hugoooo_17 Publicado 24 Abril 2025 as análises dos comentadores do expresso aos debates de hoje, alguém tem? Compartilhar este post Link para o post
Hidden Publicado 24 Abril 2025 Citação de HappyKing, há 6 minutos: PPM, JPP, Ergue-te, ADN, PCTP/MRPP, Volt Portugal, Nós, Cidadãos!, Nova Direita, RIR, MPT, PTP e Partido Liberal Social Acho que é isto. Tem dia e hora? Esse é obrigatório. Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 24 Abril 2025 (editado) Citação de Hidden, há 3 minutos: Tem dia e hora? Esse é obrigatório. Com assento, dia 6 Maio às 21. Sem assento, dia 8 Maio às 21. Editado 24 Abril 2025 por HappyKing Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 24 Abril 2025 Citação de Lebohang, há 55 minutos: 😬 Dream team. Compartilhar este post Link para o post
Almeno Publicado 24 Abril 2025 Citação de Descartes, há 6 horas: Esse não é do Norte. É da Pampilhosa. Da Serra!! Ah e espero que quando morrer o Dalai Lama ou o buda ou o Imane que o estado também meta luto nacional e cancele eventos festivos. Estado laico o meu cu Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 24 Abril 2025 Spoiler Martim Silva Luís Montenegro 7 - André Ventura 4 O primeiro-ministro venceu o debate deste noite na SIC contra o líder do Chega precisamente por apostar naquilo que é hoje diferente do debate entre os dois de há um ano: agora Montenegro é primeiro-ministro. E com a autoridade de quem lidera o Executivo, atirou para o seu opositor, dizendo-lhe que um “catavento” sem credibilidade jamais ocupará um lugar no Conselho de Ministros. A área da Saúde tem sido uma das maiores fragilidades de Montenegro e do seu Governo e foi por aqui que Ventura apostou, dizendo que o primeiro-ministro parece um “António Costa de olhos azuis” e que um ano depois as coisas não melhoraram. Os dois ainda andaram entretidos a lembrar os tempos em que Ventura era do PSD, e candidato autárquico, com o líder do Chega a dizer que nesse tempo Montenegro é que andava colado a si. Verdadeiramente incompreensível foi a ausência total do caso Spinumviva deste debate. Nem uma frase sobre um tema que, de acordo com os estudos de opinião, beliscou a imagem de Montenegro e prejudicou a avaliação que os portugueses fazem do seu executivo. Pedro Cordeiro Luís Montenegro 7 - André Ventura 4 O primeiro-ministro foi contundente no arranque, a desancar o Chega, coberto de razão, impelido pela sondagem que dá conta do repúdio dos eleitores da AD. Enervou o chefe da extrema-direita ao desmascarar a sua escassa fiabilidade e o seu passado no PSD. André Ventura, que tão cedo suplica cargos no Governo como rejeita o “sistema”, ora vociferava ora gaguejava face ao sorriso seráfico de Luís Montenegro. Nem falou da Spinumviva. O líder do Chega marcou pontos na crítica à situação na saúde, embora não avance uma solução prática. Limita-se a fazer repelente aproveitamento xenófobo de uma questão séria. A tentativa de equiparar o Executivo da AD ao anterior do PS é repetitiva, mas cola pouco. E, como bem frisou a moderadora Clara de Sousa, o programa da direita radical é pouco concreto e sem grande detalhe no que toca ao impacto orçamental das propostas. “Eu sei que o senhor convive mal com a verdade”, atirou Montenegro, enquanto Ventura desvalorizava os factos, como o seu ídolo Donald Trump. Depois de terem discutido qual dos dois mais tinha venerado o outro no passado, embrulharam-se em interrupções permanentes, que cortaram tempo a outros assuntos que teria sido bom ver debatidos. Ventura esteve menos mal na reta final, mas Montenegro chegou para ele em serenidade. Paulo Baldaia Luís Montenegro 6 - André Ventura 4 Quem diria, num debate com Ventura, Montenegro conseguiu não ser confrontado com os casos e as casas que nos trouxeram para estas eleições antecipadas. Depois de tudo o que disse de Montenegro, Ventura calou-se e não chega à positiva. Tivesse tido essa coragem e empatava o frente-a-frente. Assumindo o confronto, Montenegro voltou a deixar claro que “não é não” e isso é útil para captar ao centro votos de eleitores para quem o mais importante é evitar que algum dia Ventura chegue ao governo. Note-se, no entanto, que por mérito do líder do Chega, o frente-a-frente acabou muito marcado pela Saúde, um sector que dois terços dos portugueses considera estar pior que há um ano. Foi este tema que não permitiu ao líder do PSD marcar mais pontos e maior distância. Teresa Violante Luís