antifa Publicado 31 Março 2015 Ai jesus, na Madeira já corrigiram a coisa :lol: Aquilo é tipo Ucrânia f*da-se Compartilhar este post Link para o post
Guest Dpitz Publicado 31 Março 2015 Ai jesus, na Madeira já corrigiram a coisa :lol: Aquilo é tipo Ucrânia f*da-se So um cheirinho: Informaticamente foram atribuídos 116 votos a mais ao PSD numa mesa de voto da freguesia da Camacha quando tal não correspondia à acta da mesa. Compartilhar este post Link para o post
antifa Publicado 31 Março 2015 Deve ser por amanhã ser 1 de Abril. É tudo na galhofa. Compartilhar este post Link para o post
Guest Dpitz Publicado 31 Março 2015 (editado) aquilo que disse nao é peta. o que deve ser peta é esta reconquista da maioria "Há actas de urnas onde o PSD teve 48 votos e apareceram 148" - Leonel Nunes, Mandatário da CDU Editado 31 Março 2015 por Dpitz Compartilhar este post Link para o post
Burkina2008 Publicado 31 Março 2015 "Há actas de urnas onde o PSD teve 48 votos e apareceram 148" - Leonel Nunes, Mandatário da CDU se o camarada diz, só pode ser verdade...aliás ele lá sabe como se faz na Venezuela... Compartilhar este post Link para o post
Guest Dpitz Publicado 31 Março 2015 querias que fosse o Albuquerque a falar disso? Ou o gajo do PS que se demitiu por só ter tido 11% dos votos, mesmo coligado com uma carrada de partidos? Compartilhar este post Link para o post
Ed Publicado 31 Março 2015 Deve ser por amanhã ser 1 de Abril. É tudo na galhofa. Antes fosse... se o camarada diz, só pode ser verdade...aliás ele lá sabe como se faz na Venezuela... Txiiii... Só cá faltava este... Já está a ser estuda a hipótese de mudança da bandeira e no nome da região para isto, Compartilhar este post Link para o post
Puto Perdiz Publicado 31 Março 2015 à meia noite é declarado o Alberto João Jardim como vencedor das eleições. Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 1 Abril 2015 à meia noite é declarado o Alberto João Jardim como vencedor das eleições. :lol: Havia de ser giro. Segui, por alto, a situação da Madeira e não deixei de achar alguma graça. Não por causa dos partidos envolvidos (PSD e CDU), mas pela situação em si. Ao que parece, a CDU não se dá por vencida nesta questão. Compartilhar este post Link para o post
Victarion Publicado 1 Abril 2015 à meia noite é declarado o Alberto João Jardim como vencedor das eleições. declarem-no El-Rei da Madeira, que se acabe já com a fantochada. Compartilhar este post Link para o post
whatever Publicado 1 Abril 2015 Vai tudo para a Justiça! :lol: Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 1 Abril 2015 Da freguesia dos irredutíveis gauleses para o Funchal. E Lisboa? O Juntos Pelo Povo entrou no parlamento regional, mas não põe de lado concorrer à Assembleia da República. Na Madeira garante que não está para coligações A analogia faz-se sozinha. Há uma freguesia da Madeira, Gaula, resistente ao jardinismo como nenhuma outra nos últimos 37 anos, de onde sai um movimento de cidadãos, protagonizado por dois irmãos, que se diz detentor de uma “poção mágica” que o torna poderoso no meio partidário e que desde domingo é a quarta força do parlamento regional. O gentílico de Gaula? É gaulês, claro. Na freguesia onde tudo começou, Filipe Sousa até já foi conhecido por Filipix, dadas as coincidências com a “aldeia povoada por irredutíveis gauleses” que, no início de cada livro do Astérix, “resiste agora e sempre ao invasor”, o Império Romano. Como na banda desenhada, este fundador do Juntos Pelo Povo recusa-se a revelar o segredo da “poção mágica”, como lhe chama, que fez com que o partido criado em Janeiro conseguisse chegar em dois meses ao parlamento regional, com uma representação (cinco lugares) igual à do PS-Madeira. O irmão Élvio Sousa também fala na “tal poção”, mas lá adianta alguns ingredientes: “Fazemos um trabalho quotidiano junto das populações. As pessoas criticam os partidos que estão em contacto apenas nos momentos eleitorais mas depois disso se fecham nos gabinetes.” Filipe e Élvio têm nove anos de diferença (o primeiro tem 50, o segundo 