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Gavazzo

[Arrendar] Casas/Apartamentos/Quartos

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Referem-se à percentagem do liquido, certo? E btw, vocês incluem o subsidio de alimentação no liquido? Nunca sei bem como distinguir tudo.

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Citação de Koper, há 22 horas:

Por curiosidade, atualmente qual é a percentagem do vosso rendimento mensal que gastam no arrendamento? 

+-15% não contando despesas com água, luz e gás, duas pessoas no interior, quando estive no Porto eram uns 35% à vontade, e um t2, agora estou num t4.

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Obrigado a todos!

Fiz o primeiro passo evidente, que foi ligar à senhoria. Pareceu-me receptiva, mas vai falar com o proprietário da casa (pai dela). Pus as cartas na mesa e propus começar a pagar 600. Honestamente, prevejo que ela atire para um valor a meio (700?), mas acredito que não haja grande chance de alugarem isto por estes valores nos próximos 3 meses. Para dar a entender que isto pode estar mesmo no fio da navalha tentei perceber em que moldes legais poderia sair daqui, falámos sobre os 90 dias brevemente, mas ela disse que nem queria falar sobre isso e que queria resolver isto "a bem para todos". Acho que me safo.

O facto de me manter aqui a pagar menos ajuda a que vá juntando mais uns trocos para ponderar a possibilidade de comprar casa em Lisboa, talvez já no próximo ano. Isto não se faz com cinco tostões, mas pode ser que nos próximos tempos as coisas melhorem em termos de preços. Acho que com 10% ou 15% e sendo a proposta de duas pessoas tudo fica mais fácil. E sim joe, estou na Graça. Quando voltei para cá vim para Arroios, mudei-me para uma zona relativamente central da Graça há quase dois anos, mas não desdenho morar numa zona próxima daqui. As duas casas que vi este fim-de-semana eram na zona do Intendente... 

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Bem, acordámos pagar menos 190€. O vírus roubou-me umas dez vezes isso, mas é um bom princípio para nos irmos mantendo aqui.

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Há alguém aqui que perceba um bocado de legislação relacionada com direitos/deveres de senhorios/inquilinos?

 

A minha avó tem uma inquilina relativamente recente (menos de um ano), que até agora tem sido uma dor de cabeça, nunca tinha pago a horas, e este mês justificou-se que tinha até dia 15 para pagar devido ao Covid. Pagou dia 15 mas menos 100 ou 50e.

 

Entretanto ligou hoje à minha avó a dizer que tinha sido despedida e tentou enrolá-la a dizer que não ia pagar a renda porque o estado de emergência assim o permitia, foi interrompida pela minha avó que problemas todos tínhamos e que precisava que ela comunicasse tudo aquilo por escrito com os documentos que provassem aquilo que dizia. A outra começa aos berros, super mal criada, que não tem de lhe provar nada e acho que lhe desligou o telefone na cara.

O que é que se pode fazer a partir daqui? A minha avó tem uma reforma ridícula e precisa do rendimento da casa para pagar as suas contas, no qual se incluem despesas médicas relativamente altas.

 

Entretanto parece que a inquilina tem a mãe dela lá em casa, que presumidamente será uma pessoa idosa.

 

Obrigado 🙂

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Citação de joe, há 17 minutos:

Há alguém aqui que perceba um bocado de legislação relacionada com direitos/deveres de senhorios/inquilinos?

 

A minha avó tem uma inquilina relativamente recente (menos de um ano), que até agora tem sido uma dor de cabeça, nunca tinha pago a horas, e este mês justificou-se que tinha até dia 15 para pagar devido ao Covid. Pagou dia 15 mas menos 100 ou 50e.

 

Entretanto ligou hoje à minha avó a dizer que tinha sido despedida e tentou enrolá-la a dizer que não ia pagar a renda porque o estado de emergência assim o permitia, foi interrompida pela minha avó que problemas todos tínhamos e que precisava que ela comunicasse tudo aquilo por escrito com os documentos que provassem aquilo que dizia. A outra começa aos berros, super mal criada, que não tem de lhe provar nada e acho que lhe desligou o telefone na cara.

O que é que se pode fazer a partir daqui? A minha avó tem uma reforma ridícula e precisa do rendimento da casa para pagar as suas contas, no qual se incluem despesas médicas relativamente altas.

 

Entretanto parece que a inquilina tem a mãe dela lá em casa, que presumidamente será uma pessoa idosa.

