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Mister Master

Um dia na vida do Sporting - 29/02 - E ao 616º dia, Bruno de Carvalho ressuscita

Publicações recomendadas

No CM4 fiz um save com os Dragões Sandinenses em que adicionava treinadores aos grandes para comprar os meus jogadores podres por muitos milhões. E depois vendia o Vítor Baía e os restantes craques a custa zero a mim próprio.

 

Ou seja, Dragões Sandinenses com um plantel composto pelos melhores dos 3 grandes e poderosíssimo financeiramente. :prayer:

Bug és de Sandim?

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Visitante

Nunca fiz essas batotas mas havia um cm ou fm qualquer em que eu me metia a contratar todos os jogadores em final de contrato minimamente decentes e assim que eles chegavam ao clube eram listados para transferências e nem uma semana depois já estavam a sair do clube por muitos milhões, era tão fácil de enriquecer.

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Nunca fiz essas batotas mas havia um cm ou fm qualquer em que eu me metia a contratar todos os jogadores em final de contrato minimamente decentes e assim que eles chegavam ao clube eram listados para transferências e nem uma semana depois já estavam a sair do clube por muitos milhões, era tão fácil de enriquecer.

 

Luís Filipe? Luís Filipe Vieira?

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O Sporting disponibilizou para os sócios, por e-mail, a acta da reunião de 5a. Não consegui não rir. É basicamente um filme em que o BdC e o CD são os mártires e tudo o resto vilões.

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Olha o Mustafá também a ver o lugar ameaçado :lol:

 

MÁRIO MACHADO AVANÇA

 

Mais um episódio para a série do Black Hawk, desta vez inspirado na queda do Império Romano do Ocidente: primeiro o Sporting foi atacado pelos vândalos em Alcochete, agora são os arianos a atacarem o Sporting em Alvalade.

 

Próximo episódio: "A Ameaça vinda do Norte", um grupo de investidores nórdicos, ao bom estilo viking, sobe o rio Tejo e pilha as finanças do Sporting, levando para Copenhaga todas as obrigações do empréstimo obrigacionista de 15M do BdC.

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nao havia um cm qualquer q fazias propostas por emprestimo a jogadores top, oferecias tipo 30 milhoes logo assim de estalo, os salarios todos, e mais clausulas para o clube q o emprestava, eles aceitavam a proposta e depois dava para alterar a proposta para transferencia definitiva a custo 0? :lol:

ja nao me lembro se era assim mas tenho essa ideia

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Havia um que dava para comprares gajos com clausula de pagar tipo 15-20 M€ depois de 50 jogos. Não deixavas o gajo fazer 50 jogos e vendias antes e conseguias comprar gajos super baratos para uma época e fazer dinheiro com eles :lol:

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Acabei de receber por email a acta da reunião de quinta-feira. Não estou a brincar, o Sporting resolveu enviá-la por email aos sócios. Uma acta que nem sequer está assinada. Isto é surreal. Nem sei que diga disto.

 

Ah, já tinham falado disso :mrgreen:

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Maninhos ponham aqui essa ata ou enviem-me por MP para um gajo se rir

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nao havia um cm qualquer q fazias propostas por emprestimo a jogadores top, oferecias tipo 30 milhoes logo assim de estalo, os salarios todos, e mais clausulas para o clube q o emprestava, eles aceitavam a proposta e depois dava para alterar a proposta para transferencia definitiva a custo 0? :lol:

ja nao me lembro se era assim mas tenho essa ideia

Penso que era no CM 00/01, ou 99/00.

Oferecias um balúrdio pela transferência e depois, ao propor o contrato, mudavas a transferência para zero, e conseguias na mesma propor.

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Acta:

 

 

«Presentes: Pelo Conselho Directivo (CD): Bruno de Carvalho, Carlos Vieira, Rui Caeiro, Alexandre Godinho, Luís Roque;

 

Pelo Conselho Fiscal e Disciplinar (CFD): Nuno Silvério Marques, Vicente Caldeira Pires, Vitor Vale, Diogo Orvalho, Nuno Santos e Fernando Carvalho

 

Pela Mesa da Assembleia Geral (MAG): Jaime Marta Soares (Presidente da MAG), Eduarda Proença de Carvalho, Tiago Abade, Luis Pereira, Manuel Mendes e Rui Rabaça.

 

A reunião teve inicio às 19.15 minutos. Foi sugerido pelo Presidente do CD a gravação da reunião, por forma a ser elaborada a acta da reunião. Opuseram-se à gravação dos trabalhos Jaime Marta Soares, Eduarda Proença de Carvalho, Manuel Mendes, Luis Pereira, Rui Rabaça Fernandes, Diogo Orvalho e Vicente Caldeira Pires. Todos os demais ou se abstiveram ou concordaram. Por esta razão, não se procedeu à gravação da reunião.

 

O Presidente da MAG informou que a reunião seria rápida, ao que o Presidente do CD respondeu dizendo que apesar de não ser uma reunião estatutária, dada a importância que a mesma tinha para o Clube e SAD, havia formalismos prévios a cumprir como a leitura da proposta de acta da reunião anterior, ocorrida a 21 de maio de 2018.

 

De seguida foi lida a proposta de acta da reunião de 21 de Maio de 2018.

 

No decorrer da leitura da proposta de acta, o Presidente do CD solicitou que fosse incluída a referência ao comunicado da ASPP/PSP - Associação Socio-Profissional dos Profissionais de Policia - que conclui que a SAD não tem responsabilidade nos acontecimentos sucedidos na Academia.

 

Sobre essa acta o Presidente da MAG disse, sumariamente, que a mesma é sectária e não contempla algumas considerações feitas pelas pessoas presentes e em concreto exclui intervenções feitas pelo próprio e por membros da MAG, intervenções que procuraram ser conciliadoras e que refletiam a preocupação da MAG e do CFD sobre a situação do Clube e da SAD. Por esta razão não podia subscrever a acta.

 

Também o Presidente do CFD disse não se rever no texto da acta por a mesma não incluir a intervenção que fez na dita reunião, reflectindo as preocupações do CFD, referindo também, como já tinha informado na anterior reunião, que o CFD não tinha qualquer questão especifica contra a actuação do CD.

 

Eduarda Proença de Carvalho referiu que se recorda o que tinha dito na reunião de 21 de maio; que tinha sido mencionada a existência de um número significativo de sócios para uma assembleia de destituição; que tinha referido que a saída era a demissão dos órgãos sociais; que faltavam menções do Presidente do CD que tinham sido feitas, por ex. o anúncio do reforço da segurança da Academia e Estádio, a retirada dos benefícios protocolados com a Juve Leo; e, que se recordava que o Vice Presidente Carlos Vieira tinha dito que o presidente da MAG quase nunca ia às modalidades.

 

Vítor Vale disse que a acta não traduz tudo o que foi dito e que inclusivamente dela não consta a garantia que foi dada de não ter existido qualquer reunião de concertação entre o CFD e a MAG.

 

Nuno Santos disse que não esperava a acta; louvou a rapidez com que a mesma foi feita e que infelizmente não é a mesma com que muitas vezes as actas são feitas.

 

O Presidente do CD disse que a sugestão de fazer a gravação da presente reunião era exactamente para que, no futuro, pudesse ficar fielmente escrito o que foi dito nesta reunião, a qual corresponde a um momento fulcral para o Clube. Mais disse que as pessoas presentes deviam fazer sugestões para o texto da acta em vez de dizerem simplesmente que a mesma é sectária. Caso não fizessem essas sugestões ele Presidente do CD iria nesta acta repetir tudo o que disse na última reunião de modo a ficar registado o que disse, e para que as pessoas pudessem, nesta reunião, fazer todos os comentários que quisessem.

 

O Presidente da MAG disse: “Vimos hoje para trabalhar, com base num acordo de cavalheiros; o senhor quer passar a sua acta, que é a acta do Presidente Bruno de Carvalho, mas que não é a acta da reunião havida”.

 

Nessa altura, o Presidente do CD disse que sendo assim iria, porque ainda é o Presidente do Clube, ler a acta da reunião anterior, acta esta que era, nas palavras do Presidente da MAG, a acta do Presidente do CD.

