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pedropb13

[Benfica] Futebol 21/22

Publicações recomendadas

Citação de Lifehouse, há 23 minutos:

E o Rúben Amorim é benfiquista assumido e está a fazer um grande trabalho no Sporting. 

O Vitor Pereira já deu a entender que não se importava de treinar Benfica e Sporting (apesar de ele querer, muito, ir para Inglaterra). 

Se a oportunidade surgisse e o Vitor Pereira quisesse era ir buscar. 

Com toda a certeza seria um bom profissional e defenderia os interesses de quem lhe paga.

Ao VP só curtia de saber o que lhe passou na cabeça para ir para o Munique 1860... percebo a questão financeira, e mesmo talvez o projeto, mas fdx, que tiro no pé na sua carreira...

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O que o Vitor Pereira mais quer é ganhar. Tem essa mentalidade.

Se calhar não vem por isso mesmo, é demasiada mentalidade para o clube.

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Citação de kareca, há 13 horas:

agora o whatsapp que corre é que o JJ tem cancro nos pulmões e vai rescindir

Desde ontem já recebi uns prints com essa conversa em 4 ou 5 grupos diferentes.

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Porra, espero que isso não se confirme mas, seja como for, tudo de bom para ele. Que se f*da o futebol, o homem é que importa.

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Citação de me_and_no_more_, há 1 hora:

Eu respeito essa opinião mas no clube que eu idealizo há valores, há amor próprio e não há ganhar a todo o custo. Tal como sempre achei que ter o Domingos Soares de Oliveira, assumido adepto do Sporting, a gerir o Benfica errado, apesar de todas as qualidades que tenha. Não é por isso que não vou reconhecer o bom trabalho se existir, é só uma questão de preferência. E nesta fase em que está tudo tão mal, ir buscar o Vítor Pereira era meio caminho andando para isto descambar ainda mais, até o Otamendi sofreu um pouco por ter passado no Porto.

E só para clarificar, eu digo isto porque quero pessoas no clube que o sintam à séria. O Vítor Pereira ou outros até podiam vir e fazer trabalhos fantásticos, mas seria porque são profisionais de excelência. No meu clube de sonho temos profissionais de excelência que vivem a paixão pelo clube tal como os adeptos o fazem.

O Vitinho mesmo não sendo adepto do Benfica ainda é ou seria capaz de sentir (ainda) mais o Benfica e, o que é "ser" Do Benfica que qualquer outro e isto vai muito ao encontro da vontade que o homem tem de vencer... Mas talvez como o homem sente demasiado o futebol não seja compatível com o SLV. 

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Citação de ventura21, há 42 minutos:

O Vitinho mesmo não sendo adepto do Benfica ainda é ou seria capaz de sentir (ainda) mais o Benfica e, o que é "ser" Do Benfica que qualquer outro e isto vai muito ao encontro da vontade que o homem tem de vencer... Mas talvez como o homem sente demasiado o futebol não seja compatível com o SLV. 

Eu entendo essa visão mas não a partilho. Falando especificamente do Vítor Pereira, arranjou problemas tanto no Olympiakos como no Fenerbahçe, teve uma passagem medíocre na Alemanha e depois enfiou-se na China. Acho que é sobrevalorizado e não gosto da forma de estar dele.

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O homem não pode ter covid simplesmente? A probabilidade é muito, muito maior.

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Eu não trocava de treinador agora mas se fosse obrigado, seja qual fosse a razão, ia no Carvalhal.

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Jorge Jesus encontra-se em repouso, em casa, sob acompanhamento por parte do departamento médico do Benfica e do corpo clínico do Hospital da Luz, não apresentando o seu estado de saúde qualquer critério de gravidade.

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Vitor Pereira não! Não é por ser tripeiro retinto, essa parte ainda engulo, agora é treinador banal. "Ah foi bi campeão com o Porto!" Com aquele Porto também eu.

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Citação de IlidioMA, há 1 minuto:

Vitor Pereira não! Não é por ser tripeiro retinto, essa parte ainda engulo, agora é treinador banal. "Ah foi bi campeão com o Porto!" Com aquele Porto também eu.

Já nós tínhamos coxos com o Garay, Gaitán, Salvio, Javi, Enzo, Lima ou Cardozo. A conclusão que tiro, é que o JJ é incompetente. 

