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Keyser

Sem rumo/objectivo - Desabafo

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Gostava de conhecer um talibã ou um jihadista com depressão ou ansiedade. 

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Citação de Burkina2008, há 51 minutos:

Eu acho que as palavras do @bug deviam ser mais, que um psicologo apenas ajuda se tiveres auto-disposto 

Eu sei empiricamente que a psicoterapia funciona, como sei que o coaching ou a religiao (sem querer insultar ninguem, mas insultando) 'e banha da cobra. 

Agora uma coisa tambem 'e verdade, para tudo ha que existir pre-disposicao/abertura. Na religiao ou no coaching eu diria que 'e f'e...

Eu como disse no que escrevi ha uns dias nao tenho predisposicao/nao acredito que tivesse ajudado, no meu caso. Como ja foi dito isto 'e cada caso 'e um caso, mas quem se "auto-cura" com videos de um "guru" da net ou com um simples livro de auto-ajuda, nao tinha nada de grave...

Quem tem ataques de panico, depressao longo e/ou aguda (nao sei o termo tecnico) nao ultrapassa isso com discursos motivacionais. No meu caso foi uma questao de "identificar" um trigger(s), evitar os mesmos e medicacao, mas para outros com casos mais graves as solucoes sao certamente diferentes.

Até posso falar do meu caso.

Nunca tive depressão, mas já tive ansiedade. Quer dizer, isto não desaparece, apenas se aprende a controlar melhor.

A minha ansiedade está associada a um quadro de alguma hipocondria (não desmaio a ver sangue, nem nada disso) e a algum pensamento acelerado no que a isto diz respeito.

Depois de ler bastante sobre o assunto, sei que isto está associado a eventos traumáticos na infância / gatilhos como que "plantados" no meu subconsciente (falecimento do meu pai com doença oncológica (tinha 4 anos) e epilepsia do meu irmão - o primeiro episódio estava sozinho com ele, eu tinha aí uns 10/11 anos).

Claro que quando sinto uma picada ou assim fico alerta mas já aprendi a desvalorizar mais. Há uns anos também tive ataques de pânico, ainda cheguei ir às urgências às 4h da madrugada e o caraças levar oxigénio (ou outra cena qualquer).

Agora, todos se conseguem controlar e ajudar "sozinhos"? Provavelmente não.

Por acaso nem sigo ninguém que fale no tema, porque como disse já me consigo controlar razoavelmente bem com os pensamentos negativos/acelerados, mas sei que há "influencers/gurus/coach/o que lhe queiram chamar" que falam sobre o tema e dão conselhos importantes para quem sofre disto e de outras coisas.

Como tudo na vida, é um negócio. Enquanto uns choram, outros vendem lenços.

Logicamente que em casos descontrolados/graves tem que existir aconselhamento profissional, mas o pessoal tirou-me de ponta e não posso dizer nada neste fórum que origino logo um motim, quando até falo com algum conhecimento de causa.

É melhor soltar umas piadas e tentar estragar mais um tópico (e este não merecia, de todo).

Editado por bug

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Citação de bug, há 36 minutos:

Até posso falar do meu caso.

Nunca tive depressão, mas já tive ansiedade. Quer dizer, isto não desaparece, apenas se aprende a controlar melhor.

A minha ansiedade está associada a um quadro de alguma hipocondria (não desmaio a ver sangue, nem nada disso) e a algum pensamento acelerado no que a isto diz respeito.

Depois de ler bastante sobre o assunto, sei que isto está associado a eventos traumáticos na infância / gatilhos como que "plantados" no meu subconsciente (falecimento do meu pai com doença oncológica (tinha 4 anos) e epilepsia do meu irmão - o primeiro episódio estava sozinho com ele, eu tinha aí uns 10/11 anos).