 

O Presidente do CD disse então que ia iniciar a reunião, tendo o Presidente da MAG dito que, face ao acordado na última reunião, estava contra o formato da presente reunião. De seguida, o Presidente do CD voltou a dizer, como disse na reunião anterior, que os membros do CD não estão apegados aos seus lugares. Que consideram que desencadear, neste momento, qualquer medida que seja perturbadora do normal funcionamento do Clube e da SAD põe em causa uma série de compromissos e objectivos que, depois de garantidos, assegurarão um futuro ainda mais sólido, quer para o Clube quer para a SAD. Que desejam que os associados e accionistas do Sporting CP e da Sporting SAD, respetivamente, tenham consciência de que o agendamento precipitado de uma Assembleia Geral com o propósito de discutir a continuidade do actual CD trava de imediato o lançamento do Empréstimo Obrigacionista, sem o qual o Clube e a SAD deixarão de ter capacidade para fazer face a compromissos imediatos; trava de imediato a conclusão do contrato jurídico que permite implementar a melhoria substancial da reestruturação financeira que foi negociada e que permitirá ao Clube passar a ser, em definitivo, dono do seu destino sem qualquer interferência externa; trava de imediato a preparação da próxima época desportiva, uma vez que passa a ser praticamente impossível concretizar transações de jogadores a um valor justo e prejudica a negociação de mais patrocínios. Que se de uma eventual AG Extraordinária saísse a decisão de convocar eleições, as mesmas nunca iriam realizar-se antes da primeira semana de Agosto. Tal medida colocaria em causa, desde logo, a possibilidade de garantir a constituição de um plantel ainda mais forte para o futebol profissional. A consequência imediata seria o hipotecar logo à partida de uma época que se pretende vencedora e de Glória. Que não é por acaso que os actos eleitorais no Sporting Clube de Portugal se realizam estatutariamente no mês de Março. Esse é um momento em que não se coloca em causa a época corrente e muito menos a época futura. Que os membros do CD do Sporting Clube de Portugal não renunciam ao seu mandato, neste momento, por manifesto e evidente sentido de responsabilidade, por considerarem que nada aconteceu que justifique este estado de alarmismo e de aparente ruptura, e porque existem quatro objectivos a concretizar, os quais são muito mais importantes para definir o futuro do Clube e da SAD do que qualquer querela ‘política’ ou de disputa pelo poder: lançamento de um primeiro empréstimo obrigacionista em Junho; assinatura do contrato jurídico da melhoria da reestruturação financeira; venda e compra de passes de jogadores de e para o plantel do futebol profissional a uma valor justo; o mesmo se aplica às 54 modalidades do Clube; e a emissão de um segundo empréstimo obrigacionista em Novembro. Que é bom que todos tenhamos consciência de quem será responsável pelo eventual falhanço destes objetivos. Não podem ser, em nenhuma circunstância, assacadas responsabilidades a quem, não por apego ao poder, mas por exclusivo sentido de responsabilidade, tenta evitar a todo o custo uma crise que foi desencadeada de forma absolutamente artificial e sem que houvesse qualquer fundamento para tal.

 

Nesta altura, o Presidente do CD solicitou novamente que a MAG e o CFD apresentassem as razões para o CD se demitir e que, sendo tais razões apresentadas, o CD sairia da sala por breves minutos para tomar uma decisão; mais disse que, no seu entender, as razões não podem ser apenas a recolha de assinaturas, a calúnia e a difamação instalada. Disse que garantia que não iria refutar as razões apresentadas e que iria só discutir o assunto com os membros do CD e que voltaria à sala com uma decisão.

 

O Presidente do CD disse então “Faço a mesma proposta já feita na ultima reunião: a MAG e o CFD dizem quantos dias necessitam, 15, 20, 25 dias, sejam os que forem, e nós garantimos o acesso a tudo o que diga respeito ao Clube e à SAD, incluindo acesso a toda a documentação, e contacto pessoal com jogadores e restantes colaboradores”; acrescentou o Presidente do CD o seguinte: “Esta é uma proposta honesta e que evitará toda a injustiça e problemas para o Clube e SAD que esta posição da MAG e CFD está a causar.”

 

O Presidente do CD acrescentou ainda que se a MAG estava a dar 60 dias para a Assembleia Geral (AG), dando estes 15, 20, 25 dias e analisando toda a documentação facultada pelo CD ainda tinham tempo, se descobrissem algo de mal, para convocar as eleições nos tais 60 dias que indicaram, e, até lá, permitiria gerir normalmente o Clube. Acrescentou que: “O mero pedido de convocatória de AG de destituição irá, independentemente do seu resultado, provocar os mesmos danos que referi”. Mais disse que: “Desde que se iniciou esta instabilidade política só aconteceram coisas positivas: os resultados positivos da SAD; o adiamento, por unanimidade, do empréstimo obrigacionista de 2015; a subida da cotação das acções da SAD em cerca de 30%; o apoio demonstrado pelos principais patrocinadores; a continuação do processo de montagem do novo empréstimo obrigacionista; com apoio da CMVM e Banco;, o comunicado da ASPP onde fica claro que não há responsabilidade da SAD no sucedido na Academia; e, que fora disto, só via ruído, calúnia e difamação contra o Clube e a SAD”.

 

Finalmente o Presidente do CD disse: “Os membros da MAG e do CFD tiveram a sorte de tomar as suas decisões livremente, ao passo que os membros do CD estão a ser pressionados por pessoas não anónimas e que alguns dos membros do CD que renunciaram, fizeram-no por coacção e medo”.

 

O Presidente do CD fez um louvor ao Conselho Fiscal e à Mesa da Assembleia Geral da SAD, por se manterem em funções, com responsabilidade, na defesa dos interesses da SAD e accionistas. Acrescentou que lamentava ter visto a Dra. Eduarda Proença de Carvalho dizer na televisão que existe responsabilidade institucional da SAD no sucedido na academia; mais lamentou que membros da MAG e CFD, como o Dr. Diogo Orvalho, tenham, em entrevistas, ‘instagrams’, ‘facebooks’ e outras redes sociais, directa ou indirectamente, colocado o ónus no CD e no Conselho de Administração da SAD do sucedido na Academia. Disse que estas declarações são calúnias e difamações; isto é crime, porque estão a associar o Conselho de Administração ao que sucedeu na Academia Sporting; quem proferiu estas declarações tem consciência clara do que estão a fazer; estão a pactuar com isto não só os que fazem estas declarações como os que se demitem sem a atribuição de alguma culpa. Todos estão a pactuar com a intoxicação da opinião pública. Disse que ia repetir o que disse na ultima reunião: “Vou reiterar que o Presidente da MAG mentiu quando disse que na academia troquei parcas palavras com o treinador e que não falei com os jogadores; estive cerca de duas horas com o treinador; o PMAG também mentiu quando disse que os jogadores me viraram as costas; é falso, pois estive imenso tempo em conversa com eles.”

 

O Presidente do CD disse que aproveitava para dar uma novidade: que existe um relatório da PGDL que diz que o Sporting não teve responsabilidade no que aconteceu. Relembrou que os advogados dos atacantes, quando questionados pêlos jornalistas, sobre Bruno de Carvalho, disseram expressamente que não foi feita nenhuma menção ao mesmo. Isto foi confirmado pelos agredidos, pela policia e pela PGDL. Recordou que ASPP confirmou expressamente em comunicado o não envolvimento da SAD nos lamentáveis acontecimentos da Academia. Mais disse que tem estado sempre a trabalhar e que os órgãos de comunicação social dizem sempre as mesmas coisas; não houve prova ou indícios de envolvimento do Conselho de Administração da SAD, antes pelo contrário. Disse o Presidente do CD que não existem rescisões de jogadores, o que há é chantagem de empresários. Os órgãos sociais demissionários deixam-se contaminar por estas falsidades. O Presidente do CD disse que existe uma campanha montada pela MAG e pelo CFD que está a manchar o nome do Presidente do CD, dos demais membros do CD e a prejudicar o SCP. Disse ainda que ele próprio iria intentar as acções judiciais necessárias para defesa do seu bom nome e do Clube. Perguntou o Presidente do CD como é que os membros do CFD e da MAG conseguiam ir para a cama descansados quando a proposta apesentada pelo CD de continuar a trabalhar até uma eventual AG eleitoral era razoável e permitiria continuar a trabalhar na defesa do Clube e da SAD. Disse ainda: “Há jogadores das modalidades que têm dado mostras públicas de louvor e apoio a esta Direcção; certamente não foram coagidos para tal” Mais disse: “Os jantares quinzenais do Grupo Stromp têm habitualmente 20 a 25 pessoas; ora, no Grupo Stromp pelo menos 12 delas comunicaram-nos que não se revêm nas posições expressas no comunicado emitido no dia anterior e ponderam mesmo renunciar aos seus lugares”.

 

O Presidente do CD voltou a apresentar a proposta exposta na última reunião, para que se voltasse a olhar para os superiores interesses do Sporting, para que se consiga mostrar que os órgãos sociais estão unidos, apelando ao recuo nas suas renúncias. Disse que este poderia ser um momento de união dos órgãos sociais, já que também existem milhares de sócios a favor desta Direcção. O Presidente do CD disse que tem de reforçar que tem sido calmo e objectivo nesta reunião e que assumia claramente que esta acta tem um objectivo, informar os sportinguistas. Disse que os presentes não têm de ser amigos, são os órgãos sociais do SCP e, por isso, têm a responsabilidade acrescida de colocar acima dos interesses pessoais os superiores interesses do Clube. O Presidente do CD disse: “Os sócios confiaram em nós para termos a calma e a serenidade para que, mesmo com assinaturas, saibamos colocar acima de tudo os superiores interesses do Clube e da SAD. Neste momento esses interesses são a manutenção da Direcção, da administração da SAD e do caminho que está a ser trilhado.” O Presidente do CD disse que há dois exemplos que lhe foram transmitidos por dois membros dos órgãos sociais demissionários: o primeiro é sobre a acusação da forma belicista como intervém em público; sobre isto disse: “Há cerca de três meses tivemos uma AG para aprovar alterações aos estatutos e um regulamento disciplinar; a maior parte das alterações vinham do CFD; fui acusado de ser ditador e déspota e de querer todo o poder; mas todos concordámos que essa AG seria para aferir o apoio, a gratidão e a confiança dos sócios ao CD; era esse o objectivo e por essa razão nem sequer houve discussão na AG, contra o que CD pretendia; obtivemos cerca de 90% dos votos, quando bastavam 25% de votos para sairmos. Os sócios tiveram oportunidade de dar um cartão vermelho à Direcção e não o fizeram; Isto foi há 3 meses e foi clara a intenção dos sócios”.

