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pedritsh

[Liga NOS] Vitória SC 1-2 Porto (RF)

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Citação de Sandes., há 3 minutos:

Vai distância nenhuma. Se usas uma característica física ou de origem para gozar com alguém, estás a usar uma piada racista ou xenófoba. Não quer dizer que sejas racista ou xenófobo, mas a piada não deixa de o ser.

Citação de Sandes., há 10 horas:

São racistas e são um dos síndromes que a nossa sociedade é um pouco racista.

Em que ficamos? 🤔

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Citação de Rōnin, há 10 minutos:

Em que ficamos? 🤔

Se leres o comentário todo vês que é coerente

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Citação de IlidioMA, há 2 horas:

não ponho no mesmo plano, mas os dois visam demonstrar dominio alegadamente natural - na cabeça de quem os profere - sobre o outro. Num caso domínio racial (eu, branco, sou mais homo sapiens que tu, preto) e no outro sexual (eu homem devia pode possuir-te a ti mulher, pelo mero facto de ser homem).

Rebarbadice não é manifestação nenhuma de domínio, porra!

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Citação de ElliotReid13, há 8 minutos:

Rebarbadice não é manifestação nenhuma de domínio, porra!

claro que é. eu não estou a dizer que não seja natural. é-o. a gente é que não está mto disponível para aceitar que a nossa natureza não seja assim tão cristalina quanto isso. rebarbadice é um estadio natural do ser human, mas tb reflecte um complexo de domínio sobre o outro, um desejo de possuir.
Mas indo ao concreto. Tu veres um ganda cu a passar e pensares para ti "ganda cu!!" não só é natural como absolutamente inócuo. Se o verbalizares ali para quem esteja contigo "eish, não olhes agora, mas está ali ua ganda cu", tb é natural e causa nenhum dano. Verbalizares para a proprietária do tal grande cu já é menos inofensivo. Mas hey, é como tudo, se a visada não se importar ou até gostar, no harm done.

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Citação de Plagio o Original, há 4 horas:

Estás a ser racista se tirares essas conclusões só por serem pretos

Voltando ao que tinha comentado Plágio, abocado esqueci-me 

Agora imagina dois cenários. 

O primeiro grupo de pretos, entram na carruagem a falar alto, com cigarro atrás da orelha a enrolar uma, bolsa da Lacoste, típico estilo chunga que já nem sei como é, a olharem de alto abaixo quem está lá dentro. 

Ou

Entra um grupo diferente, mesmo número de blacks, com óculos redondos, gola alta, alguns de fato, outros vestidos à hipster a falarem uns com os outros sobre música ou a falarem tão baixo e a entrarem ordeiramente que nem consegues perceber  do que estão a falar. 

Qual dos grupos é que te inspira mais confiança?  

Será que nalgumas situações somos racistas/xenófobos , ou somos "socialistas" 😅 , gostamos / sentimos-nos melhor com pessoas do nosso estrato social/ pessoas com quem nos identificamos ? 

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Citação de IlidioMA, há 33 minutos:

 se a visada não se importar ou até gostar, no harm done.

Eu nunca me senti confortável em lançar esse tipo de piropo rebarbado. Nunca o fiz, na verdade. Porque acho que é rude e não serve de forma nenhuma o intuito de elogiar ou galantear. 

Por outro lado, não tenho problema em dizer publicamente a uma mulher que está bonita, feita uma boneca, cheirosa, deslumbrante ou elegante. Talvez eu seja demasiado pudico ou influenciado por uma educação com forte presença feminina, mas não consigo imaginar nenhuma situação sem intimidade em que uma mulher goste ou aceite um comentário acerca dos seus atributos físicos.

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Citação de Jimpo, há 13 minutos:

Voltando ao que tinha comentado Plágio, abocado esqueci-me 

Agora imagina dois cenários. 

O primeiro grupo de pretos, entram na carruagem a falar alto, com cigarro atrás da orelha a enrolar uma, bolsa da Lacoste, típico estilo chunga que já nem sei como é, a olharem de alto abaixo quem está lá dentro. 

Ou

Entra um grupo diferente, mesmo número de blacks, com óculos redondos, gola alta, alguns de fato, outros vestidos à hipster a falarem uns com os outros sobre música ou a falarem tão baixo e a entrarem ordeiramente que nem consegues perceber  do que estão a falar. 

Qual dos grupos é que te inspira mais confiança?  

