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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Citação de Petar Musa, há 1 hora:

Eu deixei de ouvir de manhã quando entrou o Tiago Ribeiro 😅

O Luis Oliveira estava tarde e era muito bom. E tinha um segmento de humor com o Manuel Cardoso

 

A Rádio Nova tem no Porto? Acho que o meu carro não apanha essa frequência

 

Citação de KAralinda, há 1 hora:

 

Não és o único...

Rádio para mim já morreu à muito muito tempo ... praticamente desde que a XFM acabou...

Ocasionalmente a TSF aquando eleições e outras situações especiais... Numa boleia ou outra é a antena 2 ou lista de musicas selecionadas no spotify (apesar que nas minhas visitas ao Douro, tenho me deliciado com rádios locais e seus jingles comerciais que são um bom momento humorístico...)

Quando no Work metem uma radio comercial, antena 3 ou rfm da vida, meto sempre os fones com a minha playlist (aqui sou arcaico, albuns sacados em mp3s)... 

Vocês não querem trocar cromos?

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Não estava a contar chegar aqui e ter tanta gente a falar do meu local de trabalho...

 

Citação de Ghelthon, há 4 horas:

Há um ponto no qual concordo com o Burkina: a RTP não tem de ser competição a ninguém. A RTP tem o seu papel, que tem feito bem, mas não tem de andar a competir por horários, nem tem de andar a lutar para contratar jornalistas ou apresentadores. Portanto, não duvido que nos últimos anos haja gasto excessivo nestas áreas.

Mas esta é uma discussão paralela, porque todos sabemos qual é o objectivo final destas medidas.

Isso é só meia verdade. Deveria ser assim, certo, mas depois são exigidos resultados e os números são vistos como medidor de sucesso - mesmo que na comparação individual com períodos homólogos. A questão é mais a abordagem ao insucesso, e essa deve ser uma das grandes diferenças para um operador privado. A RTP tem o dever de testar novos formatos e ideias, de aproveitar a (contratualizada) aposta na produção nacional, de ser vanguardista. E nem sempre o é, mesmo que seja bem mais do que os outros canais generalistas.

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Citação de Descartes, há 45 minutos:

 

Vocês não querem trocar cromos?

Por acaso ainda devo ter no baú, uns cromos do naranjito e do mundial '82 ... queres? 

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Citação de andriy pereplyotkin, há 18 minutos:

Isso é só meia verdade. Deveria ser assim, certo, mas depois são exigidos resultados e os números são vistos como medidor de sucesso - mesmo que na comparação individual com períodos homólogos. A questão é mais a abordagem ao insucesso, e essa deve ser uma das grandes diferenças para um operador privado. A RTP tem o dever de testar novos formatos e ideias, de aproveitar a (contratualizada) aposta na produção nacional, de ser vanguardista. E nem sempre o é, mesmo que seja bem mais do que os outros canais generalistas.

Tudo certo, mas é esse paradigma que devia ser mudado, acho eu, e provavelmente ajudaria a poupar algum. A RTP tem de fazer serviço público, focando apenas na qualidade. Sem ligar a audiências, receitas, etc.

E o teu caso pessoal até é paradigmático, acho eu. Chegaste ao teu actual local de trabalho e tens subido a pulso, e não me admirarei se daqui a uns anos fores uma figura lá dentro. Mas lá está, "prata da casa", sem andar a pensar competir com quem tem mais budget e com quem tem preocupações e objectivos diferentes.

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Só oiço M80. E Antena 1 para ouvir os relatos do Benfica na Champions quando estou preso no trânsito a voltar para casa a meio da semana.

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Citação de Ghelthon, Agora:

Tudo certo, mas é esse paradigma que devia ser mudado, acho eu, e provavelmente ajudaria a poupar algum. A RTP tem de fazer serviço público, focando apenas na qualidade. Sem ligar a audiências, receitas, etc.

E quem decide o que é "de qualidade"?

Podes criar metas de conteúdo, claro, mas o Sombra do Bruno Gascon e o Great Yarmouth do Marco Martins são dois filmes independentes portugueses e eu acho um hediondo e o outro brilhante. Basta servir um "tipo" de oferta que já responde à tua definição de qualidade?

A RTP não pode não ligar a audiências, senão acaba por não se dedicar ao serviço público. Deve ser intenção da RTP (ou de qualquer outro canal/formato do grupo) chegar às pessoas. O Portugal em Directo é o último reduto do jornalismo de proximidade a nível nacional, mas não basta fazê-lo, é importante tentar fazer com que ele chegue às pessoas.

O que não deve acontecer, e que é diferente, é ignorar o dever de serviço público e as responsabilidades de divulgação, inovação e formação em função das audiências.

