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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Citação de Mayday, há 16 horas:

Pagarei descansado. Este esforço salvou vidas, da saúde à segurança social. Não me assusto. 

Tenho até penha que não nos tenha custado mais, os sete mil milhões cativados tinham feito a diferença, principalmente na educação e nos apoios sociais, no cambate à desigualdade, no apoio à habitação, no reforço dos serviços de saúde mental no SNS.

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Ninguém sabe quem é esta deputada, nunca ninguém lhe terá ouvido a voz. É uma deputada eleita numa democracia representativa através de um circulo eleitoral que ninguém saberá dizer qual sem consultar a internet. Acha que os deputados são eleitos para ajudar as empresas e desbloquear processos e arranjar reuniões sem fazer perguntas.

Ou também como definir o PS num comentário.

Desta vez o negóco é tráfico de droga.

Quem é da Trofa ou arredores sabe muito bem quem ela é, se calhar melhor do que todos os outros presidentes de câmara que por lá passaram.

No livro "Os Predadores" tens um capítulo praticamente dedicado a ela.

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Citação de Mica, há 27 minutos:

Quem é da Trofa ou arredores sabe muito bem quem ela é, se calhar melhor do que todos os outros presidentes de câmara que por lá passaram.

No livro "Os Predadores" tens um capítulo praticamente dedicado a ela.

O actual também é uma bela peça.

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Citação de Jamarcus, há 1 hora:

Nenhuma descrição de foto disponível.

(censurado) (censurado) (censurado) (censurado) (censurado)

É tudo o que me apraz dizer sobre essa pessoa. Que nojo.

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Cada vez mais me convenço que a única solução para essa malta é mesmo dar-lhes a atenção que merecem: absolutamente nenhuma.

Enquanto não se fizer isso, Joanas Amarais Dias e demais atrasados mentais do género continuarão a fazer m*rda dessas para viralizarem, para serem falados, para ganharem notoriedade e irem parar a um qualquer painel de comentadores.

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Citação de Thierry Henry, há 6 minutos:

Cada vez mais me convenço que a única solução para essa malta é mesmo dar-lhes a atenção que merecem: absolutamente nenhuma.

Enquanto não se fizer isso, Joanas Amarais Dias e demais atrasados mentais do género continuarão a fazer m*rda dessas para viralizarem, para serem falados, para ganharem notoriedade e irem parar a um qualquer painel de comentadores.

Se calhar já estavas a fazer referência a esta notícia no teu post, mas nem de propósito:

Joana Amaral Dias passa a ser comentadora assídua da TVI 24

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Citação de Peplin, há 56 minutos:

mete em vista de leitura

Spoiler

Voltar a ser “radical”, largar a obsessão por “lugares” e os “objetivos pequeno-burgueses”: o que exigem os críticos internos do BE

Mariana Lima Cunha
4-5 minutos

Mesmo a decisão de votar contra o último OE não satisfez estes críticos: a decisão, defendem, foi “arrastada até ao limite” e sem preparar a opinião pública e o próprio partido, disseminando a surpresa e até alguma incompreensão entre alguns militantes que, na véspera, continuavam a defender com vigor a sua viabilização por abstenção”.

O grupo pega, aliás, nas estratégias definidas pela própria direção – que na convenção anterior assumia a vontade de se tornar “força do Governo” – para garantir que a estratégia falhou e que o BE se resume agora a um “parceiro menor” do PS.

A nível interno, mais críticas: é preciso “valorizar as estruturas de base”, envolver o partido todo nas decisões, acabar com uma suposta “lógica de exclusão, de asfixia da democracia interna” e de “monolitismo castrador e reacionário”. “A disputa pela hegemonia e controlo do aparelho perverte e empobrece a vida democrática da organização, condiciona as escolhas nas listas para os cargos eletivos, internos ou externos, e abafa a pluralidade, as vozes críticas e a diferença de opiniões. A democracia interna (…) deve ser urgentemente restabelecida”, sentenciam os subscritores.

Os reparos a uma direção “surda” e “jacobina”

A plataforma “Novo Curso” resulta, na prática, de uma divisão da “Convergência”. Por isso, o argumentário que apresenta na sua moção, subscrita por 59 pessoas, é parecido: o PS devia ter sido “desafiado” para uma renovação de votos para os dois últimos anos de geringonça. Além disso, o BE teria ganhado em apostar numa “proposta de convergência à esquerda” para uma segunda volta nas presidenciais (“poderia não ter dado em nada, mas nem se tentou”).

