Visitante Publicado 28 Janeiro 2016 TVI: Bruxelas estima défice de 2016 em 3,4% do PIB, pior do que em 2015 http://www.jornaldenegocios.pt/economia/financas_publicas/detalhe/tvi_bruxelas_estima_defice_de_2016_em_34_do_pib_pior_que_em_2015.html Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 28 Janeiro 2016 Portugal: Dying country of no future and many pensioners elects new president@Pravda Report A perceção que a imprensa russa tem do nosso País é péssima. Compartilhar este post Link para o post
Cannonball Publicado 28 Janeiro 2016 (editado) Portugal: Dying country of no future and many pensioners elects new president @Pravda Report Artigo extrememente tendencioso. EDIT: Pois: Pravda.ru has long attracted controversy. The owners have been accused of supporting the Russian government's position on various subjects both within and outside the country and has been seen as nothing more than a propaganda tool, producing neo-Soviet, Russian nationalist news and outright false conspiracy theories.[4] Pravda.ru has produced outlandish articles with headings like “AIDS: 21st century’s biggest fraud”, “Aliens forced Americans out from the Moon”, “Time machine built in Europe, Russian scientists say”, “Time can be turned back”, “Alien and human skulls found on Mars” and “Boriska, boy from Mars, says that all humans live eternally”. [5] Editado 28 Janeiro 2016 por Reiverendo Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 28 Janeiro 2016 PSP escandalizada com ida de segurança de Cavaco para a ONU Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 28 Janeiro 2016 Juros da dívida de Portugal a cair Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 28 Janeiro 2016 UTAO também levanta dúvidas quanto ao OE 2016. Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado 28 Janeiro 2016 Qualquer pessoa com bom senso tem dúvidas... Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 29 Janeiro 2016 Qualquer pessoa com bom senso tem dúvidas... A diferença nas projeções do défice é que me espanta, o Governo português fala em 2.6% já a Comissão Europeia fala em 3.4%. 0.8% ainda é algo considerável. Compartilhar este post Link para o post
Ego Sum Publicado 29 Janeiro 2016 Deloitte diz que OE é documento “sem grandes medidas” e que assenta na crença Os fiscalistas da consultora Deloitte consideram que o Orçamento do Estado para 2016 será "muito neutro" e "sem grandes medidas" do ponto de vista fiscal e que estará muito baseado na convicção de que a economia está a recuperar. Afonso Arnaldo, especialista em impostos indiretos, afirmou, em declarações à Lusa que se trata de "um orçamento ainda muito neutro, sem grandes medidas do ponto de vista fiscal", que "está muito baseado num acreditar que há uma recuperação económica", antecipando que o orçamento de 2017 já será "mais pensado e com medidas fiscais mais estruturais". Para o fiscalista, as medidas fiscais relevantes do Orçamento do Estado para 2016 (OE2016) "são sobretudo políticas", referindo-se ao IVA na restauração e à redução da sobretaxa em sede de IRS, considerando que estas decisões "tinham de ser tomadas no imediato mas não implicam grandes mexidas". Relativamente à descida do IVA (Imposto sobre o Valor Acrescentado) na restauração para os 13% a partir de julho, Afonso Arnaldo entende que "é mais uma bandeira política do que propriamente uma medida com intenção fiscal", justificando-a com a pressão que tem vindo a ser feita pelo setor. A segunda medida que Afonso Arnaldo destaca é o aumento do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP), através da qual o Governo pretende aumentar os preços da gasolina e do gasóleo em cinco e quatro cêntimos, respetivamente, para compensar a perda de receita fiscal decorrente da queda dos preços do petróleo. "Na prática, o que vai acontecer é que, internamente, vamos ficar a pagar o que já estaríamos a pagar se o preço da matéria-prima não tivesse descido. Mas, em termos comparativos, nomeadamente com Espanha, vamos estar a pagar um preço mais caro pela gasolina e pelo gasóleo, o que pode ter impacto negativo no setor dos transportes, por exemplo", alertou o consultor. Afonso Arnaldo recordou ainda que, a comissão da Reforma da Fiscalidade Verde pediu um estudo de impacto sobre o aumento dos impostos sobre os produtos petrolíferos a três universidades portuguesas. Segundo o fiscalista, nesse estudo "ficou provado que sempre que se mexe nestes impostos - gerando um aumento do imposto e portanto um aumento do preço - isto tem necessariamente um impacto negativo na economia, se não for feita uma compensação com uma descida ou no IRS ou no IRS e no IRC ou também na Segurança Social". O fiscalista refere que "não está previsto esta compensação acontecer" e que, por isso, se trata de "um aumento feito por necessidade de aumentar a receita, mas sem se ponderar as consequências que terá a médio/longo prazo e em termos de competitividade". Para Afonso Arnaldo, este aumento do preço dos combustíveis vai fazer com que "os transportes de longa distância deixem de abastecer em Portugal" e vai gerar também "uma perda de competitividade nalguns setores que têm de suportar este aumento de impostos". Em termos globais, ao nível dos impostos indiretos, o fiscalista diz que "não se antevê que haja uma grande alteração de receitas para o Estado", porque "se retira de um lado e tenta-se ir buscar a outro". Também Rosa Soares, especialista em impostos diretos da mesma consultora, considera que "é pouco provável que as pessoas fiquem a pagar menos impostos em geral" em 2016. Isto porque as principais alterações esperadas para este ano são a eliminação gradual da sobretaxa e a substituição do quociente familiar, que atribuiu uma ponderação a cada filho e ascendente a cargo no apuramento do rendimento coletável das famílias, por uma dedução fixa por filho. "Com o quociente familiar, em geral e em todas as franjas de rendimento, as pessoas ficavam quase todas a pagar menos imposto. Não sei como vai ficar a questão das deduções fixas por filho, mas acho que é pouco provável que as pessoas fiquem a pagar menos impostos", afirmou a fiscalista. Quanto à tributação das empresas, sublinhando que, contrariamente à expectativa que tinha sido criada, a taxa do IRC não vai baixar este ano, Rosa Soares considera que a decisão "penaliza a estabilidade fiscal" e "contraria as expectativas criadas". Apesar de elogiar a descida da sobretaxa em sede de IRS, a consultora entende que todas estas mudanças anunciadas para os impostos - tanto diretos sobre o rendimento como indiretos sobre o consumo - acabam por prejudicar a estabilidade fiscal que os sistemas devem ter. A 22 de novembro, o Governo enviou ao parlamento e a Bruxelas o esboço do OE2016, em que prevê uma maior redução do défice, para 2,6%, a devolução de rendimentos às famílias, mas também o aumento de alguns impostos indiretos. No entanto, a Comissão Europeia enviou uma carta ao ministro das Finanças, Mário Centeno, questionando por que é que o Governo pretende reduzir o défice estrutural em 0,2 pontos percentuais, o que corresponde a apenas um terço do recomendado há seis meses. Expresso Compartilhar este post Link para o post
whatever Publicado 29 Janeiro 2016 O debate quinzenal está a ser a lavagem de roupa suja do costume, mas se o que o AC está a dizer sobre os serviços jurídicos da administração pública acabar por se concretizar um dia qualquer já era um grande avanço. Compartilhar este post Link para o post
rozas Publicado 29 Janeiro 2016 O debate quinzenal está a ser a lavagem de roupa suja do costume, mas se o que o AC está a dizer sobre os serviços jurídicos da administração pública acabar por se concretizar um dia qualquer já era um grande avanço. http://www.publico.pt/multimedia/video/antonio-costa-chama-primeiroministro-a-passos-coelho-2016129111062 isto teve de ser propositado :lol: Compartilhar este post Link para o post
rozas Publicado 29 Janeiro 2016 "Gaffe" Eu acredito na CS portuguesa :mrgreen: Compartilhar este post Link para o post
Sumudica by Night Publicado 29 Janeiro 2016 Até disse duas vezes, para se ouvir bem. Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado 29 Janeiro 2016 A diferença nas projeções do défice é que me espanta, o Governo português fala em 2.6% já a Comissão Europeia fala em 3.4%. 0.8% ainda é algo considerável. Espanta? O que espanta é como se faz um orçamento que não passa de um exercício criativo. Um orçamento ilógico, estúpido, cheio de wishful thinking. Fdx, como é possível prever que aumentando o poder de compra das famílias, as importações diminuem? É quase como achar que uma táctica sem Guarda-redes é boa porque com mais um gajo à frente marcas mais golos e consegues sofrer menos... Compartilhar este post Link para o post
Visitante Publicado 29 Janeiro 2016 (editado) A diferença nas projeções do défice é que me espanta, o Governo português fala em 2.6% já a Comissão Europeia fala em 3.4%. 0.8% ainda é algo considerável. Pensa assim: és uma pessoa com 600 euros de despesa todos os meses, de forma mais ou menos fixa. Foste a uma entrevista de emprego, que correu bem, e achas que te vão pagar 800 euros por mês, segundo o teu instinto. Mas os teus amigos todos e pais dizem que não, que lá não se paga mais do que 750 euros para quem entra nessa empresa no primeiro ano. Ora, se fizeres uma ponderação das despesas no teu salário, segundo a tua projecção irás poupar 25% do teu salário, mas segundo as projecções de toda a gente irás conseguir poupar apenas 20%. E é o que se passa aqui. O Governo pensa que vai receber mais (aka, crescimento do PIB) e por isso projecta um défice menor (aka, poupança negativa). É tudo uma questão de quanto o PIB cresce ou não. E dependendo de o PIB crescer muito ou pouco, um governo pode aplicar medidas mais ou menos expansionistas sem ter um défice significativo. Editado 29 Janeiro 2016 por Visitante Compartilhar este post Link para o post
