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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Nos arredores imediatos de Braga ainda há das legislativas e é claro que tinham de ser do Chega.

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O Algarve ainda está cheio daqueles pequenos do cabeça de geleia

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Citação de kareca, há 1 hora:

O Algarve ainda está cheio daqueles pequenos do cabeça de geleia

É por todo o país infelizmente

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Eles depois das autárquicas ainda tiveram a lata de acusar o Livre de não tirar os cartazes cá na Feira.
Vais a qualquer lado e estão cheios de cartazes do Chega dessa altura ainda.

E o Livre tinha tirado todos excepto a meia dúzia de  mupis permanentes 😅

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“Uma espécie de escuteiros” nas Forças Armadas: militares arrasam proposta da AD

“Uma inutilidade”, “dar oxigénio a um corpo morto”, “um remendo”, “um bocado ridículo, face à dimensão do problema”, “uma coisa da Segurança Social para indigentes”: estas são apenas algumas das frases utilizadas por ex-altos responsáveis militares ouvidos pelo PÚBLICO sobre o programa Defender Portugal, apresentado pelas bancadas parlamentares do PSD e do CDS-PP como recomendação ao Governo.

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Expliquem-me aí o SIRESP como se eu fosse muito burro sff.

Que raio é o SIRESP para, depois de tantos anos de implementação e sem funcionar direito, vá agora precisar de mais 10 anos e sei lá mais quantos milhões para ficar operacional?

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Citação de Lebohang, há 1 hora:

“Uma espécie de escuteiros” nas Forças Armadas: militares arrasam proposta da AD

“Uma inutilidade”, “dar oxigénio a um corpo morto”, “um remendo”, “um bocado ridículo, face à dimensão do problema”, “uma coisa da Segurança Social para indigentes”: estas são apenas algumas das frases utilizadas por ex-altos responsáveis militares ouvidos pelo PÚBLICO sobre o programa Defender Portugal, apresentado pelas bancadas parlamentares do PSD e do CDS-PP como recomendação ao Governo.

E ainda vai obrigar a alocar pessoal e recursos a tomar conta de pessoal que só lá vai para os 400€ e a carta.

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Eu ontem fui à baixa do Porto de manhã, dia de cortejo da queima das fitas e ri-me sozinho. Num viaduto estavam várias tarjas que diziam "jornalismo", "FBAUP", "Católica - Direito", "Vota António Filipe".

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Citação de Augusto, há 22 minutos:
Spoiler

Batalhas inventadas, citação de documentários que nunca foram feitos, datas trocadas e outras obliteradas, narrativas falsas, ou contraditórias, sendo que as contradições variam conforme a língua usada. Um consórcio de investigação internacional analisou a forma como o ChatGPT apresenta a história sobre a Guerra do Vietname, as guerras na Jugoslávia, as guerras coloniais que envolveram Portugal e o hoje vulgarmente designado conflito Israel-Palestina. Face ao que encontraram, dois dos investigadores que integram o grupo pedem medidas urgentes ao Governo e ao Parlamento portugueses.

Dizem que “cada ano que passa sem intervenção resulta num novo conjunto de estudantes cuja compreensão histórica pode incluir cada vez mais conteúdos fictícios gerados por estes sistemas” de inteligência artificial (IA), num contexto em que é reconhecida a entrada em força da mesma na vida dos estudantes.

Referem a falta de estudos quer sobre a dimensão da sua utilização, quer sobre “o seu impacto na aprendizagem histórica”. Mas citam, a título ilustrativo, um estudo da Associação Académica de Coimbra que revelou que 80% dos estudantes da universidade utilizam ferramentas de IA no seu quotidiano.

Os autores do artigo que lança estes alertas são Nuno Moniz, da Universidade de Notre-Dame, nos Estados Unidos, e Miguel Cardina, do Centro de Estudos Sociais, da Universidade de Coimbra. O consórcio internacional integra ainda Atalia Omer e Peter Cajka (Universidade de Notre-Dame), Jasna Ćurković Nimac e Tomislav Anić (Universidade Católica da Croácia) e Silvana Mandolessi (KU Leuven, Bélgica).