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Citação de Ghelthon, há 2 horas:

O que eu disse anteriormente era nesta perspectiva, btw. Se há alguns (poucos) casos onde o apresentador importa, como o Fernando Mendes, a maioria não é particularmente relevante. O Joker continuaria igual se fosse outra pessoa que não o Palmeirim, cujo cachet não deve ser pequeno.

Diria que o Palmeirim neste momento já é bastante relevante nos programas que apresenta e que atrai audiências apenas por ser ele.

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Citação de andriy pereplyotkin, há 31 minutos:

E quem decide o que é "de qualidade"?

Podes criar metas de conteúdo, claro, mas o Sombra do Bruno Gascon e o Great Yarmouth do Marco Martins são dois filmes independentes portugueses e eu acho um hediondo e o outro brilhante. Basta servir um "tipo" de oferta que já responde à tua definição de qualidade?

A RTP não pode não ligar a audiências, senão acaba por não se dedicar ao serviço público. Deve ser intenção da RTP (ou de qualquer outro canal/formato do grupo) chegar às pessoas. O Portugal em Directo é o último reduto do jornalismo de proximidade a nível nacional, mas não basta fazê-lo, é importante tentar fazer com que ele chegue às pessoas.

O que não deve acontecer, e que é diferente, é ignorar o dever de serviço público e as responsabilidades de divulgação, inovação e formação em função das audiências.

Não sou eu a decidir isso, naturalmente. Nem qualquer outro cidadão sem responsabilidades lá dentro. Mas também me parece claro que as audiências nunca foram, não são e nem serão (muito menos no caso da RTP) uma boa bitola de qualidade, e é esse paradigma que eu acho que deve mudar. Um bom exemplo é a RTP2: diria que 95% ou mais do que lá se faz é feito porque alguém acha que deve ser feito, sem ligar aos números. E isso é óptimo, acho que é esse o papel geral da RTP.

Falas do Portugal em Directo, e portanto da Dina Aguiar. É um bom exemplo do que eu quero dizer: não sei quanto ganhará mas, seja o que for, é bem pago porque ela é uma figura icónica da estação e super bem acolhida junto do público. E tens toda a razão na questão da proximidade, de facto o programa é um canal de comunicação bem interessante para as regiões - outra estação que faz isso bem é o Porto Canal, embora mais restringido à zona Norte do país.

Reforço que nada disto que eu estou a dizer é em apoio a esta medida do Governo, que é escandalosa e grave.

Citação de smashing_pumpkin, há 12 minutos:

Diria que o Palmeirim neste momento já é bastante relevante nos programas que apresenta e que atrai audiências apenas por ser ele.

Talvez, não digo que não. Mas o meu ponto era que o Mendes é menos dispensável que o Palmeirim (dois exemplos apenas).

Editado por Ghelthon
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As pessoas vêem o Preço Certo para saber o valor da montra, não vêem por causa do Fernando Mendes. 

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Citação de andriy pereplyotkin, há 1 hora:

Não estava a contar chegar aqui e ter tanta gente a falar do meu local de trabalho...

 

Antena 3?

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Também não ouço rádio há anos, só podcasts.

No entanto alguns podcasts são programas de rádio, como por exemplo a Prova Oral.

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Citação de Lebohang, há 47 minutos:

As pessoas vêem o Preço Certo para saber o valor da montra, não vêem por causa do Fernando Mendes. 

Eu vejo pela Lenka

Citação de Ego Sum, há 10 minutos:

Também não ouço rádio há anos, só podcasts.

No entanto alguns podcasts são programas de rádio, como por exemplo a Prova Oral.

Não achas que o Alvim está cansado e malandro?

Antes, qualquer entrevista com ele era boa: ele conhecia os entrevistados, tinha lido tudo sobre eles.

Agora é só aquilo do WhatsApp e m*rda do "tenho um amigo que disse". 

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Citação de Petar Musa, há 1 hora:

Não achas que o Alvim está cansado e malandro?

Antes, qualquer entrevista com ele era boa: ele conhecia os entrevistados, tinha lido tudo sobre eles.

Agora é só aquilo do WhatsApp e m*rda do "tenho um amigo que disse". 

Não tinha pensado sobre isso, mas és capaz de ter razão.

Antes notava-se que o homem tinha lido o livro em discussão e fazia imensas questões sobre o que lá estava, agora nem por isso.

Acho que ter ficado sem sidekick também não ajuda, acho que o período que gostei mais foi há 5 anos quando estava a Xana Alves e a Catarina Moura, mas de repente desapareceram do mapa porque se chatearam com a RTP que penso ter oferecido uma ninharia para estender o contrato por mais um ano.

Eu ouço aquilo há pelo menos 20 anos, lembro-me perfeitamente de sair das aulas do instituto de inglês e ir para casa com a minha mãe a ouvir o Alvim.

