Wincing Hálldor Publicado 14 Junho 2019 Citação de Sandes., há 43 minutos: E achas que uma multa de 200€ tambem nao seria um incentivo ao fumador de procurar alternativas em vez de atirar a beata ao chao? Desde a fumar em sitios mais indicados a carregar cinzeiros de bolso? Como é que essas multas vão ser aplicadas já agora? Vai haver polícia pela cidade toda a verificar se as pessoas estão a deitar as beatas no sítio certo? Ou essas multas só serão aplicadas ao pessoal que tiver o azar de ser apanhado? Compartilhar este post Link para o post
Bashir Publicado 14 Junho 2019 Citação de Thierry Henry, há 23 minutos: Não, estou a dizer que as pessoas fazem-no sem pensar porque já é hábito, levando a que nem se consciencializem que está errado. É diferente. A comparação com o limite de velocidade não me faz grande sentido tbh, é algo que coloca muito mais em perigo a vida de terceiros e, como tal, deve ser tratado de forma diferente. @Bashir excelente participação. Não era para ti. Compartilhar este post Link para o post
Plagio o Original Publicado 14 Junho 2019 Citação de Bashir, Agora: Não era para ti. que participação maravilhosa esta, @Bashir 1 Compartilhar este post Link para o post
Bashir Publicado 14 Junho 2019 Citação de Plagio o Original, há 2 minutos: que participação maravilhosa esta, @Bashir Também não era para ti. Desculpem amigos, vou-me retirar. 1 Compartilhar este post Link para o post
Sandes. Publicado 14 Junho 2019 Citação de Thierry Henry, há 9 minutos: Lá está, eu acho isso estúpido. Eu ponho o cinto de segurança no carro exatamente pela segurança, não por pensar que apanharei uma multa caso não o ponha. Na minha cabeça isso é que faz sentido, não o contrário. E fazes tu muito bem. Mas eu estava a falar das pessoas que nao se preocupam nem com as beatas no chao nem com essas regras. Eu bem me lembro de quando era puto ser completamente normal viajarem criancas no colo dos pais, sem cinto sequer. E algo que agora e' tao normal, so' passou a ser penalizado em 2005, e agora raras sao as vezes que alguem anda sem cinto. Citação de Wincing Hálldor, há 4 minutos: Como é que essas multas vão ser aplicadas já agora? Vai haver polícia pela cidade toda a verificar se as pessoas estão a deitar as beatas no sítio certo? Ou essas multas só serão aplicadas ao pessoal que tiver o azar de ser apanhado? Essa pergunta e' a serio? Compartilhar este post Link para o post
jean-luc godard Publicado 14 Junho 2019 Citação de Wincing Hálldor, há 8 minutos: Como é que essas multas vão ser aplicadas já agora? Vai haver polícia pela cidade toda a verificar se as pessoas estão a deitar as beatas no sítio certo? Ou essas multas só serão aplicadas ao pessoal que tiver o azar de ser apanhado? Da mesma forma que todas as multas são aplicadas lol. 1 Compartilhar este post Link para o post
Plagio o Original Publicado 14 Junho 2019 "A private enterprise works by doing the the worst possible service at the highest possible profit" - Milton Friedman https://expresso.pt/revista-de-imprensa/2019-06-14-Privados-ameacam-cancelar-cirurgias-de-doentes-em-lista-de-espera-por-falta-de-pagamento-do-SNS 2 Compartilhar este post Link para o post
Che Publicado 14 Junho 2019 It's a different type of rules that we obey Ye season, nigga we obey We was all born to die, nigga doa Compartilhar este post Link para o post
Wincing Hálldor Publicado 14 Junho 2019 Citação de Syn, há 3 horas: Da mesma forma que todas as multas são aplicadas lol. Não é bem. Alguém que anda sem passe no autocarro é fácil de detetar. Alguém que passe o limite de velocidade numa estrada é fácil de detetar. Se tiveres 200 pessoas na Sé no dia de Santo António como é que vais detetar quem é que está a deitar beatas para o chão? Vais acabar por punir uma percentagem diminuta dos transgressores, não vais resolver o problema principal e vais agudizar o mal-estar da população com as autoridades porque se cria um sentimento de injustiça. Compartilhar este post Link para o post
