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Politica Internacional

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Citação de Plagio o Original, há 1 minuto:

ent pq q me estás a dar um argumento de autoridade e a dizer que esta m*rda é que é boa e q devias aceitar?

vai te f*der

Não chores. Ainda tens Cuba.

Editado por Ghelthon

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Citação de Mayday, há 9 horas:

Eu não preciso de ter amigos que são para conhecer a realidade. Ou só quem tem amigos pretos pode conhecer o racismo? 

Quem conseguiu, na sua maioria, sair da Venezuela foi a classe média alta (que como se sabe na América latina não há exactamente um meio termo, mas vamos simplificar as coisas) e foi quem teve apoio das embaixadas pela dupla nacionalidade. 

Abandonaram uma vida melhor do que aquela que hoje têm na Europa e vivem um saudosismo justo e compreensível.

É a história da minha família e eu compreendo bem este universo.

Mas o entusiasmo de quem se sente esperançoso ao ver as casas dos outros bombardeadas e o aumentar da indignidade humana porque - a Venezuela agora viverá com mais sanções e menos recursos até que se decida entregar o país aos EUA - é um sentimento egoísta e preverso.

E voltando a um ponto anterior: não se pode voltar a pedir uma democracia onde ela nunca existiu plenamente. Faltam e sempre faltaram pilares para se considerar uma democracia. Tal como no Brasil.

E lanço a mesma dúvida: se aqueles que se sentem esperançosos falam por toda a Venezuela ou só querem um lugar seguro onde possam reaver o seu privilégio?! 

E é por isso que vêem com bons olhos que tenha sido os EUA a bombardear o seu país e intervirem politicamente?!

A ironia disto é que os valores da revolução francesa, tal como americana, foram, em parte, informados pelo confronto dos europeus com o pensamento e modo de vida das comunidades indígenas americanas.

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Citação de Ghelthon, há 1 hora:

Então que opiniões é que se deve usar?

tas a gozar só pode eu nem vou responder porque parece-me uma autêntica perda de tempo 

felizmente construímos uma comunidade científica com base no “a minha mãe disse” e “o meu amigo fez”

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Citação de Pavel, há 26 minutos:

tas a gozar só pode eu nem vou responder porque parece-me uma autêntica perda de tempo 

felizmente construímos uma comunidade científica com base no “a minha mãe disse” e “o meu amigo fez”

e em que base cientifica é que te baseias para demonstrar que a vontade expressa em eleicoes nao deve ser respeitada?

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Citação de Ghelthon, há 2 horas:

Não acho. É que se não vamos basear opiniões nas experiências de quem lá vive ou conhece lá pessoas, ou nos resultados eleitorais, vamos basear-nos onde? Nas opiniões do Pavel ou de qualquer outra pessoa que provavelmente nunca lá foi e tem o mesmo conhecimento do país que o resto das pessoas?

Opiniões são opiniões. 

Mas esta conversa não é sobre se as pessoas vivem debaixo de um regime sanguinário, se passam fome ou se o Maduro é um ditador bom ou mau.

É sobre se a intervenção dos EUA que matou 40 pessoas, destruiu uma centena de casas e raptou o ditador vai trazer aquilo que a família e os amigos do @noikeee e a namorada do @jean-luc godard tanto anseiam e se é assim tão boa para eles que justifique mais as suas opiniões do que as de quem lá vive neste exacto momento.

É preciso ter estado na Venezuela para saber que isto não vai ter benefício nenhum para os Venezuelanos? 

Como não teve para os Líbios, para os Iraquianos, os Afegãos, os Hondurenhos, os Chilenos... e por aí fora?

De que serve a história e os exemplos?

No entanto, tal como no exemplo em que foi dado, no Brasil há uma classe que não se importava de ver os EUA a bombardear o seu país. E porquê? Porquê?

Foi aqui que começou a conversa. 