 

Logo a seguir ao jogo do Paços de Ferreira, o Presidente da MAG pediu a demissão do Presidente do CD. Houve reuniões com os jogadores. Os jogadores não tiveram ambientes adversos, tendo todos observado voltas olímpicas ao Estádio; há imagens de jogadores abraçados ao Presidente do CD; No jogo contra o Benfica só não perdemos pelas defesas do Rui Patrício; na Madeira não tivemos a capacidade e competência para ganhar. Sobre o jogo da Taça disse que o facto é que os jogadores foram jogar. Disse: “Estamos num cenário dantesco e assiste-se à exploração de um acto criminoso; fiz uma comunicação à Sporting TV quando estava destroçado e cansado e posso ter utilizado palavras que foram descontextualizadas, como “chato”; por comparação, o Cristiano Ronaldo que diz que foi uma situação “aborrecida” e ninguém diz nada”. Disse: “O segundo exemplo é o que comparou este evento ao que sucedeu com o acidente da ponte de Entre-os-Rios, em que houve um ministro que se demitiu, daí extrapolando a necessidade da minha demissão; mas nesse caso havia relatórios que alertavam para a possibilidade e o perigo do acidente; e por isso se justificava a demissão do ministro que foi o que houve. Não se demitiu o primeiro ministro; independentemente dos pelouros de cada um, a responsabilidade é conjunta.

 

O Presidente do CD disse que não pode continuar a permitir um linchamento público; tem muito a contar aos sportinguistas. E não são uma dúzia que o impedem de contar a milhões o que sucedeu, sobre todos os que estão a orquestrar uma campanha contra o CD. Por essa razão disse há 3 meses aos Sportinguistas para não comprarem jornais e ver televisão. Disse que na próxima semana irá dizer publicamente o papel de cada um no linchamento e no ataque de calúnia que é também da responsabilidade dos membros da MAG e do CFD. Esse papel já provocou que a SAD tenha sido sujeito a pressões e chantagem em negociações contratuais. Diogo Orvalho disse que uma vez que foi visado pelo Presidente do CD pretendia dizer o seguinte: “só tive duas publicações em cinco anos sobre SCP: uma, dia 15 de maio de 2018, às 23.09 horas, onde escrevi “solidariedade total para com nossos jogadores, equipa técnica, departamento clinico e restante staff. Há muito para dizer, mas não é o timing; domingo há uma taça para ganhar e é aqui que tem de estar o foco, segunda feira será um novo dia. Sporting Sempre”. A este post anexou uma foto do estádio. O segundo post foi publicado no dia 17 de Maio de 2018, às 13.16 horas, cerca de três horas após apresentar renúncia ao Presidente da MAG, ao Presidente do CD e ao Presidente do CFD; constatou que a renúncia foi logo divulgada no Record. Nesse segundo post escreveu:

 

“Caros amigos, Não me vou alongar muito no tema, sobretudo porque não sou fã de comunicar através do facebook e não é o fórum nem o momento adequado. Porém, como a notícia já se tornou pública, tenho nesta altura de recordar que, como a maior parte de vós bem sabe, fui desde a primeira hora um apoiante convicto do actual Presidente do Conselho Directivo do, tendo ao seu lado enfrentado dificílimos desafios, sempre em prol dos interesses do Sporting Clube de Portugal e dos seus Sócios, o seu maior património. Nunca me coibi de, em privado mas sobretudo em público, assumir claramente esse apoio, sobretudo nas alturas mais difíceis e de maior contestação interna e externa. Reconheço a fantástica recuperação desportiva e financeira do Clube que ajudou a operar, as variadíssimas batalhas justas e prementes em que se envolveu, e toda a vasta obra que ajudou a construir. Reportando-me unicamente ao seu primeiro mandato (2013-2017), e pese embora algumas discordâncias perfeitamente normais quanto à gestão corrente, foi, na minha opinião e até então, dos melhores Presidentes que o nosso Clube já conheceu. A memória não é, nem pode jamais ser curta. A justiça assim o impõe e os Sportinguistas são sempre justos. Julgo, pois, que todos devemos estar gratos ao Presidente do Conselho Directivo por tudo aquilo que, até então, deu ao Clube. Sucede que, pese embora o meu silêncio e reserva nos últimos tempos (por dever de reserva e solidariedade institucional), de há uns largos meses a esta parte não me revejo na maioria dos comportamentos adoptados, conflitos internos abertos e crescente divisionismo criado no Universo Sporting. Mas mais do que pessoalmente neles não me rever, entendo que tais comportamentos – sobretudo os que vieram a público nos últimos 2/ 3 meses – causaram danos desportivos, financeiros e de imagem, incalculáveis e que julgo que nenhum de nós consegue sequer prever ainda a sua total dimensão. É fundamental ter sempre presente que os Sócios são o maior património do Sporting Clube de Portugal. O Clube é, foi e sempre será, deles e de mais ninguém. É, assim, fundamental a união de todos para que possamos ter as vitórias que todos almejamos e ser o grande Clube que todos desejamos. Neste contexto, e pese embora todos os esforços envidados nas últimas semanas por mim e todos os meus Ilustríssimos colegas e briosos membros da MAG para evitar esta situação e reunir esforços para uma demissão colectiva de todos os Órgãos do Clube, frustrando-se claramente esses esforços, confirmo que me vi hoje forçado a apresentar a minha renúncia individual aos Órgãos Sociais do Clube. No âmbito das minhas atribuições e competências, tenho a perfeita consciência que sempre coloquei os interesses do Clube e dos respectivos Sócios em primeiro lugar. E foi para o bem do Clube e de todos eles que, obviamente, tive de tomar esta decisão. Sobretudo para que ela possa encontrar reflexo nos membros dos restantes Órgãos Sociais, sejam convocadas brevemente eleições gerais para todos os Órgãos Sociais e para que o Clube possa encontrar a paz e a coesão interna de que tanto necessita. Aqueles que me conhecem bem, sabem que é com uma enorme tristeza e um profundo pesar que me vi forçado a tomar esta decisão. Mas a vida, por vezes, é feita de decisões difíceis e esta tornou-se agora inevitável. Tenho, todavia, cada vez mais a certeza que somos dos maiores clubes do mundo, que temos inequivocamente os melhores Sócios e adeptos do mundo e que, todos juntos e unidos, rapidamente conseguiremos ultrapassar esta fase negativa do Clube e regressar às vitórias e conquistas que todos desejamos. A começar já pela vitória na importantíssima Taça de Portugal neste Domingo! Viva o Sporting Clube de Portugal!!!”

 

No decorrer da leitura do post, Diogo Orvalho disse que é, de entre os presentes, aquele que mais defendeu publicamente o Presidente Bruno de Carvalho. Disse ainda que, na intervenção, o Presidente do CD referiu os acontecimentos bárbaros sucedidos na academia na passada na semana; Diogo Orvalho disse querer acreditar que nenhum membro dos órgãos sociais, ou funcionários, contribuiram para o sucedido; mas todos os sócios, deste o nº 1 até ao ultimo, têm vergonha do que sucedeu; e todos os membro da MAG e do CFD têm vergonha institucional pelo que sucedeu na academia. Diogo Orvalho disse achar que as declarações do Presidente CD na primeira intervenção após o sucedido só vêm demonstrar a necessidade de eleições para unir e pacificar o Sporting. Diogo Orvalho lamentou as mensagens que o Presidente do CD lhe enviou e lamentou o tom com que se dirigiu aos membros dos órgãos sociais, que considerou manifestamente intimidatório. Diogo Orvalho reafirmou que sempre foi leal e fechou a intervenção dizendo que este é um dos dias mais tristes da sua vida.

 

O Presidente da MAG insurgiu-se contra a forma como Presidente do CD estava a conduzir a reunião; disse que a reunião não tinha este objectivo e que o Presidente do CD estava a conduzir os trabalhos como se fosse um tribunal.

 

O Presidente do CD questionou se Diogo Orvalho alguma vez tinha sido outra coisa no Clube que não suplente. Diogo Orvalho disse que tinha sido sempre suplente. Carlos Vieira pediu a palavra e disse que, na reunião anterior, tinha sido ele a fazer menção expressa a Diogo Orvalho e que, por pudor, não a tinha incluído na acta anteriormente apresentada; assim, iria repetir o que disse na altura: que relembrava que tinha havido um pedido de reunião por parte do Presidente da MAG para segunda feira, dia 21 de Maio, e que, no seu entender, o post de Diogo Orvalho no facebook fez espoletar a decisão extemporânea da MAG de renunciar e solicitar eleições; ninguém, na altura, nessa reunião, contestou as suas afirmações; mais disse que o post continha uma mentira grave porque referia a existência de vários esforços para uma demissão conjunta dos órgãos e que tal nunca sucedeu, pelo menos no que ao CD diz respeito. Disse ainda que reforçava que havia uma mentira que podia não ser atribuída a Diogo Orvalho, mas a quem tal lhe tivesse transmitido; lamentava também que houvesse uma adesão a essas afirmações pois tinha verificado que esse post no facebook tinha sido partilhado por Eduarda Proença de Carvalho.