A equipa fez aquela que é descrita como “a primeira análise sistemática de como os sistemas de IA apresentam informação histórica, examinando mais de 3500 exemplos de conversação, em sete línguas, referentes a quatro conflitos internacionais”. As descobertas “revelam problemas sistemáticos, como conteúdo fabricado e distorções cronológicas”. Por exemplo, “a Operação Nó Górdio, em Moçambique, foi colocada em 1964 em vez de 1970; a independência da Guiné-Bissau em 1973 foi omitida”.

Os investigadores encontraram ainda “viés devido à influência da língua prevalente nos dados de treino e vulnerabilidades ao nível da manipulação do conteúdo apresentado”. A natureza do funcionamento do ChatGPT, explicam, “gera uma 'História escrita por dados' em que a maior quantidade de informação numa determinada língua pode condicionar a natureza de narrativas noutras línguas”. Por exemplo, mesmo as consultas em língua vietnamita sobre a Guerra do Vietname mostraram a predominância de perspectivas que seriam comuns nos Estados Unidos da América.

Considerando que “os alunos do nosso sistema educativo já utilizam sistemas com base em IA para adquirir informação e aprender História” e que “esta transformação não tem passado despercebida em debates públicos recentes em Portugal”, Moniz e Cardina afirmam que as implicações da aprendizagem da história escrita por LLM (modelos concebidos para gerar linguagem semelhante à humana) “podem ser mais rápidas e profundas do que o estimado”. Com um enorme impacto na capacidade de as futuras gerações compreenderem o seu passado e “participarem por inteiro numa sociedade democrática”.

Lembram que “os sistemas de IA funcionam dinamicamente, estabelecendo padrões de autoridade falsos que se tornam cada vez mais difíceis de abordar uma vez enraizados em contextos educacionais e culturais”. Pelo que “a eficácia das intervenções diminui à medida que estes padrões se normalizam entre os utilizadores e podem mesmo, em última análise, vir a ser integrados em materiais educativos legítimos”.

Três recomendações

O que sugerem os investigadores ao Governo e à Assembleia da República? Três propostas: “Um grupo de trabalho encarregado da discussão e desenvolvimento de recomendações sobre uso de IA e as suas ferramentas no ensino básico e secundário.” Devem ser desenvolvidos e distribuídos “recursos de formação profissional” para docentes e o tema deve ser integrado nos programas de formação inicial.

Soubemos recentemente que pouco mais de metade dos professores de ensino superior em Portugal diz usar IA no ensino, mas apenas 17% o fazem com base em políticas institucionais”, recordam. “A experiência internacional é igualmente ilustrativa. Num estudo recente, a maioria dos educadores nos Estados Unidos da América (60%) expressou preocupação com a falta de directrizes dos seus distritos sobre como a IA deve ser utilizada na sala de aula.”

Ou seja, a IA está a ser usada muitas vezes sem que haja uma reflexão sobre o potencial destas ferramentas. “Em que condições, com que supervisão e quando não é recomendada a sua utilização no âmbito educativo”, é algo que deve ser alvo de discussão, bem como “os métodos de avaliação e a sua eficácia à luz da utilização crescente destas ferramentas por parte de alunos”.

Em segundo lugar, os autores sublinham a necessidade de as instituições de ensino superior desenharem e implementarem ”recomendações sobre o uso de IA, identificando as suas potencialidades, alertando para o perigo das distorções e do seu uso indevido”.

Em terceiro, defendem que se aloquem recursos para criar uma linha de financiamento público para “desenvolver investigação que reforce a capacidade do sistema de educação nacional compreender e enfrentar criticamente os desafios trazidos pela utilização de informação e de recursos mediados por sistemas de IA”.