Editado por Mayday

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Citação de Burkina2008, há 19 minutos:

e em que base cientifica é que te baseias para demonstrar que a vontade expressa em eleicoes nao deve ser respeitada?

eu sei que tas mortinho para chafurdar mas não me lembro de ter mencionado os resultados das eleições na venezuela, tas a bater na porta errada filho 

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Citação de Burkina2008, há 4 horas:

Curioso que a Venezuela teve eleicoes recentemente onde o Maduro perdeu e mesmo assim só a “classe priveligiada que vive fora é que esta contente”…

De resto sim @Mayday democracia é mesmo isso, até porque nenhum partido de direita consegue ser eleito sem o apoio da classe media baixa (pelo menos). Logo como tu dizes “os priveligiados” sozinhos não conseguem eleger ninguem…é f*dido que estes casos em que um governo verdadeiramente socialista é eleito, passado 30 anos conseguem atirar o terceiro pais com melhor qualidade de vida das Americas para ultimo. Porque será que ninguem quer votar nisto?

 

Sobre o tema da democracia nem vale a pena insistir. Tu já percebeste e não queres perceber.

O Maduro ideologicamente nem deve saber escrever socialismo quanto mais ser verdadeiramente socialista.

Bold: para que classes? Mostra-nos nos teus gráficos que classes viviam bem antes desses trinta anos. 

Citação de Pavel, há 2 minutos:

eu sei que tas mortinho para chafurdar mas não me lembro de ter mencionado os resultados das eleições na venezuela, tas a bater na porta errada filho 

Nem tu nem ninguém. 

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Citação de noikeee, há 5 horas:

Apenas fiquei f*dido com tu (e antes o Ilídio) estarem indiretamente constantemente a chamarem os meus tios e primos, colegas, amigos e conhecidos todos de privilegiados e egoístas e com essa conversa toda de classe (não, não são de classe média alta, f*da-se, nem tinham uma vida melhor do que hoje na Europa, pelo menos não nos últimos 10 anos antes de irem embora).

eu não falei nada de classe social. Eu falei da segurança da distância. Não me parece normal celebrar que o meu país seja bombardeado, seja em que circunstâncias for - mas hey, na Venezuela nada é normal há mais de uma década, por isso, pode ser que isso sim, seja o normal - principalmente quando me fica na boca um sabor sardónico de "sim, sim, estou contente! Hã? Bombardearam a casa do González e do Ramón? Epá, é o preço a pagar pela liberdade, eu estou disposto a esse sacrifício (alheio)".
Consegues refutar isto, sem apelares ao "uma sardinha tem de dar para três" que ninguém te disputa, toda a gente sabe, uns mais na pele, outros mais pelos jornais, como é a situação quotidiana do povo venezuelano.

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Vamos ver é se os Venezuelanos não ficam com o pior dos 2 mundos: a continuação dos amigos do Maduro no poder com o acordo dos EUA para lhe sacar o petróleo e os recursos.

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Citação de Ghelthon, há 2 horas:

Não acho. É que se não vamos basear opiniões nas experiências de quem lá vive ou conhece lá pessoas, ou nos resultados eleitorais, vamos basear-nos onde? Nas opiniões do Pavel ou de qualquer outra pessoa que provavelmente nunca lá foi e tem o mesmo conhecimento do país que o resto das pessoas?

Estás a ser algo ingénuo se achas que uma opinião de uma pessoa de lá reveste, por isso apenas, um carácter optimal, e acho que viver em 2025 devia ter-te dado armas para know better.

Se tu perguntares coisas sobre a América um votante do Bernie Sanders e a um MAGA do mais extremado, eles vão-te descrever dois países completamente diferentes. E agora, que opinião local é que é boa? Heck, não precisas de ir tão longe, pergunta por Portugal a um votante do Chega e a um votante do Bloco e também te vão descrever duas realidades irreconciliáveis, um dir-te-á que os indianos vieram para cá dar cabo do país e da sua cultura, espalhar doenças, viver de subsídios, matar os homens e violar a mulheres, outro dirá que bom que foi que uma família de indianos abriu o mini-mercado da rua dele que estava fechado desde 2003.

