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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de Lebohang, há 3 horas:

A Ana Gomes ontem a lembrar-se apenas do Chile de Pinochet como exemplo liberal esteve ao nível dos cromos mais cromos da caderneta radical do BE.

E grande momento ontem do Daniel Oliveira no Eixo do Mal a dizer que quando o Mayan debate com um candidato de esquerda o boneco ideológico solta-se e fica a parecer o "Garcia Pereira dos liberais". 🤣

Que por acaso até é um mau exemplo para a esquerda, uma vez que o Chile saiu de uma situacao ao nivel dos paises da America Latina nos 70s para ter um nivel semelhante a media da UE nos 2000s (e muito acima de qualquer pais da regiao)

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Citação de doom_master, há 19 minutos:

Porque vídeos a desmontar o programa do Chega nunca são demais.

Má publicidade é publicidade na mesma.

Quanto mais atenção e tempo de antena for dado a cenas do género, mais visibilidade irão ter.

E desenganem-se que toda a gente olha para ele e sente o mesmo nojo que todos aqui.

Há muita gente que cada vez mais gosta mais dele, porque apesar de ser tudo e mais alguma coisa, sabe expor o que quer expor. Enquanto os outros só andam ali com mais joguinhos e geringonças e o diabo a 7.

Mas depois é aquela cena, há muita gente que concorda com ele, mas depois diz que n vota nele por cenas como as do aborto, sa f*da o racismo, ou rsi ou crl, as mulheres querem ser donas do seu corpo. E se já é legal, ele teria de ir a votos na assembleia para tornar ilegal, o que se fosse presidente não vejo acontecer.

Noutro caso, a democracia de uns é negarem a outros o que não gostam, na extrema direita do ventura, a democracia significa ter de aceitar coisas que n gostaria.

Como ontem foi bem visível quando se falou se a Marisa presidente aceitava o chega. E se o ventura presidente aceitava a Marisa Matias 

E a resposta mais democrática foi a do ventura pasmem-se.

 

Editado por Bumba

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Citação de Bumba, há 2 minutos:

Noutro caso, a democracia de uns é negarem a outros o que não gostam, na extrema direita do ventura, a democracia significa ter de aceitar coisas que n gostaria.

Como ontem foi bem visível quando se falou se a Marisa presidente aceitava o chega. E se o ventura presidente aceitava a Marisa Matias 

E a resposta mais democrática foi a do ventura pasmem-se.

captura-de-ecracc83-2020-06-13-as-22-40-

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Citação de Thierry Henry, há 21 minutos:

captura-de-ecracc83-2020-06-13-as-22-40-

bom paradoxo. A Marisa Matias encaixa nos intolerantes que devem ser kickados (o Poper quando o escreveu também tinha em conta os comunistas)

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Citação de Puto Perdiz, há 15 minutos:

bom paradoxo. A Marisa Matias encaixa nos intolerantes que devem ser kickados (o Poper quando o escreveu também tinha em conta os comunistas)

Porquê? 

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Citação de Thierry Henry, há 9 minutos:

Porquê? 

A partir do momento em que um Partido concorre às eleições é automaticamente legível para fazer parte de coligações, e isso não cabe ao PR mas sim aos líderes dos partidos como o Marcelo bem disse no caso açoriano.

E a candidata a Presidente da República Marisa Matias devia saber que o Presidente da República não pode dissolver a Assembleia da República nos 6 meses posteriores à sua eleição, não é chegar e mandar a solução governativa para trás. E acresce o facto de o PR ter tantos pouco poderes que se convoca eleições novamente e o resultado sai o mesmo é a morte política dele.

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Citação de Lebohang, há 2 minutos:

A partir do momento em que um Partido concorre às eleições é automaticamente legível para fazer parte de coligações, e isso não cabe ao PR mas sim aos líderes dos partidos como o Marcelo bem disse no caso açoriano.

