Adryan Publicado 5 Outubro 2015 Falam tanto dessa maioria de esquerda, não era mais fácil a coligação juntar-se ao PS? Estes últimos estão mais próximos do PaF do que do BE e CDU, era bem mais fácil encontrar pontos de concórdia. E o PS arriscaria-se dessa maneira a perder a confiança do seu eleitorado para os próximos longos tempos? Compartilhar este post Link para o post
WormboY Publicado 5 Outubro 2015 Talvez já tenha deixado por aqui, mas wtv http://internacional.elpais.com/internacional/2015/10/05/actualidad/1444036412_113808.html Compartilhar este post Link para o post
Ticampos Publicado 5 Outubro 2015 Exacto, e na aldeia dos meus avós (Rio Frio, junto à fronteira com Espanha, ao lado de Bragança), após o 25 de Abril, instruíam as pessoas a não votar no PCP porque tinham a foice e o martelo e iam pôr todos a trabalhar feitos escravos. :facepalm: xD Mas a minha avó já era o contrário, ela quando era nova era ceifeira e adorava sê-lo, então não tenho de explicar a principal razão para ela votar PCP. Compartilhar este post Link para o post
Kawhi Publicado 5 Outubro 2015 Talvez já tenha deixado por aqui, mas wtv http://internacional.elpais.com/internacional/2015/10/05/actualidad/1444036412_113808.html Na minha opinião nem PC nem Antonio Costa têm de todo o perfil ideal para PM Compartilhar este post Link para o post
Victarion Publicado 5 Outubro 2015 Mas o Cavaco está dez dias à espera do quê? Isto pára o campeonato e também pára a presidência? tá a descongelar. Compartilhar este post Link para o post
Arnold Publicado 5 Outubro 2015 (editado) Na minha opinião nem PC nem Antonio Costa têm de todo o perfil ideal para PM PORQUÊ? Editado 5 Outubro 2015 por Arnold Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 5 Outubro 2015 Partidos de Garcia Pereira e Marinho e Pinto vão receber 170 mil euros por ano Por cada voto, os partidos recebem 2,84 euros de subvenção anual, que é paga pela Assembleia da República. Os partidos liderados por António Marinho e Pinto (PDR) e José Garcia Pereira (PCTP/MRPP) não conseguiram eleger qualquer deputado nas legislativas deste domingo, mas por terem conseguido mais de 50 mil votos vão receber uma subvenção anual superior a 170 mil euros cada um durante os quatro anos que dura a legislatura. De acordo com a lei do financiamento dos partidos políticos e das campanhas eleitorais, todos os partidos que obtenham mais de 50 mil votos nas eleições legislativas têm direito a receber uma subvenção que é calculada com base no salário mínimo nacional (SMN) de 2008. Cada voto vale 1/135 do valor do SMN 2008 (426 euros), ou seja, 3,155 euros. Mas, devido às medidas de austeridade do Governo de Pedro Passos Coelho, até Dezembro de 2016, o montante final sofre um corte de 10%. Assim, para efeitos de cálculo, cada voto vale, em termos líquidos, 2,84 euros. Tendo em conta os 60.912 votos obtidos pelo PDR em território nacional, quando estão ainda por apurar os resultados no estrangeiro, o partido liderado pelo antigo bastonário do advogados e actual eurodeputado irá receber pelo menos cerca de 173 mil euros por ano. Este dinheiro é pago pela Assembleia da República em duodécimos, como se de uma renda mensal se tratasse. Já o PCTP/MRPP, que se estreou nas subvenções em 2009, mesmo sem qualquer eleito, vai receber anualmente 170 mil euros por ano pelos quase 60 mil votos que obteve (59.812 apenas em território nacional). O PAN – Pessoas, Animais, Natureza, que já recebera esta subvenção mesmo sem eleitos em 2011, obteve agora um mandato, mas recebe igualmente a subvenção anual de 212 mil euros. Mesmo ainda não estando apurados os votos dos dois círculos eleitorais do estrangeiro, de acordo com os