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Pedro-SCP

Noticias referentes ao Cristiano Ronaldo

Publicações recomendadas

Citação de noikeee, há 36 minutos:

Acho que o Ronaldo era o candidato perfeito para ganhar ao Almirante Capitão Iglo nas eleições para a presidência da República

E apoiado pelo Chega, claro.

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Engenheiro, fundador da Organize Me

Messi nunca será Cristiano Ronaldo

Ronaldo é o melhor da História mesmo depois de tudo o que teve de suportar. Messi não é o melhor da História, apesar de todo o suporte e apoio que teve. Messi pode ser bom, mas nunca será Ronaldo.

Messi chegou a Barcelona com 10 anos. A uma das melhores escolas de futebol do mundo. Acompanhado pelas melhores equipas e especialistas para tirar o melhor de cada jogador. Com todas as condições.

Ronaldo com 10 anos chegou a Lisboa, ao Sporting. Neste clube de dimensão física incomparavelmente menor, Ronaldo encontrou muitas lacunas, poucas condições e um contexto bastante pobre, no geral, à semelhança dos restantes clubes nacionais. Dormia numa residência, sem grandes condições. Chegou a Lisboa sozinho, sem grande acompanhamento a não ser os amigos da sua equipa.

Messi cresceu a ver o seu clube a vencer na Champions, campeonatos espanhóis e a contar com jogadores e treinadores de dimensão estratosférica. Ronaldo via o Sporting a vencer orgulhosamente dois campeonatos e a lutar contra gigantes europeus mas sempre noutro patamar. Duas realidades incomparáveis.

Com 18 anos, Messi jogava no mesmo campo de treinos de sempre, mas com jogadores mais velhos, experientes e de dimensão mundial. Ronaldo, com 18 anos, mudava-se para uma nova grande cidade, pela segunda vez consecutiva, com uma língua diferente que não dominava, entrando num clube top5 mundial pela primeira vez. Teve de se adaptar a uma infindável lista de novos aspetos, entre os quais, os jogadores de nível mundial, a exigência da liga inglesa, as dificuldades de percepção linguística e de adaptação ao país.

 
 

Messi, por outro lado, continuava no mesmo lugar de há 8 anos, a falar a mesma língua de sempre e com a melhor tecnologia de ponta a indicar-lhe o caminho e os pontos de melhoria. Messi continuava passivamente à espera dos próximos passos, vindos da estrutura. Ronaldo crescia ativamente num meio hostil e no qual muito sofreu. Messi era acarinhado. Ronaldo criticado pelas fintas, aspeto ou até pela forma como falava inglês (nem me lembro de ouvir messi a tentar falar inglês).

Ronaldo, vindo do seu país de 10M, cujos títulos futebolísticos eram nulos e mesmo as presenças em fases finais contavam-se pelos dedos. Messi do seu país de 45M, país habituado a ganhar competições internacionais (mesmo que por vezes ilegalmente ) e a ser das melhores seleções da História.

Ronaldo ganhou a primeira Bola de Ouro a jogar na Liga Inglesa – a liga mais exigente do mundo e na qual Messi nunca jogou – e em vez de se manter na sua zona de conforto, mudou de equipa, para um Real Madrid decadente e sem nada ganhar nos 6 anos anteriores. Foi a transferência mais cara de sempre – o que acarretou uma pressão enorme, nunca suportada por Messi – e entrou num clube sem mentalidade vencedora. Tudo mudou. Mourinho juntou-se e trouxe jogadores mais cerebrais do que famosos. Ronaldo passou a jogar com Di Maria, Ozil, Benzema, Coentrão, Essien e Ricardo Carvalho já jogando com Pepe e Sergio Ramos. Ronaldo liderou a equipa espanhola naquela que foi a quebra de hegemonia de uma das melhores equipas de sempre (Barcelona de Guardiola). Quem não se recorda daquele cabeceamento que levou o Real Madrid de Mourinho a vencer a Taça do Rei? Ronaldo tinha uma equipa recente, sem grande entrosamento. Messi era apoiado por Xavi, Iniesta, Busquets, Puyol, Piqué, Valdés, Pedro e tantos outros que desde há muitos anos já jogavam juntos. Há até quem ponha em questão algumas Bolas de Ouro ganhas por Messi, como tendo sido retiradas a Iniesta ou Xavi. Ronaldo quebrou essa hegemonia, liderando uma equipa nova. Ronaldo não só quebrou a hegemonia, como fez do Real Madrid uma equipa hegemónica. Venceu a primeira Champions pelo Real Madrid em Lisboa. Venceu depois mais três de seguida – algo inédito. Tornou o Barcelona irredutível. Tornou o todo-poderoso Barcelona numa equipa banal. Quem não se recorda do mítico “eu estou aqui” em Barcelona, depois do golo da vitória por 2-1? Ronaldo esteve lá e destruiu o Barcelona.