Uma opinião nunca é a verdade absoluta e incontestada, é sempre uma opinião, ainda que baseada em observação local. Cada pessoa tem sempre os seus viéses, tem sempre as suas circunstâncias, as suas realidades digamos muito localizadas e fiar-te em absoluto no "o meu primo vive em Espanha e diz que o Pedro Sanchéz é um ditador comunista pior que o Estaline" é algo que tu conseguirás reconhecer que seria bastante pateta da tua parte, sem antes fazeres algumas perguntas de controlo, como "o que opinas do Franco?" ou "Os barcos com imigrantes é para abater ao míssil ou é para impedir o naufrágio?". Só depois consegues perceber se opinião do teu primo que vive em Espanha é apenas e só observação ou se já vem pré-enformada por outras coisas.

Julgo que todos conseguimos compreender isto.

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Citação de IlidioMA, há 3 minutos:

Estás a ser algo ingénuo se achas que uma opinião de uma pessoa de lá reveste, por isso apenas, um carácter optimal, e acho que viver em 2025 devia ter-te dado armas para know better.

Se tu perguntares coisas sobre a América um votante do Bernie Sanders e a um MAGA do mais extremado, eles vão-te descrever dois países completamente diferentes. E agora, que opinião local é que é boa? Heck, não precisas de ir tão longe, pergunta por Portugal a um votante do Chega e a um votante do Bloco e também te vão descrever duas realidades irreconciliáveis, um dir-te-á que os indianos vieram para cá dar cabo do país e da sua cultura, espalhar doenças, viver de subsídios, matar os homens e violar a mulheres, outro dirá que bom que foi que uma família de indianos abriu o mini-mercado da rua dele que estava fechado desde 2003.

Uma opinião nunca é a verdade absoluta e incontestada, é sempre uma opinião, ainda que baseada em observação local. Cada pessoa tem sempre os seus viéses, tem sempre as suas circunstâncias, as suas realidades digamos muito localizadas e fiar-te em absoluto no "o meu primo vive em Espanha e diz que o Pedro Sanchéz é um ditador comunista pior que o Estaline" é algo que tu conseguirás reconhecer que seria bastante pateta da tua parte, sem antes fazeres algumas perguntas de controlo, como "o que opinas do Franco?" ou "Os barcos com imigrantes é para abater ao míssil ou é para impedir o naufrágio?". Só depois consegues perceber se opinião do teu primo que vive em Espanha é apenas e só observação ou se já vem pré-enformada por outras coisas.

Julgo que todos conseguimos compreender isto.

eu tentei dizer isso mas ele acabou a consolar-me porque ainda tenho propriedade sobre cuba 

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Citação de Mayday, há 1 hora:

 

Opiniões são opiniões. 

Mas esta conversa não é sobre se as pessoas vivem debaixo de um regime sanguinário, se passam fome ou se o Maduro é um ditador bom ou mau.

É sobre se a intervenção dos EUA que matou 40 pessoas, destruiu uma centena de casas e raptou o ditador vai trazer aquilo que a família e os amigos do @noikeee e a namorada do @jean-luc godard tanto anseiam e se é assim tão boa para eles que justifique mais as suas opiniões do que as de quem lá vive neste exacto momento.

É preciso ter estado na Venezuela para saber que isto não vai ter benefício nenhum para os Venezuelanos? 

Como não teve para os Líbios, para os Iraquianos, os Afegãos, os Hondurenhos, os Chilenos... e por aí fora?

Sem ter confiança absolutamente nenhuma num fascista como o Trump, não estaria assim tão certo disso. Cada caso é diferente. Primeiro, até ao momento (as coisas podem mudar) não estamos a falar duma invasão terrestre como no Iraque e Afeganistão. Apesar de tudo existem muito melhores instituições na Venezuela. Honduras e Chile não estavam na absoluta m*rda económica que a Venezuela está. Acho que dá para entender o "pior que está não fica". Mesmo que se substitua uma ditadura por outra, podes passar duma ditadura com uma economia arrasada, para uma que serve interesses estrangeiros é certo, mas pelo menos tem algum tipo de economia a funcionar.

É m*rda na mesma mas com sabor melhor. 

Isto, assumindo que sai qualquer tipo de regime  alinhado com os USA disto. Ainda muita coisa pode acontecer. 

