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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de SAS_Robben, há 16 minutos:

Não vejo na Mortágua a capacidade de alargar a base de apoio.

 

Até acho que encurta nesse aspeto. Ou seja: parece-me que o eleitorado mais jovem, que já era um eleitorado característico do Bloco, se irá rever mais nela do que na Catarina mas vejo na Catarina, pelo menos ao dia de hoje, uma maior capacidade de falar para um eleitorado mais velho, pensionistas e assim. Vamos ver como corre. 

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Citação de Ghelthon, há 5 horas:

Toda a gente sabe que a maioria dos imigrantes tiram a licenciatura em Economia e Gestão pela École Normale Supérieure de Cachan e na Paris-Sorbonne, o mestrado em Gestão pela Université Paris Dauphine e o doutoramento em Estratégia Empresarial pela École Polytechnique sendo que posteriormente acumulam cargos de administração no grupo Mello e nos CTT, empresa que por acaso o marido tinha privatizado anteriormente.

Toda a gente também sabe que a maioria dos emigrantes estudou em Paris e Harvard, trabalhou para a Goldman Sachs em Londres e foi comissário europeu em Bruxelas. 

Percebe-se portanto o argumento de Carlos Moedas sobre não receber lições de moral de ninguém.

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todas as noticias do moedas parecem as do bruno de carvalho, qnd aparecia todos os dias na tv

primeiro, n quero saber do q o moedas diz. segundo o homem só diz porcaria. terceiro, a atenção parece toda forçada lol. o homem podia mandar um peido q ia haver noticias e a ter malta a discutir sobre isso

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Citação de HappyKing, há 37 minutos:

Até acho que encurta nesse aspeto. Ou seja: parece-me que o eleitorado mais jovem, que já era um eleitorado característico do Bloco, se irá rever mais nela do que na Catarina mas vejo na Catarina, pelo menos ao dia de hoje, uma maior capacidade de falar para um eleitorado mais velho, pensionistas e assim. Vamos ver como corre. 

Concordo. O seu ar elitista e a sua postura arrogante não são muito bem aceites por classes mais velhas.

Como é que funcionam as eleições no Bloco? É como o PC em que há um Comité Central que ele o coordenador? Ou é por voto nominal de todos os militantes?

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Citação de Gilberto Carlos, Agora:

Como é que funcionam as eleições no Bloco? É como o PC em que há um Comité Central que ele o coordenador? Ou é por voto nominal de todos os militantes?


https://www.publico.pt/2023/02/14/politica/noticia/mariana-mortagua-avancar-lideranca-bloco-2038859

Como se escolhe o líder do BE?

A eleição da nova liderança será feita na convenção nacional marcada para 27 e 28 de Maio através da votação das moções de estratégia, textos políticos que definem o rumo do partido para os próximos anos. O novo líder será o primeiro subscritor da moção mais votada no conclave, sendo, portanto, uma eleição indirecta, mas ao mesmo tempo bastante directa e assumida, pois toda a gente sabe que está a escolher uma moção e um líder e fá-lo de braço no ar, sem qualquer secretismo, como acontece na maioria dos outros partidos.

 

Na mesma notícia é referido por Carlos Matias, um dos rostos do movimento Convergência, que vai existir uma lista alternativa.

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Daniel Oliveira disse tudo na sua intervenção no Sem Moderação, o BE chegou a um tal ponto de inexistência de quadros que é a Mariana Mortágua à frente do partido ou é ninguém.

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Catarina não tem culpa

Catarina Martins uniu o partido, saiu da sombra de Louçã e conseguiu o melhor resultado do partido em legislativas. Foi uma peça fundamental para a construção da geringonça. Mas a mensagem já não passava porque o lastro era demasiado pesado e um rosto tão associado à geringonça tinha perdido valor de “mercado”. A escolha de Mariana Mortágua é a de uma liderança mais tribunícia e polarizadora. Sobrava quem?

Tenho de confessar que, quando Catarina Martins foi escolhida para uma liderança bicéfala com João Semedo não achei que tivesse experiência política para o cargo. Militaria no partido há pouco mais de dois anos e o seu currículo partidário resumia-se a quatro anos como deputada. Vi o seu nome como um mero expediente para bloquear o caminho a outras possíveis lideranças femininas, como Ana Drago, sabendo-se que tudo se encaminhava para ter uma mulher à frente do partido e que Semedo era, até por vontade própria, uma solução de transição. O tempo encarregou-se de me desmentir. Até terá desmentido, quem sabe, alguns dos que a quiseram naquele lugar.