Terminam chamando “a atenção do Governo, dos representantes nacionais e das instituições responsáveis” para o seguinte: “Além da acção urgente ao nível do sistema educativo, será importante considerar também outras possíveis implicações desta tecnologia e o seu potencial impacto na nossa sociedade.” Todos devem “reconhecer como estas ferramentas podem ser exploradas através da manipulação e inserção de dados”, a investigação existente “já revelou como as narrativas históricas mediadas por IA podem ser manipuladas através da inserção direccionada de dados, particularmente em línguas com menor disponibilidade de dados”. A língua portuguesa é uma dessas línguas, o que significa maior vulnerabilidade.

 

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Citação de rcoelho14, há 2 horas:
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Batalhas inventadas, citação de documentários que nunca foram feitos, datas trocadas e outras obliteradas, narrativas falsas, ou contraditórias, sendo que as contradições variam conforme a língua usada. Um consórcio de investigação internacional analisou a forma como o ChatGPT apresenta a história sobre a Guerra do Vietname, as guerras na Jugoslávia, as guerras coloniais que envolveram Portugal e o hoje vulgarmente designado conflito Israel-Palestina. Face ao que encontraram, dois dos investigadores que integram o grupo pedem medidas urgentes ao Governo e ao Parlamento portugueses.

Dizem que “cada ano que passa sem intervenção resulta num novo conjunto de estudantes cuja compreensão histórica pode incluir cada vez mais conteúdos fictícios gerados por estes sistemas” de inteligência artificial (IA), num contexto em que é reconhecida a entrada em força da mesma na vida dos estudantes.

Referem a falta de estudos quer sobre a dimensão da sua utilização, quer sobre “o seu impacto na aprendizagem histórica”. Mas citam, a título ilustrativo, um estudo da Associação Académica de Coimbra que revelou que 80% dos estudantes da universidade utilizam ferramentas de IA no seu quotidiano.

Os autores do artigo que lança estes alertas são Nuno Moniz, da Universidade de Notre-Dame, nos Estados Unidos, e Miguel Cardina, do Centro de Estudos Sociais, da Universidade de Coimbra. O consórcio internacional integra ainda Atalia Omer e Peter Cajka (Universidade de Notre-Dame), Jasna Ćurković Nimac e Tomislav Anić (Universidade Católica da Croácia) e Silvana Mandolessi (KU Leuven, Bélgica).

A equipa fez aquela que é descrita como “a primeira análise sistemática de como os sistemas de IA apresentam informação histórica, examinando mais de 3500 exemplos de conversação, em sete línguas, referentes a quatro conflitos internacionais”. As descobertas “revelam problemas sistemáticos, como conteúdo fabricado e distorções cronológicas”. Por exemplo, “a Operação Nó Górdio, em Moçambique, foi colocada em 1964 em vez de 1970; a independência da Guiné-Bissau em 1973 foi omitida”.

Os investigadores encontraram ainda “viés devido à influência da língua prevalente nos dados de treino e vulnerabilidades ao nível da manipulação do conteúdo apresentado”. A natureza do funcionamento do ChatGPT, explicam, “gera uma 'História escrita por dados' em que a maior quantidade de informação numa determinada língua pode condicionar a natureza de narrativas noutras línguas”. Por exemplo, mesmo as consultas em língua vietnamita sobre a Guerra do Vietname mostraram a predominância de perspectivas que seriam comuns nos Estados Unidos da América.

Considerando que “os alunos do nosso sistema educativo já utilizam sistemas com base em IA para adquirir informação e aprender História” e que “esta transformação não tem passado despercebida em debates públicos recentes em Portugal”, Moniz e Cardina afirmam que as implicações da aprendizagem da história escrita por LLM (modelos concebidos para gerar linguagem semelhante à humana) “podem ser mais rápidas e profundas do que o estimado”. Com um enorme impacto na capacidade de as futuras gerações compreenderem o seu passado e “participarem por inteiro numa sociedade democrática”.

Lembram que “os sistemas de IA funcionam dinamicamente, estabelecendo padrões de autoridade falsos que se tornam cada vez mais difíceis de abordar uma vez enraizados em contextos educacionais e culturais”. Pelo que “a eficácia das intervenções diminui à medida que estes padrões se normalizam entre os utilizadores e podem mesmo, em última análise, vir a ser integrados em materiais educativos legítimos”.