jean-luc godard Publicado 14 Junho 2019 https://www.tsf.pt/portugal/politica/interior/constancio-revela-contrato-que-impedia-bdp-de-travar-credito-a-berardo-11011564.html Citação de Wincing Hálldor, há 2 minutos: Não é bem. Alguém que anda sem passe no autocarro é fácil de detetar. Alguém que passe o limite de velocidade numa estrada é fácil de detetar. Se tiveres 200 pessoas na Sé no dia de Santo António como é que vais detetar quem é que está a deitar beatas para o chão? Vais acabar por punir uma percentagem diminuta dos transgressores, não vais resolver o problema principal e vais agudizar o mal-estar da população com as autoridades porque se cria um sentimento de injustiça. Ao encontrarem alguém a atirar beatas, multam. Parece-me simples. Anyway para se falar com conhecimento, o conteúdo da lei que foi aprovada hoje Apesar das críticas de todos os partidos sobre as multas excessivas e a ideia de um Estado policial acerca da proposta do PAN sobre o destino a dar às pontas de cigarros, o projecto de lei foi aprovado com os votos favoráveis do PS, Bloco, PEV e deputado não-inscrito e com a ajuda da abstenção do PSD, do PCP e da líder do CDS, Assunção Cristas, e dos deputados Teresa Caeiro, Pedro Mota Soares, João Gonçalves Pereira e João Almeida. O resto da bancada do CDS votou contra. A proposta de André Silva desce assim à Comissão de Ambiente, onde já se sabe que será alvo de alterações, uma vez que na quarta-feira todas as bancadas apontaram problemas ao texto, se disponibilizaram para os tratar numa eventual discussão na especialidade e até falaram em exemplos de municípios, como Cascais e Guimarães, que já têm projectos de gestão dos resíduos do tabaco. No debate de quarta-feira, André Silva salientou que se calcula que, em Portugal, a cada minuto sejam atiradas para o chão cerca de sete mil beatas. E para exemplificar levou um garrafão de plástico de cinco litros cheio de beatas apanhadas em cem metros de um passeio da Avenida Almirante Reis. Um dos problemas apontados é o das multas muito altas para quem atirar para via pública pontas de cigarro, de charutos ou outros resíduos decorrentes de produtos de tabaco, que podem ir de 200 a 4000 euros, consoante se trate de um gesto de negligência ou de dolo. Na discussão no plenário, houve quem comparasse os 120 euros de uma multa por excesso de velocidade com os 4000 mil euros a alguém que atira uma beata pela janela do carro. Há também multas para o comércio, empresas de transportes públicos e hotelaria, alojamento local e instituições de ensino superior que não disponibilizem cinzeiros ou não limpem as beatas do chão, que vão desde os dez mil euros (pessoas singulares) até aos cinco milhões de euros (para empresas). O produto das multas, se estas forem aplicadas pelas câmaras municipais, reverte em 90% para a autarquia. Mas não só de multas vive a proposta do PAN – as coimas, aliás, só serão aplicadas depois de um período de transição e adaptação de um ano. Para além da obrigação de os estabelecimentos disponibilizarem cinzeiros à porta (e cuidarem da sua manutenção e limpeza diária, incluindo do espaço circundante), o projecto de lei de André Silva prevê também a criação de acções de sensibilização para que os fumadores passem a deitar no lixo e não para o chão (ou pela janela do carro) as pontas do tabaco, e para os comerciantes colaborarem na limpeza. No caso dos comerciantes, especificamente de bares e restaurantes, estes têm que passar a ter cinzeiros à porta e fazer a limpeza do espaço circundante, e as empresas de transportes públicos têm que fazer o mesmo nas paragens de autocarro ou comboio ou nos cais de embarque dos barcos. Os produtores de tabaco recebem também responsabilidades. Apesar de o preâmbulo da proposta do PAN falar numa ecotaxa que os produtores devem passar a pagar e que será destinada a “custear acções de sensibilização, formação, limpeza e recuperação de ecossistemas”, ela depois não está prevista no articulado do diploma. Mesmo assim, os produtores (ou os importadores do tabaco) passam a ser responsáveis pela gestão dos resíduos de pontas de cigarros. Ou seja, têm que arranjar forma de os recolher e tratar. Compartilhar este post Link para o post