 

Obrigado 🙂

@Koper talvez consiga ajudar

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Citação de joe, há 8 horas:

Há alguém aqui que perceba um bocado de legislação relacionada com direitos/deveres de senhorios/inquilinos?

 

A minha avó tem uma inquilina relativamente recente (menos de um ano), que até agora tem sido uma dor de cabeça, nunca tinha pago a horas, e este mês justificou-se que tinha até dia 15 para pagar devido ao Covid. Pagou dia 15 mas menos 100 ou 50e.

 

Entretanto ligou hoje à minha avó a dizer que tinha sido despedida e tentou enrolá-la a dizer que não ia pagar a renda porque o estado de emergência assim o permitia, foi interrompida pela minha avó que problemas todos tínhamos e que precisava que ela comunicasse tudo aquilo por escrito com os documentos que provassem aquilo que dizia. A outra começa aos berros, super mal criada, que não tem de lhe provar nada e acho que lhe desligou o telefone na cara.

O que é que se pode fazer a partir daqui? A minha avó tem uma reforma ridícula e precisa do rendimento da casa para pagar as suas contas, no qual se incluem despesas médicas relativamente altas.

 

Entretanto parece que a inquilina tem a mãe dela lá em casa, que presumidamente será uma pessoa idosa.

 

Obrigado 🙂

A isso aplica-se a Lei 4-C/2020 - https://dre.pt/web/guest/pesquisa/-/search/131193441/details/maximized - que abrange as rendas a partir do dia 1 de Abril

1º - A inquilina tem de apresentar essa quebra de rendimentos, por escrito, até 5 dias antes do vencimento das 1º renda. Isto se ela quiser beneficiar do regime excecional nos contratos de arrendamento. Suponho que a renda a pagar do mês de Abril já tenha vencido, certo? Além de que, esse valor que pagou a menos de 50 ou 100€ ela está obrigatoriamente em falta. 

2º - Infelizmente para o caso da tua avô, será impossível resolver o contrato enquanto o Estado de Emergência vigorar, mesmo que a inquilina não pague a(s) renda(s). Contudo, há 2 opções:

- A inquilina, comprando essa perda de rendimentos junto da Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, I. P., pode solicitar um empréstimo - sem juros - se cumprir determinados requisitos enunciados no artigo 5º.  

- Se a inquilina não o fizer o pedido acima e se a tua avô comprovar que teve uma quebra superior a 20 % dos rendimentos do agregado familiar face aos rendimentos do mês anterior ou do período homólogo do ano anterior, tem direito a dirigir-se ao mesmo instituto e requerer o mesmo tipo de empréstimo, sem juros associados, para cobrir o valor da renda. 

3º - A tua avô apenas poderá exigir a resolução do contrato se a inquilina não pagar as rendas devidas e não pagas durante os meses do Estado de Emergência e +1 mês subsequente, se ela não fizer esse pagamento em falta no prazo de 12 meses, junto com as rendas que serão pagas depois desse período. Por exemplo, se a renda for 500€, o Estado de Emergência durasse 2 meses (Até Maio) e a inquilina não as pagasse, ficava em falta 1500€, porque acresce o mês seguinte de tolerância. Ela seria obrigada, durante os próximo 12 meses, a pagar esse valor junto com cada renda mensal. Esse valor mensal não poderia ser inferior a 10% do valor total (150€, neste caso).

 

Portanto, aconselharia a tua avô a ser direta com ela e a dar-lhe algumas soluções: 

- Dizer que a inquilina é obrigada, por lei, a informá-la dessa quebra de rendimentos imediatamente de forma a poder declarar nas autoridades competentes a situação

- Depois, tentar chegar a um acordo, de forma a diminuir o valor da renda durante este período e ser depois recuperado nos meses seguintes

- Se não der, informar que a inquilina pode recorrer ao tal empréstimo sem juros. Não querendo, a tua avô pode fazê-lo

- Informar a inquilina que, mesmo não pagando agora, será obrigada a pagar os valores em falta, faseados ou não, nos meses subsequentes ao Estado de Emergência (como referi no 3º ponto). Falhando um pagamento de uma prestação já entrará em incumprimento

Isto tudo por escrito, se possível. 