 

Eduarda Proença de Carvalho disse que, na sexta-feira, se demitiu porque há muito tempo que estava desconfortável; foi uma renúncia individual; o dia em que se demitiu foi o mais triste da sua vida e que não admitia ameaças e intimações à sua pessoa e dos membros demissionários.

 

O Presidente do CD disse que não houve por parte do CD, nomeadamente pelo seu presidente, nenhuma ameaça ou intimação, mas, apenas e tão só, uma informação sobre a forma como ele iria reagir contra todos os que contribuíram, de forma directa e indirecta, para a calúnia e difamação do CD e do seu presidente. O Presidente da MAG disse que tem perante todos os presentes respeito e por isso, pensava que todos deviam comungar de elevação e responsabilidade para não alimentar este tipo de discussões. O Presidente da MAG disse que, já na primeira reunião, tinha dito ao Presidente do CD que não desejava que esta reunião se transformasse num tribunal. O Presidente do CD interrompeu dizendo que isto era mentira. O Presidente da MAG disse, ainda, dirigindo-se ao Presidente do CD: “O senhor está sempre a vitimizar-se, numa estratégia de fuga para a frente; é perito em sacudir água do capote, nunca assumindo responsabilidades; tenho muitas coisas para contar, mas não as conto porque tenha vergonha do que sei”. O Presidente do CD respondeu dizendo que o Presidente da MAG podia fazer as queixas que quisesse que não estava preocupado. De seguida, o Presidente da MAG perguntou ao CD e seu Presidente se pretendiam apresentar renúncia ao mandato, estando a MAG preparada para convocar a AG eleitoral para dia 19 de Agosto de 2018, ou 26 de Agosto, ou 2 de Setembro, conforme fosse mais conveniente. Disse que se o período eleitoral pode criar problemas não pretendia saber que problemas eram esses. O Presidente da MAG disse que se o CD não quiser renunciar, tem milhares de assinaturas para uma AG de destituição, assinaturas que tinham de ser validadas pelos serviços. Essa AG seria convocada para dia 23 de Junho de 2018, às 10 horas, no Meo Arena. Mais disse que causa do pedido da AG destitutiva será a consolidação de todos os argumentos que foram apresentados nas várias petições.

 

O Presidente da MAG apelou a que o CD decidisse em nome e na defesa dos superiores interesses do Clube e da SAD. Disse ainda que considerava estarem em perigo os legítimos e elevados valores do Clube e que os órgãos sociais que se demitiram não podem ser responsabilizados pela destruição do Clube e seus valores.

 

O Presidente do CD respondeu dizendo que o Presidente da MAG iniciou a sua intervenção declarando que tudo o que o norteia é o respeito, e, depois, teceu considerações altamente injuriosas que atacam a honra e dignidade do Presidente do CD e membros do CD. Disse ainda que queria ser claro dizendo duas coisas: em primeiro lugar, que a forma de vida do Comendador Marta Soares causou à Direcção, várias vezes, grandes constrangimentos e vergonha, e que, ao contrário do mesmo, teve oportunidade de lhe dizer, por várias vezes, olhos nos olhos; queria também dizer que lamenta esta forma de chantagem e coacção com que o Presidente da MAG apresenta as duas soluções, assacando, desde já, de uma forma despudorada, responsabilidades sobre aquilo que o Presidente da MAG, os restantes membros da MAG e do CFD, por terem absoluta consciência das consequências que poderão advir dos actos que agora estão a praticar. Quer que fique expresso que o empréstimo obrigacionista tem a ver, como foi comunicado, com questões de tesouraria da SAD; desde o primeiro momento que este facto é público; desde o primeiro momento que é sabido de todos os sportinguistas, accionistas e obrigacionistas o porquê da necessidade do atraso do reembolso do empréstimo de 2015, com vencimento em 25 de Maio; assim o é no Sporting, como também nas outras entidades desportivas cotadas em bolsa.

 

Por algum motivo, e não foi depois de 2013, que, estatutariamente, as eleições passaram a realizar-se em Março; todos os grandes Sportinguistas verificaram que, de facto, o processo eleitoral interfere com a gestão do Clube e da SAD; assim colocaram as eleições num momento em que já não há mercado e as equipas estão fechadas.

 

Não existem clubes que negoceiem em boas condições, seja o que for, com uma Direção que pode ou não ser reconduzida nos seus destinos. É possível verificar que isto influencia o valor de mercado dos activos. Quando se faz estatutos e regulamentos não se pode prever tudo, muito menos as datas de empréstimos obrigacionistas; aqui temos duas datas principais, Junho e Novembro, para as emissões obrigacionistas e que, se houver pedido de eleições ou destituição, tais actos comportam riscos significativos para estas operações; isto não são histórias, são factos; e daí ter sugerido que os membros da MAG e CFD verificassem tudo o que se passa na SAD e no Clube; disse que a ignorância sobre os assuntos não pode ser condição para decisões que prejudicam a SAD e o Clube; não estudou para ser advogado, mas sabe que com a marcação da AG vamos entrar numa guerra jurídica que em nada beneficia o Clube.

 

A actual MAG tem um pedido do CD para uma AG; o Presidente do CD disse que acha que o Presidente da MAG está a fazer tábua rasa de um pedido do CD para ouvir a alma mater do Clube; se atendesse a esse pedido nada ficava prejudicado; disse ainda que o Presidente da MAG está também a fazer tábua rasa dos riscos jurídicos que a AG de destituição comportará; mais disse que o Presidente da MAG não foi sensível, nem os seus pares, a todas as questões legais que envolvem esta AG, nem a questões financeiras, desportivas e de reputação da marca; o Sporting entrará num processo muito difícil, onde irá ter prejuízos graves.

 

O Presidente do CD fez um repto aos sócios que existem dentro de cada um dos membros dos órgãos sociais, para que não coloquem o Sporting numa situação idêntica à que encontrou em 2013, resultante de possíveis rescisões de jogadores, por falta de pagamento de salários e da falta de credibilidade do Sporting, situações que, com quase nenhum dinheiro, conseguiu resolver. Mais disse o Presidente do CD que estes danos são quantificáveis, não são virtuais; estamos a viver um momento único no Sportin, que pode ser evitado; o que existe são calúnias e mentiras e um ataque à Academia que está a ser investigado; pelo que os presentes ainda podiam ter tomado uma decisão que evitasse todos os danos que se verificam. Acrescentou o Presidente do CD que nenhum jogador apresentou qualquer rescisão e que nenhum tem razão para o fazer; a partir daqui os presentes deviam tomar as decisões que entendessem, mas que o CD não iria contribuir para essas situações, por ter sido eleito por elevada maioria e de novo sufragado pêlos Sócios este ano em AG.

 

Eduarda Proença de Carvalho disse que não é, nunca foi, e nunca será, vontade destes membros fazer uma AG destas; todos sabiam a responsabilidade da mesma; mas que a MAG, enquanto órgão social, respeitando as suas competências, estava obrigada a cumprir os estatutos e a vontade dos Sócios; e, por isso, a MAG entendia que os mil votos são suficientes para requerer uma AG e que isso era uma constatação dos estatutos; disse, ainda, que os mil votos não determinam timings ou momentos, apenas isso mesmo, a obrigação de convocar uma AG; concluiu dizendo que a MAG jamais incumprirá o documento que rege o Sporting Clube de Portugal.

 

Presidente do CD disse que o SCP tem uns estatutos que têm de ser cumpridos, mas esse cumprimento depende do bom senso e da lei; no entender do CD, a decisão de convocar a assembleia de destituição, se for esta, está ferida de uma série de situações que o CD não podia aceitar. O Presidente da MAG disse que o Presidente do CD ainda não tinha comunicado qual a decisão do CD, face às alternativas apresentadas pela MAG.

 

O Presidente do CD disse que o CD irá combater uma eventual convocatória de AG de destituição, por todas as formas jurídicas que forem convenientes. Após este momento os membros demissionários da MAG e do CFD saíram da sala. Em resultado desta saída os trabalhos terminaram, tendo a reunião sido encerrada. Foi lavrada a presente proposta de acta, a qual não pode ser assinada por todos os presentes, em virtude de os referidos se terem ausentado. »

 

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Acta:

 

 

«Presentes: Pelo Conselho Directivo (CD): Bruno de Carvalho, Carlos Vieira, Rui Caeiro, Alexandre Godinho, Luís Roque;

 

Pelo Conselho Fiscal e Disciplinar (CFD): Nuno Silvério Marques, Vicente Caldeira Pires, Vitor Vale, Diogo Orvalho, Nuno Santos e Fernando Carvalho

 

Pela Mesa da Assembleia Geral (MAG): Jaime Marta Soares (Presidente da MAG), Eduarda Proença de Carvalho, Tiago Abade, Luis Pereira, Manuel Mendes e Rui Rabaça.

