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«Gostava muito de poder jogar no Sporting» - Ricardo Costa

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Se o Maurício é assim tão mau(e o AM joga fora de posição, metade da equipa B dever estar na A e mais ...) o que é que isso quer dizer do Marco e do Leonardo?

 

Acho o Maurício muito mais forte na bola parada e jogou a vida toda a central. Será que o Rosell não arriscaria demasiado a sair a jogar? Estando habituado a ter a defesa atrás, não iria sair vezes demais à bola em vez de fazer contenção?

Jogando a central ia ter muito mais situações em que um erro tem grandes probabilidades de resultar em golo. Será que ele não tremia nessas situações? Será que depois de errar tem estofo para não fazer m*rda o resto do jogo e aguenta-se à bomboca nos próximos?

Se é tudo tão óbvio para ti a ver de fora, porque é que o Rosell não faz pressão nesse sentido? Não podia o empresário dele vir mandar a peta que jogou a central num clube qualquer?

 

O André tem desculpa

 

Fixed... :mrgreen:

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Não creio que fosse um problema.

 

Para já porque o Benfica controla muito bem a profundidade, por vezes até em detrimento do espaço à frente da defesa, já para proteger uma dupla que é lenta por natureza (Luisão; Jardel). E embora o Jardel até me parece um gajo que se já for largado até é rápido, não acredito que a diferença para o Ricardo Costa seja grande, porque o Ricardo Costa não é lesma nenhuma. E depois o Ricardo Costa é capaz de ser melhor em para aí 90% das coisas relativamente ao Jardel e no fim do dia conta mais a inteligência que a velocidade.

 

Ele quando saiu cá de Portugal se era mais lento que o Jardel não o era por muito. Mas já passaram uns quantos anos, ele não é novo e vir do Qatar não joga a favor dele. Ele pode ter a velocidade necessária quando o jogo começa e não a ter quando está quase a acabar. Mas não faço ideia, não o acompanho.

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E um balneário saudável só se constrói com vitórias.

 

Houve um clube, em Portugal, que, numa determinada época, perdeu todas as finais ou morreu na praia em todas as competições em que estava inserido. Ou seja, pela lógica do teu raciocínio, esse balneário teria uma saúde muito debilitada, uma vez que lhe faltaram vitórias. Aquando da derrota numa das finais (Taça de Portugal) criou-se outra situação de mal-estar, o que, supostamente, agudizou (ainda mais) a saúde do grupo. Além disso, a pré-época seguinte não foi nada fácil, recordo-me do cenário de catastrofismo traçado por adeptos e comunicação social, a descrença no grupo era total.

 

De acordo com a tua linha de pensamento, nesse momento, estava tudo a correr como seria de esperar.

 

Porém, na época seguinte, esse plantel, juntamente com os reforços, deu uma prova da sua fibra e saúde, superando os momentos negativos que tinha vivido na época anterior e criou um ciclo vitorioso. Isso, segundo a tua linha de pensamento, possivelmente, foi inesperado, dado que, depois de tantas derrotas, o espírito de balneário até já devia estar morto (afinal, se as vitórias trazem saúde, as derrotas trazem o efeito contrário). Mas, os jogadores fizeram questão de provar o contrário e venceram quase todas as competições em que estavam inseridos.

 

Tudo isto para explicar que, no seio de um balneário, as vitórias, de facto, contam e muito para que haja bom ambiente, todavia não são fator único. A personalidade dos jogadores e a sua vontade (leia-se ambição e empenhamento), muitas vezes, ajudam a ultrapassar os momentos mais difíceis e a encontrar um rumo de sucesso. Ou seja, é redutor falar das vitórias como o único indicador de saúde de um balneário, o balneário são os jogadores e a dinâmica que existe entre eles, e isso não se pode ignorar.

