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HappyKing

André Villas-Boas é o 32º Presidente do FC Porto

Publicações recomendadas

Citação de La Flame, há 7 minutos:

TIL que existe uma lista D.

Só para o Conselho Superior. Só está num dos boletins

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Citação de La Flame, há 8 minutos:

TIL que existe uma lista D.

Apenas para o Conselho Superior. 

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Citação de Mica, há 21 minutos:

Eu fiquei aziado quando ganhou o Godinho Lopes em vez do BdC pelos mesmos motivos. E mesmo sabendo tudo o que sei do BdC hoje, continuo a achar que o Sporting seria uma equipa melhor mais cedo.

Basicamente isso.

Mas eu na altura do Godinho não tinha essa mentalidade.

Rivalidade boa é com rivais fortes.

Os 5-0 com o AVB ao Benfica souberam muito bem porque eles tinham feito uma época muito forte no ano anterior e vinham com a bazófia lá em cima.

Se fosse com eles fraquinhos não tinha metade da piada.

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Citação de rcoelho14, há 4 minutos:

Basicamente isso.

Mas eu na altura do Godinho não tinha essa mentalidade.

Rivalidade boa é com rivais fortes.

Os 5-0 com o AVB ao Benfica souberam muito bem porque eles tinham feito uma época muito forte no ano anterior e vinham com a bazófia lá em cima.

Se fosse com eles fraquinhos não tinha metade da piada.

Do Benfica lembro-me de ficar triste num empate com o Salgueiros, terá sido 98/99 ou 00/01, quando ainda davam alguns jogos na SIC. Foi um ano em que estavam tão mal que não conseguia ficar contente com um empate/derrota.

Por acaso é um sentimento engraçado. Em condições normais gostava que perdessem todos os jogos, aqui ou lá fora, mas esse sentimento muda quando estão demasiado mal. Vale o mesmo para o Sporting.

E quando digo demasiado mal, é demasiado mal mesmo. Não conto para aqui os terceiros lugares do JJ ou mesmo o 4º lugar do Amorim.

  • Concordo! 2

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Citação de rcoelho14, há 1 hora:

Por acaso nas do Benfica fiquei acordado até de madrugada com esperança do LFV perder e depois fiquei aziado.
 

Gostava de ver os clubes geridos por gente competente e não por mafiosos.

Mas agora é bem pior que é no nosso Porto, ando há meses neste ligeiro nervosismo e esta semana pior ainda ahahah

Mas tu não és do Feirense? 

jk

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Citação de Alonso., há 14 minutos:

Mas tu não és do Feirense? 
 

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jk

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Feirante*

 

Se o AVB ganhar nunca mais chateio o @BrunoCardosoe vou dizer que ele joga futebol melhor que eu

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Citação de Alonso., há 31 minutos:

Mas tu não és do Feirense? 
 

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jk

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Por acaso é curioso, porque sou mais Feirense que Portista, mas sou Portista há bem mais anos, porque os meus tios e avós mexeram-se desde que eu era pequeno para o meu pai e os irmãos dele (todos benfiquistas) não me convertessem 😛

O 1º jogo do Feirense que vi foi aos 9 anos, quando o meu avô levou-me pela primeira vez, ainda na 2ª Divisão B - Zona Centro, Feirense 2 - 1 São João de Ver.
E subimos de divisão nesse ano, num jogo a uma quarta à tarde contra o Fátima que ganhamos 5-2 penso. Foi sair da escola e ir para o estádio ahahah

 

Só vi jogos no Dragão 2 vezes, aliás, um Porto - Roma de apresentação com o Co Adriaanse em 2006, e ele demitiu-se nessa semana, e um Porto - Belenenses em que ganhamos com golo do Quintero em 2014.
Mas já fiz visita guiada ao Dragão hehehe

 

Se o Luís André ganhar no sábado, tenho de ir ver um jogo na próxima época.

Editado por rcoelho14

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E o vídeo do Futre todo cheirado ao lado do Pinto da Costa? Até mete aflição.