Montenegro 6 - André Ventura 5 Este seria um dos principais debates sob o ponto de vista de disputa direta de eleitorado, mas não foi programaticamente abrangente. Sendo Luís Montenegro o incumbente, e tendo alguns temas favoráveis para explorar, não se percebe que tenha permitido que metade do tempo tenha sido explorado com as questões da saúde, precisamente a área mais frágil da sua governação. Montenegro podia ter aproveitado para desenvolver o pacote aprovado ontem em Conselho de Ministros sobre o confisco, no âmbito da Agenda Anticorrupção, mas mencionou-o apenas en passant, permitindo a Ventura gabar-se de ser uma medida já proposta pelo Chega. Imigração e segurança foram apenas citadas, sem qualquer desenvolvimento. Habitação nem sequer foi mencionada. André Ventura surgiu bem preparado, dentro do seu estilo, mas sem resistir a tiradas demagógicas como a auditoria às despesas do Estado. As questões relativas à anterior militância de Ventura no PSD, e pormenores sobre participações em campanhas ou eleições, são laterais à campanha eleitoral e nada acrescentaram. O debate valeu pela reafirmação da posição da AD face ao Chega, tendo Montenegro elencado, de modo bastante estruturado, as razões que justificam a insistência no “não é não”. Vítor Matos Luís Montenegro 7 - André Ventura 5 Luís Montenegro ganhou na aposta de provar que André Ventura é “imaturo”, “destrutivo” ou “sem sentido de responsabilidade”, porque nos últimos meses todos os casos do Chega deixaram péssima impressão, e “40 mil milhões de euros” de despesa a mais no programa não favorecem a credibilidade de um partido (truque que de resto Montenegro já tinha usado o ano passado com sucesso contra Ventura). Manteve a atitude de primeiro-ministro - e muitas vezes estes debates ganham-se na atitude e na forma - numa sedução constante ao eleitor do Chega. O líder do PSD sabe que pescar alguns desiludidos no tanque do Chega pode dar uma boa vantagem face ao PS que não tem mais tacho para rapar à esquerda. Mas se o líder do PSD marcou pontos quando Ventura falava por cima de si ao dizer que com aquela “postura nunca vai ter lugar no Conselho de Ministros”, também foi longe demais ao namorar os votantes no Chega que “podem encontrar um caminho de esperança na AD”, assumido que se aproximou das propostas políticas de Ventura em áreas como a imigração ou a corrupção. Ou seja, assumiu uma certa “venturização” implícita de si mesmo, e nunca uma “montenegrização” de Ventura. Apesar de toda a demagogia que usou, André Ventura conseguiu uma prestação positiva, menos (excessivamente) agressiva ou folclórica do que noutros debates, para ir ao eleitorado de centro-direita, mas deixou a impressão de uma certa sonsice, ao não ter coragem de dizer a Montenegro que ele era igual a Sócrates, como pôs nos cartazes do Chega. De resto, Luís Montenegro também fugiu disso a sete pés do assunto, e nem falou do tema apesar da indignação que chegou a manifestar em público e do processo colocado pelo PSD. Positivo: conseguiu confrontar Montenegro com muitos falhanços da governação, fazendo com que este parecesse António Costa a debitar números na Saúde. Negativo: a demagogia permanente, por exemplo ao falar do salário de Mário Centeno sobre o qual o Governo não tem qualquer tipo de tutela, e outras manipulações da realidade. Divertido: quando lembrou que Montenegro foi à sua campanha de Loures dizer: “‘Aquele gajo é mesmo bom!’, e aquele gajo era eu!” O líder do PSD ainda arriscou que tinha ido a Loures a convite de Sérgio Azevedo, o alegado cabecilha da máfia do PSD-Lisboa do caso Tutti-Frutti, mas Ventura ignorou. Para Ventura estar em terreno positivo, Montenegro teve dois pontos acima. ---/--- Spoiler Paulo Baldaia Mariana Mortágua 5 - Rui Rocha 5 Houve um tempo em que o Bloco de Esquerda e a Iniciativa Liberal disputavam uma parte do eleitorado, os jovens universitários e em inicio de carreira profissional. Hoje ficam a léguas do apoio que o Chega consegue entre os jovens. Não estando a disputar o mesmo eleitorado, o que precisavam neste debate é mostrar a diferença em relação ao adversário, como se viu desde o início na questão da defesa. E assim continuou na Habitação, na Saúde Foi um debate sereno, civilizado, educado entre partidos muito diferentes. Passaram os dois com positiva. Eunice Lourenço Mariana Mortágua 6 - Rui Rocha 5 Um dos problemas de ver quase todos os debates e de já estarmos a