 

Citação de IlidioMA, há 39 minutos:

eu não falei nada de classe social. Eu falei da segurança da distância. Não me parece normal celebrar que o meu país seja bombardeado, seja em que circunstâncias for - mas hey, na Venezuela nada é normal há mais de uma década, por isso, pode ser que isso sim, seja o normal - principalmente quando me fica na boca um sabor sardónico de "sim, sim, estou contente! Hã? Bombardearam a casa do González e do Ramón? Epá, é o preço a pagar pela liberdade, eu estou disposto a esse sacrifício (alheio)".
Consegues refutar isto, sem apelares ao "uma sardinha tem de dar para três" que ninguém te disputa, toda a gente sabe, uns mais na pele, outros mais pelos jornais, como é a situação quotidiana do povo venezuelano.

O governo cubano anunciou que morreram 32 militares deles na operação. Portanto, à primeira vista dos 40 mortos pelo menos 32 são militares. 

Claro que cada vida humana é uma vida humana e tem valor, mas não me parece absurdo aceitar a morte de 8 civis e 32 militares caso isso resulte numa queda dum regime que matou também imensas pessoas ao longo do tempo, algumas indiretamente pela fome crime etc. Tu tens mudanças de regime na história que só aconteceram ao fim de centenas de milhares de mortos e gerações arruinadas.

 

Citação de IlidioMA, há 26 minutos:

Estás a ser algo ingénuo se achas que uma opinião de uma pessoa de lá reveste, por isso apenas, um carácter optimal, e acho que viver em 2025 devia ter-te dado armas para know better.

Se tu perguntares coisas sobre a América um votante do Bernie Sanders e a um MAGA do mais extremado, eles vão-te descrever dois países completamente diferentes. E agora, que opinião local é que é boa? Heck, não precisas de ir tão longe, pergunta por Portugal a um votante do Chega e a um votante do Bloco e também te vão descrever duas realidades irreconciliáveis, um dir-te-á que os indianos vieram para cá dar cabo do país e da sua cultura, espalhar doenças, viver de subsídios, matar os homens e violar a mulheres, outro dirá que bom que foi que uma família de indianos abriu o mini-mercado da rua dele que estava fechado desde 2003.

Uma opinião nunca é a verdade absoluta e incontestada, é sempre uma opinião, ainda que baseada em observação local. Cada pessoa tem sempre os seus viéses, tem sempre as suas circunstâncias, as suas realidades digamos muito localizadas e fiar-te em absoluto no "o meu primo vive em Espanha e diz que o Pedro Sanchéz é um ditador comunista pior que o Estaline" é algo que tu conseguirás reconhecer que seria bastante pateta da tua parte, sem antes fazeres algumas perguntas de controlo, como "o que opinas do Franco?" ou "Os barcos com imigrantes é para abater ao míssil ou é para impedir o naufrágio?". Só depois consegues perceber se opinião do teu primo que vive em Espanha é apenas e só observação ou se já vem pré-enformada por outras coisas.

Julgo que todos conseguimos compreender isto.

Eu entendo que vejo apenas a opinião dum conjunto de pessoas específicas, e que isso não significa necessariamente nada, mas eu conheço prai 50 pessoas da Venezuela, umas muito menos privilegiadas que outras, e nunca conheci uma única que não odiasse o Maduro.

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Citação de IlidioMA, há 36 minutos:

Estás a ser algo ingénuo se achas que uma opinião de uma pessoa de lá reveste, por isso apenas, um carácter optimal, e acho que viver em 2025 devia ter-te dado armas para know better.

Se tu perguntares coisas sobre a América um votante do Bernie Sanders e a um MAGA do mais extremado, eles vão-te descrever dois países completamente diferentes. E agora, que opinião local é que é boa? Heck, não precisas de ir tão longe, pergunta por Portugal a um votante do Chega e a um votante do Bloco e também te vão descrever duas realidades irreconciliáveis, um dir-te-á que os indianos vieram para cá dar cabo do país e da sua cultura, espalhar doenças, viver de subsídios, matar os homens e violar a mulheres, outro dirá que bom que foi que uma família de indianos abriu o mini-mercado da rua dele que estava fechado desde 2003.