 

A reunião teve inicio às 19.15 minutos. Foi sugerido pelo Presidente do CD a gravação da reunião, por forma a ser elaborada a acta da reunião. Opuseram-se à gravação dos trabalhos Jaime Marta Soares, Eduarda Proença de Carvalho, Manuel Mendes, Luis Pereira, Rui Rabaça Fernandes, Diogo Orvalho e Vicente Caldeira Pires. Todos os demais ou se abstiveram ou concordaram. Por esta razão, não se procedeu à gravação da reunião.

 

O Presidente da MAG informou que a reunião seria rápida, ao que o Presidente do CD respondeu dizendo que apesar de não ser uma reunião estatutária, dada a importância que a mesma tinha para o Clube e SAD, havia formalismos prévios a cumprir como a leitura da proposta de acta da reunião anterior, ocorrida a 21 de maio de 2018.

 

De seguida foi lida a proposta de acta da reunião de 21 de Maio de 2018.

 

No decorrer da leitura da proposta de acta, o Presidente do CD solicitou que fosse incluída a referência ao comunicado da ASPP/PSP - Associação Socio-Profissional dos Profissionais de Policia - que conclui que a SAD não tem responsabilidade nos acontecimentos sucedidos na Academia.

 

Sobre essa acta o Presidente da MAG disse, sumariamente, que a mesma é sectária e não contempla algumas considerações feitas pelas pessoas presentes e em concreto exclui intervenções feitas pelo próprio e por membros da MAG, intervenções que procuraram ser conciliadoras e que refletiam a preocupação da MAG e do CFD sobre a situação do Clube e da SAD. Por esta razão não podia subscrever a acta.

 

Também o Presidente do CFD disse não se rever no texto da acta por a mesma não incluir a intervenção que fez na dita reunião, reflectindo as preocupações do CFD, referindo também, como já tinha informado na anterior reunião, que o CFD não tinha qualquer questão especifica contra a actuação do CD.

 

Eduarda Proença de Carvalho referiu que se recorda o que tinha dito na reunião de 21 de maio; que tinha sido mencionada a existência de um número significativo de sócios para uma assembleia de destituição; que tinha referido que a saída era a demissão dos órgãos sociais; que faltavam menções do Presidente do CD que tinham sido feitas, por ex. o anúncio do reforço da segurança da Academia e Estádio, a retirada dos benefícios protocolados com a Juve Leo; e, que se recordava que o Vice Presidente Carlos Vieira tinha dito que o presidente da MAG quase nunca ia às modalidades.

 

Vítor Vale disse que a acta não traduz tudo o que foi dito e que inclusivamente dela não consta a garantia que foi dada de não ter existido qualquer reunião de concertação entre o CFD e a MAG.

 

Nuno Santos disse que não esperava a acta; louvou a rapidez com que a mesma foi feita e que infelizmente não é a mesma com que muitas vezes as actas são feitas.

 

O Presidente do CD disse que a sugestão de fazer a gravação da presente reunião era exactamente para que, no futuro, pudesse ficar fielmente escrito o que foi dito nesta reunião, a qual corresponde a um momento fulcral para o Clube. Mais disse que as pessoas presentes deviam fazer sugestões para o texto da acta em vez de dizerem simplesmente que a mesma é sectária. Caso não fizessem essas sugestões ele Presidente do CD iria nesta acta repetir tudo o que disse na última reunião de modo a ficar registado o que disse, e para que as pessoas pudessem, nesta reunião, fazer todos os comentários que quisessem.

 

O Presidente da MAG disse: “Vimos hoje para trabalhar, com base num acordo de cavalheiros; o senhor quer passar a sua acta, que é a acta do Presidente Bruno de Carvalho, mas que não é a acta da reunião havida”.

 

Nessa altura, o Presidente do CD disse que sendo assim iria, porque ainda é o Presidente do Clube, ler a acta da reunião anterior, acta esta que era, nas palavras do Presidente da MAG, a acta do Presidente do CD.

 

O Presidente do CD disse então que ia iniciar a reunião, tendo o Presidente da MAG dito que, face ao acordado na última reunião, estava contra o formato da presente reunião. De seguida, o Presidente do CD voltou a dizer, como disse na reunião anterior, que os membros do CD não estão apegados aos seus lugares. Que consideram que desencadear, neste momento, qualquer medida que seja perturbadora do normal funcionamento do Clube e da SAD põe em causa uma série de compromissos e objectivos que, depois de garantidos, assegurarão um futuro ainda mais sólido, quer para o Clube quer para a SAD. Que desejam que os associados e accionistas do Sporting CP e da Sporting SAD, respetivamente, tenham consciência de que o agendamento precipitado de uma Assembleia Geral com o propósito de discutir a continuidade do actual CD trava de imediato o lançamento do Empréstimo Obrigacionista, sem o qual o Clube e a SAD deixarão de ter capacidade para fazer face a compromissos imediatos; trava de imediato a conclusão do contrato jurídico que permite implementar a melhoria substancial da reestruturação financeira que foi negociada e que permitirá ao Clube passar a ser, em definitivo, dono do seu destino sem qualquer interferência externa; trava de imediato a preparação da próxima época desportiva, uma vez que passa a ser praticamente impossível concretizar transações de jogadores a um valor justo e prejudica a negociação de mais patrocínios. Que se de uma eventual AG Extraordinária saísse a decisão de convocar eleições, as mesmas nunca iriam realizar-se antes da primeira semana de Agosto. Tal medida colocaria em causa, desde logo, a possibilidade de garantir a constituição de um plantel ainda mais forte para o futebol profissional. A consequência imediata seria o hipotecar logo à partida de uma época que se pretende vencedora e de Glória. Que não é por acaso que os actos eleitorais no Sporting Clube de Portugal se realizam estatutariamente no mês de Março. Esse é um momento em que não se coloca em causa a época corrente e muito menos a época futura. Que os membros do CD do Sporting Clube de Portugal não renunciam ao seu mandato, neste momento, por manifesto e evidente sentido de responsabilidade, por considerarem que nada aconteceu que justifique este estado de alarmismo e de aparente ruptura, e porque existem quatro objectivos a concretizar, os quais são muito mais importantes para definir o futuro do Clube e da SAD do que qualquer querela ‘política’ ou de disputa pelo poder: lançamento de um primeiro empréstimo obrigacionista em Junho; assinatura do contrato jurídico da melhoria da reestruturação financeira; venda e compra de passes de jogadores de e para o plantel do futebol profissional a uma valor justo; o mesmo se aplica às 54 modalidades do Clube; e a emissão de um segundo empréstimo obrigacionista em Novembro. Que é bom que todos tenhamos consciência de quem será responsável pelo eventual falhanço destes objetivos. Não podem ser, em nenhuma circunstância, assacadas responsabilidades a quem, não por apego ao poder, mas por exclusivo sentido de responsabilidade, tenta evitar a todo o custo uma crise que foi desencadeada de forma absolutamente artificial e sem que houvesse qualquer fundamento para tal.

 

Nesta altura, o Presidente do CD solicitou novamente que a MAG e o CFD apresentassem as razões para o CD se demitir e que, sendo tais razões apresentadas, o CD sairia da sala por breves minutos para tomar uma decisão; mais disse que, no seu entender, as razões não podem ser apenas a recolha de assinaturas, a calúnia e a difamação instalada. Disse que garantia que não iria refutar as razões apresentadas e que iria só discutir o assunto com os membros do CD e que voltaria à sala com uma decisão.

 

O Presidente do CD disse então “Faço a mesma proposta já feita na ultima reunião: a MAG e o CFD dizem quantos dias necessitam, 15, 20, 25 dias, sejam os que forem, e nós garantimos o acesso a tudo o que diga respeito ao Clube e à SAD, incluindo acesso a toda a documentação, e contacto pessoal com jogadores e restantes colaboradores”; acrescentou o Presidente do CD o seguinte: “Esta é uma proposta honesta e que evitará toda a injustiça e problemas para o Clube e SAD que esta posição da MAG e CFD está a causar.”

 

O Presidente do CD acrescentou ainda que se a MAG estava a dar 60 dias para a Assembleia Geral (AG), dando estes 15, 20, 25 dias e analisando toda a documentação facultada pelo CD ainda tinham tempo, se descobrissem algo de mal, para convocar as eleições nos tais 60 dias que indicaram, e, até lá, permitiria gerir normalmente o Clube. Acrescentou que: “O mero pedido de convocatória de AG de destituição irá, independentemente do seu resultado, provocar os mesmos danos que referi”. Mais disse que: “Desde que se iniciou esta instabilidade política só aconteceram coisas positivas: os resultados positivos da SAD; o adiamento, por unanimidade, do empréstimo obrigacionista de 2015; a subida da cotação das acções da SAD em cerca de 30%; o apoio demonstrado pelos principais patrocinadores; a continuação do processo de montagem do novo empréstimo obrigacionista; com apoio da CMVM e Banco;, o comunicado da ASPP onde fica claro que não há responsabilidade da SAD no sucedido na Academia; e, que fora disto, só via ruído, calúnia e difamação contra o Clube e a SAD”.

 

Finalmente o Presidente do CD disse: “Os membros da MAG e do CFD tiveram a sorte de tomar as suas decisões livremente, ao passo que os membros do CD estão a ser pressionados por pessoas não anónimas e que alguns dos membros do CD que renunciaram, fizeram-no por coacção e medo”.

