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antifa

Tópico das bicicletas

Publicações recomendadas

Citação de antifa, há 5 horas:

Pá, é uma peça de roupa pensada propositadamente para andar de bicicleta por isso mantém o conforto quando se passa aquele limite de uns 30km em que usando roupa normal costuma começar a ficar desconfortável. Tens as costuras no sitio certo, é justo qb, tem aquele almofadado ("chamois"), as alças não deixam que mexa do sitio. É um bocado ridiculo mas é porreiro para quem faz algumas dezenas de km em estrada.

Que percusos fazes?

Porto a Espinho e voltas?

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Citação de a.lopes, há 10 horas:

Que percusos fazes?

Porto a Espinho e voltas?

Varia, também só há pouco tempo é que comecei a andar mais. Isso de ir e vir (ou só ir) de Espinho já fazia aos anos, mas com a nortada pode ser chato e ao fim de semana tem muita confusão. É mais porreiro só ir até Aveiro e vir de comboio. Também já dei voltas pela marginal norte do Douro, ir e vir ou voltar pelo interior de Gondomar/Valongo. E ultimamente tenho passado vários fins de semana para os lados de Viana e gosto muito de andar por ali.

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Sou dos poucos que anda de manhã a fazer Espinho-Porto com roupa normal, a maioria anda com essas roupas. Para a volta que dou ainda não sentia necessidade de comprar melhor, mas também só ando +- 1H e pouco. Giro giro é picar com a malta das bikes elétricas 😂

Atenção que tenho uma bike bem antiga, é uma Etiel.

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Citação de Augusto, há 1 hora:

Sou dos poucos que anda de manhã a fazer Espinho-Porto com roupa normal, a maioria anda com essas roupas. Para a volta que dou ainda não sentia necessidade de comprar melhor, mas também só ando +- 1H e pouco. Giro giro é picar com a malta das bikes elétricas 😂

Atenção que tenho uma bike bem antiga, é uma Etiel.

Tenho duas elétricas. Uma da GIANT e outra da Eleglide. Como só ando de bicicleta para fazer desporto e ao mesmo tempo passear não acho que exista melhor. Posso estar mais cansado e ligar o modo elétrico e aproveitar o passeio mas "contra" certas bicicletas e em superfícies planas não temos qualquer hipótese. :7_sweat_smile:

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Citação de antifa, Em 19/11/2024 at 15:51:

@Rain Dogcomprei um bib, há volta atrás?

há, mete um bife debaixo do cu. Assim quando chegas a casa já tens o bife assado e pronto a comer.

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@Rain Dog isto é péssimo? https://www.decathlon.pt/p/bicicleta-de-estrada-rc120-disco-cinzento-claro/_/R-p-302301?mc=8619132&c=Cinza pérola

Ando a namorar uma bicicleta para fazer as deslocações casa-trabalho (costumo fazer naquelas elétricas da Gira) e ocasionalmente em passeio ao fim de semana. Nada hardcore, de todo, estamos a falar de uns 15min para cada lado durante a semana. A minha dúvida é: não percebo nada de bicicletas e nem tenho propriamente grande aptidão física (se bem que esta parte treina-se) e tenho receio de me estar a armar em carapau a ver uma manual. As Gira são pesadas até dizer chega portanto quando tento ir sem apoio elétrico nos meus trajetos costumo penar um bocado...mas acho que pode ser um bocado misto de as bicicletas serem mázitas com o facto de eu não insistir regularmente na coisa. Uma destas seria mais "fácil" de apanhar a estaleca, não? 

Depois a cena do piso. Essa diz que é de estrada e eu maioritariamente ando em ciclovia. Mas, como é Lisboa, há sempre uns troços de calçada e assim. Aquela vai-se desfazer ou é na boa? Subir lancil aqui e ali (a chegar a casa tenho sempre ciclovia interrompida com um par deles lol) é ok ou vou bater com os dentes no chão? 

Por fim, pergunta com selo de noob: estas bicicletas dão para usar com pedais "normais"? Ou tem de ser aqueles de encaixe todos pros? 

 

EDIT: https://www.decathlon.pt/p/bicicleta-de-estrada-de-endurance-edr-af-microshift-sword-2x10-v-cinzento-escuro/_/R-p-343660?mc=8771991&c=Cinza grafite 

também vi esta, um pouco mais cara mas talvez mais preparada para a parte da calçada e tal, não?

