Ticampos Publicado Julho 12 Citação de depina, há 1 hora: Numa próxima remodelação do Governo, o Bugalho assume um ministério, isso é certinho. Ele já anda farto de Bruxelas. Compartilhar este post Link para o post
Pavel Publicado Julho 12 percebeu que lá a malta é condenada por violência doméstica e que não podia continuar a dar na tromba ás companheiras 2 1 1 Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado Julho 13 Muito curioso para ver o processo de revisão de notas. Compartilhar este post Link para o post
Abraxas Publicado Julho 13 Citação de Scirea, Em 10/07/2026 at 19:32: Depois de ler sobre as medidas anunciadas só posso concluir que isto é mesmo para tentar que os proprietários das milhares de casas que estão fechadas por este país fora, sintam confiança de que agora sim as podem colocar no mercado porque podem ganhar dinheiro a seu belo prazer e se algo corre mal mandam o inquilino embora em dois tempos. Se isto for assim e realmente aparecerem as casas todas que estão fechadas (em Lisboa por exemplo é uma coisa pornográfica) pode ser "bom" porque vão realmente surgir muitas casas novas no mercado, o problema poderá ser que não vão satisfazer a procura que existe, seja aqui seja nos concelhos limítrofes, periferia ou já além disso. De qualquer modo, é para lixar o inquilino mas a isso a AD já nos habituou desde o inicio. Estas medidas de facilitar o despejo incluem também os velhotes que tem rendas pequenas dos tempos antigos? O meu tio vivia numa casa do Prior Velho por 50-100€ de renda, e sei que ainda há muitas pessoas assim. Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado Julho 13 Citação Almada é o aviso: planear deixou de ser uma escolha Como chegaram os reservatórios a 10% da sua capacidade sem nada se fazer? Há nove concelhos com nove sistemas e um quarto da água perde-se antes de chegar à torneira. Ao ritmo que reabilita as condutas, seriam necessários mais de 330 anos para renovar a rede de Almada. Se o crescimento paga IMI, IMT e taxas, parte da receita tem de ir para as infraestruturas. Esta crise não foi consequência das alterações climáticas, mas a água será um bem mais escasso e disputado. Portugal nunca planeou. A margem de erro acabou Almada vive há semanas faltas de água sem aviso prévio, sobretudo na Costa da Caparica, mas também no Monte da Caparica e no Feijó, afetando moradores, creches, centros de saúde e comerciantes quando a época balnear multiplica a procura. Os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Almada (SMAS) admitem que a procura diária supera a água captada nos furos existentes e prometem estabilizar o abastecimento com novas captações. Mas os dados entretanto conhecidos mostram que não foi a falta de água no aquífero nem uma súbita manifestação das alterações climáticas que secou as torneiras. Foi um sistema deixado chegar ao limite pela falta de manutenção e planeamento. A errática comunicação de Inês de Medeiros acompanhou a desorientação dos serviços. Primeiro foram as alterações climáticas. Depois as ligações ilegais. Mais tarde, uma rutura de grande dimensão. Pelo meio, o presidente dos SMAS garantiu que o problema estaria resolvido numa sexta-feira que já passou há mais de uma semana. Nenhuma destas explicações responde à pergunta essencial: como se deixou que os reservatórios descessem até cerca de 10% da sua capacidade sem restrições programadas, sem aviso às populações e sem um plano que protegesse serviços essenciais e a restauração que vive destes meses? Há ligações clandestinas em bairros precários e devem ser fiscalizadas e punidas. Mas, num concelho com perto de 200 mil habitantes, não foram mil casas que esvaziaram os reservatórios, como os “portugueses de bem” rapidamente tentaram fazer crer e a presidente da Câmara também insinuou. Sobretudo quando a rede perde, antes de chegar às torneiras, cerca de um terço da água que recebe. Transformar as barracas, produto de uma crise de habitação que o Estado deixou crescer, em bode expiatório de décadas de desinvestimento é muito pouco digno. Portugal deu, após o 25 de Abril, um salto na infraestruturação do território através do poder