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Sporting - Futebol

Publicações recomendadas

Podia simplesmente não ter dito nada

 

E dava azo a possíveis especulações ? Os nosso miúdos da formação sabem estar. Fosse o Palhinha ou outro qualquer, eles sabem perfeitamente como devem ser cá fora.

Duvido seriamente que o Palhinha não tenha sentido a critica, qualquer jogador sentiria, pelo menos quando é feita daquela forma.

Editado por Hugo Rapaport

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E dava azo a possíveis especulações ? Os nosso miúdos da formação sabem estar. Fosse o Palhinha ou outro qualquer, eles sabem perfeitamente como devem ser cá fora.

Duvido seriamente que o Palhinha não tenha sentido a critica, qualquer jogador sentiria, pelo menos quando é feita daquela forma.

 

Sentiu mas como ele diz entendeu. O JJ até já disse que quando não dá na cabeça de um jogador é porque já perdeu a esperança nele. E o JJ até já mostrou que tem muitas esperanças nele por isso não vejo qual é o drama. Se for forte mentalmente como é fisicamente supera fácil a critica e apresenta-se muito mais forte na próxima vez que jogar.

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Eu não o estou a defender, aliás, não morro particularmente de amores pelo Palhinha mas as bocas constantes que tens deixado com a tirada do William não fazem sentido nenhum. Acho que toda a gente sem excepção sabe que o Palhinha está a anos-luz do William, ninguém pensa o contrário mas tu continuas, fora a parte em que realmente focas o teu discuros nas qualidades técnicas (ou falta delas do jogador em questão) tens a necessidade de mandar a boca de que ele tem crédito porque trabalha muito e é da formação. Não, o miúdo tem crédito porque tem qualidade (por mais que não gostes do perfil) e porque fez por merecer o que conquistou.

E só estamos a falar do Palhinha porque é o mais recente caso que tu decidiste abordar de forma diferente. Fds, o André Martins é fruto do mau contexto, o André Balada é fruto do mau contexto e o Palhinha com o segundo jogo numa equipa completamente destruída, a jogar mal e porcamente, com um treinador e um presidente que não se entendem não é fruto do contexto ?

E até se pode falar do passado do Palhinha e dizer que ele nunca foi mais que um jogador razoavel mas a verdade é que não é tão linear quanto isso. Tivessemos alguém minimamente competente à frente do clube e aquilo não tinha acontecido ontem.

Andamos 6 meses com um Sérvio a treinar com a equipa para a meio da época se decidir recambiar o mesmo e ir buscar um miúdo que é obrigado a saltar para o 11 num jogo de extrema importância como o de ontem.

Já se percebeu a tua opinião acerca do rapaz, mas tal como eu não gostava quando o pessoal que amava o Slimani (coisa que eu não fazia) vinha convocar o tópico Montero como se isso fosse provar alguma coisa, não faz sentido fazer o mesmo na comparação William- Palhinha.

 

É como a história do Danilo no Porto, era um trolha do crl, mas agora vai-se a ver e secalhar tinha dado jeito para ser backup do William. O talento dos jogadores não é algo fixo, é algo dinâmico e que varia consoante a resposta aos estímulos provocados, e isso está completamente alheado do tipo de perfil de jogador que cada um prefere.

E eu volto a dizer, não parece, mas as minhas preferências em termos de jogadores de futebol são mais próximas às tuas do que aquilo que possas pensar. Mas isso não me impede de ser coerente e reconhecer total validade a uma série de variantes possíveis.

Se tu consegues chegar lá de uma forma diferente da minha, de forma sistemática, porque raio não posso reconhecer valor nisso ? Se eu fosse reger o futebol pelo meu tipo de perfil de jogador, era raro o gajo com mais 1,7m em campo.

 

 

 

Ou o André Santos, André Martins, Montero ou o André Balada. É sempre a mesma história, e contra mim falo no caso do Montero, temos sempre desculpa para aquilo que gostamos mais.

Foco o meu discurso nas qualidades técnicas porque elas são essenciais no futebol actual, em qualquer posição. Mas da mesma forma que houve uma altura em que essas qualidades começaram a ser incrivelmente valorizadas, agora parece que está antes na moda o repugnar dessas mesmas competências em alguns jogadores. Está na moda voltar a querer centrais e médios defensivos que só servem para destruir, está na moda exultar com extremos que se começam a aproximar imenso do perfil que caracterizava os anos 80 ou 90, está na moda querer um gajo na frente que vá a todas e que está lá para ser servido, está na moda colocar o foco na dimensão física do jogo. Está na moda voltar a compartimentalizar o jogo. Voltamos a 1992 e nem dei por ela.

 

Sim, grande parte do crédito que ele tem deve-se ao facto de trabalhar muito e de ser da formação. E para isso, basta comparar o caso dele com o do Petrovic. É que este último foi rasgado de cima a baixo durante o meio ano que cá esteve. Tem o azar de ter um estilo semelhante ao do William, mas com muito menos qualidade. Mas arrisco dizer que, tal como em muitos outros casos, a esmagadora maioria dos adeptos que o criticavam nem sequer conheciam o jogador. Se o conheciam antes, até podiam ter uma opinião. Se não, também só tiveram jogo e meio, no máximo, para a formar, porque foi o tempo que ele jogou por cá.

