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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de noikeee, há 2 horas:

Não deixa de ser engraçado de ver a Escandinávia e Alemanha a terem uma grande desigualdade e isso não parece impedir a prosperidade económica

Isto é baseado em quê?

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A Russia tem flat tax e os ricos estão a gerar muita riqueza se olharmos para o mapa. 

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Citação de Descartes, há 6 horas:

Eu só consigo ler esse mapa de uma forma: nós nem nos ricos somos competitivos em termos europeus. Os nossos ricos à escala europeia são meros remediados.

Não temos nenhuma empresa líder de setor. 

E a verdade é que geograficamente não somos apetecíveis a não ser que fosse como porto intermediário para rotas de navio, mas nem isso faz sentido. 

Não há matérias primas que não haja noutro lado. A única maneira é baixar o preço da mão de obra pra criar produtos primários e isso também já passou e ainda bem porque não faz avançar o país. 

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mw-640

Spoiler

Luís Aguiar-Conraria

Começa o jogo com um empate a 5.

1 – Inês fugiu à pergunta inicial de se estaria disponível para um acordo de governo. (0 pontos.) Idem para Pedro Nuno Santos que não foi claro sobre o que faria depois das eleições. (0 pontos.)

2 – PNS atacou o PAN pelo acordo na Madeira. (Pouco interessante, zero pontos.) ISR apenas conseguiu argumentar com a tourada (alguém acredita que a Madeira não tem outros problemas ambientais? Zero pontos).

3 – ISR defende que o aeroporto de Lisboa seja em Beja? (Menos 1 ponto). PNS esteve muito bem na questão do aeroporto. (Mais 1 ponto.)

4 – Na discussão do lítio, PNS mostrou pragmatismo, procurando um equilíbrio entre economia e ambiente, que convencerá pessoas como eu (mais um ponto) e ISR esteve bem a falar das questões ambientais que lhe poderá granjear votos noutros eleitorados (mais 1 ponto).

5 - ISR a falou bastante melhor do que PNS sobre o IRC e sobre os impostos em geral. Mais um ponto para ISR e zero para PNS.

6 -- Sobre a Saúde, não retive nenhuma ideia exceto a possibilidade da dedicação exclusiva dos médicos, que ambos defenderam.

7 — No fim, PNS muito convincente a apelar ao voto útil, mas esbarra com a realidade. Fez parte de um governo de maioria absoluta que caiu ao fim de 2 anos. Por mais convincente que seja não convence ninguém. (zero pontos)

Conclusão: Pedro Nuno Santos 7 -- Inês deSousa Real 6

Sebastião Bugalho

PNS - 8
Inês Sousa Real - 7

Revigorado e mais confiante, Pedro Nuno Santos começou o debate contra Inês Sousa Real disparando contra o líder do PSD, e resultou.

Quando a porta-voz do PAN atirou o fim da tauromaquia apoiada pelo Estado como exigência, o secretário-geral do PS escapou à questão com habilidade e ninguém lha relembrou.

Na pasta que tutelou, as Infraestruturas, Pedro Nuno roubou o debate à oponente e mostrou espírito fazedor, tanto na ferrovia como no projeto para um novo aeroporto. Entusiasmou-se de tal modo que terminaria uma intervenção dizendo que "temos um país em obra por causa de um governo do PS e por causa de mim", como se o próprio e o seu partido fossem entidades separadas.

Foi, apesar disso, um bom tempo de antena em TV generalista para o candidato a primeiro-ministro e uma aparição eficaz de Sousa Real na campanha para salvar o seu assento parlamentar.

O apelo que a deputada-única fez pela transparência nas grandes obras públicas conseguiu a concordância de Pedro Nuno Santos e merece nota positiva por isso.

Na carga fiscal, Sousa Real explicou-se e defendeu-se com mérito e Pedro Nuno manteve, mais uma vez, o alvo na AD de Montenegro.