Depois disso, marcou o melhor golo de sempre a uma grande equipa da Juventus, cujos adeptos o aplaudiram de pé e para onde se mudou de seguida: para o exigente campeonato italiano. Messi lá ia ficando no Barcelona, sempre envolto em polémica mas constantemente protegido por um manto que sempre o consagrou como “simples”, “humilde”, “pobre” e “calmo”, enquanto o outro, coitado, ia sendo rotulado de “grosseiro”, “rude”, “ambicioso” ou “egocêntrico”.

Ronaldo, com 30 anos, entrou no campeonato italiano. Um campeonato de uma exigência física e táctica tremenda. Um campeonato onde Maradona jogou mas onde Messi nunca ousou jogar. Ronaldo saiu do Real Madrid pela porta grande, depois de marcar o melhor golo de sempre e de vencer novamente a Champions. Messi, por outro lado, saiu sob uma falsa pretensão de estar a ajudar o Barcelona numa altura difícil, quando todo o universo do futebol sabe bem que saiu por, mesmo numa altura financeira débil do “clube do coração”, não lhe darem o aumento que sentia merecer. Messi saiu por dinheiro. Ronaldo saiu apesar do dinheiro. Ronaldo ganhou mais um campeonato de um novo país, mais uma taça e tentou mais uma Champions. Messi encontrou o local que à partida lhe daria mais títulos e mais dinheiro com menor esforço.

Voltando à Seleção, Ronaldo, criticado pela massa crítica nacional desde 2004, encabeça a vontade de erguer uma taça. Em conjunto com uma equipa que se uniu à sua volta, especialmente na final do Euro2016, vencemos o segundo mais importante título do mundo: o Europeu. Vencemo-lo com uma equipa de nível mediano e com mais coração que tática. Mas muito por Ronaldo. Muito pela crença. Antes, durante e após o Euro, Ronaldo sempre fora o estandarte desportivo de Portugal. Ronaldo passou a representar um país e a elevá-lo até um nível onde há muitas décadas não chegava. Ronaldo deu tudo por Portugal. Quem não se lembra de o ver a olhar para o céu, no dia em que o seu pai morreu e gritar, “tu aí!”? Já era um gigante sem saber que seria o melhor de sempre (ou talvez sabendo). Messi, no outro lado do Oceano, abdicava da sua seleção por falta de qualidade, por falta de apoio da federação, por falta de condições. Abdicou e voltou mais tarde quando tudo estava de acordo com a sua vontade. Dizem que a nossa Seleção é a Seleção de Ronaldo e companhia? Ronaldo nunca negociou com o seu país, nem mesmo quando o seu país o colocou no banco no seu último (ou penúltimo) Mundial. Messi aceitou o projeto mediante as suas condições. Ronaldo aceitou as condições mediante um projeto. Superior a si próprio.

Messi chora de alegria na final do Mundial. Ronaldo chora de alegria no seu primeiro jogo desse mesmo Mundial, por orgulho, por patriotismo, por amar a Nação. Ronaldo sabe que mesmo sendo apenas um jogador de futebol, espalha a marca Portugal pelo mundo e deixa-a associada a rigor, trabalho e profissionalismo. Messi, na verdade, serve-se da marca Argentina, consagrada no mundo do futebol, à sua medida e à sua vontade.

Messi venceu o Mundial pela Argentina, mesmo com polémica, erros de arbitragem e acima de tudo, uma postura arrogante, pequenina e maldosa (particularmente com a Holanda, jogo no qual se percebeu tudo, para quem ainda tinha dúvidas). Ronaldo perdeu o Mundial, ficando associado a tudo de errado, saindo a chorar, destroçando um país inteiro que se uniu à sua mágoa.