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Citação de The_Killer, há 51 minutos:

Até acho que só devíamos contratar jogadores benfiquistas! 

Convinha era teres mais Benfiquistas na estrutura do que o oposto, principalmente nos altos cargos. Digo eu...

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Citação de The_Killer, há 45 minutos:

Até acho que só devíamos contratar jogadores benfiquistas! 

Nos jogadores já não sou tão conservador. Devem haver jogadores no plantel que se identifiquem plenamente com o clube, mas num grupo de 25 não tenho problemas que só um núcleo mais duro de 5-10 jogadores tenham essa noção. Nem todos os jogadores assumem um papel de liderança no clube/na equipa. Agora, no treinador, no presidente, no director desportivo, etc, acho que é importante que essas pessoas percebam o adepto comum e trabalhem a favor do que são as expectativas deles. Devem saber quem é o Eusébio, o Humberto Coelho, o Coluna, etc. Devem perceber a história e o percurso do Benfica desde que foi fundado. E devem senti-lo.

Dou um exemplo: o Domingos Soares de Oliveira, olhando para o clube como um empresa, acha que o símbolo deve ser alterado e não tem problemas em dizê-lo. Alguém com mais sensibilidade e noção do que os benfiquistas gostam, sabe que apesar de poder ser uma ideia boa a nível financeiro, a grande maioria dos adeptos não o aceita, pelo que tem duas opções:

- ou arranja um plano bem definido, já com propostas de símbolos e lança a discussão

- não faz nada

O que o Domingos fez foi mandar a ideia para o ar, como quem está no café, e obviamente foi mal recebida.

Citação de ventura21, há 1 minuto:

Já nós tínhamos coxos com o Garay, Gaitán, Salvio, Javi, Enzo, Lima ou Cardozo. A conclusão que tiro, é que o JJ foi incompetente. 

Mudas o tempo verbal e podes concluir isso, sim. Foi um dos factores para esses campeonatos terem sido perdidos.

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Citação de Almeno, há 31 minutos:

Jorge Jesus encontra-se em repouso, em casa, sob acompanhamento por parte do departamento médico do Benfica e do corpo clínico do Hospital da Luz, não apresentando o seu estado de saúde qualquer critério de gravidade.

Oh, então mas...

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Citação de me_and_no_more_, há 18 minutos:

Nos jogadores já não sou tão conservador. Devem haver jogadores no plantel que se identifiquem plenamente com o clube, mas num grupo de 25 não tenho problemas que só um núcleo mais duro de 5-10 jogadores tenham essa noção. Nem todos os jogadores assumem um papel de liderança no clube/na equipa. Agora, no treinador, no presidente, no director desportivo, etc, acho que é importante que essas pessoas percebam o adepto comum e trabalhem a favor do que são as expectativas deles. Devem saber quem é o Eusébio, o Humberto Coelho, o Coluna, etc. Devem perceber a história e o percurso do Benfica desde que foi fundado. E devem senti-lo.

Dou um exemplo: o Domingos Soares de Oliveira, olhando para o clube como um empresa, acha que o símbolo deve ser alterado e não tem problemas em dizê-lo. Alguém com mais sensibilidade e noção do que os benfiquistas gostam, sabe que apesar de poder ser uma ideia boa a nível financeiro, a grande maioria dos adeptos não o aceita, pelo que tem duas opções:

- ou arranja um plano bem definido, já com propostas de símbolos e lança a discussão

- não faz nada

O que o Domingos fez foi mandar a ideia para o ar, como quem está no café, e obviamente foi mal recebida.

Mudas o tempo verbal e podes concluir isso, sim. Foi um dos factores para esses campeonatos terem sido perdidos.

A mim é-me indiferente se o treinador ou o diretor desportivo são do Benfica ou de que clube for. Desde que sejam excelentes naquilo que fazem está ótimo. As pessoas não têm de ser do clube desde pequenas para perceberem o adepto e perceberem a história do clube. Aqui vejo as coisas como a integração de um colaborador numa empresa. Desde que eles se identifiquem com a cultura, está tudo bem. Se forem profissionais (e bons profissionais) não é por não serem benfiquistas que não vão ter sucesso.

