Axadrezado Publicado 1 Junho 2025 Citação de Ego Sum, há 3 horas: Impacto estimato 7bn$ o.O https://www.bbc.com/news/live/cgrg7kelk45t Absolutamente brutal Compartilhar este post Link para o post
AntiZio Publicado 1 Junho 2025 Este pasquim é financiado pelo governo alemão. Ainda bem que há uma esquerda séria, razoável e crescida que quer estar a aliada a estes países. Compartilhar este post Link para o post
SAS_Robben Publicado 2 Junho 2025 Citação de a.lopes, há 9 horas: https://wyborcza.pl/0,0.html Muito renhida as eleições aqui 50.3 vs 49.7 em favor do candidato semi decente O outro anormal do PiS está muito perto O outro já deu a volta 1 Compartilhar este post Link para o post
HIM Publicado 2 Junho 2025 Citação de SAS_Robben, há 4 horas: O outro já deu a volta Os polacos vão meter um candidato pro Rússia? Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado 2 Junho 2025 Citação de HIM, há 29 minutos: Os polacos vão meter um candidato pro Rússia? Não chega a tanto. Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 2 Junho 2025 Citação de HIM, há 20 horas: Pelos vistos os ucranianos destruíram com 1/3 dos bombardeiros russos num ataque brutal com drones, sendo que esses mesmo drones foram lançados em território russo. 1 Compartilhar este post Link para o post
HIM Publicado 2 Junho 2025 Citação de Ghelthon, há 4 minutos: Não vale tudo para ter audiências. Isso nem sequer é ouvir outro lado, é simplesmente anedótico e merecedor de punição quem profere tais palavras. Filho de mil p**** Compartilhar este post Link para o post
kareca Publicado 2 Junho 2025 Este major general num teatro de guerra deixa-me tranquilo 1 1 Compartilhar este post Link para o post
HIM Publicado 2 Junho 2025 Citação de Tio Hans, há 3 horas: Não chega a tanto. Por acaso não faço ideia, daí ter perguntado. Compartilhar este post Link para o post
AntiZio Publicado 2 Junho 2025 Bom homem. Está no ponto para se candidatar a alguma m*rda e receber o apoio do rui tavares para resolver os conflitos do médio oriente. Compartilhar este post Link para o post
Rain Dog Publicado 2 Junho 2025 o que a gente precisa é que a Rússia entre por aqui adentro e rebente a UE toda enquanto os EUA olham sem intervir só assim a China pode entrar em cena e salvar a humanidade e levar-nos para a era de ouro do homo sapiens sapiens, um governo único e global sino-cêntrico, do povo e pelo povo, preparado para explorar a galáxia. Eu já estou a aprender chinês. Todas as outras culturas são demonstrativamente inferiores. Espero viver tempo suficiente para realizar este sonho 1 2 Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 2 Junho 2025 Citação de HIM, Em 01/06/2025 at 15:56: Pelos vistos os ucranianos destruíram com 1/3 dos bombardeiros russos num ataque brutal com drones, sendo que esses mesmo drones foram lançados em território russo. Citação Operação “teia de aranha” Os meios de comunicação ucranianos começaram a citar a mesma fonte do SBU. A operação “teia de aranha” estaria a ser conduzida com o objetivo de destruir aviação estratégica russa. Segundo estas publicações, 41 aviões teriam sido destruídos ou danificados, entre eles A-50, avião de reconhecimento; TU-95, bombardeiros estratégico ainda em uso mas dos tempos da Guerra Fria; e TU-22M3, bombardeiros supersónicos usados na batalha de Mariupol em 2022 e no lançamento de mísseis hipersónicos Khinzal. A informação não pode verificada de forma independente. Novas imagens de satélite SAR confirmam que a operação “teia de aranha”, levada a cabo pelo SBU, destruiu, na base aérea de Belaya e Olenya, oito TU-95, quatro TU-22M3, e um AN-12, num total de 13 aeronaves, 12 estratégicas