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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

Publicações recomendadas

Eu, se estivesse no lugar do Marcelo também me distanciava da PAF, é preciso ter memória muito curta para esquecer aquilo que o Passos lhe chamou.

 

Pois mas o senhor que está no lugar do Marcelo, apoiou o sr. Passos em 2011, quando se cortou os subsídios dizia que não havia alternativa e apoiou o PAF nas últimas eleições.

 

Só cai na cantiga dele quem quiser...

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Isso não me esclarece uma das dúvidas que tenho: Foram nomeados com ou sem concurso público?

Sem, o que torna ainda pior o sucedido. E demonstra a "honestidade" do ex-governo e do actual PR.

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Isso não me esclarece uma das dúvidas que tenho: Foram nomeados com ou sem concurso público?

nomeações para cargos políticos são isso mesmo: nomeações. sem concurso público, mas também sem vínculo. nunca percebi este stress sempre na altura das eleições, acham mal? demitam-nos, é fácil e à borla.

 

é como a história dos acessores dos ministros, a maioria deles passam de governo para governo, mesmo mudando a cor, coisa estranha o tacho... 8-)

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Se não há vínculo, como o Giz diz, e se a situação está a causar tanto reboliço, com razão diga-se de passagem, que se demita as pessoas em questão.

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"Rwandans can now expect to live almost 32 years longer than in 1990, and spend twice as long at school"

 

Grande evolução, apesar da provável causa macabra para esta evolução.

O genocídio de 94 terá levado à redução da força de trabalho, aumento dos salários, queda do preço da comida, etc

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Para quem já não consegue viver sem o MRPP, Arnaldo Matos volta a atacar:

 

Os Marxistas-Leninistas-Maoistas Franceses

Lacaios do Imperialismo

 

Existe em França um partido político denominado Partido Comunista de França (marxista-leninista-maoista), com um portal na internete, designado Lesmaterialistes.com, onde publica as suas abundantes opiniões políticas.

 

No dia 14 de Novembro passado, publicou um editorial sobre os ataques da véspera em Paris. O editorial, com tradução minha, vai a seguir transcrito na íntegra, mas pode – e deve - ser confrontada a minha tradução com o original francês constante do portal supramencionado.

 

 

EDITORIAL

 

14 de Novembro de 2015

 

O massacre cometido pelos islamitas em Paris só tem uma lógica: a lógica do terror. O seu objectivo é esmagar os espíritos pelo horror e pela crueldade, traumatizá-los profundamente. O fundamento do procedimento é a negação do materialismo.

Estamos perante um fanatismo, que corresponde à base feudal ainda existente na maior parte dos países do mundo. Com efeito, uma vez chegados ao imperialismo, os países capitalistas realizaram intervenções de tal modo profundas nos outros países que puseram aí à mostra a base feudal ainda existente nos campos.

O objectivo seria impedir a emergência de uma verdadeira burguesia e, em contrapartida, permitir que se revelasse uma burguesia burocrática, que servisse de substituição àquela outra. Com a crise do capitalismo, porém, agudizaram-se as contradições no seu seio: a burguesia burocrática dividiu-se em fracções concorrentes, indo até aos golpes-de-estado, enquanto que os feudais, aproveitando- -se do maná do petróleo, frequentemente se revoltaram.

Os islamistas são o fruto disto tudo, difundindo um capitalismo romântico que apregoa o retorno a uma idade média totalmente idealizada. Defendendo interesses feudais, é a feudalidade ela mesma que se torna o seu programa: proibição dos valores democráticos, da música polifónica, da pintura, dos direitos humanos fundamentais.

Ora, tudo isto sublinha a importância da defesa dos valores democráticos, da herança nacional democrática, dos valores progressistas historicamente apoiados por cada povo, cujo núcleo é a classe operária.

 

 

Para um partido político que logo no seu nome se reivindica do comunismo, do marxismo, do leninismo e do maoismo, o editorial acabado de transcrever é um ultraje à teoria revolucionária que para si mesmo reclama e um insulto à memória histórica e ao internacionalismo da heróica classe operária francesa, a quem devemos a gloriosa Comuna de Paris, a primeira ditadura do proletariado revolucionário.

