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El Colosso

Harry Potter - A saga que marcou uma geração

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Nem é por ser peça, é mesmo pela história em si. Pelas atitudes super out of character das personagens. Pelos twists rebuscados.

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Vou com a minha irmã a Londres ver isso, só arranjei para fevereiro de 2017 :lol:

Vi ontem e hoje. Não tinha lido o livro propositadamente e acho que fiz bem :mrgreen:

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Vi ontem e hoje. Não tinha lido o livro propositadamente e acho que fiz bem :mrgreen:

 

Como foi? Gostaste? Mete em spoilers se quiseres evitar alguma cena

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Adorei, acho que conseguiram recriar bem os aspetos mágicos da história. Feitiços, poções, dementors, etc. Estava muito curioso para ver como iriam fazer porque, obviamente, não ia ser como num filme e fiquei admirado como conseguiram.

Quanto à história achei um bocado meh, mas também não estava à espera de nada assim de especial. Devo agora ler o livro quando tiver tempo para ver se não perdi nada na velocidade da peça e nalguns sotaques manhosos :mrgreen:

Ah e a Hermione passou muito tempo no solário com a filha :lol:

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Jude Law será o Dumbledore no Fantastic Beasts. Boa escolha.

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Eu sei que isto é fan-made mas confesso que fiquei um bocado hyped a ver isto. Era tudo o que eu queria e ainda mais. Se bem que

 

 

a herdeira de Gryffindor vs herdeiro de Slytherin... Bastava só a história do Riddle.

 

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A Warner autorizou e o filme independente vai estar disponível até ao fim do ano, de forma gratuita, no Youtube. O projeto, sem fins comerciais, será realizado e lançado por fãs da saga. Vê o teaser:

 

 

Esta é sem dúvida uma boa notícia para os fãs de Harry Potter! Voldemort: Origins of the Heir será um filme independente feito pela produtora italiana Tryangle Films e contará a história de origem de Tom Riddle, inspirado Harry Potter and the Half-Blood Prince. A obra conseguiu agora a autorização da Warner Bros. para ser produzido, revelou o realizador Gianmaria Pezzato.

 

O filme foi idealizado no ano passado no entanto teve alguns obstáculos para ser produzido, tais como: restrições no orçamento e a própria Warner Bros. Entertainment (dona dos direitos do universo Harry Potter).

No entanto, a produtora italiana responsável pelo projecto conseguiu o dinheiro, através de uma campanha pelo Kickstarter. Mais tarde surgiram problemas com a Warner que em Julho de 2016 parou o projecto. Foi aí que começaram as negociações com o estúdio norte-americano:

 

“Tivemos uma discussão privada e confidencial com a Warner Bros, que nos contactou durante o período do financiamento colectivo. A única coisa que posso dizer é que eles nos deixaram continuar com o filme, de um modo não lucrativo, obviamente“, revelou Gianmaria Pezzato em entrevista ao Polygon.

 

Voldemort: Origins of the Heir deverá estar disponível de forma gratuita no YouTube no fim de 2017. O primeiro teaser tem conquistado a internet tendo neste momento mais de 2 milhões de visualizações.

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Aproveitei a onda da efeméride e recomecei a leitura do zero, na altura fiquei no primeiro livro porque tinha muita coisa para ler em casa e estava a custar-me comprar sete livros de enxurrada. Para já vou bem, os dois primeiros foram aviados em quatro dias.

 

O problema é que os dois primeiros foram comprados antes do lançamento da edição nova com a lombada a fazer o desenho de Hogwarts. Fica estranho na estante...

 

Tal como referi na altura em que li da primeira vez, gosto de ler obras em que os escritores sigam a lógica da Arma de Tchekhov e, adicionalmente, não introduzam na narrativa personagens ou objectos que não tenham merecido alguma referência prévia. A J. K. Rowling faz ambos, o que me agrada.

 

Bem, com excepção de uma coisa, a não ser que me tenha passado despercebida...

 

 

A espada de Gryffindor chegou a ser mencionada alguma vez antes de cair na mão do Harry?