Sobre Saúde, o socialista dramatizou num apelo ao voto útil que, para o seu eleitorado, não será indiferente. Mas fica um aviso para o regressado Pedro Nuno: contra um adversário, e não contra um eventual aliado, será mais difícil brilhar assim.

Um debate com cortesia, propostas e ritmo. Ao fim de tantos sem conteúdo ou interesse, foi uma boa surpresa.

David Dinis

Pedro Nuno Santos – 7
Inês de Sousa Real – 5

Pedro Nuno Santos entrou ao ataque, sem perder tempo. Fez bem, porque os debates são curtos: acusou Montenegro de mentir quando diz que o PS fez um corte de mil milhões nas pensões (fez, mas repôs) e aproveitou para encostar logo o PAN a uma hesitação entre esquerda e direita (servindo de argumento para captar votos entre os votantes do PAN).

Daí em diante, o socialista mal deixou Inês de Sousa Real respirar: perguntou-lhe que mais estudos seriam precisos para avançar no aeroporto, perguntou-lhe se achava que com a direita a agenda ambiental iria avançar, encostou-a a Montenegro no IRC e acabou a dizer-lhe que os votos do PAN só valem se o PS ganhar.

Dito assim, parece arrasador – e talvez não tenha sido assim tanto. Sousa Real, desta vez, foi mais focada na agenda animal (que devia ser o seu alfa e ómega na campanha), argumentou de forma consistente por uma redução ligeira do IRC e pareceu certa na necessidade de pedir uma reavaliação ambiental do Data Center de Sines, que está sob investigação. Não foi o seu melhor debate, mas não foi negativo.

Liliana Valente

Pedro Nuno Santos – 7
Inês Sousa Real – 5

Em primeiro lugar, queria explicar que a minha avaliação não é feita um em relação ao outro, como se se tratasse de um jogo de futebol, mas sim a avaliação de cada um de acordo com aquilo que são os seus objetivos.

Tendo este ponto assente, Pedro Nuno Santos tinha como estratégia para este debate aproveitá-lo para chamar um ausente, Luís Montenegro, e fê-lo logo a abrir acusando o líder do PSD de ter de se “reconciliar com a verdade” por ter dito que o responsável pelo corte de pensões foi o PS. E depois, de um modo que terá surpreendido Inês Sousa Real, virou-se para a ambiguidade do PAN, que ora faz acordos com o PS ora com o PSD, numa tentativa de falar para um eleitorado de esquerda com preocupações ambientais. Estratégia de voto útil que tinha ensaiado no dia anterior com Rui Tavares, mas aqui mais eficaz.

Inês Sousa Real devolveu-lhe rosas ao dizer-lhe que já disse que a nível nacional é mais difícil entendimento com a AD porque esta não faz um exercício do Século XXI e ainda se alia a Gonçalo da Câmara Pereira. “E os outros”, aproveitou Pedro Nuno, falando da IL e até do Chega. Foi um momento dos momentos de acordo, mas houve vários desacordos sobre a transição verde - em que Pedro Nuno Santos aproveitou para passar a ideia de que o país precisa que haja decisões, sobre o aeroporto, ferrovia e projetos importantes - e na baixa de IRC.

Inês Sousa Real tem estado bastante bem nos debates em que tem participado e tentou não deixar fugir esse eleitorado que o PS lhe quer roubar, apontando aos problemas do Serviço Nacional de Saúde e da carga fiscal. Um bom debate, vivo, com ideias e com respeito. Deviam ser todos assim.

Pedro Candeias

Pedro Nuno Santos – 8
Inês Sousa-Real – 7

O que se discutiu neste frente a frente entre Pedro Nuno Santos e Inês Sousa-Real? Política, coligações, aeroporto, lóbi, ferrovia, impostos, SNS e assim. Foi, portanto, um bom debate, enérgico mas civilizado, com dois adversários que se respeitaram apesar das diferenças programáticas entre os dois partidos - que são maiores agora do que eram noutros tempos.