Claro que quando sinto uma picada ou assim fico alerta mas já aprendi a desvalorizar mais. Há uns anos também tive ataques de pânico, ainda cheguei ir às urgências às 4h da madrugada e o caraças levar oxigénio (ou outra cena qualquer).

Agora, todos se conseguem controlar e ajudar "sozinhos"? Provavelmente não.

Por acaso nem sigo ninguém que fale no tema, porque como disse já me consigo controlar razoavelmente bem com os pensamentos negativos/acelerados, mas sei que há "influencers/gurus/coach/o que lhe queiram chamar" que falam sobre o tema e dão conselhos importantes para quem sofre disto e de outras coisas.

Como tudo na vida, é um negócio. Enquanto uns choram, outros vendem lenços.

Logicamente que em casos descontrolados/graves tem que existir aconselhamento profissional, mas o pessoal tirou-me de ponta e não posso dizer nada neste fórum que origino logo um motim, quando até falo com algum conhecimento de causa.

É melhor soltar umas piadas e tentar estragar mais um tópico (e este não merecia, de todo).

Pois mas ao principio o que transpareceu no que disseste foi que basicamente a unica coisa que alguem tem de fazer 'e buscar em si ou ir a procura de inspiracao. Que sai tudo de nos.

Isso certamente sera verdade para alguns casos, mas existem certamente bastante mais casos onde acompanhamento e/ou medicacao sao necessarios.

Tu dizes que coachs, gurus, etc sao um negocio como outro qualquer para ajudar pessoas...eu digo que sao uns charlatoes que se aproveitam das pessoas com, no melhor dos casos "verdades de la palisse", mas na maioria das vezes com mentiras e palermices.

 

Editado por Burkina2008

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Citação de Burkina2008, há 2 minutos:

Tu dizes que coachs, gurus, etc sao um negocio como outro qualquer para ajudar pessoas...eu digo que sao uns charlatoes que se aproveitam das pessoas com, no melhor dos casos "verdades de la palisse", mas na maioria das vezes com mentiras e palermices.

Não digo que não haja gente mal-intencionada, mas isso é transversal a todas as áreas da sociedade.

Podem ser "verdades de la palisse" para ti, mas para outra pessoa não. O "público" tem diversos níveis de conhecimento.

Não quero com isto dizer que sim vão para o Instagram e TikTok e caguem nos médicos. Quero dizer que estamos num mundo cada vez mais digital e que existem pessoas com mais conhecimento/capacitadas a falar de assuntos relevantes sem serem todos obrigatoriamente vendedores da banha da cobra.

Como sempre, a verdade estará alguns no meio.

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Citação de Che, há 7 horas:

Gostava de conhecer um talibã ou um jihadista com depressão ou ansiedade. 

 

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Já chegámos ao ponto de comparar a psicologia, uma ciência, com religião, um salto de fé e wishful thinking. Muito bom.

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Acho é que já se perdeu o propósito do tópico com discussões de m*rda quando as podiam ter facilmente noutro tópico 

Editado por Capa
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Para quem faz terapia: a ideia de ter “alta” não vos faz confusão? Pelo menos a mim faz, a minha “alta” é continuar a fazer 😅

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Citação de Su1, há 1 hora:

Para quem faz terapia: a ideia de ter “alta” não vos faz confusão? Pelo menos a mim faz, a minha “alta” é continuar a fazer 😅

acaba por fazer parte da rotina ao fim de algum tempo mesmo quando deixa de ser (ou nunca foi) algo “agudo”. pelo menos no meu caso, mais direcionado para a parte académica/profissional, sentia, mesmo sem qualquer “necessidade” que quando ia lá conseguia desenvolver quase sempre uma nova forma de processar informação ou conseguir ter um raciocino mais linear.

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Muitas vezes a atividade física e uma boa alimentação ajudam muito. Não é tudo, mas é um alicerce bem grande para ajudar a ultrapassar estas questões.

