6nario Publicado 20 Janeiro 2017 Consultoria é um termo muito abstrato, e há consultoria de tudo. Até os vendedores de casa da Remax são consultores imobiliários. Se deres exemplo concreto do tipo de consultoria/consultora é mais fácil ajudar. É que tanto podemos estar a falar de big4 como de consultoras tipo PrimeIT e afins que contratam as pessoas mas depois estás sempre no mesmo cliente como outsourcing e no fundo mais parece que a consultora é uma empresa de RH que te aloca a empresas. Trabalhei em 3 modelos diferentes. em big4 trabalhei em open space, mas senior manager & above tinham gabinetes. O ambiente era tranquilo e boa onda, não tinha razão de queixa de barulho a não ser uma ou outra vez que me sentava em frente a um gajo que parecia que martelava teclas na empresa a seguir trabalhei em gabinete com mais 2 pessoas. Basicamente é a tua mesa de open space com a tua equipa sem ter malta à volta a perturbar. Tínhamos um mini cesto de basket atrás da porta e bolas anti-stress :mrgreen: agora trabalho em open space mais caótico de típica empresa tecnológica. Até daquelas armas de pressão de plástico cá temos. Na semana passada andava um drone a sobrevoar o open space. Os únicos espaços fechados são as salas que têm projetor. A minha opinião é que o modelo deve ser adequado consoante o tipo de funções e empresa. De facto não vejo grandes vantagens ter um open space em advocacia, ou mesmo para equipas de planeamento estratégico. Mais vale as equipas estarem juntas em gabinete ou divisão de open space protegida. No entanto para empresas tecnológicas com várias equipas e team leaders, em que os temas são multidisciplinares, acho que traz bastante benefícios. Concordo, depende de muitas situações na realidade. Eu gosto muito de sossego e valorizo muito a privacidade para trabalhar, trabalho em casa ou num espaço mais isolado sempre que me é permitido. No entanto o que meti bold é bem verdade, já trabalhei numa startup com cerca de 140 pessoas no mesmo espaço, de vários departamentos diferentes, que no entanto precisavam invariavelmente de se relacionar umas com as outras e de comunicar constantemente. Era necessário, nem sempre agradável, mas quem se habitua na realidade depois acha estranho um ambiente mais calmo. No entanto havia alturas em que era um bocado desesperante lidar com o barulho, não conseguir sequer fazer uma chamada. Cheguei a ter um Key Account importante a fazer uma piada com o facto de se ouvir pessoal a jogar ping pong sempre que falava com algum de nós. Havia alturas em que só me apetecia meter num buraco e ficar lá a trabalhar o dia todo, e por vezes fazia isso, isolava-me um pouco, passado 10 minutos tinha logo imensas mensagens no Slack a perguntar onde é que eu estava que precisavam de esclarecer uma coisa. O ambiente era incrível, mas era por vezes um pouco desesperante, especialmente a falta de espaços com privacidade para nos podermos isolar um pouco e trabalhar concentrados. Agora estou noutro sítio em que o escritório é parecido, no entanto é uma empresa mais pequena e tenho a liberdade de trabalhar de casa 70% do tempo, Faz uma diferença incrível, valorizo mesmo a privacidade e tranquilidade no trabalho. Compartilhar este post Link para o post
bixtre Publicado 20 Janeiro 2017 Estava a falar mesmo nas big4. E já agora como é mais ou menos o processo de recrutamento, só para ter uma noção. Compartilhar este post Link para o post
Thierry Henry Publicado 20 Janeiro 2017 Estava a falar mesmo nas big4. E já agora como é mais ou menos o processo de recrutamento, só para ter uma noção. Mandas CV e preenches o formulário deles, fazes uns testes online de escolha múltipla que abrangem vários temas (inglês, raciocínio lógico, raciocínio numérico e interpretação escrita), dinâmica de grupo onde estás com mais 5/6 candidatos e têm de resolver um pequeno case study em conjunto, entrevista inicial com dois senior managers e a entrevista final com um partner e um senior manager. Não sei se quem está nas entrevistas corresponde sempre a estes cargos, mas no meu caso foi assim. Compartilhar este post Link para o post