 

Já o Palhinha, até agora, não fez nada que o Petrovic também não tenha feito nesses famosos 135 minutos (e já nem vou à qualidade, porque isso também dava para uma conversa). Mas é um miúdo. É da formação. Pode errar à vontade. Pode fazer exibições insossas. Tem tempo. Vai aprender. Ele gasta os créditos, mas hão-de aparecer sempre mais. Até a malta se fartar e arranjar um brinquedo novo. Aí, já vai passar a ser fraquinho. É dispensar porque não tem qualidade, e porque ser da formação não lhe garante lugar no plantel. Vai passar a errar uma vez, e a ser rasgado por mil coisas diferentes. Vai-se acabar o tempo. Já vi este filme imensas vezes.

 

É fruto do contexto, obviamente. Mas a questão é que, no que eu considero um bom contexto, o Palhinha não tem capacidades para brilhar. Não tem capacidades cognitivas para isso, ainda mais do que capacidades técnicas. E se não tem, não conto com ele para ser uma solução viável. Não quer dizer que não possa fazer parte do plantel. Mas para ser titular? Não, nem pensar. Aliás, se há coisa que me chateia verdadeiramente, nesta história toda do médio defensivo, é o argumento de que temos de aceitar que vamos perder qualidade quando o William sair. Que é um jogador de top na sua posição, que jogadores daqueles não aparecem todos os dias, que não temos dinheiro para contratar alguém como ele, que vamos ter de nos adaptar a outro tipo de médio defensivo...

 

O tanas. Nunca vou aceitar a mediocridade no Sporting, apesar dela prosperar por aqui nos últimos...sei lá, desde que somos vivos. Se o William sair, a nossa obrigação é procurar substituí-lo por alguém com o máximo de qualidade possível, e com um perfil o mais aproximado possível do seu. Porque sim, acredito que médios defensivos com o seu perfil são mais jogadores do que médios defensivos com o perfil do Palhinha. E não aceito a ideia de nos conformarmos com uma perda acentuada de qualidade numa das poucas posições onde, de facto, temos mesmo qualidade. Se a ideia for essa, que não se prometam depois títulos às pessoas.

 

Pois é, o talento é dinâmico e varia consoante a resposta aos estímulos provocados. Sabes como é que esses estímulos são provocados, principalmente? Em contexto de jogo. E quem é que decide quem joga? O treinador. Logo, se o treinador, por uma qualquer razão mirabolante, decidir que quer apostar num cabo-verdiano talentoso, em vez de apostar num cabeludo desdentado, num brasileiro ou num anão, todos eles ainda mais talentosos, e o cabo-verdiano corresponder...isso significa que é mais talentoso que os outros?

 

Mas eu também reconheço validade a todas as ideias e a todas as formas de lá chegar. E às vezes acho que a maior parte das pessoas, ou não percebe isso, ou ignora mesmo. Agora, há um par de ideias que viraram senso comum e com as quais eu, de facto, não concordo. A primeira é a de que, tendo a minha ideia bem definida para o futebol (e não estou a falar de gostos aqui, isso é outra dimensão diferente), tenho de encaixar lá jogadores de todos os perfis e todos os estilos. Não tenho. A qualidade dos jogadores depende, em grande parte, do contexto onde estão inseridos. Se há jogadores que não têm características para encaixar na forma como vejo o jogo, é natural que não conte com eles, simplesmente porque vejo mais qualidade noutros.

 

A segunda é aquela velha máxima, politicamente correcta, de que todas as formas de jogar são válidas para atingir o sucesso. É uma verdade de La Palice. Ainda para mais sendo o futebol um desporto volátil e com imensas variáveis que, não raras vezes, são incontroláveis pelas equipas. A questão é que estas coisas normalmente vêem-se pelas probabilidades. E aí desculpem lá, mas há mesmo formas de jogar que trazem mais sucesso do que outras. Vão variando, obviamente, caso contrário isto era bem aborrecido. Mas existem. Se eu controlo mais variáveis do jogo que tu (e não me estou a referir à posse de bola ou a algo a isso associado, antes que apareça esse argumento), tenho mais probabilidades de ganhar do que tu. É claro que depois entra a qualidade na equação (e mais um sem número de factores). Se eu estou muito bem organizado e tenho tudo bem planeado, mas tenho jogadores da distrital, vou perder, mesmo que jogues sem qualquer organização e apenas na bela táctica do pontapé para a frente. Mas se o nível de competência for o mesmo, quem controlar mais variáveis do jogo vai ganhar mais vezes.

 

Com o Palhinha, basicamente, temos muito menos hipóteses de controlar essas variáveis, em relação ao William. Temos menos hipóteses de crescer em qualidade, quando pensando apenas no seu contributo individual. Vamos perder a capacidade de controlar o ritmo do jogo (ou então não, porque estamos tão mal que nem com o William em campo o conseguimos fazer). Vamos perder qualidade nas fases de construção. Vamos perder numa série quase infindável de aspectos. Vamos ganhar em muito poucos, se é que vamos ganhar alguma coisa de todo. Portanto, não entendo mesmo o porquê desta aposta. E reajo mais sobre este assunto em específico porque, infelizmente, acredito mesmo que os caramelos do futebol se estão a preparar para vender o William e apostar no Palhinha.

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(...)

 

Se eu pudesse reputar este post 10 vezes fazia-o sem problemas. Tudo, tudo dito!

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poeira, a forma como tu vês o jogo é universal? não será que o hugo tem outra forma de ver o jogo? o jj não terá outra forma de ver o jogo, em que o palhinha encaixa? (sim vais me responder a esta última com a ironia habitual).

