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pedritsh

[Mundial 2026] Portugal 2-1 Croácia (RF)

Publicações recomendadas

Citação de smashing_pumpkin , há 18 minutos:

Nada disso! O Farnerud só passava para o lado!

Lateraliza-mos.

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Citação de Leandro_169, há 11 horas:

 

Are Portugal better or worse with Ronaldo?

video do canal de youtube do  Athletic FC
 

 
 

 

Vinha postar precisamente a mesma coisa

Acho que a análise do Jon deixa bastante claro exatamente qual é o problema de tê-lo em campo. Aliás, são vários problemas 

Não quer dizer que não possa na mesma resultar em determinados contextos, mas é evidente que a janela de jogos em que ele pode de facto fazer a diferença, vai diminuindo e diminuindo à medida que perde mobilidade

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Citação de noikeee, há 8 horas:

Vinha postar precisamente a mesma coisa

Acho que a análise do Jon deixa bastante claro exatamente qual é o problema de tê-lo em campo. Aliás, são vários problemas 

Não quer dizer que não possa na mesma resultar em determinados contextos, mas é evidente que a janela de jogos em que ele pode de facto fazer a diferença, vai diminuindo e diminuindo à medida que perde mobilidade

Assumam de uma vez por todas que é um erro desde, sei lá, 2022, continuar a convocar o Ronaldo.

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Citação de Wacko_Jacko, há 4 minutos:

o pedro neto é sempre a mesma coisa.

Nah, um pino como esse voava mais rápido que o vento.

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Já não há paciência. Vende-se bem, mas é só imagem. 

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Citação de Wacko_Jacko, há 8 horas:

mais 1 título para Portugal 

 

Na verdade ele tem razão, aposto que quando jogam pensam sempre em ganhar, mas o importante é participar nesta festa que é o futeboooool

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Citação de JackBauerPT, há 8 horas:

Este gajo é o mestre do gaslighting. Que asco.

As primeiras 25 vezes ainda me enganou. Por esta altura o discurso já não cola 

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Publicado (editado)
Citação de Lifehouse, há 13 minutos:

Já não há paciência. Vende-se bem, mas é só imagem. 

Ia ser um bom treinador para destruir a nova geração norueguesa. Depois de ter feito o mesmo com a Bélgica.

Citação de noikeee, há 2 minutos:

As primeiras 25 vezes ainda me enganou. Por esta altura o discurso já não cola 

Pressinto que vamos estar empatados à rasca e ganhamos estilo Bélgica no prolongamento. Espero não me enganar. Seria sofrido mas positivo.

Editado por Ticampos

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Citação de Wacko_Jacko, há 9 horas:

mais 1 título para Portugal 

 

mal posso esperar por ver a Croácia a ganhar 3-0 enquanto o Roberto Martínez roda os 4 guarda redes

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Citação de La Flame, há 9 horas:

 

Mas quem é que deixou o Ronaldo sair do autocarro antes de chegarem ?

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Publicado (editado)

Há quem não goste do Scolari, mas a forma como ele mobilizava o país era totalmente distinta do Martínez e ambos são estrangeiros. Naquele tempo toda a gente tinha bandeiras na rua, a energia e motivação eram totalmente diferentes, todos queriam apoiar a seleção, hoje metade ou mais das pessoas estão semi-indiferentes à seleção. Nem sinto que hoje é dia de jogo. Vi mais emoção, festa e barulho na rua quando o Brasil marcou o 2º golo contra o Japão do que em todo o mundial com Portugal.

Editado por Ticampos
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Citação de Ticampos, há 1 minuto:

Há quem não goste do Scolari, mas a forma como ele mobilizava o país era totalmente distinta do Martínez e ambos são estrangeiros. Naquele tempo toda a gente tinha bandeiras na rua, a energia e motivação eram totalmente diferentes, todos queriam apoiar a seleção, hoje metade ou mais das pessoas estão semi-indiferentes à seleção. Nem sinto que hoje é dia de jogo.

mas dá vontade de acompanhar a seleção com o que se passa lá dentro e a situação surreal do ronaldo?

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Citação de Eden Hazard, há 1 minuto:

mas dá vontade de acompanhar a seleção com o que se passa lá dentro e a situação surreal do ronaldo?

Infelizmente tens razão. Mas é uma situação triste na mesma.