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Citação de antifa, há 2 minutos:

E o vídeo do Futre todo cheirado ao lado do Pinto da Costa? Até mete aflição.

não deixa de ser engraçado ver o Pdc a criticar os Nuno Valentes da campanha do Villas Boas e depois ir procurar apoios desses 😂

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Se ele não mexesse a cabeça até achava que não estava vivo

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[Record] O 25 de Abril de um portista - Miguel Sousa Tavares

Spoiler

 

Depois do 25 de Abril de 1974 e da libertação do país da longa ditadura em que vivera 48 anos, seguiu-se, pouco depois, a libertação da ditadura futebolística em que vivíamos, consagrada na fórmula 3x1x0: três campeonatos para o Benfica, 1 para o Sporting, 0 para o F.C. Porto ou alguém mais. O Benfica era o clube do povo acomodado, o Sporting o clube da élite do Estado Novo, o FC Porto o clube dos ‘andrades’ do norte, que serviam para animar as festas de Lisboa, provincianos temerosos e subservientes. Deve-se a dois homens a inversão histórica de terem posto fim a esse duopólio lisboeta, lançando o FC Porto, não apenas na disputa pela hegemonia nacional, como também na alta roda internacional, onde até hoje brilha sem igual entre nós. O primeiro foi Jorge Nuno Pinto da Costa, que veio desassossegar a paz de compadres estabelecida e mostrar como o mérito podia e devia triunfar sobre os direitos adquiridos. O segundo foi José Maria Pedroto, o treinador que conseguiu pôr fim a 18 anos de secura portista a partir do momento em que, na véspera de uma deslocação ao Estádio da Luz, falou nos "roubos de catedral" - no dia seguinte, o árbitro do Benfica-Porto preparava-se para consumar mais um sob a forma de um penálti inventado a favor dos da Luz, mas recuou lembrando-se da frase de Pedroto: o FC Porto empataria o jogo e seria finalmente campeão nesse ano.

42 anos depois, a memória de Pedroto vive, através dos seus próximos e descendentes, na candidatura de André Villas-Boas à presidência do FC Porto. Mas Pinto da Costa sobrevive ainda como presidente em exercício, aspirando a governar por mais quatro anos, até aos 90 de idade, e durar ali quase tantos como durou a ditadura em Portugal. Este simples facto, por si só, diz muito, diz quase tudo, sobre o que está em causa nas eleições do FC Porto do próximo sábado. Dois dias depois de todos, ou quase todos, celebrarmos meio século de liberdade, os portistas vão decidir se querem também celebrar a liberdade e o dia novo ou se querem continuar amarrados ao passado eà veneração de um homem que confundiu gratidão com eternidade, sucesso com infabilidade, presidência com direito de propriedade. Tenho ouvido muitos portistas – dos verdadeiros, não dos que são parte interessada na continuação de PC – reconhecer que o clube está à beira do abismo e que seria altura de dar lugar a outra gente, outros métodos e outra forma de governar, mas que, por dever de gratidão, "não se pode empurrar o homem pela porta pequena da saída". Estão errados e a sua posição prejudica o clube de todos nós: uma eleição, a liberdade de voto, o exercício livre do direito de escolha, nunca é um empurrão ou uma divisão - ou então não estamos a falar de um clube de sócios e de gente livre, mas de um clube de súbditos, como o era antes do 25 de Abril. E se no sábado uma maioria de sócios, informados e livres, votar, como eu espero, pela mudança, não serão nunca eles que escolheram a porta pequena para a saída de Pinto da Costa – porque perder uma eleição não é sair pela porta pequena e porque foi ele que terá escolhido sair assim. Deixem-se, pois, dessa conversa da gratidão, porque 14 reeleições, 42 anos de poder absoluto e tantos milhares em prémios de gestão e salários já pagaram quaisquer dívidas. E, afinal, qual das coisas é verdade: que nada nem ninguém está acima do clube ou que nada nem ninguém está acima de Pinto da Costa?