Experimentem estar um mês com boa atividade física (visitem o site da OMS e vejam a recomendação para a idade adulta) e uma boa alimentação, depois um mês sem fazer nada e a comer porcaria. Tem impacto no corpo e na saúde mental.

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Citação de Su1, há 4 horas:

Para quem faz terapia: a ideia de ter “alta” não vos faz confusão? Pelo menos a mim faz, a minha “alta” é continuar a fazer 😅

Eu acho que se te faz confusão, o mais provável é não estares pronto para ter "alta".

Durante quase 2 anos fiz psicoterapia e foi acompanhado por psiquiatra, a "alta", pelo menos no meu caso, foi dada aos poucos. Psicoterapia foi diminuindo a frequência, assim como a "dosagem". No fim a "alta" foi dada em concordância por ambas as partes, mas a porta ficou sempre aberta. 

Da minha experiência, nunca tens "alta", acabas por não precisar tanto.

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Citação de BrunoCardoso, há 3 horas:

Muitas vezes a atividade física e uma boa alimentação ajudam muito. Não é tudo, mas é um alicerce bem grande para ajudar a ultrapassar estas questões.

Experimentem estar um mês com boa atividade física (visitem o site da OMS e vejam a recomendação para a idade adulta) e uma boa alimentação, depois um mês sem fazer nada e a comer porcaria. Tem impacto no corpo e na saúde mental.

https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC6125069/

Já recomendei um livro ao Keyser que aborda isso, o Atomic Habits. E qualquer livro do Nassim Taleb também descortina muito bem esse comportamento humano.

É mais um aspeto onde um psicólogo pode ajudar, se não fores capaz de chegar lá sozinho.

Editado por Mica

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Citação de Mica, há 26 minutos:

https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC6125069/

Já recomendei um livro ao Keyser que aborda isso, o Atomic Habits. E qualquer livro do Nassim Taleb também descortina muito bem esse comportamento humano.

É mais um aspeto onde um psicólogo pode ajudar, se não fores capaz de chegar lá sozinho.

Outrora já tivemos uma conversa sobre esse livro. (prometo que vou dar outra oportunidade e ler novamente :P )

Já agora deixo aqui a recomendação da OMS sobre a atividade física. E atenção que uma pessoa que vá passear o cão à rua uma vez por dia, não quer dizer que seja ativa fisicamente. Ou uma pessoa que vá ao ginásio deixe de ser sedentaria.

3cc01864940f83fcf0a73a6676ea4e74.png

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Citação de BrunoCardoso, há 4 minutos:

Outrora já tivemos uma conversa sobre esse livro. (prometo que vou dar outra oportunidade e ler novamente 😛 )

Já agora deixo aqui a recomendação da OMS sobre a atividade física. E atenção que uma pessoa que vá passear o cão à rua uma vez por dia, não quer dizer que seja ativa fisicamente. Ou uma pessoa que vá ao ginásio deixe de ser sedentaria.

3cc01864940f83fcf0a73a6676ea4e74.png

Isso tudo por dia certo?

Parece-me difícil atingir esses valores

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Citação de a.lopes, há 3 minutos:

Isso tudo por dia certo?

Parece-me difícil atingir esses valores

Diz na imagem que é por semana pá

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Citação de jmopborba, Em 11/12/2024 at 12:27:

Só agora vi isto. Acho que a minha experiência pode ajudar, portanto partilho contigo e com o CMPT.

No início deste ano, tive um burnout numa posição de liderança e que me obrigou a retirar esse peso de cima de mim. Independentemente do que se passou, e que dava muita tinta para correr, tive de perceber que o que estava a viver não era, acima de qualquer coisa, justo para mim. Recebia bem, gostava do que fazia, gostava da equipa, mas a responsabilidade e a exigência era demasiada para uma pessoa só. Trabalhava uma média de 10 horas por dia, às vezes 12-14. Em metade dos fins de semana, também trabalhava, um pouco contra a minha vontade, porque os projetos assim o exigiam. E pela responsabilidade que tinha, estava sujeito a um dia acordar às 4 da manhã com um problema grave, e que obrigava a parar tudo e deixar de ver a família/namorada/amigos durante semanas. Pelo meio de 2023, tive um "major event" traumático com a vida de uma pessoa nas mãos, e a tentar fazer SBV e que, infelizmente, acabou por falecer.

