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El Colosso

Harry Potter - A saga que marcou uma geração

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Tinha a sua piada ver o grupo ir para o Ministério nos Thestrals e no filme nós termos o ponto de vista de quem não os conseguia ver :mrgreen:

 

 

Barroso explica ai isso da Ginny (se te lembrares) porque eu já não me lembro; é quando ela

conta os desabafos e assim que tinha com a Hermione durante as férias?

 

 

 

 

sim é isso, no funeral do Dumbledore quando o Harry diz à Ginny que não podem continuar a namorar

 

Ela olhou longe, para o lago, e disse Eu nunca realmente desisti de você. Não

realmente. Sempre esperei... Hermione me disse para seguir com minha vida,

talvez sair com outras pessoas, relaxar quando você estava perto, porque eu

nunca era capaz de falar contigo no quarto, lembra-se? E ela pensou que

talvez você iria me notar um pouco mais se eu fosse eu mesma.

 

 

 

 

 

 

Talvez seja isto? Contudo, trata-se apenas da sua consciência. Se calhar na tradução não é tão claro?

ah ok :mrgreen: sim não meti mais nenhum sentido a isso do que a sua propria consciencia, no próximo livro tb vai ter assim dialogos e percebe-se q é claramente com a sua consciência e não com alguem a falar com ele :mrgreen:

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Talvez. A minha dúvida surgiu num momento específico. Quando ele...

 

 

teve o ataque durante o exame e viu o Sirius ser torturado, foi em busca da professora McGonagall e descobriu que estava sozinho. Ao entrar em pânico, a consciência disse-lhe para procurar a Hermione e o Ron.

 

 

Parece-me algo muito estranho para a nossa consciência "dizer". Por norma, quando falamos de consciência referimo-nos a algo na nossa psique que nos leva a examinar criticamente as nossas decisões, como ao pensamos que estamos a tomar uma decisão errada quando decidimos ignorar uma pessoa, ou ao termos remorsos por ter feito algo.

 

No entanto, a consciência dizer-nos para fazer algo não enquadra bem no conceito, daí ter interpretado como havendo ali uma segunda personalidade ou alguém externo a falar com ele. Ainda para mais quando houve foreshadowing para isso.

 

 

No caso, o próprio conceito de legilimens que permite entrar na cabeça e recordações de alguém, o facto de o Dumbledore ser mestre nesse campo e por este referir que estava mais próximo do Harry do que ele imaginava. Interpretei essa voz como sendo o Dumbledore a fazer de consciência, guiando o Harry sem dar a entender que o estava a fazer, o que obviamente nunca poderia ser revelado, mas que a Rowling deixou pistas na narrativa a apontar para isso, pistas essas que foram sendo inseridas subrepticiamente para quem ligasse os pontos.

 

 

Posso estar totalmente enganado, até porque eu tenho a mania de tentar ler nas entrelinhas e posso estar a ligar pontos que não eram suposto serem ligados. Não seria a primeira vez :lol:

 

Enfim, entretanto já vou com um terço de O Príncipe Misterioso lido. A este ritmo despacho os sete livros em pouco mais de um mês e vou sentir falta deste universo quando acabar. É como disse antes: lê-se bem, não há grandes floreados na escrita e não exige grande concentração para se aprender a mensagem.

 

Juntando-se a isto a mestria da escritora em prender os leitores, sabendo libertar a informação a conta-gotas e no momento certo, mantendo sempre o elemento de suspense presente, mais a coerência do universo criado e personagens com profundidade que geram empatia ao leitor, e cria-se o caldo para se ler como se estivesse esfomeado por mais.

 

E também vou na parte que menos recordo dos filmes, os primeiros sabia mais ou menos o que ia acontecer enquanto nesta fase já vou sendo surpreendido, o que me faz querer ler mais e mais.

Editado por Black Hawk

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Talvez. A minha dúvida surgiu num momento específico. Quando ele...

 

 

teve o ataque durante o exame e viu o Sirius ser torturado, foi em busca da professora McGonagall e descobriu que estava sozinho. Ao entrar em pânico, a consciência disse-lhe para procurar a Hermione e o Ron.