Pergunto-me como seria um Ronaldo formado no Barcelona, no mesmo clube de dimensão mundial desde os 10 anos, protegido por uma imprensa que o venera mesmo quando comete erro atrás de erro, com uma equipa de sonho forjada à sua maneira, com uma seleção de nível mundial e habituada a vencer e na qual opta por jogar ou abdicar, de acordo com as condições, sem a pressão de carregar um país às costas (em todos os sentidos), sem a pressão de elevar o futebol nacional. Pergunto-me como seria um Ronaldo no Real Madrid desde os 10 anos, a jogar com Zidane, Ronaldo, Figo e Roberto Carlos desde os 17, a ser servido pelos mesmos desde os 20 e a ser consagrado pela Fifa, Blatter e restantes dirigentes desde sempre. A resposta seria óbvia: Ronaldo seria indubitavelmente melhor que qualquer outro jogador na História. Se neste momento já o é, nessa suposição, todo e qualquer cálculo, teoria e hipótese caíram por terra.

Ronaldo é o melhor da História mesmo depois de tudo o que teve de suportar. Messi não é o melhor da História, apesar de todo o suporte e apoio que teve.

Messi pode ser bom, mas nunca será Cristiano Ronaldo.

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Por acaso nem sei como o Chega ainda não se lembrou de recrutar uma das irmãs Aveiro para deputada.

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Parei de ler quando ele disse que o Messi via o Barcelona a ganhar Champions 

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Messi chora de alegria na final do Mundial. Ronaldo chora de alegria no seu primeiro jogo desse mesmo Mundial, por orgulho, por patriotismo, por amar a Nação.

Isto é humor de alto nível.

Editado por Shai
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Tem alguns pontos válidos mas é um artigo cheio de suposições, inflamação de emoções e isto e aquilo.

Acho ele levanta alguns pontos bons sobre o progresso do Cristiano, os campeonatos diferentes, abdicação da seleção, dedicação etc, mas continua a ser tudo pontos muito subjectivos.

Editado por Gotham
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Citação de Lebohang, há 1 hora:

em vez de se manter na sua zona de conforto, mudou de equipa, para um Real Madrid decadente e sem nada ganhar nos 6 anos anteriores

Bicampeão com Schuster 2 anos antes do Ronaldo chegar. 

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Citação de Lebohang, há 1 hora:
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Messi nunca será Cristiano Ronaldo

Ronaldo é o melhor da História mesmo depois de tudo o que teve de suportar. Messi não é o melhor da História, apesar de todo o suporte e apoio que teve. Messi pode ser bom, mas nunca será Ronaldo.

Messi chegou a Barcelona com 10 anos. A uma das melhores escolas de futebol do mundo. Acompanhado pelas melhores equipas e especialistas para tirar o melhor de cada jogador. Com todas as condições.

Ronaldo com 10 anos chegou a Lisboa, ao Sporting. Neste clube de dimensão física incomparavelmente menor, Ronaldo encontrou muitas lacunas, poucas condições e um contexto bastante pobre, no geral, à semelhança dos restantes clubes nacionais. Dormia numa residência, sem grandes condições. Chegou a Lisboa sozinho, sem grande acompanhamento a não ser os amigos da sua equipa.

Messi cresceu a ver o seu clube a vencer na Champions, campeonatos espanhóis e a contar com jogadores e treinadores de dimensão estratosférica. Ronaldo via o Sporting a vencer orgulhosamente dois campeonatos e a lutar contra gigantes europeus mas sempre noutro patamar. Duas realidades incomparáveis.

Com 18 anos, Messi jogava no mesmo campo de treinos de sempre, mas com jogadores mais velhos, experientes e de dimensão mundial. Ronaldo, com 18 anos, mudava-se para uma nova grande cidade, pela segunda vez consecutiva, com uma língua diferente que não dominava, entrando num clube top5 mundial pela primeira vez. Teve de se adaptar a uma infindável lista de novos aspetos, entre os quais, os jogadores de nível mundial, a exigência da liga inglesa, as dificuldades de percepção linguística e de adaptação ao país.

 
 

Messi, por outro lado, continuava no mesmo lugar de há 8 anos, a falar a mesma língua de sempre e com a melhor tecnologia de ponta a indicar-lhe o caminho e os pontos de melhoria. Messi continuava passivamente à espera dos próximos passos, vindos da estrutura. Ronaldo crescia ativamente num meio hostil e no qual muito sofreu. Messi era acarinhado. Ronaldo criticado pelas fintas, aspeto ou até pela forma como falava inglês (nem me lembro de ouvir messi a tentar falar inglês).

Ronaldo, vindo do seu país de 10M, cujos títulos futebolísticos eram nulos e mesmo as presenças em fases finais contavam-se pelos dedos. Messi do seu país de 45M, país habituado a ganhar competições internacionais (mesmo que por vezes ilegalmente ) e a ser das melhores seleções da História.