 

concordo com as análises primárias que fazes ao palhinha: de facto não fez boas exibições quando jogou nem tem o perfil de médio defensivo de uma equipa que queira controlar o jogo em ataque continuado e pausado. e de facto, os miúdos da formação têm mais créditos que os outros.

mas depois exageras imenso. a tua forma de ver o jogo é semelhante à que eu gosto. mas não é a mais provável de chegar ao sucesso. não devias começar por falar numa "ideia tua" e depois falar em "formas de jogar que trazem mais sucesso".

 

e se os miúdos da formação têm mais créditos foi porque a história do nosso clube já provou inúmeras vezes que a formação é de onde vêm os melhores reforços e as peças fundamentais das nossas equipas.

 

por último: dizes não aceitar mediocridade no Sporting mas já te vi aqui a defender jogadores medíocres (mesmo no teu post fazes referências ao petrovic, gostava de saber se estás de acordo com a sua saída). andré martins, esgaio, andré balada, ilori, slavchev etc. esses todos, na minha opinião, são jogadores medíocres para o nível do Sporting (e as suas carreiras nunca me contrariaram).

 

edit: jonathan silva e tanaka, outros 2.

Editado por ricky

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Foco o meu discurso nas qualidades técnicas porque elas são essenciais no futebol actual, em qualquer posição. Mas da mesma forma que houve uma altura em que essas qualidades começaram a ser incrivelmente valorizadas, agora parece que está antes na moda o repugnar dessas mesmas competências em alguns jogadores. Está na moda voltar a querer centrais e médios defensivos que só servem para destruir, está na moda exultar com extremos que se começam a aproximar imenso do perfil que caracterizava os anos 80 ou 90, está na moda querer um gajo na frente que vá a todas e que está lá para ser servido, está na moda colocar o foco na dimensão física do jogo. Está na moda voltar a compartimentalizar o jogo. Voltamos a 1992 e nem dei por ela.

 

Sim, grande parte do crédito que ele tem deve-se ao facto de trabalhar muito e de ser da formação. E para isso, basta comparar o caso dele com o do Petrovic. É que este último foi rasgado de cima a baixo durante o meio ano que cá esteve. Tem o azar de ter um estilo semelhante ao do William, mas com muito menos qualidade. Mas arrisco dizer que, tal como em muitos outros casos, a esmagadora maioria dos adeptos que o criticavam nem sequer conheciam o jogador. Se o conheciam antes, até podiam ter uma opinião. Se não, também só tiveram jogo e meio, no máximo, para a formar, porque foi o tempo que ele jogou por cá.

 

Já o Palhinha, até agora, não fez nada que o Petrovic também não tenha feito nesses famosos 135 minutos (e já nem vou à qualidade, porque isso também dava para uma conversa). Mas é um miúdo. É da formação. Pode errar à vontade. Pode fazer exibições insossas. Tem tempo. Vai aprender. Ele gasta os créditos, mas hão-de aparecer sempre mais. Até a malta se fartar e arranjar um brinquedo novo. Aí, já vai passar a ser fraquinho. É dispensar porque não tem qualidade, e porque ser da formação não lhe garante lugar no plantel. Vai passar a errar uma vez, e a ser rasgado por mil coisas diferentes. Vai-se acabar o tempo. Já vi este filme imensas vezes.

 

É fruto do contexto, obviamente. Mas a questão é que, no que eu considero um bom contexto, o Palhinha não tem capacidades para brilhar. Não tem capacidades cognitivas para isso, ainda mais do que capacidades técnicas. E se não tem, não conto com ele para ser uma solução viável. Não quer dizer que não possa fazer parte do plantel. Mas para ser titular? Não, nem pensar. Aliás, se há coisa que me chateia verdadeiramente, nesta história toda do médio defensivo, é o argumento de que temos de aceitar que vamos perder qualidade quando o William sair. Que é um jogador de top na sua posição, que jogadores daqueles não aparecem todos os dias, que não temos dinheiro para contratar alguém como ele, que vamos ter de nos adaptar a outro tipo de médio defensivo...

 

O tanas. Nunca vou aceitar a mediocridade no Sporting, apesar dela prosperar por aqui nos últimos...sei lá, desde que somos vivos. Se o William sair, a nossa obrigação é procurar substituí-lo por alguém com o máximo de qualidade possível, e com um perfil o mais aproximado possível do seu. Porque sim, acredito que médios defensivos com o seu perfil são mais jogadores do que médios defensivos com o perfil do Palhinha. E não aceito a ideia de nos conformarmos com uma perda acentuada de qualidade numa das poucas posições onde, de facto, temos mesmo qualidade. Se a ideia for essa, que não se prometam depois títulos às pessoas.

 

Pois é, o talento é dinâmico e varia consoante a resposta aos estímulos provocados. Sabes como é que esses estímulos são provocados, principalmente? Em contexto de jogo. E quem é que decide quem joga? O treinador. Logo, se o treinador, por uma qualquer razão mirabolante, decidir que quer apostar num cabo-verdiano talentoso, em vez de apostar num cabeludo desdentado, num brasileiro ou num anão, todos eles ainda mais talentosos, e o cabo-verdiano corresponder...isso significa que é mais talentoso que os outros?

 

Mas eu também reconheço validade a todas as ideias e a todas as formas de lá chegar. E às vezes acho que a maior parte das pessoas, ou não percebe isso, ou ignora mesmo. Agora, há um par de ideias que viraram senso comum e com as quais eu, de facto, não concordo. A primeira é a de que, tendo a minha ideia bem definida para o futebol (e não estou a falar de gostos aqui, isso é outra dimensão diferente), tenho de encaixar lá jogadores de todos os perfis e todos os estilos. Não tenho. A qualidade dos jogadores depende, em grande parte, do contexto onde estão inseridos. Se há jogadores que não têm características para encaixar na forma como vejo o jogo, é natural que não conte com eles, simplesmente porque vejo mais qualidade noutros.

