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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de whatever, há 3 horas:

O que é que levará alguém, para além do facciosismo, para se atravessar por um governo numa situação em que estão a morrer pessoas por manifesta incúria? É sempre fascinante.

Montenegro há ano e meio durante uma rábula absurda que meteu um portátil supostamente roubado e um ex-assessor barricado num gabinete: Luís Montenegro pede demissão da secretária-geral do SIRP e de João Galamba.

Montenegro hoje enquanto há oito mortes associadas à falta de assistência do INEMMontenegro defende que problemas no INEM não se resolvem com demissão da ministra.

O que levará alguém, para além do facciosismo, a atribuir as culpas destas mortes a um governo sem maioria que assumiu funções há 8 meses?

É assim que se faz?

Editado por Elvis
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Citação de Elvis, há 50 minutos:

O que levará alguém, para além do facciosismo, a atribuir as culpas destas mortes a um governo sem maioria que assumiu funções há 8 meses?

É assim que se faz?

E tomaram posse porquê? Porque é giro ser Governo e não assumir qualquer responsabilidade quando alguma coisa corre mal?

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Mayan pode ter falsificado assinaturas mas fez obra e isso é que importa para os cidadãos de Oeiras União de Freguesias de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde

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Citação de Elvis, há 57 minutos:

O que levará alguém, para além do facciosismo, a atribuir as culpas destas mortes a um governo sem maioria que assumiu funções há 8 meses?

Uau.

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Não há maior atestado de burrice que ser queque e ser apanhado em maroscas.

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Citação de Descartes, há 12 minutos:

E tomaram posse porquê? Porque é giro ser Governo e não assumir qualquer responsabilidade quando alguma coisa corre mal?

Não estou a dizer que estão totalmente isentos de culpas, principalmente ao nível da inoperância assim que ocorreu a primeira situação. Mas como é lógico, uma situação destas ocorre e chega a este ponto por um acumular de má gestão, não foi uma coisa do momento.
 

Citação de Ghelthon, há 5 minutos:

Uau.

Queres dizer alguma coisa, caixa de ressonância?

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Citação de Elvis, há 3 minutos:

Não estou a dizer que estão totalmente isentos de culpas, principalmente ao nível da inoperância assim que ocorreu a primeira situação. Mas como é lógico, uma situação destas ocorre e chega a este ponto por um acumular de má gestão, não foi uma coisa do momento.

Um acumular de má gestão é uma coisa. Uma coisa do momento é 8 mortes em 2 ou 3 dias devido a alegadas deficiências na resposta a emergências.

Mas claro que terás outra opinião. Calhou que as ocorrências devidas a um acumular de má gestão culminassem em 8 mortes nestes 2 ou 3 dias coincidindo com uma greve pré-anunciada mas que a Ministra alega não ter tido conhecimento.

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Citação de Elvis, há 1 hora:

O que levará alguém, para além do facciosismo, a atribuir as culpas destas mortes a um governo sem maioria que assumiu funções há 8 meses?

É assim que se faz?

O que levou a estas mortes não teve origem há 8 meses, teve origem num pré-aviso de greve enviado no dia 10 de Outubro que a ministra ignorou e materializou-se numa greve às horas extraordinárias que teve início no dia 30 de Outubro.

A ministra, por um lado, nem sequer foi capaz de responder ao pré-aviso de greve, quanto mais de negociar, e, por outro, não foi capaz de organizar as coisas no terreno que mitigassem a ausência de horas extraordinária por parte destes elementos do INEM que terão levado a que pelo menos oito pessoas tivessem morrido por falta de assistência.

Resumindo, não fez nada.

Mas mesmo que fosse um problema herdado, que não foi, a questão aqui não é a crónica falta de meios do INEM, oito meses não são suficientes para impedir que oito pessoas morram numa semana perfeitamente banal por falta de meios? Quantos meses mais seriam precisos até ao governo ser responsabilizado?

Editado por whatever
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Citação de Elvis, há 1 hora:

Queres dizer alguma coisa, caixa de ressonância?

Nada. Se não vês a incompetência por ti, nada que eu diga o vai fazer.

Mas já agora, diz aí qual é o prazo a partir do qual a culpa já pode ser atribuída ao Governo em funções, porque não estou a par dessa cartilha.

É que falar de fora é muito fácil. O Montenegro já disse no passado, sobre vários assuntos, que a solução é fácil. Que os problemas são previsíveis, e portanto a solução é fácil de aplicar. Agora que cá está, alguns desses problemas até pioraram. Mas é mais fácil colocar as culpas no passado, como os outros.

E, nisto de passar as culpas para o passado, não tarda a culpa é do Afonso ter batido na mãe.

