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SAS_Robben

O Culto do Futebol

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Alguém recorda-se dos especiais sobre os mundiais que foram transmitidos semanas antes da copa de 2006?

 

Eram apresentados pelo José Marinho. Adorava ver aquilo.

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Lembrei-me deste senhor. Não sei se já foi postado aqui, mas acho que não.

 

Até sempre Gary Speed!

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Nascimento: 31 de Dezembro de 1941, em Glasgow, Escócia.

 

Equipas que treinou: East Stirlingshire-ESC (1974), St. Mirren-ESC (1974-1978), Aberdeen-ESC (1978-1986), Seleção Escocesa (1985-1986) e Manchester United-ING (1986-2013).

 

Principais títulos por clubes: 1 Campeonato Escocês (1976-1977 – First Division) pelo St. Mirren.

 

1 Supertaça da UEFA (1983), 3 Campeonatos Escocês (1979-1980, 1983-1984 e 1984-1985), 4 Taça da Escócia (1981-1982, 1982-1983, 1983-1984 e 1985-1986) e 1 Taça da Liga Escocesa (1985-1986) pelo Aberdeen.

 

2 Mundiais de Clubes (1999 e 2008), 2 Ligas dos Campeões da UEFA (1998-1999 e 2007-2008), 1 Supertaça da UEFA (1991), 13 Campeonatos Inglês (1992-1993, 1993-1994, 1995-1996, 1996-1997, 1998-1999, 1999-2000, 2000-2001, 2002-2003, 2006-2007, 2007-2008, 2008-2009, 2010-2011 e 2012-2013), 5 Copas da Inglaterra (1989-1990, 1993-1994, 1995-1996, 1998-1999 e 2003-2004), 4 Copas da Liga Inglesa (1991-1992, 2005-2006, 2008-2009 e 2009-2010) e 10 Supercopas da Inglaterra (1990, 1993, 1994, 1996, 1997, 2003, 2007, 2008, 2010 e 2011) pelo Manchester United.

 

Principais títulos individuais:

 

Eleito o Melhor Técnico da Década de 90 pela LMA, Eleito o Melhor Técnico do Ano pela LMA: 1999, 2008 e 2011. Prémio de Honra ao Mérito da LMA: 2009 e 2011, Melhor Técnico da Temporada no Campeonato Inglês: 1993-1994, 1995-1996, 1996-1997, 1998-1999, 1999-2000, 2002-2003, 2006-2007, 2007-2008, 2008-2009 e 2010-2011, Eleito 27 vezes o Técnico do Mês do Campeonato Inglês, Eleito o Técnico do Ano pela UEFA: 1999, Técnico do Ano Onze d´Or: 1999, 2007 e 2008, Melhor Técnico de Clubes do Mundo pela IFFHS: 1999 e 2008

 

 

O dia 08 de maio de 2013 entrará para sempre na história do futebol mundial por ter marcado o anúncio do fim de uma era. De uma lenda. De um dos mais longínquos comandantes de um clube de futebol na história. De um sujeito que desde pequeno respirava futebol. De um homem que transformou uma equipa que vivia apenas de seu glorioso passado nos anos 60 na maior de Inglaterra.

 

Do escocês simples que virou cavalheiro. Que virou Sir. Que virou património do desporto do Reino Unido. Património mundial. Património do Manchester United Football Club. E da eternidade futebolística. Sir Alexander Chapman Ferguson, ou simplesmente Alex Ferguson, se aposentou como técnico para entrar na imortalidade. Energético, revolucionário, inspirador, estrategista, vencedor.

 

Várias são as qualidades do técnico mais importante e vencedor da história do Manchester e que já havia feito história muito antes de comandar os Diabos Vermelhos, mais precisamente entre 1978 e 1986, quando colecionou taças pelo Aberdeen, da Escócia. Ferguson não foi apenas um técnico de futebol. Ele foi um inspirador, um homem que encarnou o desporto em si próprio e viveu por ele durante décadas. No Manchester United, Ferguson ajudou a equipa desenvolver-se, com contratações acertadas, modernizando as suas estruturas de treino e desenvolvendo uma faceta vencedora. Era preciso sair da sombra de Liverpool, Arsenal, Tottenham, Aston Villa.

 

Era preciso mostrar força e se consagrar como o maior. E o United conseguiu. Graças a Ferguson, que arrumou a casa, fez do clube praticamente uma extensão dele próprio e conquistou estrondosos 38 títulos, sendo 13 do Campeonato Inglês, que fez o United passar o então recordista Liverpool e se isolar como o maior campeão do país com 20 troféus.

