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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Citação de hugoooo_17, há 11 horas:

How i met your mother e two and a half man em 2026 tinham durado apenas o episódio piloto por causa do comportamento do barney e do charlie.

Por isso é importante separar o que é uma série de comédia e a realidade 

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Uma questão que alguém aqui é capaz de me saber responder acerca do poder de veto do PR, como é este aplicado a alterações constitucionais? O PR tem algum poder de veto? Se sim, está obrigado a aprovar caso este regresse uma segunda vez após ser devolvido ao Parlamento?

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as pessoas olham mesmo para um vilão e dizem: confio 100% neste individuo e é mesmo este sujeito que me vai representar 

Editado por Plagio o Original

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acho que muita gente acredita que está mais perto de ser rica do que viver debaixo da ponte. quando é exactamente o contrário que acontece.

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Citação de smashing_pumpkin, há 42 minutos:

Depois das 30 (não) ofendidas, o papel de coitado.

Que ramalhete. Os meus parabéns à respectiva assessoria de imprensa.

Editado por Ghelthon

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Citação de Tio Hans, há 4 horas:

Eu estou de acordo com a ideia de que a claque foi uma solução apatetada, mas lamento, a questão do ónus da prova é, neste caso em específico, paleio jurídico, por dois motivos.

1 - dificilmente haverá provas. O assédio é um crime silencioso. Assumindo que houve mesmo assédio, a não ser que haja mensagens escritas, dificilmente há provas. E, não havendo provas, se não defendemos as vítimas, as vítimas nunca falarão.

2 - os danos estão feitos. Seja verdade ou seja mentira, da fama, o Cotrim já não se livra. Faz lembrar aquele ex-deputado do Bloco. Foi acusado por uma ex-namorada, não de assédio, mas de algo dentro do mesmo género e desapareceu do mapa.

 

O problema aí é a atribuição imediata do estatuto de vítima a todo e qualquer denunciante. A partir daí qualquer análise sobre as matérias fica inevitavelmente enviesada.

 

Citação de Ghelthon, há 4 horas:

Eu adorava conseguir entender esta sociedade em que vivemos. Futebolização da política, em que as pessoas defendem o seu partido ou candidato como se fosse algo realmente deles, um familiar ou assim.

Ontem meti um story no Instagram com a notícia do Cotrim a dizer que não descartava votar no Ventura, sem comentar, só com a música do Benny Hill. Pois recebi mensagens de umas 3 pessoas a dizer "mas já foi desmentido!!!!!!!!", como se eu tivesse algum interesse no desmentido ou como se eu estivesse numa cruzada contra o Cotrim. Sendo que eu até já votei no Domingo.

Outro exemplo é a defesa no espaço público que se faz de alguém que nem sequer se conhece, pondo-se as mãos no fogo por essa pessoa. Do outro lado, alguém que, segundo essas mesmas pessoas, estaria disposta a queimar a sua vida para fazer acusações infundadas.

E é nisto que vivemos.

Ontem divulgaste uma notícia. E não tens nenhum interesse no desmentido.

Ou seja, és o protótipo das pessoas que espalham fake news.

 

Citação de xicantonio, há 3 horas:

Sabe-se e bem, o caso teve na policia, a vitima é uma figura publica e não quis que fosse publico porque a mãe do Bugalho é da área e a vitima ficava sem carreira.

Eu juro que tentei compreender a lógica mas é muito difícil.

Portanto, só se a acusação fosse pública é que a mãe do Bugalho descobria quem era a namorada do seu filho?

Ou só se fosse pública é que a mãe do Bugalho descobria que a namorada do seu filho o tinha acusado de violência doméstica?

Ou só se fosse pública é que a mãe do Bugalho retaliaria e destruía a carreira da namorada do filho?

Em qual das hipóteses é suposto acreditarmos?

 

Citação de fornix, há 3 horas:

Foi precisamente isso que ele disse/deu a entender ao dizer que o País era muito pequeno.

Não. Essa é a definição de boato. Alguém que tem como colega de trabalho a namorada do primo da irmã da senhora que faz a limpeza da casa do Bugalho.

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A rapariga que apanhou do Bugalho ao escolher não mediatizar o caso fez literalmente networking porque assim pode continuar a trabalhar sem ser importunada pela mãe do Bugalho? 

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Citação de Jimpo, Agora:

A rapariga que apanhou do Bugalho ao escolher não mediatizar o caso fez literalmente networking porque assim pode continuar a trabalhar sem ser importunada pela mãe do Bugalho? 

A carreira acima de tudo.

