John Mayer Publicado 23 Janeiro 2013 Sacode. É pena que vá ser violentado pelo Murray. Compartilhar este post Link para o post
Lleyton Publicado 23 Janeiro 2013 Não havia necessidade de tanto sofrimento. Compartilhar este post Link para o post
Mr. White Publicado 23 Janeiro 2013 Acho que o Murray ganha em 4 sets nas meias. Compartilhar este post Link para o post
famaboys Publicado 23 Janeiro 2013 3-0 para o Fedexpress nas meias. Siga 8) Compartilhar este post Link para o post
Jone Sampaoli Publicado 23 Janeiro 2013 Acho que o Murray ganha em 4 sets nas meias. Acho que vai ser isto. Mas se o Federer subir o seu jogo e voltar ao nível de serviço que teve nos primeiros jogos do Open, tem todas as hipóteses. Compartilhar este post Link para o post
Lleyton Publicado 23 Janeiro 2013 Para quem não viu Tsonga :lol: Compartilhar este post Link para o post
Carson Wentz Publicado 23 Janeiro 2013 Fdx, foi sofrido pa crl... :medinho: Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 23 Janeiro 2013 AUSTRALIAN OPEN – MELBOURNE, AUSTRÁLIA QUARTOS DE FINAL DJOKOVIC, Novak SRB [1] d. BERDYCH, Tomas CZE [5] | 61 46 61 64 FERRER, David ESP [4] d. ALMAGRO, Nicolas ESP [10] | 46 46 75 76 62 MURRAY, Andy GBR [3] d. CHARDY, Jeremy FRA | 64 61 62 FEDERER, Roger SUI [2] d. TSONGA, Jo-Wilfried FRA [7] | 76 46 76 36 63 MEIAS FINAIS DJOKOVIC, Novak SRB [1] vs. FERRER, David ESP [4] MURRAY, Andy GBR [3] vs. FEDERER, Roger SUI [2] Compartilhar este post Link para o post
Rōnin Publicado 23 Janeiro 2013 Q. Do you have any sense of why it's not that much on the women's side? JO WILFRIED TSONGA: You know, the girls, they are more unstable emotionally than us. I'm sure everybody will say it's true, even the girls (laughter). No? No, you don't think? But, I mean, it's just about hormones and all this stuff. We don't have all these bad things, so we are physically in a good shape every time, and you are not. That's it. Ri-me com esta resposta. Compartilhar este post Link para o post
Joao Pereira Publicado 23 Janeiro 2013 Em parte concordo que o percurso até à actual fase da competição exigiu um esforço adicional do suíço. Mais que não seja pela aparente adversidade que todos os adversários poderiam apresentar. Ainda assim, não acho que seja motivo de explicação para as dificuldades denotadas hoje. Isto acaba por ser uma não-surpresa. Os big hitters, que em tempos idos eram favas contadas para o Federer, constituem hoje uma grande ameaça. E faz todo o sentido que assim o seja. Primeiramente, a qualidade da recepção ao serviço deste tipo de jogadores melhorou muito. Isso implica que aqueles pontos tradicionalmente curtos (serviço ganhante, 1-2 punch, approach...) aparecem com cada vez menos frequência. Aliado a esse facto, o serviço do Federer já sofreu algum declínio e tende a ter mais dificuldade em colocar o primeiro serviço quando tem pela frente alguém que, por norma, lhe apresenta mais oposição. Em segundo lugar, o trabalho de pés já não é tão rápido. E este é um ponto capital em todo o jogo do Roger. Ter a cabeça da raquete mais pequena implica que chegue a tempo às bolas para ter um enquadramento decente. Os jogadores com grandes pancadas de ambos os lados gostam de o fazer movimentar e jogar em extensão e apresentam bons índices de eficácia em jogadas mais compridas. Acabam por espalmar bastante a bola, mas sem cometer uma quantidade atroz de erros não forçados. Em terceiro lugar, a tática. É errada e desapropriada ao estilo do Federer. Começando pelo serviço, não consigo entender a insistência tão exacerbada na pancada mais forte do adversário. Hoje, a título de exemplo, serviu demasiadas vezes para a direita do Tsonga. Até entenderia se a técnica de direita do Jo fosse comprida, mas nem é esse o caso. Ele mexe bastante bem o pulso de forma reflexiva. Isto toma proporções parvas se tivermos em consideração o facto de o Tsonga ser um dos piores jogadores no capítulo da resposta ao serviço. Parece-me evidente que deveria ter feito mais uso do serviço ao corpo e insistir mais na esquerda com o primeiro serviço, especialmente no lado das vantagens nulas. Na discussão de um rally, as primeiras pancadas são absolutamente fulcrais para determinar quem tem o ascendente no ponto. Noutros tempos, era aqui que o Federer tomava conta dos pontos. Ora com uma direita inside out bastante chapada, ora fazendo movimentar o adversário