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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

Publicações recomendadas

Sempre pensei que isso das 35h semanais, bem como a ADSE e outras benesses, fosse uma forma arcaica de atrair os melhores quadros para a função pública...

 

E é.

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A pergunta faz sentido, porque é que o publico tem 35h e o o privado 40h?

Actualmente não tem. No passado era o que o Elliot disse, para atrair mais as pessoas.

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Actualmente não tem. No passado era o que o Elliot disse, para atrair mais as pessoas.

Já podem ter outra vez. Por exemplo alguma Câmaras Municipais já voltaram às 35.

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já tinha visto, e gostei da reportagem (visão?) sobre a clivagem e saída do Garcia Pereira, mas... cmpt e expresso does not compute :mrgreen:

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já tinha visto, e gostei da reportagem (visão?) sobre a clivagem e saída do Garcia Pereira, mas... cmpt e expresso does not compute :mrgreen:

 

Ultraje! Tenho postado várias noticias do Expresso nos últimos tempos, inclusive o video da polémica :mrgreen:

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O Ted Cruz desistiu da corrida às presidenciais. Caminho aberto para o Trump.

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O Ted Cruz desistiu da corrida às presidenciais. Caminho aberto para o Trump.

O caminho já estava aberto para o Trump antes dele desistir.

Estou curioso para saber o que vai fazer o aparelho em Washington

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Pelo contrário, diria que o objectivo é pagar o mesmo por menos trabalho. Com menos horas de trabalho há mais trabalho para fazer, como tal o emprego cresce.

Isto na teoria, claro.

 

Então se só trabalharmos 20 horas semanais, o emprego cresce ainda mais?

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Há mais trabalho para dividir por mais pessoas. São contratadas mais pessoas. Logo o emprego cresce.

Acho que era isto.

 

 

Eu percebi muito bem. Só não percebo porque razão funciona. Porque no momento em que o patrão tem quebras de produção, porque o tempo de trabalho é menor, podem ter a certeza, que é mais barato pagar horas extraordinárias, ao pessoal existente, para compensar esse défice. Como já sucede em várias empresas, tipicamente portuguesas, em que por lei são 40 horas semanais, mas vemos empregados a realizar 47 a 52 horas semanais. E alguns ignoram a lei, porque devem pagar o dobro preço/hora extraordinária (alguns nem pagam mas acho que é minoria).

 

Portanto na minha opinião, isso não funciona.

Editado por druyda

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O Ted Cruz desistiu da corrida às presidenciais. Caminho aberto para o Trump.

A NBC avança que o John Kasich também vai desistir.

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Concordo contigo, mas concordei mais quando falaste nos países com moeda própria icon_mrgreen.gif De qualquer forma, um TGV não teria qualquer efeito prático nas exportações, teria de ser uma linha de bitola europeia (cuja ideia foi lançada no tempo do ASP, e até agora, nicles). E quanto ao dinheiro, Portugal e Espanha beneficiam de fundos estruturais, que os aproveitem para este tipo de projectos fundamentais, e que se deixem de obras de proximidade para agradar a populações locais e que depois não tem qualquer impacto no crescimento do país.

 

Óbvio que se tinha de ter em atenção a bitola europeia. E eu acho que teria algum impacto se fosse conjugada com um forte investimento no porto de sines.

 

Não acredito que a intenção fosse a de destruir o mercado interno e apontar baterias apenas para as exportações. Claro que cortar nos gastos públicos e nos rendimentos das famílias levaria invariavelmente a um quebra do consumo/investimento em Portugal, mas o que se passou em 2011 foi um sinal flagrante de como foram substimados os efeitos dos multiplicadores económicos. E foram tomadas medidas amigas das exportações, já cheguei a falar disso - houve uma clara expansão e fortalecimento da AICEP em diversas partes do globo, houve uma aposta forte no turismo, foram criadas linhas de crédito para PME's exportadoras, foi criada a marca "Portugal sou eu" com todas as iniciativas e apoios que daí advêm, etc. E o facto de termos atingido a dada altura um excedente na balança comercial também foi em boa parte devido à diminuição brutal das importações, mas não podemos justificar tudo com a quebra do consumo. Aliás, estava aqui a consultar os dados do INE, e desde 2011-15: as importações aumentaram 4.3% (preços correntes), enquanto que as exportações aumentaram quase 20% (não coloco aqui gráfico porque estou a ver num ficheiro do Excel, mas facilmente deves encontrar estes valores).