 

A segunda é aquela velha máxima, politicamente correcta, de que todas as formas de jogar são válidas para atingir o sucesso. É uma verdade de La Palice. Ainda para mais sendo o futebol um desporto volátil e com imensas variáveis que, não raras vezes, são incontroláveis pelas equipas. A questão é que estas coisas normalmente vêem-se pelas probabilidades. E aí desculpem lá, mas há mesmo formas de jogar que trazem mais sucesso do que outras. Vão variando, obviamente, caso contrário isto era bem aborrecido. Mas existem. Se eu controlo mais variáveis do jogo que tu (e não me estou a referir à posse de bola ou a algo a isso associado, antes que apareça esse argumento), tenho mais probabilidades de ganhar do que tu. É claro que depois entra a qualidade na equação (e mais um sem número de factores). Se eu estou muito bem organizado e tenho tudo bem planeado, mas tenho jogadores da distrital, vou perder, mesmo que jogues sem qualquer organização e apenas na bela táctica do pontapé para a frente. Mas se o nível de competência for o mesmo, quem controlar mais variáveis do jogo vai ganhar mais vezes.

 

Com o Palhinha, basicamente, temos muito menos hipóteses de controlar essas variáveis, em relação ao William. Temos menos hipóteses de crescer em qualidade, quando pensando apenas no seu contributo individual. Vamos perder a capacidade de controlar o ritmo do jogo (ou então não, porque estamos tão mal que nem com o William em campo o conseguimos fazer). Vamos perder qualidade nas fases de construção. Vamos perder numa série quase infindável de aspectos. Vamos ganhar em muito poucos, se é que vamos ganhar alguma coisa de todo. Portanto, não entendo mesmo o porquê desta aposta. E reajo mais sobre este assunto em específico porque, infelizmente, acredito mesmo que os caramelos do futebol se estão a preparar para vender o William e apostar no Palhinha.

 

Aí já estamos a entrar noutro contexto. E o caso do Petrovic é outro, como raio se consegue rasgar um jogador que tem 135 minutos numa equipa e ainda por cima mal dados ? Fds, não faz sentido algum. Tal como rasgar o Palhinha e não o fazer com o Petrovic é a mesma m*rda.

Tal como para mim não faz sentido traçar o destino ao Palhinha 2 jogos e meio após a sua estreia. Ninguém dava nada pelo Geraldes nos escalões jovens, e hoje em dia está feito um jogador do crl. O futebol é tão volátil, como tu próprio afirmas, que é propicio a surpresas do crl.

E se concordo contigo em tudo o que escreves em relação a controlar as variaveis do jogo, existe uma m*rda onde eu acho que tu não estás a levar em consideração um factor importante, que é a realidade do Sporting.

O Sporting, infelizmente, não é um Barça, um City, uma Juve ou um PSG que são equipas capazes de oferecer aos seus treinadores planteis com uma segunda linha tão boa como a primeira. Podemos tentá-lo fazer no Sporting, mas é completamente utópico achar-se que nos próximos anos isso irá acontecer. Primeiro porque precisamos de vender, e segundo porque não temos estrutura suficientemente capaz de ser competente o suficiente para analisar e colmatar todos os problemas no plantel ano após ano.

O Sporting não tem condições, nem vai ter nos próximos tempos de gozar de um plantel cujos 24 jogadores sejam todos de qualidade semelhante. O que nós temos de fazer, é tentar projectar e conceber um ambiente desportivo em que a retirada de um jogador não implique o total desmororonamento da equipa.

Custa escrever isto como o crl, mas nós não estamos nesse nível ainda, e muito temos que caminhar para lá chegar.

O Sporting precisava de começar por construir um 11 base de nível elevado e ir progredindo a pouco e pouco, mas quando tens os laterais que tens a titulares é dificil tu sequer começares a delinear um projecto em condições.

Quanto geres a equipa de Juniores da forma que geres, e tens a equipa B no estado em que está, é normal que no computo geral tudo de raia.

Eu também preferia ver o Pedro Ferreira no lugar do Palhinha, ou quiçá puxar o Wallyson para aquela posição mas quando tudo está a funcionar tão mal naquele clube, não é ter o Palhinha ou o Wallyson a aquecer o banco e a fazer um jogo de mês a mês que vão mudar grande m*rda.

E volto a tecla da realidade, o Sporting neste momento é uma equipa que infelizmente não pode por e dispor de segundas opções tão fortes como as primeiras. Por mais que queiramos, não conseguimos, falta competência, falta estrutura, falta dinheiro e falta uma linha para aquilo que se pretende do futebol profissional.

Enquanto as coisas continuarem assim, vou continuar a defender o Palhinha, ou outro miúdo qualquer que tenha talento. Tal como tu defendeste outros jogadores que dizes terem sido vitimas do contexto como o André Balada, o Petrovic, o Slavchev ou outros que tais, eu vou continuar a defender um miúdo que fez 200 minutos com a camisola do Sporting até agora.

200 minutos é demasiado curto para eu tratar de definir o futuro de um jogador, e tu que jogaste à bola sabes perfeitamente disso. Há tanto miúdo que é encostado em determinados contextos, e rende tanto noutros. Às vezes nem com uma época dá para perceberes o real valor de alguém

O futebol é romance, mas não é só romance.

 

E podiam tirar o Palhinha e colocar o Busquets, o Sporting ia continuar sem render porra nenhuma. Acho incrivel como continuamos a discutir qualidade jogador x e y quando me quer parecer que o problema é mais profundo e problemático.