Catarina Martins conseguiu, depois de uma convenção dramática em que houve um empate com a lista liderada por Pedro Filipe Soares, unir um partido feito de fações e tradições. Porque não vinha de nenhuma delas. Conseguiu, e isso talvez fosse o mais difícil, sair da sombra carismática de Francisco Louçã, ele próprio destacado de uma liderança coletiva em que partilhava o palco com Miguel Portas, Luís Fazenda e Fernando Rosas. Construiu a sua autonomia e nunca foi marioneta de outros.

Conseguiu, em 2015, o melhor resultado de sempre do partido em legislativas, numa campanha em que entrou na expectativa de mínimos históricos. E foi uma peça fundamental para a construção da “geringonça”, que Costa só desprezou porque o PS partilhava muitos eleitores com o BE. Foi a primeira a verbalizar de forma clara – mesmo que não tivesse sido a primeira a desejá-lo – a possibilidade de um governo de esquerda, quando, num debate com o líder do PS, apresentou as suas condições políticas para um entendimento. Ao contrário de Jerónimo de Sousa, a relação política de Catarina Martins com António Costa sempre foi tensa, até porque o BE sempre fez questão de publicitar bem alto as suas vitórias, resistindo melhor do que o PCP ao abraço do urso que se sentiu logo nas eleições de 2019.

Já escrevi longamente e repetidamente sobre a leitura que faço em relação ao fim da “geringonça”. Que ela morreu, na prática, pelo menos na crise dos professores de que hoje se paga o preço, adiando injustiças (nisso, como na questão dos meios para a saúde, o tempo deu razão ao BE e ao PCP). Que, depois das eleições de 2019, o PCP cometeu o erro crasso de permitir que Costa alimentasse a ilusão da continuidade dos entendimentos à esquerda sem compromissos prévios e que o BE, que começou por ter uma primeira intuição correta, foi inconsequente e não deixou claro que sem acordos escritos estava na oposição e tinha deixado de ser um parceiro, por escolha do próprio PS.

Ou seja, o voto contra no Orçamento seria o normal de quem está na oposição a um governo minoritário que se recusava a firmar acordos. O Governo não podia cair, era o momento certo para clarificar tudo. Costa foi tão hábil a construir a ilusão de continuidade que ainda hoje, quando é tão evidente o que maioria absoluta é a antigeringonça, é difícil contrariar a narrativa de que foi uma vítima de uma cilada que, na realidade, ele próprio montou.

Catarina Martins estava desgastada. Desgastada porque a viragem para a maioria absoluta, com o mesmo primeiro-ministro, criou uma sensação de continuidade que faz cair sobre os antigos aliados de Costa a suspeita de cumplicidade com escolhas atuais. Até em temas que levaram a fraturas definitivas. Desgastada porque a queda do governo anterior a fez perder mais de metade dos votos. Quem acha que fez mal, deve tentar imaginar o que seria o BE e o PCP presos a este governo, na forma como lida com esta crise. Seria melhor estar a pôr um ponto final na “geringonça” agora? E se não o fizessem, o que sobreviveria dos dois partidos amarrados a estas políticas perante uma crise inflacionista?

Desgastada porque, tradicionalmente, a esquerda que apoia solução de centro-esquerda é mais engolida do que a direita. As suas divergências são mais estruturais. Para a direita, se a normalidade das relações de poder económico for mantida as violações de direitos humanos que a extrema-direita defende são assimiláveis. A esquerda crítica do capitalismo levanta questões mais estruturais para o poder e a sua cedência é sempre mais profunda. Mesmo que o seu programa hoje se resuma à agenda social-democrata tradicional do norte da Europa.

A mensagem de Catarina Martins já não passava. Não porque dissesse alguma coisa de errado, tendo em conta o seu programa e as pessoas para quem fala. Mas porque o lastro era demasiado pesado e porque um rosto tão associado à “geringonça” tinha perdido valor de “mercado”.

