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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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já para não falar que pouco se come.. já fui a vários "porcos no espeto" e o que se come é uma reles sandes com muito pouco porquinho lá dentro porque não chega para toda a gente.

acabamos sempre no mac.

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Citação de antifa, há 1 hora:

pá, é pessoal que nem distingue árabes de indianos por isso convém não pedir muito

Sempre ouvi dizer que era pelo cheiro a caril.

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Fossem os imigrantes a fazerem um churrasco a céu aberto num dos principais locais de Lisboa e estes gajos já falavam em fim da civilização ocidental 

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Citação de antifa, há 1 hora:

pá, é pessoal que nem distingue árabes de indianos por isso convém não pedir muito

Aposto que 95% dessa malta que se diz muito portuguesa e católica enfarda carne na Sexta-Feira Santa. 

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Citação de Tio Hans, há 3 minutos:

Segundo o Afonso Gonçalves, o Afonso Gonçalves levou nas trombas.

É impossível que os pais gostem dele portanto aposto que levou nas trombas do pai. 

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Citação de Tio Hans, há 4 minutos:

Segundo o Afonso Gonçalves, o Afonso Gonçalves levou nas trombas do próprio Afonso Gonçalves.

É assim que eu acho que aconteceu.

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Citação de Mayday, Agora:

É assim que eu acho que aconteceu.

Achas que ele tem força para se magoar?

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Citação de Tio Hans, há 9 minutos:

Segundo o Afonso Gonçalves, o Afonso Gonçalves levou nas trombas.

Foi o Alex Milhas?

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Citação de antifa, há 2 horas:

rip Pedro Pinto

refiro-me a ele sempre, sem exepção, como 'O Suíno do Chega'. Sempre

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Adoro que esse zé se tenha dado ao trabalho de crescer um bigode à macho tuga por ter perfeita noção do ar de nabo que tem.

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Citação de IlidioMA, há 19 minutos:

refiro-me a ele sempre, sem exepção, como 'O Suíno do Chega'. Sempre

O Diogo Bataguas num episódio do programa dele disse que o Pedro Pinto não tem segredos, tem secretos (porco preto).

Portanto cá em casa passou a ser o Secretos.

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[Expresso] Interesse da Rússia “não é novo”: Portugal é o 12.º país (numa lista de 87) com maior volume de desinformação russa

Spoiler

Portugal surge no 12º. lugar numa lista de 87 países onde a operação Pravda, de desinformação russa, tem mais atividade. A análise refere-se ao número de publicações por pessoa de uma constelação de sites com informação pró-Kremlin.

O nosso país registou, nos últimos quatro meses, 1550 publicações por milhão de habitantes. O estudo foi conduzido pelo Centro de Informação, Democracia e Cidadania (CIDC, na sigla inglesa) da American University da Bulgária.

Portugal está no top-12 de países com mais publicações de desinformação via Kremlin

A investigação centra-se no “ecossistema Pravda [‘verdade’ em russo]”, ou seja, relativo a uma operação de desinformação e de “guerra cognitiva russa”. É uma de muitas operações em curso, entre várias ameaças avançadas persistentes, mas que prima pela continuidade.

O APT29 é outro dos grupos definidos como ameaças externas ligadas aos SVR, o serviços de informações externo da Federação Russa. Exerce influência e sabotagem em momentos de eleições, como as presidenciais na Roménia, cuja primeira volta foi anulada pelos tribunais do país, precisamente por se ter detetado interferência externa. Os diferentes grupos e operações atuam em paralelo e ao mesmo tempo num mesmo país.

Como explica Diogo Alexandre Carapinha, analista de relações internacionais e subcoordenador do VisionWare Threat Intelligence Center, um centro de operações e análise a ameaças cibernéticas à escala mundial, trata-se de “operações de influência em contexto de guerra híbrida, que qualquer Estado com propensão a ter influência sobre outro espaço desenvolve”.

Técnicas sofisticadas de manipulação

A operação Pravda “tem um objetivo muito claro e, ao ser muito rigorosa, vai ao encontro desse objetivo”. Serve o propósito da “disseminação de narrativas alinhadas com o interesse do Kremlin, de certa forma, para contornar as sanções impostas aos media estatais russos”, sintetiza Carapinha. Para isso, a operação — que se baseia numa “rede de sites que imita um órgão de comunicação legítimo e visa determinados públicos, muito específicos” — explora questões políticas, sociais e económicas.

“Estes sites são altamente alimentados com bots criados por inteligência artificial e cujo alcance é potenciado pelos algoritmos e pelas redes sociais”, acrescenta o investigador. São utilizadas técnicas de otimização ou de “envenenamento” do SEO (mecanismos de busca e de pesquisa).

Os conteúdos produzidos estão em linha com a finalidade de minar o apoio à Ucrânia e de atacar a credibilidade da informação veiculada pelos media ocidentais tradicionais. “Não usar a violência, mas corroer as sociedades por dentro”, descreve o analista português.

Os países do top-15

No estudo realizado nos últimos três meses (entre dezembro de 2024 e março último), foram encontrados mais de 600 mil dados. Grande parte dos países mais destacados no pódio dos 15 primeiros pertenceu à União Soviética (Moldávia, o mais atingido, Letónia, Estónia, Arménia, Lituânia e Geórgia). Estes países registam 24,4% das publicações.

Nas posições cimeiras encontram-se estados dos Balcãs (Sérvia e Bulgária), com 11,9% das publicações, e da Europa Central (Eslováquia e República Checa). Carapinha enquadra-os numa situação de “fragmentações políticas, sociais e económicas”. É depois deles e da Dinamarca que surge Portugal, seguido da Hungria, Grécia e Ucrânia.

