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Boo Riquelme

[Núcleo] Atlético CP

Publicações recomendadas

2 centrais do Vitória titulares nos líderes da Orangina e nós com uma das piores defesas do campeonato. Gestão desportiva fantástica. :prayer:

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6 PONTOS ISOLADOS

 

O LÍDER DA ORANGINA MORA AQUIIII, MORAA AQUIIII, MORA AQUIIII, O LIDER DA ORANGINA MORA AQUIIII, MORA AQUIIIII, MORA AQUIIIIIIIIIIIIIIIII

 

 

ATLÉÉÉÉÉÉÉEÉÉÉÉÉÉTICOOOO CRLLLLLLL <3

5 pontos. :mrgreen:

Editado por Coiso

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Como foi o jogo? Vi que o golo foi de bola parada... A equipa joga bem e está indiscutivelmente confiante e num bom momento, mas também tem ganho jogos (tipo o da Naval, este não sei que não vi) que teve estrelinha em ter ganho. Golo de bola parada, o adversário a desperdiçar umas boas duas ou três ocasiões para marcar... Ainda é cedo e isto é uma prova de longevidade, mas estou curioso para saber como é que vão reagir, por exemplo, a uma altura em que estejam 2/3 jogos sem ganhar em que eventualmente tenham tido pouca sorte. Depois também há a questão as lesões, dos castigos e da profundidade do plantel, e o facto dos graúdos (como o Arouca ou o Leixões) chegarem a Janeiro e taparem ali 3 ou 4 buracos no plantel com o dinheiro que certamente têm a mais que o Atlético...

 

Isto não é uma prova a eliminar, é preciso calma... Eu se tivesse de apostar agora, era capaz de apostar num lugar um bocado mais baixo, tipo um 5º lugar. A equipa está a jogar bem e há dedo do treinador (Boo, o melhor que vos aconteceu ainda foi a saída do Toni Pereira, que o homem não tinha a estaleca e a qualidade deste), mas a equipa é novinha e inexperiente. Vamos ver. Enquanto jogarem no nosso buraco, eu por lá continuarei a aparecer de 2 em 2 semanas.

 

Já agora, também acho que era conveniente caso as coisas lá mais para o fim estejam a correr de feição apressarem as obras na Tapadinha. Lá serão provavelmente mais fortes.

 

Ontem foi um jogo onde ganhámos bem. Eles mandaram 2 aos postes, atacavam rápido nas nossas costas, mas fomos superiores em todas as fases do jogo. Um remate do Laurindo perigosissimo e que levava selo de golo, foi defendido pelo GR. No canto, marcámos golo. Tivemos outras oportunidades, principalmente a acabar a primeira parte, aos 43min, onde o Taylor finta tudo na linha, entra na area, joga para tras e o Caeiro remata com pouca força que ainda foi interceptada pelo GR/DC e passa a 5cm do poste. Antes tivémos outra portunidade, onde o Taylor tb finta, e cruza para o Caeiro, mas este nao se esticou, senao era golo.

Curioso que esses lances não aparecem no resumo.

 

Na 2ª parte foi só controlar, tiveram aquela oportunidade do Fangueiro a mandar à barra, e de resto não fizeram assim nada de especial.

 

Fomos superiores e ontem ganhámos por mérito próprio. Não foi como contra a Naval, onde até os amigos do meu pai disseram que ganhámos com muita sorte e que não jogámos nada.

 

A nossa equipa é isto: defesa organizada, saídas rápidas para o contra-ataque e um bocadinho de sorte.

 

Tudo o resto não importa, só queremos a manutenção e o nosso estádio com as obras feitas, tudo o resto é paisagem.

 

FORÇA ATLÉTICO !