E a candidata a Presidente da República Marisa Matias devia saber que o Presidente da República não pode dissolver a Assembleia da República nos 6 meses posteriores à sua eleição, não é chegar e mandar a solução governativa para trás. E acresce o facto de o PR ter tantos pouco poderes que se convoca eleições novamente e o resultado sai o mesmo é a morte política dele.

É verdade, mas cabe ao PR indigitar o Primeiro Ministro e dar posse ao Governo. Representando o CHEGA a intolerância perante um sem número de assuntos e um conjunto de medidas que representam um retrocesso claro na sociedade portuguesa, não me parece demasiado rebuscado que um PR não indigite um Governo no qual um partido destas caraterísticas venha a ter um papel crucial, principalmente cumprindo-se o desejo do Ventura de assumirem pastas como a Justiça e a Administração Interna.

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Citação de Thierry Henry, há 6 minutos:

É verdade, mas cabe ao PR indigitar o Primeiro Ministro e dar posse ao Governo. Representando o CHEGA a intolerância perante um sem número de assuntos e um conjunto de medidas que representam um retrocesso claro na sociedade portuguesa, não me parece demasiado rebuscado que um PR não indigite um Governo no qual um partido destas caraterísticas venha a ter um papel crucial, principalmente cumprindo-se o desejo do Ventura de assumirem pastas como a Justiça e a Administração Interna.

Isso é verdade, o PR pode vetar ministros em certas pastas consoante o seu passado, como aconteceu com o Paulo Portas. Mas a solução governativa em si não o pode fazer, basta lembrar o Cavaco e sua declaração fúnebre ao país no anúncio da criação da Gerigonça.

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Citação de Thierry Henry, há 5 minutos:

não me parece demasiado rebuscado que um PR não indigite um Governo 

Ora aí está algo que se ouviria dizer sobre o ventura.

Então mas se o governo do chega era legal, como já vimos. E fosse a votos e ganhasse? A democracia é só para alguns? Ou para o que dá jeito?

É que sendo assim, têm de mexer nas leis e constituição e o crl, para poder negar algo que é de direito. Because votos e democracia u know.

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Citação de Lebohang, há 6 minutos:

Isso é verdade, o PR pode vetar ministros em certas pastas consoante o seu passado, como aconteceu com o Paulo Portas. Mas a solução governativa em si não o pode fazer, basta lembrar o Cavaco e sua declaração fúnebre ao país no anúncio da criação da Gerigonça.

Pode rejeitar uma solução governativa, sim. O Mário Soares já o fez, por exemplo.

Citação de Bumba, há 4 minutos:

Ora aí está algo que se ouviria dizer sobre o ventura.

Então mas se o governo do chega era legal, como já vimos. E fosse a votos e ganhasse? A democracia é só para alguns? Ou para o que dá jeito?

É que sendo assim, têm de mexer nas leis e constituição e o crl, para poder negar algo que é de direito. Because votos e democracia u know.

A democracia é para todos, claro. E precisamente por ser para todos é que um Presidente da República pode fazer uso dos seus poderes como o da rejeição de um Governo, já aconteceu no passado e certamente que acontecerá no futuro.

Volto a dizê-lo as vezes que forem precisas. Um Presidente da República tem como missão salvaguardar a democracia e os direitos dos portugueses que tanto custaram a conquistar - não dar poder a uma solução governativa que seja composta por figuras que defendem o final de alguns desses direitos fundamentais ou a discriminação com base na etnia (por exemplo) é uma delas.

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Citação de Lebohang, há 36 minutos:

A partir do momento em que um Partido concorre às eleições

A questão aqui também pode ser esse partido foi correctamente legalizado.

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Citação de Ghelthon, há 12 minutos:

A questão aqui também pode ser esse partido foi correctamente legalizado.

Certo, mas um PR não se pode sobrepor ao TC. O PNR foi legalizado, a Nova Democracia foi legalizada e, do lado oposto, também existem alguns partidos cheios de atrasados mentais.

