whatever Publicado 2 Fevereiro 2016 (editado) Vídeo saído directamente do BBC Vida Selvagem. Editado 2 Fevereiro 2016 por whatever Compartilhar este post Link para o post
Sumudica by Night Publicado 3 Fevereiro 2016 Santander afinal não é dono da antiga sede do Banif nem dos restantes imóveisAo comprar os ativos bons do Banif, por 150 milhões de euros, o Santander Totta acreditou que também ficaria na posse dos ativos imóveis avaliados em 100 milhões de euros, entre os quais se destaca a sede do antigo banco. Mas, entretanto, descobriu que não é dono desse edifício, no centro de Lisboa. O jornal Público conta, na edição desta quarta-feira, que logo no dia seguinte à compra do Banif, que se concretizou a 20 de dezembro, o Santander enviou para o edifício sede na Avenida José Malhoa quatro elementos, liderados pelo presidente Vieira Monteiro, que pediram aos presentes no 10.º piso para abandonarem os seus lugares de forma a desocuparem o espaço para eles começarem a trabalhar. Mais tarde, Vieira Monteiro viria a ser informado que afinal a sede e as antigas agências Banif pertenciam ao fundo de investimento imobiliário Banif Property. Essa descoberta levou o Santader a retirar o símbolo do grupo espanhol que já tinha sido colocado no elevador do edifício. :lol: Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 3 Fevereiro 2016 Nova edição da Guerra & Paz. Compartilhar este post Link para o post
depina Publicado 3 Fevereiro 2016 TVI avança que vão haver aumentos de impostos no OE2016, nomeadamente nos combustíveis e veículos, neste caso mais duros do que aqueles que tinham sido avançados anteriormente, e uma taxa especial a ser paga pela banca. já ouvi dizer que os combustíveis vão sofrer um aumento de 10 cêntimos. Compartilhar este post Link para o post
Jone Sampaoli Publicado 3 Fevereiro 2016 fosga-se 10 cêntimos andamos a brincar Compartilhar este post Link para o post
Visitante Publicado 3 Fevereiro 2016 Têm de ir buscar o dinheiro a algum lado, não é? Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 3 Fevereiro 2016 Risco da dívida sobe para máximos do pós-troika Desde o verão de 2014, final do programa de ajustamento, que o risco da dívida portuguesa não era tão elevado. Impasse com Bruxelas e receio de corte do "rating" está a pesar no risco português. O risco implícito da dívida pública portuguesa subiu esta terça-feira para os níveis máximos desde o verão de 2014, imediatamente após o programa de resgate financeiro da troika. O arrastar das negociações com a Comissão Europeia sobre o Orçamento do Estado para 2016 e o receio de que a DBRS venha a cortar o rating português estão a levar os investidores a pedirem juros mais elevados para comprarem obrigações do Tesouro português. Com a taxa a 10 anos de Portugal a subir seis pontos-base nesta terça-feira para 2,99%, a diferença entre os juros de Portugal e a referência da dívida alemã saltou para os 265 pontos-base (ou seja, 2,65 pontos percentuais). Este é o indicador mais relevante para medir o risco da dívida portuguesa, já que expurga o juro absoluto de fatores como a taxa diretora do BCE e as expectativas de inflação. Como se diz neste Explicador sobre o mercado de dívida pública, é esse spread entre a dívida portuguesa e a alemã que reflete as reais condições de financiamento do Estado português. A subida de seis pontos-base na yield a 10 anos aconteceu num dia em que em Espanha, apesar da indefinição política que se vive no país-vizinho, os juros subiram apenas dois pontos-base (para 1,59%, no caso espanhol). Estes não são custos efetivamente pagos pelos Tesouros públicos, por se tratar de transações feitas entre investidores com dívida já emitida, mas servem de referência para aquilo que os Estados terão de pagar se forem ao mercado buscar novo financiamento. E porquê a subida do risco português? A pergunta foi feita no texto publicado no domingo à noite Todos os nomes. O que este orçamento já ouviu. Uma notícia que o Expresso publicou este sábado, citando uma fonte do governo socialista, explicava a maior perceção de risco da seguinte forma: “O caso do Novo Banco é o que está a dar mais problemas na nossa imagem, foi o que mais nos fragilizou lá fora, e não o Orçamento do Estado ou o facto de termos um governo apoiado por comunistas e bloquistas”. Ao Observador, David Schnautz, analista