Quem acompanha o Bloco de Esquerda sabia que tudo indicava que Catarina Martins não seria líder do partido nas próximas eleições legislativas. A questão era se a transição se fazia já ou se se guardaria a novidade – que todos também sabiam ser Mariana Mortágua – para uma segunda convenção mais próxima das eleições. Acontece que as coisas não estão com bom aspeto e não é nada certo que não haja eleições nos próximos dois anos. A questão foi apenas de timing.

Há uns anos, quando o Bloco até valia bem menos do que hoje, não lhe faltavam nomes para liderar o partido. Conhecidos e menos conhecidos. A sua política de quadros, tributária de correntes sem qualquer significado fora do BE, herdadas da sua fundação, que se autolimitou no seu crescimento orgânico para não perturbar os equilíbrios com mais de vinte anos, foi afunilando o partido. Hoje, com muitos mais votos, o Bloco tem menos quadros. E dedicou-se a matar vários no caminho, de que a absurda candidatura de Marisa Matias às presidenciais, num cenário que só poderia correr mal, foi o último episódio.

A escolha de Mariana Mortágua é a escolha de uma liderança ainda mais tribunícia. Seguramente combativa, provavelmente polarizadora num momento em que isso pode ser bom para a esquerda. O Bloco até tem recuperado ligeiramente nas sondagens, sendo o único partido a quem isso acontece, à esquerda. Mas é um crescimento tão ligeiro que quase não tem relevância. O objetivo teria de ser recuperar todos os votos que perdeu para a maioria absoluta do PS e até alguns que o PCP está a perder por causa da guerra da Ucrânia.

Não sei se lideranças tribunícias são o melhor caminho. E este “não sei” não é retórico. Não sei mesmo. Ainda sou dos que acreditam que lideranças populares e empáticas tendem a ter resultados mais consistentes. Mas se me enganei em relação a Catarina Martins, nada me diz que não estou enganado em relação a Mariana Mortágua. E a questão é até mais simples: sobrava quem, no Bloco?

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Citação de Ghelthon, há 55 minutos:

😁

Ai 150 mil ahahaha

Este fim de semana vi uma casa aqui a 20 metros da dos meus pais (numa zona rural, sem transportes públicos, em Santa Maria da Feira freguesia), com 20 anos (esteve 15 sem ser concluída, só ao abandono, sem portas, nem janelas, nem muros), que não tem isolamento, nem painéis solares, com terreno minúsculo, 4 quartos (que do que me lembro, devem ser bastante pequenos), e pedem 335 mil.

150 mil é capaz de comprar um T1 ou T2 minúsculo com 30 ou 40 anos numa freguesia periférica aqui na Feira

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Citação de Lebohang, há 1 hora:

Catarina não tem culpa

Catarina Martins uniu o partido, saiu da sombra de Louçã e conseguiu o melhor resultado do partido em legislativas. Foi uma peça fundamental para a construção da geringonça. Mas a mensagem já não passava porque o lastro era demasiado pesado e um rosto tão associado à geringonça tinha perdido valor de “mercado”. A escolha de Mariana Mortágua é a de uma liderança mais tribunícia e polarizadora. Sobrava quem?

Tenho de confessar que, quando Catarina Martins foi escolhida para uma liderança bicéfala com João Semedo não achei que tivesse experiência política para o cargo. Militaria no partido há pouco mais de dois anos e o seu currículo partidário resumia-se a quatro anos como deputada. Vi o seu nome como um mero expediente para bloquear o caminho a outras possíveis lideranças femininas, como Ana Drago, sabendo-se que tudo se encaminhava para ter uma mulher à frente do partido e que Semedo era, até por vontade própria, uma solução de transição. O tempo encarregou-se de me desmentir. Até terá desmentido, quem sabe, alguns dos que a quiseram naquele lugar.

Catarina Martins conseguiu, depois de uma convenção dramática em que houve um empate com a lista liderada por Pedro Filipe Soares, unir um partido feito de fações e tradições. Porque não vinha de nenhuma delas. Conseguiu, e isso talvez fosse o mais difícil, sair da sombra carismática de Francisco Louçã, ele próprio destacado de uma liderança coletiva em que partilhava o palco com Miguel Portas, Luís Fazenda e Fernando Rosas. Construiu a sua autonomia e nunca foi marioneta de outros.