Editado por Koper
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Citação de Koper, há 5 horas:

A isso aplica-se a Lei 4-C/2020 - https://dre.pt/web/guest/pesquisa/-/search/131193441/details/maximized - que abrange as rendas a partir do dia 1 de Abril

1º - A inclina tem de apresentar essa quebra de rendimentos, por escrito, até 5 dias antes do vencimento das 1º renda. Isto se ela quiser beneficiar do regime excecional nos contratos de arrendamento. Suponho que a renda a pagar do mês de Abril já tenha vencido, certo? Além de que, esse valor que pagou a menos de 50 ou 100€ ela está obrigatoriamente em falta. 

2º - Infelizmente para o caso da tua avô, será impossível resolver o contrato enquanto o Estado de Emergência vigorar, mesmo que a inclina não pague a(s) renda(s). Contudo, há 2 opções:

- A inclina, comprando essa perda de rendimentos junto da Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, I. P., pode solicitar um empréstimo - sem juros - se cumprir determinados requisitos enunciados no artigo 5º.  

- Se a inclina não o fizer o pedido acima e se a tua avô comprovar que teve uma quebra superior a 20 % dos rendimentos do agregado familiar face aos rendimentos do mês anterior ou do período homólogo do ano anterior, tem direito a dirigir-se ao mesmo instituto e requerer o mesmo tipo de empréstimo, sem juros associados, para cobrir o valor da renda. 

3º - A tua avô apenas poderá exigir a resolução do contrato se a inclina não pagar as rendas devidas e não pagas durante os meses do Estado de Emergência e +1 mês subsequente, se ela não fizer esse pagamento em falta no prazo de 12 meses, junto com as rendas que serão pagas depois desse período. Por exemplo, se a renda for 500€, o Estado de Emergência durasse 2 meses (Até Maio) e a inclina não as pagasse, ficava em falta 1500€, porque acresce o mês seguinte de tolerância. Ela seria obrigada, durante os próximo 12 meses, a pagar esse valor junto com cada renda mensal. Esse valor mensal não poderia ser inferior a 10% do valor total (150€, neste caso).

 

Portanto, aconselharia a tua avô a ser direta com ela e a dar-lhe algumas soluções: 

- Dizer que a inclina é obrigada, por lei, a informá-la dessa quebra de rendimentos imediatamente de forma a poder declarar nas autoridades competentes a situação

- Depois, tentar chegar a um acordo, de forma a diminuir o valor da renda durante este período e ser depois recuperado nos meses seguintes

- Se não der, informar que a inclina pode recorrer ao tal empréstimo sem juros. Não querendo, a tua avô pode fazê-lo

- Informar a inclina que, mesmo não pagando agora, será obrigada a pagar os valores em falta, faseados ou não, nos meses subsequentes ao Estado de Emergência (como referi no 3º ponto). Falhando um pagamento de uma prestação já entrará em incumprimento

Isto tudo por escrito, se possível. 

 

Obrigado Koper!

 

Só uma dúvidas, se souberes responder:

O que acontece se ela não comunicar por escrito até 5 dias antes do vencimento da renda? Se não chegar nenhuma carta até dia 25 deste mês entra em incumprimento certo?

 

Ela já terá entrado em incumprimento tendo em conta que não pagou a renda na sua totalidade no mês passado? Ou de todas as outras vezes que pagou depois do dia acordado?

Em relação ao pagamento faseado, se ela tem de pagar pelo menos 10% do valor em falta a cada prestação, o prazo máximo não seriam 10 meses em vez dos 12?

 

E se nada disto se resolver da forma descrita na lei? Como é que a minha avó consegue tirá-la de lá? Pergunto isto porque tive a minha mãe a fazer-me a cabeça que a leia está do lado dos inquilinos, e que se for preciso são uns 6 meses antes que se consiga tirar a mulher de lá.

 

Mais uma vez, muito obrigado 😉

 

Editado por joe

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Citação de joe, há 44 minutos:

Obrigado Koper!

Só uma dúvidas, se souberes responder:

O que acontece se ela não comunicar por escrito até 5 dias antes do vencimento da renda? Se não chegar nenhuma carta até dia 25 deste mês entra em incumprimento certo?

Claro, entra em incumprimento. Mas acrescentar que ela pode comunicar também até 20 dias depois da entrada da lei em vigor, que foi dia 7. Tem ainda 5 dias para comprovar a perda de rendimentos nesse período.

Contudo a tua avó não a pode despejar por não pagar, pode é ir buscar o dinheiro através desse empréstimo sem juros e reaver as rendas lá para a frente.