e uma de transporte. É possível que outros dois TU-160 tenham sido destruídos, porque se vê no vídeo duas colunas de fumo onde estavam estacionados, em Belaya. A informação foi avançada pelo canal de Telegram ucraniano Dnipro OSNIT, imparcial e perito neste tipo de identificações. Um total de 15 aeronaves. Também refere que provavelmente a informação de que seriam 41 é um “disparate completo”. Se o ataque foi realizado com êxito em quatro base aéreas — Belaya, Dyagilevo, Olenya e Ivanovo —, é plausível o número de 41 aviões destruídos, considerando os 117 drones FPV usados, mas é mera especulação ou nevoeiro de guerra. Esta operação tem tanto de génio militar no terreno como de génio na guerra informativa. Se a magnitude da informação é impossível de confirmar, o seu efeito diplomático é sísmico na delegação russa que está em Istambul para negociações numa posição de fraqueza e clara humilhação. Só o tempo dirá quantos aviões foram destruídos, mas o efeito surpresa foi atingido neste ataque sem precedentes dentro da Rússia, que no tempo da Guerra Fria poderia ter escalado para um embate nuclear. A resposta de Moscovo está ser preparada. Vladimir Putin não reage de modo impulsivo, ao contrário do seu colega americano Donald Trump. O Presidente russo sabe que a única forma de manter a dignidade do rosto na negociações para já é não fazer nada, silenciar a partilha de vídeos nas redes sociais para conter os danos da imagem e preparar novo ataque em resposta. A ideia é fazer algo que tem acontecido nesta guerra de cada vez que há impasse no xadrez: alguém derruba o tabuleiro para tudo recomeçar de novo. Voltemos ao ataque. A operação aconteceu por passos, como uma aranha faz a sua teia. Drones FPV, 117 segundo os SBU e o Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, foram construídos num pequeno armazém na Rússia em Chelyabinsk, perto da fronteira com o Cazaquistão. Tal terá servido para facilitar a compra e transporte das peças dos drones ali fabricados, a 1750 quilómetros de Moscovo. Operadores remotos em local incerto Esta informação foi obtida através de identificação de detalhes da foto usando OSINT (inteligência de código aberto) partilhada que mostrava grandes caixas de madeiras cheias de drones, todos iguais. Este armazém terá sido arrendado por 350 mil rublos (3900 euros) à empresa Dan-Invest, já sob investigação As caixas de madeira terão sido carregadas para cinco camiões que se dirigiram para cinco grande bases aéreas: Belaya (a 4300 quilómetros de Kiev, na fronteira com a Mongólia), Dyagilevo, Ivanovo, Olenya (a cerca de 150 quilómetros da fronteira com a Finlândia), e Ukrainka, já perto do rio Amur, na fronteira com a China. Os camiões que continham os drones tinham um mecanismo para destruir com pequena explosão o metal do compartimento em caso de falha. Em condições normais, bastava retirar a caixa e deixar os drones sair. Dirigir-se-iam para a base a aérea, como pombos a sair duma carrinha. Os drones FPV já podem ter operadores remotos, mas neste caso é um mistério onde estariam os operadores. Os ucranianos dizem que todos os intervenientes na operação já estariam de volta à Ucrânia, a salvo. Foi partilhado um vídeo que mostra um dos camiões, que não chegou ao destino. O camião estava em chamas na aldeia de Seryshevo, a escassos 14 quilómetros da base área de Ukrainka. Neste filme, depois retirado das redes sociais, um homem está dentro do atrelado do camião quando este explode em chamas, ativando o mecanismo de autodestruição que todos os camiões pareciam ter. O homem terá morrido e vários no local ficado feridos. A base aérea de Ukrainka fica a 8578 quilómetros de