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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Citação de Lebohang, há 15 horas:

Confesso que não conhecia isso mas está explicado o motivo pelo qual o Daniel Oliveira não suporta o SSP. 

O que me espanta é, a partir desse vídeo, alguém conseguir ver aí um KO. Eu só vejo um insulto gratuito.

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Citação de Che, há 1 hora:

Preciso de saber qual o círculo eleitoral no qual irá concorrer o Miguel Tiago para mudar a minha morada fiscal para uma garagem aleatória desse distrito. 

4 por Setúbal. 

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Rita Matias bem. Só quem vive em Marte não consegue ver que imigrante é violador de cabra 

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Isso foi antes ou depois de ser ameaçada com um pionés?

 

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A zoofilia aumentou. O número de penaltis para o Sporting também. Claro que estes factos isolados não terão relação entre si.....

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Citação de Dominator, há 4 minutos:

A zoofilia aumentou. O número de penaltis para o Sporting também. Claro que estes factos isolados não terão relação entre si.....

O Pedro Frazão tem ar de sportinguista, realmente.

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Citação de Tio Hans, Agora:

O Pedro Frazão tem ar de sportinguista, realmente.

O Descartes vai me matar mas tem mais ar de Belenenses

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Citação de xicantonio, há 27 minutos:

 

Rare Sofia win

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Citação de Tio Hans, há 7 minutos:

O Pedro Frazão tem ar de sportinguista, realmente.

 

Citação de SAS_Robben, há 6 minutos:

O Descartes vai me matar mas tem mais ar de Belenenses

É o cabelo à f*da-se, não falha

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Citação de Duda34, há 3 horas:

Rita Matias bem. Só quem vive em Marte não consegue ver que imigrante é violador de cabra 

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Consigo pensar em 10 deputados do chega que podem fazer isso.

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O Pedro Pinto tem mesmo ar de quem abranda sempre à porta de escolas primárias

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Citação de SAS_Robben, há 1 hora:

O Descartes vai me matar mas tem mais ar de Belenenses

Todos os Belenenses que conheço pessoalmente (3 praí) de beto não têm nada, são altos borrachões. 

Editado por antifa

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Citação de antifa, há 10 minutos:

Todos os Belenenses que conheço pessoalmente (3 praí) de beto não têm nada, são altos borrachões

Aqui em Coimbra são conceitos quase sinónimos.

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MPT reforça a coligação AD para colmatar a saída do PPM. Contrato será válido até às autárquicas, em Setembro ou Outubro de 2025.

Here we go

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[Expresso] “Há gajos que parece que foram eles que pariram o bebé”: como o estigma persiste quando os homens gozam direitos parentais

Spoiler

Jorge foi despedido no dia em que pediu o direito à partilha da redução de horário. Artur despediu-se quando, ao voltar da licença parental, a relação com o chefe nunca mais foi a mesma

Não houve nada de comum na partilha de responsabilidades entre Jorge Dias e a companheira na hora de tomar conta da filha bebé. Depois de a criança nascer, a 14 de abril do ano passado, e de terem gozado cada um a licença exclusiva obrigatória (28 dias para o pai, 42 para a mãe), decidiram dividir a chamada licença parental inicial de forma harmoniosa. A mulher gozou, ao todo, quatro meses e Jorge três. Nada disto foi um problema para a “empresa espetacular” onde trabalhava.

A adversidade chegou quando mudou de trabalho, a 21 de setembro, aliciado pelas boas condições de uma outra firma. Aí a vida começou a intrincar-se para o recém-pai, de 33 anos. A gestão das atividades dos dois filhos, a mais nova com cinco meses e o mais velho com dois anos, e o regresso da mulher ao trabalho emaranhavam a rotina familiar. “Era de loucos.”

Foi então que descobriu que a dispensa diária para aleitação poderia não só ser uma ajuda como também ser gozada pelo pai. São duas horas por dia de redução horária nos primeiros 12 meses da crian­ça.