Ronaldo ganhou a primeira Bola de Ouro a jogar na Liga Inglesa – a liga mais exigente do mundo e na qual Messi nunca jogou – e em vez de se manter na sua zona de conforto, mudou de equipa, para um Real Madrid decadente e sem nada ganhar nos 6 anos anteriores. Foi a transferência mais cara de sempre – o que acarretou uma pressão enorme, nunca suportada por Messi – e entrou num clube sem mentalidade vencedora. Tudo mudou. Mourinho juntou-se e trouxe jogadores mais cerebrais do que famosos. Ronaldo passou a jogar com Di Maria, Ozil, Benzema, Coentrão, Essien e Ricardo Carvalho já jogando com Pepe e Sergio Ramos. Ronaldo liderou a equipa espanhola naquela que foi a quebra de hegemonia de uma das melhores equipas de sempre (Barcelona de Guardiola). Quem não se recorda daquele cabeceamento que levou o Real Madrid de Mourinho a vencer a Taça do Rei? Ronaldo tinha uma equipa recente, sem grande entrosamento. Messi era apoiado por Xavi, Iniesta, Busquets, Puyol, Piqué, Valdés, Pedro e tantos outros que desde há muitos anos já jogavam juntos. Há até quem ponha em questão algumas Bolas de Ouro ganhas por Messi, como tendo sido retiradas a Iniesta ou Xavi. Ronaldo quebrou essa hegemonia, liderando uma equipa nova. Ronaldo não só quebrou a hegemonia, como fez do Real Madrid uma equipa hegemónica. Venceu a primeira Champions pelo Real Madrid em Lisboa. Venceu depois mais três de seguida – algo inédito. Tornou o Barcelona irredutível. Tornou o todo-poderoso Barcelona numa equipa banal. Quem não se recorda do mítico “eu estou aqui” em Barcelona, depois do golo da vitória por 2-1? Ronaldo esteve lá e destruiu o Barcelona.

Depois disso, marcou o melhor golo de sempre a uma grande equipa da Juventus, cujos adeptos o aplaudiram de pé e para onde se mudou de seguida: para o exigente campeonato italiano. Messi lá ia ficando no Barcelona, sempre envolto em polémica mas constantemente protegido por um manto que sempre o consagrou como “simples”, “humilde”, “pobre” e “calmo”, enquanto o outro, coitado, ia sendo rotulado de “grosseiro”, “rude”, “ambicioso” ou “egocêntrico”.

Ronaldo, com 30 anos, entrou no campeonato italiano. Um campeonato de uma exigência física e táctica tremenda. Um campeonato onde Maradona jogou mas onde Messi nunca ousou jogar. Ronaldo saiu do Real Madrid pela porta grande, depois de marcar o melhor golo de sempre e de vencer novamente a Champions. Messi, por outro lado, saiu sob uma falsa pretensão de estar a ajudar o Barcelona numa altura difícil, quando todo o universo do futebol sabe bem que saiu por, mesmo numa altura financeira débil do “clube do coração”, não lhe darem o aumento que sentia merecer. Messi saiu por dinheiro. Ronaldo saiu apesar do dinheiro. Ronaldo ganhou mais um campeonato de um novo país, mais uma taça e tentou mais uma Champions. Messi encontrou o local que à partida lhe daria mais títulos e mais dinheiro com menor esforço.

Voltando à Seleção, Ronaldo, criticado pela massa crítica nacional desde 2004, encabeça a vontade de erguer uma taça. Em conjunto com uma equipa que se uniu à sua volta, especialmente na final do Euro2016, vencemos o segundo mais importante título do mundo: o Europeu. Vencemo-lo com uma equipa de nível mediano e com mais coração que tática. Mas muito por Ronaldo. Muito pela crença. Antes, durante e após o Euro, Ronaldo sempre fora o estandarte desportivo de Portugal. Ronaldo passou a representar um país e a elevá-lo até um nível onde há muitas décadas não chegava. Ronaldo deu tudo por Portugal. Quem não se lembra de o ver a olhar para o céu, no dia em que o seu pai morreu e gritar, “tu aí!”? Já era um gigante sem saber que seria o melhor de sempre (ou talvez sabendo). Messi, no outro lado do Oceano, abdicava da sua seleção por falta de qualidade, por falta de apoio da federação, por falta de condições. Abdicou e voltou mais tarde quando tudo estava de acordo com a sua vontade. Dizem que a nossa Seleção é a Seleção de Ronaldo e companhia? Ronaldo nunca negociou com o seu país, nem mesmo quando o seu país o colocou no banco no seu último (ou penúltimo) Mundial. Messi aceitou o projeto mediante as suas condições. Ronaldo aceitou as condições mediante um projeto. Superior a si próprio.