Kiev, e a cerca de 50 da fronteira com a China. Noutro vídeo partilhado por civis russos, via-se um depósito de combustível em chamas perto da mesma base em Olenya. Mais colunas de fumo negro com dezenas de metros. O SBU anunciou na sua página, esta segunda-feira, que a operação foi histórica, tendo-se destruído 41 aviões estratégicos, entre eles A-50, TU-95, TU-22M3 e TU-160. “A destruição da avião estratégica inimiga foi tarefa que o supremo comandante das Forças Armadas ucranianas, Zelensky, nos pediu, e pessoalmente supervisionou. Estes aviões bombardeiam o nosso país diariamente, mas hoje a retaliação é inevitável” referiu Malyuk, chefe do SBU. “Não é só a destruição de 34% da aviação estratégica, mas uma bofetada séria no poder e entidade terrorista que é a Federação Russa”, acrescentou As perda dos aviões para a Rússia está estimada em sete mil milhões de euros, enquanto cada drone FPV custa 500 a 1000 euros. Só isto já mostra a singularidade do ataque e o engenho dos ucranianos, que o fizeram sozinhos e, muito provavelmente, sem avisar nenhum dos seus parceiros no Ocidente, com receio de fugas de informação que já aconteceram no passado. Zelensky quer estar na cimeira da NATO É curioso notar que foi há 29 anos que a Ucrânia entregou as últimas armas nucleares à Rússia, na sequência do Memorando de Budapeste. Em troca, Moscovo comprometia-se a respeitar as fronteiras e soberania da Ucrânia. Os Estados Unidos e o Reino Unido foram signatários, com o compromisso de dar garantia de segurança à Ucrânia. Mais a uma vez, Kiev mostrou que as únicas garantias que têm são o que faz sozinha. Os drones são simples e até foram fabricados na Rússia. Um dos canais de Telegram avançava que a três quarteirões dos escritórios do FSB, nas barbas da autoridades russas. O empresário Elon Musk, muito crítico da Ucrânia e de Zelensky, apesar de ter mantido o serviço de Starlink no país — segundo os russos, a arma ocidental mais efetiva —, escreveu, em resposta a uma publicação na rede social X, de Shaun Maguire, que “os drones são o futuro da guerra, as aeronaves tripuladas não”. Maguire escreveu que a operação ucraniana pode ter sido um ponto de viragem na guerra. Drones baratos podem ter destruído infraestruturas críticas de milhares de milhões https://expresso.pt/internacional/guerra-na-ucrania/2025-06-02-camioes-caixas-de-madeira-e-drones-baratos-como-a-ucrania-surpreendeu-o-mundo-com-um-ataque-que-humilha-a-russia-6dbee26c Esta operação vai dar uma leva de filmes impressionante Compartilhar este post Link para o post
hugoooo_17 Publicado 2 Junho 2025 https://expresso.pt/internacional/guerra-na-ucrania/2025-06-02-camioes-caixas-de-madeira-e-drones-baratos-como-a-ucrania-surpreendeu-o-mundo-com-um-ataque-que-humilha-a-russia-6dbee26c?fbclid=IwY2xjawKq8xVleHRuA2FlbQIxMQABHk4bxKt7Z4HoCc5OjgecYnoiNIN3KAldKu-p0m2AwvLINZ0g4YqNF_Gt2Hu8_aem_sQrxCl5yOTTPL8b7RGTYVQ Alguém tem isto aberto? Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 2 Junho 2025 Citação de hugoooo_17, há 2 minutos: https://expresso.pt/internacional/guerra-na-ucrania/2025-06-02-camioes-caixas-de-madeira-e-drones-baratos-como-a-ucrania-surpreendeu-o-mundo-com-um-ataque-que-humilha-a-russia-6dbee26c?fbclid=IwY2xjawKq8xVleHRuA2FlbQIxMQABHk4bxKt7Z4HoCc5OjgecYnoiNIN3KAldKu-p0m2AwvLINZ0g4YqNF_Gt2Hu8_aem_sQrxCl5yOTTPL8b7RGTYVQ Alguém tem isto aberto? Spoiler Camiões, caixas de madeira e drones baratos: como a Ucrânia surpreendeu o mundo com um ataque que humilha a Rússia Fontes dos Serviços Secretos ucranianos (SBU) afirmam ter destruído 34% da aviação estratégica Russa. Um ataque no domingo, executado com drones FPV dentro da Rússia, transportados