No fim das contas, apareci em 2024 rebentado em termos físicos/psicológicos, e um dia estava na secretária e comecei com palpitações, como se o coração estivesse a sair pela boca e percebi que tinha chegado ao "burnout". Meti baixa durante 2 semanas para reestruturar a vida (até devia ter pedido mais). Ao longo do tempo, o que fui fazendo:

- Pedi mobilidade para outro serviço - perdi a chefia mas ganhei saúde mental. Estou num serviço onde já tenho algum grau de responsabilidade, onde talvez não receba o que mereça pelo meu "know-how", mas estou certo que vou voltar a chegar a um lugar onde sinto que mereço.

- Reforçar laços familiares - Não estava a ter tempo para estar/ajudar a minha família, e muitas vezes até a minha namorada. Fiz disso uma prioridade, e voltei a sentir aquele "drive". Como sou uma pessoa que gosta de ajudar, estou sempre em cima dos problemas das pessoas mais próximas de mim. E estava a deixar de fazer isso. Agora, consigo ter tempo para tudo. Ainda estou a tentar gerir melhor em dizer "não", mas como sou um bom gestor do meu tempo, está bastante gerível.

- Entrei no ginásio - estava a adiar isto há meses e meses. Por causa de jogar futebol de veteranos e não curar uma tendinite bem, a mesma ficou crónica (tendinose). No final do ano fiz uma RM e que confirmou que precisava de fisioterapia e ginásio. Fiz a fisioterapia mas adiei 3/4 meses a entrada no ginásio, para fortalecer o músculo. No fim, já quase nem conseguia subir ou descer escadas. Ganhei coragem, e nesta fase encontro-me super bem do joelho, embora nem sempre possa exagerar em termos físicos. Com o plus de, nesta fase, estar mais tonificado e bem comigo e com o meu corpo. Ah, e o ginásio também ajuda em tirar uns macaquinhos do sótão. Sei que não é para todos, e ainda confesso que não sou o maior fã de ir, até porque preferia mesmo ter o meu próprio equipamento e ginásio. Mas é algo. Neste momento, para 2025, apenas penso deixar o PT a meio, por motivos financeiros, pois acho que ele já me ajudou até onde precisava, a partir daqui é comigo. Já agora, quando estou no ginásio, a malta deve pensar que ouço uma música da pesada mas nah, gosto é dos meus podcasts desportivos. Mantém-me informado e focado. Por vezes até ligo a NOS TV quando está a dar um jogo e sem ver se não estiver na passadeira, vou ouvindo.

- Reestruturação financeira - Estava a ser completamente chulado pelo meu banco em relação a duas prestações e tratei de reestruturar a dívida para, daqui a 2 anos, vender o imóvel e ter o suficiente para a entrada de uma casa. Com a dívida organizada, estou a conseguir poupar mesmo estando a receber menos. O dinheiro que ganhei com o outro trabalho investi numas obras no apartamento e criei, pela primeira vez, aos 36, o meu primeiro fundo de emergência. Parece estúpido, mas para mim foi um grande passo e tranquilizou-me saber que tenho ali um pé de meia se acontecer uma m*rda séria.

- Voltei a escrever - Este é o ponto que quero focar mais em 2025. Tenho jeito para isso, mas nunca investi o suficiente. Tenho o objetivo de escrever um livro e, embora ainda não esteja a 100% confortável com isto, até porque nem sou um leitor muito ávido. Mas gostava de ter um meu primeiro draft em 2025, nem que o publique de forma independente um dia. Também já pensei escrever sobre futebol, uma das minhas paixões, mas sinto que o mercado está super saturado.

