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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Parece que a acusação ao Sócrates vai ser adiada novamente. :lol:

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The June 3, 2016, email sent to Donald Trump Jr. could hardly have been more explicit: One of his father’s former Russian business partners had been contacted by a senior Russian government official and was offering to provide the Trump campaign with dirt on Hillary Clinton.

 

The documents “would incriminate Hillary and her dealings with Russia and would be very useful to your father,” read the email, written by a trusted intermediary, who added, “This is obviously very high level and sensitive information but is part of Russia and its government’s support for Mr. Trump.”

 

If the future president’s elder son was surprised or disturbed by the provenance of the promised material — or the notion that it was part of an ongoing effort by the Russian government to aid his father’s campaign — he gave no indication.

 

He replied within minutes: “If it’s what you say I love it especially later in the summer.”

 

NYTimes

 

:mrgreen:

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Não é por nada, mas vi agora a lista e que p*ta de equipa tem o João Ferreira na candidatura da CDU a Lisboa. Gente muito à frente mesmo.

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Não é por nada, mas vi agora a lista e que p*ta de equipa tem o João Ferreira na candidatura da CDU a Lisboa. Gente muito à frente mesmo.

 

:biggrin: nunca mudes

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Não é por nada, mas vi agora a lista e que p*ta de equipa tem o João Ferreira na candidatura da CDU a Lisboa. Gente muito à frente mesmo.

Mete aí, sff.

 

Preparou-se muito bem, pelo que ouvi dizer.

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Who Is Sheikh Hamad Bin Jassam Al Thani? Jared Kushner Asked For $500M Investment From Ex-Qatar PM

 

 

"The reason for the U.S.’ hardline stance against Qatar can be traced to a failed financial transaction related to a real estate project that President Donald Trump's son-in-law and senior White House Adviser Jared Kushner had with a rich and influential politician in the Gulf country, according to reports."

 

(...)

 

"It is reportedly because of this incomplete deal that the U.S. is taking a hardline stance against Qatar. Even as Secretary of State Rex Tillerson called for an end to the blockade against Qatar, the president contradicted Tillerson to say that Qatar has "historically been a funder of terrorism at a very high level."

 

According to the Intercept, Tillerson believes Trump's comments were written by UAE Ambassador Yousef Al-Otaiba and delivered to the president by Jared Kushner himself."

 

______________________________

 

 

Battlefield Casualties and Ballot Box Defeat: Did the Bush-Obama Wars Cost Clinton the White House?

 

 

 

Estudo de leitura interessante.

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Não é por nada, mas vi agora a lista e que p*ta de equipa tem o João Ferreira na candidatura da CDU a Lisboa. Gente muito à frente mesmo.

É natural. Dividir-se entre a câmara e o parlamento europeu deve ser complicado. 8)

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Visitante

ahahahah :lol:

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Não tem mal nenhum, há que aplaudir a criatividade.

 

Vai ser o Porto a candidatar-se à Agência Europeia do Medicamento.

Editado por Enzo Dios Perez

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Citação do jornal "Expresso" online

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Bloco de Esquerda convidou deputada a sair

Uma minirremodelação termina com a curta carreira parlamentar de Domicília Costa. Deputada alega que foi apenas foi “cansaço”

O debate do Estado da Nação foi o último dia de trabalho da deputada Domicília Costa. E logo por azar, o lugar ‘habitual’ onde se costumava sentar a mais velha parlamentar da atual legislatura — na última fila e colada à bancada dos jornalistas — já estava ocupada. O colega de bancada não mudou. Domicília ainda mencionou que era o seu “último dia”, mas conformou-se em sentar-se mais à direita. No final, nenhuma referência. Uma curta nota, enviada à Lusa poucas horas depois do plenário ter encerrado, acabaria com a carreira política da deputada.

Domicília, de 71 anos, prefere o silêncio. “Renunciei ao mandato por cansaço e regressarei agora à terra de onde vim e à vida que tinha antes de ser deputada”, disse. E não quer acrescentar mais nada, recusando qualquer tentativa de comentário feita pelo Expresso. O BE também nada adianta. E não promoveu qualquer iniciativa — fosse jantar, cerimónia de homenagem ou uma simples referência no plenário — sobre a ‘renúncia’ de mandato da deputada que, concorrendo em 4º lugar pela lista do Porto foi uma das surpresas na noite da eleição autárquica.

A própria, que se apresentava como “doméstica”, foi a primeira a confessar publicamente ter ficado surpreendida com a eleição. Em 2015, nenhuma sondagem apontava para uma inversão da tendência histórica do Bloco que, quando muito conseguira eleger dois candidatos pelo Porto. Mas o partido conquistou cinco deputados por esse círculo. E Domicília Costa mudou-se para a capital, cabendo-lhe um lugar na comissão de Negócios Estrangeiros, a menos exposta politicamente.