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Citação de Tio Hans, há 13 minutos:

Certo, mas um PR não se pode sobrepor ao TC. O PNR foi legalizado, a Nova Democracia foi legalizada e, do lado oposto, também existem alguns partidos cheios de atrasados mentais.

Isso não pode, claro. Mas está no seu direito de achar que um determinado partido não tem legitimidade para ser Governo.

Não sei é o que diz a lei sobre o que ele pode ou não fazer para bloquear isso.

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O PNR nãoo foi apreciado pelo constitucional quando criado - eles tomaram de assalto um partido já existente, duvid que se fosse criado de raiz tivesse sido aprovado.

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N vejo problema em ser intolerante a patrões

Citação de Puto Perdiz, há 1 hora:

bom paradoxo. A Marisa Matias encaixa nos intolerantes que devem ser kickados (o Poper quando o escreveu também tinha em conta os comunistas)

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Citação de Thierry Henry, há 1 hora:

Porquê? 

1 - O Paradoxo da intolerância do Poper é tanto para a extrema direita como a extrema esquerda. Isso, claro que não está nesse "meme" de internet que só está focado num lado do paradoxo.

2 - Na democracia há a separação de poderes. Se o PR não respeita isso então ele próprio está a ser um atentado à democracia e deve ser kickado.

3 - Quem decide se um partido é legal, ou não, é o TC e não o presidente.

4 - Se querem que o partido seja ilegal façam queixa no TC. Se o partido é legal e vai a eleições não é Presidente que se vai sobrepor à decisão do TC e dizer que eles são ilegais e que não devem ser governo. E a questão que se está a levantar vais mais além do Chega ser governo, é sim a de viabilizar um governo como fez a CDU e o BE com o PS. Ou seja, se um partido necessitar dos votos favoráveis do Chega para ser governo ele irá ser chumbado pelo PR.

5 - O que aconteceu na Alemanha não foi que o governo regional foi chumbado pela Merkel. O que aconteceu foi que o partido retirou o apoio à viabilização do governo, foi uma decisão interna que levou à demissão. Não foi uma decisão de um órgão institucional e não houve atropelos por parte destes.

 

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Citação de Puto Perdiz, há 4 minutos:

1 - O Paradoxo da intolerância do Poper é tanto para a extrema direita como a extrema esquerda. Isso, claro que não está nesse "meme" de internet que só está focado num lado do paradoxo.

2 - Na democracia há a separação de poderes. Se o PR não respeita isso então ele próprio está a ser um atentado à democracia e deve ser kickado.

3 - Quem decide se um partido é legal, ou não, é o TC e não o presidente.

4 - Se querem que o partido seja ilegal façam queixa no TC. Se o partido é legal e vai a eleições não é Presidente que se vai sobrepor à decisão do TC e dizer que eles são ilegais e que não devem ser governo. E a questão que se está a levantar vais mais além do Chega ser governo, é sim a de viabilizar um governo como fez a CDU e o BE com o PS. Ou seja, se um partido necessitar dos votos favoráveis do Chega para ser governo ele irá ser chumbado pelo PR.

5 - O que aconteceu na Alemanha não foi que o governo regional foi chumbado pela Merkel. O que aconteceu foi que o partido retirou o apoio à viabilização do governo, foi uma decisão interna que levou à demissão. Não foi uma decisão de um órgão institucional e não houve atropelos por parte destes.

1. De acordo. Aplicaria o mesmo raciocínio se do outro lado da barricada estivesse um partido da extrema-esquerda que defendesse medidas discriminatórias pela etnia ou que pusesse em causa direitos fundamentais.

2. Mas é precisamente uma das funções do PR a nomeação (ou não) do Governo. O Mário Soares rejeitou dar posse a um governo PS (+PCP e PRD) em 1987; o Cavaco Silva poderia ter rejeitado dar posse ao governo PS (+PCP e BE) em 2015.

