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Cinema | Discussão Geral

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Citação de Eden Hazard, há 2 horas:

Vi ontem o Knives Out e, apesar de ter gostado bastante, acho que

 

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no fim do filme há um excesso de reviravoltas e acaba por descambar um bocado. Muito forçado.

 

Concordam?

Sim, sem dúvida. Já vi há bastante tempo, entretem e tem bons momentos mas acho que exageram. Fez-me lembrar um episódio do rick and morty em que o Rick cria uma cena tipo ocean eleven só para o morty desistir das ideias de criar um filme sobre esse tema.

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Citação de Eden Hazard, há 5 horas:

Vi ontem o Knives Out e, apesar de ter gostado bastante, acho que

 

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no fim do filme há um excesso de reviravoltas e acaba por descambar um bocado. Muito forçado.

 

Concordam?

Concordo. E também acho que isso já é o estilo de escrita do Rian Johnson, achar que tem algo mais inteligente do que realmente é (Brothers Bloom e Last Jedi vêm logo à cabeça). A maior novidade do Knives Out é a forma como joga com a estrutura de um whodunit, mas ainda assim existe muito convencionalismo. O/A assasino/a é tão, mas tão previsível. 

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Dediquei as duas primeiras semanas de março exclusivamente a filmes realizados só por mulheres, com o critério adicional de ter pelo menos uma mulher creditada no processo de escrita. Com um mês de antecedência (a ideia era caso me calhasse algum filme baseado num livro, ter tempo para o ler antes, mas para minha surpresa tal não aconteceu) utilizei o criticker para calendarizar os filmes (basicamente clicar no botão random até calhar um filme dentro desses critérios), alternando entre “recomendações” (filmes com um PSI igual ou superior a 70) e “aleatório”, resultando no seguinte calendário:

1-      Jeanne Dielman, 23, quai du commerce, 1080 Bruxelles”, Chantal Akerman

2-      Princess Aurora”, Eun-jin Bang

3-      Waitress”, Adrienne Shelly

4-      Nativity!”, Debbie Isitt

5-      Watchtower”, Pelin Esmer

6-      The Man of My Life”, Zabou Breitman

7-      Red Road”, Andrea Arnold

8-      Expecting”, Jessie McCormack

9-      Upperdog”, Sara Johnsen

10-   Everyone Else”, Maren Ade

11-   The Breaker Upperers”, Madeleine Sami & Jackie van Beek

12-   27 Dresses”, Anne Fletcher

13-   Shirkers”, Sandi Tan

14-   The Beaches of Agnès”, Agnès Varda

Depois no caso de ter tempo para ver mais algum filme em cada um desses dias, utilizei o criticker novamente, acabando por ter visto ainda os seguintes filmes:

Creative Nonfiction”, Lena Dunham; “Grand Central”, Rebecca Zlotowski; “Paradox”, Daryl Hannah; “Beyond the Lights”, Gina Prince-Bythewood; “The Brass Teapot”, Ramaa Mosley; “Behind the Burly Q”, Leslie Zemeckis; “Runaway”, Kim Longinotto & Ziba Mir-Hosseini; “Lost in Translation”, Sofia Coppola; “Schizo”, Gulshat Omarova; “Exhibition”, Joanna Hogg; “City 40”, Samira Goetschel.

Os únicos filmes que já tinha visto foram: "27 Dresses" e "Lost in Translation". As únicas realizadoras das quais já tinha visto outros filmes foram: Andrea Arnold ("Fish Tank"), Sofia Coppola ("Somewhere"), Maren Ade ("Toni Erdmann"), Anne Fletcher ("The Proposal") e Agnès Varda ("The So-called Caryatids", "Vagabond" e "Jane B. for Agnès V.").

De salientar só ter calhado ver um filme do século passado, logo o primeiro, “Jeanne Dielman, 23, quai du commerce, 1080 Bruxelles”, que calhou também ter sido o melhor das duas semanas (e um dos melhores de sempre), de longe; nunca, aliás, três horas e meia passaram tão rápido, apesar da aparente lentidão do filme; difícil de descrever, trata-se de um autêntico paradoxo.