 

No Benfica, e se fores pesquisar em alguns vídeos no Youtube, há um que mostra isso mesmo, uma entrevista do Ruben Amorim, no avião, no final do Juventus-Benfica, é possível perceber que, no plantel, há um jogador (Luisão) que serve como uma "cola", aglutinando todos em torno de um objetivo comum e criando um bom clima relacional, apesar das diferentes personalidades que compunham aquele balneário. E podes-me perguntar pelo papel do Jesus, não duvido que ela seja fundamental nas mensagens que passa ao balneário, não lhe estou a tirar qualquer relevância. Contudo, ele não está no mesmo patamar dos jogadores, afinal existem hierarquias, e há sempre a necessidade, dentro de um grupo, que um dos seus elementos emerja como aquele que tem a capacidade de o liderar e manter o foco quando trabalham em conjunto.

 

A análise de um balneário não deve ser feita de forma reducionista, mas sim de forma integrativa, combinando a influência de todos os seus intervenientes que, em conjunto, valem mais que a soma individual das partes.

 

Eu ainda não percebi bem a história da voz de comando, porque o que não falta no Sporting são vozes de comando no balneário, se somarmos os de Sporting que o Patrício, Cédric, André Martins, William, João Mário, Adrien e Mané têm, já sem entrar com o Nani... Que é o Nani, temos uns 80 anos de Sporting, o que temos é vozes com autoridade sportinguista a mais para falar.

 

Estás, portanto, a querer dizer que uma voz de comando está diretamente relacionada com os anos de clube? Uma voz de comando, um líder, pode emergir em várias situações, os anos de casa são um deles, mas também pode surgir pela sua ética de trabalho, qualidade ou até mesmo tipo de personalidade, vejam-se os líderes carismáticos. Por isso, essa análise parece-me um pouco reducionista.

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Ricardo Costa seria uma contratação de peso se fosse no princípio da época, não agora.

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Se o Maurício é assim tão mau(e o AM joga fora de posição, metade da equipa B dever estar na A e mais ...) o que é que isso quer dizer do Marco e do Leonardo?

 

Acho o Maurício muito mais forte na bola parada e jogou a vida toda a central. Será que o Rosell não arriscaria demasiado a sair a jogar? Estando habituado a ter a defesa atrás, não iria sair vezes demais à bola em vez de fazer contenção?

Jogando a central ia ter muito mais situações em que um erro tem grandes probabilidades de resultar em golo. Será que ele não tremia nessas situações? Será que depois de errar tem estofo para não fazer m*rda o resto do jogo e aguenta-se à bomboca nos próximos?

Se é tudo tão óbvio para ti a ver de fora, porque é que o Rosell não faz pressão nesse sentido? Não podia o empresário dele vir mandar a peta que jogou a central num clube qualquer?

 

 

 

Fixed... :mrgreen:

Diz que são treinadores com maior ou menor qualidade e competência que cometem erros como os outros. Não há nenhum treinador perfeito. E há poucos que lá andem perto sequer. De resto, não sei onde me viste a pedir metade da B na A. Os únicos jogadores que gostava de lá ver desde o início da época eram o Iuri e o Gauld, e o escocês só faz mesmo perto da B por burrice, porque ele tem mais que nível para jogar na A, veio de uma 1ª Liga europeia e foi a contratação mais cara de sempre desta estrutura. Ah, e o Esgaio, se o contares como jogador da B (que já não me parece ser o caso).

 

Há muitos centrais na distrital que também jogam uma vida na posição e que nunca dão para mais do que para trabalhar nas obras. E as bolas paradas são apenas uma pequena parte do jogo, e mesmo que ele fosse fenomenal nesse aspecto (que não é), isso continuaria a não compensar toda a borrada que faz durante os 90 minutos.

 

Não acredito nisso. Aliás, o perfil do Rosell é mesmo o perfil de um jogador que não arrisca um milímetro nem para salvar a própria vida. Joga sempre simples, sempre certinho, sempre sem tomar grandes riscos. E não, em termos posicionais, nunca na vida o Rosell seria tão mau como o Maurício. Mesmo sem rotinas a central. O brasileiro é horrendo, é impulsivo, é burro que nem uma porta e continua sem saber minimamente como jogar da forma que a linha defensiva do Sporting joga actualmente.

 

Não faço ideia, nem me interessa. Mas por acaso, se o empresário sacasse de uma jogada dessas, nem seria totalmente mentira. O Rosell jogou como central na formação do Barça, e mesmo na América tenho ideia que também o fez num par de jogos.