Conseguiu, em 2015, o melhor resultado de sempre do partido em legislativas, numa campanha em que entrou na expectativa de mínimos históricos. E foi uma peça fundamental para a construção da “geringonça”, que Costa só desprezou porque o PS partilhava muitos eleitores com o BE. Foi a primeira a verbalizar de forma clara – mesmo que não tivesse sido a primeira a desejá-lo – a possibilidade de um governo de esquerda, quando, num debate com o líder do PS, apresentou as suas condições políticas para um entendimento. Ao contrário de Jerónimo de Sousa, a relação política de Catarina Martins com António Costa sempre foi tensa, até porque o BE sempre fez questão de publicitar bem alto as suas vitórias, resistindo melhor do que o PCP ao abraço do urso que se sentiu logo nas eleições de 2019.

Já escrevi longamente e repetidamente sobre a leitura que faço em relação ao fim da “geringonça”. Que ela morreu, na prática, pelo menos na crise dos professores de que hoje se paga o preço, adiando injustiças (nisso, como na questão dos meios para a saúde, o tempo deu razão ao BE e ao PCP). Que, depois das eleições de 2019, o PCP cometeu o erro crasso de permitir que Costa alimentasse a ilusão da continuidade dos entendimentos à esquerda sem compromissos prévios e que o BE, que começou por ter uma primeira intuição correta, foi inconsequente e não deixou claro que sem acordos escritos estava na oposição e tinha deixado de ser um parceiro, por escolha do próprio PS.

Ou seja, o voto contra no Orçamento seria o normal de quem está na oposição a um governo minoritário que se recusava a firmar acordos. O Governo não podia cair, era o momento certo para clarificar tudo. Costa foi tão hábil a construir a ilusão de continuidade que ainda hoje, quando é tão evidente o que maioria absoluta é a antigeringonça, é difícil contrariar a narrativa de que foi uma vítima de uma cilada que, na realidade, ele próprio montou.

Catarina Martins estava desgastada. Desgastada porque a viragem para a maioria absoluta, com o mesmo primeiro-ministro, criou uma sensação de continuidade que faz cair sobre os antigos aliados de Costa a suspeita de cumplicidade com escolhas atuais. Até em temas que levaram a fraturas definitivas. Desgastada porque a queda do governo anterior a fez perder mais de metade dos votos. Quem acha que fez mal, deve tentar imaginar o que seria o BE e o PCP presos a este governo, na forma como lida com esta crise. Seria melhor estar a pôr um ponto final na “geringonça” agora? E se não o fizessem, o que sobreviveria dos dois partidos amarrados a estas políticas perante uma crise inflacionista?

Desgastada porque, tradicionalmente, a esquerda que apoia solução de centro-esquerda é mais engolida do que a direita. As suas divergências são mais estruturais. Para a direita, se a normalidade das relações de poder económico for mantida as violações de direitos humanos que a extrema-direita defende são assimiláveis. A esquerda crítica do capitalismo levanta questões mais estruturais para o poder e a sua cedência é sempre mais profunda. Mesmo que o seu programa hoje se resuma à agenda social-democrata tradicional do norte da Europa.

A mensagem de Catarina Martins já não passava. Não porque dissesse alguma coisa de errado, tendo em conta o seu programa e as pessoas para quem fala. Mas porque o lastro era demasiado pesado e porque um rosto tão associado à “geringonça” tinha perdido valor de “mercado”.

Quem acompanha o Bloco de Esquerda sabia que tudo indicava que Catarina Martins não seria líder do partido nas próximas eleições legislativas. A questão era se a transição se fazia já ou se se guardaria a novidade – que todos também sabiam ser Mariana Mortágua – para uma segunda convenção mais próxima das eleições. Acontece que as coisas não estão com bom aspeto e não é nada certo que não haja eleições nos próximos dois anos. A questão foi apenas de timing.

Há uns anos, quando o Bloco até valia bem menos do que hoje, não lhe faltavam nomes para liderar o partido. Conhecidos e menos conhecidos. A sua política de quadros, tributária de correntes sem qualquer significado fora do BE, herdadas da sua fundação, que se autolimitou no seu crescimento orgânico para não perturbar os equilíbrios com mais de vinte anos, foi afunilando o partido. Hoje, com muitos mais votos, o Bloco tem menos quadros. E dedicou-se a matar vários no caminho, de que a absurda candidatura de Marisa Matias às presidenciais, num cenário que só poderia correr mal, foi o último episódio.