3. Ninguém está aqui a defender a ilegalização do CHEGA pelo PR.

4. Não se trata de serem ilegais ou não. Como já disse, trata-se de defenderem posições que defendem o final de alguns desses direitos fundamentais ou a discriminação com base na etnia, por exemplo.

5. Certo.

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Citação de Cannonball, há 26 minutos:

O PNR nãoo foi apreciado pelo constitucional quando criado - eles tomaram de assalto um partido já existente, duvid que se fosse criado de raiz tivesse sido aprovado.

onde viste isto?

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Citação de F_Tex, há 2 minutos:

onde viste isto?

A melhor explicação que encontrei, do SOS Racismo em 2002.

https://web.archive.org/web/20070311040338/http://www.sosracismo.pt/rel2002/direita.htm

Citação

Extrema direita partidária

O ano de 2002 ficou marcado pela participação -inédita durante a vigência do regime democrático- de um partido fascista nas eleições legislativas. Em Novembro de 1999, um grupo de cerca de trinta membros da Aliança Nacional (associação de extrema direita criada em 1995 e que congregava velhos salazaristas e jovens oriundos do MAN[1]) conquistara o PRD, pagando as dívidas deste partido e elegendo uma nova direcção constituída exclusivamente por «nacionalistas». Este grupo contornava assim a exigência legal de 5000 assinaturas para a criação de um novo partido político (ao tentá-lo, não conseguira recolher nem sequer metade das assinaturas necessárias). Após a alteração do nome e do símbolo partidário, o PNR (Partido Nacional Renovador) concorreu pela primeira vez nas eleições autárquicas de Dezembro de 2001, embora somente nos municípios de Lisboa e de Mafra. Nas legislativas de 17 de Março de 2002 –uns meros três meses depois– o PNR conseguiu concorrer com 140 candidatos em 8 círculos eleitorais (Lisboa, Porto, Setúbal, Coimbra, Castelo Branco, Évora, Europa e Resto do Mundo), tendo obtido 3962 votos (0.07% dos votos a nível nacional, e entre 0.09% e 0.22% nos círculos em que concorreu), e vangloriou-se no seu sítio na «internet» de que, se as eleições tivessem ocorrido apenas uma semana mais tarde, teria concorrido num maior número de círculos eleitorais. Este partido poderá estar assim a concretizar o seu objectivo de se expandir agregando os vários grupúsculos e elementos dispersos da extrema direita.

Ideologicamente, o PNR radicalizou-se, na medida em que o seu primeiro líder (Cruz Rodrigues, que fizera parte da ala direita do Estado Novo) abandonou a liderança em 2002 -cedendo o lugar a dirigentes mais jovens (o actual presidente é Paulo Rodrigues, e o secretário-geral João Franco). A ruptura suave com o salazarismo e a assunção da inspiração da Frente Nacional de Le Pen foi clara numa entrevista[2] do dirigente José Pinto Coelho onde -embora afirmando que “se vivesse nos anos 50 seria adepto incondicional do Estado Novo”- se ressalvou que (hoje) “não somos salazaristas”. Os dirigentes do PNR situam o partido na “direita nacionalista” e adoptaram o lema “os portugueses primeiro”. Os temas recorrentes da propaganda do PNR são o “combate à imigração”, a defesa da “segurança dos portugueses” e da “identidade nacional”, e a rejeição da União Europeia e da mundialização. Em cumprimento das leis eleitorais portuguesas, o PNR teve direito –em igualdade com os outros partidos– aos tempos de antena emitidos na televisão e na rádio, no que constituiu a face mais visível da sua propaganda, que de outro modo consistiria apenas em cartazes, pichagens de paredes e autocolantes. Nos seus tempos de emissão, foram constantes as referências às “ameaças de bandos étnicos de delinquentes que pretendem pôr em causa a nossa identidade e autoridade e o direito que temos de sermos senhores do nosso território”; a passagem de imagens de negros sempre que se abordavam temas como a “insegurança crónica das cidades” ou “o desemprego, o tráfico de droga e a criminalidade”; o ataque à “classe política [que] só se preocupa com os direitos das minorias, dos imigrantes, mas ninguém se preocupa com os portugueses”; os depoimentos de pessoas que afirmavam “não ter votado desde o 25 de Abril”, e a escolha de monumentos do Estado Novo como cenários; em alguns tempos de emissão radiofónicos, o PNR chegou a defender a organização de “milícias populares”. O PNR goza de alguma simpatia em certos jornais de extrema direita como «O Diabo» e, particularmente, «O Jornal d´O Dia» -que reproduz frequentemente os seus comunicados. O crescimento eleitoral do PNR pode ter sido dificultado pelo acentuar do tom anti-imigração e securitário das declarações de Paulo Portas, líder do CDS/PP e actual ministro do governo de coligação PSD/CDS.