do Commerbzank, disse, na semana passada, que “os mercados internacionais estão nervosos. Os investidores estão, neste momento, mais atentos aos riscos do que às oportunidades, o que cria um contexto pouco favorável para Portugal”. O especialista aponta o dedo “à marcha-atrás que o novo governo está a fazer, comparativamente às políticas que estavam a ser seguidas e que eram do agrado dos investidores e das agências de rating“. @Observador Citação do jornal "Expresso" online Moscovici já deu luz verde ao OrçamentoMissão técnica da Comissão Europeia que se deslocou a Lisboa já aprovou a última versão do OE, depois da introdução de novas medidas de austeridade. Europa também cedeu - nas metas e nalgumas reivindicações do Governo O Orçamento do Estado, na sua última versão com as medidas adicionais de austeridade acordadas na terça-feira entre o Governo, o BE e o PCP, recebeu luz verde dos técnicos da Comissão Europeia na terça-feira ao fim do dia. E, segundo apurou o Expresso junto de fonte próxima do processo, tanto bastou para o comissário europeu dos Assuntos Financeiros, Pierre Moscovici, dar também o seu aval ao OE português. Depois de toda a tensão dos últimos dias, falta apenas o aval político, que depende do Colégio de Comissários. A próxima reunião é na quarta-feira da semana que vem. É a única pedrinha que ainda pode entrar na engrenagem - mas o ok de Moscovici, depois do ok da missão que o comissário francês mandou a Lisboa, já permitiu ao Governo suspirar de alívio. Em Bruxelas, o bom termo do processo também é já dado como assegurado. Resta saber se poderá haver alguma posição pública da Comissão ainda antes do Colégio de Comissários. Uma vez que o OE é aprovado na quinta-feira e sexta-feira tinha sido o deadline dado por Bruxelas para este processo, fontes comunitárias contactadas pelo Expresso não põem de parte a hipótese de ainda esta semana haver uma declaração adiantando que o OE português, tendo em conta as últimas alterações, não será rejeitado. MENOS DÉFICE E MENOS CRESCIMENTO A última versão do OE inclui um conjunto de novas medidas de austeridade que alteram os termos do quadro macroeconómico. Com as medidas extra - sobretudo impostos sobre combustíveis e automóveis e taxas sobre a banca -, o défice de 2016 passa de uma previsão inicial de 2,6% para 2,4%. Também o défice estrutural é revisto em baixa, correspondendo às exigências da Comissão - mas sem ir tão longe como esta exigia. Bruxelas queria uma redução do défice estrutural de 0,6 pontos percentuais, Lisboa responde com 0,4 pontos (quando a proposta inicial incluída no esboço do OE era de apenas 0,2 pontos de redução do défice estrutural). Quanto à previsão de crescimento para este ano, e tendo em conta o impacto negativo das novas medidas introduzidas no OE nos últimos dias, o Governo deixou cair os 2,1%, apontando agora para um crescimento do PIB de apenas 1,9%. Apesar de não cobrir em nenhum dos casos o que era exigido pela União Europeia, o esforço do governo português satisfez os técnicos comunitários. Esta aproximação não resulta apenas das medidas extra negociadas pelo Governo com o BE o PCP. Ao que o Expresso apurou, também a Comissão cedeu nalgumas das reivindicações de Mário Centeno, nomeadamente algumas questões técnicas relacionadas com a classificação de despesas ou a inclusão de algumas medidas nas contas de 2015 ou 2016. BE E PCP NEGOCIARAM AS NOVAS MEDIDAS Conforme o Expresso Diário noticiou terça-feira em primeira mão, o esforço extra de Portugal será com base num novo agravamento do imposto sobre combustíveis (a primeira revisão do draft já previa carregar neste imposto, mas a carga será ainda maior do que foi admitido no final da semana passada) e do imposto sobre veículos. Também a banca terá de pagar mais através da contribuição extraordinária que foi criada pelo anterior governo e este decide agora aumentar. Há outras três medidas enviadas esta semana para Bruxelas. Por um lado, o aumento do imposto de selo sobre algumas transações financeiras (segundo o “Jornal de Negócios”, está em causa uma taxa sobre a comissão que os bancos cobram aos comerciantes com terminais de pagamento eletrónico). Por outro, a avaliação dos ativos das empresas. Esta medida será voluntária: as empresas que o decidam fazer reforçam os seus balanços e ficam com a