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Citação de Elvis, há 6 horas:

Não estou a dizer que estão totalmente isentos de culpas, principalmente ao nível da inoperância assim que ocorreu a primeira situação. Mas como é lógico, uma situação destas ocorre e chega a este ponto por um acumular de má gestão, não foi uma coisa do momento.
 

Queres dizer alguma coisa, caixa de ressonância?

Esse raciocínio pode ser aplicado a tudo o que acontece em política. Para além disso, optaste por ignorar o HappyKing. E ainda vem falar de caixas de ressonância lmao

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Citação de Elvis, há 11 horas:

O que levará alguém, para além do facciosismo, a atribuir as culpas destas mortes a um governo sem maioria que assumiu funções há 8 meses?

É assim que se faz?

Quem lidera/gere, é que tem a responsabilidade por tudo o que se passa no País. Ou isto é como aquela situação dos putos, onde se aponta o dedo e se diz: "foi o fulano X que começou!". 

 Para isso, mais valia não terem tomado posse. Para governar é preciso tomates. 

Citação de Descartes, há 10 horas:

E tomaram posse porquê? Porque é giro ser Governo e não assumir qualquer responsabilidade quando alguma coisa corre mal?

Mas, toda a gente sabe que a culpa é do PS e da restante esquerda, que levaram o País para a ruína!

A Ministra da Saúde e a Ministra da Administração Interna já estão a dever dias... Aliás, a responsável pela tutela da Saúde deveria, antes de ter tomado posse, ter explicado as preocupações que foram levantadas após a entrega do seu relatório de licença sabática. E outros ministros, deveriam ser chamados a terreiro para explicarem algumas ações que adotaram durante a presidência de certas fundações que têm o estatuto de utilidade pública. 

Editado por Vaart10
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Citação de Descartes, há 15 horas:

Um acumular de má gestão é uma coisa. Uma coisa do momento é 8 mortes em 2 ou 3 dias devido a alegadas deficiências na resposta a emergências.

Mas claro que terás outra opinião. Calhou que as ocorrências devidas a um acumular de má gestão culminassem em 8 mortes nestes 2 ou 3 dias coincidindo com uma greve pré-anunciada mas que a Ministra alega não ter tido conhecimento.

Mas que a Secretária de Estado diz que sabia. 😄

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Citação de Elvis, há 17 horas:

O que levará alguém, para além do facciosismo, a atribuir as culpas destas mortes a um governo sem maioria que assumiu funções há 8 meses?

É assim que se faz?

Um governo que teve um pré-aviso de greve e que ignorou esse aviso. A Temido demitiu-se (e bem) quando teve um caso semelhante, esta ainda tem o cargo por algo que era perfeitamente evitável

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O mais engraçado é que há uns meses o PSD e a IL pediam a demissão de qualquer governante do PS pela mínima coisa. O sectarismo é f*dido. 

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Citação de whatever, há 16 horas:

O que levou a estas mortes não teve origem há 8 meses, teve origem num pré-aviso de greve enviado no dia 10 de Outubro que a ministra ignorou e materializou-se numa greve às horas extraordinárias que teve início no dia 30 de Outubro.

A ministra, por um lado, nem sequer foi capaz de responder ao pré-aviso de greve, quanto mais de negociar, e, por outro, não foi capaz de organizar as coisas no terreno que mitigassem a ausência de horas extraordinária por parte destes elementos do INEM que terão levado a que pelo menos oito pessoas tivessem morrido por falta de assistência.

Resumindo, não fez nada.

Mas mesmo que fosse um problema herdado, que não foi, a questão aqui não é a crónica falta de meios do INEM, oito meses não são suficientes para impedir que oito pessoas morram numa semana perfeitamente banal por falta de meios? Quantos meses mais seriam precisos até ao governo ser responsabilizado?

Achava que ia ser como as greves dos bananas dos médicos e dos enfermeiros. Lixou-se e bem.

Da parte dos médicos no INEM, sei que só faz turnos quem gosta muito mesmo da função, porque aquilo em termos monetários (e de condições de segurança de algumas viaturas) é uma miséria.

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Citação de lucho^, há 3 minutos:

Achava que ia ser como as greves dos bananas dos médicos e dos enfermeiros. Lixou-se e bem.

Da parte dos médicos no INEM, sei que só faz turnos quem gosta muito mesmo da função, porque aquilo em termos monetários (e de condições de segurança de algumas viaturas) é uma miséria.

Quem eu acho que se lixou e bem foram as pessoas que morreram, as suas famílias, os que foram atendidos tarde e, não tendo morrido, ficaram com sequelas evitáveis e ainda aqueles milhares que nem sequer tiveram resposta por parte do 112.

Mas isto é a maneira como eu vejo as coisas. Devo estar enganado. Tu conheces melhor a área e deves ter razão que quem se lixou a sério foi a ministra.

