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Politica Internacional

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Citação de HIM, Agora:

Em que sentido? Meia África deve estar na mão dos chineses a nível económico anyway….

Opá tu é que falaste em pilas! 
Era uma piada.

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Citação de Axadrezado, há 2 minutos:

Opá tu é que falaste em pilas! 
Era uma piada.

Murchou o cérebro…. 

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Citação de HIM, há 1 hora:

Murchou o cérebro…. 

o sangue foi todo para outro lado quando se começou a falar em pilas???

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Um gajo vem aqui, depois de um duro dia de trabalho, para saber as últimas sobre como vai o mundo e lê um post do @Che a falar de pornografia, outro do @HIM a falar de pilas e uma piada brejeira e algo racista do @Axadrezado que nem foi percebida por alguns.

Daqui concluo que o mundo vai de mal a pior...

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Citação de SAS_Robben, há 2 horas:

Tarifas de 104% para a China já amanhã 

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O Navarro é o "Guru" do Trump para as tarifas 

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Editado por SAS_Robben

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Citação de SAS_Robben, há 9 minutos:

O Navarro é o "Guru" do Trump para as tarifas 

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Ver stock da Tesla desde Quinta. Ah ok, esclarecido.

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Citação de SAS_Robben, há 28 minutos:

O Navarro é o "Guru" do Trump para as tarifas 

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Faz lembrar aqueles miúdos especiais que tínhamos na escola, que faziam algo que pensavam que tinha piada, e depois repetiam até à exaustão.

 

 

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Que repercussões é que isto pode ter na UE se os países começaram a ficar com medo, e os amigos da extrema direita a quererem negociar diretamente com os USA e a não seguirem o modelo conjunto? 

Ou seja, cada um por si fracturando ainda mais a união.  

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Citação de Jimpo, há 21 minutos:

Que repercussões é que isto pode ter na UE se os países começaram a ficar com medo, e os amigos da extrema direita a quererem negociar diretamente com os USA e a não seguirem o modelo conjunto? 

Ou seja, cada um por si fracturando ainda mais a união.  

É um dos objetivos mais ou menos óbvios do Trump. Se é que o gajo tem objectivos naqueles 2 neurónios

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Citação de SAS_Robben, há 1 hora:

O Navarro é o "Guru" do Trump para as tarifas 

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Piores piadas que o Burkina

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CDU e SPD chegam a acordo para formar governo na Alemanha 

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A China acabou de aumentar as tarifas das importações dos US para 84%. 

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Inicia a hipótese de que os EUA irão crashar o dólar, de forma a diminuir importações e aumentar exportações. Estimular a reindustrialização e etc. 

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Citação de Spikey, há 27 minutos:

Pôs a peruca ao contrário ou quê 

Esqueceu-se de a arranjar depois de andar a lamber o cu ao outro... Ainda se nota dele estar sentado...

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Citação de Apocalypse Now, há 8 minutos:

é incrível como ainda só passaram 3 meses desta m*rda, este mandato vai levar uma eternidade a passar

me in 2019

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[Público] UE aprova primeiro pacote de retaliação contra as tarifas dos EUA sobre o aço e alumínio

Spoiler

A União Europeia (UE) vai começar a aplicar taxas alfandegárias de 25% para a entrada no mercado único de mais de 1500 produtos agrícolas e industriais “made in USA”, naquela que é a primeira medida de retaliação comercial do bloco à subida de 10% para 25% das tarifas sobre as importações de aço e alumínio pelos Estados Unidos da América (EUA).

A proposta da Comissão Europeia (CE) para o primeiro pacote de contramedidas da UE, num valor estimado de cerca de 22 mil milhões de euros, foi apresentada a 12 de Março e aprovada esta quarta-feira pelos Estados-membros, numa votação no comité que lida com os instrumentos de defesa comercial do bloco a que só a Hungria se opôs.

No início da próxima semana, Bruxelas vai avançar o primeiro rascunho das contramedidas que tem estado a desenhar para salvaguardar os seus interesses económicos e proteger as empresas e os consumidores europeus da nova taxa de 25% sobre a venda de automóveis para os Estados Unidos, e das tarifas ditas “recíprocas” de 20% aplicadas a todas as exportações da UE (que entraram em vigor esta quarta-feira).

Para já, a Comissão não abre o jogo sobre a proposta que vai apresentar aos Estados-membros: a única coisa que o executivo comunitário tem repetido, pela voz da presidente Ursula von der Leyen e do comissário com a pasta do Comércio e Segurança Económica, Maros Sefcovic, é que não quer escalar, mas sim negociar um acordo com a Administração Trump para pôr fim à turbulência no comércio global causada pelas medidas norte-americanas.

Nesse sentido, Bruxelas avançou com a ideia de tarifas zero por zero para o comércio transatlântico de bens industriais, que Washington rejeitou. Perante a intransigência da Casa Branca, a Comissão intensificou os preparativos do seu plano B, sem excluir o recurso a todas as ferramentas à sua disposição – como por exemplo o Instrumento Anti-Coerção, que nunca foi utilizado.