possibilidade de, nos anos seguintes, aumentarem as amortizações - a contrapartida é o pagamento de uma taxa sobre os ativos reavaliados. Por fim, acaba a isenção de IMI para os fundos imobiliários - uma reivindicação antiga do PCP. Um pacote de medidas que o Governo não confirmou ao PSD e ao CDS nas reuniões que teve durante a manhã desta quarta-feira com os vários partidos com assento parlamentar. Apesar das perguntas dos partidos da anterior maioria, Centeno apenas admitiu que haverá medidas extra e uma revisão dos números macro. Mas este conjunto de novas medidas foi negociado diretamente com os parceiros do PS e já tem o ok do BE e do PCP. À saída de uma reunião esta quarta-feira de manhã com Mário Centeno, Pedro Filipe Soares afirmou, de resto, que "há garantias [no OE] que não é beliscado o rendimento das pessoas", o que o levou a anunciar que "Centeno garantiu que a austeridade é parte do passado". TVI avança que as negociações com Bruxelas continuam e que uma decisão final só surgirá sexta-feira. Parece que a Comissão Europeia defende que as novas medidas são insuficientes. Compartilhar este post Link para o post
Ego Sum Publicado 3 Fevereiro 2016 Poupa-se no almoço e jantar, gasta-se na bomba Compartilhar este post Link para o post
Che Publicado 3 Fevereiro 2016 Se num futuro próximo referendassem a saída da UE, votariam em que cenário? E do Euro? Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 3 Fevereiro 2016 OE2016 deve ficar fechado com Bruxelas nas próximas horas. Compartilhar este post Link para o post
Jone Sampaoli Publicado 3 Fevereiro 2016 nunca consideraria a saída da UE, mas é verdade que estamos completamente dependentes dela. Hoje e cada vez mais, e a tendência é piorar. Contudo, julgo que se alguns países se juntarem numa espécie de task force contra Bruxelas, poderá existir uma folga. Mas tem de ser uma mensagem unificada, e sem colocar cenário de ou eu ou o dilúvio. Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 3 Fevereiro 2016 Jone, para isso acontecer alguns dos países dessa task force deveriam ser relevantes para a EU. Compartilhar este post Link para o post
Jone Sampaoli Publicado 3 Fevereiro 2016 Ou serem em grande quantidade com pouca relevância, desde que representem interesse em comum. Compartilhar este post Link para o post
Che Publicado 3 Fevereiro 2016 UK e França podem fazer muito barulho daqui a uns anos, isto se a Lepen vencer. Compartilhar este post Link para o post
Enzo Dios Perez Publicado 3 Fevereiro 2016 (editado) Tem-se falado na saída do Reino Unido mas não estou por dentro do assunto. Provavelmente estão a pressionar para ver se cedem a algumas exigências. Editado 3 Fevereiro 2016 por Enzo Dios Perez Compartilhar este post Link para o post
Cabeça de giz Publicado 3 Fevereiro 2016 fosga-se 10 cêntimos andamos a brincar então, a austeridade acabou mas só para quem anda ou a pé ou em carro do estado :mrgreen: Compartilhar este post Link para o post
frnk th tnk Publicado 3 Fevereiro 2016 David Cameron mistaken for James Cameron by Portuguese TV channel Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 3 Fevereiro 2016 Provavelmente estão a pressionar para ver se cedem a algumas exigências. Exato :) Compartilhar este post Link para o post
Kanye Publicado 3 Fevereiro 2016 O selo do carro também vai aumentar né? Compartilhar este post Link para o post
leugim Publicado 3 Fevereiro 2016 Não há aí nenhum guia do sistema das eleições americanas para dummies? :mrgreen: Desde a escolha dos candidatos de republicanos e democratas até às eleições propriamente ditas. Guia Eleitoral - Eleições Americanas Compartilhar este post Link para o post
whatever Publicado 3 Fevereiro 2016 Portugal no seu melhor: Kafka e eu Ao fim de mais de 20 anos enquanto advogado comprovo que não é só a Justiça que é cega, mas sobretudo a sua mecânica, que além de cega é burra, ofensiva mesmo. Quinta-feira, sete e meia da manhã de um dia normal, toca a campainha. Estranho. É a polícia, diz a minha mulher assarapantada. Vou à porta e sem me explicarem porquê dois agentes, desfardados, com cara de poucos amigos e muita experiência, comunicam-me que estou detido. A minha mulher leva os miúdos para longe da nossa curiosidade e eu tento perceber o que está a acontecer. Não é meu direito. A única referência é que " isto vem de Grândola" … Por