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Entretanto já aumentaram para 10 as mortes associadas a atrasos na resposta de emergência do INEM.

E só para complementar a refutação da ideia de que o problema vem do Governo anterior e se trata de uma acumulação de anos de má gestão, vale a pena lembrar o seguinte:

Em julho (há 4 meses) demitiu-se o Conselho Diretivo do INEM presidido por Luís Meira alegando falta de respostas do Ministério no caso da contratação dos helicópteros. Para o seu lugar foi nomeado, ainda em julho, Vítor Almeida. Este acabou por declinar a nomeação por considerar que não estavam reunidas as condições para ocupar o cargo. Foi então nomeado Sérgio Janeiro para ocupar o cargo, em regime de substituição, por 60 dias (que terminaram em setembro) enquanto decorre o respetivo concurso.

Ou seja, nos últimos 4 meses o INEM teve 3 presidentes e continua sem qualquer estabilidade em termos de liderança.

Raio do Governo do PS que deixou isto de pantanas e agora querem responsabilizar um Governo que só está em funções há 8 meses...

Editado por Descartes
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Citação de Descartes, há 3 horas:

Entretanto já aumentaram para 10 as mortes associadas a atrasos na resposta de emergência do INEM.

E só para complementar a refutação da ideia de que o problema vem do Governo anterior e se trata de uma acumulação de anos de má gestão, vale a pena lembrar o seguinte:

Em julho (há 4 meses) demitiu-se o Conselho Diretivo do INEM presidido por Luís Meira alegando falta de respostas do Ministério no caso da contratação dos helicópteros. Para o seu lugar foi nomeado, ainda em julho, Vítor Almeida. Este acabou por declinar a nomeação por considerar que não estavam reunidas as condições para ocupar o cargo. Foi então nomeado Sérgio Janeiro para ocupar o cargo, em regime de substituição, por 60 dias (que terminaram em setembro) enquanto decorre o respetivo concurso.

Ou seja, nos últimos 4 meses o INEM teve 3 presidentes e continua sem qualquer estabilidade em termos de liderança.

Raio do Governo do PS que deixou isto de pantanas e agora querem responsabilizar um Governo que só está em funções há 8 meses...

E já passou para 11.

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Citação de Lebohang, há 9 minutos:

Esse Pedro Sales tem a inteligência de um eucalipto 

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Como funciona o Alojamento Local noutras cidades europeias?

Amesterdão, Barcelona, Paris, Berlim, Londres têm regras sobre o Alojamento Local, umas mais restritivas que outras. Limitar o número de dias por ano que uma casa pode ser arrendada a turistas é uma das medidas mais frequentes

Como funciona o Alojamento Local noutras cidades europeias?

Amesterdão

Desde julho de 2020 que o alojamento local está proibido em três distritos do centro histórico da cidade. Nos locais onde é permitido, as casas só podem ser arrendadas por turistas um máximo de 30 dias por ano. É obrigatório ter licença, que é temporária.

Barcelona

Este ano foi anunciada a intenção de pôr fim a todos os alojamentos locais na cidade até 2028, não renovando as 10.101 licenças que atualmente existem. O objetivo, segundo o município, é fazer com que estas casas voltem para o mercado de habitação, tanto para venda como para arrendamento de longa duração.

Berlim

Não é preciso licença caso se coloque apenas um quarto (que represente menos de 50% da casa) em alojamento local. Mas para ter a casa inteira ou habitação secundária (num máximo de 90 dias por ano) é preciso autorização. As multas vão até €500 mil em caso de infração.

Londres

Os proprietários só podem disponibilizar a sua casa a turistas num máximo de 90 dias por ano. Ultrapassar esse limite sem pedir autorização à autarquia implica uma coima que vai até €24 mil.

Paris

A residência principal só pode estar em alojamento local num máximo de 120 dias por ano. É obrigatório ter licença e registo na câmara. Ter uma casa secundária em AL também é possível, mas complexo, uma vez que é necessário compensar a ‘saída’ dessa casa do mercado (por exemplo, transformando um espaço comercial em habitação). Caso os proprietários optem por arrendar as casas a pessoas em mobilidade (estudantes, estagiários, voluntários ou profissionais em missões temporárias), estas limitações não se aplicam.

Roma

Um proprietário individual pode ter até três alojamentos locais sem que seja considerado um negócio. A partir desse limite, é obrigatório registo como operação comercial. É exigido aos proprietários o pagamento da taxa turística e o município tem o poder de limitar o número de licenças em determinadas zonas.

https://expresso.pt/sociedade/2024-11-07-como-funciona-o-alojamento-local-noutras-cidades-europeias--6a32dc9a

Editado por kareca

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