local. Foram as câmaras que levaram água, saneamento e eletricidade a um país que não os tinha. Em Almada e nos outros oito municípios da Península de Setúbal, isso significou décadas de autonomia por captação local em furos próprios, com sucessivo adiamento da integração na rede estruturante em alta da Águas de Portugal. Defender o controlo local de um bem comum é compreensível e explicou porque os comunistas, antes dos socialistas, resistiram à integração no sistema. O reverso desta opção foi a incapacidade histórica de modernizar a rede subterrânea, aumentar a reserva e criar redundâncias com sistemas vizinhos. Porque não chega resistir a riscos de empresarialização, é preciso cuidar do que é público. Tudo seria menos frágil se a água fosse gerida de forma integrada. Os aquíferos do sistema Tejo-Sado não conhecem fronteiras municipais, mas a gestão trata-os como se conhecessem. Nove concelhos com quase um milhão de habitantes correspondem a nove sistemas sem redundância entre si. Se um falha, os outros não conseguem acudir. Seria como Portugal recusar a ligação elétrica a Espanha e ficar às escuras sempre que a produção nacional não chegasse. Uma coisa é defender a gestão pública. Outra é confundir gestão pública com isolamento municipal em nove capelinhas que não comunicam. Não houve um poder local 2.0, capaz de transformar a infraestrutura de emergência dos anos 70 e 80 num sistema pensado para as próximas décadas, e de resolver o essencial antes de se tornar urgente. Com a chegada do PS à Câmara de Almada, os investimentos continuaram aquém do ritmo de degradação da rede. Nas grandes escolhas que aqui importam — tratar a água como recurso finito, travar o crescimento onde a infraestrutura não aguenta, planear em vez de reagir —, as esquerdas, nas suas várias versões, não se distinguiram da direita. O QUE NÃO SE VÊ Em Almada, 33,4% da água não é faturada, contra uma média continental de 26,5%. A água não faturada inclui erros de medição, consumos municipais como os das escolas e dos bombeiros e ligações ilegais. Mas, regra geral, cerca de dois terços deste desperdício são fugas físicas. Ou seja, um quarto de toda a água perde-se nos canos antes de chegar à torneira. Água tratada e finita que desaparece debaixo da terra. Almada reabilita apenas 0,3% das condutas por ano, quando a média nacional está nos 0,5%. A banda de investimento defendida pela ERSAR é de de 1% a 4%, com o valor de referência nos 2%, um número que resulta das contas à vida útil dos materiais usados. A este ritmo, seriam necessários mais de 330 anos para renovar toda a rede em Almada e 200 na maioria dos nossos concelhos. Na Península de Setúbal, a Moita perde 42,4% da água, Barreiro e Setúbal mais de 32%, o Seixal 29,1%. Portugal construiu redes, mas nunca criou um modelo estável para as conservar. É a imagem da nossa relação com a infraestrutura, principalmente a que não se vê: usamos até rebentar e chamamos emergência ao que foi escolha durante décadas. Almada tem cerca de 877 quilómetros de condutas. Para cumprir a taxa mínima de renovação, teria de substituir pouco mais de 13 quilómetros por ano, num investimento que não andaria longe dos cinco milhões de euros anuais. Não é pouco. Mas também não é uma impossibilidade num município cuja população cresceu 16% e o consumo 19% numa década, enquanto o investimento executado pelos SMAS caiu para menos de metade entre 2015-2017 e 2019-2021. Nos últimos dez anos não se construíram novos reservatórios e o número de roturas nas condutas adutoras duplicou. O DINHEIRO DO CRESCIMENTO TEM DE RESPONDER AO CRESCIMENTO O padrão é sempre o mesmo: identifica-se um motor de crescimento, declara-se intocável e, na melhor das hipóteses, planeia-se a infraestrutura para a média, nunca para o pico. Na Costa da Caparica, o afluxo sazonal multiplica em poucas semanas o consumo de água. Mais população flutuante, mais piscinas a encher, mais procura hoteleira e de restauração, sobre uma rede dimensionada para uma população residente estável. Os novos registos de Alojamento Local em Almada duplicaram entre 2024 e 2025 e a Costa da Caparica lidera essa expansão. A