Será que nalgumas situações somos racistas/xenófobos , ou somos "socialistas" 😅 , gostamos / sentimos-nos melhor com pessoas do nosso estrato social/ pessoas com quem nos identificamos ? 

olha, respondo da mesma maneira que no meu post anterior. Ninguém nega que o racismo seja uma reacção muito natural ao ser humano. A desconfiança e medo do estranho. Daquele que é estranho, que é diferente de nós. Faz parte da experiência humana e está, darwinisticamente, embutido no nosso subconsicente. Não há que ter vergonha de sentir desconforto quando um grupo de pretos mal encarados entra na tua carruagem de comboio às 23h e de sentires logo "ui, isto pode dar m*rda". É um natural sentimento de auto-preservação. 

O que não podemos deixar, enquanto membros de uma sociedade que já saiu das cavernas, que tem lógica leis e civilização, é deixarmo-nos dominar por esse sentimento, por esse primaz instinto. Sentir o desconforto, tudo bem, somos todos humanos, todos sentimos coisas, mesmo sem as querermos sentir. Ficarmos manietados por essas sensações e não conseguir ne querer racionalizar, ou agir de modo contrário a esses mais básicos instintos é que já não.

  • Concordo! 3

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Citação de John Bonifácio, há 2 minutos:

Por outro lado, não tenho problema em dizer publicamente a uma mulher que está bonita, feita uma boneca, cheirosa, deslumbrante ou elegante. Talvez eu seja demasiado pudico ou influenciado por uma educação com forte presença feminina, mas não consigo imaginar nenhuma situação sem intimidade em que uma mulher goste ou aceite um comentário acerca dos seus atributos físicos.

Talvez haja uma diferença de idades entre nós (e também entre mim e o @IlidioMA), mas consigo pensar em vários contextos onde a visada não se importe, ou até aprecie. Nas saídas à noite, por exemplo, onde tens interações muito curtas e onde cada uma delas é pontuada por tensão de sexual de pelo menos um deles face ao outro estranho, que pode ser verbalizada para cativar o seu interesse. 

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Citação de ElliotReid13, há 15 minutos:

Talvez haja uma diferença de idades entre nós (e também entre mim e o @IlidioMA), mas consigo pensar em vários contextos onde a visada não se importe, ou até aprecie. Nas saídas à noite, por exemplo, onde tens interações muito curtas e onde cada uma delas é pontuada por tensão de sexual de pelo menos um deles face ao outro estranho, que pode ser verbalizada para cativar o seu interesse. 

Nesse contexto, a intimidade é subentendida, ainda que com restrições e só com o intuito de cultivar o desejo alheio. Mas está lá e é concedida fugazmente.

No momento em que a investida é rechaçada, a intimidade dissipa-se e a verbalização passa a ser filtrada de forma "normal".

Editado por John Bonifácio

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Citação de Jimpo, há 23 minutos:

Voltando ao que tinha comentado Plágio, abocado esqueci-me 

Agora imagina dois cenários. 

O primeiro grupo de pretos, entram na carruagem a falar alto, com cigarro atrás da orelha a enrolar uma, bolsa da Lacoste, típico estilo chunga que já nem sei como é, a olharem de alto abaixo quem está lá dentro. 

Ou

Entra um grupo diferente, mesmo número de blacks, com óculos redondos, gola alta, alguns de fato, outros vestidos à hipster a falarem uns com os outros sobre música ou a falarem tão baixo e a entrarem ordeiramente que nem consegues perceber  do que estão a falar. 

Qual dos grupos é que te inspira mais confiança?  

Será que nalgumas situações somos racistas/xenófobos , ou somos "socialistas" 😅 , gostamos / sentimos-nos melhor com pessoas do nosso estrato social/ pessoas com quem nos identificamos ? 

teria de te voltar a falar da exclusão social (brutalidade policial que tem saido nas noticias, sistema judicial racista, sistema de educação com preconceitos, e outras tantas coisas que dão um handicap logo à partida). Além das desigualdades económicas e a pobreza. Acho estranho que esperes um comportamento normal de grupos de pessoas que não são tratadas de forma normal. 

podias também tirar as cores da equação pq com certeza existem brancos marginalizados também. sentiria-me mais confortável com os pretos a falarem alto e com o cigano a enrolar uma. mas isso sou eu que sou do bairro

 

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Não percebo esse exemplo, sinceramente. Não bastava dizer qualquer pessoa com ar de chunga para fazer a analogia?

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Citação de kareca, há 12 minutos:

Não percebo esse exemplo, sinceramente. Não bastava dizer qualquer pessoa com ar de chunga para fazer a analogia?