resultados do território nacional, a coligação Portugal à Frente pode já contar com 5,62 milhões de euros por ano, o PS com 4,942 milhões, o Bloco receberá pelo menos 1,56 milhões, e a CDU 1,26 milhões de euros. Para além desta subvenção anual para financiamento dos partidos, as forças que concorrem a, no mínimo, 51% dos lugares a sufrágio e obtenham alguma representação, podem candidatar-se ainda a uma subvenção eleitoral para pagar despesas de campanha. Esta é composta por um orçamento definido por lei que, no caso das legislativas, é de 20 mil SMN, mas que está também reduzido em 20% até ao final de 2016. Contas feitas, este bolo tem um valor de 6,816 milhões de euros. Um quinto disso (1,363 milhões) é distribuído por todos os partidos que concorrem a mais de 51% dos lugares a sufrágio, tendo em conta as despesas de campanha que declararem ao Tribunal Constitucional. Os restantes 80% serão distribuídos pelos partidos que elegeram deputados num cálculo proporcional dos resultados. Mas as subvenções estatais não se ficam por aqui. Há ainda outra calculada por cada deputado eleito. Segundo a lei, a cada grupo parlamentar ou, no caso do PAN, ao seu deputado único, é atribuída uma verba para encargos de assessoria, actividade política e partidária e outras despesas de funcionamento, que corresponde a quatro vezes o IAS – Indexante de Apoios Sociais anual, mais metade do valor do mesmo, por deputado, que será paga mensalmente. Ou seja, cada grupo parlamentar recebe, por mês, uma base de 20.122 euros, a que acrescem mais 209,61 euros por cada deputado. No final de 2014, o Tribunal Constitucional considerou que esta subvenção era formalmente inconstitucional, porém, a Assembleia da República tem continuado a pagá-la. http://www.publico.pt/politica/noticia/partidos-de-garcia-pereira-e-marinho-e-pinto-vao-receber-170-mil-euros-por-ano-1710196 Compartilhar este post Link para o post
Kawhi Publicado 5 Outubro 2015 PORQUÊ? O Passos Coelho pelo trabalho que desenvolveu nos ultimos 4 anos, o Antonio Costa conheço pouco, mas deixou me intrigado o facto de ele ter perdido no Distrito onde foi Presidente de Camara Compartilhar este post Link para o post
Resende93 Publicado 5 Outubro 2015 (editado) Há muita gente a dizer que o Cavaco nunca permitiria um governo à esquerda mas o problema de um entendimento à esquerda não é nunca, mas nunca o Cavaco. Se existisse essa maioria, o Cavaco só tinha de dar posse, é assim que o artigo 187/1 da Constituição determina, se existisse uma coligação com maioria absoluta dos deputados em efetividade de funções o Cavaco não tinha outra hipótese, senão dar posse a esse governo. O problema de uma coligação com todos estes partidos de esquerda, são mesmo os partidos de esquerda. O PS têm diferenças históricas, culturais e programáticas abissais com o PCP e BE- Por exemplo, sobre a NATO, Tratado Orçamental, Euro, Renegociação da dívida etc. Quer se goste quer não, o PS tem mais em comum com o PSD/CDS do que com os partidos de esquerda e é assim que deve continuar. Mais, os votos no PS, BE e PCP são todos votos contra o governo, mas não votos na mesma direção de alternativa, é muito bonito os partidos entenderem-se em como não deve existir austeridade, cortes nas pensões, cortes nas funções sociais do Estado mas não é fácil entenderem-se com a alternativa em relação a isso. Editado 5 Outubro 2015 por ascom Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 5 Outubro 2015 O Passos Coelho pelo trabalho que desenvolveu nos ultimos 4 anos Que trabalho é que ele desenvolveu mais concretamente? Eu pergunto-me se ninguém se lembra destes quatro loucos anos que passaram... de 2011 a a 2013, então, com a sucessão de acontecimentos, foi uma loucura... Compartilhar este post Link para o post