Uma opinião nunca é a verdade absoluta e incontestada, é sempre uma opinião, ainda que baseada em observação local. Cada pessoa tem sempre os seus viéses, tem sempre as suas circunstâncias, as suas realidades digamos muito localizadas e fiar-te em absoluto no "o meu primo vive em Espanha e diz que o Pedro Sanchéz é um ditador comunista pior que o Estaline" é algo que tu conseguirás reconhecer que seria bastante pateta da tua parte, sem antes fazeres algumas perguntas de controlo, como "o que opinas do Franco?" ou "Os barcos com imigrantes é para abater ao míssil ou é para impedir o naufrágio?". Só depois consegues perceber se opinião do teu primo que vive em Espanha é apenas e só observação ou se já vem pré-enformada por outras coisas.

Julgo que todos conseguimos compreender isto.

Claro. Mas então e as eleições?

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Citação de noikeee, há 1 minuto:

e nunca conheci uma única que não odiasse o Maduro.

é natural. eu ainda não vi uma única pessoa, seja aqui seja onde for que amasse o Maduro e, aqui, esse não tem sido o tema do debate, mas há gente que como não consegue rebater argumentos de outro lado, puxa sempre para aí.

Citação de Ghelthon, há 1 minuto:

Claro. Mas então e as eleições?

quem tem as eleições? Nas eleições foi perguntado ao povo venezuelano - o que lá vive - se aceita ser bombardeado e invadido por uma potência estrangeira?

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Vamos lá ver uma coisa a ver se a gente deixa de ter debates infrutíferos que mais parecem p*nhetaas a grilos.

Se, o que tivesse acontecido no dia 3 fosse uma sublevação popular/militar/política venezuelana (ainda que com apoio material e moral de países estrangeiros) e que resultasse na queda do ditador, eu estaria disponivel para me juntar aos venezuelanos nos festejos.

 

Mas não foi isso que aconteceu. Há um país, que como é muito poderoso acha que pode fazer tudo e como agora tem um psicopata no poder ainda mais acha que pode, que decide unilateralmente, ir a outro país, bombardear, meter umas tropas on the ground, raptar um chefe de estado - que a gente goste mais ou menos, não é esse o ponto - e levá-lo para o seu próprio país para aí ser julgado, em vez de permitir que o ditador seja - MUITO JUSTAMENTE - julgado no país que explorou e oprimiu. Querem que eu celebre o quê, exactamente? O fim grosseiro da ordem mundial? O fim do direito internacional? O reconhecimento explícito que a força é a razão e que os países poderosos podem fazer o que bem quiserem aos países menos poderosos? O regresso dos protectorados neo-coloniais? Eu não consigo celebrar esta queda do ditador, porque não foi isso que aconteceu, e quem só está a ver isso, ou não está a ver a bigger picture, ou não quer saber de nada do que acabo de elencar - grave! - ou é néscio e acha que isto foi uma coisa sem exemplo.

Editado por IlidioMA
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Espero é que a senhora Von der Leyen e a malta da Comissão Europeia e do Parlamento Europeu estejam a olhar bem para o que a laranja e o seu culto estão a fazer, e o que o gajo está a dizer sobre a Gronelândia, e não decidam fazer cosplay de Neville Chamberlain. 

E aqui também incluo os líderes europeus, principalmente o Starmer, o Macron, o Merz, a Meloni e os nórdicos. 

Citação de IlidioMA, há 1 minuto:

 

 

Vamos lá ver uma coisa a ver se a gente deixa de ter debates infrutíferos que mais parecem p*nhetaas a grilos.

Se, o que tivesse acontecido no dia 3 fosse uma sublevação popular/militar/política venezuelana (ainda que com apoio material e moral de países estrangeiros) e que resultasse na queda do ditador, eu estaria disponivel para me juntar aos venezuelanos nos festejos.