brun0 SLB Publicado 29 Janeiro 2016 (editado) Espanta? O que espanta é como se faz um orçamento que não passa de um exercício criativo. Um orçamento ilógico, estúpido, cheio de wishful thinking. Fdx, como é possível prever que aumentando o poder de compra das famílias, as importações diminuem? É quase como achar que uma táctica sem Guarda-redes é boa porque com mais um gajo à frente marcas mais golos e consegues sofrer menos... É possivel sim, pode não ser naqueles valores, mas é possível! E ja tentei explicar o meu ponto de vista no outro dia, mas por gaffe minha a discussão não teve continuidade. Basta pensar que nem todos os cabazes de bens consumidos pelas famílias têm a mesma percentagem de bens importados. A diferença nas projeções do défice é que me espanta, o Governo português fala em 2.6% já a Comissão Europeia fala em 3.4%. 0.8% ainda é algo considerável. Eu diria que ambos estão a "ajustar" o valor para o lado que lhes dá mais jeito. A CE para que a ideologia única não seja quebrada e o governo para que o deixem aplicar as medidas que quer. Editado 29 Janeiro 2016 por brun0 SLB Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 29 Janeiro 2016 Eu diria que ambos estão a "ajustar" o valor para o lado que lhes dá mais jeito. A CE para que a ideologia única não seja quebrada e o governo para que o deixem aplicar as medidas que quer. O melhor, nesse caso, é fazer a média :mrgreen: (Estou a brincar, obviamente) PS: O António Costa hoje, no Debate Quinzenal, teve uns atos falhados. Compartilhar este post Link para o post
brun0 SLB Publicado 29 Janeiro 2016 O melhor, nesse caso, é fazer a média (Estou a brincar, obviamente) PS: O António Costa hoje, no Debate Quinzenal, teve uns atos falhados. Olha que às vezes . A falar a sério há artigos científicos que propõem a utilização de médias ponderadas das previsões de vários modelos com o objectivo de melhorar a sua precisão. A previsão é uma "arte" muito complexa, inglória e bastante injusta. O grande problema das previsões de qualquer governo, descredibilizando qualquer exercício preditivo, é que em média falham sempre para o mesmo lado. O que obviamente acontece por questões politicas. Compartilhar este post Link para o post
Che Publicado 29 Janeiro 2016 http://www.express.co.uk/news/world/639060/eurozone-Germany-Deutsche-Bank-first-annual-loss What a time to be alive. Compartilhar este post Link para o post
Resende93 Publicado 29 Janeiro 2016 Não se esqueçam que estas ''divergências'' podem estar a ser exageradas sobretudo pelo Governo que coloca estas notícias nos orgãos de comunicação social para depois daqui a uns dias vir dizer que bateram o pé à troika e negociaram. Compartilhar este post Link para o post
SAS_Robben Publicado 29 Janeiro 2016 Soberba a infantilidade do Trump ao faltar ao debate porque não "gosta" da Megyn Kelly. E ainda o elogiam :lol: Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 29 Janeiro 2016 A falar a sério há artigos científicos que propõem a utilização de médias ponderadas das previsões de vários modelos com o objectivo de melhorar a sua precisão. Já tinha lido sobre isso. Vou colar aqui a notícia: EU on brink: Germany's biggest bank records shock losses risking economic RUIN of Eurozone GERMANY could force the European Union into ruin after Deutsche Bank's share price plunged following the country's biggest lender's first annual loss since the financial crisis. The German lender posted a full year loss of £5.1 billion (€6.8bn) on Thursday - higher than the expected €6.7bn million. With losses of €2.1bn in the fourth quarter of 2015-16, fears of the entire eurozone toppling are becoming an increasing reality. Germany, which has a GDP of $3.4bn is one of the six largest economies in the world and the fate of the eurozone relies heavily on its strong economy. But it is facing the most difficult start to a year in recent memory. Its own industrial production growth has slipped to ZERO per cent and customer confidence has plummeted in a catalogue of disasters for Chancellor Angela Merkel. Much of Deutsche's losses have been down to litigation charges, racking up €1.2bn in