 

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Olha, estou a fazer o mesmo! A primeira coisa que reparei nem foi relacionada com propriamente a história ou algo em si, é a escrita mais ou menos casual disto. Não sei bem como adjetivar, mas tu deves entender o que estou a querer dizer. Como tenho andado vidrado em Murakami e noutros clássicos, ao passar para aqui reparei bem na diferença. Mas também não digo isto com tom crítico, acho muito bem, eu gosto. É como estar de fato e gravata contra estar de fato de treino.

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É menos pretensiosa, não tem grandes floreados e não há uma procura de frases memoráveis ou de grande valor filosófico?

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Acho que não o conseguia meter de melhor forma. :lol: Até vou fazer copy paste e guardar no ambiente de trabalho, vai dar-me jeito.

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É natural. É um livro escrito para todas as idades, miúdos incluídos. Recordo-me da primeira vez quando li e ter devorado aquilo tudo. Poucos livros (apesar de não ler muito) conseguiram agarrar-me daquela forma.

 

É uma leitura bastante simples, mas satisfatória.

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tb comecei a reler há uns dias qdo li uma daquelas fan-theories na internet

a teoria foi que a professora trelawney acertou mais uma previsão durante a série que ninguém tinha dado conta, a previsão era no 3º livro quando ela vai comer no Natal e encontra a mesa com 12 pessoas e diz que não se quer sentar porque sentando-se ficavam 13 e a primeira a levantar seria a primeira a morrer, supostamente no filme o Dumbledore levanta-se e vai buscar uma cadeira para a professora e convence-a a sentar, mas a realidade é que quando a professora se sentou na mesa já lá estavam 13, os 12 que ela viu + o wormtail, e portanto o Dumbledore a levantar-se da mesa para a obrigar a sentar sentenciou-se a si mesmo a morrer primeiro que o resto como aconteceu na série :lol:

achei piada a essa m*rda e resolvi ler tudo de novo mas no livro o Dumbledore não se levanta para a obrigar a sentar e foi tudo por agua abaixo.

 

mas quando acabei o 4º livro veio uma coisa a cabeça, o Dumbledore em toda a série abomina os Dementors, é talvez a única personagem a par do Harry que tem uma relação de não os suportar sequer perto (sim ng gosta mas eles dois tinham outra reacção) e talvez fosse porque quando se aproximavam dos Dementors acontecia-lhe o mesmo q ao Harry e relembrava a morte da irmã provavelmente provocada por ele.

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Acabei o Prisioneiro de Azkaban e já é outra loiça. Aqui ela já expande mais o universo, adiciona background a personagens e acontecimentos, e já não é uma história simples, já passa de "aquele mauzão matou a tua família" para "aquele mauzão matou a tua família, mas...". O enredo torna-se mais complexo, deixa de ser uma narrativa infantil-juvenil para se virar a um público mais crescido.

 

O início do quarto livro comprova-o, de resto. E a dimensão também, é maior do que os dois primeiros juntos.

Editado por Black Hawk

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O terceiro é onde a história deixa de ser tão infantil para ser mais complexa e ter mais profundidade a todos os níveis. As personagens principais entram na adolescência, é isso tem influência não só nas suas acções, mas também nas própria escrita da JKR. O quarto é o meu favorito :carinhoso:

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HP e o Cálice de Fogo

 

 

"Hum, que planeta é este, professora?"

"É Urano, minha querida."

"Posso ver o teu Urano, Lavender? - murmurou Ron."

 

Presumo que isto na versão original terá muito mais piada do que na tradução :lol:

 

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ya os dois primeiros livros poderiam ser livros da saga uma aventura, apesar de na realidade já introduzir coisas que vão inlfuenciar os futuros

mas a minha passagem favorita de foreshading é no 4º livro no final

 

 

 

Ele falou que o meu sangue o tornaria mais forte do que se usasse o de outro -

disse Harry a Dumbledore. - Falou que a proteção que minha... minha

mãe tinha deixado em mim, seria dele, também. E estava certo, ele pôde me tocar sem se

machucar, ele tocou o meu rosto.

Por um instante fugaz, Harry viu um brilho que lembrava triunfo nos olhos do diretor.

 

 

 

:prayer:

 

o meu favorito até sair o principe misterioso era o prisioneiro de azkaban, o harry potter é uma história interessante pq geralmente eu detesto os herois principais das historias e gosto mais dos sidekicks neste caso os livros onde o harry se vê privado do Ron são os que gosto menos :lol:

metia por ordem

7>6>3>4>5>1>2

Editado por Kendrick Lmao

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HP e o Cálice de Fogo

 

 

"Hum, que planeta é este, professora?"

