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Ghelthon

Vítor Oliveira não continua no Chaves

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mas qual ambição? o homem descobriu a cena dele, ele gosta de subir equipas e já provou que é bom nisso, se ele gosta disso faz o que quiser e continua na segunda na boa em vez de se ir chatear

 

De acordo. Sente-se bem assim, ele é que sabe. Se ficasse no Chaves e se desse mal era criticado por n ter saido em grande. N s pode agradar a todos. :celebracao: O homem gosta do q faz, ja ganhou reputaçao no que faz, pelo q financeiramente tmb deve ser compensador, e ao continuar a fazê-lo mantém a reputação e consegue um bom pé de meia para a reforma. Ele lá sabe. Tmb gostava de ver o que ele fazia agora na 1º, mas ele la sabe da carreira dele.

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O Vitor que venha treinar o clube do coração e levá-lo à primeira 8)

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Ele há um mês atrás estava inclinado em continuar. A direcção tinha-lhe dado indicações de que lhe davam um plantel competitivo para jogar na Primeira.

 

O dinheiro...ganha bastante bem para a realidade, e no prémio de subida vai sempre buscar algo como 50 ou 60k.

 

Cheguei a saber quanto ele ganhava mensalmente no União e não era nada de transcendente. Sim, provavelmente seria dos melhores vencimentos da 2ª liga mas onde ele realmente inflaciona era nos prémio por subida. E aí, acho que o clube que o contrata não se importa de pagar.

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E além disso partem do princípio que para subir de divisão basta estalar os dedos e já está. Como se fosse algo corriqueiro e que ele deveria meter mãos à obra e trabalhar a sério, à homem, num clube que luta pela manutenção perdendo o triplo dos jogos que ganha...:lol:

 

Isso não é um contra-senso?

 

Vou pegar no teu post porque és o mestre da secção de ténis.

 

Que achas dos tenistas que preferem jogar torneios de menor dimensão porque são mais lucrativo do que jogar um torneio de maior gabarito? Ou outros que pura e simplesmente alteram o calendário porque preferem jogar um torneio com bom cachet?

 

São apenas opções?

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A cena é que ele não é propriamente um grande treinador e já teve muitas vezes na 1ª liga.

Sabe as suas limitações e sabe que encontrou uma fórmula que na 2ª liga resulta muito bem.

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Se calhar também já não tem idade para se chatear numa Primeira Liga. Fala-se no Leixões e na Académica.

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Eu acho que ele já estava era na altura de se manter num clube de primeira. Já se viu que ele é bom a subir as equipas mas parece que tem receio de se manter pela primeira.

Basta ouvir o homem falar para se perceber a razão. E nem é preciso ir longe: é ver o que disse à Sporttv anteontem, quando foram recebidos em festa no estádio. O discurso do tempo para o treinador trabalhar, do tempo para levar o projecto até ao fim e de como o currículo dele lhe dá esse tempo, que muitos outros não têm. Se for para a Primeira e andar meia época na metade inferior da tabela, a lutar pela manutenção, duvidas que o presidente do clube onde ele estiver começa a pensar em pô-lo na rua, nem que seja pela chicotada psicológica?

 

Na Segunda isso não acontece. Porque, face ao currículo dele, nenhum presidente no seu perfeito juízo o vai despedir a meio da época, mesmo que ele ande em 9º ou 10º. Porque sabe que, no final da época, mesmo assim, a probabilidade dele levar o barco a bom porto é grande. Maior do que a de qualquer outro treinador, naquele campeonato.

 

E já para não falar no objectivo em si. Eu não sou treinador e nem tenho ambição de vir a ser. Mas percebo perfeitamente que, para alguns treinadores, "lutar pela manutenção" não seja bem um objectivo. Perder 12/15 vezes numa época e lutar pelo pontinho em muitos outros jogos, quase que rezando para que as coisas vão correndo, não bem, mas menos mal que aos outros, não deve ser lá muito motivante.

 

Faz ele muito bem em subir e saltar logo fora. Se, nesta fase da carreira, mesmo que a um nível secundário, pode lutar todos os anos por um título e uma promoção, não faz sentido ir lutar para ser menos mau que os outros.

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Cheguei a saber quanto ele ganhava mensalmente no União e não era nada de transcendente. Sim, provavelmente seria dos melhores vencimentos da 2ª liga mas onde ele realmente inflaciona era nos prémio por subida. E aí, acho que o clube que o contrata não se importa de pagar.

 

No União? Ganhava 12k mensais.