segunda galinha dos ovos de ouro, depois do turismo, é o imobiliário. A crise de habitação e a falta de planeamento empurraram décadas de expansão urbana para a periferia e para as Áreas Urbanas de Génese Ilegal, mal servidas por infraestruturas básicas. A isto juntam-se segundas habitações, construção dispersa e novos condomínios. Tudo pressiona a rede. Mas também gera IMI, IMT, taxas urbanísticas e licenciamento. Se o crescimento imobiliário engorda as receitas municipais, parte dessas receitas tem de pagar as infraestruturas que o tornam possível. Em dez anos, a receita de IMT da Câmara de Almada passou de pouco mais de seis milhões para quase 44 milhões de euros. O imobiliário, o turismo e o crescimento urbano não trouxeram apenas pressão sobre as infraestruturas. Trouxeram dezenas de milhões de euros aos cofres municipais. Se o crescimento paga IMI, IMT e taxas urbanísticas, parte desse dinheiro tem de pagar as condutas, os reservatórios e as redes. Investir na rede de água não pode ser desculpa para passar ainda mais despesas e taxas para o consumidor. Em concelhos menos turísticos e onde o imobiliário não está inflacionado pela proximidade a Lisboa, há um problema nacional de financiamento. Substituir todos os anos 2% das condutas de abastecimento e saneamento exigiria centenas de milhões de euros. Nos concelhos rurais, com populações dispersas e quilómetros de rede para servir poucas pessoas, a tarifa nunca chegará sem se tornar socialmente incomportável. É por isso que a água não pode depender apenas da fatura. Precisa de receitas municipais associadas ao crescimento, fundos nacionais e europeus e uma política pública que trate a manutenção como investimento, não como despesa invisível. ISTO VAI PIORAR É verdade que esta crise não foi consequência das alterações climáticas. Mas não nos enganemos em sentido oposto. Portugal viveu vários dos últimos dez anos em seca severa ou extrema e, no médio e longo prazo, a água será um bem mais escasso e disputado. É por isso que perder um terço da água captada é ambientalmente absurdo, economicamente ruinoso e moralmente injustificável. Não podemos pedir sacrifícios às populações enquanto deixamos fugir pelas condutas um recurso finito. Aconteceu agora na Península de Setúbal, mas se há concelhos com perdas nas condutas superiores a 70%. Vai repetir-se noutros lugares. Portugal nunca planeou a sério. Mas a margem de erro acabou. As alterações climáticas não explicam por que faltou água em Almada. Explicam por que já não podemos continuar a geri-la desta maneira. Não foi o clima que secou as torneiras. Foi aquilo que durante décadas não se viu, não se renovou e não se planeou. 3 Compartilhar este post Link para o post
Alonso. Publicado Julho 13 (editado) O novo decreto-lei da habitação traz um conjunto de alterações fiscais que vão impactar famílias, senhorios, investidores e compradores de imóveis. Entre as principais mudanças estão o IVA a 6% em certas obras de construção e reabilitação, uma tributação mais baixa para rendas consideradas moderadas, o aumento da dedução das rendas no IRS e novos benefícios para projetos de arrendamento habitacional. Ao mesmo tempo, o Governo agrava o IMT na compra de casas por não residentes, procurando direcionar mais imóveis para habitação permanente e arrendamento a preços acessíveis. https://www.doutorfinancas.pt/vida-e-familia/habitacao/medidas-fiscais-para-a-habitacao-o-que-muda-no-iva-irs-imt-e-arrendamento/ Editado Julho 13 por Alonso. Compartilhar este post Link para o post
kareca Publicado Julho 13 Props para o pessoal da Costa. Já há algum tempo que não via população assim ativamente a protestar fora das manifestações controladas. 2 Compartilhar este post Link para o post