Editado por Modulor

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Citação de Modulor, há 31 minutos:

@Rain Dog isto é péssimo? https://www.decathlon.pt/p/bicicleta-de-estrada-rc120-disco-cinzento-claro/_/R-p-302301?mc=8619132&c=Cinza pérola

Ando a namorar uma bicicleta para fazer as deslocações casa-trabalho (costumo fazer naquelas elétricas da Gira) e ocasionalmente em passeio ao fim de semana. Nada hardcore, de todo, estamos a falar de uns 15min para cada lado durante a semana. A minha dúvida é: não percebo nada de bicicletas e nem tenho propriamente grande aptidão física (se bem que esta parte treina-se) e tenho receio de me estar a armar em carapau a ver uma manual. As Gira são pesadas até dizer chega portanto quando tento ir sem apoio elétrico nos meus trajetos costumo penar um bocado...mas acho que pode ser um bocado misto de as bicicletas serem mázitas com o facto de eu não insistir regularmente na coisa. Uma destas seria mais "fácil" de apanhar a estaleca, não? 

Depois a cena do piso. Essa diz que é de estrada e eu maioritariamente ando em ciclovia. Mas, como é Lisboa, há sempre uns troços de calçada e assim. Aquela vai-se desfazer ou é na boa? Subir lancil aqui e ali (a chegar a casa tenho sempre ciclovia interrompida com um par deles lol) é ok ou vou bater com os dentes no chão? 

Por fim, pergunta com selo de noob: estas bicicletas dão para usar com pedais "normais"? Ou tem de ser aqueles de encaixe todos pros? 

 

EDIT: https://www.decathlon.pt/p/bicicleta-de-estrada-de-endurance-edr-af-microshift-sword-2x10-v-cinzento-escuro/_/R-p-343660?mc=8771991&c=Cinza grafite 

também vi esta, um pouco mais cara mas talvez mais preparada para a parte da calçada e tal, não?

Dá-me a impressão que essa bicicleta há 3 ou 4 anos era coisa para custar 300€ em vez de 480€ mas é o que é, o dinheiro não chega tão longe em 2025

Péssima não, é bem decente como qualquer uma da decathlon. Todas as bicicletas aceitam pedais de plataforma ou de encaixe, como preferires. Até podes comprar uma bicicleta usada no tour de france e meter-lhe pedais de plataforma, não há nada que te impeça

Não estou a perceber é porque é que queres uma de estrada para deslocações do dia a dia, isso é mais para desporto. Procura urbanas/citadinas ou híbridas, vai ser mais adequado. Versão budget é decathlon, se queres algo melhor por ~1000€ (ou menos, há bons descontos em outlet para modelos de 2024) vê as Marin, Genesis, Pelago, Bombtrack ou similares com quadros de aço

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Citação de Rain Dog, há 25 minutos:

Dá-me a impressão que essa bicicleta há 3 ou 4 anos era coisa para custar 300€ em vez de 480€ mas é o que é, o dinheiro não chega tão longe em 2025

Péssima não, é bem decente como qualquer uma da decathlon. Todas as bicicletas aceitam pedais de plataforma ou de encaixe, como preferires. Até podes comprar uma bicicleta usada no tour de france e meter-lhe pedais de plataforma, não há nada que te impeça

Não estou a perceber é porque é que queres uma de estrada para deslocações do dia a dia, isso é mais para desporto. Procura urbanas/citadinas ou híbridas, vai ser mais adequado. Versão budget é decathlon, se queres algo melhor por ~1000€ (ou menos, há bons descontos em outlet para modelos de 2024) vê as Marin, Genesis, Pelago, Bombtrack ou similares com quadros de aço

Na verdade não é querer ahaha, é não perceber patavina disto e ter olhado para uma esteticamente bonita 😂 a única noção que tenho é que não preciso daqueles tratores tipo BTT, mas fora isso é um completo blankspace para mim. Essa do último link é mais ou menos a mesma coisa que a primeira, apesar de parecer mais robusta? 

EDIT: https://www.decathlon.pt/p/bicicleta-aero-fixie-quadro-aluminio-garfo-carbono-28-glossy-black/_/R-p-25792705-19d0-4f1c-a18e-5aba7e921e6d?mc=25792705-19d0-4f1c-a18e-5aba7e921e6d_c4&c=Branco 

Esta aparece-me nas de cidade, por exemplo. QUE CONFUSÃO BRO

Editado por Modulor

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Citação de Modulor, há 4 horas:

Na verdade não é querer ahaha, é não perceber patavina disto e ter olhado para uma esteticamente bonita 😂 a única noção que tenho é que não preciso daqueles tratores tipo BTT, mas fora isso é um completo blankspace para mim. Essa do último link é mais ou menos a mesma coisa que a primeira, apesar de parecer mais robusta? 