Novo na empresa, Jorge optou primeiro por falar com a chefia sobre esta intenção. “Disse-lhe que queria usu­fruir da redução de horário em três dias da semana, mas que estava disponível para compensar nos outros dois dias, e ele aceitou sem problema”, conta ao Expresso. Compensaria às terças e quintas o tempo a menos das segundas, quartas e sextas, mesmo que não tivesse de o fazer.

Qual não foi o seu espanto quando foi despedido horas depois de ter formalizado o pedido aos recursos humanos, com a empresa a alegar “falta de adaptação ao cargo”.

“A paridade só vai existir quando for obrigatório para o pai e para a mãe tirarem o mesmo tempo”, afirma Artur

Percebeu de imediato que o pedido tinha caído “muito mal” na nova organização. O afastamento de que estava a ser alvo resultava dele, embora a questão da aleitação não tenha sido, por uma vez, abordada nas reu­niões em que compareceu, nem Jorge a tenha convocado. Indignado, decidiu avançar para tribunal, tendo acabado por receber uma indemnização por parte da empresa — não por ter sido despedido na sequência de um pedido de gozo de um direito que tem, mas só pelo “pormenor” de ter estado a trabalhar sem contrato assinado e, nessa situação, o Código do Trabalho presumir “que se trata de um contrato sem termo e que o trabalhador está excluído do período experimental”.

Os casais que partilhem uma licença de 180 dias recebem 90% do salário

De licença e a trabalhar

A história de Artur (nome fictício) começa em 15 de fevereiro do ano passado, dia em que nasce a primeira filha e quando regressa ao trabalho depois do primeiro mês da licença exclusiva do pai. “Logo na primeira semana, seis colegas meus alertaram-me para o facto de o meu chefe não ter gostado nada que eu tirasse a licença da forma como tirei”, descreve o recém-pai, de 36 anos. A expressão era esta: “a forma como Artur tirou a licença”.

Disseram-lhe que não ficou bem-visto por ter “desligado demasiado” durante esse período. Dois deles chegaram mesmo a parafrasear uma expressão dita pelo superior: “Há gajos que parece que foram eles que pariram o bebé.”

A frase ficou a tilintar na cabeça de Artur, apesar de nunca ter havido um confronto. Nem ele puxou a conversa, nem o chefe tocou no tema das licenças.

No entanto, os comentários acabaram por lhe criar alguma ansiedade no momento de informar que iria gozar também do sexto e último mês da licença parental inicial. “Fi-lo com muito medo, a ponderar substituir as férias grandes pela licença, que terminava a 15 de agosto. Eu próprio já estava a arranjar uma desculpa para me sentir menos mal com a decisão”, testemunha.

Em parte, o sentimento era alimentado por saber de pelo menos um colega, com a mesma idade e na mesma situação, que nessa altura teria gozado, “abertamente e de forma orgulhosa”, apenas três dias da licença obrigatória do pai (de 28 dias). “Para o Estado, ele tirou os dias, mas para a empresa foi trabalhar, mesmo tendo sido o Estado a pagar-lhe.”

Jorge Dias foi despedido no dia em que pediu a partilha do direito à redução de horário

Artur sentiu-se impelido a abrir o portátil todas as noites daquele mês. “Esperava que a minha mulher fosse dormir para responder aos e-mails”, confessa ao Expresso. Apesar disso, depois de ter regressado ao trabalho sentiu da parte da chefia um afastamento que o incomodou e que se foi adensando com o passar dos meses, sem que o superior direto alguma vez tivesse aceite os pedidos de Artur para uma reunião de feedback. Quase sem se aperceber, “o cenário passou de desconforto a liderança tóxica”, com a situação a afetá-lo psicologicamente.

Lembra-se com particular clareza de um dia estar com a filha ao colo num hotel em Tomar e “desatar a chorar, com dificuldade de respirar e vómitos” — aquilo que hoje pensa ter sido um ataque de ansiedade. Até que, a certo ponto, decidiu despedir-se.