Ora então, Pedro Nuno Santos sugeriu que o PAN era um partido ambíguo, com um pé na esquerda e o outro na direita, e Inês Sousa-Real respondeu-lhe que as políticas que seguia eram “progressistas” e justificou o apoio ao PSD-Madeira por não haver touradas no Funchal.

Sobre infraestruturas, PSN quer objetivamente acelerar o tempo: o aeroporto é para construir em Alcochete e é para ontem, pois já chega de “invenções”, e a exploração do lítio deve arrancar porque Portugal têm-no em fartura e isso traz riqueza. Do outro lado, Sousa-Real alertou para as consequências ambientais que estas obras poderão acarretar ao país e pediu mais estudos e prudência.

Pedro Nuno, o fazedor/empreendedor; Sousa-Real, a conservadora da natureza.

E se no plano fiscal, o líder dos socialistas conseguiu colar a outra batente à direita, dizendo que a economia não se desenvolve com “choques fiscais” e que a “descida do IRC” proposta pelo PAN “não é um toque de mágica”, a verdade é que Sousa-Real foi bastante mais clara nas soluções apresentadas para o SNS: Pedro Nuno limitou-se a seguir o guião do Governo - os aumentos já decretados por Medina e por Pizarro - e não arriscou novas medidas; a líder do PAN pediu “um médico de família” por utente, uma articulação maior entre farmácias e hospitais, e a aposta na prevenção.

Quem ganhou? Pedro Nuno Santos, por uma nesga, pelo simples facto de se ter aproximado da imagem que os portugueses lhe (re)conhecem.

---/---

mw-640

Spoiler

Luís Aguiar-Conraria

Luís Montenegro - 5
Paulo Raimundo - 4

Luís Montenegro a capitalizar bem a triste decisão do PS relativa ao governo dos Açores. Nas pensões, Montenegro tentou recuperar algum do eleitorado mais velho. Honestamente, não consigo avaliar se será bem-sucedido ou não. Mas duvido. De resto, esteve bem no debate.

Paulo Raimundo tem um discurso totalmente deslocado da realidade e deve ir em primeiro no campeonato das promessas. Mas penso que não convence ninguém. Até temos um ditado para isso: quando a esmola é grande o pobre desconfia.

O debate foi civilizado o que se saúda. Mas este foi um debate que Montenegro menorizou, como é sabido, daí não lhe dar uma vitória mais folgada.

Teresa Violante

Luís Montenegro – 5
Paulo Raimundo – 4

O debate entre Paulo Raimundo e Luís Montenegro demonstrou que o PS é o verdadeiro catch-all party da política portuguesa: tratando-se de líderes situados em extremos políticos opostos, passaram grande parte do tempo ocupados a acusar-se mutuamente, em parte com razão, de terem estado ao lado do PS ou de partilharem com o PS importantes causas nos últimos anos. Seja o legado da geringonça, que ‘contamina’ a CDU, ou o espartilho das contas certas, que o PS ‘sonegou’ à direita, a linha que une socialistas à AD, e à CDU, foi, e decerto continuará a ser, fonte de acusações mútuas. Apesar de tudo, as diferenças ficaram bem vincadas em matéria de fiscalidade. Paulo Raimundo perdeu a oportunidade de demonstrar que a descida de impostos carece de alternativas viáveis e realistas, insistindo demasiadas vezes na questão dos benefícios fiscais, numa repetição cansativa e pouco eficaz. Luís Montenegro foi mais eficiente na transmissão da mensagem. Um debate que cumpriu o calendário e pouco mais.

Miguel Cadete

Luís Montenegro - 5
Paulo Raimundo - 5

Um debate entre coligações que não disputam o mesmo eleitorado tem destas coisas: é aborrecido e não adianta muito. Ainda para mais quando um é concorrente à vitória e outro almeja ser necessária para uma nova geringonça. Tanto assim foi que a coisa só aqueceu quando Paulo Raimundo e Luís Montenegro debateram através de interposta pessoa: o PS. Por isso se acusaram mutuamente de ter estado com o PS nesta ou naquela ocasião, no memorando da troika que foi cumprido pelo governo de Passos Coelho ou na geringonça. Não foi dos momentos mais felizes.