Stromp Publicado 5 Outubro 2015 Mariana Mortágua, João Oliveira, João Soares, Paulo Rangel e Mota Soares na tvi24 daqui a pouco Compartilhar este post Link para o post
Kawhi Publicado 5 Outubro 2015 Que trabalho é que ele desenvolveu mais concretamente? Eu pergunto-me se ninguém se lembra destes quatro loucos anos que passaram... de 2011 a a 2013, então, com a sucessão de acontecimentos, foi uma loucura... fiquei confuso :estrelas: Compartilhar este post Link para o post
Stromp Publicado 5 Outubro 2015 Se calhar foram os tempos mais conturbados. Mas só se calhar Compartilhar este post Link para o post
Arnold Publicado 5 Outubro 2015 fiquei confuso :estrelas: de 2011 a 2013, então, Compartilhar este post Link para o post
whatever Publicado 5 Outubro 2015 (editado) Hoje um professor meu lançou o seguinte - "PS, CDU e BE resolvem as suas diferenças e apresentam um governo de esquerda maioritário para governar". Sinceramente, não creio que seja possível. E vocês? Eu cá acho que o teu professor é um brincalhão. Editado 5 Outubro 2015 por whatever Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 5 Outubro 2015 Umas contas que andei a fazer: Vocês sabem que os mandatos são atribuídos por círculos eleitorais que correspondem aos Distritos. Uma parvoíce que não tem jeito nenhum. Porque raio é que eu voto no mesmo círculo eleitoral de alguém de Sines ou de Santiago de Cacém e não de Lisboa ou Loures? Não faz qualquer sentido. Mas adiante... A questão da divisão em círculos eleitorais implica, na prática, que os votos de cada português não valem o mesmo. Basta fazer uma conta simples: o PS teve um total de 1.740.280 que corresponderam à eleição de 85 deputados. Ou seja, cada mandato corresponde a menos de 20.500 votos (mais concretamente 20.474). Se notarem houve 6 partidos com mais de 20.500 votos que não conseguiram eleger nenhum deputado (o PDR teve mais de 60.000) e até o PAN necessitou de cerca de 75.000 para eleger 1 único deputado. O atual Sistema Eleitoral favorece claramente os maiores partidos. Por isso não tem mudado. Ninguém espera que PSD e PS se unam para mudar um Sistema que só lhes traz vantagens. Eu fiz um exercício simples. Imaginem que só havia um Círculo Eleitoral Nacional. Em que o voto de cada português vale exatamente o mesmo que o dos restantes portugueses independentemente do local da sua residência. Os resultados em termos de distribuição de mandatos são os seguintes: Partidos | Resultados Oficiais | Resultados com 1 único Círculo Eleitoral PAF | 104 | 94 PS | 85 | 78 BE | 19 | 24 CDU | 17 | 20 PAN | 1 | 3 PDR | 0 | 2 PCTP | 0 | 2 LIVRE | 0 | 1 PNR | 0 | 1 MPT | 0 | 1 O meu exercício é o que traduz verdadeiramente o voto do país. É um exercício em que não são possíveis cenários de maiorias absolutas com 40% dos votos válidos; em que não é possível haver um partido a eleger mais deputados tendo menos votos que outro (cenários que chegaram a ser considerados nestas eleições). E é um exercício que permitiria, ajustando o número de deputados, a coexistência com círculos uninominais. É claro que é igualmente um cenário que não favorece a existência de maiorias absolutas, bi-partidarização ou a tão apregoada "Estabilidade Governativa". Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 5 Outubro 2015 (editado) Mas o Cavaco está dez dias à espera do quê? Isto pára o campeonato e também pára a presidência? Tem que esperar pelos votos da emigração. @Descartes, os governos de iniciativa presidencial já não são possíveis. Editado 5 Outubro 2015 por Vaart Compartilhar este post Link para o post