até às bases aéreas por camiões, visava inicialmente cinco base aéreas, cobrindo toda a extensão do território russo. Foi bem-sucedido em quatro casos. Mais uma vez, David acertou em cheio em Golias, enquanto o mundo e os analistas dormiam Há histórias que, contadas, ninguém acredita. A realidade supera a ficção. O ataque ucraniano de 1 de junho em solo russo entrou diretamente para os livros de história militar e vai ser estudado durante anos. Vídeos começaram a aparecer ao início da tarde em Kiev, nas redes sociais ucranianas e russas. O primeiro provém da câmara de um drone, a sobrevoar a aviação estratégica numa base russa a milhares de quilómetros da Ucrânia. Vemos aviões TU-95 em chamas e, enquanto o drone avança, mais outra aeronave explode. Tudo se passa na base aérea de Belaya, na região de Irkutsh (Sibéria), a cerca de 4300 quilómetros da Ucrânia. No vídeo de telemóvel a filmar um ecrã ouvia-se a voz do chefe do SBU, general Vasyl Malyuk, a dizer que o ataque “algodão” tinha sido bem-sucedido. O termo cunhado pela defesa ucraniana refere-se ao “algodão” que as árvores libertam na primavera, altura em que começam os ataques ucranianos mais espetaculares. Depois, os media começaram a reportar o que foi partilhado pelo SBU, ou em canais de Telegram russos — Astra e Supernova_plus —,confirmando os dados com vídeos dos mesmos locais filmados por civis russos. Noutro vídeo, um soldado russo filma-se na base aérea de Olenya, na região de Murmansk, perto da fronteira com a Finlândia, com colunas de fumo ao fundo. “Estamos lixados”, dizia. Esta base fica perto da base naval de Murmansk, onde estão os maiores submarinos nucleares russos. Depois, apareceram mais vídeos e fotos que permitiram completar as peças do quebra-cabeças, que, qual trama polícia, instigava a curiosidade: afinal, como tinha sido possível tal ataque dentro da Federação Russa? Operação “teia de aranha” Os meios de comunicação ucranianos começaram a citar a mesma fonte do SBU. A operação “teia de aranha” estaria a ser conduzida com o objetivo de destruir aviação estratégica russa. Segundo estas publicações, 41 aviões teriam sido destruídos ou danificados, entre eles A-50, avião de reconhecimento; TU-95, bombardeiros estratégico ainda em uso mas dos tempos da Guerra Fria; e TU-22M3, bombardeiros supersónicos usados na batalha de Mariupol em 2022 e no lançamento de mísseis hipersónicos Khinzal. A informação não pode verificada de forma independente. Novas imagens de satélite SAR confirmam que a operação “teia de aranha”, levada a cabo pelo SBU, destruiu, na base aérea de Belaya e Olenya, oito TU-95, quatro TU-22M3, e um AN-12, num total de 13 aeronaves, 12 estratégicas e uma de transporte. É possível que outros dois TU-160 tenham sido destruídos, porque se vê no vídeo duas colunas de fumo onde estavam estacionados, em Belaya. A informação foi avançada pelo canal de Telegram ucraniano Dnipro OSNIT, imparcial e perito neste tipo de identificações. Um total de 15 aeronaves. Também refere que provavelmente a informação de que seriam 41 é um “disparate completo”. Se o ataque foi realizado com êxito em quatro base aéreas — Belaya, Dyagilevo, Olenya e Ivanovo —, é plausível o número de 41 aviões destruídos, considerando os 117 drones FPV usados, mas é mera especulação ou nevoeiro de guerra. Esta operação tem tanto de génio militar no terreno como de génio na guerra informativa. Se a magnitude da informação é impossível de confirmar, o seu efeito diplomático é sísmico na delegação russa que está em Istambul para negociações numa posição de fraqueza e clara humilhação. Só o tempo dirá quantos aviões foram destruídos, mas o efeito