Mais importante terá sido o apoio anunciado do PCP, logo no início, a um governo do PS, sem aparentes reservas. Para quê, então o apelo ao voto útil ontem enunciado por Pedro Nuno Santos? (se descontarmos, em caso de vitória do PS, a vantagem que o método de Hondt pode oferecer à aglomeração de votos)

Esse foi também o momento em que Luís Montenegro criou um silêncio ensurdecedor ao ficar sem resposta à pergunta se apoiaria um governo minoritário do PS. Uma fragilidade óbvia, que procurou remediar quando começou já a gastar aquele que porventura é o seu trunfo eleitoral mais precioso: tudo se decidirá no dia em que for votado o programa do governo regional dos Açores, disse. Para ganhar as eleições a 10 de março será preciso fazer mais do que isso.

Quanto ao estilo; : estiveram bem um para o outro. Nenhum domina a dialéctica em forma de espectáculo que são estes debates em televisão. E então parece que estamos em 1987. E que são sérios.

Henrique Raposo

Luís Montenegro - 7
Paulo Raimundo - 3

O momento do debate: Montenegro a dizer que é preciso baixar impostos para todos, e Raimundo abana a cabeça. Montenegro a dizer que, no quadro europeu em que os ex países comunistas estão a ultrapassar Portugal porque seguem políticas liberais de competitividade, é preciso modernizar Portugal, e Raimundo abana a cabeça. Um debate entre 2024 e 1917.

Sebastião Bugalho

Luís Montenegro - 5
Paulo Raimundo - 4

Num debate à distância e que esteve para não acontecer, o que antes foi caricato seria então constrangedor. Paulo Raimundo ainda não se sente inteiramente à vontade em televisão e Luís Montenegro não estava fisicamente presente, via estúdios do Porto, com direito a cortes de comunicação.

Com os primeiros dez minutos perdidos para um regresso ao passado – a troika, Passos e tudo mais –, Raimundo atirou a nostalgia em forma de casca de banana e Montenegro lá escorregou, assumindo o legado de que tanto tem feito por se distinguir.

Nas pensões, Montenegro explicou melhor a sua proposta sobre o complemento solidário para idosos do que Raimundo defendeu a sustentabilidade do aumento que defende para as reformas.

No fim, o secretário-geral do PCP, cujo grande mérito é a cordialidade, acabou por perder o debate num deslize auto-imposto. Tendo começado por admitir que o PCP está disponível para repetir uma 'geringonça' com o PS ("Não será por falta do PC que haverá instabilidade"), terminou o confronto colando o PS ao PSD ("O Partido Socialista roubou grande parte das bandeiras ao PSD. Neste momento, nada vos distingue"), talvez não percebendo a profunda incompatibilidade entre as duas posições que manifestou em 25 minutos de televisão.

David Dinis

Montenegro — 6
Paulo Raimundo — 5

Montenegro aproveitou a oportunidade de encostar o Chega ao “teste do algodão dos Açores” — embora pudesse ter sido mais incisivo, tendo em conta que esse é o eleitorado que precisa mesmo de recuperar. Persistiu na tentativa de “convencer” os pensionistas a “confiar” na AD — dizendo uma a uma as propostas que leva às eleições. E pareceu menos eficaz quando tentou explicar como pretende que os salários médios cheguem aos 1750 euros por mês (quer pela linguagem muitas vezes economista, quer por uma estratégia centrada apenas na redução de impostos).

Paulo Raimundo demorou a entrar no debate: passou muito tempo a apontar o passado da troika e menos a falar das suas propostas — quando o seu mote neste debate não era tirar votos ao PSD, antes ganha-los à esquerda. Só aos 20 minutos começou a apontar o discurso contra o PS, colando-o às políticas do PSD. Ainda marcou uns pontos, mas foi tarde para ganhar, num debate morno — a que não ajudou a distância de Montenegro, que entrou a partir do Porto.