A porta pequena foi escancarada por ele próprio, não só pelos anos que se arrastou a mais à frente dos destinos do clube, com sinais evidentes de descontrolo e fuga desesperada em frente, levando o clube à ante-câmara da falência, como também na própria forma como abordou toda esta campanha eleitoral. É verdade que avisadamente se livrou dos execrados Fernando Gomes e Adelino Caldeira e que o Ministério Púbico lhe fez o favor de tirar-lhe da frente os Super Dragões, que ele se preparava para utilizar como habitual tropa de choque de intimidação eleitoral. Mas tal só sucedeu depois de eles entrarem em cena ameaçando Villas Boas e mostrando ao que vinham e para que serviam naquela sinistra assembleia-geral em que PC ensaiou uma pré-golpada estatutária condicionante das eleições. Isso falhado, lá repetiu a estafada e ridícula rábula de ter de ser "convencido" a recandidatar-se mais uma vez, contra vontade e apetência – desta vez, não porque não visse ninguém à altura da sua inatingível pessoa, mas porque via na outra candidatura "inimigos do FC Porto". Daí partiu irresistivelmente para o ataque pessoal e a ofensa escorreita ao seu desafiante, transformando-o a ele em inimigo e a eleição numa guerra civil dentro do clube. Mas o pior estava para vir e veio no fim, quando Pinto da Costa percebeu que a candidatura "inimiga" tinha ideias pensadas e estruturadas para acudir à situação financeira, à gestão e ao planeamento futuro do clube que a ele nunca lhe tinham ocorrido como necessárias ou adequadas a uma campanha eleitoral, ao longo de 42 pacíficos anos. E então, movido pelo desespero e pela pressa de apresentar num mês o que não apresentara nunca, não só anunciou como comprometeu o clube na construção de uma futura Academia, desprezando a ponderação com a alternativa apresentada e empenhou a exploração dos direitos do estádio por 25 anos – ao que parece até, envolvendo uma sociedade a que está ligado o candidato a vice-presidente e CFO da sua lista e através de dinheiros a 10% de juros, em parte agenciados pelo mesmo. A dias das eleições, isto é um acto de pura má-fé e pergunto-me se os membros do Conselho Fiscal ainda em funções olham para isto como se nada fosse, de tal maneira estão habituados a nada ver nem dizer... até aos 500 milhões de dívida acumulados. Pois então que saiam todos pela porta pequena, porque para pior do que isto não vamos seguramente.

A ‘lotaria’ dos penáltis
De todas as frases feitas que os comentadores de futebol usam e abusam, a mais estúpida de todas para mim é a da "lotaria dos penáltis". E agora que desapareceu, sem que se entenda bem com que vantagem, o golo fora a dobrar nas eliminatórias e que o desempate por grandes penalidades é cada vez mais frequente, os penáltis são tudo menos uma lotaria. São treino, muito treino técnico – dos marcadores e do guarda-redes -– e muito trabalho de preparação: feito com o estudo dos adversários, estatísticas, escolha de balizas, de ordem de cobrança, de lista de cobradores, etc. Tudo menos lotaria. Mas ao ver, por exemplo, Diogo Costa, contra o Arsenal, e como habitualmente, a atirar-se para um lado antes mesmo da bola partir e sistematicamente enganando-se no lado, eu percebo que ali ainda se acredita na tese da lotaria – com resultados à vista: não será coincidência que dos sete desempates por penáltis da era Conceição, o FC Porto tenha perdido seis e que até os miúdos tenham agora perdido assim a meia-final da Youth League. Como não é por acaso que o Benfica foi assim afastado pelo Marselha na Liga Europa, depois de três eliminatórias sucessivas em que a sorte (mas não a dos penáltis) lhe tinha sorrido constantemente no sorteio e nos resultados face ao desempenho. Ou que Arthur Cabral consiga falhar três penalties no mesmo jogo ou que o Real Madrid elimine o Manchester City, quando Lunin cumpriu as instruções previamente recebidas de ficar quieto no centro da baliza se Bernardo Silva cobrasse um dos penáltis. Na verdade, a ‘lotaria’ tem, afinal, uma técnica e ela é simples de enunciar: rematar pelo chão e esperar para tentar perceber o desequilíbrio do guarda-redes, contrariando-o. Bas Dost, o ex-avançado do Sporting, era um mestre nisto. Mas ainda há quem pense que Taremi, que remata em força e por alto, arriscando-se a falhar de várias maneiras, é que é um exímio cobrador.

 

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Acabem com o velho ditador!

A malta tá toda convosco. 
 

Que acabe finalmente esta geração de Presidentes de m*rda, que já estamos em 2024.

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A questão que se impõe é, sempre é trunfo eleitoral ou não?

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Eu se fosse o AVB e vencendo punha-o logo na rua, isto é uma vergonha e andam a brincar com o clube e com a seriedade do mesmo.

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