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Citação do jornal "A Bola" online

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ATLÉTICO, UM LÍDER QUE NÃO DORME

Ponto de encontro: Estádio da Tapadinha, sete da manhã. Tudo a pronto para mais uma dura batalha. Desta vez em Matosinhos. O jogo com o Leixões era até ao momento o mais duro teste do Atlético neste campeonato. Saída de Alcântara deu-se meia hora de depois. Seguiu-se um longo caminho com uma curta paragem para almoço. O rigor financeiro não permite loucuras, leia-se, de estágios de preparação. Estas são as regras e a vida do actual líder da Liga de Honra. Às 15.30 horas pontapé de saída no Estádio do Mar. Quatro minutos depois, a festa do golo com Silva, médio cedido pelo V. Setúbal, a colocar os alcantarenses em vantagem. Ele que até veio a dormir durante o percurso. Acordou ele e toda a equipa com uma vantagem que já não seria anulada. A vitória colocou a equipa da Tapadinha mais isolada no topo da classificação. Seguia-se a viagem para Lisboa, sem grande tempo para festejos. Nova paragem para jantar e chegada a Alcântara deu-se quinze minutos depois da 22 horas. À chegada da equipa estava a reportagem de A BOLA. Viram-se alguns sorrisos, muitos cumprimentos. O dia estava terminado com o sentimento de dever cumprido. «Esta é a nossa realidade e não podemos fugir dela. Para que o clube tenha as contas equilibradas não podemos fazer estágios e felizmente todos os jogadores dão o máximo para dignificarem o nome deste clube histórico. Estamos cansados, mas felizes», disse o treinador João de Deus. Como prémio ao esforço, o treinador optou por dar dois dias para recuperar o... sono perdido. O regresso está marcado para a próxima terça-feira.
Editado por Boo

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E aquele super espanhol que tinha vindo, um tal extremo que deixou toda a gente a babar-se nao calça?

 

Era um tal de Lopez, nao era?

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como nós jogamos, não...

 

4-3-3, onde os médios são interiores box-to-box, combativos, agressivos e rápidos nas transições.

Extremos bem abertos e flanqueadores a dar profundidade..

 

O Coelho não se integra mt bem. E o mister, no inicio da temporada, ate insistiu com ele a interior, mas não dava mesmo. Tem pouca intensidade, é jogador mais de 'classe', digamos assim. Para 10, médio ofensivo sem tnata responsabilidade defensiva e de equilibrio, talvez e desempenharia com competência/qualidade. Agora para o sistema de jogo que usamos agora, não.

 

E aquele super espanhol que tinha vindo, um tal extremo que deixou toda a gente a babar-se nao calça?

 

Era um tal de Lopez, nao era?

é jogador de bola, mas é como disse aqui ... não encaixa mt bem. Não é um extremo muito rápido, é mais de procurar terrenos interiores e de jogo apoiado e curto. Mas é jogador de bola e é uma mais-valia para a nossa equipa.

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Boo ontem contaram-me uma engraçada.

 

E depois se puderes, tenta confirmar aí com os adeptos mais velhos.

 

Esta história remonta às épocas em que o Atlético estava na antiga 3ª (não existia 2ª B) entre as épocas de 77 e 80 e pouco, que foi a altura em que o Tires estava na 3ª juntamente com Atlético, Estrela da Amadora, Olivais e Moscavide e por aí.

 

Contou-me ontem o presidente da altura do Tires, que num jogo Tires- Atlético no antigo pelado do Tires, o jogo estava empatado a 0, e entra dentro de campo um cão que vai pôr-se dentro da baliza do Atlético e o GR do Atlético da altura não vai de modas, e começa aos pontapés ao cão, a ver se o cão saía. Resultado, o árbitro expulsa o GR por comportamento antidesportivo, é livre indirecto contra o Atlético dentro da grande área e golo do Tires.

Que é que acontece? Ao lado do campo do Tires aquilo era só pedras, e os adeptos do Atlético aproveitaram e foi uma chuva de pedras contra o árbitro que o jogo teve de ser interrompido, e demorou uma meia-hora para que os dirigentes e jogadores do Tires conseguissem limpar o campo.

O Atlético protestou o jogo, mas acabou por perder na mesma :lol:

 

Tenta lá saber junto das pessoas mais idosas se se lembram disto. ;)

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o árbitro expulsa o GR por comportamento antidesportivo

 

Does not compute

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isto já foi há uns 35 anos.