A saída da deputada, num momento em que a tensão política dentro da ‘geringonça’ está a aumentar, foi conveniente para a estratégia parlamentar do Bloco. E, na verdade, a iniciativa de renunciar, apurou o Expresso, não partiu de Domicília Costa, mas da liderança do partido, que queria imprimir mais músculo político e capacidade de intervenção no arranque dos trabalhos parlamentares. Há meses que foram feitos os primeiros contactos com a deputada para estudar uma saída. O BE não queria criar um caso, nem ferir suscetibilidades. Domicília aceitou, mas pediu discrição. Na verdade, arrumou as suas coisas e deixou o Parlamento no dia seguinte ao debate com o Governo, nem esperando para a última sessão de trabalhos parlamentares antes das férias.

O BE, por seu lado, põe uma pedra sobre o assunto e avança com o currículo da nova deputada que, ainda esta semana, avança para os trabalhos parlamentares. Maria Manuel Rola tem 33 anos, e é designer gráfica. Há três anos que é dirigente nacional do partido e vai acumular a comissão dos Negócios Estrangeiros com a do Ambiente. Apareceu pela primeira vez nas listas de candidatos eleitorais nas legislativas de 2015 num lugar considerado absolutamente inelegível: o sétimo pela lista do Porto. Esta semana, contrariou as probabilidades e vai sentar-se no plenário parlamentar. O sexto nome proposto pelo Bloco para o Porto recusou deslocar-se a Lisboa. Mário Moutinho prefere o combate autárquico.

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A vitória dos jotinhas e os novos poderes do MP

 

Pedro Marques Lopes

 

1.Há um ano, defendi aqui que não fazia sentido demitir os secretários de Estado que tinham viajado a convite da Galp. Recordo-me do coro de gente, uma quase unanimidade, a rasgar as vestes em revolta contra a vergonha de se aceitar um convite para ver um jogo de futebol numa excursão sem o mínimo de comodidade. Sei do que falo, já fui em viagens iguais às que estão em causa.

 

Também me lembro de escrever que se alguém se sentia condicionado em alguma decisão por causa de uma viagem destas não tinha a mais remota capacidade de exercer qualquer cargo de responsabilidade.

 

Depois, o governo, em parte para acalmar os ânimos, em parte por também ir na onda instalada do político bacteriologicamente puro, em parte por estar de má consciência, aprovou legislação que, no fundo, obrigava a demitir os secretários de Estado. Uma daquelas leis que mais não fazem que não seja declarar um político incapaz de formular juízos éticos, de dizer a um homem ou mulher com enormes responsabilidades o que são regras e usos socialmente aceitáveis. Por mim, não tenho dúvidas de que se alguém precisa de um código para lhe dizer o que é uma oferta simpática ou uma tentativa de condicionamento não serve para um cargo de responsabilidade. No entanto, reconheço que esse é o atual nível de estupidificação e de moralismo serôdio.

 

Não nego que a crise económica tenha contribuído para um clima em que é malvisto qualquer tipo de cortesia que aparente, por muito pequena e vaga que seja, ser concessão de privilégio; também é evidente e notório que políticos houve - e provavelmente ainda há - que abusaram dos seus cargos e usufruíram mesmo de vantagens abusivas ou pior, muito pior, e que nada lhes aconteceu. Mas o atual nível de suspeita generalizada sobre a classe política é insuportável, injusta e, mais que tudo, afasta qualquer pessoa que não está para que lhe seja espetado um ferrete de aldrabão mal comece a exercer cargos públicos. A política cada vez está melhor para quem não consegue ter uma vida profissional normal na atividade privada e que está habituada a ter a sua honra posta em causa. Ótima para os jotinhas dos aparelhos partidários e péssima para os bons profissionais que gostariam de servir a causa pública. Tem de ser dito, porém, que este ambiente que leva à penalização pública de meros atos de simpatia e que exige uma moralidade de santo de altar a qualquer político teve a contribuição inexcedível dos próprios, e muito para lá dos que se passeiam pelo lúmpen. Como escrevia o David Dinis no Público, "se a classe política se pôs de cócoras fazendo leis que culpam alguém por ter vantagem, mesmo sem prova de contrapartida, não pode queixar-se de mais ninguém". Ou seja, e como no caso em questão, se o legislador deixa ao Ministério Público uma margem de discricionariedade que permite aos magistrados fazer julgamentos morais ou políticos a culpa é, em primeiro lugar, dele.