- Deixar de fumar - Outro ponto que quero concretizar em 2025. Neste momento, já reduzi drasticamente, e estou a ser acompanhado em cessação tabágica, mas ainda não cheguei à medicação comparticipada.

Existem outras coisas mais pequenas, mas isto é o essencial e que permitiu sentir, novamente, no controlo da minha vida e no caminho que acho que é o meu caminho.

Muitas vezes, as ansiedade e depressões têm uma causa comum: ausência de propósito. E quando não o temos, fica muito mais fácil entrar num buraco que, muitas vezes, não tem fundo. O meu propósito será sempre o mesmo que a maior parte da população: ter uma família e ser feliz, por mais cliché que pareça, e com as minhas nuances ou sonhos pessoais (por exemplo: escrever um livro, ter uma base de dados de fotografias e momentos da família, para as futuras gerações, voltar a ser líder).

E foi preciso passar por isso para reforçar o meu propósito. E por isso, hoje, trabalho para isso. Para ser acima de qualquer chefe de departamento, um chefe de mim e da minha família, e que esteja bem fisicamente e psicologicamente para o dia a dia.

Deixei praticamente uma história aqui de tl;dr, mas o meu ponto é, e sem parecer que estás naqueles livros de auto-ajuda e em que 90% deles não serve para nada: se estás a sentir que tens de mudar, tens de mudar. Traça um plano, mas começa aos poucos, não ataques tudo de uma vez. Eu procurava, em primeiro lugar, que o exercício fosse algo regular em ti, porque ele ajuda em todos os aspetos e mais alguns, e permite ter clareza para as outras coisas que queiras atacar para melhorar a tua vida. Aliás, o exercício é muito mais mental que físico.

Procura acompanhamento psicológico também, mas eu recomendava se sentires que não estiver a resultar com alguém, salta e procura outro. Sou acompanhado e é uma questão de clique, tive que saltar 1 ou 2 para chegar a um que bate certo.

Boa sorte e pá desculpa o tl;dr

Um dos melhores posts que já li aqui.

Eu adiei e adio a minha vida há 2 anos por uma gaja que não gosta de mim. É de loucos. 

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@Rōnin fizeste-me rir, já há muito tempo que nao me ria assim.

Citação de BrunoCardoso, há 6 horas:

Muitas vezes a atividade física e uma boa alimentação ajudam muito. Não é tudo, mas é um alicerce bem grande para ajudar a ultrapassar estas questões.

Experimentem estar um mês com boa atividade física (visitem o site da OMS e vejam a recomendação para a idade adulta) e uma boa alimentação, depois um mês sem fazer nada e a comer porcaria. Tem impacto no corpo e na saúde mental.

Para mim ajudou mas mesmo assim nao foi o suficiente.

Malta, sem querer entrar em debates, acho que se tivesse actuado mais cedo (em procurar ajuda de um profissional) nao tinha chegado a este ponto (também via muitos "coachs" nas redes sociais e a pensar sempre que ia dar a volta sejam com coachs ou ginásio). As consultas com a psicóloga tem dado resultado mas é muito provável que a minha médica de familia extenda a baixa. Aproveitei e comecei a fazer voluntariado, estou a traçar objectivos pessoais e profissionais que vou cumprindo aos poucos dia a dia.

Estou muito perto de montanha e acabo por fazer roteiros e fotografar. No entanto nestes dias, por vezes, sinto-me estranho por nao ter aquela rotina de ir trabalhar.

Desculpem os acentos e tal mas é teclado espanhol.

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Citação de Descartes, Em 13/12/2024 at 19:42:

Confirmo. É uma panaceia.

Foi um gosto que perdi. Ja não tenho paciência. Gosto de debater algum assunto, para estar com conversa de m*rda, não tenho pachorra já.