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Como podemos definir a ambição de um treinador como o Vitor Oliveira?

 

Inteligente. Sabe que é mais fácil trabalhar um plantel moralizado pelo objetivo da subida de divisão do que se arriscar a ficar na história como mais um treinador banal da primeira. Desta forma sabe que está a ficar nos anais como o treinador que fez subir muitas equipas. Financeiramente até deve ganhar mais assim e até já sabe que só lhe vão aparecer projetos interessantes à mão.

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No União? Ganhava 12k mensais.

 

A ideia que tinha era cerca de metade desse valor, com o prémio de subida é que pode ter dado esses 12K mensais. Mas também não garanto, recordo-me de quando me contaram não achei o valor muito alto para a reputação dele... e 12K já me iria causar impressão.

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O Estádio do Mar espera por ti! (E não é pro festival do panda :mrgreen: )

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Isso não é um contra-senso?

 

Vou pegar no teu post porque és o mestre da secção de ténis.

 

Que achas dos tenistas que preferem jogar torneios de menor dimensão porque são mais lucrativo do que jogar um torneio de maior gabarito? Ou outros que pura e simplesmente alteram o calendário porque preferem jogar um torneio com bom cachet?

 

São apenas opções?

 

Isso é pergunta com rasteira. Mas eu respondo.

 

A comparação faz pouco sentido porque esses tenistas não se limitam a jogar os torneios de pequena dimensão. Estão igualmente presentes nos maiores. Não abdicam de uns para participar nos outros.

 

Faz igualmente pouco sentido porque um treinador é diferente de um jogador. O Vítor Oliveira é aquele treinador de ténis (se é que há algum com essas características) que treina jogadores de nível Challenger e ganha imensos torneios. Quando o jogador passa a deter ranking que lhe permite disputar os torneios ATP o Vítor larga-o da mão e pega noutro de nível Future/Challenger. E volta a ter sucesso...

 

Finalmente, acho que esses tenistas que disputam torneios de menor dimensão motivados essencialmente pelos prémios monetários e cachets fazem muito bem! A vida é difícil para todos. Mas já que estamos em maré de comparações esses tenistas seriam melhor comparados com aqueles futebolistas vão jogar para países como a China, USA, Qatar e, até, Turquia ou Rússia movidos apenas pelos vencimentos chorudos com que lhes acenam. Na minha opinião é perfeitamente legítimo.

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A ideia que tinha era cerca de metade desse valor, com o prémio de subida é que pode ter dado esses 12K mensais. Mas também não garanto, recordo-me de quando me contaram não achei o valor muito alto para a reputação dele... e 12K já me iria causar impressão.

 

Não, ele ganhava 12k mensais, e o prémio de subida era cerca de 50k, que é o que costuma cobrar em todo o lado. O ordenado aí era mais alto porque tens de pagar a distância. No Chaves ganhava pouco mais de metade.

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A cena é que ele não é propriamente um grande treinador e já teve muitas vezes na 1ª liga.

Sabe as suas limitações e sabe que encontrou uma fórmula que na 2ª liga resulta muito bem.

 

E' isto... nem vale a pena discutir muito....

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No lugar dele faria exactamente o mesmo. E não deixa de ser ambicioso por isso, continua a lutar por títulos todos os anos. E para quem fala da ida para um clube da Primeira Divisão, basta ver o que aconteceu da última vez que lá esteve, acabou despedido pelo clube do coração depois de os ter subido, o Leixões :)

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Até já é falado em Espanha:

 

Citação do jornal "O Jogo" online

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Espanhóis rendidos: "Quer subir à primeira? Contacte o Vítor Oliveira"

 

Jornal "El País" traçou o perfil do treinador especializado em subidas de divisão.

 

"Quer subir à primeira? Contacte o Vítor Oliveira", assim começa o texto publicado pelo "El País", jornal de referência em Espanha, que traçou um perfil do treinador especializado em subidas de divisão. "Marque 351, código de Portugal, e o melhor é ligar-lhe para o telemóvel, porque não pára muito tempo no mesmo clube ou cidade", prossegue o texto.

 

Convidado a explicar-se, o técnico matosinhense repetiu ao "El País" uma ideia que por cá já se conhece. "Não me interessam equipas que lutam pela permanência; prefiro estar num escalão inferior e subir."

 

O jornal detalha o currículo recheado de subidas, detendo-se nas duas últimas - União da Madeira e Chaves.