Três recomendações

O que sugerem os investigadores ao Governo e à Assembleia da República? Três propostas: “Um grupo de trabalho encarregado da discussão e desenvolvimento de recomendações sobre uso de IA e as suas ferramentas no ensino básico e secundário.” Devem ser desenvolvidos e distribuídos “recursos de formação profissional” para docentes e o tema deve ser integrado nos programas de formação inicial.

Soubemos recentemente que pouco mais de metade dos professores de ensino superior em Portugal diz usar IA no ensino, mas apenas 17% o fazem com base em políticas institucionais”, recordam. “A experiência internacional é igualmente ilustrativa. Num estudo recente, a maioria dos educadores nos Estados Unidos da América (60%) expressou preocupação com a falta de directrizes dos seus distritos sobre como a IA deve ser utilizada na sala de aula.”

Ou seja, a IA está a ser usada muitas vezes sem que haja uma reflexão sobre o potencial destas ferramentas. “Em que condições, com que supervisão e quando não é recomendada a sua utilização no âmbito educativo”, é algo que deve ser alvo de discussão, bem como “os métodos de avaliação e a sua eficácia à luz da utilização crescente destas ferramentas por parte de alunos”.

Em segundo lugar, os autores sublinham a necessidade de as instituições de ensino superior desenharem e implementarem ”recomendações sobre o uso de IA, identificando as suas potencialidades, alertando para o perigo das distorções e do seu uso indevido”.

Em terceiro, defendem que se aloquem recursos para criar uma linha de financiamento público para “desenvolver investigação que reforce a capacidade do sistema de educação nacional compreender e enfrentar criticamente os desafios trazidos pela utilização de informação e de recursos mediados por sistemas de IA”.

Terminam chamando “a atenção do Governo, dos representantes nacionais e das instituições responsáveis” para o seguinte: “Além da acção urgente ao nível do sistema educativo, será importante considerar também outras possíveis implicações desta tecnologia e o seu potencial impacto na nossa sociedade.” Todos devem “reconhecer como estas ferramentas podem ser exploradas através da manipulação e inserção de dados”, a investigação existente “já revelou como as narrativas históricas mediadas por IA podem ser manipuladas através da inserção direccionada de dados, particularmente em línguas com menor disponibilidade de dados”. A língua portuguesa é uma dessas línguas, o que significa maior vulnerabilidade.

 

Acho que é só preciso obrigar o chatgpt a incluir sempre no prompt "make no mistakes"

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Citação de Sandes., há 21 horas:

Acho que é só preciso obrigar o chatgpt a incluir sempre no prompt "make no mistakes"

"You are a senior software engineer, you are great, you got this, you make no mistakes"

images?q=tbn:ANd9GcS3M5nz-hoyGfBmgILwuGH

 

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Citação de Plagio o Original, há 4 horas:

"You are a senior software engineer, you are great, you got this, you make no mistakes"

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Bom, e novidades? 

Pois a concertação social ter chumbado novamente a proposta de mudança da Lei Laboral já não é novidade para ninguém.

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Publicado (editado)

O papel da CIP em tentar meter a opinião pública contra os sindicatos com o circo de ontem.

Hoje foi isto:

Citação

“A UGT aceita propostas nos fóruns em que tem assento e não na comunicação social. Hoje ninguém apresentou aqui propostas", assegurou, referindo-se à conferência de imprensa realizada pela CIP na quarta-feira.

Citação

O presidente da CIP, Armindo Monteiro, confirmou que não entregou nenhuma proposta na reunião, mas garante que questionou directamente a UGT sobre se as cedências seriam suficientes para fechar um acordo. A resposta, lamentou, foi declaração escrita da central sindical onde foram elencados “mais de 20 pontos”.