41) e, juntamente com um conjunto de cidadãos independentes de Gaula, fundaram o movimento Juntos Pelo Povo (JPP) em 2008 para contrariar a “lógica partidária”. “A partidarite condiciona os autarcas”, argumenta convicto. No ano seguinte candidataram-se à Câmara de Santa Cruz, roubaram a maioria absoluta ao PSD e passados quatro anos Filipe foi eleito presidente. Descontente com os partidos, atende o i à primeira, num contacto simples para a câmara. “Espere um pouco, vou fechar a porta... É fácil apanhar-me, sim, tão fácil que a porta está sempre aberta.” Num madeirense pausado fala do descontentamento com os partidos e conta o seu percurso político no poder local. Entrou em 1997, como candidato independente nas listas do PS à freguesia de Gaula, que tem pouco mais de 4 mil habitantes, a agricultura como principal actividade e “em 36 anos de poder jardinista foi a única onde a oposição contrariou sempre a hegemonia laranja” na Madeira, sublinha. Desliga-se do PS, funda o movimento e a história segue até ao parlamento regional. Legislativas Para concorrer numas eleições que não as autárquicas, o JPP teria de se constituir partido. Filipe torceu o nariz, “receava a partidarite que estraga em muito a resolução dos problemas”, argumenta. Mas “a ideia era levar o projecto mais além”, diz, conformado com o que acabou por acontecer num curto espaço de tempo. No início de Fevereiro deste ano o JPP foi legalizado. “Não estávamos a contar com este acto eleitoral.” A frase é de Élvio, que encabeçou a lista às legislativas e ouviu o irmão avisar, nos dias seguintes, que “é preciso ter cuidado que ainda nos cai o bebé nos braços. E caiu. Agora há que amamentá-lo”, acrescenta Filipe Sousa que, na altura, estava sobretudo preocupado com a composição das listas. Afinal havia hipótese de eleger mais de um deputado. “Basta uma andorinha para estragar a Primavera”, atira o autarca para justificar a cautela. O provérbio popular não é este, mas no JPP também não foi devagar que se foi longe. E a meta pode nem sequer estar na Assembleia Legislativa sediada no Funchal. A Assembleia da República está no horizonte do JPP. Até porque, lembra Élvio Sousa, o partido tem “uma base considerável de apoios na Grande Lisboa, no meio académico, empresarial e da cidadania”, diz ao i. O congresso nacional deve realizar-se em Maio, e aí o JPP “vai reflectir sobre as legislativas e ponderar seriamente a apresentação de uma candidatura”. O agora deputado da Assembleia Legislativa da Madeira é também o presidente da Junta de Freguesia de Gaula, onde vai manter-se em funções. É arqueólogo, formado na Universidade de Lisboa, e investigador na área da arqueologia da expansão portuguesa. Não gosta de colar o JPP a ideologias. “É composto por muitos homens e mulheres que não se identificam com a dicotomia esquerda/direita”, garante ao mesmo tempo que aponta como prioridade a área social – “Se isto é esquerda ou direita...” “Nunca fui militante e 99% dos deputados ou autarcas do JPP também não. O melhor da política está nos cidadãos”, diz ainda no ritmo da ladainha de campanha daquele que foi alvo de ataque frequente dos partidos tradicionais durante o último mês. O JPP vai ocupar cinco cadeiras no parlamento regional e propõe-se ter um gabinete móvel de apoio à população, para sustentar e dar a conhecer as propostas sociais do partido. Há uma coisa que recusou na campanha e mantém como lema: não a coligações. “Há uma filosofia e isso quebraria a confiança com os cidadãos. Jamais poremos a hipótese de acordo.” Bom, há um possível. Os irmãos são ambos músicos. Élio toca viola e harmónica nos SOS (Somos o que Somos), uma banda de originais de blues e rock. Filipe tocou, na adolescência, nos Chacal (“É um animal que come carne podre e as nossas letras atiravam aos podres da sociedade”, explica o autarca). “Um dia ainda fazemos uma banda com o actual presidente do governo regional, que toca piano.” Élvio ri-se, garantindo que com Miguel Albuquerque só mesmo na música. Será? Filipix :prayer: :lol: Compartilhar este post Link para o post