A escolha de Mariana Mortágua é a escolha de uma liderança ainda mais tribunícia. Seguramente combativa, provavelmente polarizadora num momento em que isso pode ser bom para a esquerda. O Bloco até tem recuperado ligeiramente nas sondagens, sendo o único partido a quem isso acontece, à esquerda. Mas é um crescimento tão ligeiro que quase não tem relevância. O objetivo teria de ser recuperar todos os votos que perdeu para a maioria absoluta do PS e até alguns que o PCP está a perder por causa da guerra da Ucrânia.

Não sei se lideranças tribunícias são o melhor caminho. E este “não sei” não é retórico. Não sei mesmo. Ainda sou dos que acreditam que lideranças populares e empáticas tendem a ter resultados mais consistentes. Mas se me enganei em relação a Catarina Martins, nada me diz que não estou enganado em relação a Mariana Mortágua. E a questão é até mais simples: sobrava quem, no Bloco?

O Livre também tem crescido nas sondagens se bem que anemicamente na casa dos 2/3%, ainda assim melhor do que o ano passado em que teve 1% e meio mais coisa menos coisa. E o Bloco não vale neste momento muito mais votos que outrora. Estamos a falar de um partido que teve 4% nas últimas eleições. 

Editado por Ticampos

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Citação de Ghelthon, há 5 horas:

😁

O melhor disto ainda foram as explicações que ela deu no twitter, que se resumem a: em vez de procurar nos sites, vão aos cafés; comprem uma casa em ruinas e espetem mais 25 a 50k lá

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Citação de El Colosso, há 1 hora:

comprem uma casa em ruinas e espetem mais 25 a 50k lá

O que paguei há 4 anos por um T4 em Almada não dava nem para um T2 em ruínas em Lisboa...

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Citação de Cannonball, há 2 horas:

O que paguei há 4 anos por um T4 em Almada não dava nem para um T2 em ruínas em Lisboa...

Almada está equiparável a preços semelhantes com o quê na linha de sintra? Amadora?

Citação de El Colosso, há 4 horas:

O melhor disto ainda foram as explicações que ela deu no twitter, que se resumem a: em vez de procurar nos sites, vão aos cafés; comprem uma casa em ruinas e espetem mais 25 a 50k lá

Tenho esse dinheiro na mão literalmente. Alguém me arranja o contacto dela para trocar a casa da Amadora por uma excelente em Lisboa de 150.000 euros. Ainda me sobra dinheiro para tirar umas férias de cruzeiro à volta do mundo.

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No Bloco a Beatriz Gomes Dias podia ser um bom corte com o passado recente, ainda assim mantendo alguém já com alguma experiência. Mas para ser deputada então a Mariana Mortágua ou o Pedro Filipe Soares tinham de saltar da AR, o que não estou a ver a acontecer.

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Citação de antifa, há 6 minutos:

No Bloco a Beatriz Gomes Dias podia ser um bom corte com o passado recente, ainda assim mantendo alguém já com alguma experiência. Mas para ser deputada então a Mariana Mortágua ou o Pedro Filipe Soares tinham de saltar da AR, o que não estou a ver a acontecer.

O Chega entrava em meltdown completo. Já estou a ver o amante de cavalos a espumar-se.

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Citação de Tio Hans, há 4 minutos:

O Chega entrava em meltdown completo. Já estou a ver o amante de cavalos a espumar-se.

Vou confessar a minha esperança no PS apresentar a Van Dunem como próxima candidata a PR.

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Citação de antifa, há 54 minutos:

No Bloco a Beatriz Gomes Dias podia ser um bom corte com o passado recente, ainda assim mantendo alguém já com alguma experiência. Mas para ser deputada então a Mariana Mortágua ou o Pedro Filipe Soares tinham de saltar da AR, o que não estou a ver a acontecer.

Ao que parece a Catarina Martins poderá sair da AR.

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Citação de depina, há 4 minutos:

Ao que parece a Catarina Martins poderá sair da AR.

Ela é eleita pelo Porto, os próximos da lista são fraquitos.

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Citação de depina, há 4 minutos:

Ao que parece a Catarina Martins poderá sair da AR.

Se assim for, acredito que seja substituída pela Isabel Pires que era a terceira da lista no Porto depois da Catarina e do Soeiro. Até acho que ela esteve por estes dias na AR em substituição de alguém.

Isabel Pires que de resto já tinha estado no parlamento em três mandatos anteriores.

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