kareca Publicado 14 Junho 2019 Citação de Wincing Hálldor, Em 12/06/2019 at 23:04: Ou jaulas. Para mim era isso. Em Tóquio fazem isso. Cabines de fumo na rua onde ficam todos fechados tipo no aeroporto. Ninguém leva com o cheiro de lixo na rua Compartilhar este post Link para o post
Castor Publicado 14 Junho 2019 Citação de Wincing Hálldor, há 1 hora: Não é bem. Alguém que anda sem passe no autocarro é fácil de detetar. Alguém que passe o limite de velocidade numa estrada é fácil de detetar. Se tiveres 200 pessoas na Sé no dia de Santo António como é que vais detetar quem é que está a deitar beatas para o chão? Vais acabar por punir uma percentagem diminuta dos transgressores, não vais resolver o problema principal e vais agudizar o mal-estar da população com as autoridades porque se cria um sentimento de injustiça. Deves estar a gozar, não pode ser doutra maneira... Quantas pessoas vês tu a falar ao telemóvel no carro? Achas que a maior parte das pessoas é multada? Garanto-te que é uma percentagem diminuta. Já agora, senão tiveres nenhum lixo por perto e tiveres uma garrafa de água de plástico vazia também atiras para o chão? Compartilhar este post Link para o post
Ego Sum Publicado 14 Junho 2019 Citação de Wincing Hálldor, há 18 horas: O último que é o mais difícil de resolver é o desafio da tradicionalidade. Muitas pessoas em Portugal estão, por causas que não têm a ver diretamente com isto, a c*gar-se para esta questão. Se sempre deitaram beatas porque é que haveriam de alterar? Há 20/25 anos as pessoas tb achavam normal comer um pacote de batatas fritas e deitar o saco para o chão. A de burro velho não aprende línguas não cola muito neste caso. Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 14 Junho 2019 Por acaso o Wincing tem razão, aquela entrada do tasco cheia de beatas é um clássico das aldeias portuguesas. Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 14 Junho 2019 Citação de Sandes., há 6 horas: Mas como e' que e' preciso sensibilizar que atirar lixo para o chao e' mau? Nao me cabe na cabeca, juro. Essa pergunta serve para muitos aspectos da nossa sociedade, exactamente porque muita gente não foi educada ou sensibilizada para não cometer tal acto, mesmo que até eventualmente o considere negativo. Neste caso em específico, há pessoas que vêem o acto de atirar lixo para o chão como algo que não é especialmente reprovável porque não constitui um impacto catastrófico imediato no ambiente, por exemplo. Ou porque também se estão simplesmente a cagar. A educação, do meu ponto de vista, serve exactamente para combater estes pensamentos, não os vejo como insolucionáveis. Onde é que é mais comum o acto de atirar lixo/beatas para o chão? Em Portugal ou na Noruega? Porque razão é assim? Uma parte explica-se pela existência de mais caixotes do lixo/cinzeiros. E o resto? Compartilhar este post Link para o post