 

Houve um clube, em Portugal, que, numa determinada época, perdeu todas as finais ou morreu na praia em todas as competições em que estava inserido. Ou seja, pela lógica do teu raciocínio, esse balneário teria uma saúde muito debilitada, uma vez que lhe faltaram vitórias. Aquando da derrota numa das finais (Taça de Portugal) criou-se outra situação de mal-estar, o que, supostamente, agudizou (ainda mais) a saúde do grupo. Além disso, a pré-época seguinte não foi nada fácil, recordo-me do cenário de catastrofismo traçado por adeptos e comunicação social, a descrença no grupo era total.

 

De acordo com a tua linha de pensamento, nesse momento, estava tudo a correr como seria de esperar.

 

Porém, na época seguinte, esse plantel, juntamente com os reforços, deu uma prova da sua fibra e saúde, superando os momentos negativos que tinha vivido na época anterior e criou um ciclo vitorioso. Isso, segundo a tua linha de pensamento, possivelmente, foi inesperado, dado que, depois de tantas derrotas, o espírito de balneário até já devia estar morto (afinal, se as vitórias trazem saúde, as derrotas trazem o efeito contrário). Mas, os jogadores fizeram questão de provar o contrário e venceram quase todas as competições em que estavam inseridos.

 

Tudo isto para explicar que, no seio de um balneário, as vitórias, de facto, contam e muito para que haja bom ambiente, todavia não são fator único. A personalidade dos jogadores e a sua vontade (leia-se ambição e empenhamento), muitas vezes, ajudam a ultrapassar os momentos mais difíceis e a encontrar um rumo de sucesso. Ou seja, é redutor falar das vitórias como o único indicador de saúde de um balneário, o balneário são os jogadores e a dinâmica que existe entre eles, e isso não se pode ignorar.

 

No Benfica, e se fores pesquisar em alguns vídeos no Youtube, há um que mostra isso mesmo, uma entrevista do Ruben Amorim, no avião, no final do Juventus-Benfica, é possível perceber que, no plantel, há um jogador (Luisão) que serve como uma "cola", aglutinando todos em torno de um objetivo comum e criando um bom clima relacional, apesar das diferentes personalidades que compunham aquele balneário. E podes-me perguntar pelo papel do Jesus, não duvido que ela seja fundamental nas mensagens que passa ao balneário, não lhe estou a tirar qualquer relevância. Contudo, ele não está no mesmo patamar dos jogadores, afinal existem hierarquias, e há sempre a necessidade, dentro de um grupo, que um dos seus elementos emerja como aquele que tem a capacidade de o liderar e manter o foco quando trabalham em conjunto.

 

A análise de um balneário não deve ser feita de forma reducionista, mas sim de forma integrativa, combinando a influência de todos os seus intervenientes que, em conjunto, valem mais que a soma individual das partes.

Faltaram? Então como é que chegaram a todas as finais e/ou morreram na praia?

 

Claro que as vitórias não são factor único. E claro que a personalidade dos jogadores ajuda e muito à existência de um balneário saudável. Nada disso está em causa aqui. O que se tem discutido neste tópico, de forma prática e resumida, é o facto do Ricardo Costa poder chegar ao Sporting e ser esse Luisão. Coisa que eu não acredito, de todo. Quanto mais não seja, por uma razão muito simples: o Luisão só é hoje a referência que é no Benfica, porque está cá há muitos anos e foi-se assumindo como essa referência. Foi uma referência que se construiu com o tempo. Como todas, tirando raras excepções. Se acreditam que o Ricardo Costa pode ser uma dessas raras excepções, tudo bem. Aceito. Eu não acredito, de todo.

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Se o teu conceito de m*rda for como o meu, discordo. m*rda para mim era o que aquilo que o Porto fazia no ano passado e o que o Sporting fazia em 12/13, que tendo em conta os seus planteis poderiam jogar muito mas muito melhor, pior é que não sei. Agora, que sei que todos podem dar mais, isso é verdade. Mas muitas vezes é impossível avaliar o futebol dos três grandes porque a jogarem o suficiente cá dentro, ganham. Basta ver o jogo do Porto contra o Belenenses: muitos falaram mal da maneira como o Porto jogou mas eu não sei como podem avaliar uma equipa que jogou sozinha.