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Citação de Descartes, há 9 minutos:

Eu juro que tentei compreender a lógica mas é muito difícil.

Portanto, só se a acusação fosse pública é que a mãe do Bugalho descobria quem era a namorada do seu filho?

Ou só se fosse pública é que a mãe do Bugalho descobria que a namorada do seu filho o tinha acusado de violência doméstica?

Ou só se fosse pública é que a mãe do Bugalho retaliaria e destruía a carreira da namorada do filho?

Em qual das hipóteses é suposto acreditarmos?

A que te deixar mais feliz. 

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Citação de Descartes, há 10 minutos:

Ontem divulgaste uma notícia. E não tens nenhum interesse no desmentido.

Ou seja, és o protótipo das pessoas que espalham fake news.

Não, camarada. O desmentido dele não desmente em nada o que ele disse anteriormente. É por isso.

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Citação de xicantonio, há 2 minutos:

A que te deixar mais feliz. 

Nenhuma deixa. São todas absurdas. O que torna o teu comentário num mero disparate.

 

Citação de Ghelthon, há 2 minutos:

Não, camarada. O desmentido dele não desmente em nada o que ele disse anteriormente. É por isso.

Tu é que escreveste:  como se eu tivesse algum interesse no desmentido

Se querias escrever outra coisa porque é que não o fizeste?

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Citação de Descartes, há 1 minuto:

Nenhuma deixa. São todas absurdas. O que torna o teu comentário num mero disparate.

Queres um abraço? 

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Citação de Descartes, há 1 minuto:

Tu é que escreveste:  como se eu tivesse algum interesse no desmentido

Se querias escrever outra coisa porque é que não o fizeste?

Porque de facto não tinha interesse. Eu sei bem o que ele (não) disse. E, de facto, o desmentido não desmentiu nada.

Além disso tudo, já votei. Pouco me interessa o que os candidatos fazem agora.

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O que estão a fazer à assessora, com artigos com fontes anónimas em jornais a chamá-la de (quase) tudo, é uma filha da putice. 

O acusado tem direito à presunção de inocência (e bem). A alegada vítima não tem, só lhe falta chamarem p*ta.

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E esta pérola do 24 horas?

 

Citação

“ENGRAÇADINHA, MAS COMPLICADA”

Desde cedo que Inês deu nas vistas, não só no grupo parlamentar onde era assessora, mas também junto de outros parlamentares. Um deles, antigo deputado do PSD, recorda-se bem da alegada vítima de Cotrim, de quem não guarda grandes saudades: “Era engraçadinha, à primeira vista simpática, mas percebia-se rapidamente que era complicada”, recorda ao 24Horas. E acrescenta: “Essa história do assédio não me surpreende. Já na altura quase que não se podia dizer-lhe uma graçola, por mais inocente que fosse, que ela não levasse para esse campo. Isso aconteceu mesmo comigo.”

https://app.24horas.pt/news/post/38881

 

 

Editado por antifa
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O que retiro é que ela era gira, nao era facil e alguns ficaram com blue balls 

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Só dá vontade de chorar. Isso e a necessidade de pessoas minhas conhecidas sentirem necessidade de ir para as suas redes sociais fazer juras de amor. Cum crl

Editado por Modulor

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Ok, tive a pensar nos jargão ser da advocacia, e essa m*rda da presunção da inocência e do onus da prova é utilizada pelos piores inergumeros da sociedade, temos que acabar com isso

Eu sugiro que uma acusação e uma difamação não sejam proporcionalmente inversas. Ou seja, uma acusação não provada não tem que ser imediatamente difamação. E uma acusação verdadeira pode ser na mesma uma difamação ou injuria. Um não exclui o outro

Façam aí uma petição pra por isto na lei

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Citação de Modulor, Agora:

Só dá vontade de chorar. Isso e a necessidade de pessoas conhecidas sentirem necessidade de ir para as suas redes sociais fazer juras de amor. Cum crl

Sinceramente até entendo mais facilmente que as pessoas conhecidas o façam, porque podem ter algo a ganhar.

O cidadão comum andar nas redes a defender o "seu" candidato é que me ultrapassa totalmente.

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Citação de Ghelthon, Agora:

Sinceramente até entendo mais facilmente que as pessoas conhecidas o façam, porque podem ter algo a ganhar.

O cidadão comum andar nas redes a defender o "seu" candidato é que me ultrapassa totalmente.

Expliquei-me mal. Queria dizer pessoas minhas conhecidas. Tipo a tia Alice, o colega da faculdade e o ex da amiga Margarida. 

O que dizes no bold, no fundo. 

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