Quanto ao DSO, não vejo problema nenhum em ter gente assim no clube que vejam essas questões de um ponto de vista empresarial. Cabe ao clube ter gente que saiba dosear essa visão e continue a incutir diariamente a cultura.

Se formos fundamentalistas em cargos extremamente voláteis como é o caso de um treinador, vamos arranjar quem para treinar? O Toni outra vez (e não, não o estou a criticar nem a rebaixar)? O único caso que me lembro que vai totalmente contra por toda a sua postura e declarações atrás de declarações mesmo quando já tinha saído do Porto é o Villas Boas. De resto, não vejo problema em ninguém. 

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Citação de The_Killer, há 1 minuto:

 

A mim é-me indiferente se o treinador ou o diretor desportivo são do Benfica ou de que clube for. Desde que sejam excelentes naquilo que fazem está ótimo. As pessoas não têm de ser do clube desde pequenas para perceberem o adepto e perceberem a história do clube. Aqui vejo as coisas como a integração de um colaborador numa empresa. Desde que eles se identifiquem com a cultura, está tudo bem. Se forem profissionais (e bons profissionais) não é por não serem benfiquistas que não vão ter sucesso.

Quanto ao DSO, não vejo problema nenhum em ter gente assim no clube que vejam essas questões de um ponto de vista empresarial. Cabe ao clube ter gente que saiba dosear essa visão e continue a incutir diariamente a cultura.

Se formos fundamentalistas em cargos extremamente voláteis como é o caso de um treinador, vamos arranjar quem para treinar? O Toni outra vez (e não, não o estou a criticar nem a rebaixar)? O único caso que me lembro que vai totalmente contra por toda a sua postura e declarações atrás de declarações mesmo quando já tinha saído do Porto é o Villas Boas. De resto, não vejo problema em ninguém. 

Mas eu em lado nenhum disse que estou certo ou errado. Estou a partilhar a minha visão do clube que gostava de ter. Se vier o Vítor Pereira e fizer um bom trabalho fico contente, se vier o Vilas Boas, idem. Óbvio que há excepções, mas a minha ideologia seria aquela que descrevi no outro post. Até o Trapattoni ou o Camacho devem respeitar mais a história do Benfica que a maioria da estrutura do Benfica e não são benfiquistas, tem muito a ver com o carácter e forma de estar e, como estamos a falar especificamente no Vítor Pereira, acho que ele não se adequa, por razões que também já expus.

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Citação de me_and_no_more_, há 28 minutos:

Mas eu em lado nenhum disse que estou certo ou errado. Estou a partilhar a minha visão do clube que gostava de ter. Se vier o Vítor Pereira e fizer um bom trabalho fico contente, se vier o Vilas Boas, idem. Óbvio que há excepções, mas a minha ideologia seria aquela que descrevi no outro post. Até o Trapattoni ou o Camacho devem respeitar mais a história do Benfica que a maioria da estrutura do Benfica e não são benfiquistas, tem muito a ver com o carácter e forma de estar e, como estamos a falar especificamente no Vítor Pereira, acho que ele não se adequa, por razões que também já expus.

Tu deste a tua opinião e eu dei a minha. Tudo normal aqui, sem problemas.

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Citação de The_Killer, há 1 hora:

 

A mim é-me indiferente se o treinador ou o diretor desportivo são do Benfica ou de que clube for. Desde que sejam excelentes naquilo que fazem está ótimo. As pessoas não têm de ser do clube desde pequenas para perceberem o adepto e perceberem a história do clube. Aqui vejo as coisas como a integração de um colaborador numa empresa. Desde que eles se identifiquem com a cultura, está tudo bem. Se forem profissionais (e bons profissionais) não é por não serem benfiquistas que não vão ter sucesso.

Quanto ao DSO, não vejo problema nenhum em ter gente assim no clube que vejam essas questões de um ponto de vista empresarial. Cabe ao clube ter gente que saiba dosear essa visão e continue a incutir diariamente a cultura.

Se formos fundamentalistas em cargos extremamente voláteis como é o caso de um treinador, vamos arranjar quem para treinar? O Toni outra vez (e não, não o estou a criticar nem a rebaixar)? O único caso que me lembro que vai totalmente contra por toda a sua postura e declarações atrás de declarações mesmo quando já tinha saído do Porto é o Villas Boas. De resto, não vejo problema em ninguém. 