 

Entende esta canalha revisionista reaccionária que, no passado dia 13 de Novembro, houve um massacre cometido pelos islamitas em Paris, mas não se interroga porquê precisamente em Paris, e não em Lima, em Quito ou em Havana. Ou seja, não se pergunta quais as causas profundas do ataque dos jiadistas à capital do imperialismo francês.

 

Se se questionassem sobre as causas reais do acontecimento, teriam compreendido, com toda a facilidade e meridiana clareza, que o massacre não é um massacre mas um ataque militar superiormente organizado e conduzido ao coração do imperialismo gaulês, infligindo uma pesada e demolidora derrota ao maior exército e à maior organização policial do continente europeu.

 

Teriam então compreendido que o cobarde e terrorista imperialismo francês, que conjuntamente com o imperialismo ianque, inglês, alemão e europeu em geral tem estado a massacrar os povos do Iraque, do Afeganistão, da Síria, da Líbia, do Chade, da Nigéria e do Mali durante os últimos vinte anos, não está impune e que pode ser atacado no próprio covil em que se acoita e se consideraria seguro.

 

Não é o islamismo, mas o imperialismo a causa real, verdadeira e única do ataque a Paris. Agora os franceses já sabem que a guerra de rapina movida pelo imperialismo francês em África e no Oriente Médio tem como consequência inevitável a generalização da guerra à própria França, à capital desse mesmo imperialismo moribundo.

 

E atenção: não só não foi um massacre, como foi um acto legítimo de guerra; não foi cometido por islamitas, mas por jiadistas, isto é, combatentes dos povos explorados e oprimidos pelo imperialismo, nomeadamente francês; e acima de tudo – coisa que estes revisionistas de pacotilha intentam ocultar – foi praticado por franceses, nascidos em França, vivendo em São Dinis e noutros bairros do Paris suburbano. Pois é, os combatentes de Paris não são islamitas estrangeiros; são irmãos de sangue do filósofo Alain Badiou e de outros ideólogos do Partido Comunista de França (marxista-leninista-maoista).

 

A lógica profunda do ataque a Paris não é o terror, não é o horror, não é a crueldade; a lógica é a lógica da guerra, dente por dente, olho por olho, até derrotar o inimigo. Terror, horror, crueldade são os ataques aéreos, de mísseis de cruzeiro, de artilharia, de drones, conduzidos pelo imperialismo, designadamente francês, sobre os homens, os velhos, as mulheres e as crianças das aldeias e das cidades de África e do Médio Oriente, para roubar-lhes o petróleo e as matérias-primas. Os atacantes de Paris nem chocolates roubaram: levaram a guerra aos franceses, apenas para acordá-los: para lembrar-lhes que o governo e as forças armadas do imperialismo francês estão, em nome da França e dos franceses que julgam ter o direito de se poderem divertir impunemente no Bataclan, a matar, a massacrar, a aterrorizar com crueldade inenarrável os povos do mundo.

 

Os marxistas-leninistas maoistas de França, lacaios do imperialismo, foram ao ponto de fabricar uma teoria pseudo-materialista para a espectacular coragem dos jiadistas franceses: fanatismo. Um fanatismo que corresponderia à base feudal ainda hoje existente na maior parte dos países do mundo!...

 

O mundo vive hoje na fase superior e última do capitalismo, isto é, na fase do imperialismo. Deixem o feudalismo em paz, que esse já morreu. Estes marxistas franceses de pacotilha confundem ideologias retrógradas, designadamente religiosas e políticas, que sobrevivem nos tempos e sobretudo nos países capitalistas atrasados, com bases económicas e sociais que já não subsistem. Onde está em França, um país imperialista moribundo, essa base feudal que explicaria o fanatismo dos jiadistas franceses, nascidos em França como Alan Badiou, que também é de família marroquina, para explicar a subsistência do fanatismo que levou combatentes franceses a fazer explodir Paris, tal como dez meses atrás, em Janeiro passado, já tinham outros, franceses como os de Novembro, feito explodir o Charlie Hebdo?