Scirea Publicado Julho 13 (editado) Citação de Abraxas, há 1 hora: Estas medidas de facilitar o despejo incluem também os velhotes que tem rendas pequenas dos tempos antigos? O meu tio vivia numa casa do Prior Velho por 50-100€ de renda, e sei que ainda há muitas pessoas assim. Transição dos contratos antigos para o NRAU (Diário de Noticias) A transição dos contratos anteriores a 1990 para o Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU) passa a estar indexada à idade dos inquilinos e aos rendimentos anuais do agregado (tendo como referência o valor de 64.400 euros por ano): Inquilinos com menos de 65 anos: Rendimentos inferiores a 64.400 €/ano: O contrato transita para o NRAU, mas a renda antiga é salvaguardada e mantém-se inalterada por um período de 5 anos. Rendimentos superiores a 64.400 €/ano: O contrato transita e a renda pode ser atualizada até ao limite de 1/15 do Valor Patrimonial Tributário (VPT) do imóvel. Inquilinos com 65 ou mais anos: Rendimentos inferiores a 64.400 €/ano: O contrato não transita para o NRAU e a renda mantém-se protegida. Rendimentos superiores a 64.400 €/ano: O contrato também não transita, mas a renda pode ser atualizada para o equivalente a 1/15 do VPT. Citação O que significa a transição para o NRAU? As implicações desta transição para o NRAU podem ser significativas. Uma delas é que, findo os cinco anos, o valor da renda pode ser actualizado livremente pelo proprietário, e, neste caso, se o inquilino não puder pagar o valor actualizado, “será apoiado pelo Estado”, nomeadamente pelo Fundo de Emergência Habitacional, que será ainda criado, uma garantia dada nesta quinta-feira pelo ministro das Infra-Estruturas e da Habitação, Miguel Pinto Luz. O que implica a actualização em 1/15 do valor patrimonial tributário? Trata-se de uma actualização extraordinária, com base no valor fiscal dos imóveis, registado nas Finanças, que serve de referência para impostos como o IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis). O valor fiscal é calculado segundo um fórmula geral, que inclui a área do imóvel, a sua localização, a idade e a qualidade de construção. Como os imóveis têm sido reavaliados nos últimos anos, o VPT tem sofrido actualizações, mas, maioritariamente, para valores inferiores aos de mercado. No caso de imóveis antigos, a “travar” uma maior actualização dos valores está o coeficiente da idade dos imóveis e o da qualidade da construção. https://www.publico.pt/2026/07/10/economia/perguntaserespostas/mudar-rendas-antigas-2181233 Editado Julho 13 por Scirea Compartilhar este post Link para o post
Hammerfall Publicado Julho 13 Citação de Alonso., há 1 hora: O novo decreto-lei da habitação traz um conjunto de alterações fiscais que vão impactar famílias, senhorios, investidores e compradores de imóveis. Entre as principais mudanças estão o IVA a 6% em certas obras de construção e reabilitação, uma tributação mais baixa para rendas consideradas moderadas, o aumento da dedução das rendas no IRS e novos benefícios para projetos de arrendamento habitacional. Ao mesmo tempo, o Governo agrava o IMT na compra de casas por não residentes, procurando direcionar mais imóveis para habitação permanente e arrendamento a preços acessíveis. https://www.doutorfinancas.pt/vida-e-familia/habitacao/medidas-fiscais-para-a-habitacao-o-que-muda-no-iva-irs-imt-e-arrendamento/ e voltar a deduzir o meu CH para irs? Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado Julho 13 Citação de HappyKing, há 8 horas: Muito curioso para ver o processo de revisão de notas. Este aprendeu com o outro que mandou os motoristas do Ministério encher jerrycans com gasóleo durante o apagão. Compartilhar este post Link para o post
Scirea Publicado Julho 13 Citação de HappyKing, há 9 horas: Muito curioso para ver o processo de revisão de notas. Eu fico muito curioso em perceber como é que os professores corretores vão ter férias especialmente se a segunda fase continuar a ter estes problemas todos. É que as férias dos professores não podem ser móveis como as das outras profissões, não dá para marcar em outubro ou começar no fim de setembro e se porventura voltam os problemas e se juntam correções da segunda fase com a avalanche de revisões de prova que ai estão a vir, é para ter 2 semanas de férias e depois voltam as reuniões de inicio de ano? 2 Compartilhar este post Link para o post