Messi chora de alegria na final do Mundial. Ronaldo chora de alegria no seu primeiro jogo desse mesmo Mundial, por orgulho, por patriotismo, por amar a Nação. Ronaldo sabe que mesmo sendo apenas um jogador de futebol, espalha a marca Portugal pelo mundo e deixa-a associada a rigor, trabalho e profissionalismo. Messi, na verdade, serve-se da marca Argentina, consagrada no mundo do futebol, à sua medida e à sua vontade.

Messi venceu o Mundial pela Argentina, mesmo com polémica, erros de arbitragem e acima de tudo, uma postura arrogante, pequenina e maldosa (particularmente com a Holanda, jogo no qual se percebeu tudo, para quem ainda tinha dúvidas). Ronaldo perdeu o Mundial, ficando associado a tudo de errado, saindo a chorar, destroçando um país inteiro que se uniu à sua mágoa.

Pergunto-me como seria um Ronaldo formado no Barcelona, no mesmo clube de dimensão mundial desde os 10 anos, protegido por uma imprensa que o venera mesmo quando comete erro atrás de erro, com uma equipa de sonho forjada à sua maneira, com uma seleção de nível mundial e habituada a vencer e na qual opta por jogar ou abdicar, de acordo com as condições, sem a pressão de carregar um país às costas (em todos os sentidos), sem a pressão de elevar o futebol nacional. Pergunto-me como seria um Ronaldo no Real Madrid desde os 10 anos, a jogar com Zidane, Ronaldo, Figo e Roberto Carlos desde os 17, a ser servido pelos mesmos desde os 20 e a ser consagrado pela Fifa, Blatter e restantes dirigentes desde sempre. A resposta seria óbvia: Ronaldo seria indubitavelmente melhor que qualquer outro jogador na História. Se neste momento já o é, nessa suposição, todo e qualquer cálculo, teoria e hipótese caíram por terra.

Ronaldo é o melhor da História mesmo depois de tudo o que teve de suportar. Messi não é o melhor da História, apesar de todo o suporte e apoio que teve.

Messi pode ser bom, mas nunca será Cristiano Ronaldo.

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Citação de Gotham, há 1 hora:

Tem alguns pontos válidos mas é um artigo cheio de suposições, inflamação de emoções e isto e aquilo.

Acho ele levanta alguns pontos bons sobre o progresso do Cristiano, os campeonatos diferentes, abdicação da seleção, dedicação etc, mas continua a ser tudo pontos muito subjectivos.

Acho que há ali coisas que não fazem sentido estar (a cena do Messi sair por querer mais dinheiro, quando a culpa foi do Barto implodir o clube, por exemplo, ou a cena do Messi só chorar na final depois de ganhar), e sinto que se é para falar da dedicação do Ronaldo à seleção, tem de incluir ele sacrificar o joelho (e a longevidade da carreira) em 2014 para não levarmos com o Varela a titular no Brasil, ou como ele no Euro 2016 deu o prémio de melhor marcador ao Nani, ou como nos anos negros quando a qualidade da seleção não era muita, quando a Federação só fazia m*rda, ele nunca abandonou a seleção.

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Citação de Lebohang, há 2 horas:
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Engenheiro, fundador da Organize Me

Messi nunca será Cristiano Ronaldo

Ronaldo é o melhor da História mesmo depois de tudo o que teve de suportar. Messi não é o melhor da História, apesar de todo o suporte e apoio que teve. Messi pode ser bom, mas nunca será Ronaldo.

Messi chegou a Barcelona com 10 anos. A uma das melhores escolas de futebol do mundo. Acompanhado pelas melhores equipas e especialistas para tirar o melhor de cada jogador. Com todas as condições.

Ronaldo com 10 anos chegou a Lisboa, ao Sporting. Neste clube de dimensão física incomparavelmente menor, Ronaldo encontrou muitas lacunas, poucas condições e um contexto bastante pobre, no geral, à semelhança dos restantes clubes nacionais. Dormia numa residência, sem grandes condições. Chegou a Lisboa sozinho, sem grande acompanhamento a não ser os amigos da sua equipa.