EDIT: https://www.decathlon.pt/p/bicicleta-aero-fixie-quadro-aluminio-garfo-carbono-28-glossy-black/_/R-p-25792705-19d0-4f1c-a18e-5aba7e921e6d?mc=25792705-19d0-4f1c-a18e-5aba7e921e6d_c4&c=Branco 

Esta aparece-me nas de cidade, por exemplo. QUE CONFUSÃO BRO

Comprei esta em 2021, e desde então faço todas as minhas deslocações durante a semana nela. Casa - escritório tb são os 15 minutos que referes. Praticamente não há ciclovias no Porto portanto é alcatrão e paralelos.

https://www.decathlon.pt/p/bicicleta-de-cidade-rapida-elops-speed-920-preto/_/R-p-309917
 

Está mais barato do que quando comprei, na altura estava a 600 agora está por 499.


Recomendo, não tive problemas nenhuns com ela durante este tempo todo.

Manutenção fiz uma ou duas vezes, podes marcar diretamente no site da Decathlon.

 

O único senão encontrado foi a bicicleta ter mudanças integradas (não tens aquela coisa com as mudanças de fora), então quando precisas de mudar o pneus não conseguirás sozinho. E mesmo na Decathlon só as lojas maiores com oficina é que sabem trocar. Por exemplo quando uma vez furei o pneu fui deixá-la à Decathlon da Boavista para trocarem, não tinham as competências, mandaram para a central (Azambuja acho) e demorou 2 semanas. No entanto na de Matosinhos é só marcar e trocam.

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Citação de Ego Sum, há 7 horas:

Comprei esta em 2021, e desde então faço todas as minhas deslocações durante a semana nela. Casa - escritório tb são os 15 minutos que referes. Praticamente não há ciclovias no Porto portanto é alcatrão e paralelos.

https://www.decathlon.pt/p/bicicleta-de-cidade-rapida-elops-speed-920-preto/_/R-p-309917
 

Está mais barato do que quando comprei, na altura estava a 600 agora está por 499.


Recomendo, não tive problemas nenhuns com ela durante este tempo todo.

Manutenção fiz uma ou duas vezes, podes marcar diretamente no site da Decathlon.

 

O único senão encontrado foi a bicicleta ter mudanças integradas (não tens aquela coisa com as mudanças de fora), então quando precisas de mudar o pneus não conseguirás sozinho. E mesmo na Decathlon só as lojas maiores com oficina é que sabem trocar. Por exemplo quando uma vez furei o pneu fui deixá-la à Decathlon da Boavista para trocarem, não tinham as competências, mandaram para a central (Azambuja acho) e demorou 2 semanas. No entanto na de Matosinhos é só marcar e trocam.

Uhhh essa parece muito bem!! 
vou tentar dar um salto à Decathlon hoje e assim já consigo ir com esta em ponto de mira.  
 

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Já agora, e por mera curiosidade, quais os propósitos/vantagens-desvantagens de usar o guiador "flat" vs aquele com pegas paralelas à bicicleta (não sei os termos ahahaha). Para além da aerodinâmica, que da minha nabice percebo que hajam muito mais ganhos na segunda.

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Citação de Modulor, há 3 minutos:

Já agora, e por mera curiosidade, quais os propósitos/vantagens-desvantagens de usar o guiador "flat" vs aquele com pegas paralelas à bicicleta (não sei os termos ahahaha). Para além da aerodinâmica, que da minha nabice percebo que hajam muito mais ganhos na segunda.

Para andar em cidade o mais recomendado é o "flat".

Tens uma posição mais de pé o que te permite controlar melhor, tens melhor visibilidade do que te rodeia e é mais confortável/natural.

O das pegas é mais para velocidade, competição, e subir montanha. Tem os contras das outras, é menos confortável e tens menos controlo.

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Citação de Modulor, há 19 horas:

@Rain Dog isto é péssimo? https://www.decathlon.pt/p/bicicleta-de-estrada-rc120-disco-cinzento-claro/_/R-p-302301?mc=8619132&c=Cinza pérola

Ando a namorar uma bicicleta para fazer as deslocações casa-trabalho (costumo fazer naquelas elétricas da Gira) e ocasionalmente em passeio ao fim de semana. Nada hardcore, de todo, estamos a falar de uns 15min para cada lado durante a semana. A minha dúvida é: não percebo nada de bicicletas e nem tenho propriamente grande aptidão física (se bem que esta parte treina-se) e tenho receio de me estar a armar em carapau a ver uma manual. As Gira são pesadas até dizer chega portanto quando tento ir sem apoio elétrico nos meus trajetos costumo penar um bocado...mas acho que pode ser um bocado misto de as bicicletas serem mázitas com o facto de eu não insistir regularmente na coisa. Uma destas seria mais "fácil" de apanhar a estaleca, não? 