e forçar uma bola mais curta. E cada vez mais esta segunda pancada sai mais mole. Mérito para a maior qualidade na recepção dos adversário e demérito porque algumas delas veem a pingar e, ou comete um erro parvo ou sai uma bola sem grande peso e velocidade. Um big hitter chama-lhe um figo. Outra coisa inexplicável foi a não utilização do slice com fins ofensivos. Das poucos vezes que o vi utilizar, o Tsonga apresentou dificuldades em manter o ritmo e via-se forçado a responder com outra bola cortada. E isto é favorável ao Federer que não tem grandes problemas em jogar bolas com um ressalto mais baixo. Sucintamente esta é a minha perspectiva. Alguns críticos apontam que o Annacone veio devolver agressividade ao estilo do Federer, mas honestamente não concordo. Mostra-se aqui e ali, mas tem dificuldades em fazê-lo consistentemente em fases adiantadas dos torneios. No 5º set teve uma atitude muito positiva na conquista da quebra e acho que é nessa mentalidade que tem de apostar. Agora, infelizmente, acho que vai arrumar nas meias-finais com Andy. Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 23 Janeiro 2013 http://www.guardian.co.uk/sport/blog/2013/jan/23/australian-open-hall-of-fame "I don't understand the crowd," he said. "They say we need characters – then you break the racket and they boo you. Everybody gets unhappy. I don't know why they're unhappy. If I want to break racket, it's my racket, who cares? I change the racket." Goran :lol: :prayer: Compartilhar este post Link para o post
Jone Sampaoli Publicado 23 Janeiro 2013 (editado) Boa leitura, João Pereira. Concordo praticamente com tudo, e embora ache que o jogo de pés do Federer está obviamente mais lento do que há uns anos (circa 2004 - 2007, a melhor fase dele), julgo que ele está um pouco mais rápido. Julgo até que ele o confessou, e de facto nota-se num ponto ou noutro. Consegue chegar a certas bolas que antes não chegava ou tinha dificuldades em chegar e responder com a bola dentro do court. Por acaso, a opção que mais questionei foi o porquê do Federer não insistir da esquerda do Tsonga com o primeiro serviço. Mas também já se sabe que o Federer gosta do serviço próximo do 'T', até porque lhe abre perspectivas de atacar a rede em zona frontal, também como ele gosta. Mas hoje claramente, para atacar a esquerda do Tsonga. E até se notava um Tsonga muito encostado ao lado esquerdo do seu court, de forma a jogar 80% das situações com a direita. Talvez por ver uma maior abertura do court e julgar que poderia jogar com isso, fez o Federer tomar essa opção de forçar a direita do Tsonga. Não acho que o Annacone tenha sido muito importante para o desenvolvimento do jogo do Federer em termos de agressividade. Mas acho que ele fortaleceu-lhe muito a nível motivacional, principalmente quando este "hard-hitters" e "baseliners" começaram a ser moda no circuito ATP. Editado 23 Janeiro 2013 por Jone Postiga Compartilhar este post Link para o post
Joao Pereira Publicado 23 Janeiro 2013 Boa leitura, João Pereira. Concordo praticamente com tudo, e embora ache que o jogo de pés do Federer está obviamente mais lento do que há uns anos (circa 2004 - 2007, a melhor fase dele), julgo que ele está um pouco mais rápido. Julgo até que ele o confessou, e de facto nota-se num ponto ou noutro. Consegue chegar a certas bolas que antes não chegava ou tinha dificuldades em chegar e responder com a bola dentro do court. Por acaso, a opção que mais questionei foi o porquê do Federer não insistir da esquerda do Tsonga com o primeiro serviço. Mas também já se sabe que o Federer gosta do serviço próximo do 'T', até porque lhe abre perspectivas de atacar a rede em zona frontal, também como ele gosta. Mas hoje claramente, para atacar a esquerda do Tsonga. E até se notava um Tsonga muito encostado ao lado esquerdo do seu court, de forma a jogar 80% das situações com a direita. Talvez por ver uma maior abertura do court e julgar que poderia jogar com isso, fez o Federer tomar essa opção de forçar a direita do Tsonga. Não acho que o Annacone tenha sido muito importante para o desenvolvimento do jogo do Federer em termos de agressividade. Mas acho que ele fortaleceu-lhe muito a nível motivacional, principalmente quando este "hard-hitters" e "baseliners" começaram a ser moda no circuito ATP. Sem dúvida que sim, mas ainda é insuficiente para contrariar as pancadas