surpresa foi atingido neste ataque sem precedentes dentro da Rússia, que no tempo da Guerra Fria poderia ter escalado para um embate nuclear. A resposta de Moscovo está ser preparada. Vladimir Putin não reage de modo impulsivo, ao contrário do seu colega americano Donald Trump. O Presidente russo sabe que a única forma de manter a dignidade do rosto na negociações para já é não fazer nada, silenciar a partilha de vídeos nas redes sociais para conter os danos da imagem e preparar novo ataque em resposta. A ideia é fazer algo que tem acontecido nesta guerra de cada vez que há impasse no xadrez: alguém derruba o tabuleiro para tudo recomeçar de novo. Voltemos ao ataque. A operação aconteceu por passos, como uma aranha faz a sua teia. Drones FPV, 117 segundo os SBU e o Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, foram construídos num pequeno armazém na Rússia em Chelyabinsk, perto da fronteira com o Cazaquistão. Tal terá servido para facilitar a compra e transporte das peças dos drones ali fabricados, a 1750 quilómetros de Moscovo. Operadores remotos em local incerto Esta informação foi obtida através de identificação de detalhes da foto usando OSINT (inteligência de código aberto) partilhada que mostrava grandes caixas de madeiras cheias de drones, todos iguais. Este armazém terá sido arrendado por 350 mil rublos (3900 euros) à empresa Dan-Invest, já sob investigação As caixas de madeira terão sido carregadas para cinco camiões que se dirigiram para cinco grande bases aéreas: Belaya (a 4300 quilómetros de Kiev, na fronteira com a Mongólia), Dyagilevo, Ivanovo, Olenya (a cerca de 150 quilómetros da fronteira com a Finlândia), e Ukrainka, já perto do rio Amur, na fronteira com a China. Os camiões que continham os drones tinham um mecanismo para destruir com pequena explosão o metal do compartimento em caso de falha. Em condições normais, bastava retirar a caixa e deixar os drones sair. Dirigir-se-iam para a base a aérea, como pombos a sair duma carrinha. Os drones FPV já podem ter operadores remotos, mas neste caso é um mistério onde estariam os operadores. Os ucranianos dizem que todos os intervenientes na operação já estariam de volta à Ucrânia, a salvo. Foi partilhado um vídeo que mostra um dos camiões, que não chegou ao destino. O camião estava em chamas na aldeia de Seryshevo, a escassos 14 quilómetros da base área de Ukrainka. Neste filme, depois retirado das redes sociais, um homem está dentro do atrelado do camião quando este explode em chamas, ativando o mecanismo de autodestruição que todos os camiões pareciam ter. O homem terá morrido e vários no local ficado feridos. A base aérea de Ukrainka fica a 8578 quilómetros de Kiev, e a cerca de 50 da fronteira com a China. Noutro vídeo partilhado por civis russos, via-se um depósito de combustível em chamas perto da mesma base em Olenya. Mais colunas de fumo negro com dezenas de metros. O SBU anunciou na sua página, esta segunda-feira, que a operação foi histórica, tendo-se destruído 41 aviões estratégicos, entre eles A-50, TU-95, TU-22M3 e TU-160. “A destruição da avião estratégica inimiga foi tarefa que o supremo comandante das Forças Armadas ucranianas, Zelensky, nos pediu, e pessoalmente supervisionou. Estes aviões bombardeiam o nosso país diariamente, mas hoje a retaliação é inevitável” referiu Malyuk, chefe do SBU. “Não é só a destruição de 34% da aviação estratégica, mas uma bofetada séria no poder e entidade terrorista que é a Federação Russa”, acrescentou As perda dos aviões para a Rússia está estimada em sete mil milhões de euros, enquanto cada drone FPV custa 500 a 1000 euros. Só isto já mostra a singularidade do ataque