 

 

Parece-me algo muito estranho para a nossa consciência "dizer". Por norma, quando falamos de consciência referimo-nos a algo na nossa psique que nos leva a examinar criticamente as nossas decisões, como ao pensamos que estamos a tomar uma decisão errada quando decidimos ignorar uma pessoa, ou ao termos remorsos por ter feito algo.

 

No entanto, a consciência dizer-nos para fazer algo não enquadra bem no conceito, daí ter interpretado como havendo ali uma segunda personalidade ou alguém externo a falar com ele. Ainda para mais quando houve foreshadowing para isso.

 

 

No caso, o próprio conceito de legilimens que permite entrar na cabeça e recordações de alguém, o facto de o Dumbledore ser mestre nesse campo e por este referir que estava mais próximo do Harry do que ele imaginava. Interpretei essa voz como sendo o Dumbledore a fazer de consciência, guiando o Harry sem dar a entender que o estava a fazer, o que obviamente nunca poderia ser revelado, mas que a Rowling deixou pistas na narrativa a apontar para isso, pistas essas que foram sendo inseridas subrepticiamente para quem ligasse os pontos.

 

 

Posso estar totalmente enganado, até porque eu tenho a mania de tentar ler nas entrelinhas e posso estar a ligar pontos que não eram suposto serem ligados. Não seria a primeira vez :lol:

 

Enfim, entretanto já vou com um terço de O Príncipe Misterioso lido. A este ritmo despacho os sete livros em pouco mais de um mês e vou sentir falta deste universo quando acabar. É como disse antes: lê-se bem, não há grandes floreados na escrita e não exige grande concentração para se aprender a mensagem.

 

Juntando-se a isto a mestria da escritora em prender os leitores, sabendo libertar a informação a conta-gotas e no momento certo, mantendo sempre o elemento de suspense presente, mais a coerência do universo criado e personagens com profundidade que geram empatia ao leitor, e cria-se o caldo para se ler como se estivesse esfomeado por mais.

 

E também vou na parte que menos recordo dos filmes, os primeiros sabia mais ou menos o que ia acontecer enquanto nesta fase já vou sendo surpreendido, o que me faz querer ler mais e mais.

 

Talvez seja o acentuar do isolamento que ele, de certa forma, impõe a si próprio. Nesse livro, também devido aos eventos que aconteceram no fim do livro anterior, parece haver um fosso entre ele e os amigos. Eu tenho a impressão que nos livros anteriores o primeiro instinto dele seria o de confidenciar com eles, mas nesse livro ele tem de se lembrar a si próprio que eles existem. De certa forma, por força das circunstâncias, ele sente-se mais adulto do que eles, enquanto, ao mesmo tempo, vai sendo tratado como se fosse mais criança do que eles, o que acaba por distanciá-los emocionalmente ainda mais.

 

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Talvez. A minha dúvida surgiu num momento específico. Quando ele...

 

 

teve o ataque durante o exame e viu o Sirius ser torturado, foi em busca da professora McGonagall e descobriu que estava sozinho. Ao entrar em pânico, a consciência disse-lhe para procurar a Hermione e o Ron.

 

 

Parece-me algo muito estranho para a nossa consciência "dizer". Por norma, quando falamos de consciência referimo-nos a algo na nossa psique que nos leva a examinar criticamente as nossas decisões, como ao pensamos que estamos a tomar uma decisão errada quando decidimos ignorar uma pessoa, ou ao termos remorsos por ter feito algo.

 

No entanto, a consciência dizer-nos para fazer algo não enquadra bem no conceito, daí ter interpretado como havendo ali uma segunda personalidade ou alguém externo a falar com ele. Ainda para mais quando houve foreshadowing para isso.

 

 

No caso, o próprio conceito de legilimens que permite entrar na cabeça e recordações de alguém, o facto de o Dumbledore ser mestre nesse campo e por este referir que estava mais próximo do Harry do que ele imaginava. Interpretei essa voz como sendo o Dumbledore a fazer de consciência, guiando o Harry sem dar a entender que o estava a fazer, o que obviamente nunca poderia ser revelado, mas que a Rowling deixou pistas na narrativa a apontar para isso, pistas essas que foram sendo inseridas subrepticiamente para quem ligasse os pontos.