do Nadal/Djokovic/Murray ou de um big hitter em dia sim. Daí a necessidade de terminar os pontos o mais rapidamente possível e fazer a diferença nas primeiras pancadas. Tudo tem de ser contextualizado e o Federer, embora não caminhe para novo, ainda compete para vencer Grand Slams. Se certo aspecto do jogo não lhe garante uma vantagem sobre os mais diretos opositores, tem obrigatoriamente de adaptar o seu estilo. O que se passou foi precisamente o contrário: mais bolas em jogo, mas menos poderio ofensivo. Eu sou apologista da insistência no T. O serviço do Federer é caracterizado sobretudo pela variedade e se tal resultou até hoje, não vejo o porquê de alterar. Aquilo que eu não gostei de ver hoje (e já o vi no encontro frente ao Tomic, entre outros...) é uma insistência exagerada no serviço em slice nas vantagens nulas. Como bem disseste, o court está mais aberto para uma pancada cruzada e se for bastante chapada e comprida, já muito dificilmente conseguirá fazer um segundo shot que lhe permita ganhar o ascendente. Nem tenho opinião formada nesse aspecto. É algo que é difícil de definir. 2010 foi um ano de mudança, onde o Novak e o Nadal começaram a imperar. 2011 foi horrendo, jogou mal e porcamente durante toda a temporada, exceptuando o último trecho em indoor que finaliza sempre melhor devido a diversas razões. Acredito que tenha sido um período conturbado e talvez tenha tido influência do Paul. Ou talvez não. Honestamente, acho que é estar a especular um bocado. Compartilhar este post Link para o post
Rōnin Publicado 23 Janeiro 2013 Isto acaba por ser uma não-surpresa. Os big hitters, que em tempos idos eram favas contadas para o Federer, constituem hoje uma grande ameaça. E faz todo o sentido que assim o seja. Os jogadores com grandes pancadas de ambos os lados gostam de o fazer movimentar e jogar em extensão e apresentam bons índices de eficácia em jogadas mais compridas. Acabam por espalmar bastante a bola, mas sem cometer uma quantidade atroz de erros não forçados. Discordo. Isto porque o Federer enfrentou o Davydenko e o Tomic e não perdeu um único set. Muito menos um jogo de serviço, quando foi forçado a jogar um ténis extremamente ofensivo. No limite até. A diferença é que a forma actual dele varia muito, enquanto que nos tempos de auge ele conseguia manter o nível bastante alto durante todo o torneio, acabando naturalmente por o vencer. É o pico de forma que cada vez mais é-lhe difícil de gerir. O ponto chave é a transição de defesa para o ataque. Esse é o ponto fulcral do jogo de fundo de court do Federer e se ele não estiver nas melhores condições, sejam físicas, mentais ou anímicas, ele acabará sempre por sofrer bastante seja com um big hitter, um pusher, o que for. E isso viu-se hoje, nas pancadas inside-in que outrora não falhara anteriormente, falhou. Drives volleys de direita falhados. Direitas na passada. A esquerda batida esteve horrível, tirando alguns momentos de inspiração em passing shot. Ele estava desconfortável. E não julgo que seria por defrontar o Tsonga. Btw: Este é o Federer ao mais alto nível. O Federer que vimos hoje é um Federer desgastado. Lento. Inseguro. Primeiramente, a qualidade da recepção ao serviço deste tipo de jogadores melhorou muito. Isso implica que aqueles pontos tradicionalmente curtos (serviço ganhante, 1-2 punch, approach...) aparecem com cada vez menos frequência. Aliado a esse facto, o serviço do Federer já sofreu algum declínio e tende a ter mais dificuldade em colocar o primeiro serviço quando tem pela frente alguém que, por norma, lhe apresenta mais oposição. Os números parecem dizer o contrário. No primeiro set, a percentagem de primeiros serviços foi de... 55%! No entanto, conquistou 83% desses primeiros serviços colocados. Ou seja, o problema não estava na eficácia do primeiro serviço, mas na colocação do mesmo. E no fundo trata-se de confiança. Jogar 1-2 punch, approach, é um estilo de jogo extremamente arriscado, se não for a tua praia. Felizmente para o Federer, ele é suficientemente versátil para produzir praticamente qualquer estilo de jogo. Mas hoje, não o vi suficientemente confortável para dominar dessa forma o Tsonga. Em terceiro lugar, a tática. É errada e desapropriada ao estilo do Federer. Outra coisa inexplicável foi a não utilização do slice com fins ofensivos. Das poucos vezes que o vi utilizar, o Tsonga apresentou