 

O Presidente do CD fez um louvor ao Conselho Fiscal e à Mesa da Assembleia Geral da SAD, por se manterem em funções, com responsabilidade, na defesa dos interesses da SAD e accionistas. Acrescentou que lamentava ter visto a Dra. Eduarda Proença de Carvalho dizer na televisão que existe responsabilidade institucional da SAD no sucedido na academia; mais lamentou que membros da MAG e CFD, como o Dr. Diogo Orvalho, tenham, em entrevistas, ‘instagrams’, ‘facebooks’ e outras redes sociais, directa ou indirectamente, colocado o ónus no CD e no Conselho de Administração da SAD do sucedido na Academia. Disse que estas declarações são calúnias e difamações; isto é crime, porque estão a associar o Conselho de Administração ao que sucedeu na Academia Sporting; quem proferiu estas declarações tem consciência clara do que estão a fazer; estão a pactuar com isto não só os que fazem estas declarações como os que se demitem sem a atribuição de alguma culpa. Todos estão a pactuar com a intoxicação da opinião pública. Disse que ia repetir o que disse na ultima reunião: “Vou reiterar que o Presidente da MAG mentiu quando disse que na academia troquei parcas palavras com o treinador e que não falei com os jogadores; estive cerca de duas horas com o treinador; o PMAG também mentiu quando disse que os jogadores me viraram as costas; é falso, pois estive imenso tempo em conversa com eles.”

 

O Presidente do CD disse que aproveitava para dar uma novidade: que existe um relatório da PGDL que diz que o Sporting não teve responsabilidade no que aconteceu. Relembrou que os advogados dos atacantes, quando questionados pêlos jornalistas, sobre Bruno de Carvalho, disseram expressamente que não foi feita nenhuma menção ao mesmo. Isto foi confirmado pelos agredidos, pela policia e pela PGDL. Recordou que ASPP confirmou expressamente em comunicado o não envolvimento da SAD nos lamentáveis acontecimentos da Academia. Mais disse que tem estado sempre a trabalhar e que os órgãos de comunicação social dizem sempre as mesmas coisas; não houve prova ou indícios de envolvimento do Conselho de Administração da SAD, antes pelo contrário. Disse o Presidente do CD que não existem rescisões de jogadores, o que há é chantagem de empresários. Os órgãos sociais demissionários deixam-se contaminar por estas falsidades. O Presidente do CD disse que existe uma campanha montada pela MAG e pelo CFD que está a manchar o nome do Presidente do CD, dos demais membros do CD e a prejudicar o SCP. Disse ainda que ele próprio iria intentar as acções judiciais necessárias para defesa do seu bom nome e do Clube. Perguntou o Presidente do CD como é que os membros do CFD e da MAG conseguiam ir para a cama descansados quando a proposta apesentada pelo CD de continuar a trabalhar até uma eventual AG eleitoral era razoável e permitiria continuar a trabalhar na defesa do Clube e da SAD. Disse ainda: “Há jogadores das modalidades que têm dado mostras públicas de louvor e apoio a esta Direcção; certamente não foram coagidos para tal” Mais disse: “Os jantares quinzenais do Grupo Stromp têm habitualmente 20 a 25 pessoas; ora, no Grupo Stromp pelo menos 12 delas comunicaram-nos que não se revêm nas posições expressas no comunicado emitido no dia anterior e ponderam mesmo renunciar aos seus lugares”.

 

O Presidente do CD voltou a apresentar a proposta exposta na última reunião, para que se voltasse a olhar para os superiores interesses do Sporting, para que se consiga mostrar que os órgãos sociais estão unidos, apelando ao recuo nas suas renúncias. Disse que este poderia ser um momento de união dos órgãos sociais, já que também existem milhares de sócios a favor desta Direcção. O Presidente do CD disse que tem de reforçar que tem sido calmo e objectivo nesta reunião e que assumia claramente que esta acta tem um objectivo, informar os sportinguistas. Disse que os presentes não têm de ser amigos, são os órgãos sociais do SCP e, por isso, têm a responsabilidade acrescida de colocar acima dos interesses pessoais os superiores interesses do Clube. O Presidente do CD disse: “Os sócios confiaram em nós para termos a calma e a serenidade para que, mesmo com assinaturas, saibamos colocar acima de tudo os superiores interesses do Clube e da SAD. Neste momento esses interesses são a manutenção da Direcção, da administração da SAD e do caminho que está a ser trilhado.” O Presidente do CD disse que há dois exemplos que lhe foram transmitidos por dois membros dos órgãos sociais demissionários: o primeiro é sobre a acusação da forma belicista como intervém em público; sobre isto disse: “Há cerca de três meses tivemos uma AG para aprovar alterações aos estatutos e um regulamento disciplinar; a maior parte das alterações vinham do CFD; fui acusado de ser ditador e déspota e de querer todo o poder; mas todos concordámos que essa AG seria para aferir o apoio, a gratidão e a confiança dos sócios ao CD; era esse o objectivo e por essa razão nem sequer houve discussão na AG, contra o que CD pretendia; obtivemos cerca de 90% dos votos, quando bastavam 25% de votos para sairmos. Os sócios tiveram oportunidade de dar um cartão vermelho à Direcção e não o fizeram; Isto foi há 3 meses e foi clara a intenção dos sócios”.

 

Logo a seguir ao jogo do Paços de Ferreira, o Presidente da MAG pediu a demissão do Presidente do CD. Houve reuniões com os jogadores. Os jogadores não tiveram ambientes adversos, tendo todos observado voltas olímpicas ao Estádio; há imagens de jogadores abraçados ao Presidente do CD; No jogo contra o Benfica só não perdemos pelas defesas do Rui Patrício; na Madeira não tivemos a capacidade e competência para ganhar. Sobre o jogo da Taça disse que o facto é que os jogadores foram jogar. Disse: “Estamos num cenário dantesco e assiste-se à exploração de um acto criminoso; fiz uma comunicação à Sporting TV quando estava destroçado e cansado e posso ter utilizado palavras que foram descontextualizadas, como “chato”; por comparação, o Cristiano Ronaldo que diz que foi uma situação “aborrecida” e ninguém diz nada”. Disse: “O segundo exemplo é o que comparou este evento ao que sucedeu com o acidente da ponte de Entre-os-Rios, em que houve um ministro que se demitiu, daí extrapolando a necessidade da minha demissão; mas nesse caso havia relatórios que alertavam para a possibilidade e o perigo do acidente; e por isso se justificava a demissão do ministro que foi o que houve. Não se demitiu o primeiro ministro; independentemente dos pelouros de cada um, a responsabilidade é conjunta.

 

O Presidente do CD disse que não pode continuar a permitir um linchamento público; tem muito a contar aos sportinguistas. E não são uma dúzia que o impedem de contar a milhões o que sucedeu, sobre todos os que estão a orquestrar uma campanha contra o CD. Por essa razão disse há 3 meses aos Sportinguistas para não comprarem jornais e ver televisão. Disse que na próxima semana irá dizer publicamente o papel de cada um no linchamento e no ataque de calúnia que é também da responsabilidade dos membros da MAG e do CFD. Esse papel já provocou que a SAD tenha sido sujeito a pressões e chantagem em negociações contratuais. Diogo Orvalho disse que uma vez que foi visado pelo Presidente do CD pretendia dizer o seguinte: “só tive duas publicações em cinco anos sobre SCP: uma, dia 15 de maio de 2018, às 23.09 horas, onde escrevi “solidariedade total para com nossos jogadores, equipa técnica, departamento clinico e restante staff. Há muito para dizer, mas não é o timing; domingo há uma taça para ganhar e é aqui que tem de estar o foco, segunda feira será um novo dia. Sporting Sempre”. A este post anexou uma foto do estádio. O segundo post foi publicado no dia 17 de Maio de 2018, às 13.16 horas, cerca de três horas após apresentar renúncia ao Presidente da MAG, ao Presidente do CD e ao Presidente do CFD; constatou que a renúncia foi logo divulgada no Record. Nesse segundo post escreveu:

 