O Sporting está num contexto e num ponto idiondo, metas lá quem meteres, arrisca-se a sair queimado.

Editado por Hugo Rapaport

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tanaka.

ei ei ei cabrón. lava a boca antes de chamares mediocre ao melhor do mundo.

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poeira, a forma como tu vês o jogo é universal? não será que o hugo tem outra forma de ver o jogo? o jj não terá outra forma de ver o jogo, em que o palhinha encaixa? (sim vais me responder a esta última com a ironia habitual).

 

concordo com as análises primárias que fazes ao palhinha: de facto não fez boas exibições quando jogou nem tem o perfil de médio defensivo de uma equipa que queira controlar o jogo em ataque continuado e pausado. e de facto, os miúdos da formação têm mais créditos que os outros.

mas depois exageras imenso. a tua forma de ver o jogo é semelhante à que eu gosto. mas não é a mais provável de chegar ao sucesso. não devias começar por falar numa "ideia tua" e depois falar em "formas de jogar que trazem mais sucesso".

 

e se os miúdos da formação têm mais créditos foi porque a história do nosso clube já provou inúmeras vezes que a formação é de onde vêm os melhores reforços e as peças fundamentais das nossas equipas.

 

por último: dizes não aceitar mediocridade no Sporting mas já te vi aqui a defender jogadores medíocres (mesmo no teu post fazes referências ao petrovic, gostava de saber se estás de acordo com a sua saída). andré martins, esgaio, andré balada, ilori, slavchev etc. esses todos, na minha opinião, são jogadores medíocres para o nível do Sporting (e as suas carreiras nunca me contrariaram).

Assim não vamos a lado nenhum. Onde é que eu disse que é universal? Eu já disse isto aqui: se eu tenho uma opinião sobre algo, eu vou defendê-la e fundamentá-la como se fosse a verdade mais pura do mundo. Não quer dizer que não aceite/respeite/entenda/compreenda a opinião dos outros.

 

Com a saída do Petrovic? Estou, porque o Jesus deu provas de que não conta com ele. Mas não tinha feito regressar o Palhinha. Tinha ficado com o Wallyson.

 

Do André Martins nem vale a pena falar outra vez. Não deixa de ser engraçado que este ano já tenham existido rios de choro por uma alternativa ao Adrien, no entanto. Mas claro, dificilmente seria o André, porque ele é um 10 e todos os treinadores do Sporting nos últimos anos sabem disso. Acreditava no André enquanto boa alternativa ao Dost. Aceito o Esgaio enquanto suplente por cá, porque o estado das nossas laterais é miserável, e ele é o menos mau. O Ilori esteve sem jogar três anos porque saiu demasiado cedo daqui. Tinha mais do que qualidade para ser titular, se tivesse ficado, e o potencial era enorme. Deu um passo maior do que a perna. E o Slavchev é um caso em que o Sporting não devia ter contratado o jogador, porque provou-se posteriormente que o desconheciam por completo. E as carreiras deles dificilmente te vão contrariar, de resto. Não é suposto contrariarem. Muito provavelmente, daqui a uns anos vamos ter aí a malta a gozar-nos por termos banhado em hype o Gauld e o Iuri, quando eles não deram em nada. Significa que não são jogadores talentosos, ou que não tinham qualidade mais do que suficiente para jogar e bem aqui?

 

Edit: em relação ao Jonathan e ao Tanaka é a mesma coisa. O primeiro, ao pé dos que jogam actualmente, parecia o Marcelo quando cá estava. Depois mandaram-no para a Argentina, quando devíamos era ter feito tudo para corrigir os vícios que ele trazia de lá. E o segundo mostrou ter qualidade quando cá esteve, mas o facto de ser japonês só o prejudicou. Sempre teve uma imagem quase cómica por cá, quando apresentava mais qualidade técnica e cognitiva que grande parte dos avançados que cá fomos tendo ao longo dos anos. Era avançado para pegar de estaca no 11? Não. Mas era 1000x mais útil que qualquer Purovic da vida. E já tivemos muitos desses.

 

e agora o Palhinha dava um Patrick Vieira da vida.

Um Kanté, para pegar num exemplo actual. É perfeitamente possível. Improvável, mas possível. O futebol é totalmente subjectivo e muitas vezes imprevisível, como disse ali. Mas isso não nos impede de ter ideias definidas, e de as defendermos.

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Assim não vamos a lado nenhum. Onde é que eu disse que é universal? Eu já disse isto aqui: se eu tenho uma opinião sobre algo, eu vou defendê-la e fundamentá-la como se fosse a verdade mais pura do mundo. Não quer dizer que não aceite/respeite/entenda/compreenda a opinião dos outros.

 

Com a saída do Petrovic? Estou, porque o Jesus deu provas de que não conta com ele. Mas não tinha feito regressar o Palhinha. Tinha ficado com o Wallyson.

 

Do André Martins nem vale a pena falar outra vez. Não deixa de ser engraçado que este ano já tenham existido rios de choro por uma alternativa ao Adrien, no entanto. Mas claro, dificilmente seria o André, porque ele é um 10 e todos os treinadores do Sporting nos últimos anos sabem disso. Acreditava no André enquanto boa alternativa ao Dost. Aceito o Esgaio enquanto suplente por cá, porque o estado das nossas laterais é miserável, e ele é o menos mau. O Ilori esteve sem jogar três anos porque saiu demasiado cedo daqui. Tinha mais do que qualidade para ser titular, se tivesse ficado, e o potencial era enorme. Deu um passo maior do que a perna. E o Slavchev é um caso em que o Sporting não devia ter contratado o jogador, porque provou-se posteriormente que o desconheciam por completo. E as carreiras deles dificilmente te vão contrariar, de resto. Não é suposto contrariarem. Muito provavelmente, daqui a uns anos vamos ter aí a malta a gozar-nos por termos banhado em hype o Gauld e o Iuri, quando eles não deram em nada. Significa que não são jogadores talentosos, ou que não tinham qualidade mais do que suficiente para jogar e bem aqui?