antifa Publicado 1 Abril 2015 (editado) se o camarada diz, só pode ser verdade...aliás ele lá sabe como se faz na Venezuela... Como disse um conhecido no facebook: Tenho a certeza que se uma cena como a de ontem acontecer numa contagem de votos na Venezuela ou no Equador os jornais e as TVs portugueses vão tratar do caso com a mesma leveza e superficialidade com que trataram a vitória a martelo do PSD-Madeira. Editado 1 Abril 2015 por antifa Compartilhar este post Link para o post
Boo Riquelme Publicado 1 Abril 2015 se o camarada diz, só pode ser verdade...aliás ele lá sabe como se faz na Venezuela... :lol: Compartilhar este post Link para o post
Marlo Stanfield Publicado 1 Abril 2015 É normal que desapareçam votos. Com os buracos que foram deixados na Madeira... Compartilhar este post Link para o post
Boo Riquelme Publicado 1 Abril 2015 Alguém ouviu hoje o Passos Coelho, "nós temos uma estratégia para colmatar isso. É uma não, é várias estratégias" :lol: so conseguiu tirar o curso aos 39 por falhas no português, for sure :lol: Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado 1 Abril 2015 E disse que o Galamba era um "deputado excitado". Compartilhar este post Link para o post
whatever Publicado 1 Abril 2015 Enquanto ninguém se fartar de rodeios e disser logo que ele é maricas nunca mais vamos sair do registo das bocas infantis. Compartilhar este post Link para o post
nopla Publicado 2 Abril 2015 Aqui estou eu, outra vez, em busca de auxílio para a realização de um trabalho. Desta vez o tema é mais simples, contudo, é mais desfasado da realidade do tópico, só cá vim porque não sei mesmo onde perguntar no cmpt e fora dele já recolhi toda a ajuda que podia. Desta vez o meu trabalho incidirá no processo de colonização britânica da Índia. Já tenho alguns artigos selecionados, alguma informação online, no entanto, o problema prende-se, mais uma vez, com a bibliografia. Já selecionei um livro e tenho outro debaixo de olho, mas nada que me seduza, nada que me deixe a pensar "é isto!". Como tal, queria-vos perguntar se me podem ajudar nesta demanda. Se conhecem algum livro que possa ser útil, algum artigo que tenha tudo bem explícito, ou mesmo mesmo um site com a informação com rigor. Se soubessem de algo que ainda tivesse como ponto prévio a situação indiana antes de 1600, era ouro sobre azul! Obrigado, pessoal! Ah! Lembrei-me agora do tópico da História, well, agora fica aqui, este tem mais afluência. Compartilhar este post Link para o post
whatever Publicado 2 Abril 2015 (editado) A Embaixada da Índia é no Restelo, sempre podes passar por lá. :mrgreen: EDIT: Vê lá se isto ajuda: http://www.anthempress.com/a-history-of-modern-india-1480-1950-pb http://www.amazon.co.uk/Raj-Making-Unmaking-British-India/dp/0349110123/ Editado 2 Abril 2015 por whatever Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado 2 Abril 2015 Como disse um conhecido no facebook:Tenho a certeza que se uma cena como a de ontem acontecer numa contagem de votos na Venezuela ou no Equador os jornais e as TVs portugueses vão tratar do caso com a mesma leveza e superficialidade com que trataram a vitória a martelo do PSD-Madeira. Isso é verdade. E disse que o Galamba era um "deputado excitado". Ri-me muito quando vi isso. :lol: Compartilhar este post Link para o post
nopla Publicado 2 Abril 2015 A Embaixada da Índia é no Restelo, sempre podes passar por lá. :mrgreen: EDIT: Vê lá se isto ajuda: http://www.anthempress.com/a-history-of-modern-india-1480-1950-pb http://www.amazon.co.uk/Raj-Making-Unmaking-British-India/dp/0349110123/ Pensei nisso! Aliás, até tenho o Instituto do Oriente no ISCSP, mas nunca passei lá! Por acaso interessam, os dois! A possibilidade de os encontrar numa biblioteca de ciências sociais deve ser nula, não? Compartilhar este post Link para o post
Mr. Bacano Publicado 2 Abril 2015 A possibilidade de os encontrar numa biblioteca de ciências sociais deve ser nula, não? Tem a biblioteca do ISCTE que muito provavelmente há de ter alguma coisa sobre esse tema. Compartilhar este post Link para o post