A diferença do Porto deste ano para a época passada é somente na qualidade individual dos jogadores. A nível de qualidade de jogo continuamos fracos mas com equipas mais fracas dá sempre para o gasto. Apanhando uma equipa mais ou menos organizada já deu para ver o que acontece.

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Um plantel com a qualidade individual do Porto deste ano (ou do Benfica do ano passado) até a meio gás e a jogar 0 de futebol tem obrigação de limpar pelo menos 90% dos jogos a nível interno. São galáxias diferentes.

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Eu continuo a achar que o Nani ou até o Patrício podem ser mais referências no balneário do que o Ricardo Costa.

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O Ricardo Costa fez 1001 competições pela seleção e uma das razões sempre dada era a importância da presença dele para o grupo. Presumo que seja um gajo com alguma voz...

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Isso dos anos de clube por vezes é relativo, porque o que não falta são jogadores com vários anos de casa, que não têm esse perfil e, em algumas situações, até são os primeiros a minar o balneário à primeira contrariedade.

Estás a contrariar factos com suposições.

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Velho por velho e para voz no balneário iam buscar o Bruno Alves que é melhor que o Ricardo e sempre mete mais respeito :mrgreen:

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A diferença do Porto deste ano para a época passada é somente na qualidade individual dos jogadores. A nível de qualidade de jogo continuamos fracos mas com equipas mais fracas dá sempre para o gasto. Apanhando uma equipa mais ou menos organizada já deu para ver o que acontece.

Não tens uma amostra assim tão grande para fazer disso uma verdade absoluta. Também te posso dizer que o Benfica como tem vindo a jogar safa-se a jogar contra equipas mais fracas, mas na Champions onde apanhou equipas decentes foi de vela ganhando apenas um jogo e por margem mínima. No entanto venceu o FC Porto, FC Porto esse que não perdeu nenhum jogo na Champions.

Editado por Mica

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O Ricardo Costa fez 1001 competições pela seleção e uma das razões sempre dada era a importância da presença dele para o grupo. Presumo que seja um gajo com alguma voz...

Jogar é que tá quieto, fez apenas 21 jogos

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Não tens uma amostra assim tão grande para fazer disso uma verdade absoluta. Também te posso dizer que o Benfica como tem vindo a jogar safa-se a jogar contra equipas mais fracas, mas na Champions onde apanhou equipas decentes foi de vela ganhando apenas um jogo e por margem mínima. No entanto venceu o FC Porto, FC Porto esse que não perdeu nenhum jogo na Champions.

O nosso grupo era relativamente fácil. O BATE é o BATE. O Athletic está uma autêntica vergonha este ano, deve ter umas 5 vitórias no campeonato. E o Shakhtar nem sabemos muito como não perdemos nenhum jogo com eles. Até o próprio Lille joga muito pouquinho.

 

O grupo do Benfica era bem mais complicado, olhando para o momento das equipas.

 

O Benfica não está nada de especial comparado com os outros anos mas é uma equipa minimamente organizada. Chegou para ganhar cá.

Editado por Jose Fonte 6

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Como se calhar chegava para perder se o jogo se voltasse a repetir, como disse acho que a amostra é pequena e a distância pontual das equipas no campeonato não reflete a diferença qualitativa entre ambas.

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O Ricardo Costa fez 1001 competições pela seleção e uma das razões sempre dada era a importância da presença dele para o grupo. Presumo que seja um gajo com alguma voz...

 

Estou mesmo a ver um Jonathan Silva, um Jefferson ou um Carrillo olharem para o Ricardo Costa como um elemento preponderante e de grande respeito.

Fds, fez 1001 competições pela seleção e é respeitado nesse meio porque os jogadores ainda o vão conhecendo.

Agora acreditar que o Ricardo Costa chegava a um balneário com tantas nacionalidades diferentes e se impunha como líder e gajo com alguma voz, não me cabe na cabeça.