 

foi expulso, se foi bem ou mal, não sei ;)

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A cena não é essa. É que comportamento antidesportivo é para advertências, expulsão é conduta violenta. Tás sempre a aprender comigo :mrgreen:

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Ah muito bem.

 

 

Então foi por conduta violenta.

 

Não fazia a mínima ideia disso ;)

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Boo ontem contaram-me uma engraçada.

 

E depois se puderes, tenta confirmar aí com os adeptos mais velhos.

 

Esta história remonta às épocas em que o Atlético estava na antiga 3ª (não existia 2ª B) entre as épocas de 77 e 80 e pouco, que foi a altura em que o Tires estava na 3ª juntamente com Atlético, Estrela da Amadora, Olivais e Moscavide e por aí.

 

Contou-me ontem o presidente da altura do Tires, que num jogo Tires- Atlético no antigo pelado do Tires, o jogo estava empatado a 0, e entra dentro de campo um cão que vai pôr-se dentro da baliza do Atlético e o GR do Atlético da altura não vai de modas, e começa aos pontapés ao cão, a ver se o cão saía. Resultado, o árbitro expulsa o GR por comportamento antidesportivo, é livre indirecto contra o Atlético dentro da grande área e golo do Tires.

Que é que acontece? Ao lado do campo do Tires aquilo era só pedras, e os adeptos do Atlético aproveitaram e foi uma chuva de pedras contra o árbitro que o jogo teve de ser interrompido, e demorou uma meia-hora para que os dirigentes e jogadores do Tires conseguissem limpar o campo.

O Atlético protestou o jogo, mas acabou por perder na mesma :lol:

 

Tenta lá saber junto das pessoas mais idosas se se lembram disto. ;)

 

vou saber disso, os amigos do meu pai e o meu pai nessa altura ja tinham todos 30 anos, portanto ja iam para todo o lado com o clube, portanto vou ver disso.

 

de qlq forma, o Atlético desce ppara a 2a Divisao em 76-77, não sei se até 80 desceu para a 3a...de qlq forma, vou ver isso.

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O meu pai nessa altura também já corria os peladões todos da distrital atrás do enorme da Amadora. :mrgreen:

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Chandler, o tio do meu pai, que foi Presidente 7 anos do Tires na altura em que o Tires estava na 3ª (equivalente à 2ª B) falou-me maravilhas do José Gomes.

 

E que o do Atlético da altura também era boa pessoa.

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O José Gomes foi basicamente o motivo porque nós algum dia passámos, sem ofensa, do patamar do Tires. Provavelmente se ele não tem assumido o clube naquela altura tínhamos andado nos últimos 40 anos a encher pacotes na 3ª e nas distritais, nem ninguém sequer sabia quem éramos.

 

As diferenças devem ser das maiores que já se viram na história do futebol português. Foi de um clube com um peladozeco, uns muros e uns 100 sócios que passeava na distrital, a um clube a ganhar uma Taça, a jogar em competições europeias e com as condições que ainda lá estão hoje de pé, que foi tudo do tempo dele. Tudo no mesmo mandato e até ele morrer.

 

Entretanto, o homem bateu a bota, e uns bons anos depois lá conseguiram mandar tudo por terra.

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Exacto, foi o que ele disse. Que subiram desde as distritais até lá acima e que já nos fins do mandato não era "lutar para não descer, já tinham estatuto na primeira liga".

 

foi pena não ter tido seguidores ao seu nível

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pá, entretanto tenho adicionado alguns jogadores do Atlético no facebook e parto-me a rir com o GK australiano/americano Caleb :lol: O gajo tá semper a comentar o facebook dos colegas dele, a dizer m*rda em portugues "cabeça de ananás, fodass!!" :lol: só diz é m*rda lolol

parece que a equipa está fortíssima a nível anímico, ao menos isso :D

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Citação do jornal "O Jogo" online

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Caleb em grande entrevista n' O Jogo