A ideia é compor um novo pacote, suficientemente robusto e credível, que leve a Administração a reconsiderar a sua decisão e a aceitar uma solução negociada. Mas não se espera uma resposta simétrica da UE às novas tarifas sectoriais e “recíprocas” que cobrem cerca de 70% das exportações europeias para os Estados Unidos, no valor de cerca de 380 mil milhões de euros.

No caso da China, a resposta recíproca às tarifas dos EUA levou Donald Trump a impor uma taxa adicional de 50% que atirou as tarifas aplicadas ao país asiático para os 104%. E a bola de neve voltou a crescer com Pequim a subir para 84% a taxa para os bens norte-americanos.

Dos mais de 2500 produtos que Portugal exporta, há apenas 95 em que as exportações para os Estados Unidos são superiores a 50%. E uma terça parte desses 95 produtos envolve transacções abaixo dos 100 mil euros, correspondentes a 0,012% das exportações para os EUA. Dos restantes 60 produtos onde há maior dependência do mercado norte-americano, as categorias dos combustíveis e medicamentos estão, por enquanto, livres do agravamento das taxas – apesar de Donald Trump já ter anunciado a sua intenção de subir as tarifas aplicadas aos produtos farmacêuticos.

O pacote de contramedidas europeias aprovado esta quarta-feira prevê uma subida dos direitos aduaneiros que a UE cobra a um conjunto de produtos norte-americanos (a maior parte dos quais provenientes de estados com governos ou com representantes do Partido Republicano no Congresso), de forma faseada, a partir de 15 de Abril e até ao fim do ano.

“A Comissão considera que as tarifas impostas pelos EUA sobre as importações de aço e alumínio provenientes da UE são injustificadas e prejudiciais, causando danos económicos a ambas as partes, bem como à economia mundial”, referiu o executivo comunitário num comunicado divulgado após a aprovação da proposta pelos Estados-membros.

A Comissão salienta mais uma vez o seu interesse em encontrar soluções “que sejam equilibradas e mutuamente benéficas” para responder aos desequilíbrios no comércio transatlântico, e lembra que “estas contramedidas podem ser suspensas em qualquer altura, caso os EUA concordem com um resultado negociado justo e equilibrado”.

As novas taxas da UE vão penalizar significativamente as exportações de soja norte-americana, que têm um volume expressivo: o país é o maior produtor mundial desta leguminosa, que é utilizada na transformação de bens alimentares e na preparação de rações e alimentos para animais, e também na produção de biodiesel.

Mas como apontaram os técnicos de Bruxelas, os importadores europeus não terão dificuldade em abastecer-se de soja noutros países terceiros, nomeadamente o Brasil. Essa foi, aliás, a lógica da elaboração das listas de produtos cujas taxas foram revistas para 25%, e que apenas inclui aqueles em que é possível encontrar fornecedores alternativos aos EUA.

O desvio dos fluxos comerciais dos europeus para os Estados Unidos é, de resto, uma das primeiras consequências das novas políticas proteccionistas de Donald Trump, com a presidente da Comissão, Ursula von der Leyen, a dizer que, a partir de agora, o foco da UE estará no relacionamento com outros parceiros comerciais, que representam cerca de 80% do comércio do bloco.

A outra preocupação da CE na preparação das contramedidas foi a de garantir que as empresas europeias não ficam sem acesso a matérias-primas essenciais para a sua actividade, e também que nenhum Estado-membro possa ser afectado de forma desproporcional quer pelo aumento de custo das importações, quer pela eventual retaliação da Administração norte-americana.

Foi por essa razão que as bebidas alcoólicas como o whiskey e o bourbon saltaram fora deste primeiro pacote retaliatório – o Presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçara responder com tarifas de 200% sobre os vinhos e bebidas espirituosas produzidas na UE –, cujo valor fica abaixo do custo estimado das tarifas sobre o aço e alumínio, que é de cerca de 26 mil milhões de euros.

Além de replicar a tarifa de 25% para a exportação de aço e alumínio (e produtos derivados, como vigas, grades, latas, peças de maquinaria, pregos, parafusos e até agulhas de costura) dos Estados Unidos, a UE decidiu aplicar a mesma taxa a produtos agrícolas e alimentares como o milho-doce, amêndoa, lentilhas, sumo de laranja ou de arando, carne de vaca e aves ou manteiga de amendoim.

Mas o âmbito de produtos abrangidos é muito mais vasto, e inclui tabaco, madeiras, papel, plásticos, têxteis e calçado, mobiliário e peças decorativas, talheres, lâminas, ferramentas, tintas e vernizes. Na lista figuram ainda perfumes e produtos de maquilhagem e higiene; electrodomésticos como fornos, frigoríficos ou cortadores de relva; e ainda bicicletas, motorizadas e embarcações de recreio de conhecidas marcas norte-americanas.

A retaliação da UE às tarifas “recíprocas” de 20% deverá alargar a lista dos produtos norte-americanos cuja exportação vai ficar mais cara. Além disso, vários Estados-membros, com a França à cabeça, estão a pedir à Comissão para alargar as suas medidas ao sector dos serviços, nomeadamente digitais.

 

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Eu a ler isto tudo, e depois ver os stock exchange americanos no verde.

 

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