Acredito mais que o Nani é uma referência naquele balneário que o Ricardo Costa. Ser referência não é apenas mandar umas c*rlhadas quando é preciso e ter-se aspecto de mau.

Estamos a falar de um balneário jovem que provavelmente metade dos jogadores nunca ouviram falar do Ricardo Costa.

Não consigo acreditar e muito menos dar a importância que muita gente neste tópico dá a uma hipotética vinda do Ricardo Costa como o grande líder da equipa do Sporting.

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O Ricardo Costa fez 1001 competições pela seleção e uma das razões sempre dada era a importância da presença dele para o grupo. Presumo que seja um gajo com alguma voz...

 

A verdadeira razão pela qual o homem era sempre convocado era a polivalência.

 

O Ricardo Costa foi a uma data de competições internacionais porque era defesa centro mas também fazia a ala direita. E isso dava-lhe logo vantagem na corrida pela vaga pois, entre levar quatro defesas-centro que só sabem fazer uma posição ou levar três defesas-centro e um polivalente a escolha era óbvia porque estamos a falar de um lote de 23 jogadores e nesses casos é sempre preciso ter um ou mais jogadores que consigam desenrascar duas ou mais posições.

 

Se ele fosse assim tão importante no balneário... porque razão quase não era convocado nos apuramentos para os Mundias/Europeus?

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Estou mesmo a ver um Jonathan Silva, um Jefferson ou um Carrillo olharem para o Ricardo Costa como um elemento preponderante e de grande respeito.

Fds, fez 1001 competições pela seleção e é respeitado nesse meio porque os jogadores ainda o vão conhecendo.

Agora acreditar que o Ricardo Costa chegava a um balneário com tantas nacionalidades diferentes e se impunha como líder e gajo com alguma voz, não me cabe na cabeça.

Acredito mais que o Nani é uma referência naquele balneário que o Ricardo Costa. Ser referência não é apenas mandar umas c*rlhadas quando é preciso e ter-se aspecto de mau.

Estamos a falar de um balneário jovem que provavelmente metade dos jogadores nunca ouviram falar do Ricardo Costa.

Não consigo acreditar e muito menos dar a importância que muita gente neste tópico dá a uma hipotética vinda do Ricardo Costa como o grande líder da equipa do Sporting.

o Ricardo Costa não seria a referência do balneário só porque tem 1000 trofeus e 1000 competições jogadas.

O gajo tem um carisma próprio(e digo isto sem o conhecer) que o leva a ser respeitado por qualquer lado que passe, por alguma foi sempre capitão onde jogou.

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A verdadeira razão pela qual o homem era sempre convocado era a polivalência.

 

O Ricardo Costa foi a uma data de competições internacionais porque era defesa centro mas também fazia a ala direita. E isso dava-lhe logo vantagem na corrida pela vaga pois, entre levar quatro defesas-centro que só sabem fazer uma posição ou levar três defesas-centro e um polivalente a escolha era óbvia porque estamos a falar de um lote de 23 jogadores e nesses casos é sempre preciso ter um ou mais jogadores que consigam desenrascar duas ou mais posições.

 

Se ele fosse assim tão importante no balneário... porque razão quase não era convocado nos apuramentos para os Mundias/Europeus?

E a esquerda. Basicamente, era um bom "tapa-buracos". E a palavra-chave aqui é mesmo o verbo: "era".

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Julgava mesmo que o RC fazia de defesa direito na seleção. :lol:

 

Mesmo assim isso não afeta o raciocínio: o Ricardo Costa só ia às fases finais do Mundial e Euro pela polivalência.

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Como se calhar chegava para perder se o jogo se voltasse a repetir, como disse acho que a amostra é pequena e a distância pontual das equipas no campeonato não reflete a diferença qualitativa entre ambas.

Isso sao ses. Estou a falar do que aconteceu.

Comparei com o q jogavamos ha 1 ano. É uma amostra igual, a diferença é q o balneário deve estar do lado do treinador e ainda ha a champions.

 

 

O ricardo costa era polivalente mas jogava mal em todo o lado.

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