 

 

Posso estar totalmente enganado, até porque eu tenho a mania de tentar ler nas entrelinhas e posso estar a ligar pontos que não eram suposto serem ligados. Não seria a primeira vez :lol:

 

Enfim, entretanto já vou com um terço de O Príncipe Misterioso lido. A este ritmo despacho os sete livros em pouco mais de um mês e vou sentir falta deste universo quando acabar. É como disse antes: lê-se bem, não há grandes floreados na escrita e não exige grande concentração para se aprender a mensagem.

 

Juntando-se a isto a mestria da escritora em prender os leitores, sabendo libertar a informação a conta-gotas e no momento certo, mantendo sempre o elemento de suspense presente, mais a coerência do universo criado e personagens com profundidade que geram empatia ao leitor, e cria-se o caldo para se ler como se estivesse esfomeado por mais.

 

E também vou na parte que menos recordo dos filmes, os primeiros sabia mais ou menos o que ia acontecer enquanto nesta fase já vou sendo surpreendido, o que me faz querer ler mais e mais.

Ainda bem para ti. A adaptação do livro que estás a ler agora deve ser aquela que corta mais informação importante para a saga.

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Talvez. A minha dúvida surgiu num momento específico. Quando ele...

 

 

teve o ataque durante o exame e viu o Sirius ser torturado, foi em busca da professora McGonagall e descobriu que estava sozinho. Ao entrar em pânico, a consciência disse-lhe para procurar a Hermione e o Ron.

 

 

Parece-me algo muito estranho para a nossa consciência "dizer". Por norma, quando falamos de consciência referimo-nos a algo na nossa psique que nos leva a examinar criticamente as nossas decisões, como ao pensamos que estamos a tomar uma decisão errada quando decidimos ignorar uma pessoa, ou ao termos remorsos por ter feito algo.

 

No entanto, a consciência dizer-nos para fazer algo não enquadra bem no conceito, daí ter interpretado como havendo ali uma segunda personalidade ou alguém externo a falar com ele. Ainda para mais quando houve foreshadowing para isso.

 

 

No caso, o próprio conceito de legilimens que permite entrar na cabeça e recordações de alguém, o facto de o Dumbledore ser mestre nesse campo e por este referir que estava mais próximo do Harry do que ele imaginava. Interpretei essa voz como sendo o Dumbledore a fazer de consciência, guiando o Harry sem dar a entender que o estava a fazer, o que obviamente nunca poderia ser revelado, mas que a Rowling deixou pistas na narrativa a apontar para isso, pistas essas que foram sendo inseridas subrepticiamente para quem ligasse os pontos.

 

 

Posso estar totalmente enganado, até porque eu tenho a mania de tentar ler nas entrelinhas e posso estar a ligar pontos que não eram suposto serem ligados. Não seria a primeira vez :lol:

 

Enfim, entretanto já vou com um terço de O Príncipe Misterioso lido. A este ritmo despacho os sete livros em pouco mais de um mês e vou sentir falta deste universo quando acabar. É como disse antes: lê-se bem, não há grandes floreados na escrita e não exige grande concentração para se aprender a mensagem.

 

Juntando-se a isto a mestria da escritora em prender os leitores, sabendo libertar a informação a conta-gotas e no momento certo, mantendo sempre o elemento de suspense presente, mais a coerência do universo criado e personagens com profundidade que geram empatia ao leitor, e cria-se o caldo para se ler como se estivesse esfomeado por mais.

 

E também vou na parte que menos recordo dos filmes, os primeiros sabia mais ou menos o que ia acontecer enquanto nesta fase já vou sendo surpreendido, o que me faz querer ler mais e mais.

 

 

 

 

se fosse o Dumbledore e não quisesse revelar que ele tinha esse poder, a primeira coisa que faria era dar-lhe a dica de falar com o Snape não com o Ron e a Hermione :mrgreen:

 

 

 

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A Câmara dos Segredos era um dos meus menos favoritos até estar a reler. Se calhar no fim volta a esse ponto, mas a verdade é que gostei muito mais do que aquilo que me lembrava.