Destaco ainda, “Red Road”, com uma qualidade voyeurista que me agradou particularmente; “Exhibition”, que detém um sentido estético muito acima da média e procura desenvolver a narrativa, essencialmente, a nível visual, confiando na inteligência da audiência; “Shirkers”, que me causou mágoa e pesar por um filme, um pedaço de cultura não só roubado à Singapura, como também à humanidade; e “The Beaches of Agnès”, uma belíssima autobiografia cinemática.

Outra curiosidade são os mais variados países representados: Bélgica, Coreia do Sul, Estados Unidos da América, França, Reino Unido, Turquia, Noruega, Alemanha, Cazaquistão, Nova Zelândia e Rússia (este último, clandestinamente).

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Ultimamente, tenho-me lembrado duma cena que me fascinou do War of the Worlds do Spielberg, é um filme que me causou um grande impacto na altura em que vi, e uma coisa que ficou incompreendida na minha mente era aquele inicio/final.

Já me tinha esquecido e um amigo lembrou-me desse filme agora ha pouco tempo e voltei a esse fascinio, ao revisitar essas duas cenas. Tem uma mensagem que deve ser descortinada e é relevante para o que estamos a passar agora.

 

Editado por frnk th tnk
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dá para se fazerem listas privadas no letterboxd? as in listas votadas pelo CMPT

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Citação de bobzz, há 10 minutos:

dá para se fazerem listas privadas no letterboxd? as in listas votadas pelo CMPT

dá pra criar listas privadas em que so tu ves ou quem tem o link penso e da para criar uma votação e tendo os resultados criar uma lista lá

Não sei se era isso que tinhas em mente/querias saber

 

 

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Era isso, mas integrado no letterboxd.

Um showdown como eles fazem, em que depois fica disponivel a lista de cada um.

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Estou curioso para ver o Motherless Brooklyn - novo filme realizado e protagonizado pelo Edward Norton. Há aqui alguém que já viu?

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Citação de Eden Hazard, há 21 minutos:

Estou curioso para ver o Motherless Brooklyn - novo filme realizado e protagonizado pelo Edward Norton. Há aqui alguém que já viu?

Já. Produção, score e cinematografia ótimas, mas em termos de narrativa não é grande coisa. Muito densa e algo confusa com um mistério que acaba por desiludir. 

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Citação de bobzz, há 8 horas:

Era isso, mas integrado no letterboxd.

Um showdown como eles fazem, em que depois fica disponivel a lista de cada um.

pois, não sei

Mas era uma ideia fixe, em tempos de quarentena fazer-se uma lista com algum conceito por tras, um significado. Imagina cada um escolhia um filme que representasse elementos universais da vida - infância, amor, morte, isto pensado de uma maneira muito geral, dá muito "pano para mangas". Mas era um exercicio interessante de se fazer. O que acham?

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Vi o Uncut Gems

Papelaço do Adam Sandler. Mas ainda assim, achei o Good Time mais conciso. É ver, tou curioso com o que os Safdie podem fazer.

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Eu gostei bastante dos dois, mas para mim o Uncut Gems está um patamar acima. O Good Time também é frenético que f*de, mas a última meia hora do Gems é incrível. Dei por mim a celebrar sempre que o man marcava um cesto. 

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Estive a rever ontem o Interstellar, só  tinha visto uma vez na anteestreia. Lembrava-me que tinha gostado muito, mas não me recordava que era tão bom.

Editado por Augusto

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Citação de Augusto, há 1 hora:

Estive a rever ontem o Interstellar, só uma vez na anteestreia. Lembrava-me que tinha gostado muito, mas não me recordava que era tão bom.

Ver o Interstellar no cinema foi uma experiência incrível.

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Citação de Spikey, há 7 minutos:

Ver o Interstellar no cinema foi uma experiência incrível.

Recordo-me especialmente do som.

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Falando em filmes frenéticos, vi o Prisoners e gostei bastante. Para mim, não anda longe do nível de clássicos do género como o Se7en ou o Silence of the Lambs. 

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Citação de Mayday, há 6 horas:

Vi o Do The Right Thing e gostei muito. 

Vejam o Les Miserables que saiu este ano, vale muito a pena. Não sei se já anda por ai, mas só para deixar a recomendação.

O filme segue na linha desse e do La Haine também.

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Ainda não, infelizmente. O que já anda por aí é o novo do Polanski.

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Citação de Keef, há 1 hora:

Ainda não, infelizmente. O que já anda por aí é o novo do Polanski.

Não encontro o J' accuse.

Editado por Augusto

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