 

https://sol.sapo.pt/artigo/534670/pnr-tc-nunca-avaliou-se-partido-nacionalista-e-legal-

 

Citação

O problema é que o programa do PNR nunca chegou a ser avaliado pelo TC. Na sua origem, o PNR usou o PRD – o ex-partido do general Ramalho Eanes –, na altura já sem atividade ou militantes para se legalizar.

“Pagaram as multas que estavam pendentes por falta de apresentação de contas ao TC, mudaram o nome, o símbolo e os estatutos”, recorda o dirigente do SOS Racismo José Falcão, indignado pela forma como os juízes do Palácio Ratton abordaram esta questão.

 

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Citação de Thierry Henry, há 11 minutos:

O Mário Soares rejeitou dar posse a um governo PS (+PCP e PRD) em 1987; o Cavaco Silva poderia ter rejeitado dar posse ao governo PS (+PCP e BE) em 2015.

Sendo assim ao evitarem a queda do Cavaquismo, o Cavaco sentiu que estava em divida e permitiu que o PS formasse governo. Teria sido interessante esse governo em 1987, provavelmente o PS teria tido maioria absoluta em 1989 devido aos fundos europeus, mas no final dos anos 90 o PSD voltaria ao poder certamente.

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Um governo PSD+Chega não seria muito diferente de um governo PSD+CDS, salvo se o Chega tivesse maior representação que o PSD (ou representação próxima, o que acho muito difícil de acontecer). Para além disso é um cenário complicadíssimo na minha opinião, mais do que o PS se unir ao Bloco.

E apesar de tudo ainda existem diferenças entre o Chega e o PNR. O PNR é todo ele salazarista e fascista.

Editado por Mica

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Citação de Lebohang, há 2 horas:

A partir do momento em que um Partido

A partir do momento em que um líder de um partido afirma categoricamente em horário nobre frente ao PR vigente que quer uma "ditadura de pessoas de bem" e que "não será presidente de todos os portugueses". Acho que não há grandes duvidas sobre a inconstitucionalidade do partido que essa pessoa lidera.

Quando escreveram o programa, qual PNR, ainda tentaram disfarçar. Agora é às claras. Mas brinquem com essa m*rda e tenham medo de ofender os sentimentos dos apoiantes, depois não se queixem.

Editado por antifa
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Citação de Thierry Henry, há 30 minutos:

2. Mas é precisamente uma das funções do PR a nomeação (ou não) do Governo. O Mário Soares rejeitou dar posse a um governo PS (+PCP e PRD) em 1987; o Cavaco Silva poderia ter rejeitado dar posse ao governo PS (+PCP e BE) em 2015.

O PSD estava no governo com o PP. O PRD+PCP+PS apresentam uma moção de censura, deitam um governo com 2 anos de governação abaixo  e em vez de eleições querem logo formar governo, é um bocadinho diferente. O Soares não vai na conversa e convoca eleições antecipadas. À custa desse golpe o PRD passa de 45 para 7 deputados

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