 

 

não disse que achavas que era universal, simplesmente o tom com que falas primeiramente da tua ideia de jogo e depois associando o conceito de "probabilidades para o sucesso" não é saudável para uma discussão de futebol com um outro user que também me parece perceber de futebol e é tão Sportinguista como tu.

em relação a todos os jogadores que falei, cada caso é um caso. na minha opinião nunca fizeram nada que eu pudesse considerar acima da mediocridade. se gostava de os ter cá? talvez um andré martins fizesse mais que elias ou meli, ou o esgaio para jogar na carlsberg cup. porque também existirão sempre gajos medíocres no plantel, de todos os clubes no mundo. e talvez sejam precisos esses gajos medíocres (não maus), como o palhinha, o andré martins ou o esgaio. por várias razões (não receberão tanto, já estarão ambientados à casa e sabem o que é o Sporting e a qualidade deles não é assim tão má para fazerem uns minutos quando for preciso). concordo contigo que o palhinha não pode ser considerado o substituto no william mas não estou contigo na "comichão" de ter o homem como suplente do william. queres alternativas com tanta qualidade como os titulares no Sporting? desculpa, mas não há dinheiro nem estatuto para isso. teremos sempre de ter gajos mais fracos no plantel, com outras características.

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Aí já estamos a entrar noutro contexto. E o caso do Petrovic é outro, como raio se consegue rasgar um jogador que tem 135 minutos numa equipa e ainda por cima mal dados ? Fds, não faz sentido algum. Tal como rasgar o Palhinha e não o fazer com o Petrovic é a mesma m*rda.

Tal como para mim não faz sentido traçar o destino ao Palhinha 2 jogos e meio após a sua estreia. Ninguém dava nada pelo Geraldes nos escalões jovens, e hoje em dia está feito um jogador do crl. O futebol é tão volátil, como tu próprio afirmas, que é propicio a surpresas do crl.

E se concordo contigo em tudo o que escreves em relação a controlar as variaveis do jogo, existe uma m*rda onde eu acho que tu não estás a levar em consideração um factor importante, que é a realidade do Sporting.

O Sporting, infelizmente, não é um Barça, um City, uma Juve ou um PSG que são equipas capazes de oferecer aos seus treinadores planteis com uma segunda linha tão boa como a primeira. Podemos tentá-lo fazer no Sporting, mas é completamente utópico achar-se que nos próximos anos isso irá acontecer. Primeiro porque precisamos de vender, e segundo porque não temos estrutura suficientemente capaz de ser competente o suficiente para analisar e colmatar todos os problemas no plantel ano após ano.

O Sporting não tem condições, nem vai ter nos próximos tempos de gozar de um plantel cujos 24 jogadores sejam todos de qualidade semelhante. O que nós temos de fazer, é tentar projectar e conceber um ambiente desportivo em que a retirada de um jogador não implique o total desmororonamento da equipa.

Custa escrever isto como o crl, mas nós não estamos nesse nível ainda, e muito temos que caminhar para lá chegar.

O Sporting precisava de começar por construir um 11 base de nível elevado e ir progredindo a pouco e pouco, mas quando tens os laterais que tens a titulares é dificil tu sequer começares a delinear um projecto em condições.

Quanto geres a equipa de Juniores da forma que geres, e tens a equipa B no estado em que está, é normal que no computo geral tudo de raia.

Eu também preferia ver o Pedro Ferreira no lugar do Palhinha, ou quiçá puxar o Wallyson para aquela posição mas quando tudo está a funcionar tão mal naquele clube, não é ter o Palhinha ou o Wallyson a aquecer o banco e a fazer um jogo de mês a mês que vão mudar grande m*rda.

E volto a tecla da realidade, o Sporting neste momento é uma equipa que infelizmente não pode por e dispor de segundas opções tão fortes como as primeiras. Por mais que queiramos, não conseguimos, falta competência, falta estrutura, falta dinheiro e falta uma linha para aquilo que se pretende do futebol profissional.

Enquanto as coisas continuarem assim, vou continuar a defender o Palhinha, ou outro miúdo qualquer que tenha talento. Tal como tu defendeste outros jogadores que dizes terem sido vitimas do contexto como o André Balada, o Petrovic, o Slavchev ou outros que tais, eu vou continuar a defender um miúdo que fez 200 minutos com a camisola do Sporting até agora.

200 minutos é demasiado curto para eu tratar de definir o futuro de um jogador, e tu que jogaste à bola sabes perfeitamente disso. Há tanto miúdo que é encostado em determinados contextos, e rende tanto noutros. Às vezes nem com uma época dá para perceberes o real valor de alguém

O futebol é romance, mas não é só romance.

 

E podiam tirar o Palhinha e colocar o Busquets, o Sporting ia continuar sem render porra nenhuma. Acho incrivel como continuamos a discutir qualidade jogador x e y quando me quer parecer que o problema é mais profundo e problemático.

O Sporting está num contexto e num ponto idiondo, metas lá quem meteres, arrisca-se a sair queimado.