Messi cresceu a ver o seu clube a vencer na Champions, campeonatos espanhóis e a contar com jogadores e treinadores de dimensão estratosférica. Ronaldo via o Sporting a vencer orgulhosamente dois campeonatos e a lutar contra gigantes europeus mas sempre noutro patamar. Duas realidades incomparáveis.

Com 18 anos, Messi jogava no mesmo campo de treinos de sempre, mas com jogadores mais velhos, experientes e de dimensão mundial. Ronaldo, com 18 anos, mudava-se para uma nova grande cidade, pela segunda vez consecutiva, com uma língua diferente que não dominava, entrando num clube top5 mundial pela primeira vez. Teve de se adaptar a uma infindável lista de novos aspetos, entre os quais, os jogadores de nível mundial, a exigência da liga inglesa, as dificuldades de percepção linguística e de adaptação ao país.

 
 

Messi, por outro lado, continuava no mesmo lugar de há 8 anos, a falar a mesma língua de sempre e com a melhor tecnologia de ponta a indicar-lhe o caminho e os pontos de melhoria. Messi continuava passivamente à espera dos próximos passos, vindos da estrutura. Ronaldo crescia ativamente num meio hostil e no qual muito sofreu. Messi era acarinhado. Ronaldo criticado pelas fintas, aspeto ou até pela forma como falava inglês (nem me lembro de ouvir messi a tentar falar inglês).

Ronaldo, vindo do seu país de 10M, cujos títulos futebolísticos eram nulos e mesmo as presenças em fases finais contavam-se pelos dedos. Messi do seu país de 45M, país habituado a ganhar competições internacionais (mesmo que por vezes ilegalmente ) e a ser das melhores seleções da História.

Ronaldo ganhou a primeira Bola de Ouro a jogar na Liga Inglesa – a liga mais exigente do mundo e na qual Messi nunca jogou – e em vez de se manter na sua zona de conforto, mudou de equipa, para um Real Madrid decadente e sem nada ganhar nos 6 anos anteriores. Foi a transferência mais cara de sempre – o que acarretou uma pressão enorme, nunca suportada por Messi – e entrou num clube sem mentalidade vencedora. Tudo mudou. Mourinho juntou-se e trouxe jogadores mais cerebrais do que famosos. Ronaldo passou a jogar com Di Maria, Ozil, Benzema, Coentrão, Essien e Ricardo Carvalho já jogando com Pepe e Sergio Ramos. Ronaldo liderou a equipa espanhola naquela que foi a quebra de hegemonia de uma das melhores equipas de sempre (Barcelona de Guardiola). Quem não se recorda daquele cabeceamento que levou o Real Madrid de Mourinho a vencer a Taça do Rei? Ronaldo tinha uma equipa recente, sem grande entrosamento. Messi era apoiado por Xavi, Iniesta, Busquets, Puyol, Piqué, Valdés, Pedro e tantos outros que desde há muitos anos já jogavam juntos. Há até quem ponha em questão algumas Bolas de Ouro ganhas por Messi, como tendo sido retiradas a Iniesta ou Xavi. Ronaldo quebrou essa hegemonia, liderando uma equipa nova. Ronaldo não só quebrou a hegemonia, como fez do Real Madrid uma equipa hegemónica. Venceu a primeira Champions pelo Real Madrid em Lisboa. Venceu depois mais três de seguida – algo inédito. Tornou o Barcelona irredutível. Tornou o todo-poderoso Barcelona numa equipa banal. Quem não se recorda do mítico “eu estou aqui” em Barcelona, depois do golo da vitória por 2-1? Ronaldo esteve lá e destruiu o Barcelona.

Depois disso, marcou o melhor golo de sempre a uma grande equipa da Juventus, cujos adeptos o aplaudiram de pé e para onde se mudou de seguida: para o exigente campeonato italiano. Messi lá ia ficando no Barcelona, sempre envolto em polémica mas constantemente protegido por um manto que sempre o consagrou como “simples”, “humilde”, “pobre” e “calmo”, enquanto o outro, coitado, ia sendo rotulado de “grosseiro”, “rude”, “ambicioso” ou “egocêntrico”.

Ronaldo, com 30 anos, entrou no campeonato italiano. Um campeonato de uma exigência física e táctica tremenda. Um campeonato onde Maradona jogou mas onde Messi nunca ousou jogar. Ronaldo saiu do Real Madrid pela porta grande, depois de marcar o melhor golo de sempre e de vencer novamente a Champions. Messi, por outro lado, saiu sob uma falsa pretensão de estar a ajudar o Barcelona numa altura difícil, quando todo o universo do futebol sabe bem que saiu por, mesmo numa altura financeira débil do “clube do coração”, não lhe darem o aumento que sentia merecer. Messi saiu por dinheiro. Ronaldo saiu apesar do dinheiro. Ronaldo ganhou mais um campeonato de um novo país, mais uma taça e tentou mais uma Champions. Messi encontrou o local que à partida lhe daria mais títulos e mais dinheiro com menor esforço.