Depois a cena do piso. Essa diz que é de estrada e eu maioritariamente ando em ciclovia. Mas, como é Lisboa, há sempre uns troços de calçada e assim. Aquela vai-se desfazer ou é na boa? Subir lancil aqui e ali (a chegar a casa tenho sempre ciclovia interrompida com um par deles lol) é ok ou vou bater com os dentes no chão? 

Por fim, pergunta com selo de noob: estas bicicletas dão para usar com pedais "normais"? Ou tem de ser aqueles de encaixe todos pros? 

 

EDIT: https://www.decathlon.pt/p/bicicleta-de-estrada-de-endurance-edr-af-microshift-sword-2x10-v-cinzento-escuro/_/R-p-343660?mc=8771991&c=Cinza grafite 

também vi esta, um pouco mais cara mas talvez mais preparada para a parte da calçada e tal, não?

 

Citação de Modulor, há 4 horas:

Já agora, e por mera curiosidade, quais os propósitos/vantagens-desvantagens de usar o guiador "flat" vs aquele com pegas paralelas à bicicleta (não sei os termos ahahaha). Para além da aerodinâmica, que da minha nabice percebo que hajam muito mais ganhos na segunda.

 

As bicicletas que meteste em cima são porreiras, mas se não pensas fazer "estrada", ou seja, bicicleta como desporto, mas apenas para commuting/deslocações, eu evitaria uma bicicleta desse género "estradeira", iria para uma com um guiador recto e uma geometria muito mais confortável em que te permitisse ter as costas mais direitas e não andar curvado.

A do @Ego Sumparece porreira mas para mim é bizarra, travões hidráulicos (excelente) mas mudanças de cubo é uma combinação muito estranha. É basicamente uma bicicleta desenhada para ter baixissima manutenção, para pegar e andar porque as mudanças nunca precisam de afinação, o que provavelmente é o que muita gente quer. Mas tem o ponto de só ter 8 mudanças, ou seja, para voltas maiores, percursos mais complicados com subidas e assim é pouco versátil.

Se estás disposto a dar esses valores e queres uma bike nova, ou seja nao perder tempo a estudar o mercado de usados (sacam-se bons negocios), eu não pensava muito e ia à Lisbon Bikes buscar uma Trek Fx2 https://lisbonbike.pt/produto/bicicleta-trek-fx-2-disc-viper-red/ ; Travões hidraulicos, 18 velocidades, pneus excelentes, uma marca inatacável, podes personalizar, meter bolsas, etc. E compras numa loja "familiar" que provavelmente te garante bom apoio.

Noutras opções vê a Bike Zone Lisbon, têm bikes do genero excelentes: https://bikezone.pt/-hibridas/16868-411271-GIANT-ESCAPE-CITY-DISC-2.html#/9-tamanho-xl/1242-cor-unica

https://bikezone.pt/__URBANAS/16705-410516-SCOTT-SUB-CROSS-20-MEN.html#/8-tamanho-xxl/1242-cor-unica

Editado por antifa
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Citação de Ego Sum, Em 29/08/2025 at 09:12:

Para andar em cidade o mais recomendado é o "flat".

Tens uma posição mais de pé o que te permite controlar melhor, tens melhor visibilidade do que te rodeia e é mais confortável/natural.

O das pegas é mais para velocidade, competição, e subir montanha. Tem os contras das outras, é menos confortável e tens menos controlo.

Citação de antifa, Em 29/08/2025 at 12:58:

 

 

As bicicletas que meteste em cima são porreiras, mas se não pensas fazer "estrada", ou seja, bicicleta como desporto, mas apenas para commuting/deslocações, eu evitaria uma bicicleta desse género "estradeira", iria para uma com um guiador recto e uma geometria muito mais confortável em que te permitisse ter as costas mais direitas e não andar curvado.

A do @Ego Sumparece porreira mas para mim é bizarra, travões hidráulicos (excelente) mas mudanças de cubo é uma combinação muito estranha. É basicamente uma bicicleta desenhada para ter baixissima manutenção, para pegar e andar porque as mudanças nunca precisam de afinação, o que provavelmente é o que muita gente quer. Mas tem o ponto de só ter 8 mudanças, ou seja, para voltas maiores, percursos mais complicados com subidas e assim é pouco versátil.