Por Ana Proença

Caleb Patterson-Sewell nunca viu a Casa dos Segredos, mas ficou chocado quando, há dias, lhe contaram que uma concorrente do programa da TVI apontara África como um país da América do Sul. O guarda-redes do Atlético gosta de se manter informado e ainda recentemente leu uma biografia de George Bush, onde soube da existência da Base Aérea das Lajes, nos Açores, como importante ponto de apoio para as Forças Armadas norte-americanas.
"Esse livro referia o apoio dado por Portugal e pelo seu primeiro-ministro às políticas de George Bush. Achei interessante", refere o jogador de 24 anos, enquanto bebe uma Coca-Cola, a olhar o mar no Hotel Farol Design, em Cascais. "Assim que terminarmos a entrevista tenho de ir para casa arrumar e limpar o meu quarto. Eu e o Hugo [López] arranjámos uma empregada, mas ao segundo dia já não apareceu", afirmou com risadas.

Chegou dos Estados Unidos há quase quatro meses. Já sabe dizer alguma coisa em português?
Ando a ver se aprendo com uns CD de brasileiro [risos]. Só sei dizer 'direita, esquerda, para trás, para a frente, ganhar..." Vim viver para Cascais e, na verdade, isso não está a ajudar, pois aqui toda a gente fala comigo em inglês. Mas já entendo mais ou menos uma conversação em português. Pelo menos já não faço figura de parvo...

Não entrou em pânico quando chegou a Portugal?
Embora os treinadores do Atlético falem inglês, fiquei assustado nos primeiros jogos, porque não entendia nada do que me diziam. E os colegas deviam achar que eu era maluco, pois fartava-me de gritar em inglês. Além de que nos primeiros dias me senti muito cansado e queria agradar.

Teve vontade de voltar para casa...
Não escondo que os primeiros dias foram muito difíceis. Não conseguia perceber o que se passava à minha volta, não conseguia ler jornais, nem entender sequer se as pessoas estavam a gostar de mim. Mas, estando tão sozinho, foi também quando descobri muito acerca de mim próprio.

Lembra-se onde estava quando lhe falaram da possibilidade de vir para o Atlético?
Estava à beira da piscina, na minha casa nos Estados Unidos. Desliguei o telefone e corri para o computador a "googlar" o nome do clube. Epá! E fiquei um tanto desorientado; não encontrei praticamente nada, muito menos algo que pudesse entender. Eu só pensava 'mas onde é que eu me vou meter...' O meu empresário [ndr: Filipe Dias] disse-me que se tratava de um clube histórico de Portugal, onde teria oportunidade de jogar. Eu pedi-lhe mais tempo para pensar e continuei a procurar na internet, até ao YouTube fui (risos) e nada... Mas acabei por aceitar. Tinha propostas de clubes de primeira liga, onde seria segundo guarda-redes. Em dois dias estava a viajar para Portugal.

Estava a jogar numa equipa norte-americana (Carolina RailHawks). Calculo que tenha vindo receber menos dinheiro para aqui?
Sim. Mas neste momento não me interessa o dinheiro. A prioridade era regressar à Europa e vir para uma equipa onde pudesse jogar. Espero recuperar o dinheiro que estou a perder agora com a transferência para um clube maior. Portugal e a Liga Orangina são uma boa montra.

A propósito, o Atlético é um clube pobre. Tem cumprido as suas obrigações?
Sim. Tudo certinho.

E a questão de terem de viajar no mesmo dia dos jogos fora?
Claro que gostávamos de ir na véspera e ficar no hotel a relaxar até à hora do jogo. Mas estas são as condições que temos e não serve para nada andarmo-nos a lamentar. Temos de ser realistas e não arranjar desculpas. Assim, as vitórias até sabem melhor. Todos os dias, depois do treino, tomo um banho quentinho no balneário do estádio e isso chega-me.

Está a viver sozinho em Cascais??
Estou a viver com o Hugo López [médio espanhol do Atlético]. E o Tony Taylor [avançado norte-americano] é nosso vizinho, ainda esta manhã fui jogar ténis com ele.

Arrisca lesionar-se...
[risos] Só estivemos a bater umas bolas, uma coisa leve, para nos mexermos um pouco, caso contrário ficávamos em casa o dia todo.