 

Onde está o vosso materialismo, lacaios do imperialismo? Quando la grande armée do vosso émulo Napoleão invadiu, como agora fazem as forças do imbecil François Hollande em África, o nosso país, os seus oficiais mandavam enforcar os camponeses portugueses que matavam os vossos soldados, acusando-os de fanáticos; e nessa altura ainda havia fortes vestígios do feudalismo em Portugal. Porém, os nossos camponeses não eram fanáticos nem defendiam o feudalismo: eram pura e simplesmente patriotas, lutando com as duas únicas armas que tinham – a coragem e a vida – contra os invasores franceses. Pois os vossos compatriotas, que tomaram de assalto a margem direita do Sena, em Paris, na sexta-feira 13 de Novembro, não são fanáticos: são franceses patriotas em luta contra o imperialismo francês, que tomou de assalto, destruiu e roubou os países dos seus antepassados mais longínquos.

 

Estes são franceses anti-imperialistas, para vergonha vossa que sois franceses lacaios do imperialismo.

 

Onde está o vosso internacionalismo proletário? Vós vendestes o internacionalismo ao imperialismo por um prato de lentilhas.

 

O prato de lentilhas é aquilo que vós considerais hoje como linha política reaccionária que deve substituir a linha da revolução proletária e da sociedade comunista: “a luta pelos valores democráticos, da música polifónica, da pintura, dos direitos humanos fundamentais, dos valores progressistas historicamente apoiados por cada povo, cujo núcleo seria a classe operária”…

 

Pois é: os marxistas-leninistas-maoistas de Fra

 

nça abandonaram a revolução proletária, o comunismo e a classe operária, e trocaram tudo isso por uma revolução democrática, que a vossa burguesia já fez – e bem feita! – em França, em 1789!...

 

Os direitos humanos fundamentais? Mas o que é isso? Vós nunca lestes Marx? Os direitos do homem, os direitos humanos fundamentais são uma exigência do mercado capitalista, para poder explorar, sob uma cobertura jurídica, os operários. Os direitos humanos fundamentais são uma forma ideológica de dominação dos operários, porque respondem a uma necessidade do modelo económico hegemónico do capitalismo e tendem à reprodução desse modelo.

 

Vós sois a negação do marxismo, do leninismo e do maoismo. Vós sois neo-revisionistas, bem piores que o revisionismo social-fascista dominante na Rússia Soviética e que a levou à implosão.

 

Maoistas, vós? Deixem o Mao descansado, ou então lembrem-se da tese de Mao: Proletários de todos os países, povos e nações oprimidas do mundo, uni-vos! Pois é: o proletariado de todos os países – designadamente o francês – deve unir-se a todos os povos e nações oprimidas do mundo, isto é, deve unir-se aos povos de África e do Oriente Médio que o imperialismo francês, de que vós vos transformastes em nauseabundos lacaios, explora e oprime.

 

Quem diria: o filósofo Alan Badiou a engraxar as botas do imperialismo francês?!

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Não tenho reputações. Contudo, bravo! Bravo, MRPP!

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Maior armador do mundo abandona porto de Lisboa devido à greve

 

Dinamarqueses da Maersk, seguiram Hapag-Lloyd, e fugiram da greve dos estivadores

 

O grupo dinamarquês Maersk, maior armador mundial, comunicou aos clientes e parceiros que irá abandonar as operações no porto de Lisboa, apurou o Diário Económico. O motivo para a Maersk tomar esta decisão deve-se às perturbações causadas pela greve dos estivadores, em curso desde 14 de Novembro.

 

Esta é já a segunda baixa entre o clube dos maiores armadores mundiais que escalavam o porto da capital e que vão deixar ou já deixaram de o fazer, depois de a alemã Hapag-Lloyd, integrada no ‘top ten’ do sector, ter trocado o porto de Lisboa pelo de Leixões enquanto durar a referida greve dos estivadores, como o Diário Económico avançou em primeira mão no dia 27 de Novembro.

 

Tal como à escala global, a influência da Maersk na movimentação de contentores e outras mercadorias no porto de Lisboa é determinante, pelo que esta decisão, juntamente com a da Hapag-Lloyd, trará efeitos negativos na movimentação de cargas do porto da capital durante o ano em curso e provavelmente também em 2016.