Se estás disposto a dar esses valores e queres uma bike nova, ou seja nao perder tempo a estudar o mercado de usados (sacam-se bons negocios), eu não pensava muito e ia à Lisbon Bikes buscar uma Trek Fx2 https://lisbonbike.pt/produto/bicicleta-trek-fx-2-disc-viper-red/ ; Travões hidraulicos, 18 velocidades, pneus excelentes, uma marca inatacável, podes personalizar, meter bolsas, etc. E compras numa loja "familiar" que provavelmente te garante bom apoio.

Noutras opções vê a Bike Zone Lisbon, têm bikes do genero excelentes: https://bikezone.pt/-hibridas/16868-411271-GIANT-ESCAPE-CITY-DISC-2.html#/9-tamanho-xl/1242-cor-unica

https://bikezone.pt/__URBANAS/16705-410516-SCOTT-SUB-CROSS-20-MEN.html#/8-tamanho-xxl/1242-cor-unica

Entretanto nem vos agradeci como deve ser, my bad! 

Consegui (coincidência) ter a bicicleta de um amigo emprestada durante o fim-de-semana, quase que em modo test-drive para ver como me sentia com ela e tal. Como foi uma ocasião de sorte não pude propriamente escolher a bicicleta, e a dele é uma Gravel Bike. 

E apresento-vos, assim, o meu novo problema. Depois dos vossos feedbacks acabei por refinar a minha pesquisa e perceber um pouco melhor o que seria apropriado para o que descrevi. Mas...fiquei babado com esta. Adorei, mesmo. Claro que entendi que se for apenas por commute seria um perfeito overkill, mas deixou-me a pensar que se tivesse uma do género até me entusiasmaria para fazer mais passeios de fim-de-semana em trilhos próprios. Senti-me mesmo muito confortável com ela e deu-me um gozo enorme. 

Agora, queria chatear-vos no sentido de voltar a ganhar JUIZO e perceber porque é que seria um disparate. 

A título de exemplo, vi estas na Decathlon ( @antifa não tive ainda oportunidade de pesquisar nos sites/lojas que me indicaste, mas tenciono fazê-lo). 

https://www.decathlon.pt/p/bicicleta-de-gravel-grvl-af-microshift-sword-1x10-m-castanho/_/R-p-344794?mc=8881766&c=Castanho claro

https://www.decathlon.pt/p/bicicleta-de-gravel-microshift-acolyte-1x8v-grvl-af-discover-verde/_/R-p-342143?mc=8752080&c=Verde loureiro

https://www.decathlon.pt/p/mp/cloot-bike/bicicleta-gravel-shimano-a70-2x7-cloot-xland-700/_/R-p-a26ecd54-e662-4d58-8966-b4c0b581f09e?mc=a26ecd54-e662-4d58-8966-b4c0b581f09e_c27&c=Castanho

 

 

 

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Citação de Jimpo, há 43 minutos:

https://www.decathlon.fr/p/velo-ville-rapide-elops-speed-900-vert/_/R-p-306287?mc=8749497&c=vert 

Vale alguma coisa uma bicicleta destas? 

O Ergo Sum deixou-me com o bichinho de ter um reboque atras para passear as miudas e estava a ver bicicletas e esta em termos esteticos tem qualquer coisa que gosto e nao percebo o que^

É uma bike bastante simples, não é nada de especial mas também não é foleira. Para dar umas voltas sem grandes subidas deve ser porreira. 

Para passear putos o que se vê agora muito é cargo bikes daquelas compridas atrás, algumas até dá para montar 2 cadeirinhas, mas já é para outros preços. Tipo isto:

Spoiler

IMG_3588.jpg?v=1718225152&width=1000

 

Editado por antifa

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Citação de Jimpo, há 1 hora:

https://www.decathlon.fr/p/velo-ville-rapide-elops-speed-900-vert/_/R-p-306287?mc=8749497&c=vert 

Vale alguma coisa uma bicicleta destas? 

O Ergo Sum deixou-me com o bichinho de ter um reboque atras para passear as miudas e estava a ver bicicletas e esta em termos esteticos tem qualquer coisa que gosto e nao percebo o que^

É praticamente igual à minha. Quando comprei em 2021 estava entre essa e a ELOPS SPEED 920

A única diferença que me lembro é que a minha tem mudança integradas, mas sinceramente mais vale ser como essa convencional pq depois quando furo um pneu é um filme pq não consigo tratar eu nem os gajos da Decathlon da Boavista têm as competências para isso. Tem de ir sempre ou para Matosinhos onde têm oficina de bicicletas, ou da Boavista mandam para a central na Azambuja

 

Acho que vale muito a pena, não entraria em loucuras de mais caras como cargo bikes se for só para começar a dar uns passeios.

Se de facto vires que fará parte da tua rotina justificará fazer o upgrade e esse tipo de investimento, que é o que estou a contar fazer nos próximos meses.