Joga bem? Poderia, por exemplo, ter sido tenista em vez de futebolista?
Tenista não, mas jogador de críquete sim. Joguei a alto nível na Austrália, mas optei pelo futebol. Para se ganhar realmente dinheiro no críquete tem de se ir para a selecção nacional, o que é muito difícil e para jogadores, habitualmente, acima dos 28 anos.

Acha que se não tivesse jogado críquete, seria pior guarda-redes?
[risos] Talvez. A verdade é que o críquete é muito técnico, exige muita paciência, tal como a posição de guarda-redes. Pratiquei muitos desportos diferentes e acho que todos ajudaram: o golfe, o basquetebol, o râguebi...

E o futebol? Quando entrou na história?
Já tarde, com 11 anos. Um pequeno clube da terra onde vivia na Austrália [Gatton] andava à procura de jogadores e o meu melhor amigo convenceu-me a ir fazer um treino. Nem gostei muito. Joguei a lateral-esquerdo, eu que nem canhoto sou. Mais tarde voltaram a insistir e fui fazer testes a uma equipa maior. Fui testado a várias posições e o engraçado foi que o treinador dava palmadinhas nas costas dos candidatos quando não gostava de os ver a jogar em determinada posição. Só parou de bater nas minhas costas quando fui para a frente da baliza [risos].

Foi para o Anderlecht, sua primeira equipa na Europa, com apenas 16 anos...
E tornei-me profissional no ano seguinte, ainda júnior, no Liverpool. Apesar da Austrália e dos EUA não terem grande tradição de futebol, têm fama de formarem bons guarda-redes. Portanto, tenho alguns créditos...


Helton, Artur e Rui Patrício. Qual o impressiona mais?
Sem dúvida o Artur, do Benfica. Faz defesas incríveis, é de ficar de boca aberta. Ao mesmo tempo, identifico-me mais com ele do que com os outros. É um guarda-redes mais estável, mais confiante e sereno. O Helton também é muito bom, mas tem um estilo mais acrobático, mergulha mais. Quanto a Rui Patrício, ainda é um guarda-redes jovem, está a passar um bom momento, e penso que não ficará no Sporting por muito tempo. Mas gostaria de referir também o Diego Silva, do Vitória de Setúbal. Acho-o fantástico. E garanto que não o conheço pessoalmente [risos].

E jogadores de campo a actuar em Portugal? De quem gosta mais?
Do Hulk. É um jogador fabuloso e irá para um clube ainda maior. E também do Aimar, que já está mais velho. Via-o jogar quando era mais novo. É muito táctico, gosto.


O que seria para si chegar ao topo da carreira?
Se, um dia, fosse jogar para a Premier League, para o Arsenal ou para o Manchester United, e ganhasse títulos por essas equipas inglesas, então, nessa altura, acho que iria pensar 'epá... estou de barriga cheia'.

E não pensa em chegar à selecção australiana? Ou será a dos Estados Unidos?
Podem ser as duas, pois tenho dupla nacionalidade e nunca representei nenhuma. Na hora certa, se chegar, pensarei nisso. Mas acho que será mais fácil representar a Austrália, porque Schwarzer está em final de carreira.

Percurso singular entre três continentes

A mãe de Caleb Patterson-Sewell é australiana - cabeleireira e maquilhadora de actores e cantores - e o pai norte-americano - psicólogo junto de crianças abandonadas. O guarda-redes nasceu nos Estados Unidos e, aos dois anos, foi para a Austrália, para a costa Este, onde cresceu e de onde só partiu aos 16 anos, para jogar no Anderlecht, da Bélgica. Pouco tempo depois, foi para o Liverpool e daí regressou à Austrália, onde representou os Toowoomba Raiders e os MT Gravatt Hawks. Em 2007 partiu para os Estados Unidos, tendo representado diversas equipas. A mais sonante foi o New York Red Bulls. Chegou a Portugal em Julho. Caleb tem um percurso insólito, mais ainda tendo em conta a globalidade dos futebolistas que actuam em Portugal. Isso nota-se na sua conversa fluida e vivida. Perguntei onde se sentia mais em casa? "Acho que quando me reformar regresso à Austrália. Lá vive-se mais devagar..."