dificuldades em manter o ritmo e via-se forçado a responder com outra bola cortada. E isto é favorável ao Federer que não tem grandes problemas em jogar bolas com um ressalto mais baixo. Concordo e até me pergunto, como é que o Federer, que ele é dos melhores do mundo na rede, não aproveitou a pouca habilidade para o passing shot da esquerda do Tsonga. Mas não ganhei 17 slams, por isso... :mrgreen:/> Sucintamente esta é a minha perspectiva. Alguns críticos apontam que o Annacone veio devolver agressividade ao estilo do Federer, mas honestamente não concordo. Mostra-se aqui e ali, mas tem dificuldades em fazê-lo consistentemente em fases adiantadas dos torneios. No 5º set teve uma atitude muito positiva na conquista da quebra e acho que é nessa mentalidade que tem de apostar. Agora, infelizmente, acho que vai arrumar nas meias-finais com Andy. O Annacone só está lá mesmo para trabalhar o serviço e o jogo de rede. O plano de jogo continua a ser feito pelo próprio Federer, parece-me. Compartilhar este post Link para o post
6nario Publicado 23 Janeiro 2013 Vai Federer! As meias-finais são amanhã de madrugada certo? Compartilhar este post Link para o post
famaboys Publicado 23 Janeiro 2013 Vai Federer! As meias-finais são amanhã de madrugada certo? As femininas sim... As masculinas são às 8.30 Compartilhar este post Link para o post
Joao Pereira Publicado 23 Janeiro 2013 (editado) Discordo. Isto porque o Federer enfrentou o Davydenko e o Tomic e não perdeu um único set. Muito menos um jogo de serviço, quando foi forçado a jogar um ténis extremamente ofensivo. No limite até. A diferença é que a forma actual dele varia muito, enquanto que nos tempos de auge ele conseguia manter o nível bastante alto durante todo o torneio, acabando naturalmente por o vencer. É o pico de forma que cada vez mais é-lhe difícil de gerir. O ponto chave é a transição de defesa para o ataque. Esse é o ponto fulcral do jogo de fundo de court do Federer e se ele não estiver nas melhores condições, sejam físicas, mentais ou anímicas, ele acabará sempre por sofrer bastante seja com um big hitter, um pusher, o que for. E isso viu-se hoje, nas pancadas inside-in que outrora não falhara anteriormente, falhou. Drives volleys de direita falhados. Direitas na passada. A esquerda batida esteve horrível, tirando alguns momentos de inspiração em passing shot. Ele estava desconfortável. E não julgo que seria por defrontar o Tsonga. Este é o Federer ao mais alto nível. O Federer que vimos hoje é um Federer desgastado. Lento. Inseguro. O Tomic e o Davydenko não entram na minha definição de big hitter. Se bem que o Tomic jogou como um. :mrgreen: Não concordo. Tendencialmente, e excluindo evidentemente os restantes elementos do big4, quem é que em termos de resultados constitui a maior ameaça nesta altura em termos de classes? Olhando para os resultados de 2012 contam-se derrotas com Isner, Roddick (por pena :mrgreen:), Haas, Berdych e Del Potro. E uma série de 3 encontros extremamente equilibrados com o Raonic. Denoto um padrão. Que ele tem cada vez mais dificuldade em certos aspetos do jogo é mais do que evidente e compreensível. Daí a minha incapacidade de entender o porquê de se estar a tornar cada vez mais conservador quando tem todo um arsenal que lhe garante eficácia em pontos mais curtos. Só me dás razão. O Tsonga, enquanto big hitter, coloca-o fora da zona de conforto. Fê-lo parecer lento e inseguro. Tira ainda mais tempo de preparação às pancadas do suíço. O que vi no 5º set (a espaços porque estava numa aula :mrgreen:) foi mais potência em cada pancada, impossibilitando investidas e subidas inesperadas. É isso que eu defendo. Os números parecem dizer o contrário. No primeiro set, a percentagem de primeiros serviços foi de... 55%! No entanto, conquistou 83% desses primeiros serviços colocados. Ou seja, o problema não estava na eficácia do primeiro serviço, mas na colocação do mesmo. E no fundo trata-se de confiança. Jogar 1-2 punch, approach, é um estilo de jogo extremamente arriscado, se não for a tua praia. Felizmente para o Federer, ele é suficientemente versátil para produzir praticamente qualquer estilo de jogo. Mas hoje, não o vi suficientemente confortável para dominar dessa forma o Tsonga. O primeiro set é a ambientação ao jogo, tanto para um lado para o outro. Por acaso, até comentei para mim que o Federer estava com