chegar o fim é que dificilmente ainda ouvimos algo de novo ou surpreendente. Foi o que aconteceu neste debate, em que Rui Rocha e Mariana Mortágua trocaram argumentos sobre defesa, habitação e saúde. O líder da Il foi munido de notícias para tentar desacreditar a coordenadora do Bloco sobre os tetos para as rendas e insistiu que a solução para a habitação é “construir, construir, construir”. Deu o exemplo da Holanda como local onde os tetos das rendas não resultam, mas invocou o mesmo país como bom exemplo do que se faz na saúde. Foi melhor do que noutros debates a explicar as ideias liberais e não teve de se defender das comparações ao argentino da motosserra. A coordenadora do Bloco repetiu a sua defesa dos tetos para as rendas, de que deve ter falado em todos os debates, e o discurso contra o rearmamento. Este melhor porque quis mesmo debater, enquanto Rocha se queixou de estar a ser interrompido, e porque na ponta final deixou o liberal sem resposta e sem tempo para responder à acusação de que não sabe sequer os números do seu programa que até terá uma previsão de dispensa de funcionários administrativos do Estado superior ao número dos que de facto existem. Ricardo Costa Mariana Mortágua 5 - Rui Rocha 5 Dois partidos ideológicos num debate menos interessante que há um ano, mas elevado. Nem Mariana Mortágua está no seu melhor nem Rui Rocha ganhou o à vontade que precisa para levar a IL mais longe, pelo menos nestes palcos. Os dois partidos lutam, cada um no seu campo, contra o voto útil, o seu grande inimigo comum. Foi isso, sobretudo, que pareceu falhar neste debate. Cumpriram, mas para afastarem a sombra do voto útil precisavam de mais vigor Compartilhar este post Link para o post
Plagio o Original Publicado 24 Abril 2025 Citação de Almeno, há 14 minutos: Da Serra!! Sempre achei que essa terra era castelo branco, descobri hoje q é coimbra Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 25 Abril 2025 Citação de Almeno, há 1 hora: Da Serra!! Ah e espero que quando morrer o Dalai Lama ou o buda ou o Imane que o estado também meta luto nacional e cancele eventos festivos. Estado laico o meu cu Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado 25 Abril 2025 https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Estado_secular Compartilhar este post Link para o post
smashing_pumpkin Publicado 25 Abril 2025 Um bom dia a todos! 15 Compartilhar este post Link para o post
Lurker Publicado 25 Abril 2025 Então, não se tinha combinado adiar isto para dia 1? Compartilhar este post Link para o post
Almeno Publicado 25 Abril 2025 Citação de Plagio o Original, há 9 horas: Sempre achei que essa terra era castelo branco, descobri hoje q é coimbra Faz fronteira com o distrito de Castelo Branco Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 25 Abril 2025 (editado) Como não adorar gente de direita ressabiada, em plena Assembleia da República, com o Movimento das Forças Armadas. Ao fim de 51 anos, continua a ser difícil lidar com o facto de o golpe ter sido conduzido, na maioria, por oficiais que tinham ideias e ideais, mais ou menos extremados, de esquerda. Editado 25 Abril 2025 por Vaart10 5 Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 25 Abril 2025 Pois é, Vasco Lourenço. Perante este alucinado do Paulo Núncio só nos resta rir-mos. Bom discurso da Isabel Mendes Lopes. A tocar em muitos pontos importantes. Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 25 Abril 2025 (editado) Citação de HappyKing, há 13 minutos: Pois é, Vasco Lourenço. Perante este alucinado do Paulo Núncio só nos resta rir-mos. O meu medo é que, com a partida de vários elementos do MFA, como tem vindo a acontecer ao longo dos últimos anos, quer por doença, quer pelo decurso natural da vida, sejam estes "Paulos Núncios" que venham a reescrever a história de Portugal no período entre abril-1974 (início do período revolucionário) e setembro-1982 (fim do período revolucionário, com a extinção do Conselho da Revolução). Estes "Paulos Núncios" que são facciosos e lidam mal com as diferenças políticas e de opinião, e que até tentam deturpar a verdade dos factos. O problema é que esta deturpação ainda pode ser combatida por aqueles que persistem vivos e que prolongam a memória de abril e do MFA. Mas, e quando estes desaparecerem, quem nos irá proteger destes "Paulos Núncios" mentirosos e aldrabões? Editado 25 Abril 2025 por Vaart10 2 Compartilhar este post Link para o post