leugim Publicado 5 Outubro 2015 O que quer o PAN? Não é só direitos dos animais. Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 5 Outubro 2015 Marcelo Rebelo de Sousa acaba de anunciar na TVI que é candidato às eleições presidenciais de 2016. Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 5 Outubro 2015 http://www.portugalglobal.pt/PT/PortugalNews/RevistaImprensaNacional/AicepPortugalGlobal/Documents/Volstad%20desiste%20de%20Sines_E%20ruma%20a%20Vigo_Aicep_Expresso021015.pdf Notícias destas dá gosto ler. Compartilhar este post Link para o post
M. Porter Publicado 5 Outubro 2015 (editado) O Joao Soares a lançar o piso a uma coligação de esquerda. Editado 5 Outubro 2015 por M. Porter Compartilhar este post Link para o post
Alexandre Lobo Publicado 5 Outubro 2015 Umas contas que andei a fazer: Vocês sabem que os mandatos são atribuídos por círculos eleitorais que correspondem aos Distritos. Uma parvoíce que não tem jeito nenhum. Porque raio é que eu voto no mesmo círculo eleitoral de alguém de Sines ou de Santiago de Cacém e não de Lisboa ou Loures? Não faz qualquer sentido. Mas adiante... A questão da divisão em círculos eleitorais implica, na prática, que os votos de cada português não valem o mesmo. Basta fazer uma conta simples: o PS teve um total de 1.740.280 que corresponderam à eleição de 85 deputados. Ou seja, cada mandato corresponde a menos de 20.500 votos (mais concretamente 20.474). Se notarem houve 6 partidos com mais de 20.500 votos que não conseguiram eleger nenhum deputado (o PDR teve mais de 60.000) e até o PAN necessitou de cerca de 75.000 para eleger 1 único deputado. O atual Sistema Eleitoral favorece claramente os maiores partidos. Por isso não tem mudado. Ninguém espera que PSD e PS se unam para mudar um Sistema que só lhes traz vantagens. Eu fiz um exercício simples. Imaginem que só havia um Círculo Eleitoral Nacional. Em que o voto de cada português vale exatamente o mesmo que o dos restantes portugueses independentemente do local da sua residência. Os resultados em termos de distribuição de mandatos são os seguintes: Partidos | Resultados Oficiais | Resultados com 1 único Círculo Eleitoral PAF | 104 | 94 PS | 85 | 78 BE | 19 | 24 CDU | 17 | 20 PAN | 1 | 3 PDR | 0 | 2 PCTP | 0 | 2 LIVRE | 0 | 1 PNR | 0 | 1 MPT | 0 | 1 O meu exercício é o que traduz verdadeiramente o voto do país. É um exercício em que não são possíveis cenários de maiorias absolutas com 40% dos votos válidos; em que não é possível haver um partido a eleger mais deputados tendo menos votos que outro (cenários que chegaram a ser considerados nestas eleições). E é um exercício que permitiria, ajustando o número de deputados, a coexistência com círculos uninominais. É claro que é igualmente um cenário que não favorece a existência de maiorias absolutas, bi-partidarização ou a tão apregoada "Estabilidade Governativa". Achas que o sistema eleitoral favorece os grandes partidos ? Então o que me tens a dizer do sistema eleitoral Francês por exemplo ? Compartilhar este post Link para o post
Visitante Publicado 5 Outubro 2015 http://www.portugalglobal.pt/PT/PortugalNews/RevistaImprensaNacional/AicepPortugalGlobal/Documents/Volstad%20desiste%20de%20Sines_E%20ruma%20a%20Vigo_Aicep_Expresso021015.pdf Notícias destas dá gosto ler. Porquê? Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 5 Outubro 2015 Porquê? Porque vemos Portugal à frente. Compartilhar este post Link para o post
Visitante Publicado 5 Outubro 2015 Porque vemos Portugal à frente. Tu não te cansas :lol: Perguntei porque foi a primeira vez que ouvi falar nesse projecto, e pela notícia, parecia ser positivo, daí querer saber se era ironia ou não. Compartilhar este post Link para o post