 

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:heart:

Editado por Bombonero

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dos meus avançados de eleição, de uma equipa que me apaixonou em miudo

 

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dos melhores de sempre

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Só para dizer aos transeuntes que este tópico já me está quase em bookmark quando chego a casa.

 

 

Contra-ataque perfeito a acabar no golo do Mickey <3 Partiu tudo na segunda parte, que pezinhos. Melhor 10 em Portugal entre Rui Costa e o Deco, fácil. Se o Campos Coroa não fosse uma besta, por muito academista que seja, tinha ido para o Atlético de Madrid, tinha-se retirado com um sorriso e não andava hoje com uma relação de amor-ódio com o clube. Meu jogador preferido de sempre.

 

Figo de um lado, McManaman do outro e Munitis no banco só para arrebentar com a defesa adversária após cansaço :prayer:

Julgo que queres dizer McManamanaman.

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Mário Jardel de Almeida Ribeiro.

Nunca me esqueço deste grande avançado. Tinha o topo do futebol ao alcance dos seus pés, e foi mais um grande exemplo de que, ter apenas talento, não chega.

Ainda assim, no tempo em que teve as ideias no sítio, foi inegavelmente um ponta-de-lança de topo, com números apenas ao alcance dos melhores do desporto.

Um matador de área, simplesmente exímio de cabeça, ao nível dos melhores dos melhores.

 

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Prémios colectivos:

 

Vasco

Campeonato Carioca: 1992,1993,1994

Grêmio

Campeonato Gaúcho: 1995,1996

Recopa Sul-Americana: 1996

Copa Libertadores da América: 1995

Porto

Supertaça de Portugal: 1996-1997, 1997-1998, 1998-1999

Taça de Portugal: 1997/98,1999/00

Campeonato português: 1996-97,1997-98,1998-99

Galatasaray

Copa da Turquia:2000

Supercopa Européia: 2000

Sporting

Taça de Portugal: 2001-2002

Campeonato Português: 2001-2002

Newell's Old Boys

Campeonato Argentino: 2004

Goiás

Campeonato Goiano: 2006

Anorthosis Famagusta

Copa de Chipre: 2007

Supercopa de Chipre: 2007

 

 

Prémios Individuais:

 

Melhor jogador do Campeonato português: 1996/1997, 1998/1999, 2001/2002;

Bola de Ouro do jornal A Bola: 1996/1997, 1997/1998;

Bota de Ouro (Europa): 1999, 2002;

Melhor marcador da Copa Libertadores: 1995;

Melhor marcador do Campeonato português: 1996/1997, 1997/1998, 1998/1999, 1999/2000, 2001/2002:

Melhor marcador da Liga dos Campeões da UEFA: 1999/2000;

 

 

Números (Jogos e golos):

 

Grémio 1995-96 73 Jogos - 67 Golos

 

Porto 1996–97 45 Jogos - 37 Golos

Porto 1997–98 37 Jogos - 37 Golos

Porto 1998–99 38 Jogos - 38 Golos

Porto 1999–00 49 Jogos - 54 Golos

Total 169 Jogos - 166 Golos

 

 

Gala 2000–01 43 Jogos - 34 Golos

 

Sporting 2001–02 42 Jogos - 55 Golos

Sporting 2002–03 20 Jogos - 12 Golos

Total 62 Jogos - 67 Golos

 

Total da carreira - > 443 Jogos - 345 Golos

 

http://www.youtube.com/watch?v=buJU0ZCMwjA

Brilhante... Podia ter feito tanto mais...

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pierre van hooijdonk

 

Ainda tenho uma memoria bem fresca de um livre dele magnifico.

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Por falar em guarda-redes excêntricos...

 

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Chilavert e Jorge Campos

 

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e por falar em Chilavert > Paraguai > dos melhores centrais que vi em Portugal,

 

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Carlos Gamarra, classe pura.

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Brolin é Calado em sueco? São iguais, pqp. :lol:

Cara de um, cú do outro (Calado).

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3º Episódio - 1945

 

Morte no Parque

 

O corpo estendido com o fato esfrangalhado, cheio de sangue, foi descoberto, manhã já de sol alto, por uma mulher que apanhava trapos nos montes de lixo do Parque Eduardo VII. Na carteira o bilhete de identidade, um cartão de sócio do Sporting, outro de fiscal das obras da auto-estrada. Arranhaduras no frontal, um dedo espalmado, sinais de que antes do golpe profundo que lhe atingira o coração houvera luta. Joaquim Ferreira era treinador do Sporting. Substituira Szabo a troco de 1800 escudos por mês. Tinha 46 anos.