SAS_Robben Publicado 25 Abril 2025 O Paulo Núncio que alargue um bocadinho o Cilício. Esta demasiado apertado Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 25 Abril 2025 Impressionante. Falou tanta gente. Ninguém foi interrompido. A Mariana já foi interrompida uma série de vezes. Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 25 Abril 2025 Citação de HappyKing, há 1 minuto: Impressionante. Falou tanta gente. Ninguém foi interrompido. A Mariana já foi interrompida uma série de vezes. Ela bem indicou quem a interrompe "os novos fascismos". Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 25 Abril 2025 Grande discurso da Mariana. Compartilhar este post Link para o post
Lip McBoatface Publicado 25 Abril 2025 Citação de Vaart10, há 12 minutos: O meu medo é que, com a partida de vários elementos do MFA, como tem vindo a acontecer ao longo dos últimos anos, quer por doença, quer pelo decurso natural da vida, sejam estes "Paulos Núncios" que venham a reescrever a história de Portugal no período entre abril-1974 (início do período revolucionário) e setembro-1982 (fim do período revolucionário, com a extinção do Conselho da Revolução). Estes "Paulos Núncios" que são facciosos e lidam mal com as diferenças políticas e de opinião, e que até tentam deturpar a verdade dos factos. O problema é que esta deturpação ainda pode ser combatida por aqueles que persistem vivos e que prolongam a memória de abril e do MFA. Mas, e quando estes desaparecerem, quem nos irá proteger destes "Paulos Núncios" mentirosos e aldrabões? é complicado aprender esta história quando o que se diz em todo o lado é não haver um consenso histórico sobre esta época. Se houver um bom livro para ler sobre este período que alguém queira recomendar, agradeço bastante Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 25 Abril 2025 (editado) Citação de Lip McBoatface, há 8 minutos: é complicado aprender esta história quando o que se diz em todo o lado é não haver um consenso histórico sobre esta época. Se houver um bom livro para ler sobre este período que alguém queira recomendar, agradeço bastante O período entre abril-1974 e novembro-1975 é pouco consensual, de facto, porque cada um tem a sua história e a sua visão sobre a mesma. E mais, a história é sempre escrita pelos vencedores e por aqueles que se agarraram aos vencedores para sobreviverem politicamente, por exemplo, o CDS-PP. Ao longo dos anos, tenho vindo a aprender mais com documentários sobre esta fase da história do que com os livros. Não obstante, em termos de livros, tens: (a) Hora da Liberdade, Joana Pontes, Rodrigo de Sousa e Castro (capitão de abril) e Aniceto Afonso (capitão de abril); (b) Revolução e contra-revolução em Portugal (1974-195), Armando Cerqueira; (c) 25 de abril: Mitos de uma revolução, Maria Inácia Rezola; (d) Operação Viragem Histórica: 25 de abril de 1974, Carlos Almada Contreiras (capitão de abril); e (e) Conselho da Revolução 1975-1982: Uma biografia, David Castaño e Maria Inácia Rezola. Editado 25 Abril 2025 por Vaart10 3 Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 25 Abril 2025 Este filho da p*ta vai mesmo fazer política com a morte da Celeste Caeiro. Compartilhar este post Link para o post
SAS_Robben Publicado 25 Abril 2025 Parece-me apropriado o Ventura focar o seu discurso na Inteligência Artificial Compartilhar este post Link para o post
Lip McBoatface Publicado 25 Abril 2025 Citação de Vaart10, há 5 minutos: O período entre abril-1974 e novembro-1975 é pouco consensual, de facto, porque cada um tem a sua história e a sua visão sobre a mesma. E mais, a história é sempre escrita pelos vencedores e por aqueles que se agarraram aos vencedores para sobreviverem politicamente, por exemplo, o CDS-PP. Ao longo dos anos, tenho vindo a aprender mais com documentários sobre esta fase da história do que com os livros. Não obstante, em termos de livros, tens: (a) Hora da Liberdade, Joana Pontes, Rodrigo de Sousa e Castro (capitão de abril) e Aniceto Afonso (capitão de abril); (b) Revolução e contra-revolução em Portugal (1974-195), Armando Cerqueira; (c) 25 de abril: Mitos de uma revolução, Maria Inácia Rezola; (d) Operação Viragem Histórica: 25 de abril de 1974, Carlos Almada Contreiras (capitão de abril); e (e) Conselho da Revolução 1975-1982: Uma biografia, David Castaño e Maria Inácia Rezola. algum documentário em concreto? Compartilhar este post Link para o post