bixtre Publicado 20 Janeiro 2017 Mandas CV e preenches o formulário deles, fazes uns testes online de escolha múltipla que abrangem vários temas (inglês, raciocínio lógico, raciocínio numérico e interpretação escrita), dinâmica de grupo onde estás com mais 5/6 candidatos e têm de resolver um pequeno case study em conjunto, entrevista inicial com dois senior managers e a entrevista final com um partner e um senior manager. Não sei se quem está nas entrevistas corresponde sempre a estes cargos, mas no meu caso foi assim. A cena é que na EY vou ter agora uma sessão de recrutamento na faculdade e eles não dizem nada relativamente a isso. Só mandei o CV e recebi isso, não faço ideia se é para muita gente ou não, se é algo já mais formal ou ainda é tranquilo. Compartilhar este post Link para o post
Ego Sum Publicado 20 Janeiro 2017 Estava a falar mesmo nas big4. E já agora como é mais ou menos o processo de recrutamento, só para ter uma noção. Como é trabalhar numa big4 depende da empresa, depende da LoS (Audit, Advisory, Tax), dentro da LoS depende da BU (business unit... se é corporate finance, se é management consulting...) e dentro da BU depende da equipa em que estás. Dito isto, o que quer que possas ouvir de experiências é puramente circunscrito à realidade em que as pessoas estiveram inseridas. Comparando entre big4 no geral, ganha-se mais ou menos a mesma coisa nas 4 à entrada, quanto muito varia uns 100€ brutos. Condições de trabalho: PwC todas as horas extra que fazes vão para banco de horas que podes tirar como férias depois. Isto, a não ser que tenham mudado entretanto, não acontece em mais nenhuma. Na PwC tb davam dias de férias a mais, tipo o 23 e 24 de Dezembro, tarde do 31 de Dec e a tarde no dia antes de 6ª feira santa, e tb davam o dia de aniversário. Na Deloitte dão-te 5 dias de férias a mais que o legal, mas obrigam-te a tirar esses dias na semana entre o Natal e o Ano Novo. As outras não sei bem, mas tenho um amigo que estava na EY em consultoria que tinha a 6ª feira à tarde livre, pq o horário laboral oficial considerado era 2ª a 5ª das 9h às 19h e 6ª de manhã. Comparação entre LoS: genericamente a malta de auditoria trabalha imensas horas a mais entre Dezembro e Abril, o resto do ano é tocar viola. Isto acho que se aplica às 4. Tax pelo que via na PwC é trabalho das 9h às 18h/19h com algumas exceções de pico, por exemplo orçamento de estado, mas acho que é uma área que depende muito de bi4. Tenho uns quantos amigos que foram para Tax na KPMG no Porto e odiaram aquela m*rda. Advisory posso falar à vontade do que passei na PwC, conheço todas as BUs muito bem, quer no Porto quer Lisboa. Acho que é muito volátil consoante os projetos e as equipas. A minha vida era relativamente tranquila. Compartilhar este post Link para o post
joe Publicado 24 Janeiro 2017 Malta que já tenha encerrado a actividade online, alguém me explica o que é suposto colocar no motivo CIVA - artº 34) da cessação em IVA? No IRS já sei qual é, mas neste parece que nenhuma das opções se adequa ao que pretendo... Compartilhar este post Link para o post
Visitante Publicado 24 Janeiro 2017 A cena é que na EY vou ter agora uma sessão de recrutamento na faculdade e eles não dizem nada relativamente a isso. Só mandei o CV e recebi isso, não faço ideia se é para muita gente ou não, se é algo já mais formal ou ainda é tranquilo. Já fiz o recrutamento todo da EY quando ainda estava a acabar o mestrado, e a coisa foi deste género: mandei CV, foi aprovado e convocaram-me para ir lá ao escritório deles às 9h da manhã. Éramos uns 12, fizemos uma pequena apresentação em inglês e fomos obrigados a fazer perguntas uns aos outros. Depois dividiram-nos em pequenos grupos e fizemos algumas pequenas actividades, tipo teambuilding e tal, nada de transcendente. Depois vieram os testes, os do costume, e enquanto fazíamos, eles chamavam um a um para ir fazer uma pequena entrevista de RH numa sala ao lado, com as perguntas normais. Depois