Wincing Hálldor Publicado 14 Junho 2019 Citação de Castor, há 50 minutos: Deves estar a gozar, não pode ser doutra maneira... Quantas pessoas vês tu a falar ao telemóvel no carro? Achas que a maior parte das pessoas é multada? Garanto-te que é uma percentagem diminuta. Já agora, senão tiveres nenhum lixo por perto e tiveres uma garrafa de água de plástico vazia também atiras para o chão? Mas estás a comparar a gravidade de falar ao telemóvel no carro com deitar uma beata ao chão? Eu sei que estamos numa era de alta urgência ambiental (justificavelmente), no entanto o não poderes falar ao telemóvel no carro tem de ter uma penalidade adjacente porque pode custar vidas no imediato. E não, não atiro para o chão. Mas a garrafa de plástico geralmente não está a arder nem tem um odor nefasto, portanto poucas pessoas se importam de carregar a garrafa até ao lixo mais próximo. Uma solução poderá ser esta: Citação A green alternative and an anti-butt coalition Witherspoon is now working as a technical adviser to Greenbutts, a San Diego-based startup that says it has developed a filter made of organic materials that will quickly break down in soil or water. The filters are composed of Manila hemp, tencel, wood pulp and bound together by a natural starch, said Tadas Lisauskas, an entrepreneur who founded the company with Xavier Van Osten, an architect. The businessmen say their product is ready for market, and can be delivered for a reasonable price if mass produced. But Lisauskas said that to really take off, the company needs a boost from the government. “We are hoping governments incentivize use of the product,” said Lisauskas, “or, at the end of the day, make it mandatory.” Citação de kareca, há 1 hora: Em Tóquio fazem isso. Cabines de fumo na rua onde ficam todos fechados tipo no aeroporto. Ninguém leva com o cheiro de lixo na rua Sim, eu sei que em Tóquio fazem isso. Felizmente aqui não fazem, é lidar. Compartilhar este post Link para o post
Sandes. Publicado 14 Junho 2019 Citação de Peplin, há 38 minutos: Essa pergunta serve para muitos aspectos da nossa sociedade, exactamente porque muita gente não foi educada ou sensibilizada para não cometer tal acto, mesmo que até eventualmente o considere negativo. Neste caso em específico, há pessoas que vêem o acto de atirar lixo para o chão como algo que não é especialmente reprovável porque não constitui um impacto catastrófico imediato no ambiente, por exemplo. Ou porque também se estão simplesmente a cagar. A educação, do meu ponto de vista, serve exactamente para combater estes pensamentos, não os vejo como insolucionáveis. Onde é que é mais comum o acto de atirar lixo/beatas para o chão? Em Portugal ou na Noruega? Porque razão é assim? Uma parte explica-se pela existência de mais caixotes do lixo/cinzeiros. E o resto? Agradeço a resposta e compreendo o que dizes. Só não concordo com a conclusão: se uma pessoa se está a cagar, só a penalização serve como abordagem, na minha opinião. E o exemplo da Noruega é um exemplo, sim...mas podemos pegar no reino unido, onde há multas para isto, assim como penso ser na Itália, em França, na Suécia e vi que na Austrália até têm um site criado para as pessoas reportarem o pessoal que atira beatas para o chão para serem multados. Uma coisa que entendi fazer parte da proposta que foi apresentada é o que se faz nos EUA, em que as companhias são responsáveis por pagar a limpeza de beatas. Agora na minha opinião isto é colocar a multa nas pessoas de forma escondida, pois este pagamento vem diretamente do preço que pagam na compra do tabaco. Não será mais fácil e justo pôr a responsabilidade no utilizador? Ou terão todos os fumadores que pagar pela prática errada de alguns? Quanto a medidas de responsabilização e investimento do estado em educação e mais cinzeiros e etc, deverão fundos públicos seguir para estes fins porque fumadores se estão a cagar? Eu não acho que seria um problema por si só investir na sensibilização sobre o impacto ambiental das beatas, pelo contrário, mas não aceito que quem atira beatas para o chão é já verdade vítima da falta de cinzeiros ou de educação. Compartilhar este post Link para o post