Eu não me pronuncio em relação ao Palhinha por dois jogos e meio. Eu pronuncio-me em relação a ele pela opinião que já tenho dele, construída ao longo do tempo.

 

Eu acho que também há aqui uma espécie de mal entendido (se calhar fui eu que me expressei mal). Eu não estou, de forma nenhuma, a exigir um plantel de 24 craques. Por mim, o Palhinha pode perfeitamente ficar no plantel. Contando que o William lá fica à frente dele. Ou alguém de uns quantos níveis acima do Palhinha. 24 não. Mas vou-me bater sempre para que o Sporting tenha um 11 de qualidade em todas as posições. E isso não é irrealista. O Benfica tem um esta época, por exemplo. Até pode não jogar sempre com ele, mas tem condições para alinhar com 11 jogadores de grande qualidade. Nós não temos, e estamos até algo longe disso. Temos, no máximo, uns 8, e sendo já bastante optimista em relação às opções do meio-campo para a frente.

 

E só se está a discutir isto porque é uma questão real e que pode mesmo acontecer. Vejo mesmo intenção de se "trocar" William por Palhinha (e se calhar, Adrien por Geraldes, mas aí estou menos preocupado). E porque eu não estou nada confiante na possibilidade da estrutura mudar no final da época.

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não disse que achavas que era universal, simplesmente o tom com que falas primeiramente da tua ideia de jogo e depois associando o conceito de "probabilidades para o sucesso" não é saudável para uma discussão de futebol com um outro user que também me parece perceber de futebol e é tão Sportinguista como tu.

em relação a todos os jogadores que falei, cada caso é um caso. na minha opinião nunca fizeram nada que eu pudesse considerar acima da mediocridade. se gostava de os ter cá? talvez um andré martins fizesse mais que elias ou meli, ou o esgaio para jogar na carlsberg cup. porque também existirão sempre gajos medíocres no plantel, de todos os clubes no mundo. e talvez sejam precisos esses gajos medíocres (não maus), como o palhinha, o andré martins ou o esgaio. por várias razões (não receberão tanto, já estarão ambientados à casa e sabem o que é o Sporting e a qualidade deles não é assim tão má para fazerem uns minutos quando for preciso). concordo contigo que o palhinha não pode ser considerado o substituto no william mas não estou contigo na "comichão" de ter o homem como suplente do william. queres alternativas com tanta qualidade como os titulares no Sporting? desculpa, mas não há dinheiro nem estatuto para isso. teremos sempre de ter gajos mais fracos no plantel, com outras características.

Duas ideias distintas, e até fiz essa separação ali. Disse que não concordava com a ideia de ter de encaixar jogadores de qualquer perfil na forma como vejo o jogo, e depois disse que há formas de jogar que têm mais probabilidades de ter sucesso do que outras. Não as associei.

 

Como alternativa, prefiro outro tipo de jogador. Mas não me chateia muito.

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Assim não vamos a lado nenhum. Onde é que eu disse que é universal? Eu já disse isto aqui: se eu tenho uma opinião sobre algo, eu vou defendê-la e fundamentá-la como se fosse a verdade mais pura do mundo. Não quer dizer que não aceite/respeite/entenda/compreenda a opinião dos outros.

 

Com a saída do Petrovic? Estou, porque o Jesus deu provas de que não conta com ele. Mas não tinha feito regressar o Palhinha. Tinha ficado com o Wallyson.

 

Do André Martins nem vale a pena falar outra vez. Não deixa de ser engraçado que este ano já tenham existido rios de choro por uma alternativa ao Adrien, no entanto. Mas claro, dificilmente seria o André, porque ele é um 10 e todos os treinadores do Sporting nos últimos anos sabem disso. Acreditava no André enquanto boa alternativa ao Dost. Aceito o Esgaio enquanto suplente por cá, porque o estado das nossas laterais é miserável, e ele é o menos mau. O Ilori esteve sem jogar três anos porque saiu demasiado cedo daqui. Tinha mais do que qualidade para ser titular, se tivesse ficado, e o potencial era enorme. Deu um passo maior do que a perna. E o Slavchev é um caso em que o Sporting não devia ter contratado o jogador, porque provou-se posteriormente que o desconheciam por completo. E as carreiras deles dificilmente te vão contrariar, de resto. Não é suposto contrariarem. Muito provavelmente, daqui a uns anos vamos ter aí a malta a gozar-nos por termos banhado em hype o Gauld e o Iuri, quando eles não deram em nada. Significa que não são jogadores talentosos, ou que não tinham qualidade mais do que suficiente para jogar e bem aqui?

 

Edit: em relação ao Jonathan e ao Tanaka é a mesma coisa. O primeiro, ao pé dos que jogam actualmente, parecia o Marcelo quando cá estava. Depois mandaram-no para a Argentina, quando devíamos era ter feito tudo para corrigir os vícios que ele trazia de lá. E o segundo mostrou ter qualidade quando cá esteve, mas o facto de ser japonês só o prejudicou. Sempre teve uma imagem quase cómica por cá, quando apresentava mais qualidade técnica e cognitiva que grande parte dos avançados que cá fomos tendo ao longo dos anos. Era avançado para pegar de estaca no 11? Não. Mas era 1000x mais útil que qualquer Purovic da vida. E já tivemos muitos desses.

 

 

Um Kanté, para pegar num exemplo actual. É perfeitamente possível. Improvável, mas possível. O futebol é totalmente subjectivo e muitas vezes imprevisível, como disse ali. Mas isso não nos impede de ter ideias definidas, e de as defendermos.

 

O teu problema é que impinges as tuas ideias aos outros, fazendo com que essas ideias pareçam verdades absolutas e derradeiras.