O que falta à direção? “Capacidade de escuta ativa – é surda em relação àquilo que as bases murmuram ou gritam”; deixar de se “isolar numa postura jacobina” e de criar “um monstro de redes clientelares internas que se autoalimenta”, com “amigos e familiares a pulular nos cargos remunerados”. E lançar novo desafio ao PS: “Ou aceita um acordo (escrito e assinado) com uma clarificação das linhas vermelhas e com uma aposta decisiva no desenvolvimento; ou haverá crise política”.

Voltar a ser radical e anti-sistema

Na última convenção, ficaram conhecidos como a ala mais radical do Bloco, depois de terem apresentado um rol de críticas à direção e de terem assumido que no partido lhes chamam “os radicais românticos”. Agora, a antiga moção R volta batizada de moção Q e carrega nos recados dirigidos às cúpulas do Bloco: só com “radicalidade”, por oposição a uma “estratégia de massas”, o BE moderá ser mobilizador e transformador. E isso não pode passar por “apoiar Governos do sistema”: “O BE não é o garante da estabilidade do poder instalado. Tem de ser a alternativa a ele”. E, para isso, deve “recuperar a sua imagem e prática anti-sistema” – até porque, sem ela, se abre espaço para as “forças demagogas da extrema-direita”.

Entre propostas como sair da NATO, referendar o tratado orçamental, acabar com as PPP, as propinas e as taxas moderadoras na saúde, os subscritores insistem: o BE chegou à política portuguesa para mudar a política – e a forma como se faz política – e, vinte e dois anos depois da fundação, resume-se apenas a um “partido tradicional”.

Com uma direção supostamente “fechada em si mesma” e focada em “perpetuar-se”, também há propostas concretas para a organização interna do partido, da limitação de mandatos na direção à realização de referendos internos sobre “decisões fundamentais”, passando ainda por criar um portal de transparência com informação sobre as contas e as declarações de rendimentos de pessoas eleitas e dirigentes e criar um salário único para os funcionários.

Editado por Puto Perdiz

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Coloquei em vista de leitura, mas achei o artigo tão curto que pensei estar a faltar uma parte. 😂

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Deu para descobrir nesse artigo que a Mariana Lima Cunha bazou do Expresso para o Observador.

#Transferências

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Citação de Peplin, há 34 minutos:

Coloquei em vista de leitura, mas achei o artigo tão curto que pensei estar a faltar uma parte. 😂

e falta:

Spoiler

Recuperar a “radicalidade” e a “prática anti-sistema”. Garantir a “alternativa ao poder instalado”. Largar a “obsessão por cargos, lugares e empregos”, que se resumem a “objetivos egoístas e pequeno-burgueses”. E obrigar a direção a deixar de ser “surda” às vontades das bases, acabando com o clima de “asfixia” e “monolitismo castrador”. A lista de críticas é muito mais extensa, mas esta será uma primeira amostra do caderno de encargos que os grupos críticos (e minoritários) da direção do Bloco de Esquerda vão levar à convenção do partido, marcada para 22 e 23 de maio

 

São cinco moções (a contar com a que já foi apresentada pela direção), algumas diferenças de substância mas sobretudo muitos recados sobre dois pontos. Primeiro: a relação com o PS, em que os grupos mais críticos apontam uma subserviência do Bloco – mesmo quanto ao voto contra no último Orçamento do Estado, que valeu ao BE acusações de “deserção” por parte dos socialistas, há críticas à forma como a decisão foi transmitida e explicada às bases, tornando-a mais difícil de compreender e digerir. Segundo: a democracia interna do partido, que os críticos garantem escassear, apontando o dedo a uma direção que não ouve as vontades das bases, concentra o poder e divide lugares e empregos pelas principais tendências do partido. E das moções ainda sobra uma série de recados… para as moções vizinhas. Se na última convenção apenas três grupos (incluindo a direção) se tinham organizado para apresentar documentos estratégicos na reunião magna do partido, desta vez, e depois de uma decisão difícil no último Orçamento e um resultado muito fraco nas eleições presidenciais de janeiro, encontram-se mais divisões no partido. Os grupos que se apresentam agora a votos na convenção têm dimensões reduzidas, mas o conjunto de críticos mais significativo – uma ala que se apresenta como “Convergência” – apresenta uma moção, coisa que não fez na última convenção, pelo que se poderá perceber melhor quanto vale em termos de votos.