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Citação de Ticampos, há 12 minutos:

Há quem não goste do Scolari, mas a forma como ele mobilizava o país era totalmente distinta do Martínez e ambos são estrangeiros. Naquele tempo toda a gente tinha bandeiras na rua, a energia e motivação eram totalmente diferentes, todos queriam apoiar a seleção, hoje metade ou mais das pessoas estão semi-indiferentes à seleção. Nem sinto que hoje é dia de jogo. Vi mais emoção, festa e barulho na rua quando o Brasil marcou o 2º golo contra o Japão do que em todo o mundial com Portugal.

Até porque não é.

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Citação de La Flame, há 1 minuto:

Até porque não é.

Começa hoje nos Açores.

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A Croácia de Modrić não foge à evidência: os jogadores envelhecem sempre da mesma forma e, com eles, também o jogo da equipa

A Croácia chegou a este Mundial num momento de mudança do seu ciclo, a ter de gerir os jogos de uma forma mais calma, de acordo com as capacidades atuais do melhor jogador croata da história. Luka Modrić personifica na perfeição o estado que vive o adversário que Portugal defronta esta quinta-feira (00h, SIC) nos dezasseis avos de final do torneio. A atual Croácia é uma equipa que aceita e está perfeitamente confortável com jogos de ritmo baixo e pouquíssima baliza

Ao longo dos anos os jogadores perderam capacidade para controlar o espaço e passaram a precisar de manejar melhor o tempo. É uma transformação quase inevitável se quiserem continuar a sobreviver na selva em que se transforma o retângulo de jogo quando o vigor de pernas e mentes mais frescas se exibe com fulgor. A intensidade deixa de poder ser sustentada durante noventa minutos, a pressão alta torna-se mais episódica, as recuperações são menos agressivas e as transições, tanto ofensivas como defensivas, passam a exigir uma gestão diferente do esforço. Os melhores jogadores não ignoram essa realidade: adaptam-se a ela.

Luka Modrić é um exemplo claro disso – continua a jogar bem futebol, só que num ritmo mais baixo. Tal como ele, a Croácia chegou a este Mundial precisamente nesse momento do seu ciclo, e o melhor jogador croata da história personifica na perfeição o estado em que a sua seleção vive hoje.

Durante vários anos a Croácia afirmou-se como uma seleção capaz de dominar o jogo através do seu meio-campo. Não porque precisasse de ter sempre mais bola do que o adversário, mas porque tinha jogadores capazes de decidir o ritmo, acelerar quando encontravam espaço, pausar quando era necessário, reorganizar e controlar durante largas fases através da qualidade da circulação da bola. Hoje continua a existir critério, continua a existir a cultura de controlo e a isso soma-se uma enorme maturidade competitiva.

O que já não existe é a mesma capacidade para repetir esses comportamentos ao longo de todo o jogo - e essa alteração explica muitas das escolhas da atual Croácia.

Esperar, organizar e defender mais recuada

Sem bola, a equipa continua organizada, mas pressiona menos. O bloco sobe de forma mais criteriosa e raramente prolonga comportamentos de pressão à medida que vai aproximando da baliza do adversário, ou mesmo em zonas mais intermédias, durante muito tempo. A prioridade deixou de ser recuperar rapidamente a posse e prefere momentos de bloco em que retira espaço entre os seus jogadores e espera que, pela teia montada, o adversário erre. Por isso, protege melhor o corredor central. As distâncias entre setores são curtas, os médios preocupam-se mais em fechar linhas de passe interiores do que em perseguir adversários e a equipa aceita defender mais perto da sua área se isso significar manter a organização.

É uma alteração relevante. A Croácia de outros anos priorizava a recuperação como ponto de partida para voltar a controlar o jogo com bola ou para iniciar ataques rápidos. A atual Croácia aceita primeiro reorganizar-se e rendeu-se à evidência de não ser tão capaz de vencer pela agressividade com a bola. Recuperar a posse continua a ser importante; impedir que o adversário encontre espaço é ainda mais.

Também com bola, em organização ofensiva, a equipa mudou.

A circulação mantém qualidade, mas perdeu agressividade. Serve mais para estabilizar e meter gelo no jogo do que para acelerar em direção à baliza. Há menos ataques com movimentos de rutura constantes e menor disponibilidade para assumir riscos que possam expor a equipa a transições. A posse tornou-se uma ferramenta de gestão do menor fulgor das suas individualidades: gere o desgaste físico, gere as distâncias, gere o relógio.