 

Questionado sobre a fórmula mágica, não a escondeu. "Um bom plantel, estabilidade do clube - um que pague aos jogadores e que tenha uma boa estrutura. Depois, trabalho, muito trabalho", resumiu. Oliveira admitiu ainda que gostaria de treinar em Espanha. O jornal termina o texto com um toque de humor, dizendo que precisava deixar o telefone do treinador livre para contactos de clubes "como a Académica, que acabou de descer..."

Para os interessados: http://deportes.elpais.com/deportes/2016/05/09/actualidad/1462808355_312016.html

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No União? Ganhava 12k mensais.

 

O Carlos Pinto está a ganhar metade disso no Santa Clara :mrgreen:

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O Vitor que venha treinar o clube do coração e levá-lo à primeira 8)

 

Nem penses nisso, não temos dinheiro e com o COveiro ele não volta.... Talvez um dia para Director Desportivo, onde ele estava quando saiu e até fez um bom trabalho, a época do Mota foi com ele a DD

 

No lugar dele faria exactamente o mesmo. E não deixa de ser ambicioso por isso, continua a lutar por títulos todos os anos. E para quem fala da ida para um clube da Primeira Divisão, basta ver o que aconteceu da última vez que lá esteve, acabou despedido pelo clube do coração depois de os ter subido, o Leixões :)

 

Mentira, ele no fim da época passou para Director Desportivo e ao fim de 2 anos (2007/2008 e 2008/2009) ele saiu para o Trofense, mas o maior problema foram divergências com o Presidente do Leixões.

Acredito que ele nunca mais treine o Leixões, a não ser numa situação de desespero do clube, na altura em que saiu, ele afirmou que é-lhe muito complicado treinar o clube do coração e "conviver" com a pressão dos adeptos/amigos que o conhecem desde sempre.

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O Carlos Pinto está a ganhar metade disso no Santa Clara :mrgreen:

 

fod*-se :lol:

 

o Vitor Oliveira vai para a Académica. Cada vez mais me mentalizo disso.

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Como é que se pode sequer pensar nisso se ainda se está com uma crise interna no clube e não se sabe quem vai ser a direcçao?

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A comparação faz pouco sentido porque esses tenistas não se limitam a jogar os torneios de pequena dimensão. Estão igualmente presentes nos maiores. Não abdicam de uns para participar nos outros.

 

Não se limitam a jogar apenas esses torneios, mas essa participação não limita o rendimento em torneios de maior escala? Não são raros os casos de jogadores de topo a hipotecarem as hipóteses de terem sucesso num Grand Slam, jogando na semana anterior um ATP 250.

 

São opções que o Ferrer ou Almagro já tomaram ao jogarem o Open de Nice, por exemplo. O quadro será obviamente menos competitivo e é uma forma fácil de ganhar pontos e dinheiro. Mas ao custo de obterem um resultado significativo em Roland Garros.

 

Faz igualmente pouco sentido porque um treinador é diferente de um jogador. O Vítor Oliveira é aquele treinador de ténis (se é que há algum com essas características) que treina jogadores de nível Challenger e ganha imensos torneios. Quando o jogador passa a deter ranking que lhe permite disputar os torneios ATP o Vítor larga-o da mão e pega noutro de nível Future/Challenger. E volta a ter sucesso...

 

Um treinador tal como um tenista tem a possibilidade de escolher a maneira como gere a sua carreira. A maior parte dos treinadores assim como a maior parte dos jogadores tende a subir na carreira, clube a clube, torneio a torneio. Quanto mais sucesso numa categoria de torneio ou divisão, mais leverage tens para arriscares em treinar ou jogar num patamar superior. Quem tem sucesso em challengers, passa aos torneios ATP 250 e por aí fora.

 

Casos como o Vítor Oliveira são raros no desporto mas também existem no ténis.

 

Falando de treinadores de ténis, o Grichen é o único que vem à cabeça com uma agenda própria e escolha interessante de tenistas femininas. :mrgreen:

 

Finalmente, acho que esses tenistas que disputam torneios de menor dimensão motivados essencialmente pelos prémios monetários e cachets fazem muito bem! A vida é difícil para todos.

 

Mas já que estamos em maré de comparações esses tenistas seriam melhor comparados com aqueles futebolistas vão jogar para países como a China, USA, Qatar e, até, Turquia ou Rússia movidos apenas pelos vencimentos chorudos com que lhes acenam. Na minha opinião é perfeitamente legítimo.

 

Temos pontos de vista diferentes.

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Até já é falado em Espanha

Por este andar vai parar ao Osasuna ou assim. :mrgreen:

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