Desde então, Artur não esconde ter criado algum receio em relação aos períodos de licença na próxima empresa onde for trabalhar, principalmente porque conta ser novamente pai em breve.

“Há claramente uma cultura enraizada em que, se é preciso ir a uma consulta, se a creche liga, se há a festa da escola, é a mãe que vai. E se for o pai, não é tão bem-visto. Com isto, eu passei a acreditar piamente que a paridade só vai existir a 100% em Portugal quando for obrigatório para o pai e para a mãe tirarem o mesmo tempo de licença.”

 

[Expresso] Caiu o número de pais que partilham as licenças parentais com as mães no ano em que os incentivos aumentaram

Spoiler

No ano passado, a maioria das mães continuou a gozar as licenças parentais sozinha. As partilhas caíram pela primeira vez em dez anos, mesmo com os novos incentivos implementados em 2023

Ainda não foi no ano passado que metade dos casais optaram por partilhar a licença parental inicial. Segundo dados fornecidos ao Expresso pelo Instituto de Segurança Social, ficaram-se pelos 47,6% os pais que decidiram partilhar com a mãe a licença de 120 ou 150 dias e ficar, pelo menos, 30 dias em exclusivo com o bebé. A percentagem ainda diminuiu face a 2023 (49,6%), o ano da última década em que o indicador esteve mais próximo de chegar a metade dos casais. E também é menor do que a verificada em 2022, quando esta partilha abrangeu 48% dos casais.

Esta é a primeira vez na última década que o número de partilhas cai (ver gráfico), ainda que de forma residual. Contudo, o decréscimo acontece no rescaldo do ano em que foram introduzidos novos incentivos à entrada dos pais no gozo deste período com o recém-nascido.

Através da Agenda do Trabalho Digno, em junho de 2023 foi adicionada às modalidades já existentes uma terceira opção de divisão do tempo, que permite aos casais que decidam partilhar uma licença de 180 dias (seis meses), terem uma remuneração correspondente a 90% do salário (em vez de 83%), no caso de o pai ficar pelo menos 60 dias em exclusivo com a criança (em vez de 30).

Caiu o número de pais que partilham as licenças parentais com as mães no ano em que os incentivos aumentaram

O peso dos estereótipos

Carla Tavares, presidente da Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE), não arrisca, para já, uma explicação para esta diminuição.

Por seu lado, Sara Falcão Casaca, diretora do observatório Género, Trabalho e Poder, do ISEG (Instituto Superior de Economia e Gestão), desvaloriza a descida por ser “difícil tirar ilações quando há uma oscilação pontual que contraria a tendência dos últimos anos”.

As mulheres continuam a ser responsáveis por 87% dos pedidos de licença alargada

No entanto, a também professora deste instituto da Universidade de Lisboa não tem dúvidas de que “os estereótipos de género condicionam o pleno usufruto dos direitos dos pais à licença parental. Eles refletem-se nas dinâmicas familiares, levando a que os homens ainda se revejam fundamentalmente no papel de provedores e menos no papel de cuidadores do que as mulheres — e o contrário suceda no caso destas”.

A investigadora sublinha mesmo: “É verdade que a mudança tem sido assinalável no decurso dos últimos anos, os números demonstram uma evolução positiva no uso dos vários tipos de licenças por parte dos homens-pais.” Ainda assim, “quase um quarto deles ainda não goza a licença obrigatória de uso exclusivo do pai”, refere. No que concerne às licenças alargadas, as mães continuam a ser responsáveis por 87% dos pedidos (2024).

Pais que partilharam a licença parentais com as mães

Por ano e %

 

E há ainda um outro dado estatístico. Se os Eurobarómetros de 2024 referentes aos estereótipos de género refletiam, por um lado, que a esmagadora maioria dos portugueses considerava a licença parental enriquecedora para os homens-pais, apenas 29% concordavam totalmente com essa afirmação. Na Suécia, o primeiro país a incluir os pais na licença, já há cinco décadas, 87% manifestaram a sua total concordância com essa afirmação.