Comer saudável é fácil em Portugal

Caleb diz que é fácil comer de forma saudável em Portugal, coisa que não acontecia, de todo, nos Estados Unidos. "Era muito difícil fazer isso lá. Aqui pode-se comer peixe, boa carne ou legumes diversos em qualquer lugar e hora", afirmou, explicando que, em relação aos cuidados dos jogadores com o seu corpo, não existem muitas diferenças entre os dois países. "Cada jogador tem as suas preocupações. Eu tento comer bem e faço alongamentos em casa, quando estou a ver televisão", disse. E por falar em casa, Caleb tem ar de playboy, mas no que toca às lides domésticas, é uma verdadeira fada do lar. "Ainda na noite passada, fiz bife com molho de tomate e manjericão. O Hugo [López] até goza comigo, diz que cozinho como uma rapariga. A minha mãe sempre me ensinou a cozinhar, limpar e passar a ferro para não ter de depender de ninguém. Obrigado, mãe."


Tive medo ali na parte do livro do Bush, mas o resto da entrevista é porreira.

--

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115 mil euros para as nossas obras. Dizem que o orçamento é de 200 mil euros. Não sei quem vai meter o resto, mas espero que ainda joguemos em casa esta época e que o primeiro jogo seja contra o Belenenses em casa, o primeiro jogo de 2012 para estar lá a Tapadinha em peso e voltarmos a sermos o que éramos : pequenos mas honrados.


FORÇA ATLÉTICO - MELHOR CLUBE DO MUNDO ! :heart:

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Boo ontem contaram-me uma engraçada.

 

E depois se puderes, tenta confirmar aí com os adeptos mais velhos.

 

Esta história remonta às épocas em que o Atlético estava na antiga 3ª (não existia 2ª B) entre as épocas de 77 e 80 e pouco, que foi a altura em que o Tires estava na 3ª juntamente com Atlético, Estrela da Amadora, Olivais e Moscavide e por aí.

 

Contou-me ontem o presidente da altura do Tires, que num jogo Tires- Atlético no antigo pelado do Tires, o jogo estava empatado a 0, e entra dentro de campo um cão que vai pôr-se dentro da baliza do Atlético e o GR do Atlético da altura não vai de modas, e começa aos pontapés ao cão, a ver se o cão saía. Resultado, o árbitro expulsa o GR por comportamento antidesportivo, é livre indirecto contra o Atlético dentro da grande área e golo do Tires.

Que é que acontece? Ao lado do campo do Tires aquilo era só pedras, e os adeptos do Atlético aproveitaram e foi uma chuva de pedras contra o árbitro que o jogo teve de ser interrompido, e demorou uma meia-hora para que os dirigentes e jogadores do Tires conseguissem limpar o campo.

O Atlético protestou o jogo, mas acabou por perder na mesma :lol:

 

Tenta lá saber junto das pessoas mais idosas se se lembram disto. ;)

 

o meu pai lembra-se desse jogo, estava lá e o que ele me disse foi:

 

que o Atlético estava a ganhar 1-0, o GK era o Lapa. E foram os adeptos do Tires que meteram o cão na baliza, depois houve um stress qualquer e que o pessoal do Tires é que começou à pedrada aos sócios e jogadores.

amanha vou falar com os amigos dele e logo vejo como é!

 

mas como é o pessoal de Tires, acredito que seja assim...qd fui aí jogar, da última vez, entrou GNR e pastores alemães em campo, entrou gente dentro de campo para nos bater, foi uma escáfia do crl

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:lol:

 

o Espanhol e o Caleb vivem juntos, e hoje de manha acho que tiveram numa esplanada qualquer com vista para o mar, e puseram uma fotografia no facebook deles os 2.

O Vitor Bastos vai la comentar "gays"

, resposta do GK: "Ay ananas cabeca. Vai tu f*der !!! "

resposta do Hugo " jajajajaja panelero!!"

 

:lol: só me rio com estes 2, gandas bonecos

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