Sim. Por isso mesmo é que dei o exemplo de dois grupos de pretos e disse que na minha opinião algumas situações são confundidas com racismo quando na realidade está relacionado com o estrato social e com a realidade onde foste criado. 

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Citação de John Bonifácio, há 33 minutos:

Nesse contexto, a intimidade é subentendida, ainda que com restrições e só com o intuito de cultivar o desejo alheio. Mas está lá e é concedida fugazmente.

No momento em que a investida é rechaçada, a intimidade dissipa-se e a verbalização passa a ser filtrada de forma "normal".

É verdade, mas é dificil traçar uma linha entre aquilo que é aceitável e aquilo que pode causar desconforto na outra pessoa. Por isso mesmo acho que um piropo pode ser uma coisa inofensiva, mas compreendo quem discorde. Agora, para estar no mesmo plano que um insulto racista (ponto original), teria de ser muito grave, talvez acompanhado de tom ou postura agressivos.

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Citação de Plagio o Original, há 31 minutos:

podias também tirar as cores da equação pq com certeza existem brancos marginalizados também. sentiria-me* mais confortável com os pretos a falarem alto e com o cigano a enrolar uma. mas isso sou eu que sou do bairro

*sentir-me-ia

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Citação de Plagio o Original, há 46 minutos:

teria de te voltar a falar da exclusão social (brutalidade policial que tem saido nas noticias, sistema judicial racista, sistema de educação com preconceitos, e outras tantas coisas que dão um handicap logo à partida). Além das desigualdades económicas e a pobreza. Acho estranho que esperes um comportamento normal de grupos de pessoas que não são tratadas de forma normal. 

podias também tirar as cores da equação pq com certeza existem brancos marginalizados também. sentiria-me mais confortável com os pretos a falarem alto e com o cigano a enrolar uma. mas isso sou eu que sou do bairro

 

Acho o bold ofensivo por exemplo. Estás a assumir que alguém que não é tratado normalmente não é capaz de sair por cima. 

A segunda parte respondi no post ao kareca. 

 

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Citação de Jimpo, há 3 minutos:

Acho o bold ofensivo por exemplo. Estás a assumir que alguém que não é tratado normalmente não é capaz de sair por cima. 

A segunda parte respondi no post ao kareca. 

 

Desculpa se te ofendi 😅

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Citação de ElliotReid13, há 35 minutos:

É verdade, mas é dificil traçar uma linha entre aquilo que é aceitável e aquilo que pode causar desconforto na outra pessoa. Por isso mesmo acho que um piropo pode ser uma coisa inofensiva, mas compreendo quem discorde. Agora, para estar no mesmo plano que um insulto racista (ponto original), teria de ser muito grave, talvez acompanhado de tom ou postura agressivos.

Por isso mesmo o elemento de intimidade ser tão preponderante. Para saberes onde a linha está traçada. Se não sabes e lanças o piropo, estás a arriscar. A ideia que pode ser inofensivo vem do desconhecimento dos sentimentos da outra pessoa, a qual, quiçá na maioria das vezes, não os revela e opta por ter uma reação submissa ou não agressiva, perpetuando a ilusão de aceitação.

Comparar uma atitude sexista a uma outra racista é como comparar um tomate a um morango: ambos são frutos e vermelhos, mas os contextos em que os usamos é tão diferente que qualquer comparação é nonsensical.

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É assim, eu acho que a falar de piropos deviamos ir mais pelo campo de assédio do que sexismo, especialmente na comparação com o racismo. É "perigoso" estar a denegrir o sexismo em comparação ao racismo quando se toma o exemplo do piropo, especialmente porque o sexismo continua a ser um assunto que talvez não seja assim tão longe do racismo em termos de discriminação.

Mas ainda assim, esta conversa está a ser muito interessante, mas este tópico começa a não ser o mais adequado, não? 😁

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Citação de Black Hawk, há 17 horas:

 

Epa, mas achas que alguém do Continente sabe a diferença entre o sotaque de uma ilha ou de outra? A nós soa-nos tudo semelhante e são todos incluídos num bolo a que chamamos "sotaque açoriano".

Vocês saberão a diferença, aos restantes não sabemos e não nos interessa. E isso, sim, é ser picuinhas.

Então és muito burro.

Citação de Mayday, há 18 horas:

Tu nem português sabes falar crl 

 

Falar ou escrever?

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Citação de Activate, há 3 minutos:

Falar ou escrever?

É um meme. Ainda não deve ter chegado aos Açores.

Spoiler

 

 

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