percentagens de primeiro serviço gastonianas :mrgreen:. A verdade é que ele vai sempre conseguir boas percentagens de aproveitamento no primeiro serviço, o que não implica que eu possa discordar da escolha tática e que esses números não possam ser ainda melhores. Sem dúvida. O ténis é um dos desportos mais exigentes a nível psicológico. A nível profissional, é-lhes exigida uma concentração redobrada em cada pancada e se os erros entram na cabeça do atleta, até logo. Isso é algo que tem de partir dele próprio. Motivacionalmente pode não ser o mesmo de há 10 anos, mas se quer vencer mais Grand Slams tem de reviver o espírito. O Annacone só está lá mesmo para trabalhar o serviço e o jogo de rede. O plano de jogo continua a ser feito pelo próprio Federer, parece-me. É bem possível. Se bem que não faz grande sentido. Editado 23 Janeiro 2013 por Joao Pereira Compartilhar este post Link para o post
Jone Sampaoli Publicado 23 Janeiro 2013 (editado) Eu até que concordo que o Federer devia apostar mais vezes no ponto mais curto, máximo 5 pancadas e fechou o ponto a seu favor. O grande problema é que os hard hitters, apesar de terem alguma dificuldade em lidarem com pancadas inesperadas e variadas, se estas forem simples esquerdas e direitas em toda a largura do terreno, eles apanham, no matter what. E pior ainda, é que as subidas à rede têm que ser muito, muito bem julgadas, porque se há coisa que os hard hitters fazem com facilidade é passing shots. Portanto, levar às 5 pancadas é sempre um risco a não ser que coloques um bom primeiro volley, e o Federer hoje, por exemplo, teve imensas dificuldades em colocar volleys quando estava a fazer a transição para a rede. E isso torna o serviço ainda mais importante, tendo em conta essa ligeira incapacidade. Contra o Murray ou contra o Djokovic, um mau volley está sujeito a um passing shot ou lob no caso do Murray. No entanto, um jogador completo e que opte por um jogo variado como o Federer, num dia bom, pode meter um hard hitter ao bolso. E não foram poucas as vezes que o Federer venceu o Djokovic, por exemplo. Se a superfície estiver rápida então, as hipóteses de vencer sobem ainda mais. Editado 23 Janeiro 2013 por Jone Postiga Compartilhar este post Link para o post
Joao Pereira Publicado 23 Janeiro 2013 (editado) A tua definição de big/hard hitter está algo transviada, parece-me. :mrgreen: Editado 23 Janeiro 2013 por Joao Pereira Compartilhar este post Link para o post
Jone Sampaoli Publicado 23 Janeiro 2013 (editado) Sim, na verdade não estou a querer falar do tipo "Tsonga" ou "Gonzalez", de bombardear bujardas desde a linha de fundo :mrgreen: mas acho que deu para perceber :p estou a falar do tipo "Djokovic", o jogador que controla a linha de fundo em toda a sua largura e consegue de forma consistente, eficaz e com boas transições defensivas-ofensivas, ganhar o jogo. Editado 23 Janeiro 2013 por Jone Postiga Compartilhar este post Link para o post
Joao Pereira Publicado 23 Janeiro 2013 Mas esses é que efetivamente o são. E daí estás a interpretar mal o que eu disse. Como são, por norma, gajos mais brutos, a sua movimentação e trabalho de pés não é tão rápida. Logo, terão mais dificuldades em alcançar uma primeira bola bem angulada. O Djokovic é um all-rounder. É o melhor jogador do mundo. É preciso conjugar consistência com agressividade. O Wawrinka fê-lo com qualidade, mas é muito complicado fazer prevalecer essas características durante mais de 3 ou 4 horas de encontro. Compartilhar este post Link para o post
Jone Sampaoli Publicado 23 Janeiro 2013 Sim, os "hard hitters" são os tipo "Tsonga", não é? Mas generalizei em demasia a expressão :mrgreen: eu acho que o Djokovic é o melhor jogador do mundo da actualidade, mas mais depressa o considero um power baseliner do que um all-around player, apesar de já ter soluções para também jogar ao comprimento. Mas contra jogadores que saibam variar, e se conjugado com um piso mais rápido, ainda tem algumas dificuldades. Compartilhar este post Link para o post
Joao Pereira Publicado 23 Janeiro 2013 Isso das distinções já são ricocos sem interesse. Talvez tenhas razão, mas era só para fazer ver que está longe de estar na classe daqueles que espancam a bola. Mas contra jogadores que saibam variar, e se conjugado com um piso mais rápido, ainda tem algumas dificuldades. Verdade. Compartilhar este post Link para o post