Pedro Candeias

Luís Montenegro - 6
Paulo Raimundo - 5

Embalado por dois dias de exposição mediática intensa, Luís Montenegro compareceu ao debate onde era suposto não aparecer até se decidir pelo contrário. Quer dizer, fê-lo à distância, um frente a frente mediado por ecrãs e com alguns problemas técnicos que provocaram alguma entropia na comunicação aqui e ali, nomeadamente quando se discutia os aumentos das pensões.

Houve o ataque de Paulo Raimundo a Montenegro, associando-o aos tempos da troika; e houve o contra-ataque de Montenegro a Raimundo, recordando o “memorando de entendimento” assinado pelo PS. Nada de novo, tal como não houve novidades no resto do debate: o Secretário-Geral do PCP a defender aumentos de 15% livres de constrangimentos para os trabalhadores do público e do privado, a defender a descida de impostos no consumo e no trabalho e a aumentar as taxas sobre o “grande capital”; o líder da AD a propor o desbloqueio fiscal para as empresas poderem crescer e assim desenvolver a economia.

Tudo bastante previsível e está tudo bem com isso: os eleitores não precisam de intuir nada, entendem cristalinamente de que lado estão Paulo Raimundo e Luís Montenegro. Foi, como se costuma dizer nestas ocasiões, esclarecedor, apesar da insegurança do representante do PCP, pouco hábil e expedito nestas contendas, fragilidades que o seu adversário não aproveitou, não quis aproveitar ou não conseguiu aproveitar por estar em Matosinhos e não em Lisboa.

Para o fim, dois post scriptum: Luís Montenegro não respondeu ao moderador o que faria se os socialistas de PNS fossem eleitos com apenas mais um deputado do que a AD; e Luís Montenegro afastou quaisquer “sonhos” de negociação com o Chega nos Açores.

 

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Citação de Ticampos, há 7 horas:

Teria cuidado com vitórias certas do PS. Esta viragem de promessas Chega na parte social e económica parece estar a mudar muito esse paradigma. Mesmo nos Açores a maioria das freguesias onde o Chega cresceu mais foram ganhas pelo PS em 2020 e não pelo PSD. E o PSD também cresce, tal como o Chega, em muitas delas (o que quer dizer que não foram a principal fonte de votos). Em áreas fortes do CDS como o município de Velas que o CDS ganhou em 2020, conseguem a proeza de perder bastante %.

Não houve mais 10k votantes nos Açores e a AD e o Chega tiverem mais 5k de votos cada um? O PS teve mais 900 e o BE menos 1k e tal, portanto deve ter havido alguma transferência entre BE e PS, PS e AD e abstencionistas para AD e Chega que deve ter sido a maior parte dos votos que ambos ganharam 

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Citação de HappyKing, há 5 horas:

Isto é baseado em quê?

Nos 1% mais ricos a terem uma fatia da riqueza existente maior que na maior parte da Europa, segundo o mapa.

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Citação de Ticampos, há 8 horas:

Teria cuidado com vitórias certas do PS. Esta viragem de promessas Chega na parte social e económica parece estar a mudar muito esse paradigma. Mesmo nos Açores a maioria das freguesias onde o Chega cresceu mais foram ganhas pelo PS em 2020 e não pelo PSD. E o PSD também cresce, tal como o Chega, em muitas delas (o que quer dizer que não foram a principal fonte de votos). Em áreas fortes do CDS como o município de Velas que o CDS ganhou em 2020, conseguem a proeza de perder bastante %.

Nos Açores as eleições têm uma muito forte componente de influência de relações pessoais e familiares que não é obviamente expansível a uma realidade nacional, principalmente se fores analisar resultados fora de São Miguel. O CDS não ganha em Velas porque a malta é de direita e gosta do Nuno Melo ou do Paulo Portas, mas sim porque há um micro círculo de interesses locais à volta de gente influente que usa o partido como plataforma politica.