JohnyM Publicado Julho 13 Citação de Scirea, há 1 hora: Eu fico muito curioso em perceber como é que os professores corretores vão ter férias especialmente se a segunda fase continuar a ter estes problemas todos. É que as férias dos professores não podem ser móveis como as das outras profissões, não dá para marcar em outubro ou começar no fim de setembro e se porventura voltam os problemas e se juntam correções da segunda fase com a avalanche de revisões de prova que ai estão a vir, é para ter 2 semanas de férias e depois voltam as reuniões de inicio de ano? O ministro dirá que é pouco prudente para os professores marcarem férias em agosto 2 Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado Julho 13 E, para além disso, vão receber férias não gozadas. 1 1 Compartilhar este post Link para o post
Abraxas Publicado Monday às 20:14 Citação de Scirea, há 2 horas: Eu fico muito curioso em perceber como é que os professores corretores vão ter férias especialmente se a segunda fase continuar a ter estes problemas todos. É que as férias dos professores não podem ser móveis como as das outras profissões, não dá para marcar em outubro ou começar no fim de setembro e se porventura voltam os problemas e se juntam correções da segunda fase com a avalanche de revisões de prova que ai estão a vir, é para ter 2 semanas de férias e depois voltam as reuniões de inicio de ano? Acho que a resposta é óbvia, qualquer responsável virá dizer estão a fazer a obrigação deles e é vestir a camisola. eu acho triste, acho que é o modos operandi para tudo, desde médicos, enfermeiros, bombeiros, professores, etc e acho que só mostra a falta de organização (e de querer saber). Acho também que passados tantos anos se deva fazer alguma coisa em relação à qualidade de vida de quem escolhe ser professor em Portugal. Compartilhar este post Link para o post
antifa Publicado Monday às 20:30 Essa história de andarem à procura de exames no lixo não me admira já que nos últimos dias os professores andam a receber poucas respostas para corrigir. De vez em quando lá caem 10 ou menos. Compartilhar este post Link para o post
Scirea Publicado Monday às 20:38 (editado) Citação de Abraxas, há 26 minutos: Acho também que passados tantos anos se deva fazer alguma coisa em relação à qualidade de vida de quem escolhe ser professor em Portugal. Um em cada cinco docentes (19,5%) tem sete ou mais turmas a cargo, havendo mesmo 4,2% dos professores com 11 ou mais turmas atribuídas (nestas percentagens não esquecer que conforme a carreira evolui a carga horária diminui e temos uma classe docente altamente envelhecida daí os valores). No privado facilmente tens professores com 11, 12 ou até 13 turmas e conheço professores em fim de carreira com 7/8 turmas. Com cada turma a ter entre 28 e 30 aluno é como disse o guterres e fazer as contas. Mais o número de disciplinas diferentes que é todo outro problema. Existe uma ideia de missão subjacente a todas essas profissões que falaste mas esperar que seja apenas isso que vai atrair pessoas para essas profissões é ser um iludido. A situação da falta de professores não está ainda resolvida e no próximo ano vão voltar as noticias portanto espero que não queimem jovens que estão a começar. Editado Monday às 20:41 por Scirea 1 Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado Monday às 21:08 Luís Neves construiu piscina e não pediu licença à Câmara – Observador Este aqui nunca mais sai disto. Agora todos os dias é uma história nova. Compartilhar este post Link para o post
challenger Publicado Tuesday às 08:02 Citação de HappyKing, há 10 horas: Luís Neves construiu piscina e não pediu licença à Câmara – Observador Este aqui nunca mais sai disto. Agora todos os dias é uma história nova. Obras em casa sem faturas e piscina sem licença. Não podia ser mais Português. Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado Tuesday às 08:05 Galp aumenta margens de refinação em 175%, à boleia do conflito no Médio Oriente, e prevê acordo com a Moeve na "segunda metade" de 2026 - Expresso Citação Entre abril e junho, a margem de refinação da petrolífera disparou mais de 175%, para 16,8 dólares por barril de petróleo equivalente, por comparação com o mesmo trimestre do ano passado, em que este valor não foi além dos 6,1 euros por barril Literalmente networking. 1 Compartilhar este post Link para o post