Não podes comparar uma empresa/clube com uma empresa/empresa. Claro que o profissionalismo deve de prevalecer acima de tudo, mas para além do profissionalismo e do brio, existe algo chamado “vestir a camisola” e o “extra mile”. Ora, tanto um como outro, num clube, são muito mais fáceis de serem executados caso sejas adepto do clube, porque sofres ainda mais com os falhanços.

Atenção, não tenho problemas em ter profissionalismo de outros clubes na estrutura, mas NUNCA ter em maioria esses profissionais em comparação com aqueles que são efetivamente adeptos do clube. Prefiro um profissional se calhar menos habilitado mas com amor ao clube, do que um profissional altamente habilitado mas que não sofre pelo clube. Mas isso sou eu, que tenho uma vista um bocado romântica da coisa...

Editado por HIM

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A mim não me faz comichão que o diretor financeiro seja sportinguista, desde que seja profissional e faça o seu trabalho. A mesma coisa em relação a outras funções que não estão ligadas ao futebol ou a outra modalidade do clube.  Até aceito que o treinador seja adepto de um rival, desde que tenha provas dadas e execute o seu trabalho da melhor forma possível. Ter um presidente tricolor é que já não faz sentido. 

Para encerrar o assunto "reprimenda do Rui Costa", gostaria de apenas referir algo que penso que ainda não foi aqui referido. Além da mensagem ter o destinatário errado - os principais culpados desta situação não são os jogadores, alguns caíram no Benfica de paraquedas e não fazem mais porque não conseguem, focar-se num discurso do "têm de correr mais" está completamente errado. Os resultados são maus não porque os jogadores não correm ou se esforçam, mas porque o Gilberto não é jogador para o Benfica, "o Grimaldo quando tem a bola não tem uma linha de passe e o Waldschmidt ou o Darwin não têm os apoios necessários". O maior problema da base da pirâmide é a falta de ideias de jogo, não é a dedicação dos jogadores.

Por isso, "por mais que o Taarabt seja raçudo ou o Pizzi faça maratonas", continuarão a perder um infinito número de bolas por jogo porque não funcionam como equipa.

Esta "injeção de moral" até poderá resultar na sexta-feira, mas a médio prazo perderá o seu efeito se a equipa não tiver rotinas. Já vimos isto no passado recente.

 

Editado por Pedro_Y2J
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Citação de HIM, há 14 minutos:

Não podes comparar uma empresa/clube com uma empresa/empresa. Claro que o profissionalismo deve de prevalecer acima de tudo, mas para além do profissionalismo e do brio, existe algo chamado “vestir a camisola” e o “extra mile”. Ora, tanto um como outro, num clube, são muito mais fáceis de serem executados caso sejas adepto do clube, porque sofres ainda mais com os falhanços.

Atenção, não tenho problemas em ter profissionalismo de outros clubes na estrutura, mas NUNCA ter em maioria esses profissionais em comparação com aqueles que são efetivamente adeptos do clube. Prefiro um profissional se calhar menos habilitado mas com amor ao clube, do que um profissional altamente habilitado mas que não sofre pelo clube. Mas isso sou eu, que tenho uma vista um bocado romântica da coisa...

Discordo. Acho que a comparação é totalmente apropriada naqueles termos. Na minha visão o ideal está no meio, nem totalmente empresarial, nem totalmente clube. Há espaço para quem sinta o clube e há espaço para quem o pense sem a fantasia de adepto. Esse vestir a camisola e o extra mile também existe no mundo empresarial. Se forem bons profissionais vão dar tudo à mesma. Que me interessa ter um profissional que é doente pelo clube mas tem menos habilitações/capacidade e não atinge resultados? A vontade e o sofrer pelo clube não são garantia nada. Se for possível juntar, ótimo (e às vezes até pode ser prejudicial). Senão, está tudo bem.

É claro que é importante ter quem sinta o clube para continuar a passar a cultura e mostrar o que é/foi o Benfica (e cabe à direção - ou devia - garantir isso), mas não acho que tenha de haver uma regra definida, muito menos que há problema em ter um treinador de outro clube, etc. O que é que um diretor financeiro vai fazer de melhor por ser benfiquista, por exemplo? Um treinador vai sabotar-se de propósito só para ver a sua equipa de infância a ganhar? 