e o engenho dos ucranianos, que o fizeram sozinhos e, muito provavelmente, sem avisar nenhum dos seus parceiros no Ocidente, com receio de fugas de informação que já aconteceram no passado. Zelensky quer estar na cimeira da NATO É curioso notar que foi há 29 anos que a Ucrânia entregou as últimas armas nucleares à Rússia, na sequência do Memorando de Budapeste. Em troca, Moscovo comprometia-se a respeitar as fronteiras e soberania da Ucrânia. Os Estados Unidos e o Reino Unido foram signatários, com o compromisso de dar garantia de segurança à Ucrânia. Mais a uma vez, Kiev mostrou que as únicas garantias que têm são o que faz sozinha. Os drones são simples e até foram fabricados na Rússia. Um dos canais de Telegram avançava que a três quarteirões dos escritórios do FSB, nas barbas da autoridades russas. O empresário Elon Musk, muito crítico da Ucrânia e de Zelensky, apesar de ter mantido o serviço de Starlink no país — segundo os russos, a arma ocidental mais efetiva —, escreveu, em resposta a uma publicação na rede social X, de Shaun Maguire, que “os drones são o futuro da guerra, as aeronaves tripuladas não”. Maguire escreveu que a operação ucraniana pode ter sido um ponto de viragem na guerra. Drones baratos podem ter destruído infraestruturas críticas de milhares de milhões Independente de quantos aviões foram inutilizados, existe uma leitura importante do ataque. A base aérea de Olenya fica muito perto da Finlândia, o que é um recado para a NATO. Zelensky ainda procura argumentos para estar presente na cimeira de julho, o que Trump não deseja. Mas o Presidente ucraniano diz, com este ataque: vejam como com simples drones consigo fazer o trabalho da NATO e proteger as vossas fronteiras. O ataque na região de Amur, colado à China, é outro recado para Pequim. Recordemos que Xi Jinping esteve nas celebrações do dia da vitória a Segunda Guerra Mundial, 9 de maio, na Praça Vermelha em Moscovo. A China começa a fornecer equipamento militar à Rússia para ajudar no esforço de guerra. E qualquer recado para Xi é também um recado para Trump. Quer mostrar-se um parceiro militar valioso do Ocidente, como Israel. Por fim à Rússia, que não consegues controlar o que se passa no seu território, não foi capaz de travar estes ataques executados com camiões, caixas de madeira e drones baratos. Balão de oxigénio Certo é que a Ucrânia criou um balão de oxigénio para os próximos meses, no campo militar como no das negociações. Os avanços russos fazem-se em toda a frente, de Zaporíjia ao Donbas, e em Sumy, onde as tropas do Kremlin já conquistaram várias aldeias ucranianas coladas à fronteira, na tentativa de criar uma zona de hiato, a julgar pelas declarações de Moscovo. Estava zona poderá de 30 a 50 quilómetros, mas nenhum dos países quer perder território. A 31 de maio, um dia antes do ataque ucraniano, deu-se uma explosão e colapso duma ponte na região de Bryansk. A ponte ruiu sobre um comboio de passageiros às 22h50 locais, fazendo 71 feridos e sete mortos, segundo o governador regional, Alexander Bogomaz. No dia do ataque, pelas 3h da madrugada, nova explosão e colapso de ponte em Kursk. Um comboio embateu contra um veículo, tirando a vida a três pessoas. As pontes em causa ligavam artérias logísticas para os russos no ataque a Sumy. Não se conhecem ligações ao ataque de drones nem os ucranianos se pronunciam sobre o sucedido. Certo é que dez pessoas perderam a vida. Malyuk, chefe dos serviços de informações da Ucrânia, com mapas das cinco bases aéreas atacadas em solo russo Telegram/ASTRA Voltar à tona É complexo perceber a Ucrânia de hoje. Qual bote salva-vidas, volta à tona de cada vez que parece