Ela já terá entrado em incumprimento tendo em conta que não pagou a renda na sua totalidade no mês passado? Ou de todas as outras vezes que pagou depois do dia acordado?

Sim, já terá entrado em cumprimento se a renda de Abril já venceu e ela pagou um valor menor. Contudo, se a mesma for anterior a dia 1 de Abril não conta para esta situação excecional.

Em relação ao pagamento faseado, se ela tem de pagar pelo menos 10% do valor em falta a cada prestação, o prazo máximo não seriam 10 meses em vez dos 12?

Aí foi erro meu na explicação - é em 12 vezes repartido obviamente por doze meses. Portanto, se fossem 1500€ (2 meses cobertos pelo Estado de Emergência + 1 subsequente) seriam 125€ a acrescentar ao valor mensal da renda. Isto sendo um exemplo máximo, podem decidir pagar 750€ em 2 meses, nunca pode é passar de 12 prestações em 12 meses. 

E se nada disto se resolver da forma descrita na lei? Como é que a minha avó consegue tirá-la de lá? Pergunto isto porque tive a minha mãe a fazer-me a cabeça que a leia está do lado dos inquilinos, e que se for preciso são uns 6 meses antes que se consiga tirar a mulher de lá.

A lei está efetivamente do lado do inquilino nesta altura, mas a tua avó não está de mãos atadas.

Neste momento, para mal da tua avó, não consegue tirá-la de lá. Mas não faz sentido a própria inquilina não querer resolver a bem, porque vai ficar a arder mais que a tua avó. Eu aconselhava a enviar um email à inquilina a informá-la como deve proceder e explicar que o prazo para ela demonstrar a perda de rendimentos está a acabar e tem 2 soluções - pede empréstimo sem juros junto do IHRU ou paga as rendas 1 mês depois do Estado de Emergência acabar, durante um período máximo de 12 meses e acrescidas ao valor da renda. Mas tem, obrigatoriamente, de lhe fornecer essa quebra de rendimentos se quer ser ajudada e tem até dia 27 ou 5 dias antes do vencimento da renda referente ao mês de Abril.

Respondi no quote.

Editado por Koper
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Isto de encontrar algo de jeito em Dublin para viver vai ser complicado. Desde estúdios com camas quase dentro do fogão a +1000€ mês até quartos partilhados com +3 pessoas a 360€ + contas, vamos lá ver se consigo arranjar algo de jeito. 

Deve ser a pior cidade da Europa para arranjar um apartamento. 

Editado por Koper

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Citação de Rain Dog, há 9 minutos:

os lisboetas riram-se

Pela experiência que estou a ter, é bem pior aqui do que Lisboa.

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Citação de Koper, Em 29/04/2020 at 21:55:

Isto de encontrar algo de jeito em Dublin para viver vai ser complicado. Desde estúdios com camas quase dentro do fogão a +1000€ mês até quartos partilhados com +3 pessoas a 360€ + contas, vamos lá ver se consigo arranjar algo de jeito. 

Deve ser a pior cidade da Europa para arranjar um apartamento. 

ganda puto Koper, espero que estejas bem.

Fui aí no final de Janeiro a uma conferência e tive com malta irlandesa a explicar o fenómeno da habitação... Sim, é muito pior que em Lisboa.

Tenho 1 amiga aí a trabalhar e tem bom networking, diz-me se precisares de alguma coisa. Dou o toque, tranquilo. 

Abraço, meu querido

 

PS: Se alguém souber de um T2 para arrendar em Lisboa (Zonas: Campo de Ourique, Estrela, Lapa, Santos, Campolide, Santa Isabel, Rato, etc...) até 750/800€ que me diga algo!

Editado por Boo Riquelme
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O que têm a dizer da zona do Infantado? A minha namorada e eu decidimos voltar a Portugal no final do ano 🙂 E é umas das zonas que estamos a considerar para comprar casa. Por não ser tão caro como Lisboa mas ter fáceis e rápidos acessos.

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Citação de TukTuk, há 2 horas:

O que têm a dizer da zona do Infantado? A minha namorada e eu decidimos voltar a Portugal no final do ano 🙂 E é umas das zonas que estamos a considerar para comprar casa. Por não ser tão caro como Lisboa mas ter fáceis e rápidos acessos.