Mais do que benfiquistas, as pessoas têm de ter qualidade para as funções.

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Citação de The_Killer, há 17 minutos:

Discordo. Acho que a comparação é totalmente apropriada naqueles termos. Na minha visão o ideal está no meio, nem totalmente empresarial, nem totalmente clube. Há espaço para quem sinta o clube e há espaço para quem o pense sem a fantasia de adepto. Esse vestir a camisola e o extra mile também existe no mundo empresarial. Se forem bons profissionais vão dar tudo à mesma. Que me interessa ter um profissional que é doente pelo clube mas tem menos habilitações/capacidade e não atinge resultados? A vontade e o sofrer pelo clube não são garantia nada. Se for possível juntar, ótimo (e às vezes até pode ser prejudicial). Senão, está tudo bem.

É claro que é importante ter quem sinta o clube para continuar a passar a cultura e mostrar o que é/foi o Benfica (e cabe à direção - ou devia - garantir isso), mas não acho que tenha de haver uma regra definida, muito menos que há problema em ter um treinador de outro clube, etc. O que é que um diretor financeiro vai fazer de melhor por ser benfiquista, por exemplo? Um treinador vai sabotar-se de propósito só para ver a sua equipa de infância a ganhar? 

Mais do que benfiquistas, as pessoas têm de ter qualidade para as funções.

Até te digo mais - não conheço 1 Benfiquista ou Portista que façam parte da estrutura do Sporting, tal como não conheço 1 único Sportinguista ou Benfiquista que faça parte da estrutura Portista. Temos pessoas competentes que amam, inclusivamente, o clube. Se conseguimos juntar o profissionalismo e know how com o serem Benfiquistas, porque raio não o fazer?

Discordo da tua opinião, mas percebo o teu ponto de vista. Não é só a questão de "passar cultura", mas sim a forma como interpretam as coisas no clube. Com uma estrutura Benfiquistas, uma derrota é muito mais sofrida do que é por uma estrutura não Benfiquista. Claro que nenhum profissional gosta de perder, mas existe o perder enquanto fiel adepto e amante do clube e existe o perder enquanto profissional. Por muito que tentes separar o racional do sentimento, um ligado a outro dá uma "drive" completamente diferente do que só um deles.

Editado por HIM

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Citação de The_Killer, há 17 minutos:

Discordo. Acho que a comparação é totalmente apropriada naqueles termos. Na minha visão o ideal está no meio, nem totalmente empresarial, nem totalmente clube. Há espaço para quem sinta o clube e há espaço para quem o pense sem a fantasia de adepto. Esse vestir a camisola e o extra mile também existe no mundo empresarial. Se forem bons profissionais vão dar tudo à mesma. Que me interessa ter um profissional que é doente pelo clube mas tem menos habilitações/capacidade e não atinge resultados? A vontade e o sofrer pelo clube não são garantia nada. Se for possível juntar, ótimo (e às vezes até pode ser prejudicial). Senão, está tudo bem.

É claro que é importante ter quem sinta o clube para continuar a passar a cultura e mostrar o que é/foi o Benfica (e cabe à direção - ou devia - garantir isso), mas não acho que tenha de haver uma regra definida, muito menos que há problema em ter um treinador de outro clube, etc. O que é que um diretor financeiro vai fazer de melhor por ser benfiquista, por exemplo? Um treinador vai sabotar-se de propósito só para ver a sua equipa de infância a ganhar? 

Mais do que benfiquistas, as pessoas têm de ter qualidade para as funções.

Em meios tão competitivos como os empresarial e desportivo, ter um entendimento mais profundo das motivações intrínsecas do negócio pode levar a tomadas de decisão óptimas, em vez de boas. Ser competente é o ponto de partida para selecionar qualquer colaborador de uma equipa de alta competitividade. O que devemos procurar é o elemento diferenciador e ter insight sobre o core business pode ajudar a aumentar o rendimento global.

Portanto, reformulando o teu último parágrafo: além de terem qualidade para as funções, as pessoas devem ter um conhecimento profundo do negócio.

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