disso, chamaram-me para uma entrevista com uma partner (ou outra posição alta qualquer) de Auditoria, que supostamente era a área a que eu tinha sido alocado. Eu não queria aquilo, mas não perdia nada em lá ir e fiz a entrevista - apesar de ter ido bastante descontraído, e ter dito logo que não ia entrar em Auditoria porque não estava interessado, ela pediu-me para ficar até ao fim para que ela pudesse explicar o que se fazia lá, e depois decidia. Fez algumas perguntas técnicas, perguntou também em que área eu estava interessado e tentou convencer-me com projectos que eles tinham com alguns bancos de investimento (que era o que eu queria, na altura) e tal. Passado uns dias, recebi mail para ir lá outra vez falar com outro Partner, e a esta já não fui, mas entretanto soube que esta última parte é aquela em que eles te fazem a proposta. Resumindo, não vais encontrar lá nada de novo, vão ser todos muito acessíveis e podes perguntar o que quiseres. Depois lá dentro, os poucos que conheço não gostam, mas acho que isso é transversal a todas ou quase todas as big4. ;) Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado 24 Janeiro 2017 Como é trabalhar numa big4 depende da empresa, depende da LoS (Audit, Advisory, Tax), dentro da LoS depende da BU (business unit... se é corporate finance, se é management consulting...) e dentro da BU depende da equipa em que estás. Dito isto, o que quer que possas ouvir de experiências é puramente circunscrito à realidade em que as pessoas estiveram inseridas. Comparando entre big4 no geral, ganha-se mais ou menos a mesma coisa nas 4 à entrada, quanto muito varia uns 100€ brutos. Condições de trabalho: PwC todas as horas extra que fazes vão para banco de horas que podes tirar como férias depois. Isto, a não ser que tenham mudado entretanto, não acontece em mais nenhuma. Na PwC tb davam dias de férias a mais, tipo o 23 e 24 de Dezembro, tarde do 31 de Dec e a tarde no dia antes de 6ª feira santa, e tb davam o dia de aniversário. Na Deloitte dão-te 5 dias de férias a mais que o legal, mas obrigam-te a tirar esses dias na semana entre o Natal e o Ano Novo. As outras não sei bem, mas tenho um amigo que estava na EY em consultoria que tinha a 6ª feira à tarde livre, pq o horário laboral oficial considerado era 2ª a 5ª das 9h às 19h e 6ª de manhã. Comparação entre LoS: genericamente a malta de auditoria trabalha imensas horas a mais entre Dezembro e Abril, o resto do ano é tocar viola. Isto acho que se aplica às 4. Tax pelo que via na PwC é trabalho das 9h às 18h/19h com algumas exceções de pico, por exemplo orçamento de estado, mas acho que é uma área que depende muito de bi4. Tenho uns quantos amigos que foram para Tax na KPMG no Porto e odiaram aquela m*rda. Advisory posso falar à vontade do que passei na PwC, conheço todas as BUs muito bem, quer no Porto quer Lisboa. Acho que é muito volátil consoante os projetos e as equipas. A minha vida era relativamente tranquila. Tocas viola se não fores para Angola, se não tiveres fechos semestrais (empresas cotadas, e assim), etc. Compartilhar este post Link para o post
Castor Publicado 25 Janeiro 2017 Alguém é ou conhece um designer industrial que esteja à procura de emprego? Se estiverem interessados podem mandar-me uma MP. Compartilhar este post Link para o post
6nario Publicado 25 Janeiro 2017 Alguém é ou conhece um designer industrial que esteja à procura de emprego? Se estiverem interessados podem mandar-me uma MP. sdds ngk Compartilhar este post Link para o post
Bashir Publicado 26 Janeiro 2017 Alguém é ou conhece um designer industrial que esteja à procura de emprego? Se estiverem interessados podem mandar-me uma MP. Onde? Compartilhar este post Link para o post
Kanye Publicado 27 Janeiro 2017 Malta, isto é mesmo assim? Tinha ideia que era ao contrário... Compartilhar este post Link para o post
Augusto Publicado 27 Janeiro 2017 Quando vais a uma entrevista e o entrevistador te diz que já nem quer ver mais ninguém e te quer lá o mais rápido possível. :) Sim, parece que alguém enganou o entrevistador. eheheheh Compartilhar este post Link para o post