the last quarter - which could still increase. This year's litigation charges have reached €5.2bn, compared with €2bn the year before. A reduction in the bank's corporate banking and securities division has been blamed on revenues in the fourth quarter falling 15 per cent year on year to €6.6bn. Mark to market losses in Deutsche's non-core operating unit were also blamed. The bank took a hit in early trading as its share price dropped 1.5 per cent, despite investors being pre-warned it would be bad news following share prices falling drastically over the last year. Deutsche Bank shares have declined 24 percent since the beginning of the year. The stock has declined 36 percent in the last 12 months. Deutsche's fall in grace adds to Germany's seemingly never-ending woes this year, with the country's industrial production growth slipping to zero per cent last week and customer confidence plummeting. As the biggest economy in the eurozone, with a GDP of $3.4bn, experts have warned if its economy - along with second biggest eurozone economy France - crashes it would trigger a domino effect which would bring the entire currency crashing down causing a detrimental ripple effect on the global economy. Last week, under pressure German chancellor Angela Merkel admitted Germany may fail to balance its books this year as it contends with the costs of letting in more than a million refugees in a bid to relieve the current crisis across Europe. There is concern the eurozone is over-reliant on the economy of the relative powerhouse of Germany. Andy Baldwin, EY’s Global Financial Services Leader, says: “The apparent reliance of the Eurozone on the German economy, bolstered by its strong banking system, is more pronounced than many would expect. "The short term health of economies including France, Italy and Spain, is dependent on the continued growth of the German economy – a major component of which is the further strengthening of its banking sector." Investors claims France's economy, which recently entered a 'state of emergency' could act as a drag on the overall health of Europe. Only two per cent of investors claim that French banks have the best prospects for growth. Mr Baldwin added: "It is clear that for a sustained return to economic health in Europe, growth needs to be more evenly spread across the continent." In a bid to patch up some of Deutsche Bank's central issues, the lender is now restructuring. At the beginning of the week it revealed bonuses could be slashed by as much as 30 per cent for staff, including investment bankers. And it warned up to 1,000 jobs in London could be at risk if it scaled back its investment banking sector. Co-chief executive, John Cryan, said: "In 2015 we made considerable progress on the implementation of our strategy. "The much-needed decisions we took in the second half of the year contributed to a net loss for the fourth quarter and full year." He added: "We are focused on 2016 and continue to work hard to clear up our legacy issues. Restructuring work and investment in our platform will continue throughout the year. "We know that periods of restructuring can be challenging. However, I'm confident that by continuing to implement our strategy in a disciplined manner, we can and will transform Deutsche Bank into a stronger, more efficient and better run institution." Mr Cryan is set to take over entirely in May, when investors are expecting significant changes to ensure the once almighty bank is back on course. @Express.co.uk Compartilhar este post Link para o post
Visitante Publicado 30 Janeiro 2016 É possivel sim, pode não ser naqueles valores, mas é possível! E ja tentei explicar o meu ponto de vista no outro dia, mas por gaffe minha a discussão não teve continuidade. Basta pensar que nem todos os cabazes de bens consumidos pelas famílias têm a mesma percentagem de bens importados. É possível na teoria, mas na prática não vai acontecer. Esse raciocínio faz sentido quando um país produz muitos bens de valor acrescentado ou, pelo menos, bens de melhor qualidade. Aí, um aumento de rendimento das familias levaria a que a mesma gama de produtos importados fosse substituida por produtos portugueses de melhor qualidade. O que não é o caso do nosso país para a esmagadora maioria dos produtos. O que é que nós produzimos aqui que possa substituir categoricamente os produtos que importamos? Acho que o mais provável será que a melhoria nos rendimentos familiares, que nem será assim tão grande, será canalizada para poupança e para abater dívidas, sobretudo. E o resto para aquelas coisas típicas, como viagens, telemóveis, trocar o carro, etc. Compartilhar este post Link para o post