“Caros amigos, Não me vou alongar muito no tema, sobretudo porque não sou fã de comunicar através do facebook e não é o fórum nem o momento adequado. Porém, como a notícia já se tornou pública, tenho nesta altura de recordar que, como a maior parte de vós bem sabe, fui desde a primeira hora um apoiante convicto do actual Presidente do Conselho Directivo do, tendo ao seu lado enfrentado dificílimos desafios, sempre em prol dos interesses do Sporting Clube de Portugal e dos seus Sócios, o seu maior património. Nunca me coibi de, em privado mas sobretudo em público, assumir claramente esse apoio, sobretudo nas alturas mais difíceis e de maior contestação interna e externa. Reconheço a fantástica recuperação desportiva e financeira do Clube que ajudou a operar, as variadíssimas batalhas justas e prementes em que se envolveu, e toda a vasta obra que ajudou a construir. Reportando-me unicamente ao seu primeiro mandato (2013-2017), e pese embora algumas discordâncias perfeitamente normais quanto à gestão corrente, foi, na minha opinião e até então, dos melhores Presidentes que o nosso Clube já conheceu. A memória não é, nem pode jamais ser curta. A justiça assim o impõe e os Sportinguistas são sempre justos. Julgo, pois, que todos devemos estar gratos ao Presidente do Conselho Directivo por tudo aquilo que, até então, deu ao Clube. Sucede que, pese embora o meu silêncio e reserva nos últimos tempos (por dever de reserva e solidariedade institucional), de há uns largos meses a esta parte não me revejo na maioria dos comportamentos adoptados, conflitos internos abertos e crescente divisionismo criado no Universo Sporting. Mas mais do que pessoalmente neles não me rever, entendo que tais comportamentos – sobretudo os que vieram a público nos últimos 2/ 3 meses – causaram danos desportivos, financeiros e de imagem, incalculáveis e que julgo que nenhum de nós consegue sequer prever ainda a sua total dimensão. É fundamental ter sempre presente que os Sócios são o maior património do Sporting Clube de Portugal. O Clube é, foi e sempre será, deles e de mais ninguém. É, assim, fundamental a união de todos para que possamos ter as vitórias que todos almejamos e ser o grande Clube que todos desejamos. Neste contexto, e pese embora todos os esforços envidados nas últimas semanas por mim e todos os meus Ilustríssimos colegas e briosos membros da MAG para evitar esta situação e reunir esforços para uma demissão colectiva de todos os Órgãos do Clube, frustrando-se claramente esses esforços, confirmo que me vi hoje forçado a apresentar a minha renúncia individual aos Órgãos Sociais do Clube. No âmbito das minhas atribuições e competências, tenho a perfeita consciência que sempre coloquei os interesses do Clube e dos respectivos Sócios em primeiro lugar. E foi para o bem do Clube e de todos eles que, obviamente, tive de tomar esta decisão. Sobretudo para que ela possa encontrar reflexo nos membros dos restantes Órgãos Sociais, sejam convocadas brevemente eleições gerais para todos os Órgãos Sociais e para que o Clube possa encontrar a paz e a coesão interna de que tanto necessita. Aqueles que me conhecem bem, sabem que é com uma enorme tristeza e um profundo pesar que me vi forçado a tomar esta decisão. Mas a vida, por vezes, é feita de decisões difíceis e esta tornou-se agora inevitável. Tenho, todavia, cada vez mais a certeza que somos dos maiores clubes do mundo, que temos inequivocamente os melhores Sócios e adeptos do mundo e que, todos juntos e unidos, rapidamente conseguiremos ultrapassar esta fase negativa do Clube e regressar às vitórias e conquistas que todos desejamos. A começar já pela vitória na importantíssima Taça de Portugal neste Domingo! Viva o Sporting Clube de Portugal!!!”

 

No decorrer da leitura do post, Diogo Orvalho disse que é, de entre os presentes, aquele que mais defendeu publicamente o Presidente Bruno de Carvalho. Disse ainda que, na intervenção, o Presidente do CD referiu os acontecimentos bárbaros sucedidos na academia na passada na semana; Diogo Orvalho disse querer acreditar que nenhum membro dos órgãos sociais, ou funcionários, contribuiram para o sucedido; mas todos os sócios, deste o nº 1 até ao ultimo, têm vergonha do que sucedeu; e todos os membro da MAG e do CFD têm vergonha institucional pelo que sucedeu na academia. Diogo Orvalho disse achar que as declarações do Presidente CD na primeira intervenção após o sucedido só vêm demonstrar a necessidade de eleições para unir e pacificar o Sporting. Diogo Orvalho lamentou as mensagens que o Presidente do CD lhe enviou e lamentou o tom com que se dirigiu aos membros dos órgãos sociais, que considerou manifestamente intimidatório. Diogo Orvalho reafirmou que sempre foi leal e fechou a intervenção dizendo que este é um dos dias mais tristes da sua vida.

 

O Presidente da MAG insurgiu-se contra a forma como Presidente do CD estava a conduzir a reunião; disse que a reunião não tinha este objectivo e que o Presidente do CD estava a conduzir os trabalhos como se fosse um tribunal.

 

O Presidente do CD questionou se Diogo Orvalho alguma vez tinha sido outra coisa no Clube que não suplente. Diogo Orvalho disse que tinha sido sempre suplente. Carlos Vieira pediu a palavra e disse que, na reunião anterior, tinha sido ele a fazer menção expressa a Diogo Orvalho e que, por pudor, não a tinha incluído na acta anteriormente apresentada; assim, iria repetir o que disse na altura: que relembrava que tinha havido um pedido de reunião por parte do Presidente da MAG para segunda feira, dia 21 de Maio, e que, no seu entender, o post de Diogo Orvalho no facebook fez espoletar a decisão extemporânea da MAG de renunciar e solicitar eleições; ninguém, na altura, nessa reunião, contestou as suas afirmações; mais disse que o post continha uma mentira grave porque referia a existência de vários esforços para uma demissão conjunta dos órgãos e que tal nunca sucedeu, pelo menos no que ao CD diz respeito. Disse ainda que reforçava que havia uma mentira que podia não ser atribuída a Diogo Orvalho, mas a quem tal lhe tivesse transmitido; lamentava também que houvesse uma adesão a essas afirmações pois tinha verificado que esse post no facebook tinha sido partilhado por Eduarda Proença de Carvalho.

 

Eduarda Proença de Carvalho disse que, na sexta-feira, se demitiu porque há muito tempo que estava desconfortável; foi uma renúncia individual; o dia em que se demitiu foi o mais triste da sua vida e que não admitia ameaças e intimações à sua pessoa e dos membros demissionários.

 

O Presidente do CD disse que não houve por parte do CD, nomeadamente pelo seu presidente, nenhuma ameaça ou intimação, mas, apenas e tão só, uma informação sobre a forma como ele iria reagir contra todos os que contribuíram, de forma directa e indirecta, para a calúnia e difamação do CD e do seu presidente. O Presidente da MAG disse que tem perante todos os presentes respeito e por isso, pensava que todos deviam comungar de elevação e responsabilidade para não alimentar este tipo de discussões. O Presidente da MAG disse que, já na primeira reunião, tinha dito ao Presidente do CD que não desejava que esta reunião se transformasse num tribunal. O Presidente do CD interrompeu dizendo que isto era mentira. O Presidente da MAG disse, ainda, dirigindo-se ao Presidente do CD: “O senhor está sempre a vitimizar-se, numa estratégia de fuga para a frente; é perito em sacudir água do capote, nunca assumindo responsabilidades; tenho muitas coisas para contar, mas não as conto porque tenha vergonha do que sei”. O Presidente do CD respondeu dizendo que o Presidente da MAG podia fazer as queixas que quisesse que não estava preocupado. De seguida, o Presidente da MAG perguntou ao CD e seu Presidente se pretendiam apresentar renúncia ao mandato, estando a MAG preparada para convocar a AG eleitoral para dia 19 de Agosto de 2018, ou 26 de Agosto, ou 2 de Setembro, conforme fosse mais conveniente. Disse que se o período eleitoral pode criar problemas não pretendia saber que problemas eram esses. O Presidente da MAG disse que se o CD não quiser renunciar, tem milhares de assinaturas para uma AG de destituição, assinaturas que tinham de ser validadas pelos serviços. Essa AG seria convocada para dia 23 de Junho de 2018, às 10 horas, no Meo Arena. Mais disse que causa do pedido da AG destitutiva será a consolidação de todos os argumentos que foram apresentados nas várias petições.

 

O Presidente da MAG apelou a que o CD decidisse em nome e na defesa dos superiores interesses do Clube e da SAD. Disse ainda que considerava estarem em perigo os legítimos e elevados valores do Clube e que os órgãos sociais que se demitiram não podem ser responsabilizados pela destruição do Clube e seus valores.

 

O Presidente do CD respondeu dizendo que o Presidente da MAG iniciou a sua intervenção declarando que tudo o que o norteia é o respeito, e, depois, teceu considerações altamente injuriosas que atacam a honra e dignidade do Presidente do CD e membros do CD. Disse ainda que queria ser claro dizendo duas coisas: em primeiro lugar, que a forma de vida do Comendador Marta Soares causou à Direcção, várias vezes, grandes constrangimentos e vergonha, e que, ao contrário do mesmo, teve oportunidade de lhe dizer, por várias vezes, olhos nos olhos; queria também dizer que lamenta esta forma de chantagem e coacção com que o Presidente da MAG apresenta as duas soluções, assacando, desde já, de uma forma despudorada, responsabilidades sobre aquilo que o Presidente da MAG, os restantes membros da MAG e do CFD, por terem absoluta consciência das consequências que poderão advir dos actos que agora estão a praticar. Quer que fique expresso que o empréstimo obrigacionista tem a ver, como foi comunicado, com questões de tesouraria da SAD; desde o primeiro momento que este facto é público; desde o primeiro momento que é sabido de todos os sportinguistas, accionistas e obrigacionistas o porquê da necessidade do atraso do reembolso do empréstimo de 2015, com vencimento em 25 de Maio; assim o é no Sporting, como também nas outras entidades desportivas cotadas em bolsa.

 

Por algum motivo, e não foi depois de 2013, que, estatutariamente, as eleições passaram a realizar-se em Março; todos os grandes Sportinguistas verificaram que, de facto, o processo eleitoral interfere com a gestão do Clube e da SAD; assim colocaram as eleições num momento em que já não há mercado e as equipas estão fechadas.