 

A morte envolvia-se de mistério. Vivia com a mulher, Ofélia, num quarto alugado na Calçada do Lavra mas, por vezes, não dormia em casa. Tinha fama de aventureiro. Talvez por isso se suspeitasse de crime passional. Ou de vingança por «negócios obscuros» porque, durante a Guerra, constara que vivera de expedientes mais ou menos perigosos. Ou então, de armadilha montada pelo «bando dos arrebentas» que infernizava o Parque, a coberto da noite, para roubos violentos, atraindo as vítimas através de mulheres que seduziam na Avenida...

 

No bolso levava pouco mais de 450 escudos. Desapareceram. Como desapareceu um anel de ouro que comprara por 1280 escudos e que ainda pagava a prestações. Alguns dias depois dois jardineiros tentaram vender, numa taberna da Rua de S. Marta, os seus próprios óculos, acabando intercetados pela polícia. Mas o mistério perdurava...

 

A polícia apertou o cerco ao «bando dos arrebenta». Prendeu vários, durante uma sesta na mata do Lumiar, nas traseiras da Musgueira. Um deles sofria de perturbações mentais. Fugira da Mitra para o Parque. Fora preso e solto e ao Parque regressara. Deu-se como assassino para que o prendessem e, na prisão, pudesse ter comida e dormida. Ensarilhou-se em contradições durante os depoimentos, a Polícia de Investigação Criminal não o levou a sério, anotando apenas um desabafo: que antes do crime vira Joaquim Ferreira com um «magala»...

 

O «magala» e os inconfessáveis fins

 

A Polícia Militar entrou em ação. E julgou estranhas as contusões no ventre que, durante o banho, apresentara o soldado João Jorge, madeirense a prestar serviço no Batalhão de Caçadores 5. Tudo se deslindou quando na sua mala se descobriu o anel de ouro de Joaquim Ferreira. Preso, confessou. Preso ficou. Dez dias após o crime, a Polícia de Investigação Criminal limitou-se a anunciar o desfecho do caso, adiantando apenas que Joaquim Ferreira «estava longe de ser um homem digno e de tudo se ter passado em virtude de rixa entre ambos, que se encontraram no parque para os inconfessáveis fins que levaram ao crime». Tudo o resto está ainda hoje no segredo dos deuses. E estará.

 

A glória da Taça nos pés de Jesus

 

Joaquim Ferreira fora dos mais brilhantes jogadores portugueses da década de 20. Formando parelha, na defesa da seleção e do Sporting, com Jorge Vieira. Da equipa nacional foi apeado por Carlos Alves, avô de João Alves que, como ele, jogava de luvas pretas. O seu estilo calmo e inteligente de jogo foi a razão do convite para treinador do Sporting.

 

Um mês antes da facada fatal, ganhara a Taça de Portugal contra o Olhanense. Fora um jogo polémico, saldado por um único golo apontado por Jesus Correia. Abraão, o guarda-redes do Olhanense, jurou que antes do remate que o desfeiteara, o avançado apanhara a bola fora de campo.

 

Peyroteo não jogou por se encontrar castigado. A punição levantou polémica, por se considerar injusta, para um futebolista que era apontado como exemplo de disciplina apesar de, alguns anos antes, ter esmurrado o defesa benfiquista Gaspar Pinto, que o insultara durante o jogo, para o enervar e deter.

 

Os sportinguistas viveram um dia de euforia, com a época salva com aquele pontapé. O herói, para além de Ferreira, fora Jesus Correia que, espantado, à saída das Salésias, recebeu uma nota de 50 escudos, outra de 100 e duas cautelas de lotaria. Por acaso era jogo branco, mas poderia não ter sido.

 

 

Campeonato de Lisboa para o Belenenses

 

A época de 45/46 começou com o Campeonato de Lisboa. E com escândalo. O Estoril bateu o Sporting, no Lumiar, por 5-0. Álvaro Cardoso, escolhido para bode-expiatório, foi acusado de se desinteressar da peleja por solidariedade com Azevedo, que não jogara por ter feito exigências monetárias consideradas abusivas pela direção leonina. Ficou a saber-se, depois, que Cardoso tivera, inclusivamente, de «censurar com aspereza» quatro companheiros que se recusaram a marcar uma grande penalidade, só não os mandando sair de campo, puxando os seus galões de capitão, para não prejudicar e humilhar o seu clube. Ficou perdoado. Mas a festa do título foi feita pelo Belenenses que, assim, deixaria claríssima a candidatura a campeão nacional.