 

Quanto a parte inicial pode ter contribuído mas não levou à tal mudança estrutural ou de paradigma da economia portuguesa. Continuamos a ser a mesma economia so que com o mercado interno mais pequeno (retirando algum exagero).

 

Bold: 1º não se pode fazer uma analise justa e correta considerando preços correntes. Basta veres que o preço do petróleo tem um grande efeito nas importações a preço correntes.

2º Se não tens mercado interno, principalmente consumo privado, como queres que as importações não caiam? Como é impossível manter esse nível de consumo (baixo) parte da diminuição das importações vai ser revertida com o aumento do consumo.

 

Só mais uma nota em relação às exportações: há estudos que demonstram não só para portugal, bem como para a área euro, que uma queda forte das procura interna leva a um aumento das exportações. Logo um outro factor sobre o bom resultado das exportações.

 

No teu último parágrafo, certíssimo. Mas não nos podemos preocupar sempre com o curto prazo e não ter uma estratégia comum às várias forças partidárias que garantam melhores condições para que o país saia desta crise reforçado. É que Portugal tem bastante mais potencial do que aparenta, e acho que com coisas tão simples (e que até deveriam ser consensuais por cá) como a melhoria de algumas infraestruturas com impacto na produção nacional (recorrendo aos fundos comunitários), diminuição da burocracia, estabilidade no fiscal, coordenação entre o Ensino Superior e o Sector Empresarial e aproveitamento dos nossos recursos naturais, teríamos tudo para sermos bastante mais competitivos. E não teria efeitos exclusivos na balança comercial, mas sim na economia como um todo (não esquecer que a aposta nas exportações se traduz também numa melhoria do investimento e do emprego, o que por si só será uma ajuda bastante significativa para o arranque do mercado interno). smile.gif

 

O problema de sustentabilidade da economia portuguesa é ter uma produção em massa de baixo valor acrescentado que não é sustentável com a moeda tão forte como a que temos. Portanto a longo prazo o objectivo tem de ser reconfigurar o aparelho produtivo para industrias com maior valor acrescentado e isso não é possível com a saída das gerações mais instruídas de Portugal como ocorreu nos últimos anos. Logo é importante dar condições no curto prazo para estas pessoas poderem continuar e ajudarem na reconfiguração da economia a médio /longo prazo.

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Argumentos zero.

Mas quais argumentos? Nem estou a concordar ou discordar tu que disseste. Eu ri-me foi de teres falado em pagar horas extras, que é tão conhecido para muito boa gente em Portugal como os jardins suspensos da Babilónia.

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O Ted Cruz desistiu da corrida às presidenciais. Caminho aberto para o Trump.

wrong. suspendeu a campanha, que é muito diferente. no caso de o trump não passar à primeira na convenção, o Cruz pode voltar à corrida em convenção aberta. Acho que 20% dos delegados ficam livres na 2a volta, e a % vai aumentando.

 

E foram tomadas medidas amigas das exportações, já cheguei a falar disso

A principal foi o aumento do IVA, que foi usado não como aumento de receita como repetiam as TVs, mas como uma desvalorização da moeda "mal disfarçada".

 

 

à diminuição brutal das importações

desde 2011-15: as importações aumentaram 4.3% (preços correntes),

does not compute.

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A principal foi o aumento do IVA, que foi usado não como aumento de receita como repetiam as TVs, mas como uma desvalorização da moeda "mal disfarçada".

 

does not compute.

 

Computa sim, as importações tiveram uma dinâmica de descida após o pedido da ajuda externa e a dada altura tivemos excedente da balança comercial, antes do retorno ao curso natural das coisas. Para um período mais alargado, 2010 a 2015 é que houve um tal aumento ;)

 

E foi umas das medidas, talvez até a mais importante. O que não quer dizer que as outras não tenham sido também.

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A esmagadora maioria dos media portugueses é de direita? Grande novidade! :mrgreen:

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