 

Já agora deixo aqui o que um especialista aconselhou relativamente a cargobikes, pode ser que tenham opinião ou até outras sugestões.

Para 3 crianças disse-me que legalmente teria de ir para uma frontleader tipo isto:

Riese & Müller | Load5 75

 

Pareceu-me um absurdo ter um camião desses, e acho que prefiro assumir 2 crianças só que é o máximo que devo ter na mesma escola ao mesmo tempo para levar. Eventualmente conto que a mais velha mais para a frente tb possa passar a ir na dela (ainda tem 5 anos).

Se preferir para 2 crianças ele aconselhou a Multitinker e a Multicharger da Riese & Muller

Riese & Müller | Multitinker2

Riese & Müller | Multicharger3 Family

 

Relembro que com o fundo ambiental sendo elétrica e cargo bike ainda vamos buscar uns 1500€ de subsídio

Editado por Ego Sum

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A malta das bicicletas é insuportável

A malta das bicicletas é insuportável

Já que salvam o planeta com a sua santinha, a urban bike, acham que têm permissão moral para desprezar os seres inferiores que têm um motor de combustão

É uma das tribos mais insuportáveis da cidade: os ortodoxos da bina.

Aliás, é dos pares mais chatos da cidade: o privilegiado de esquerda e a sua urban bike, qual rocinante metálico. Esta city bike está para a cultura da cidade como o rosário está para a velhinhas da aldeia: é o totem que dá acesso ao paraíso dos escolhidos.

Na estrada, na relação com os carros, os ortodoxos da bina olham para os condutores com aquele nariz empinado de aristocrata e com aqueles olhos de censura que dizem "mas porque é que não estão com o futuro, porque é que não largam o vil motor de combustão"?

Porquê? É pá, não sei, talvez porque venho do Catujal e não do Príncipe Real, talvez, ou porventura porque tenho dois filhos que tenho de transportar, mas peço desculpa por estar a obstruir a linha de horizonte de v. exa!

Para além desta pose de insuportável beto de esquerda, o ortodoxo da bina não tem cautelas rodoviárias e acha que o código da estrada é bula de remédio: não é bem para ler ou seguir. E, quando são repreendidos, comportam-se como virgens ofendidas. Portanto, deixo aqui uma pergunta: se gastámos milhões nas ciclovias, porque é que os cavaleiros andantes do pedal insistem em vir para cima dos carros, fazendo coisas que tornam a vida de quem conduz ainda mais enervante? Não respeitam sinais ou prioridades, passam alegremente pela direita.

Mas depois é muito engraçado perceber uma coisa: se na estrada, na relação com os carros, as regras não existem, já nas ciclovias, no contato com os peões, as regras passam a valer e o peão que ousa estar no território sagrado é destratado como um vil herege. Porquê? Porque no fundo os ortodoxos da bina julgam que são seres superiores: já que salvam o planeta com a sua santinha, a urban bike, acham que têm permissão moral para desprezar os seres inferiores que têm um motor de combustão. A arrogância moral do ambientalismo tem aqui a sua vanguarda, sem dúvida.

reuniaozw8.gif

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Tenho que admitir que já tinha saudades de ler algo repugnante por parte do Raposo.

Não deixa de ser curioso como consegue albergar tantas tendências e posturas nos seus artigos/intervenções, é qualquer coisa de especial.

Neste artigo gostei especialmente da parte em que um utilizador de bicicleta é automaticamente de esquerda e mais que isso, um beto de esquerda!

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Contra os estereótipos: uma resposta a Henrique Raposo

Contra os estereótipos: uma resposta a Henrique Raposo
Miguel Padeiro

Geógrafo, Professor Universitário, Universidade de Coimbra

Não, o ciclista não é membro de uma arrogante tribo ambientalista de esquerda. É uma pessoa, um/a jovem, um pai, uma mãe, que faz uma deslocação de bicicleta

Um recente artigo de opinião, assinado por Henrique Raposo, retratou os ciclistas como uma “tribo insuportável”, um grupo de privilegiados de esquerda e moralistas arrogantes que desrespeitam as regras da estrada. A caricatura é tão gritante e o texto tão enviesado que é de difícil leitura para uma pessoa minimamente informada. Não acredito que textos desses devam ficar sem resposta.

O autor constrói uma crítica sobretudo cultural e moral aos ciclistas urbanos, sustentada por exemplos anedóticos e por generalizações sobre comportamento e estatuto social.