Kanye Publicado 27 Janeiro 2017 Sim, parece que alguém enganou o entrevistador. eheheheh lol? Dá um gozo tremendo realmente vir para um fórum da net cheio de bazófia de uma coisa que não aconteceu :) Compartilhar este post Link para o post
Augusto Publicado 27 Janeiro 2017 Dá mais gozo quando não tem de se explicar que se está a brincar. Compartilhar este post Link para o post
Khaddafi Publicado 27 Janeiro 2017 Malta, isto é mesmo assim? Tinha ideia que era ao contrário... http://i.imgur.com/rrzuZlD.png é Compartilhar este post Link para o post
Ego Sum Publicado 27 Janeiro 2017 Malta, isto é mesmo assim? Tinha ideia que era ao contrário... http://i.imgur.com/rrzuZlD.png É. Fiz esta semana o exame de A2 de Espanhol, sendo que comecei em Outubro. Compartilhar este post Link para o post
Cannonball Publicado 27 Janeiro 2017 Como pessoa que já teve de avaliar niveís de lingua no emprego posso confirmar tb que é assim. Compartilhar este post Link para o post
Homem do Bussaco Publicado 6 Fevereiro 2017 Pessoal, alguém sabe como está o tempo de espera para os estágios IEFP? Compartilhar este post Link para o post
Homem do Bussaco Publicado 6 Fevereiro 2017 Qual é a tua área e idade? Fiquei sem perceber e não sei se a tua história já tem algum background neste tópico. Quando acabei o curso, e até vinha fresco da experiência Erasmus, também estava com a ideia de ir para a fora, até porque na minha área as coisas estavam/estão/estarão um bocado mal por cá. Só que falar é fácil, acabei por ficar e agora, passado pouco mais de 2 anos de ter terminado o curso e mesmo não tendo uma experiência profissional até então que me faça sentir plenamente realizado, já seria com mais dificuldade que encararia a decisão de ir para fora. No fundo, o que é que eu quero dizer com isto? Que, se queres ir para fora, que seja o quanto antes. Quanto mais tempo ficares em Portugal, mais a tua vida assenta e mais entraves arranjas a ti mesmo para mudares no futuro. Apesar de tudo, a verdade é que tenho um emprego, sou razoavelmente pago para o que vou vendo por aí (pelo menos atualmente) e, mesmo não sendo o meu emprego de sonho numa empresa de sonho, também não estou mal e estou em posição de ir procurando algo melhor sem pressões de estar sem dinheiro ou sem emprego. Junta-lhe estabilidade a nível pessoal, nomeadamente namorada e consequentes planos a dois que começam a ser mais a médio-prazo do que a longo-prazo, e já me pergunto em que condições é que "arriscaria" tudo para ir para fora... Aliás, agora mais depressa me vejo a estudar novamente (embora sobretudo porque me interessa e porque tenho vontade em fazê-lo) do que propriamente em ir para fora para ir atrás de um qualquer sonho que não esteja a conseguir realizar em Portugal, na área do meu mestrado integrado. Já fui de pensar nisso mas agora não estou a sentir esse "chamamento", os líricos dirão que não estou apaixonado pelo que faço e até pode ser que assim seja. Isso até poderia ser um sinal para encarar uma ida para fora como forma de recuperar algum entusiasmo em relação à profissão, caso conseguisse algo mais aliciante, mas não tem sido o caso porque a ideia de estudar e tentar abrir outras portas parece-me mais interessante para o futuro, embora seja sempre um risco. Claro que se agora enfrentasse uma situação de desemprego de média duração ou se acontecesse algo a nível pessoal que até me fizesse querer sair daqui, a hipótese de ir para fora estaria em cima da mesa. Numa situação de relativa estabilidade como a que relatei, que me parece ser relativamente comum para um tipo de 25 anos como eu, parece-me que, com o passar do tempo, fica mais e mais complicado optar por essa via de livre e espontânea vontade porque, lá está, vais criando raízes e construindo uma vida. Não me parece que a questão de esgotar hipóteses em Portugal seja realmente válida. Sou da opinião que, profissionalmente, só vais ganhar em ir para fora, independentemente da área. Só sais valorizado se fores trabalhar para