 

Recorde-se que o grupo onde a Maersk está integrada, a A. P. Moeller, é um dos potenciais investidores no projecto para o terminal de contentores do porto de Lisboa, que o anterior governo apontou para o Barreiro. Uma intenção que poderá estar em risco após este abandono do porto de Lisboa devido à greve dos estivadores e que terá de ser solucionada pela nova ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, com a tutela dos portos, em articulação com Pedro Marques, ministro do Planeamento e das Infraestruturas.

 

“Os armadores já não estão para se sujeitar a um porto que não deu no passado, não dá no presente, e também não se vislumbra querer dar no futuro, garantias e vontade de ter estabilidade”, criticava, na passada sexta-feira, a Agepor – Associação dos Agentes de Navegação de Portugal, em comunicado.

 

A associação liderada por Belmar da Costa opunha-se contra o facto de que “os navios voltam a evitar Lisboa, rumando a outros portos, e prejudicando todos aqueles que vivem directa ou indirectamente da actividade do porto de Lisboa”.

 

Contactado pelo Diário Económico, Belmar da Costa explicou que neste momento ainda é impossível quantificar os impactos destas decisões dos maiores armadores mundiais no que respeita a quebras de escalas e de cargas no porto de Lisboa.

 

Num comunicado sobre esta paralisação, o Sindicato dos Estivadores explica que esta greve foi convocada contra “a unilateral declaração patronal da caducidade do contrato colectivo em vigor”. Neste momento, a greve dos estivadores está marcada até 31 de Dezembro, mas podem surgir novos pré-avisos de greve já para 2016.

 

DE

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nomeações para cargos políticos são isso mesmo: nomeações. sem concurso público, mas também sem vínculo. nunca percebi este stress sempre na altura das eleições, acham mal? demitam-nos, é fácil e à borla.

 

é como a história dos acessores dos ministros, a maioria deles passam de governo para governo, mesmo mudando a cor, coisa estranha o tacho... icon_cool.gif

 

É curioso que, a propósito deste assunto, tenha ouvido um responsável do Governo, não me lembro bem quem, a dizer que tinham todos sido sujeitos a concurso público.

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Hoje é o último debate republicano às 23h de Lisboa na CNN, alguém vai ver?

 

É um debate decisivo que pode mudar o curso das coisas.

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Vou dar uma vista de olhos, até porque vi partes significativas dos anteriores e quero ver a evolução. Contudo, deixei de acompanhar recentemente. Ainda estão todos "em jogo" ou já houve desistências?

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Vou dar uma vista de olhos, até porque vi partes significativas dos anteriores e quero ver a evolução. Contudo, deixei de acompanhar recentemente. Ainda estão todos "em jogo" ou já houve desistências?

 

 

Já desistiram alguns como o Scott Walker, Rick Perry, Bobby Jindal. Outros mesmo com votações baixíssimas vão-se mantendo como o Rand Paul, Jeb Bush ou o Chris Christie. Hoje vai ser o canto do cisne para um destes.

Editado por ascom

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Qualquer cargo num Gabinete do Governo é feito por nomeação. E são pontuais os cargos de Assessores ou Adjuntos que permanecem nos Gabinetes numa mudança de Governo.

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Quem diria que o Jeb! ia estar aflito por esta altura.

E falam do Trump mas o Ben Carson é mil vezes mais perigoso.

É um autêntico mentiroso patológico

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Quem diria que o Jeb! ia estar aflito por esta altura.

E falam do Trump mas o Ben Carson é mil vezes mais perigoso.

É um autêntico mentiroso patológico

 

 

Há tipos mil vezes mais perigosos que o Trump lá como o Cruz e o Carson como disseste.

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Quem diria que o Jeb! ia estar aflito por esta altura.

E falam do Trump mas o Ben Carson é mil vezes mais perigoso.

É um autêntico mentiroso patológico

 

Só porque o homem tem medo de pássaros não o torna menos perigoso.

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Coitado do Bernie Sanders, o unico minimamente são e não o levam a sério.

 

Eu até acho que, tendo em conta como se desenrola a política naquele lado, que lhe dão mais valor do que seria de espera :lol:

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Eu também sou da opinião do Koper. Não esperava tanta gente a levantar-se por um socialista democrático velhote. O bom desta campanha do Sanders é que está a criar uma base junto da população que se vai juntar e organizar e pode ser aproveitada por um candidato verdadeiramente progressista e mais carismático no futuro.

Editado por ascom

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