 

Mesmo assim, mil vezes o Alvim e a Prova Oral do que o Rui Unas e o Maluco Beleza que após 2 anos já não podia ver à frente.

Editado por Ego Sum
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Ele está bem melhor sem sidekicks, nunca adicionaram grande coisa. Apesar dos erros dele a mexer nas coisas (aquele urso está sempre a clicar em coisas erradas) e dos devaneios sobre temas paralelos, leva bem o programa sozinho.

Ah, e a marlene das flores podia ficar sem net.

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Citação de Ego Sum, há 18 minutos:

Não tinha pensado sobre isso, mas és capaz de ter razão.

Antes notava-se que o homem tinha lido o livro em discussão e fazia imensas questões sobre o que lá estava, agora nem por isso.

Acho que ter ficado sem sidekick também não ajuda, acho que o período que gostei mais foi há 5 anos quando estava a Xana Alves e a Catarina Moura, mas de repente desapareceram do mapa porque se chatearam com a RPT que penso ter oferecido uma ninharia para extender o contrato por mais um ano.

Eu ouço aquilo há pelo menos 20 anos, lembro-me perfeitamente de sair das aulas do instituto de inglês e ir para casa com a minha mãe a ouvir o Alvim.

 

Mesmo assim, mil vezes o Alvim e a Prova Oral do que o Rui Unas e o Maluco Beleza que após 2 anos já não podia ver à frente.

Eu não ouço todos os programas. Mas, se não tiver muitas meetings de manhã, costuma ser a minha companhia

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Citação de Axadrezado, há 3 horas:

Presumo que são os Malatos e os Palmeirins da vida.

Catarina Furtado, Jorge Gabriel, Fernando Mendes. O Palmeirim por acaso não sei se tem exclusividade com a RTP.

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Citação de Ghelthon, há 1 hora:

Não sou eu a decidir isso, naturalmente. Nem qualquer outro cidadão sem responsabilidades lá dentro. Mas também me parece claro que as audiências nunca foram, não são e nem serão (muito menos no caso da RTP) uma boa bitola de qualidade, e é esse paradigma que eu acho que deve mudar. Um bom exemplo é a RTP2: diria que 95% ou mais do que lá se faz é feito porque alguém acha que deve ser feito, sem ligar aos números. E isso é óptimo, acho que é esse o papel geral da RTP.

Falas do Portugal em Directo, e portanto da Dina Aguiar. É um bom exemplo do que eu quero dizer: não sei quanto ganhará mas, seja o que for, é bem pago porque ela é uma figura icónica da estação e super bem acolhida junto do público. E tens toda a razão na questão da proximidade, de facto o programa é um canal de comunicação bem interessante para as regiões - outra estação que faz isso bem é o Porto Canal, embora mais restringido à zona Norte do país.

Reforço que nada disto que eu estou a dizer é em apoio a esta medida do Governo, que é escandalosa e grave.

Pois, isso torna-o um critério complicado, ainda para mais se for único. Daí a necessidade de ser temperado com outros.

 

Quanto ao bom exemplo da RTP2, acho que estás a ler mal o que se passa... A RTP2 também olha a números, obviamente. O que sucede é que muitas vezes está a trabalhar para nichos (o que também é serviço público). Quando a RTP2 transmite a Sagração da Primavera pela Orquestra Sinfónica de Viena sabe que não está a falar para o grosso do público. Mas está a falar para um público específico e quer atraí-lo.

Exemplo de que a RTP2 também olha para números é aquele momento do Nicolau Santos com a bacana da IL em que ele destaca a transmissão da final do Mundial de Andebol em cadeira de rodas e os 100 mil espectadores que estiveram a assistir. É um número pequeno, mas relevante no contexto.

 

Eu percebo onde queres chegar, mas é uma visão de túnel. As audiências têm de ser um dos critérios, não podem ser totalmente postas de parte. Têm, sim, de ser contextualizadas e de ser motivação para a disrupção e o vanguardismo. Mas não há serviço público sem público.

 

Citação de antifa, há 1 hora:

Antena 3?

Yup.

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A RTP se quiser ter audiência basta transmitir Dragon Ball, BBC match of the day, series como Breaking Bad, Sopranos, etc e filmes americanos top 100 do IMDb. 

Até fica mais barato do que financiar séries e novelas portuguesas. 

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Citação de Petar Musa, há 1 hora:

Eu vejo pela Lenka

O desrespeito pela Teresinha

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Citação de KAralinda, há 4 horas:

Por acaso ainda devo ter no baú, uns cromos do naranjito e do mundial '82 ... queres? 

Não é para mim. É para o @Petar Musa

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Citação de challenger, há 1 hora:

 

O cabeça de lista às europeias do PSD também foi jornalista sem carteira. 

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