"É Urano, minha querida."

"Posso ver o teu Urano, Lavender? - murmurou Ron."

 

Presumo que isto na versão original terá muito mais piada do que na tradução :lol:

 

Eu tenho os livros em inglês (U.K.), aqui deixo a transcrição dessa parte:

 

 

"(...) 'Oh, Professor, look! I think I've got an unaspected planet! Oooh, which one's that, Professor?'

 

'It is Uranus, my dear,' said Professor Trelawney, peering down at the chart.

 

'Can I have a look at Uranus, too, Lavender?' said Ron.

 

Most unfortunately, Professor Trelawney heard him, and it was this, perhaps, which made her give them so much homework at the end of the class.

 

'A detailed analysis of the way the planetary movements in the coming month will affect you, with reference to your personal chart,' she snapped, sounding much more like Professor McGonagall than her usual airy-fairy self. 'I want it ready to hand in next Monday, and no excuses!'

 

'Miserable old bat,' said Ron bitterly, as they joined the crowds descending the staircases back to the Great Hall and dinner. 'That'll take all weekend, that will ...' (...)"

 

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E já que estamos a falar da Trelawney, desde que li a obra do Anthony Powell, "A Dance to the Music of Time", que tenho a forte suspeita de que o apelido é uma referência direta a um dos personagens:

 

 

"(...) Dr Trelawney conducted a centre for his own peculiar religious, philosophical – some said magical – tenets, a cult of which he was high priest, if not actually messiah. This establishment was one of those fairly common strongholds of unsorted ideas that played such a part in the decade ended by the war. Simple-lifers, Utopian socialists, spiritualists, occultists, theosophists, quietists, pacifists, futurists, cubists, zealots of all sorts in their approach to life and art, later to be relentlessly classified into their respective religious, political, aesthetic or psychological categories, were then thought of by the unenlightened as scarcely distinguishable one from another: a collection of visionaries who hoped to build a New Heaven and a New Earth through the agency of their particular crackpot activities, sinister or comic, according to the way you looked at such things.

 

(...)

 

When out with his disciples, running through the heather in a short white robe or tunic, his long silky beard and equally long hair caught by the breeze, Dr Trelawney had an uncomfortably biblical air. His speed was always well maintained for a man approaching middle years. The disciples were of both sexes, most of them young. They, too, wore their hair long, and were dressed in ‘artistic’ clothes of rough material in pastel shades. They would trot breathlessly by, Dr Trelawney leading with long, loping strides, apparently making for nowhere in particular.

 

(...)

 

My mother had once dropped in to the post office and general shop of a neighbouring village to buy stamps (perhaps the Health Insurance stamps commemorated in Albert’s picture of Mr Lloyd George) and found Dr Trelawney already at the counter. The shop, kept by a deaf old woman, sold groceries, sweets, papers, almost everything, in fact, only a small corner behind a kind of iron hutch being devoted to postal business. Dr Trelawney was negotiating the registration of a parcel, a package no doubt too valuable – too sacred perhaps – to be entrusted to the hand of a neophyte. My mother had to wait while this laborious matter was contrived.

 

‘He looked as if he was wearing his nightshirt,’ she said afterwards, ‘and a very short one at that.’

 

When the complicated process of registration had at last been completed, Dr Trelawney made a slight pass with his right hand, as if to convey benediction on the old woman who had served him.

 

‘The Essence of the All is the Godhead of the True,’ he said in a low, but clear and resonant voice.

 

Then he left the shop, making a great clatter – my mother said – with his sandals. We heard later that these words were his invariable greeting, first and last, to all with whom he came in contact.

 

‘Horrid fellow,’ said my mother. ‘He gave me a creepy feeling. I am sure Mr Deacon would know him. To tell the truth, when we used to visit Mr Deacon in Brighton, he used to give me just the same creepy feeling too.’

 

In saying this, my mother was certainly expressing her true sentiments, although perhaps not all of them. As I have said before, she had herself rather a taste for the occult (she loved delving into the obscurities of biblical history and prophecy), so that, however much Dr Trelawney may have repelled her, there can be no doubt that she also felt some curiosity, even if concealed, about his goings-on. She was right in supposing Mr Deacon would know about him. When I myself ran across Mr Deacon in later life and questioned him on the subject, he at once admitted that he had known Dr Trelawney slightly at some early point in their careers.