fora 1, 2, 5, 10 anos ou o que for. Tens de estar disposto a fazê-lo mas é um esforço que acredito que possa compensar no futuro num regresso a Portugal. Se não regressares, é sinal que estás lá melhor portanto é um bocado win-win situation. Bom, e isto será sobretudo válido caso não tenhas nenhuma proposta real lá de fora e sejas mais um caso em que tenhas de encontrar um emprego lá fora para poderes ir. Existem sempre casos de pessoas que, maioritariamente por via do mérito académico, têm acesso a oportunidades no estrangeiro às quais é difícil dizer que não e aí acaba por ser outra história completamente diferente. E também terás de pensar o que queres da vida. Eu ficarei contente se tiver um emprego estável e minimamente desafiante, uma família feliz e dinheiro suficiente para ir jantar fora e ir a espetáculos quando me apetecer sem pensar na conta da luz ou da água e que me dê para ir conhecendo o mundo nas viagens que for tendo oportunidade de fazer. Não estou propriamente atrás de nenhum prémio nobel ou de um iate na marina mais próxima. Resumindo, o meu conselho seria: reflete se estás realmente disposto a ir para fora, com todos os prós e contras que a decisão implica, e define um período, um limite temporal, no qual vais tentar arranjar um emprego/situação que te satisfaça em Portugal e no qual também te vais preparando e pensando para onde gostarias de tentar ir. Terminado esse período, estará na hora de tentares arranjar emprego fora e estar pronto para te meter no avião a qualquer altura. A minha cena de voltar a estudar está um bocado assim. Se até setembro do próximo ano não arranjar nada que me satisfaça de vez, provavelmente vou estudar e tentar dar um abanão na coisa para sair melhor no futuro. O meu limite temporal agora está aí. EDIT: Desculpa pelo testamento. Posso perguntar-te o que é que estás a fazer neste momento? Trabalhas em projeto, direção de obra, investigação... ou nao tem nada a ver? Isto porque também tirei o mesmo curso que tu Compartilhar este post Link para o post
nathanwilliams Publicado 7 Fevereiro 2017 (editado) Hoje tive mais uma entrevista surreal. Demorou nem 10', quando eu falava a senhora ia para o whatsapp, e na mesma sala (para aí 10 m^2) estava uma pessoa a assinar contrato. Editado 7 Fevereiro 2017 por nathanwilliams Compartilhar este post Link para o post
Immobile Publicado 7 Fevereiro 2017 Em Portugal? Para a tua área? Compartilhar este post Link para o post
nathanwilliams Publicado 7 Fevereiro 2017 Sim. Não, para uma cadeia de supermercados. Compartilhar este post Link para o post
Erwin Publicado 7 Fevereiro 2017 Bem, uma das maiores empresas do país convidou-me para um "assessment". Eu, como não quero sair de onde estou, não fui. Passado duas semanas ligaram-me.... a dizer que mesmo sem aparecer, passei às entrevistas finais. Compartilhar este post Link para o post
UnReal Publicado 7 Fevereiro 2017 (editado) Posso perguntar-te o que é que estás a fazer neste momento? Trabalhas em projeto, direção de obra, investigação... ou nao tem nada a ver? Isto porque também tirei o mesmo curso que tu A empresa onde estou trabalha sobretudo sob um modelo (EPC) em que fazemos tudo, tanto o projeto como a construção. Portanto tenho tudo o que isso implica: projeto, orçamentos e cotações, propostas, acompanhamento em fase de obra, etc. Umas coisas mais numa altura, outras mais noutras, tudo ao mesmo tempo, vai dependendo... Basicamente só tenho trabalhado para projetos fora de Portugal, em coisas relacionadas com a indústria do petróleo (tipo refinarias, depósitos, etc). Mas é em escritório, não em obra. E tu, que andas a fazer? Bem, uma das maiores empresas do país convidou-me para um "assessment". Eu, como não quero sair de onde estou, não fui. Passado duas semanas ligaram-me.... a dizer que mesmo sem aparecer, passei às entrevistas finais. Mas foi algum erro ou é mesmo suposto que te tenham dado o privilégio de passar logo para as entrevistas finais? :lol: Editado 7 Fevereiro 2017 por UnReal Compartilhar este post Link para o post