe porque é que, pelo menos na imprensa, se dá mais importância ao presidente de França do que ao primeiro-ministro? O contrário verifica-se na Alemanha. Já nos Estados Unidos é a mesma coisa, suponho que o equivalente a primeiro-ministro ou chanceler seria o Speaker of the House (ou esse será mais uma espécie de presidente da assembleia?).

É um estado presidencialista, tem a ver com a divisão de poderes ditada por cada uma das Constituições.

Compartilhar este post


Link para o post

Nenhuns, com certeza.

 

Só para dizer que o Ed vive em união de facto com o AJJ. São 'vizinhos'.

 

Vizinhos sem ''. icon_mrgreen.gif

 

Fica descansado que quando cá vieres levo-te à casa dele para trocarem umas palavrinhas.

 

 

Compartilhar este post


Link para o post

Malta, lembram-se daquele site em que estavam nomes de administradores e uma série de empresas pelas quais eram responsáveis? Um gajo carregava numa e depois via-se todas as ligações com as outras. Se me soubessem ajudar era super fixe.

Compartilhar este post


Link para o post

Alguém sabe porque é que, pelo menos na imprensa, se dá mais importância ao presidente de França do que ao primeiro-ministro? O contrário verifica-se na Alemanha. Já nos Estados Unidos é a mesma coisa, suponho que o equivalente a primeiro-ministro ou chanceler seria o Speaker of the House (ou esse será mais uma espécie de presidente da assembleia?).

 

 

Tem tudo a ver com o sistema de governo, o sistema de governo dos EUA é o Presidencialismo, da França o semi presidencialismo e a Alemanha o parlamentarismo, tudo isto está presente nas constituições de cada país.

 

De qualquer forma, convém referir que dentro do Semi Presidencialismo no qual se inserem Portugal e França há algumas sub-classificações e diferenças fundamentais entre os dois sistemas, o sistema francês é um semi presidencialismo com pendor presidencial e relativamente a Portugal a doutrina divide-se, mas a doutrina maioritária aceita a tese de que o sistema português é de geometria variável ou seja pode-se transformar em vários tipos de semi presidencialismo o que depende muito da relação entre o PR, Governo e Parlamento e se existe ou não uma maioria absoluta ou não. De qualquer forma o Sistema semi presidencialista português nunca assumiu um pendor presidencialista como o Francês o é.

 

Existem algumas diferenças fundamentais entre os sistemas português e francês, no caso português, o Presidente da República só pode convocar referendo por proposta do Governo ou Parlamento, no francês pode unilateralmente convocar, no caso francês o presidente pode sempre que quiser presidir ao conselho de ministros, no caso português só por convite expresso do PM(algo que só aconteceu 2 vezes e não teve valor técnico nenhum), no caso português existe uma atenuação da responsabilidade do Parlamento perante o PR, no caso Francês o contrario, no caso francês, o Presidente tem uma maior responsabilidade no domínio da política externa e segurança do que no caso Português. De qualquer forma o PM em França também é importante, mas muitas vezes é quase que utilizado como ''bode expiatório involuntário' e pessoa para dar más noticias' algo que lhes desgasta a imagem e quando as coisas estão a correr mal o Presidente demite o PM, isso aconteceu muito com o Presidente Miterrand por exemplo. E repare-se que um Presidente que quase que assumiu o protagonismo todo e nunca demitiu o PM, perdeu a reeleição e saiu com uma imagem algo denegrida do Eliseu, estou-me a referir ao Presidente Sarkozy.

 

 

 

 

Noutros assuntos, provavelmente vai haver referendo sobre a co adoção, quem acham que ganha?

Editado por ascom

Compartilhar este post


Link para o post

Parece que se aprovou uma proposta de referendo relativa à coadoção por casais homossexuais. Que tristeza.

Editado por Koper

Compartilhar este post


Link para o post

(sorry, li mal :mrgreen: )

Editado por Stromp

Compartilhar este post


Link para o post

A Teresa Leal Coelho, ao que parece, abandonou a direção da bancada do PSD.

Compartilhar este post


Link para o post

Porquê, "uma tristeza"?

é uma proposta que podia perfeitamente ser votada na assembleia...

 

já agora

 

Referendar o horror

 

por Fernanda Câncio

 

Percebo o horror com que alguns terão visto em maio a aprovação do projeto de lei sobre coadoção em casais do mesmo sexo. Terá sido um choque darem-se conta da existência, entre nós, de casais do mesmo sexo com crianças. É compreensível: são crianças iguais a todas as outras, não andam por aí com uma cruz na testa ou na lapela. Não há notícias de tumultos nas escolas que frequentam, nos prédios e nas ruas onde vivem com a família. Aliás, até há muito pouco tempo, não havia notícias: podia acreditar--se que estas crianças não existem.