 

Os ex-deputados que não esperam “nada do PS”

O grupo da “Convergência”, que em encontros pelo país chegou a reunir algumas centenas de pessoas, é conhecido por integrar os ex-deputados Pedro Soares e Carlos Matias e defende, desde a segunda metade da legislatura passada – correspondente à era da geringonça – que o Bloco de Esquerda deveria ter sido muito mais exigente com o PS.

 

Por isso, os subscritores dedicam boa parte da sua atenção a explicar que apesar da geringonça o Governo acabou por manter “uma política de bloco central”. “O PS tinha de ser confrontado com um novo caderno de encargos, em vez do minimalista acordo inicial”; em vez disso, o Bloco “secundarizou o seu próprio programa eleitoral”, cedendo à “chantagem da demissão do Governo” e perdendo uma oportunidade para ganhar “radicalidade e demarcação”.

 

“O Bloco arrastou até ao limite a decisão de votar contra o Orçamento do Estado, mantendo a ambiguidade de não se afirmar como oposição com agenda autónoma. Foi inteiramente justo não aprovar o OE, porém a organização e a opinião pública não foram preparadas”

 

Moção da ala Convergência, liderada pelo ex-deputado Pedro Soares

 

A crítica às agendas internas

Na convenção passada, um grupo da concelhia de Paredes, liderado por Américo Campos, conseguiu eleger dez membros para a Mesa Nacional e dois para a Comissão Política. Agora voltam com a moção C, em que até se dizem de acordo com a linha política seguida pela direção mas criticam, sobretudo, as agendas internas das várias tendências do partido. A começar por uma crítica à “Convergência”, descrita como uma “dissidência estalinista da UDP“ sem um “projeto político coerente” e com falta de “coragem política”, por não ter apresentado uma moção na convenção passada para se afirmar como alternativa. “Fizeram tudo ao contrário (…) Estão a fazer oposição ao Bloco”, sentenciam os subscritores.

 

Além disso, a moção defende que as tendências principais – representadas pela coordenadora, Catarina Martins, e o líder parlamentar, Pedro Filipe Soares – estão “preocupadas na institucionalização do Bloco e consequente obsessão por cargos, lugares e empregos”. “Ou seja, a energia que deveria ser usada para desmontar o sistema e acumular forças é desperdiçada em objetivos egoístas e pequeno-burgueses”. Além disso, deteta-se um “espírito de capela”: “Os membros das tendências perdem autonomia de pensamento e de ação e ficam automaticamente subordinados aos ditames dos seus chefes. Os mais jovens bajulam os líderes, para poderem fazer carreira”.

 

Quanto à política propriamente dita, um desejo: que o BE não fique “acantonado”. “Por um lado, o PCP não quer nada connosco. Por outro, nós não queremos nada com o PS. Temos de modular a nossa tática e estratégia para evitar sermos vítimas de uma espécie de cerca sanitária, que nos isola dos partidos mais próximos de nós”. E  recusa à partida de coligações nas autárquicas pode ser sinal de “sectarismo”.

 

A versão da direção

Como já tinha sido "https://observador.pt/2021/02/12/bloco-dramatiza-com-deriva-centrista-do-ps-e-apela-ao-voto-util-a-esquerda/ noticiado, a moção da direção do Bloco, subscrita pelos representantes dos principais setores do partido (Catarina Martins, Pedro Filipe Soares e Marisa Matias), avisa o PS contra a “via centrista” e assegura estar disponível para conversar e formar maiorias de esquerda, sobretudo “contra a agenda do medo”, ou seja, tendo em vista um bloco de direita que poderá incluir o Chega.

 

No documento, o Bloco lança farpas a PCP e PAN por terem aberto o caminho ao Governo de António Costa e viabilizado o último OE, mas deixa o convite: o BE saiu votou contra o Orçamento, mas não fechou a porta a entendimentos no futuro.

 

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Pior que a Joana Amaral Dias... é a Helena Matos. Que gaja tão irritante.

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Citação de Tio Hans, há 2 minutos:

Vá, maltinha, preparadinhos para pagar a Groundforce?

Também vai ser nacionalizada?

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Citação de Seferogol, há 29 minutos:

Nacionalize-se tudo o que mexer no aeroporto de Lisboa, então. É disso que o país precisa.

Let it flow... 😁

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Eu despedia tudo. Malas sempre com marcas de pontapés e o crl. Desçam de divisão

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Citação de Puto Perdiz, há 10 minutos:

nacionalizar para privatizar daqui uns anos. Foi assim que fizeram com a banca.

A groundforce é outra empresa sem qualquer viabilidade.

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