afundar-se. Depois da ofensiva fracassada de 2023, muitos pediam um Joker, uma cartada que pudesse retirar a Ucrânia do impasse. Os drones tornaram tudo transparente e as linhas de combate passaram a ser fronteiras de facto. No último ano, a Rússia não avançou mais de 1% no território ucraniano. Os russos adaptaram-se consecutivamente, melhorando os drones Shahed para os muitos mais capazes Geran-2, que tem aterrorizado Kiev e outras cidade ucranianas, evitando os jammers ucranianos com drones ligados por fibras óticas, colocando asas e GPS nas velhas FAB para as tornar mortíferas glide bombs (KAB) e escalando produções com drones cada vez mais baratos. A verdade é que quem inventa o feitiço está sempre um passo à frente. Se os russos são mestres a melhorar e refinar tudo em que tocam, os ucranianos são mestres da ousadia, do plano, e de saltos quânticos na tecnologia, surpreendendo tudo e todos. Durante as negociações de paz, na Turquia, a Ucrânia apresenta-se na melhor posição possível. Basta ver o vídeo de como Medinsk aterrou em Istambul, domingo, ainda em estado de choque com o ataque, que parece saído dum filme da saga “Missão Impossível”. Tem sido este o caminho da Ucrânia e de Zelensky desde 24 de fevereiro de 2022. De missão impossível em missão impossível, a História escreve-se e continua. 1 Compartilhar este post Link para o post
Robe Publicado 3 Junho 2025 Acredito que seja um game-changer. A Rússia vai ter de começar a preocupar-se mais em defender o seu próprio território do que apenas forçar a entrada no território Ucraniano Compartilhar este post Link para o post
Robe Publicado 3 Junho 2025 Crimea Bridge Hit by Explosion https://www.newsweek.com/crimea-bridge-hit-explosion-2080254 bem, o Zelensky esta semana acordou com vontade de ir para a ofensiva Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado 3 Junho 2025 Os ataques à ponte têm algum objectivo militar ou servem apenas para elevar a moral dos ucranianos, atacando o maior símbolo da ocupação russa? Compartilhar este post Link para o post
Robe Publicado 3 Junho 2025 Citação de Tio Hans, há 2 horas: Os ataques à ponte têm algum objectivo militar ou servem apenas para elevar a moral dos ucranianos, atacando o maior símbolo da ocupação russa? É mais uma mensagem do que um ataque estratégico. É o segundo dia seguido com um ataque em território que é controlado pelos Russos. Compartilhar este post Link para o post
a.lopes Publicado 3 Junho 2025 Citação de Robe, há 6 horas: Crimea Bridge Hit by Explosion https://www.newsweek.com/crimea-bridge-hit-explosion-2080254 bem, o Zelensky esta semana acordou com vontade de ir para a ofensiva @martin @Anselmo mete os olhos 4 Compartilhar este post Link para o post
tozequio Publicado 3 Junho 2025 (editado) https://twitter.com/elonmusk/status/1929954109689606359 Editado 3 Junho 2025 por tozequio 1 Compartilhar este post Link para o post
noikeee Publicado 3 Junho 2025 Citação de tozequio, há 32 minutos: https://twitter.com/elonmusk/status/1929954109689606359 Alguém tá borrado com os números de vendas da sua empresa Compartilhar este post Link para o post
Robe Publicado 4 Junho 2025 Ninguém acredita que isso não é um stunt politico lol Compartilhar este post Link para o post
Burkina2008 Publicado 5 Junho 2025 @Ticampos Quem ganha isto? Compartilhar este post Link para o post
HIM Publicado 5 Junho 2025 (editado) Ahahahahaha o Musk e o Trump andam às bocas um ao outro em pleno Twitter (Musk) e em entrevistas (Trump) https://x.com/elonmusk/status/1930667528696828120?s=46 https://x.com/elonmusk/status/1930662301792977094?s=46 Editado 5 Junho 2025 por HIM Compartilhar este post Link para o post