“Portugal surge como o segundo país da Europa ocidental que está mais propenso a esta alteração”, refere o investigador, salientando que no território nacional ocorreu o dobro das publicações “Pravda” por milhão de pessoas detetadas em Espanha. Em comparação com França, mais do dobro, e também “o triplo das publicações por milhão de habitante registadas em Itália, Alemanha e Polónia”.

Com o estudo estatístico da operação Pravda, é possível concluir que “Portugal é um país em que as agências de informação russas têm interesse”. Segundo Carapinha, esse foco não surgiu nos meses mais recentes: “Não é novo a Rússia ter interesse em Portugal, e surgem relatórios sobre submarinos russos a rondarem a orla costeira portuguesa. É pela própria geolocalização, mas também pela questão dos cabos submarinos e dos arquipélagos”.

Portugal como um laboratório da Europa

Mariana Olaizola Rosenblat, consultora de políticas em tecnologia e direito no Centro Stern da Universidade de Nova Iorque, apresenta várias razões para Portugal estar cada vez mais no centro dos esforços russos: “A Rússia quer enfraquecer a unidade da União Europeia, sobretudo em torno de questões-chave como o apoio à Ucrânia, a confiança na NATO e as sanções contra a Rússia. O Kremlin é habilidoso em criar e disseminar narrativas manipuladoras que semeiam dúvidas e minam a confiança nas instituições públicas”.

Neste caso, Portugal “poderá estar a servir como campo de testes para narrativas e táticas, antes de estas serem aplicadas em países europeus maiores, como a Alemanha e a França”, aponta Rosenblat ao Expresso. “Em segundo lugar, a Rússia pode estar interessada em Portugal por ser uma porta de entrada para o mundo lusófono — incluindo Brasil e Angola —, onde também circula desinformação russa. A Rússia poderá estar a testar como a desinformação circula por essas geografias, explorando as ligações linguísticas e culturais, para espalhar e amplificar narrativas.”

Uma hipótese levantada por Steven Buckley, professor de Sociologia dos Meios Digitais na Universidade de Londres, está relacionada com o tratamento dos dados per capita, ou seja, das publicações por cabeça. "Acredito que a população portuguesa, sendo menor do que a de outras nações ocidentais, mas não tão pequena a ponto de ser irrelevante, faz de Portugal um terreno de testes interessante para as táticas de desinformação russas serem experimentadas e testadas", afirma Buckley. Além disso, Portugal tem “recursos relativamente menores quando se trata de combater este problema específico, pelo que é provavelmente visto pelos propagandistas russos como um alvo mais fácil”, aclara.

Falta de preparação para lidar com a ameaça

O investigador de Londres considera “algo surpreendente” que Portugal apareça “tão mal classificado neste estudo, comparado com os seus aliados da Europa Ocidental”. O que o relatório sugere a Buckley é que, embora seja claro que a Rússia ainda dedica esforços de propaganda a países mais próximos das suas fronteiras, outros, como Portugal, “precisam de fazer um esforço concertado e consciente para combater esta desinformação”.

Na perspetiva de Buckley, “não é algo que o Governo português ou o seu público deva ignorar”. Embora não seja solução mágica para o problema, o investimento em literacia mediática ajudará a proteger o público dos efeitos prejudiciais das campanhas de desinformação da Rússia, propõe. Carapinha também alerta que Portugal não tem dado devida atenção a estas fragilidades, “enquanto democracia e sociedade”, perante a influência de outros atores externos.

O estudo mostra que a atividade que anteriormente se concentrava na Europa foi alargada a África, sobretudo à região do Sahel. “Não é coincidência a influência que as redes sociais no Sahel estão a ter a favor da Rússia”, observa o consultor da VisinWare e subcoordenador do VisionWare Threat Intelligence Center.

A perceção das pessoas, a máxima da guerra cognitiva, está também ali a ser influenciada, para ganhos geopolíticos. Apesar de admitir que as campanhas de desinformação e manipulação acontecem em todo o mundo, e que os seus diversos autores têm os mais antagónicos objetivos, Carapinha identifica a Rússia e a China como países que “olham para Portugal como alvo apetecível”.

A permeabilidade das sociedades a estes conteúdos é também fruto de uma polarização crescente, assegura o perito. “Às vezes, as pessoas veem coisas que sabem que não são verdade e simplesmente não se interessam pela verificação de factos, porque aquilo coincide com as suas ideias. A sociedade está tão fragmentada e extremada que as pessoas não querem saber do que as contraria.” O aviso fica dado: “Há interesse em manipular a sociedade portuguesa. Há interesse em que as pessoas tenham visões distintas, para corroer as sociedades por dentro.”

 

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E como se não bastasse essa churrascada do Ergue-te no Martim Moniz a malta do ADN foi armar confusão na casa ocupada em Ermesinde, mesmo não tendo autorização de manifestação por parte da Câmara Municipal.

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Citação de Lebohang, há 6 minutos:

E como se não bastasse essa churrascada do Ergue-te no Martim Moniz a malta do ADN foi armar confusão na casa ocupada em Ermesinde, mesmo não tendo autorização de manifestação por parte da Câmara Municipal.

https://www.cmjornal.pt/cmtv/videos/detalhe/adn-manifesta-se-junto-a-casa-de-mulher-ameacada-pelos-vizinhos-em-ermesinde

Parece um sketch com a Joana Amaral Dias toda recauchutada e os velhos de óculos de sol atrás.

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"Gente que veio do Algarve!". É impossível não rir com isto tudo.

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Citação de Su1, há 5 minutos:

"muitas vieram do Algarve"

Lindo. Estamos no Algarve e está bom tempo. Onde vamos? Ermesinde.

Toda a gente sabe que Ermesinde é a terra das gajas boas. 

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