 

Mas não foi isso que aconteceu. Há um país, que como é muito poderoso acha que pode fazer tudo e como agora tem um psicopata no poder ainda mais acha que pode, que decide unilateralmente, ir a outro país, bombardear, meter umas tropas on the ground, raptar um chefe de estado - que a gente goste mais ou menos, não é esse o ponto - e levá-lo para o seu próprio país para aí ser julgado, em vez de permitir que o ditador seja - MUITO JUSTAMENTE - julgado no país que explorou e oprimiu. Querem que eu celebre o quê, exactamente? O fim grosseiro da ordem mundial? O fim do direito internacional? O reconhecimento explícito que a força é a razão e que os países poderosos podem fazer o que bem quiserem aos países menos poderosos? O regresso dos protectorados neo-coloniais? Eu não consigo celebrar esta queda do ditador, porque não foi isso que aconteceu, e quem só está a ver isso, ou não está a ver a bigger picture, ou não quer saber de nada do que acabo de elencar - grave! - ou é néscio e acha que isto foi uma coisa sem exemplo.

Obrigado. 

Editado por JGabriel
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Citação de IlidioMA, há 4 minutos:

Vamos lá ver uma coisa a ver se a gente deixa de ter debates infrutíferos que mais parecem p*nhetaas a grilos.

Se, o que tivesse acontecido no dia 3 fosse uma sublevação popular/militar/política venezuelana (ainda que com apoio material e moral de países estrangeiros) e que resultasse na queda do ditador, eu estaria disponivel para me juntar aos venezuelanos nos festejos.

 

Mas não foi isso que aconteceu. Há um país, que como é muito poderoso acha que pode fazer tudo e como agora tem um psicopata no poder ainda mais acha que pode, que decide unilateralmente, ir a outro país, bombardear, meter umas tropas on the ground, raptar um chefe de estado - que a gente goste mais ou menos, não é esse o ponto - e levá-lo para o seu próprio país para aí ser julgado, em vez de permitir que o ditador seja - MUITO JUSTAMENTE - julgado no país que explorou e oprimiu. Querem que eu celebre o quê, exactamente? O fim grosseiro da ordem mundial? O fim do direito internacional? O reconhecimento explícito que a força é a razão e que os países poderosos podem fazer o que bem quiserem aos países menos poderosos? O regresso dos protectorados neo-coloniais? Eu não consigo celebrar esta queda do ditador, porque não foi isso que aconteceu, e quem só está a ver isso, ou não está a ver a bigger picture, ou não quer saber de nada do que acabo de elencar - grave! - ou é néscio e acha que isto foi uma coisa sem exemplo.

Aliás, nem houve mudança de regime na Venezuela. Só de chefe de estado.

Portanto... é os EUA continuarem a raptar presidentes de outros países até estes escolherem o certo? 

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Citação de Ghelthon, há 28 minutos:

Claro. Mas então e as eleições?

em portugal era normal haver mais de 50% de abstenção até chegarem os cheganos. Achas que deviam aparecer os venezuelanos de helicoptero sobre belém para raptarem o marcelo sousa para obrigar mandar abaixo o governo para instituir um governo de cheganos anti pessoas castanhas porque os venezuelanos decidiram ser a polícia do mundo?

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Citação de noikeee, há 43 minutos:

Eu entendo que vejo apenas a opinião dum conjunto de pessoas específicas, e que isso não significa necessariamente nada, mas eu conheço prai 50 pessoas da Venezuela, umas muito menos privilegiadas que outras, e nunca conheci uma única que não odiasse o Maduro.

Eu também conheço uns 50 retornados que acham que o 25 de Abril foi a pior coisas que lhes aconteceu, a eles e ao país, e que o Salazar era o melhor que Portugal já teve.

Isto é como tudo, amigo. 

Citação de Jamarcus, há 28 minutos:

Aliás, nem houve mudança de regime na Venezuela. Só de chefe de estado.

Portanto... é os EUA continuarem a raptar presidentes de outros países até estes escolherem o certo? 

Nem sequer os Venezuelanos aproveitaram o acontecimento e tomaram conta das ruas para apoiar a mudança de regime. 