As teses centrais do artigo podem ser sintetizadas a partir de seis ideias mestras: (i) os ciclistas urbanos formam um grupo homogéneo; (ii) exibem superioridade moral; (iii) são ambientalistas e de esquerda mas, atenção, de uma esquerda privilegiada; (iv) desrespeitam sistematicamente o código da estrada, particularmente na interação com os automóveis; (v) apesar dos enormes investimentos realizados em matéria de ciclovias, os ciclistas insistem em vir para cima dos carros, nas faixas de rodagem; (vi) nas ciclovias, replicam o comportamento autoritário perante os peões. São teses no mínimo bizarras. Examinemo-las.

A primeira diz respeito ao grupo homogéneo. É quase interessante a falha em reconhecer a diversidade real de quem pedala e os motivos práticos que levam um número crescente de pessoas a optar pela bicicleta. Ao contrário do estereótipo do “beto de bicicleta” e do residente do Príncipe Real (porque não de Telheiras, da Quinta das Conchas, da Penha de França ou da Avenida do Brasil? onde se insere o ciclista de Paranhos ou de Esgueira?), a comunidade ciclável em Portugal é muito heterogénea.

Há estudantes e há trabalhadores. Há jovens adultos de fato impecável a irem trabalhar para escritórios do Saldanha e cujo “esquerdismo”, se quisermos ir pela avaliação, superficial e francamente abusiva, da aparência, é bastante duvidoso. Há jovens que andam no secundário, pais e mães que levam os seus filhos à escola num atrelado. Uns são de famílias de rendimento elevado, outros pertencem a classes médias e médias-baixas. Há quem seja ferrenho defensor da causa ciclável, há quem simplesmente aproveite a disponibilidade de bicicletas partilhadas ao pé de casa para não ter de esperar por um autocarro que nunca mais aparece ou para não ter de procurar ou pagar estacionamento no destino.

É certo que a literatura internacional tem vindo a mostrar que existe uma sobrerrepresentação de determinados grupos, particularmente os jovens homens adultos brancos e qualificados. São, no caso dos grupos mais vulneráveis (agregados pobres, minorias étnicas) questões de desigualdades socioterritoriais de acesso às infra-estruturas cicláveis. São, no caso das mulheres, questões de segurança e de complexidade das cadeias de deslocações. Não deixa de se poder observar entre os ciclistas uma composição social e culturalmente diversa, que integra pessoas de diferentes origens nacionais e trajectórias migratórias.

Os ciclistas não são um grupo homogéneo. Também não tem fundamento a tese da superioridade moral dos ciclistas. Não existe evidência de que quem anda de bicicleta se percecione como um “ser superior” ou manifeste arrogância no trânsito. Diga-se, de passagem, que muitos ciclistas são também automobilistas (enquanto poucos automobilistas são também ciclistas). Um ciclista urbano é apenas, reparem nesta descoberta, uma pessoa que, em determinados momentos, usa uma bicicleta para se deslocar. A maioria das pessoas que pedala foca-se em benefícios concretos, variáveis de uma pessoa para a outra: mais saúde, deslocações mais ágeis, redução das emissões, prazer de pedalar, custo financeiro. O rótulo de arrogante atribuído aos utilizadores da bicicleta representa não tem fundamento.

A terceira tese do autor é que o ciclista urbano é ambientalista e de esquerda, mas não de uma esquerda qualquer: aquela que vive no Príncipe Real. A imagem serve para a retórica fácil, mas não para a análise.

Poderia relembrar que o Príncipe Real integra uma freguesia em que a esquerda foi escolhida, nas Legislativas de 2025, por 1771 votantes, e que há certamente mais de 1771 ciclistas urbanos em Lisboa, mas talvez não seja muito útil. Mais relevante, certamente, será relembrar dois factos bem documentados na literatura: (i) a diversidade dos utilizadores já mencionada; (ii) a diversidade dos motivos que levam uma pessoa a escolher a bicicleta para uma determinada deslocação. Em trajetos urbanos de média distância, a bicicleta é muitas vezes tão rápida quanto o automóvel (experimente, caro Henrique, um percurso entre a Quinta das Conchas e o Saldanha), além de muito mais barata. Permite chegar ao local de trabalho sem ter de pagar uma avença para o estacionamento. Permite evitar o incómodo de ter de apanhar dois ou mais autocarros. A bicicleta constitui uma resposta pragmática aos custos e congestionamentos do tráfego. É também, reconhecidamente, um importante instrumento de saúde pública e de política ambiental. Há mais de 10 anos que a Organização Mundial da Saúde o diz, há mais de 20 que os académicos o escrevem.