Eu vivi mais de 20 em Lisboa e tive que ir ver ao mapa onde ficava o Infantado...

Editado por Burkina2008

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Citação de TukTuk, há 2 horas:

O que têm a dizer da zona do Infantado? A minha namorada e eu decidimos voltar a Portugal no final do ano 🙂 E é umas das zonas que estamos a considerar para comprar casa. Por não ser tão caro como Lisboa mas ter fáceis e rápidos acessos.

Tenho alguns amigos de lá. Tanto quanto sei é uma zona porreira. Tens o shopping ao lado, a construção é quase toda recente e como dizes tem bons acessos a Lisboa.

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Citação de TukTuk, há 2 horas:

O que têm a dizer da zona do Infantado? A minha namorada e eu decidimos voltar a Portugal no final do ano 🙂 E é umas das zonas que estamos a considerar para comprar casa. Por não ser tão caro como Lisboa mas ter fáceis e rápidos acessos.

@doom_master

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Citação de Burkina2008, há 1 hora:

Eu vivi mais de 20 em Lisboa e tive que ir ver ao mapa onde ficava o Infantado...

same mas eu passo o campo grande e já fico desorientado 

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Citação de Koper, Em 29/04/2020 at 21:55:

Isto de encontrar algo de jeito em Dublin para viver vai ser complicado. Desde estúdios com camas quase dentro do fogão a +1000€ mês até quartos partilhados com +3 pessoas a 360€ + contas, vamos lá ver se consigo arranjar algo de jeito. 

Deve ser a pior cidade da Europa para arranjar um apartamento. 

Queres mesmo para o centro de Dublin?

Vou falar com alguns contactos que tenho em Dublin para ver se sabem de alguma coisa.

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Citação de TukTuk, há 14 horas:

O que têm a dizer da zona do Infantado? A minha namorada e eu decidimos voltar a Portugal no final do ano 🙂 E é umas das zonas que estamos a considerar para comprar casa. Por não ser tão caro como Lisboa mas ter fáceis e rápidos acessos.

Zona muito fixe. Muito comércio local, vários supermercados e takeaways para quando não apetece cozinhar, etc. Shopping ao lado para compras do mês ou algo mais urgente. Bons acessos a Lisboa, com autocarros directos que te metem no Campo Grande em 15 minutos e com possibilidade do metro cá chegar (lá para 2050). Auto-estrada ao lado, pouco trânsito para lá chegar. Bom equilíbrio entre cidade e campo, visto ser a fronteira a Oeste para a zona mais campestre de Loures, a partir daqui é só lezírias e algumas terras de vez em quando. Melhor clube de futsal do mundo 😎

Como pontos negativos apenas vejo a falta de estacionamento, especialmente na zona mais afastada do Shopping, que é mais antiga e onde poucos prédios têm garagem. Nos novos todos têm, creio. E, acima de tudo, o preço dos imóveis. Têm sofrido uma inflacção louca. Eu bem tenho procurado, mas está tudo demasiado caro. 170k-200k por um T2 com 30 anos. 220k por um T1 novo. Para arrendar também não está muito melhor, pelo que sei um T2 na zona antiga costuma andar pelos 600 e tal/700 euros por mês.

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Citação de doom_master, há 9 horas:

Zona muito fixe. Muito comércio local, vários supermercados e takeaways para quando não apetece cozinhar, etc. Shopping ao lado para compras do mês ou algo mais urgente. Bons acessos a Lisboa, com autocarros directos que te metem no Campo Grande em 15 minutos e com possibilidade do metro cá chegar (lá para 2050). Auto-estrada ao lado, pouco trânsito para lá chegar. Bom equilíbrio entre cidade e campo, visto ser a fronteira a Oeste para a zona mais campestre de Loures, a partir daqui é só lezírias e algumas terras de vez em quando. Melhor clube de futsal do mundo 😎

Como pontos negativos apenas vejo a falta de estacionamento, especialmente na zona mais afastada do Shopping, que é mais antiga e onde poucos prédios têm garagem. Nos novos todos têm, creio. E, acima de tudo, o preço dos imóveis. Têm sofrido uma inflacção louca. Eu bem tenho procurado, mas está tudo demasiado caro. 170k-200k por um T2 com 30 anos. 220k por um T1 novo. Para arrendar também não está muito melhor, pelo que sei um T2 na zona antiga costuma andar pelos 600 e tal/700 euros por mês.