 

Não existem clubes que negoceiem em boas condições, seja o que for, com uma Direção que pode ou não ser reconduzida nos seus destinos. É possível verificar que isto influencia o valor de mercado dos activos. Quando se faz estatutos e regulamentos não se pode prever tudo, muito menos as datas de empréstimos obrigacionistas; aqui temos duas datas principais, Junho e Novembro, para as emissões obrigacionistas e que, se houver pedido de eleições ou destituição, tais actos comportam riscos significativos para estas operações; isto não são histórias, são factos; e daí ter sugerido que os membros da MAG e CFD verificassem tudo o que se passa na SAD e no Clube; disse que a ignorância sobre os assuntos não pode ser condição para decisões que prejudicam a SAD e o Clube; não estudou para ser advogado, mas sabe que com a marcação da AG vamos entrar numa guerra jurídica que em nada beneficia o Clube.

 

A actual MAG tem um pedido do CD para uma AG; o Presidente do CD disse que acha que o Presidente da MAG está a fazer tábua rasa de um pedido do CD para ouvir a alma mater do Clube; se atendesse a esse pedido nada ficava prejudicado; disse ainda que o Presidente da MAG está também a fazer tábua rasa dos riscos jurídicos que a AG de destituição comportará; mais disse que o Presidente da MAG não foi sensível, nem os seus pares, a todas as questões legais que envolvem esta AG, nem a questões financeiras, desportivas e de reputação da marca; o Sporting entrará num processo muito difícil, onde irá ter prejuízos graves.

 

O Presidente do CD fez um repto aos sócios que existem dentro de cada um dos membros dos órgãos sociais, para que não coloquem o Sporting numa situação idêntica à que encontrou em 2013, resultante de possíveis rescisões de jogadores, por falta de pagamento de salários e da falta de credibilidade do Sporting, situações que, com quase nenhum dinheiro, conseguiu resolver. Mais disse o Presidente do CD que estes danos são quantificáveis, não são virtuais; estamos a viver um momento único no Sportin, que pode ser evitado; o que existe são calúnias e mentiras e um ataque à Academia que está a ser investigado; pelo que os presentes ainda podiam ter tomado uma decisão que evitasse todos os danos que se verificam. Acrescentou o Presidente do CD que nenhum jogador apresentou qualquer rescisão e que nenhum tem razão para o fazer; a partir daqui os presentes deviam tomar as decisões que entendessem, mas que o CD não iria contribuir para essas situações, por ter sido eleito por elevada maioria e de novo sufragado pêlos Sócios este ano em AG.

 

Eduarda Proença de Carvalho disse que não é, nunca foi, e nunca será, vontade destes membros fazer uma AG destas; todos sabiam a responsabilidade da mesma; mas que a MAG, enquanto órgão social, respeitando as suas competências, estava obrigada a cumprir os estatutos e a vontade dos Sócios; e, por isso, a MAG entendia que os mil votos são suficientes para requerer uma AG e que isso era uma constatação dos estatutos; disse, ainda, que os mil votos não determinam timings ou momentos, apenas isso mesmo, a obrigação de convocar uma AG; concluiu dizendo que a MAG jamais incumprirá o documento que rege o Sporting Clube de Portugal.

 

Presidente do CD disse que o SCP tem uns estatutos que têm de ser cumpridos, mas esse cumprimento depende do bom senso e da lei; no entender do CD, a decisão de convocar a assembleia de destituição, se for esta, está ferida de uma série de situações que o CD não podia aceitar. O Presidente da MAG disse que o Presidente do CD ainda não tinha comunicado qual a decisão do CD, face às alternativas apresentadas pela MAG.

 

O Presidente do CD disse que o CD irá combater uma eventual convocatória de AG de destituição, por todas as formas jurídicas que forem convenientes. Após este momento os membros demissionários da MAG e do CFD saíram da sala. Em resultado desta saída os trabalhos terminaram, tendo a reunião sido encerrada. Foi lavrada a presente proposta de acta, a qual não pode ser assinada por todos os presentes, em virtude de os referidos se terem ausentado. »

 

tl;dr: Presidente do CD [bruno de Carvalho] propôs medidas e interveio de forma calma, razoável e lógica; Presidente da MAG e membros demissionários do CFD cortaram todas as jogadas e actuaram como perfeitos loucos, discordando de tudo porque vinha do Presidente do CD e limparam as mãos pelo estado actual do clube.

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Desisti após ler o primeiro 1/3 lol

 

É chato propor que a reunião seja gravada e não aceite, algo que parece que já comum uma vez que na reunião anteriormente "havida" o mesmo não se ter verificado.

 

Isto faz me lembrar aqueles relatórios que era preciso apresentar após ir a formações ou conferências, grandes testamentos e a maior parte era palha para encher chouriços lol

Editado por Genzo

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Uma acta não assinada onde o presidente se faz de coitadinho outra vez :lol:

 

E só faltava aparecer o nazi :lol:

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Penso que era no CM 00/01, ou 99/00.

Oferecias um balúrdio pela transferência e depois, ao propor o contrato, mudavas a transferência para zero, e conseguias na mesma propor.

 

Fm14 também dava para fazer isso.

Mas o que curtia mesmo era o valor futuro a custo zero no cm03/04 aquando dum empréstimo de um jogador.... meu mítico Torreense com Zé Mário, Paím, Hélder Barbosa, Vieirinha, Paulo Machado, Edgar Marcelino... :mrgreen:

 

Mais um episódio para a série do Black Hawk, desta vez inspirado na queda do Império Romano do Ocidente: primeiro o Sporting foi atacado pelos vândalos em Alcochete, agora são os arianos a atacarem o Sporting em Alvalade.

 

Próximo episódio: "A Ameaça vinda do Norte", um grupo de investidores nórdicos, ao bom estilo viking, sobe o rio Tejo e pilha as finanças do Sporting, levando para Copenhaga todas as obrigações do empréstimo obrigacionista de 15M do BdC.

 

Império Otomano tem mais pinta pah!

Editado por ventura21

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O Bruno deve ter-me no grupo dos Sportingados, sou sócio e não recebi ata nenhuma :lol:

 

Edit: Afinal recebi. Estava no sítio apropriado, o lixo electrónico.

Editado por Syn

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"Desde que saí da prisão, há um ano, tenho sido pressionado por muitos amigos ligados ao Sporting, porque sabem que sou sportinguista fanático, para tomar uma posição em relação à claque, seja para liderar, seja para ajudar a afastar a atual direção do clube. Estou envolvido noutros projetos e é-me difícil estar em vários ao mesmo tempo. Mas decidi ontem que vou ter papel mais ativo no Sporting"

 

:medinho:

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Uma ata não assinada que consiste num monologo do Presidente onde se faz de vitima. O pior disto é ele dizer que vai fazer de tudo para impugnar uma AG que os sócios possuem o direito de marcar. Priceless.

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nao havia um cm qualquer q fazias propostas por emprestimo a jogadores top, oferecias tipo 30 milhoes logo assim de estalo, os salarios todos, e mais clausulas para o clube q o emprestava, eles aceitavam a proposta e depois dava para alterar a proposta para transferencia definitiva a custo 0? :lol:

ja nao me lembro se era assim mas tenho essa ideia

00/01

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Não relacionado com o tema, mas é uma curiosidade que eu tenho. Também dizes "bolas" em voz alta? É o tipo de expressão que só consigo encontrar sob forma escrita :lol:

 

Hmm, por acaso digo bastante em voz alta :lol: E por influência familiar creio :lol:

 

Eu tenho 23 anos e não faço ideia quem é o Dionísio Castro e a malta nova não tem o hábito de ver a RTP memória :mrgreen:

 

Não sabes o que é que não haver Internet nem Sport Tv e todo o entretenimento que havia a um sábado de tarde era ver o Dionísio Castro a correr no crosse das Amendoeiras no TV2 Desporto :mrgreen:

Editado por Sylvester

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nao havia um cm qualquer q fazias propostas por emprestimo a jogadores top, oferecias tipo 30 milhoes logo assim de estalo, os salarios todos, e mais clausulas para o clube q o emprestava, eles aceitavam a proposta e depois dava para alterar a proposta para transferencia definitiva a custo 0? :lol:

ja nao me lembro se era assim mas tenho essa ideia

 

Isso era no Championship Manager 2 Liga Portuguesa 96/97, o primeiro que eu joguei! Só tinha a 1ª e a 2ª Divisão Portuguesa, o LLM da altura era jogar com o Desportivo de Beja! :lol:

 

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Editado por Sylvester

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Uma ata não assinada que consiste num monologo do Presidente onde se faz de vitima. O pior disto é ele dizer que vai fazer de tudo para impugnar uma AG que os sócios possuem o direito de marcar. Priceless.

 

E segundo acabei de ler, o fato de não estar assinada pode ser considerada como crime, e uma vez que a MAG antes dela ser lançada vinha dizer que era mentira. Tal como aquela conferência de imprensa após a reunião que começou às 22h21 e que ainda não tinha o Bruno aberto a boca para falar já alguém que tinha estado na reunião já tinha enviado uma mensagem ao CM que o Bruninho se preparava para mentir.

 

Estou curioso para ver amanhã a sessão de esclarecimento, sera que dá na Sporting TV? Pena é que o presidente não pense no interior do país para as sessões de esclarecimento, mas sim para falar mal dos jogadores.

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