Voltando à Seleção, Ronaldo, criticado pela massa crítica nacional desde 2004, encabeça a vontade de erguer uma taça. Em conjunto com uma equipa que se uniu à sua volta, especialmente na final do Euro2016, vencemos o segundo mais importante título do mundo: o Europeu. Vencemo-lo com uma equipa de nível mediano e com mais coração que tática. Mas muito por Ronaldo. Muito pela crença. Antes, durante e após o Euro, Ronaldo sempre fora o estandarte desportivo de Portugal. Ronaldo passou a representar um país e a elevá-lo até um nível onde há muitas décadas não chegava. Ronaldo deu tudo por Portugal. Quem não se lembra de o ver a olhar para o céu, no dia em que o seu pai morreu e gritar, “tu aí!”? Já era um gigante sem saber que seria o melhor de sempre (ou talvez sabendo). Messi, no outro lado do Oceano, abdicava da sua seleção por falta de qualidade, por falta de apoio da federação, por falta de condições. Abdicou e voltou mais tarde quando tudo estava de acordo com a sua vontade. Dizem que a nossa Seleção é a Seleção de Ronaldo e companhia? Ronaldo nunca negociou com o seu país, nem mesmo quando o seu país o colocou no banco no seu último (ou penúltimo) Mundial. Messi aceitou o projeto mediante as suas condições. Ronaldo aceitou as condições mediante um projeto. Superior a si próprio.

Messi chora de alegria na final do Mundial. Ronaldo chora de alegria no seu primeiro jogo desse mesmo Mundial, por orgulho, por patriotismo, por amar a Nação. Ronaldo sabe que mesmo sendo apenas um jogador de futebol, espalha a marca Portugal pelo mundo e deixa-a associada a rigor, trabalho e profissionalismo. Messi, na verdade, serve-se da marca Argentina, consagrada no mundo do futebol, à sua medida e à sua vontade.

Messi venceu o Mundial pela Argentina, mesmo com polémica, erros de arbitragem e acima de tudo, uma postura arrogante, pequenina e maldosa (particularmente com a Holanda, jogo no qual se percebeu tudo, para quem ainda tinha dúvidas). Ronaldo perdeu o Mundial, ficando associado a tudo de errado, saindo a chorar, destroçando um país inteiro que se uniu à sua mágoa.

Pergunto-me como seria um Ronaldo formado no Barcelona, no mesmo clube de dimensão mundial desde os 10 anos, protegido por uma imprensa que o venera mesmo quando comete erro atrás de erro, com uma equipa de sonho forjada à sua maneira, com uma seleção de nível mundial e habituada a vencer e na qual opta por jogar ou abdicar, de acordo com as condições, sem a pressão de carregar um país às costas (em todos os sentidos), sem a pressão de elevar o futebol nacional. Pergunto-me como seria um Ronaldo no Real Madrid desde os 10 anos, a jogar com Zidane, Ronaldo, Figo e Roberto Carlos desde os 17, a ser servido pelos mesmos desde os 20 e a ser consagrado pela Fifa, Blatter e restantes dirigentes desde sempre. A resposta seria óbvia: Ronaldo seria indubitavelmente melhor que qualquer outro jogador na História. Se neste momento já o é, nessa suposição, todo e qualquer cálculo, teoria e hipótese caíram por terra.

Ronaldo é o melhor da História mesmo depois de tudo o que teve de suportar. Messi não é o melhor da História, apesar de todo o suporte e apoio que teve.

Messi pode ser bom, mas nunca será Cristiano Ronaldo.

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Citação de Poeira, há 1 minuto:

A este ritmo, o Insónias vai acabar por ficar sem trabalho.

Não na verdade é ao contrário, eles já nem têm de se esforçar.