fim alguma luz. Tinha na véspera recebido a condenação em 204 euros de multa por não ter comparecido a uma diligência em Lisboa relativa a um assunto de Grândola. Já explico. Lá vou eu. E foi uma manhã diferente, em alguns momentos até catita. Expliquei aos senhores agentes o que não sabiam. Estavam a deter a vítima de um assalto a uma casa lá para os lados de Grândola, que apresentou queixa. Acharam normal… "O senhor é testemunha, há um artigo para isso." Eu que de artigos ainda conheço uns quantos e até faço disso profissão, desse não me lembrei e fiquei-me. Lá fomos para a "superesquadra". Lemos os jornais, conversámos sobre o Marcelo e as candidatas do Bloco. Levaram-me ao café. Não podia ir sozinho porque estava detido. Quando perguntei porque não íamos andando, explicaram que quando chegasse ao Tribunal me iam prender, literalmente, e ali podíamos estar mais à vontade. Pareceu-me bem. Passado um bocado lá me conduziram ao Tribunal, esclarecendo-me ainda que após a diligência teria de regressar pelos meus próprios meios. O seguro, explicaram-me. No Tribunal, outros agentes, o mesmo traquejo a lidar com criminosos… Lá me encarceraram numa cela que, a rir, disseram já ter albergado um ex-primeiro-ministro. Pedi outra. Já não tinha direito a pedidos. Meia hora a olhar para as grades (nota: nunca ser preso sem levar um livro, pois não ficamos com telemóvel ou tablet) e lá vamos à diligência, o "my day in Court". Se me privaram da liberdade, vou certamente poder perguntar ao juiz ou ao magistrado do MP as razões de tão gravosa medida. Enganem-se. Não havia magistrados, mas apenas uma engraçada e populista oficial de Justiça. Sentei-me. Olhou para o processo e disse: "Bom, é para lhe perguntar se confirma as declarações que fez. E, eventualmente, se quer acrescentar mais alguma coisa." Desculpe!? Sim, é isso mesmo, prenderam-me às 7h30 da manhã em frente aos meus filhos para que eu confirmasse o meu depoimento enquanto vítima de um assalto a minha casa. Não poderia isto ter sido feito por escrito, sobretudo com menor dispêndio de recursos e, já agora, de privação de liberdade? Digo que não altero nada, já a perder o humor. Ela sente-o e quando lhe pergunto qual foi a utilidade daquela diligência, decide avançar para a justificação: "Sabe, às vezes as pessoas imaginam que a Justiça não funciona. E, no entanto, este caso já ocupou a GNR de Grândola, o Tribunal de Grândola, o de Lisboa e os meus colegas que o foram buscar." Tentei resumir: "Ao fim do quarto assalto à mesma casa, o único detido é o proprietário denunciante e a senhora acha que isso é a Justiça a funcionar?" "Porque não justificou a falta?" Pergunta ela, devolvendo a culpa. Explico que só faço queixa pelo seguro e que não estou à espera que o criminoso apareça. Saber de experiência feito… Mas acabar detido para uma diligência inútil, enfim pareceu-me um tudo ou nada excessivo. Agora que me começa a passar mesmo a boa disposição procurei saber junto da magistrada que requereu a minha detenção se tinha lido o processo, tive por resposta a óbvia: que lhe bastou ler o código. O tal artigo. O 116 n.º 2 do Código de Processo Penal. Não valeu a pena falar de princípios constitucionais, de adequação ou proporcionalidade. Para isso era preciso que a senhora tivesse lido o processo propriamente dito. Ao fim de mais de 20 anos enquanto advogado comprovo que não é só a Justiça que é cega, mas sobretudo a sua mecânica, que além de cega é burra, ofensiva mesmo. Pela minha parte, lição aprendida: não me queixo mais. http://www.jornaldenegocios.pt/opiniao/detalhe/kafka_e_eu.html Compartilhar este post Link para o post
Lleyton Publicado 3 Fevereiro 2016 (editado) Guia Eleitoral - Eleições Americanas Valeu! Btw, para quem, como eu, não pesca grande coisa do sistema americano, este vídeo é interessante: Editado 3 Fevereiro 2016 por Lleyton Compartilhar este post Link para o post
Jimpo Publicado 3 Fevereiro 2016 então, a austeridade acabou mas só para quem anda ou a pé ou em carro do estado :mrgreen: Ao menos o BE e o PCP mantém a sua ideia. Os sem abrigos estão safos dessa medida. Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado 3 Fevereiro 2016 Um aumento da tributação sobre os combustíveis não é mais que um aumento encapotado dos impostos sobre o trabalho. Compartilhar este post Link para o post