Ego Sum Publicado Tuesday às 08:17 Citação de Ghelthon, há 8 minutos: Galp aumenta margens de refinação em 175%, à boleia do conflito no Médio Oriente, e prevê acordo com a Moeve na "segunda metade" de 2026 - Expresso Literalmente networking. Isso é completamente normal e esperado. Outros países mais ricos dependiam do médio oriente para o petróleo -> ficando indisponível tiveram de se virar para outros players dos quais tipicamente não compram, tipo a Galp -> vendas e margens da Galp aumentam Mas soundbytes do Chega e afins será "LADRÕES, SEMPRE A AUMENTAR O COMBUSTÍVEL E A VIVER ÀS NOSSAS CUSTAS" Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado Tuesday às 08:48 Citação de Ego Sum, há 30 minutos: Isso é completamente normal e esperado. Outros países mais ricos dependiam do médio oriente para o petróleo -> ficando indisponível tiveram de se virar para outros players dos quais tipicamente não compram, tipo a Galp -> vendas e margens da Galp aumentam Mas soundbytes do Chega e afins será "LADRÕES, SEMPRE A AUMENTAR O COMBUSTÍVEL E A VIVER ÀS NOSSAS CUSTAS" E portanto os compradores habituais pagaram o mesmo preço de antes? Compartilhar este post Link para o post
El Colosso Publicado Tuesday às 08:49 Citação de Ticampos, Em 10/07/2026 at 00:06: Por acaso uma coisa em que já pensei numa eventualidade de 3º lugar, é a demissão do Montenegro de líder do partido. O Passos volta e é eleito líder do PSD. Alia-se ao CHEGA e forma uma geringonça de direita, possivelmente até pré-eleitoral. O Montenegro foi muito burro, com a história do não é não. Era para levar aquilo até ao fim ou mais valia estar calado. Foi comido de cebolada. Volto a dizer, o pessoal do PSD e da direita não sabe bem os anti-corpos que o Passos tem. Uma aliança do PSD com o Chega com o Passos na frente é coisa para o PS ganhar com maioria absoluta Citação de Ego Sum, há 34 minutos: Isso é completamente normal e esperado. Outros países mais ricos dependiam do médio oriente para o petróleo -> ficando indisponível tiveram de se virar para outros players dos quais tipicamente não compram, tipo a Galp -> vendas e margens da Galp aumentam Mas soundbytes do Chega e afins será "LADRÕES, SEMPRE A AUMENTAR O COMBUSTÍVEL E A VIVER ÀS NOSSAS CUSTAS" Nem é preciso ser do Chega, basta ver que a qualquer subida do petroleo o preço dispara mas quando ele baixa de forma significativa, vêm as justificações que a final quando compram, não é para agora mas sim para daqui a 2 meses e é por isso que não podem baixar o preço Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado Tuesday às 09:26 Citação de El Colosso, há 37 minutos: Nem é preciso ser do Chega, basta ver que a qualquer subida do petroleo o preço dispara mas quando ele baixa de forma significativa, vêm as justificações que a final quando compram, não é para agora mas sim para daqui a 2 meses e é por isso que não podem baixar o preço Pois. Explicações sem sentido. Compartilhar este post Link para o post
Che Publicado Tuesday às 10:04 A mão invisível apenas está a tirar das estradas quem não merece. Andem de autocarro. 1 Compartilhar este post Link para o post
Ticampos Publicado Tuesday às 10:10 (editado) Citação de El Colosso, há 1 hora: Volto a dizer, o pessoal do PSD e da direita não sabe bem os anti-corpos que o Passos tem. Uma aliança do PSD com o Chega com o Passos na frente é coisa para o PS ganhar com maioria absoluta Compreendo o que tu dizes, mas esse foi o mesmo argumento do poucochinho do Costa em relação ao Seguro e depois em 2015 foi o que se viu. A esquerda teve maioria, mas o PS ficou bastante longe dela. Uns meses antes o PS aparecia perto ou mesmo com maioria absoluta que não se concretizou. Acho que as pessoas de esquerda subestimam muito o apoio envergonhado no Passos. Tens que recuar a 1991 para veres um resultado melhor que o do Passos em 2011 no PSD e mesmo em 2015 ultra desgastado, teve melhor que a AD em todas as 4 eleições subsequentes. E é de realçar que no século XXI sem Passos, apenas em 2002 a "AD" chegou aos 40%. Editado Tuesday às 10:32 por Ticampos Compartilhar este post Link para o post