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Citação de lastdance, há 10 minutos:

Foi um gosto que perdi. Ja não tenho paciência. Gosto de debater algum assunto, para estar com conversa de m*rda, não tenho pachorra já.

Envelheceste. Cuidado com isso.

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Um tópico tão interessante e perdeu-se a meio. RIP. Devia ter ficado pela page 1.

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Citação de Keyser, há 43 minutos:

@Rōnin fizeste-me rir, já há muito tempo que nao me ria assim.

Para mim ajudou mas mesmo assim nao foi o suficiente.

Malta, sem querer entrar em debates, acho que se tivesse actuado mais cedo (em procurar ajuda de um profissional) nao tinha chegado a este ponto (também via muitos "coachs" nas redes sociais e a pensar sempre que ia dar a volta sejam com coachs ou ginásio). As consultas com a psicóloga tem dado resultado mas é muito provável que a minha médica de familia extenda a baixa. Aproveitei e comecei a fazer voluntariado, estou a traçar objectivos pessoais e profissionais que vou cumprindo aos poucos dia a dia.

Estou muito perto de montanha e acabo por fazer roteiros e fotografar. No entanto nestes dias, por vezes, sinto-me estranho por nao ter aquela rotina de ir trabalhar.

Desculpem os acentos e tal mas é teclado espanhol.

Quanto a mim deixar de ouvir esses podcats, youtubes, seguir redes sociais desses "gurus" de auto ajuda foi uma coisa que me ajudou sinceramente.

 

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Citação de nathanwilliams, há 15 horas:

Um dos melhores posts que já li aqui.

Eu adiei e adio a minha vida há 2 anos por uma gaja que não gosta de mim. É de loucos. 

(thanks)

Posso dar um conselho?

Também passou por mim uma rapariga que me apaixonei de uma forma quase "cega". É difícil explicar, mas a rapariga era lindíssima, tinha um sorriso que me derretia todo. Era inteligente, culta, bondosa, era capaz de falar horas e horas com ela. Infelizmente, talvez por não estar 100% preparado na altura, nunca fiz um move (e tive oportunidade para isso, mais tarde vim a saber). Depois, lá fiz uma ou outra atitude menos boa, ela também, e a relação foi-se rasgando. Com o tempo, ela começou a ignorar-me mesmo quando estávamos com amigos em comum. Andei 1 ano nisto e um dia ocorreu uma situação que me fez dizer "chega".

Mais à frente, já sem querer saber, chegou a existir uma situação onde ela me viu bem com a minha namorada e tentou fazer-me um move. E claro, que a "A" (inicial fictícia da namorada) reparou nisso ... nem mexi uma palha, nem os meus valores condiziam com isso.

Já não falo com ela há quase 2 anos, nem faz falta. Mas aprendi uma boa lição.

Sou um bocado extremista nisto, mas o no contact faz maravilhas. É que estares vidrado em algo que não anda nem desanda, estás a perder a oportunidade de olhar para outras oportunidades.

tl;dr: Desprende-te já dessa brincadeira. A não ser que seja amiga chegada, e que sintas algo a mais por ela, se for só amiga/conhecida, full no contact. Se sentires que a tens que restringir nas redes, do it.  Se for amiga chegada, o caminho é mais tricky.

E sabes a parte mais gira? Quando encontrares alguém, se calhar essa rapariga vai tentar fazer um move. Go figure.

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A quem pediu opinião sobre o telescópio... vão ter de aguardar um pouco mais.
Ontem levei a minha gata ao vet. Hoje de manhã tive de voltar com a caixa de transporte vazia. Morreu durante a noite. f*da-se... dois anos e meio. No ano passado cai-me de um 4º andar e parte dois dentes. Agora... numa semana estava tudo bem, noutra uma infeção aguda (ao que disseram no fígado)  limpa-me a gata em dois três dias. Estou mesmo cansado deste ano.

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