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Sinceramente, já não consigo ficar muito triste com o que se está a passar. Custa é ver como as coisas mudaram num verão. O entusiasmo em redor da equipa, a crença de que as coisas finalmente estavam no caminho certo, tudo isso se esfumou. O problema não está em perder o jogo no Porto. Os jogos contra os grandes são sempre difíceis e imprevisíveis. O problema está em todos os pontos perdidos nos outros jogos. O problema está na forma como o plantel foi (des)construído (com tanta porcaria a ir embora, ainda falta o célebre Douglas, há tanto tempo namorado pelo Jesus...) e na quebra da qualidade de jogo da equipa. É óbvio que só há um culpado: o treinador. Foi ele que pôs a equipa num patamar incrível o ano passado (ainda que não consigo perdoar aquele desperdício de já não sei quantos pontos de vantagem que tinha a certa altura da época), mas foi ele que também a pôs a jogar assim, desta forma que às vezes nos lembra as épocas em que ficávamos em quarto lugar (não conto com a do sétimo porque isso ainda foi pior).

 

Ou muito me engano, ou o Alan vai tornar-se craque. Parece-me um jogador que precisa de espaço, e ele joga melhor quando baixa no terreno. Não tem de ser um avançado, antes um verdadeiro 10.

 

E este jogo serviu também, espero, para se ver de uma vez por todas que o Marvin não serve para nada. Mas quem quero enganar eu, se para a semana entra a titular e finta um pino numa jogada e já todos se esquecem da mais do que paupérrima exibição no sábado. Gostei bastante de ver o Esgaio na esquerda, mas sei que não pode ser solução. Na verdade, começo a temer mais a lateral esquerda do que a direita. E eu abomino o Ezequiel. Mas claro, o problema está na inexperiência dos jogadores da formação.

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Inexperiencia ou falta de aposta? Verdadeira aposta? O iuri, podence, geraldes, palhinha "brilharam" quando foram emprestados a um clube da 1a liga. Clubes que teoricamente nao jogam um futebol melhor que o nosso e clubes que jogam contra os MESMOS que nos jogamos.

 

Tudo bem, eles se estivessem na principal, estariam tapados. Agora pergunto-me, estariam tapados ou estariam a tapar os que temos de momento?

 

MARKOVIC, CAMPBELL = PODENCE E IURI , nao fariam estes melhor figura tendo o complemento de serem "gratis"?

 

ELIAS PETROVICS E AFINS = GERALDES, PALHINHA nao acham o geraldes bem melhor que elias ou a possibilidade de o petrovic se dar bem aqui?

 

Tudo bem, geraldes e palhinha ate poderiam ser incognitas, mas nao seria melhor uma INCOGNITA do que a DUPLA CONFIRMAÇAO de um medio centro como o ELIAS?

 

Só nas duas contrataçoes deles gastamos que, 12, 13M?

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O teu problema é que impinges as tuas ideias aos outros, fazendo com que essas ideias pareçam verdades absolutas e derradeiras.

 

O problema "dele"? Como é que o pessoal ser convencido pela sua argumentação é problema dele? :lol:

 

Não é esse o ponto do fórum, apresentar a nossa posição sobre determinado assunto? Se as ideias dele recolhem mais sucesso do que as outras, ou são melhores, ou estão a ser melhor apresentadas. Isso não é problema dele.

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Uma coisa é discutir-se ideias com argumentos e observações, outra é sentir-se atacado porque o outro "impinge" ideias ao povo :lol: Mas isto agora é algum luta pela Casa Branca? Agora acusam o outro de impingir ideias a quem percebe menos? Donald Trump? :lol:

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A vitimização é a carta seguinte. Daqui a uns dias vem o "afinal não sou eu o maluco!" e repete-se novamente.

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Isto lembra-me uma outra conversa ja discutida, por isso vou-me ficar por aqui.

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Ultrapassa-me como é que alguém pode considerar o Poeira um gajo arrogante e que tenta impingir as suas ideias aos outros...Que idiotice, minha nossa :lol:

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Ultrapassa-me como é que alguém pode considerar o Poeira um gajo arrogante e que tenta impingir as suas ideias aos outros...Que idiotice, minha nossa :lol:

:mrgreen: :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen: <3

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Ultrapassa-me como é que alguém pode considerar o Poeira um gajo arrogante e que tenta impingir as suas ideias aos outros...Que idiotice, minha nossa :lol:

A mim nunca me enganou.

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Não estou para ler tudo, mas deixo a minha opinião.

 

O Palhinha não é mau. Dei há umas semanas a ideia de mudarmos o William porque por mim era o elo que estava a falhar na equipa. Arrependo-me do que disse. Talvez fosse a minha maneira de não querer ver que são as nossas laterais que f*dem tudo.

É impossível o nosso 6 ter de controlar o meio-campo todo com o Adrien e ainda ter de apagar fogos ora na lateral, ora a central quando o central descai para a lateral.

 

O JJ é o principal culpado, a equipa nunca está equilibrada. Há que mudar o sistema, perceber que os jogadores que escolheu (sim foi ele que escolheu aqueles 2 marretas) não dão para o sistema que temos. Não pode querer dois jogadores que só saibam correr em frente e que depois não ajudem a defender porque não sabem.

Ou mete mais um declarado no meio-campo ou não pode dar liberdade às duas abéculas.

 

Quanto ao Palhinha, gostei nos duelos individuais. Escondeu-se muito do jogo mas não vou pedir à minha torradeira para me fazer um bacalhau com natas.

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