 

Quem se habituou a pensar assim, quem gosta de pensar assim, prefere agarrar-se a essa ideia. É por esse motivo que de cada vez que se fala de coadoção em casais do mesmo sexo - a possibilidade de um dos cônjuges solicitar a um tribunal que lhe permita adotar o filho, biológico ou adotivo, do outro cônjuge, filho esse que vive com os dois, que é criado pelos dois e chama mãe ou pai aos dois (e que não pode ter mais nenhuma mãe ou pai reconhecido pela lei, porque se tiver a coadoção é interdita) - há quem fale de adoção por casais do mesmo sexo. Conduzir o debate para a possibilidade de adotar, em conjunto, uma criança disponível para tal e até aí sem laços com o casal permite dizer coisas como "as crianças devem ter direito a um pai e a uma mãe"; "a adoção não é um direito dos adultos, é um direito das crianças"; "não sabemos o efeito numa criança de ser criada por dois pais e duas mães, por isso é melhor não arriscar" - etc. Sobretudo, permite fingir que se está a pôr acima de tudo a preocupação com as crianças, quando a intenção é a contrária.

 

Negar a determinadas crianças o direito de gozar da proteção que lhes confere o reconhecimento legal de dois progenitores em vez de um: é isso que quer quem recusa a coadoção em casais de pessoas do mesmo sexo. Tem um tal horror aos homossexuais que não hesita em sacrificar o bem-estar muito concreto das crianças muito concretas que com eles vivem. Como bem sabe que isso é vergonhoso, finge estar a tentar impedir que "se entreguem crianças a homossexuais" e pede um referendo "para a sociedade decidir".

 

Entendamo-nos: as crianças em causa na lei da coadoção nunca vão ter "um pai e uma mãe". Têm duas mães ou dois pais e tê-los-ão sempre - quer a lei lhos reconheça ou não. Não está em causa decidir com quem essas crianças vivem, quem vai educá-las e amá-las e quem elas vão amar. Essa decisão não nos pertence. A nossa opção é entre aceitar e proteger essas famílias ou rejeitá--las e persegui-las. Entre dizer a essas crianças "a tua família é tão boa como as outras" ou "a tua família não presta". Referende-se então isso: "Tem tanto horror aos homossexuais que deseja que a sociedade portuguesa decida em referendo discriminar os filhos deles ou acha que a lei portuguesa deve deixar, o mais depressa possível, de fingir que essas crianças não existem e o Parlamento lhes deve garantir os direitos que lhes faltam?"

Compartilhar este post


Link para o post

Porque é uma tristeza viver num país onde se referendam direitos fundamentais. É uma tristeza ter uma classe política que considera que o país pode, de uma forma despótica, decidir que famílias é que são dignas de reconhecimento. E não sei como é possível alguém achar que a luta pelos direitos fundamentais não tem de ser sempre contra-maioritária. Pergunto-me sobre o que terá passado pela cabeça dos nossos deputados ao achar que o alargamento das liberdades deve ser decidida pela maioria. Uma maioria que irá votar um referendo cujas consequências vão ter impacto zero nas suas vidas. Não há um número limitado de direitos a distribuir pelos seres humanos. Os direitos fundamentais nascem com cada um de nós. E por mais que amanhã se decida que uma criança não tem direito à sua família, ela continua a tê-la. É triste viver num país em que - quase de certeza - se vão prejudicar os direitos de crianças a ver a sua família real consagrada na lei em nome da homofobia e do preconceito.

Compartilhar este post


Link para o post

Concordo totalmente! Editei o post porque li que tinha sido reprovado e que tu dizias que era uma tristeza :mrgreen:

 

btw:

 

"Foram várias as declarações de voto anunciadas, sobretudo no PSD e no CDS e algumas foram anunciadas com críticas. Teresa Caeiro, do CDS, disse mesmo que a sua intenção era votar contra o diploma, mas não o fez para que não fosse considerada “deslealdade parlamentar”. E justificou: “Conformei o meu voto a algo em que não acredito e considero uma iniciativa lamentável."

Compartilhar este post


Link para o post
Visitante
Este tópico está impedido de receber novos posts.
Entre para seguir isso  

×
×
  • Criar Novo...