 

Na última jornada do Campeonato de Lisboa o Sporting garantiu o segundo lugar, batendo o Atlético por 4-2 na Tapadinha, num jogo marcado por uma má arbitragem de Andrade Pinto, que os alcantarenses pediram que fosse irradiado por sofrer de... varizes!

 

O Benfica, que não conseguiu melhor do que o quarto posto, atrás do Belenenses, Sporting e Atlético, foi goleado no Barreiro pela CUF, num jogo que ficou histórico, mais do que pelo resultado, pelo insólito facto de espetadores se queixarem de terem sido atingidos por bagos de chumbo quente disparados durante um torneio de tiro que decorria ao lado!

 

 

Natal pouco católico no Benfica

 

O Benfica, apesar de desanuviar o ambiente nas vésperas de Ano Novo com uma vitória por 4-0 sobre o FC Porto, em jogo a contar para a quarta jornada do Nacional de futebol da I Divisão, continuava sob maus ventos. Félix Bermudes, no balanço da sua gerência como presidente, justificou assim o momento mau do futebol do clube: «Na semana passada tínhamos 14 jogadores lesionados, quatro em rebeldia e cinco fora de Lisboa». Eram ainda os efeitos de um defeso turbulento, que teve como foco principal de emotividade a «novela Teixeira».

 

Vicente de Melo, que fora tesoureiro do Benfica, tentara transferir o avançado para o Braga, por não admitir que o seu apoderado, que trouxera dos Açores para brilhar de águia ao peito, tivesse sido esbofeteado pelo treinador Janos Biri. A direção apenas repreendeu o técnico, o jogador sentiu-se injustiçado, recalcitrou, deixaram-no sem dinheiro para a comida e o quarto. Os dirigentes do Benfica justificaram o não pagamento de subsídios com o peregrino argumento de que «Teixeira não sabia assinar os recibos».

 

Vicente de Melo apresentou queixa na DGD. O Benfica ripostou, acusando Melo de, em tempo, ter deixado o seu protegido igualmente a pão e água. Defendeu-se o ex-tesoureiro: «De facto, há três anos, multei Teixeira em mil escudos, por ter faltado às aulas de um professor que arranjara para ensinar os jogadores do Benfica a ler e escrever. Mas esses mil escudos não incidiram, como agora, sobre os salários, mas no prémio de vitória na Taça de Portugal.»

 

Assentou a poeira, arrefeceu-se a polémica, Teixeira acabou por ficar no Benfica. Era o regresso do «Gasogénio». Mas, entretanto, de fora continuava Julinho, que queria mais dinheiro, até porque se mantinham os rumores de que o Braga prometera 1500 escudos por mês a Teixeira e se ele permaneceu no Benfica...

 

 

 

Episódios Anteriores:

 

1º Episódio - 1945

2º Episódio - 1945

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Por falar em guarda-redes excêntricos...Jorge Campos http://simpkins83.files.wordpress.com/2011/02/jorge-campos-mexican-goalkeeper1.jpg

Fun fact sobre o Jorge Campos, quando estava na sua primeira época no Pumas era o GR suplente e para jogar mais pediu ao treinador para... o por a jogar a ponta-de-lança. Fez 14 golos nessa época

EDIT: E muitas vezes no decorrer da sua carreira começava a jogar a GR e depois o treinador a meio do jogo passava-o para avançado

Editado por Grilo06

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enorme :prayer:

sobre o mundial de 94:

 

Apesar do pênalti perdido na final contra o Brasil, foi considerado um herói em 1994. Logo no início do torneio, sofreu uma lesão no joelho e teve que ser operado no menisco. Conseguiu se recuperar a tempo de disputar a decisão, menos de um mês depois. Foi um dos melhores em campo, mas falhou na cobrança decisiva, ao mandar a bola por cima do gol de Taffarel.

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Nélson

 

Este gajo era só razoavel mas não sei porquê foi dos meus jogadores preferidos quando era puto e uma das razões porque fiquei a simpatizar com o Villa

Editado por SAS_Robben

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Por acaso gostava dele :)

 

Dentro do relvado sempre me pareceu que jogava com um semblante triste.

 

Falo do Nelson

Editado por Diogo_CFB

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Este moço não esteve envolvido num escandalo qualquer com o Porto?

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Este moço não esteve envolvido num escandalo qualquer com o Porto?

Falava-se que o FCP o tinha "subornado" ou algo assim.Nunca foi nada provado,penso.

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Hassan e o Hajry eram uma boa dupla e como é obvio todos treinados pelo grande Paco Fortes

Editado por Hawkeye

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Hassan e o Hajry eram uma boa dupla e como é obvio todos treinados pelo grande Paco Fortes

Há pouco pus aí :)

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