Acima de tudo o que os Açores me dizem é o que já se desconfiava, a subida do Chega pouco provoca alterações nas votações de outros partidos mas por outro lado atrai em massa o voto do abstencionista crónico.

Numas eleições que viram cerca de mais 12 mil votantes que há 2 anos tiveste: a AD a ter mais uns 5 mil votos que em 2020, o PS a ter mais 800 votos e o Chega a ter mais 5 mil. Mais coisa menos coisa dá quase conta certa, quem votaria PS votou PS, quem se mobilizou dividiu-se em 2.

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hoje a estratégia vencedora do dr montenegro vai passar por aparecer em triplo mortal carpado todo nu e enquanto enquanto se caga á grande e grita que vos vai levar a guita toda 

Editado por Pavel

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Citação de noikeee, há 41 minutos:

Nos 1% mais ricos a terem uma fatia da riqueza existente maior que na maior parte da Europa, segundo o mapa.

Eu sei que o Coeficiente de Gini se aplica ao income como um todo e não apenas a salários mas os países escandinavos eram dos melhores países europeus nessa métrica até há pouco tempo. Algo mudou?

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Vivi tempo suficiente para assistir a uma prestação razoável do PNS

Editado por Mica

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Citação de HappyKing, há 4 horas:

Eu sei que o Coeficiente de Gini se aplica ao income como um todo e não apenas a salários mas os países escandinavos eram dos melhores países europeus nessa métrica até há pouco tempo. Algo mudou?

Este gráfico é baseado apenas no percentil 99, o que quer dizer que mesmo num universo com distribuições, neste caso, de rendimentos mais ou menos equilibradas facilmente pode haver um outlier que causa estas diferenças.

Ou seja, se tiveres meia dúzia de outliers já dentro destes 1% facilmente tens estes rácios mais extremados.

 

Não sei se foi pela data prematura das eleições, mas isto não está a correr nada bem ao PNS. O PNS foi mitificado ainda antes de mostrar o que quer que fosse para além de ter melhor aspecto que a maioria dos portugueses. Existe uma lenda qualquer de um congresso em 2022, mas cada vez isto se parece mais com uma jogada de empresários a tentar vender um jogador da 2ª divisão com base nos highlights de dois jogos em meia dúzia de épocas, não chega. 

É só confrangedor ver pessoas como o Daniel Oliveira a escrever aqueles apelos emocionados a pedir que o PNS se liberte das amarras. Mas vais libertar-se das amarras para mostrar o quê ao certo? São as amarras que lhe dão aquele tom de enfado adolescente? São as amarras que o impedem de ter uma mensagem de esperança?

A partir do momento em que 90% da política é consumida a partir de comentadores é isto que acontece. Depois de anos a consumir política filtrada por comentadores é assustador a pobreza de discurso de quase toda esta gente e o PNS é o expoente máximo deste fenómeno,  porque também foi sobre este que nos prometeram mais e o que nos chegou afinal foi só isto. 

Editado por whatever
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Citação de whatever, há 41 minutos:

Este gráfico é baseado apenas no percentil 99, o que quer dizer que mesmo num universo com distribuições, neste caso, de rendimentos mais ou menos equilibradas facilmente pode haver um outlier que causa estas diferenças.

Ou seja, se tiveres meia dúzia de outliers já dentro destes 1% facilmente tens estes rácios mais extremados.

Também tem a ver com o facto de salários e riqueza não serem bem a mesma coisa. Isto porque "riqueza" engloba coisas como bens em teu nome e poupanças acumuladas (que podem não vir do salário, p.ex heranças)

Podes ter um salário de m*rda e teres uma propriedade. Ou um salário bom e não seres dono de nada

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malta, ajudem-me aqui numa dúvida (talvez o mega viajante @Burkina2008 saiba).