 

‘Not a person with whom I ever wanted my name to be too closely associated,’ said Mr Deacon, giving one of his deep, sceptical laughs. ‘Too much abracadabra about Trelawney. He started with interests of a genuinely scientific and humane kind – full of idealism, you know – then gradually involved himself with all sorts of mystical nonsense, transcendental magic, goodness knows what rubbish. Made quite a good thing out of it, I believe. Contributions from the Faithful, women especially. Human beings are sad dupes, I fear. The priesthood would have a thin time of it were that not so. Now, I don’t expect Trelawney has read a line of economics – probably never heard of Marx. “The Essence of the All is the Godhead of the True,” forsooth. Then you were expected to answer: “The Vision of Visions heals the Blindness of Sight.” I was too free a spirit for Trelawney in spite of his denial of the World. Still, some of his early views on diet were on the right track.’ (...)"

 

 

Até mesmo os gémeos Weasley podem ter recebido uma certa influência dessa obra, pois há as gémeas Quiggin, que partilham uma reputação similar, no sentido de criarem certos problemas:

 

 

"(...) ‘You have heard that the Quiggin twins are to be here tonight?’

 

‘Rather hard on JG and Ada, who are also coming. They’ve done their best for those girls. The only reward is that they throw paint over Kenneth Widmerpool, and then turn up with him at their parents’ parties.’

 

The disapproval with which Members spoke did not conceal a touch of excitement. If the Quiggin twins were to be present there was no knowing what might not happen.

 

(...)

 

There was a loud crackling explosion, like fireworks going off in an enclosed space, followed by a terrific bang. Widmerpool’s table was enveloped in a dark cloud that recalled ‘laying down smoke’ in army exercises. Within half a second all that end of the room was hidden in thick fumes, some of which reached as far as the judges’ table. At the same time a perfectly awful smell descended.

 

‘I knew it would be a mistake to allow those girls in. I have some experience.’

 

Emily Brightman’s voice was calm. Academic administration had accustomed her to such things as were taking place.

 

The smell that swept through the room was of stupefying nastiness. When the smoke cleared away – which for some reason it did quite quickly, the smell, in contrast, dilating in volume and foulness – the Quiggin twins had disappeared. (...)"

 

Editado por bmfpcdm

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Terminei o Cálice de Fogo. Demorou mais do que os outros, mas ainda assim foram-se as 600 páginas em dez dias. Lê-se bem e, talvez o mais importante, finalmente começa a desenhar-se a big picture da história.

 

Notas soltas: senti-me tal e qual como o Krum quando a Hermione lhe estava a tentar ensinar o nome, já que também eu o estava a ler mal e demorei a apanhar-lhe o jeito; passei pela citação que o Barroso referiu sobre o olhar do Dumbledore mas não percebi o que queria dizer, embora acredite que seja revelado mais para a frente e prefiro descobri-lo aí.

 

Quem leu As Crónicas de Gelo e Fogo tem a perfeita noção que a série Game of Thrones não abrange sequer metade da história e apenas roça ao de leve na sua complexidade, e aqui acontece o mesmo. Só vi os filmes uma vez e apercebo-me agora do pouco que apreendi deste mundo.

 

E os livros, de um ponto de vista narrativo, são muito bons. Quem lê os disparates que escrevo de vez em quando no tópico das séries ou de Game of Thrones já reparou que sou um fanático pela coerência da narrativa, foreshadowings e tudo isso. Até ao momento nada tenho a apontar à J. K. Rowling. Tudo o que acontece está contextualizado, não aparecem objectos do nada sem que tenha havido referências prévias às mesmas, as personagens por norma dão referidas e já temos ideia de quem são quando se tornam relevantes para a trama... Perfeitinho. E quando eu, um reclamador profissional, não tem algo para reclamar é porque estou mesmo muito bem impressionado.

 

"A compreensão é o primeiro passo para a aceitação e só com aceitação poderá haver recuperação :heart:

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Ah, se bem me recordo foi o Tennant a fazer aquele papel. Já quando vi o filme achei um desperdício usarem um actor tão talentoso numa personagem que, bem, não o era.

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