Governo fecha negociações do pacote laboral sem acordo dos parceiros

Spoiler

Após nove meses, as negociações do pacote laboral terminaram sem acordo entre os parceiros sociais, anunciou a ministra do Trabalho nesta quinta-feira, no final da reunião da Comissão Permanente de Concertação Social. Rosário Palma Ramalho responsabilizou a UGT pelo desfecho e acusou a central sindical de "intransigência".

O anteprojecto apresentado em Julho do ano passado será agora transformado numa proposta de lei, “enriquecida” com alguns contributos dos parceiros, que será enviada para o Parlamento, acrescentou a governante.

“Encerrámos na reunião de hoje o processo de negociação relativo ao anteprojecto Trabalho XXI. Infelizmente, não foi possível chegar a um acordo, apesar de todo o esforço que o Governo fez”, afirmou a ministra no final da reunião que decorreu no Palácio das Laranjeiras, em Lisboa.

Rosário Palma Ramalho garantiu que o Governo, assim como outros parceiros, fez “inúmeras cedências” ao longo de todo o processo e responsabilizou a UGT pelo desfecho a que se chegou. “Um dos parceiros revelou-se absolutamente intransigente”.

Questionada sobre a disponibilidade da Confederação Empresarial de Portugal (CIP) para ceder nalguns pontos e se o Governo também aceitaria ceder para conseguir o acordo da UGT, a ministra foi lacónica: "Todas as negociações têm um fim. Neste caso, o fim foi hoje. Nem a CIP apresentou propostas concretas, nem a UGT apresentou propostas concretas, portanto não havia o que transaccionar".

Agora, acrescentou, "esta decisão final" será levada ao primeiro-ministro e "o Governo vai avaliar muito rapidamente o passo seguinte" que será a transformação do anteprojecto numa proposta de lei que seguirá para o Parlamento.

“O Governo, apesar de não se ter chegado a acordo, considera que estes nove meses foram frutíferos no sentido em que nos permitiram amadurecer o conteúdo do projecto inicial. Portanto, o Governo vai aprovar algo parecido com o projecto inicial, mas enriquecido com os contributos que consideramos que se retirou deste processo”, afirmou, sem desvendar o que poderá ser incluído.

Mário Mourão, líder da UGT, deixou claro que as propostas da UGT “foram entregues no devido tempo” e “não obtiveram o consenso das partes que estavam a negociar”, devolvendo as acusações de intransigência ao Governo e aos empregadores.

Já sobre a abertura da CIP, anunciada na quarta-feira, para ceder em pontos como o banco de horas, a reintegração após despedimento ilícito ou no outsourcing, Mourão garante que não foi entregue nenhum documento escrito.

“A UGT aceita propostas nos fóruns em que tem assento e não na comunicação social. Hoje ninguém apresentou aqui propostas", assegurou, referindo-se à conferência de imprensa realizada pela CIP na quarta-feira.

Apesar de a UGT não ter feito novas propostas, entregou uma declaração para constar na acta da reunião com os aspectos da reforma laboral que considera “mais danosos”.

Entre eles estão a “eliminação da garantia da reintegração” após um despedimento ilícito; o banco de horas individual; a mudança de categoria com perda e retribuição por deferimento tácito da Autoridade para as Condições de Trabalho; a não aplicação das convenções colectivas aos trabalhadores em outsourcing; a eliminação da arbitragem para apreciar o fundamento de denúncia das convenções colectivas; a “generalização” dos serviços mínimos durante a greve ou as “restrições” à actividade sindical nas empresas sem trabalhadores filiados.

A “manutenção das regras que potenciam o aumento da duração dos contratos a termo e alargam os fundamentos à sua celebração” é outro dos pontos considerado crítico.

O presidente da CIP, Armindo Monteiro, confirmou que não entregou nenhuma proposta na reunião, mas garante que questionou directamente a UGT sobre se as cedências seriam suficientes para fechar um acordo. A resposta, lamentou, foi declaração escrita da central sindical onde foram elencados “mais de 20 pontos”.