Talvez seja a forma como a história é contada, uma forma simples e que aprecio muito, de soltar vários pontos ao longo da história, com a sua lógica, claro, unindo tudo no fim. Até faz com que haja valor em reler, nota-se sempre algo que podia ter escapado antes, ainda que não ache que seja o caso neste livro, faz questão de mencionar tudo no fim.

 

Também foi bom relembrar o choque com a revelação do I AM LORD VOLDEMORT :lol: e grande trabalho da tradução, já agora. Para mim foi perfeito, como tinha de ser, em vez de se meterem a inventar nomes e artimanhas para que tudo fizesse sentido, como parece ser apanágio hoje em dia.

 

O Peeves não aparece no filme, pois não? É que a parte dele a gozar com o Harry Potter, acusando-o de ser o herdeiro de Slytherin e a respectiva canção que faz, foi francamente hilariante. :lol:

 

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Não é que não tenha gostado, mas deve ser o meu livro menos favorito da saga principal. E não, Shaft, não aparece. Também andei algum tempo a cantarolar essa música. "Oh Potter, seu bandido.." :lol:

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Acabei :cry:

agora le de novo e vais ficar mindblowed com as pistas em todos os livros :lol:

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Não é que não tenha gostado, mas deve ser o meu livro menos favorito da saga principal. E não, Shaft, não aparece. Também andei algum tempo a cantarolar essa música. "Oh Potter, seu bandido.." :lol:

 

 

Agradece ao Rupert, à Emma e ao Daniel

 

 

supostamente eles não se conseguiam manter sérios com as caretas do actor que ia fazer de Peeves em vez de estarem assustados

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agora le de novo e vais ficar mindblowed com as pistas em todos os livros :lol:

 

Acredito. Devo confessar que o final foi adequado, não seria de esperar que ele o batesse em raw power. Só fiquei lixado com a falta de contextualização no final da batalha. Morreu gente, o mundo estava num estado caótico... E depois? Como resolveram as coisas, como reagiram determinadas personagens à morte de outras, como foi que se resolveram todos os problemas? Faltaram respostas a isto tudo.

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Ando que nem uma criança com o Cálice de Fogo, é que quanto mais leio mais concluo que de pouco me lembro do livro. Vou deixar em spoiler por uma questão de precaução

 

Não me lembrava, de todo, deste começo. Só mesmo do Voldemort a matar o velhote e da Marca Negra. Nem sequer sei quem a conjurou e ando para aqui a matutar sobre isso. :lol:

A ida dos Weasleys para ir buscar o Harry é ouro absoluto.

 

O salto do Prisioneiro de Azkaban para este é claro como a água. No começo disto despejam é nomes que é uma coisa parva, mas até é fácil de ficar com eles e associar aos personagens.

 

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Comecei a ver isto pela primeira vez... :lol: Vou ver hoje o Cálice de Fogo. Até agora estou a curtir, mas não corresponde ao hype. Mas a minha namorad já me avisou que isto aquece precisamente no Cálice de Fogo. :mrgreen:

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Os 3 primeiros filmes são meh, é giro por vê-los em putos e assim mas não são nada de extraordinário. Agora é que vai começar a aquecer :mrgreen:

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Comecei a ver isto pela primeira vez... :lol: Vou ver hoje o Cálice de Fogo. Até agora estou a curtir, mas não corresponde ao hype. Mas a minha namorad já me avisou que isto aquece precisamente no Cálice de Fogo. :mrgreen:

Estás a ver os filmes pela primeira vez e nunca leste?

 

Shaft, o Cálice de fogo é o meu livro favorito :heart:

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JK Rowling sobre a polémica com a escolha do Depp.

 

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Não sei se não vai ser mandado abaixo, portanto aproveitem!

 

Na altura que saiu o "primeiro trailer" tinha lido algures que eles tinham conseguido autorização para lançar isto no YouTube, só não podiam utilizar certas coisas e tinha que ser sem fins lucrativos.

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Malta, descobri a Umbridge portuguesa. Alguém sabe onde podemos encontrar centauros por aqui?

Editado por doom_master

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Então e não é que metem pessoas a aparecer e a desaparecer em Hogwarts no trailer (00:10)? Pensava que só o Dumbledore é que podia :mrgreen:

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