Muito Obrigado! Eu estive lá poucas vezes mas a minha namorada conhece um bocado melhor 🙂 Mas tudo o que disseste vai de encontro ao que pensamos. O clube de futsal não conheço mas vou pesquisar ahahah

Em relação ao preço, é verdade que está muito caro. Ainda consegui encontrar uns T2 novos a 235k mas menos que isso está difícil.

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Citação de TukTuk, Em 08/05/2020 at 07:40:

Muito Obrigado! Eu estive lá poucas vezes mas a minha namorada conhece um bocado melhor 🙂 Mas tudo o que disseste vai de encontro ao que pensamos. O clube de futsal não conheço mas vou pesquisar ahahah

Em relação ao preço, é verdade que está muito caro. Ainda consegui encontrar uns T2 novos a 235k mas menos que isso está difícil.

Lembrei-me deste tópico porque ontem ou anteontem apareceu um T2 de 120m2 (88 úteis) com 2 WCs e garagem a 192,5k€ no Jardim da Radial (Ramada e Caneças). Um preço bastante simpático para a época pré-COVID, mas ligeiramente elevado face à minha expetativa (provavelmente errada) dos preços pós-COVID. Pelas contas que tinha feito, achava que na eventualidade de gostarmos da casa conseguiríamos baixar o preço para algures entre 180 e 185k€. Tentei marcar visita, mas fui imediatamente informado que alguém já tinha passado um cheque de 20.000€ para reservar a casa...

Começo a pensar que os preços não vão baixar assim tanto, ou mesmo nada. A oferta (online) continua bastante reduzida. E os agentes imobiliários parecem hienas, é certo que faz parte da profissão mas um deles conseguiu dizer-nos que os preços iam cair bastante e passado três dias afinal não, os preços vão é aumentar ainda mais porque está toda a gente a fugir para o arrendamento.

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a mim aumentaram-me a renda lol. nunca tinha aumentado desde que arrendei a casa, há 7 anos, portanto nem me importei muito mas acho que a altura podia ter sido melhor escolhida.

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Citação de Quan Chi, há 1 hora:

Lembrei-me deste tópico porque ontem ou anteontem apareceu um T2 de 120m2 (88 úteis) com 2 WCs e garagem a 192,5k€ no Jardim da Radial (Ramada e Caneças). Um preço bastante simpático para a época pré-COVID, mas ligeiramente elevado face à minha expetativa (provavelmente errada) dos preços pós-COVID. Pelas contas que tinha feito, achava que na eventualidade de gostarmos da casa conseguiríamos baixar o preço para algures entre 180 e 185k€. Tentei marcar visita, mas fui imediatamente informado que alguém já tinha passado um cheque de 20.000€ para reservar a casa...

Começo a pensar que os preços não vão baixar assim tanto, ou mesmo nada. A oferta (online) continua bastante reduzida. E os agentes imobiliários parecem hienas, é certo que faz parte da profissão mas um deles conseguiu dizer-nos que os preços iam cair bastante e passado três dias afinal não, os preços vão é aumentar ainda mais porque está toda a gente a fugir para o arrendamento.

Já muitos profissionais do mercado imobiliário vieram fazer uma previsão em relação ao pós covid e as mudanças não vão ser assim tão grandes como alguns imaginavam, basta olhar para a última crise para perceber isso. O "normal" é os preços subirem de ano para ano, em alturas de recessão não sobem, estagnam, mas também não descem, tirando um ou outro negócio de alguém desesperado que é sempre difícil de apanhar, mas isso é excepção não regra.

Editado por pm2lp

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Uma amiga minha apanhou um negócio desses o mês passado. Os antigos proprietários estavam a pedir 93000 € por um T2 duplex totalmente remodelado e ela conseguiu baixar o valor para 86500. O prédio já é antigo, não tem garagem e é um 3º andar sem elevador, mas ainda assim acho que foi muito bem sacado.

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Eu digo para esperarem ate ao Verão, quando tivermos 10% dos turistas dos anos passados e esses que transforam casas em alojamento local (isto espcialmente em Lisboa cidade e Porto cidade), se virem com emprestimos para pagar e sem cobrarem rendas....os precos vão baixar. Essa conversa dos agentes imobiliarios é banha da cobra, obviamente se dicerem que os precos vão baixar, ninguem vai comprar a casa ou por a casa a venda (logo eles não recebem comissoes).

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