Em termos de regras de trânsito – quarta tese do autor – vale a pena notar que as infracções ocorrem em todos os modos de transporte. O que varia drasticamente são duas coisas: o número de infrações (por quilómetro percorrido ou por utilizador, se esses dados existissem) e o potencial de dano associado. Relativamente ao primeiro, há evidência de frequentes passagens com vermelho por ciclistas em estudos de observação, embora com grande variação por local e contexto. Por falta de dados fiáveis, não há consenso quanto à quantidade respectiva de infracções por uns e por outros.

Suponho que os peões – que somos nós todos – sejam os piores: atravessamos frequentemente onde bem entendemos, porque é muitas vezes mais prático e porque sentimos que controlamos a situação. Quanto ao segundo, as estatísticas anuais e a literatura internacional mostram que quase todas as mortes rodoviárias envolveram veículos motorizados, e que as colisões bicicleta/automóvel resultam em muito maior percentagem de erros dos automobilistas, não dos ciclistas. Essa discrepância mostra bem quem representa maior risco.

A quinta ideia mestra – os ciclistas teimam em pedalar na estrada apesar dos investimentos realizados – esbarra na observação da realidade. O Código da Estrada determina o uso “preferencial”, não obrigatório, das ciclovias. Sim, o ciclista tem todo o direito a andar na estrada mesmo na presença de uma ciclovia nas redondezas. Existem geralmente, na prática, diversos motivos que levam um ciclista a andar na estrada, mesmo quando há uma ciclovia ao lado. Sendo o ciclista um ser humano, frequentemente pai ou mãe, não lhe apetece por mero prazer brincar aos carrinhos de choque.

O ciclista sabe os riscos, sabe que morreram vários nos últimos anos nas estradas portuguesas, por erros alheios. Os motivos são outros. É a descontinuidade da rede, é a baixa qualidade do pavimento, é a intenção de virar na próxima esquina, é o importante desvio imposto pelo traçado. Apesar de tudo, as ciclovias são privilegiadas pela maioria, por óbvias razões de segurança e comodidade.

A última tese do autor – o comportamento autoritário perante o peão – faz de experiências pontuais de conflitos de uso do espaço uma regra. Irritam-se alguns ciclistas (não todos) com automóveis parados nas ciclovias e com os peões que nelas caminham. Outros têm maior tolerância. Os confrontos com peões ou com veículos são fruto de frustrações mútuas. Também existem entre condutores. Também existem entre condutores e peões. E entre camionistas e automobilistas.

Atribuir à arrogância os protestos – legítimos – de ciclistas perante a invasão da única infra-estrutura minimamente segura de que dispõem e que lhes é reservada resulta da ignorância de um dos temas mais estudados da literatura urbanística das últimas décadas: os conflitos de uso do espaço.

O autor tem, admitamos, todo o direito de achar que “o privilegiado de esquerda e a sua urban bike” pertencem ao grupo dos “pares mais chatos da cidade”. Como terão já percebido, não compreendi bem o conceito de “privilegiado de esquerda” aqui aplicado. Mais do que isso, tenho outra ideia do que é chato na cidade: aquele carro estacionado no passeio “mas são só cinco minutos”, aquela carrinha que ocupa, na diagonal, toda a largura do passeio e me obriga, a mim e ao carrinho do bebé, a usar a faixa de rodagem, o condutor que me chama “palhaço” e quase me agride por eu lhe ter dito – horror dos horrores – que poderia ter usado o lugar de cargas e descargas, o carro que anda a 80 km/h numa avenida limitada a 50, o táxi que pára em cima da ciclovia porque é mais simples incomodar os ciclistas do que os automobilistas, a carrinha de entregas que vira à direita, me corta a trajectória e me faz voar por cima da bicicleta, a condutora que não me vê a atravessar a passadeira com o meu filho ao colo, nem reparou no sinal vermelho, e quase nos atropela aos dois.

Tudo experiências pessoais reais. Se fosse mulher, ainda mencionaria os piropos que teria de ouvir sempre que andasse de bicicleta e a insegurança, rodoviária e pessoal, que percecionaria ao atravessar determinadas áreas. Não consigo rotular os infratores (que todos permanecerão impunes).

Não consigo saber se são de esquerda, de direita, se têm sequer opiniões políticas. Não consigo dizer, com base nestas experiências individuais, que todos os condutores do mundo são uma tribo arrogante, nem que os taxistas são todos iguais porque, obviamente, não são.

O artigo incorre numa generalização apressada que extrapola de experiências individuais para um grupo. Faz uso de ataques ad hominem e de estereótipos socioespaciais que associam os ciclistas a uma classe e a uma orientação política. Sobretudo, falta-lhe quase tudo o que permitiria fundamentar o que afirma.

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