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Citação de Rain Dog, há 20 horas:

Estados Unidos invade a Venezuela

Discurso nos media ocidentais: É urgente estarmos atentos a Taiwan

 

White people ❤️

Nem precisa de ser white, só precisa de ser people que tem os dois olhos abertos para perceber que se o Trump avançar no conflito com a Venezuela e for para a Groenlândia ou mesmo a China para Taiwan começas um novo capitulo da nossa história, onde os acordos internacionais são rasgados, a diplomacia vai pela janela fora, onde entramos em tempo de guerra e não tens nada para te proteger porque tudo dependia dos EUA garantirem a ordem mundial (goste-se ou não disso). Onde não se pode contar com a Europa porque está numa profunda crise politica e de desagregação acelerada dos seus membros e uma incapacidade de lidar com o que se passa dentro e fora de portas. Se isto avançar (e irá avançar porque o Trump é um bebé com um brinquedo demasiado poderoso nas mãos) não só teríamos uma escalada mundial ao nível do armamento (que implicaria uma sobrecarga sobre todos os países e que para nós seria cortar em muita coisa prevista para os próximos anos) como o disparar de preços de tudo na nossa vidinha. Achar que a Venezuela será o inicio e o fim disto parece-me no mínimo inocente e desprovido de pensamento politico contemporâneo.

Sobre a Venezuela, o Trump quer lá saber dos Venezuelanos, ele mal quer saber dos Americanos, quer é fazer os ricos mais ricos e se no processo tiver de destruir os venezuelanos, colombianos ou o que for para que ganhem mais uns cobres e lhes pague o champagne no jato privado para as ilhas do Epstein que nós só vamos ouvir falar daqui a muitos anos, é por ai que vai. Desengane-se quem ache que virá alguma coisa de bom para o cidadão comum de tudo o que aquele mentecapto faz com o poder que tem.

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Citação de IlidioMA, há 1 hora:

Vamos lá ver uma coisa a ver se a gente deixa de ter debates infrutíferos que mais parecem p*nhetaas a grilos.

Se, o que tivesse acontecido no dia 3 fosse uma sublevação popular/militar/política venezuelana (ainda que com apoio material e moral de países estrangeiros) e que resultasse na queda do ditador, eu estaria disponivel para me juntar aos venezuelanos nos festejos.

 

Mas não foi isso que aconteceu. Há um país, que como é muito poderoso acha que pode fazer tudo e como agora tem um psicopata no poder ainda mais acha que pode, que decide unilateralmente, ir a outro país, bombardear, meter umas tropas on the ground, raptar um chefe de estado - que a gente goste mais ou menos, não é esse o ponto - e levá-lo para o seu próprio país para aí ser julgado, em vez de permitir que o ditador seja - MUITO JUSTAMENTE - julgado no país que explorou e oprimiu. Querem que eu celebre o quê, exactamente? O fim grosseiro da ordem mundial? O fim do direito internacional? O reconhecimento explícito que a força é a razão e que os países poderosos podem fazer o que bem quiserem aos países menos poderosos? O regresso dos protectorados neo-coloniais? Eu não consigo celebrar esta queda do ditador, porque não foi isso que aconteceu, e quem só está a ver isso, ou não está a ver a bigger picture, ou não quer saber de nada do que acabo de elencar - grave! - ou é néscio e acha que isto foi uma coisa sem exemplo.

Exactamente a minha opinião sobre isto.

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Citação de Mayday, há 33 minutos:

Eu também conheço uns 50 retornados que acham que o 25 de Abril foi a pior coisas que lhes aconteceu, a eles e ao país, e que o Salazar era o melhor que Portugal já teve.

Isto é como tudo, amigo. 

Nem sequer os Venezuelanos aproveitaram o acontecimento e tomaram conta das ruas para apoiar a mudança de regime. 

Tu achas mesmo que os venezuelanos apoiavam o Maduro, é fantástico. É viver numa distopia.

Quanto a apoiarem a mudança de regime, que mudança de regime é que ocorreu? Até ver nenhuma, apenas uma agressão estrangeira com deposição do Maduro. O poder instalado continua a mandar e a expectativa da população é continuar pobre enquanto o petróleo volta para os americanos.

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