 

Editado por rcoelho14
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Quando a UGT, que é o grupo sindical mais brandinho, está assim, imagino se estivesse lá a CGTP

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Lmao, coitadinho do Armindo, saiu aziado. Chora menos, palhaço.

Citação

A ministra rejeitou também que a reforma laboral retire qualquer direito aos trabalhadores, afirmando mesmo que "houve muita desinformação associada a este processo" e que não corresponde à realidade: "Esta reforma tem vários objetivos, mas um desses objetivos é o reforço de garantias dos trabalhadores a variadíssimos níveis". Por exemplo, nas licenças de parentalidade, na possibilidade de usar o banco de horas e no aumento das indemnizações.

Lol. Oh Tozé, faz um favor à malta e carrega no botão vermelho para não andarmos mais 1 ou 2 anos com isto...

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O Zeca da CIP foi logo a correr para as televisões falar "mal" da UGT, a Ministra foi dar uma entrevista "2 em 1" - primeiro na SIC e uma hora depois na SICn - a puxar o lustre do pacote laboral.

Até o advogado de óculos que faz o "Antes pelo contrário" com o Pedro Delgado Alves, para "defender" este pacote laboral foi buscar o Bangladesh e que este pacote laboral traria mais dignidade aos imigrantes que trabalham no Alentejo - muito melhor que no país de origem deles.

Sinceramente, o Pacote Laboral já está no forno faz 9 meses, não faz nenhum mal estar em lume brando mais uns mesitos. É da maneira que salta a carapuça a mais pessoal da direita e o Ventura se torna muito mais comunista que o PCP e, quem sabe, do Partido Comunista Chinês.

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Publicado (editado)

o que o governo deste país e os seus apoiantes gostavam mesmo, mas mesmo, era que não houvesse sindicatos, que não existissem pessoas a ousar pôr em causa a competência, imparcialidade e objetividade do dr montenegro a atacar os problemas estruturais do país que governa, e, pelo caminho, já agora, que nenhuma dessas pessoas tenha um tom de pele diferente do dr leitão amaro e não ouse celebrar o ramadão no território do sr conde carlos moedas

Editado por Pavel

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Associações só empresariais; de trabalhadores é comunismo 

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Isto do Volta é uma treta pegada. Eu faço reciclagem há decadas, e agora até resíduos alimentares separo, porque vivo numa cidade que os recolhe. Mas acabo, como toda a gente na mesma situação, "punido" da mesma forma como quem até aqui não fazia.

Far-me-ia sentido um modelo de recompensa, não de tara. Quem quiser ir entregar as garrafas nas máquinas, ganha os 0.10€ na mesma, pagos pelo Estado, por exemplo. De certeza que haverá aí fundos europeus relacionados com o ambiente que podiam ser canalizados para isto.

Das coisas que mais me irrita é ver o cidadão cumpridor a ser penalizado. E acontece em muitas coisas, este imposto encapotado é só mais uma.

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Eu se quiser reciclar tenho que fazer 6km para encontrar um contentor que não seja de lixo comum. Obviamente que estou feliz com esta medida porque vão utilizar o dinheiro que fazem para colocar ecopontos em zonas mais rurais, porque tudo isto é feito em prol do ambiente, com certeza!

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Citação de Carson Wentz, há 1 minuto:

Eu se quiser reciclar tenho que fazer 6km para encontrar um contentor que não seja de lixo comum. Obviamente que estou feliz com esta medida porque vão utilizar o dinheiro que fazem para colocar ecopontos em zonas mais rurais, porque tudo isto é feito em prol do ambiente, com certeza!

Mas aí é que está: se não fazes 6km para ir reciclar, será que vais fazer sei lá quantos para levar a "tralha" toda para o supermercado e colocar as garrafas uma a uma na máquina?

Claro que teres eocpontos tão longe de ti é um problema, que obviamente tira logo a vontade. E parte da solução passaria por aí, tornar isto mais acessível a todos.

Não acho que esta seja a melhor solução, de todo. E sou sincero, não estou a ver-me a andar com as garrafas para o supermercado e ficar lá a enfiar as garrafas.

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