Essa talvez seja hoje a principal identidade competitiva desta seleção. A Croácia não procura apenas baixar o ritmo porque lhe convém ter menos bola em disputa. Procura fazê-lo porque percebe que quanto menos ações tiver o jogo, menor será a exigência física que lhe é imposta. Quanto menos transições existirem, menos vezes terá de correr rapidamente para trás. Quanto menos o encontro oscilar entre áreas, mais próxima estará do contexto em que consegue competir e ter sucesso no resultado. É uma equipa que aceita e está perfeitamente confortável com jogos de ritmo baixo e pouquíssima baliza.

Os croatas não precisam sequer de criar oportunidades para acreditar que podem vencer. Basta-lhes manterem o jogo suficientemente equilibrado e esperam que a experiência, a organização e a qualidade das decisões nos momentos importantes façam a diferença.

A Croácia de Modrić não foge à evidência: os jogadores envelhecem sempre da mesma forma e, com eles, também o jogo da equipa
Soccrates Images

A armadilha para Portugal

É precisamente aí que Portugal terá de evitar cair na armadilha. Dominar territorialmente não significará necessariamente controlar o encontro. Ter mais posse também não. Se esse domínio resultar numa circulação lenta, previsível e constantemente realizada perante um bloco organizado, sem agressão constante de movimentos curtos ou mais longos de profundidade, e a procura de jogadores dentro do bloco para acelerar, será a Croácia quem estará a jogar o jogo que pretende. A posse portuguesa tornar-se-á estéril e o relógio passará a ser um forte aliado dos balcânicos.

Portugal deverá procurar exatamente o contrário. Variar ritmos. Alternar ataques posicionais com momentos de maior verticalidade. Obrigar a defesa croata a reajustamentos sucessivos e a correr para trás, para frente e para os lados, mais vezes do que gostaria. Porque é aí que as dificuldades da Croácia normalmente se tornam mais visíveis. Não na capacidade para interpretar o jogo. Não na qualidade técnica. Nem sequer na organização coletiva. Mas na dificuldade em repetir esforços de alta intensidade, ou ajustes defensivos, quando os jogos os exigem sucessivamente.

A Croácia continua a ser uma equipa difícil de bater. Continua a competir pela capacidade e clareza pouco comum para interpretar os diferentes momentos do jogo. Contudo, já não ganha pela capacidade para impor o seu futebol durante noventa minutos. Compete procurando que o futebol seja jogado ao ritmo que mais lhe convém, e talvez seja essa a principal batalha dos dezasseis avos de final.

Não será pelo 1x4x2x3x1 onde Modrić e Kovacić formam a dupla de meio-campo, por onde passa todo o jogo da equipa; nem pelo talento emergente de Baturina (o médio ofensivo do surpreendente Como, de Itália) que se destaca nos espaços entre linhas; nem sequer pela veterania de Perišić, que ainda pode ser decisivo dentro da área, ou até de Vlasić, que se mostrou a bom nível na primeira parte do jogo contra o Gana, a desequilibrar a partir do corredor lateral. E sendo verdade que Gvardiol e Stanisić conferem algum estatuto à linha defensiva croata, terá de ser Portugal a decidir se aceita jogar o tempo da Croácia - ou se consegue obrigar a Croácia a jogar o seu.

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Citação de JackBauerPT, há 9 horas:

Este gajo é o mestre do gaslighting. Que asco.

 

Citação de Lifehouse, há 1 hora:

Já não há paciência. Vende-se bem, mas é só imagem. 

 

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Citação de Ticampos, há 59 minutos:

Há quem não goste do Scolari, mas a forma como ele mobilizava o país era totalmente distinta do Martínez e ambos são estrangeiros. Naquele tempo toda a gente tinha bandeiras na rua, a energia e motivação eram totalmente diferentes, todos queriam apoiar a seleção, hoje metade ou mais das pessoas estão semi-indiferentes à seleção. Nem sinto que hoje é dia de jogo. Vi mais emoção, festa e barulho na rua quando o Brasil marcou o 2º golo contra o Japão do que em todo o mundial com Portugal.

Ajudou o Euro ser cá, depois foi aproveitar o efeito.

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