É como o RAP, basta ir ver quem disse o quê na última semana e colar uns clips, nem exige esforço

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Citação de rcoelho14, há 18 minutos:

Acho que há ali coisas que não fazem sentido estar (a cena do Messi sair por querer mais dinheiro, quando a culpa foi do Barto implodir o clube, por exemplo, ou a cena do Messi só chorar na final depois de ganhar), e sinto que se é para falar da dedicação do Ronaldo à seleção, tem de incluir ele sacrificar o joelho (e a longevidade da carreira) em 2014 para não levarmos com o Varela a titular no Brasil, ou como ele no Euro 2016 deu o prémio de melhor marcador ao Nani, ou como nos anos negros quando a qualidade da seleção não era muita, quando a Federação só fazia m*rda, ele nunca abandonou a seleção.

Eu acho sinceramente que isto é uma não discussão. É inquestionável a dedicação e ética de trabalho dele, agora se isso é válido para fazer uma comparação, acho que é daquelas coisas que não são medíveis. 

É algo que os fãs fazem em vários desportos e tem o seu quê de entretenimento, mas só vale por isso.

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Ronaldo é o jogador de FM que começa no Alguidares de Baixo das Distritais de Braga e vai fazendo carreira por aí fora até chegar a um Grande Europeu.

Messi é o jogador noob que começa no Barcelona e só joga as partidas da Liga dos Campeões enquanto simula os restantes 95% dos jogos da Liga Espanhola e Taça do Rei. 

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O ronaldo é top5 ou na pior das hipóteses top10 de sempre, imo

O messi é o n.1

Muito fez o Ronaldo em estar nessas comparações com o messi, porque não havia mais nenhum jogador desta geração a consegui-lo

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O Cristiano é o melhor jogador de sempre do real Madrid. Não sendo o melhor jogador de sempre, dá para ter uma noção do seu impacto no futebol.

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Citação de Almeno, há 24 minutos:

Ou o @Lebohang

O @Lebohang tem uma newsletter do Ronaldo. É um bocado distópico o quão pouco ele gosta dele e o quanto tempo perde a ir buscar notícias e a comentar estas coisas.

Citação de Eden Hazard, há 15 minutos:

O ronaldo é top5 ou na pior das hipóteses top10 de sempre, imo

O messi é o n.1

Muito fez o Ronaldo em estar nessas comparações com o messi, porque não havia mais nenhum jogador desta geração a consegui-lo

Lol, top 10. É mesmo memória curta. Será sempre subjectivo claro mas o Ronaldo está no topo, onde só outros 3 estão, faça o que fizer até terminar oficialmente a carreira.

  • Concordo! 4

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Citação de Eden Hazard, há 17 minutos:

O ronaldo é top5 ou na pior das hipóteses top10 de sempre, imo

O messi é o n.1

Muito fez o Ronaldo em estar nessas comparações com o messi, porque não havia mais nenhum jogador desta geração a consegui-lo

Para mim ele é (e agora vou fazer um esforço muito grande para escrever isto, dado ele ser o meu jogador favorito de sempre) o número 2.


Só o facto de ter conseguido ter o impacto que teve ao saltar do Sporting para o Man. United, depois para o Real Madrid, e depois para a Juventus, numa era onde um jogador da qualidade do Messi faz carreira num Barça, e ter conseguido ganhar 5 bolas de ouro, 5 champions e batido quase todos os recordes que existiam já diz muito da qualidade dele.

Metê-lo fora do top 3, e muito pior do top 5, é de memória muito curta para o monstro que ele foi durante quase 20 anos.
Não fosse o Messi existir e se calhar andávamos a falar dele ser o melhor de sempre, se olharmos para a carreira incrível que teve.

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Citação de migxstoper, há 10 minutos:

O @Lebohang tem uma newsletter do Ronaldo. É um bocado distópico o quão pouco ele gosta dele e o quanto tempo perde a ir buscar notícias e a comentar estas coisas.

Lol, top 10. É mesmo memória curta. Será sempre subjectivo claro mas o Ronaldo está no topo, onde só outros 3 estão, faça o que fizer até terminar oficialmente a carreira.

Disse na pior das hipóteses, tendo rm conta quem tenha uma opinião diferente.

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Ronaldo entra facilmente num top 5, e com alguma calma aceitaria um top 3

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Citação de migxstoper, há 21 minutos:

O @Lebohang tem uma newsletter do Ronaldo. É um bocado distópico o quão pouco ele gosta dele e o quanto tempo perde a ir buscar notícias e a comentar estas coisas.

Lol, top 10. É mesmo memória curta. Será sempre subjectivo claro mas o Ronaldo está no topo, onde só outros 3 estão, faça o que fizer até terminar oficialmente a carreira.

É bom material e tem sempre audiência. Só faz é bem. Continua amigo Lebo

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