Por outro lado, em Portugal, 42% dos inquiridos concordaram com a ideia de que as mulheres deveriam dar prioridade à vida familiar em detrimento da carreira profissional. Um número de concordância superior à média da União Europeia, que se fixou nos 34% dos inquiridos.

O errado “mês do pai”

Portugal desenvolveu uma “política progressista” para a licença parental inicial, em especial com a mudança legislativa de abril de 2009, que passou a dar aos casais este mês extra “bem pago” em caso de partilha — um incentivo à entrada dos pais no universo dos cuidados aos bebés nos primeiros meses de vida.

Mas o que é facto é que há uma má interpretação da lei. Se mais de uma década depois ainda não há metade dos casais a partilharem o tempo de licença, também se verifica que, entre os casais que o fazem, a esmagadora maioria interpreta este mês extra como o “mês do pai”: a mãe goza todo o tempo e depois, no fim, o pai substitui-a num mês sozinho.

Só 47,6% dos homens decidiram ficar, pelo menos, 30 dias em exclusivo com o bebé

Foi o que constatou Mafalda Leitão, que escreveu uma tese de doutoramento sobre o fenómeno e observou que uma parte do problema está no mercado de trabalho, resistente a aceitar que também os homens podem assumir este papel. A investigadora percebeu que, muitas vezes, os pais são incompreendidos e ridicularizados quando querem ficar com os filhos. Outras tantas, são incentivados a trabalhar na mesma, à distância.

Um inquérito realizado em 2017 sobre igualdade de género demonstrava que, em Portugal, mais do que na média da União Europeia, quase quatro em cada 10 homens referiam que os gestores e os supervisores desencorajavam o uso de licenças para assistência à família.

Sara Falcão Casaca acredita que dados mais recentes revelariam números “francamente distintos”, para melhor. Ainda assim, não tem dúvidas de que este também será um dos contributos para que mais de metade dos casais ainda não partilhe a licença parental em Portugal, mesmo com o incentivo da mudança legislativa de abril de 2009, que passou a dar aos casais um mês extra “bem pago” se o fizerem.

No ano passado houve até um retrocesso. “Os estereótipos de género, além de se refletirem nas dinâmicas familiares, também se refletem na pressão social que ainda é exercida por pares (colegas de trabalho, por exemplo) ou chefias quando assinalam com comentários e mensagens mais ou menos explícitas que a prioridade de um homem deve ser a atividade profissional”, explica.

 

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Citação de Lebohang, há 11 minutos:

MPT reforça a coligação AD para colmatar a saída do PPM. Contrato será válido até às autárquicas, em Setembro ou Outubro de 2025.

Here we go

Eles concorreram com o Aliança e tiveram 4 mil votos ou coisa parecida.

Qual o racional?

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Citação de Almeno, há 2 horas:

Rare Sofia win

Rare? Sempre que a apanho a falar, fala bem

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Citação de HappyKing, há 5 minutos:

Eles concorreram com o Aliança e tiveram 4 mil votos ou coisa parecida.

Qual o racional?

Só se for a lógica "migalhas também são pão".

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Citação de Tio Hans, há 1 minuto:

Só se for a lógica "migalhas também são pão".

Estava mesmo a escrever "quando não há pão, até as migalhas vão".

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Citação de Tio Hans, há 4 minutos:

Só se for a lógica "migalhas também são pão".

É que se me dissessem: coligaram-se com o ADN. Era escabroso mas do ponto de vista estritamente eleitoral eu percebia. 

Aqui não vejo a vantagem em "conspurcar" a coligação. Até porque agora com certeza irão buscar posições duvidosas que esse partido tenha tido e associar isso (legitimamente) à coligação como fizeram com o PPM e o líder deles. 

Editado por HappyKing

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