É muito provável que tire férias no dia 10 de Março. Vivo na Holanda e estou recenseado aqui.

Fui ao portal do eleitor e do voto antecipado e não é claro se tenho hipótese de votar antecipado/por correspondência e o que tenho de fazer.

 

Em último caso mudo as férias porque considero ir votar bastante importante, mas se puder não ser limitado por isso, perfeito.

Editado por Lip McBoatface

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Citação de Lip McBoatface, há 2 minutos:

malta, ajudem-me aqui numa dúvida (talvez o mega viajante @Burkina2008 saiba).

É muito provável que tire férias no dia 10 de Março. Vivo na Holanda e estou recenseado aqui.

Fui ao portal do eleitor e do voto antecipado e não é claro se tenho hipótese de votar antecipado/por correspondência e o que tenho de fazer.

 

Em último caso mudo as férias porque considero ir votar bastante importante, mas se puder não ser limitado por isso, perfeito.

Nao te sei responder porque fui sempre votar na embaixada, nunca pedi nada disso do voto antecipado. Mas bom era que conseguissemos votar online usando o cartao de cidadao como ja se faz por outras paragens...

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aliás, ainda mais confuso fico, porque diz que tenho de indicar se quero votar presencialmente (de certeza que já o fiz quando me mudei porque já fui votar para Presidenciais e Legislativas em Haia em pessoa, mas para via postal, que seria o ideal, não diz como tratar disso ou os prazos, wtf

https://haia.embaixadaportugal.mne.gov.pt/pt/a-embaixada/noticias/eleição-da-ar2024-direito-de-voto-no-estrangeiro

 

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Citação de Che, Em 09/02/2024 at 21:32:

Gosto muito de Rui Tavares. Excelente eurodeputado. Excelente deputado. E ainda me recordo quando se manifestou a favor das propinas quando era cachopo. Um verdadeiro esquerdista! 

Voto Livre! Pelo aumento das propinas e o RSI universal 

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o do Ventura

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Descobri!

Portal do Eleitor https://www.eueleitor.mai.gov.pt

login com chave movel digital, por exemplo.

menu no lado esquerdo " A minha situação eleitoral"

no meu caso, parece ser via postal, então estava enganado e só votei presencial para as Presidenciais. Também dá para confirmar no portal a morada, tem tracking do boletim de voto, entre outras coisas. I'm sorry Portugal, I was not familiar with your game.

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Citação de Puto Perdiz, há 16 minutos:

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  Mostrar conteúdo oculto

d1dca4681a63f66517219d254073a44c.jpg

 

"A creches e pré-escolar" seria o que supostamente deveria estar aí escrito, não?

Em relação ao penteado. Há piores...

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O maior destaque nos debates de ontem foi a prestação do Pedro Nuno Santos. Segundo a apreciação dos "jornalistas" pagos por multi-milionários esta foi a melhor prestação individual até agora nos debates, ultrapassando a Mariana Mortágua no debate com Montenegro.

Foi, assim, a primeira vitória do PS e a primeira derrota do PAN. Como a Inês Sousa Real teve igualmente uma prestação positiva, ao seu nível, este debate entrou diretamente para o 2º melhor até agora.

O debate AD vs CDU foi bem mais fraco. O terceiro em terreno negativo. Luís Montenegro obteve os mínimos para assegurar a sua primeira vitória mas esteve bastante abaixo do que mostrou frente ao BE. Paulo Raimundo esteve ao seu nível. Fraco.

image.png.7d21e0fa1000ac20bb1a622a14bd11b1.png

 

Em termos individuais Luís Montenegro caiu duas posições e PNS subiu um lugar, ultrapassando o Rui Rocha e situando-se já em terreno positivo.

Rui Tavares é agora o único invicto e André Ventura o único que ainda não conheceu o sabor da vitória.

image.png.ec8bdb504dc5bb6a170800f5e5775337.png

Editado por Descartes
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