 

Curiosamente - ou talvez não -, o mesmo tipo de julgamentos morais que jornalistas e colunistas fazem, concretamente, a estes secretários de Estado não encontra paralelo nas suas próprias condutas. A pergunta é simples: quando um jornalista aceita uma viagem de cortesia ou vai a um concerto a convite de uma empresa, sente-se à vontade para escrever o que quer que seja sobre essa organização ou pessoas que a dirigem? E que dizer quando é o próprio Sindicato dos Magistrados do Ministério Público a aceitar patrocínios de empresas privadas, devemos pensar que está condicionado em relação a possíveis ações sobre essas companhias ou membros dos órgãos sociais?

 

O afastamento de Rocha Andrade, João Vasconcelos e Jorge Costa Oliveira é, em primeiro lugar, a vitória dos falsos moralistas e da mediocridade jotinha.

 

2. Seja como for, há um ano, os secretários de Estado e o primeiro-ministro julgaram que não havia motivo para demissões. Pensaram, com certeza, que os atos cometidos não eram atentados à ética - ou não suficientemente graves - e muito menos constituíam qualquer tipo de ilegalidade. Dado que se dá como adquirido que nessa investigação não se encontrou nada mais que já não se soubesse meia dúzia de dias depois do sucedido, pergunta-se: por que diabo agora os secretários de Estado se demitiram e, presume-se, o primeiro-ministro não os pressionou para que ficassem? A resposta é conhecida, porque foram constituídos arguidos - esqueçamos que esse pequeno detalhe do Ministério Público ter levado um ano a descobrir umas viagens feitas à frente de toda a gente e que os viajantes imediatamente admitiram nos pode levar a pensar que operações de alguma complexidade levarão dezenas de anos.

 

Segundo a generalidade dos analistas, não é politicamente sustentável ter três membros do governo sob o estatuto de arguido. Seguindo esta tese, o Ministério Público tem o poder efetivo de demitir membros do governo utilizando um estatuto que serve para defender o cidadão. Pois, importa lembrar que o estatuto de arguido serve para proteger os direitos do cidadão durante o processo. Onde isso vai, não é? E não vale a pena fazer demagogia com o assunto e generalizar: uma coisa é uma acusação por causa de um crime grave outra é esta. As suspeitas não são todas iguais.

 

Não seria fácil, admito, para o governo gerir politicamente a situação, mas considero muito mais perigoso, para o futuro, deixar ao Ministério Público julgamentos que só o poder político pode fazer.

 

Pedro Marques Lopes in DN

 

Uma leitura interessante.

Editado por Black Hawk

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Guilherme Marques Silva Costa

7/5 ·

 

R.I.P França. Armaram-se em imbecis e votaram na marioneta da merkel e dos rotschild. Daqui a uns anos vão tornar-se num califado e a França que conhecemos hoje não vai mais existir. Mas vocês merecem, porque fizeram uma escolha idiota nas urnas. Seguiram cegamente a comunicação social e o jornalixo. Tudo o que sofrerem por votar naquele traste vai ser merecido! Tanto se queixaram do traste do hollande e foram votar na fotocópia dele. Com isto fico a saber que o povo francês é masoquista! Espero que nas próximas eleições não sejam burros e votem na única pessoa que vos pode salvar, a grande Marine Le Pen! Aqui em Portugal vamos pelo mesmo caminho, por isso há que abrir os olhos e votar PNR, o único partido que consegue salvar Portugal da esquerdalha traidora e suja!

 

apareceu-me alguem no feed a comentar por causa da cena do trump e do macron há uns dias. mas que raio é isto :lol:

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O Donald Trump vai fazer escola, claro que sim.

 

Esse André Ventura tem também uma coisa que tenho vista a ser proposta noutras candidaturas (sempre de direita) e acho que se devia olhar para isso com atenção. Falo dos sistemas de videovigilância em "zonas criticas", isto é, nos bairros sociais. Acho gravissimo querer monitorizar zonas com base no preconceito social. À partida isto devia ser anulado pela constituição e nem ser hipótese.

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Visitante

Era acabar com as candidaturas de direita, nesse caso. Um dia destes ainda acabam a propor que os ciganos usem uma braçadeira identificativa e que os criminosos sejam punidos com trabalhos forçados ou postos em chuveiros de gás.

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Existem autarquias e freguesias de esquerda com comportamentos semelhantes. Não é um problema ideológico mas sim cultural por parte da sociedade maioritária.

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Existem autarquias e freguesias de esquerda com comportamentos semelhantes. Não é um problema ideológico mas sim cultural por parte da sociedade maioritária.

 

Acho que faz falta um Fidel em Portugal para tornar o país todo ele pobre e assim os ciganos já se sentiriam integrados. Só que coitados, não sei se adaptariam ter que ir buscar senhas de ração para comer. Mas certamente o comité central pensaria numa solução que beneficiaria todos (sistema de correção).

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