Wincing Hálldor Publicado 14 Junho 2019 Falando em poluição, vamos entrar um bocado no campo da parvoíce neste texto do Valério Romão (caso não saibam quem é, ficou conhecido por um livro chamado "Autismo" e daí para cá tem ganhado alguns prémios na qualidade de escritor), intitulado "Lisboa, Capital do Barulho" que saiu no Comunidade Cultura e Arte. Citação Lisboa nunca foi generosa para com os seus no que diz respeito à permissividade com que lida com o ruído produzido, nomeadamente o nocturno. Quando não o estimula directamente, mediante a organização ou promoção de eventos, autoriza-o com a emissão de licenças. Em Junho, então, é freestyle. São os santos, as barraquinhas de farturas com colunas do tamanho de barris de cerveja a debitarem um medley dos peitos da cabritinha e da garagem da vizinha em loop, os gritos ébrios na rua às tantas da manhã e os múltiplos transportes que levam esta gente dos sítios onde se embebedam para os sítios onde dormem. Quem se pode legitimamente queixar quando em doze meses de sono possível só um lhe é perturbado? Há pouco tempo foi criado um grupo público de discussão no Facebook, chamado Menos barulho em Lisboa, no qual os seus participantes escrevem sobre a poluição sonora que, muito por via do crescimento exponencial do turismo, tem retirado tranquilidade às suas vidas. São relatos de ruído caucionado ou estimulado pelas autoridades que deviam proteger aqueles cuja ecologia vital se encontra ameaçada das mais diversas formas. Percebe-se a natureza displicente do fenómeno: a Câmara, como uma loja da Bershka, quer dar a impressão de que a cidade está sempre em festa, e quando não é ela própria a promover as mais diversas aberrações sonoras – a última delas um barco junto à Ribeira das Naus a debitar um tecno de after de má memória a tarde toda de um domingo – faz vista grossa a quem ultrapassa os limites em vigor. The show must go on. Não sei qual é que vou escolher primeiro, se a crítica à câmara por haver transportes que levem as pessoas a casa (o DRAMA), se a parte do barco da Ribeira das Naus a passar música à tarde ou a queixa geral por causa dos Santos Populares (porque o Valério nasceu ontem e não sabia da existência desta festa em Lisboa). Eu sugiro um limite do barulho para as 7 da tarde. Fechem-se todos os espaços noturnos. Acabem com a possibilidade de haver música ou qualquer evento dentro da cidade depois dessa hora. Talvez assim o Valério conseguirá descansar na cidade que está sempre a dormir, mesmo que isso signifique que deixe de poder ir ao Incógnito. Compartilhar este post Link para o post
Castor Publicado 15 Junho 2019 Citação de Wincing Hálldor, há 2 horas: Mas estás a comparar a gravidade de falar ao telemóvel no carro com deitar uma beata ao chão? Eu sei que estamos numa era de alta urgência ambiental (justificavelmente), no entanto o não poderes falar ao telemóvel no carro tem de ter uma penalidade adjacente porque pode custar vidas no imediato. Não... Estava a comparar com o número de pessoas que são multadas vs o número de casos que o realmente acontecem. Compartilhar este post Link para o post
Wincing Hálldor Publicado 15 Junho 2019 Citação de Castor, há 36 minutos: Não... Estava a comparar com o número de pessoas que são multadas vs o número de casos que o realmente acontecem. E eu estou a dizer que apesar de isso ser verdade, é obrigatório existir uma multa nesses casos porque se trata de uma situação que põe vidas em risco. Ora a não ser que se atire uma beata para um trilho de gasolina, isso não se aplica neste caso, logo não se achou até aqui ser obrigatório. Compartilhar este post Link para o post
Black Hawk Publicado 15 Junho 2019 O Wincing tem razão na discussão das beatas dos cigarros. Se querem proibir o ato de deitar beatas ao chão, têm de criar pontos onde se possam depositar as ditas cujas. Em Coimbra, por exemplo, só as vejo nos centros comerciais. Querer impor aos fumadores que carreguem um cinzeiro portátil também não me parece correto, da mesma forma que não se impõe ao cidadão comum que ande com um caixote do lixo portátil; pelo contrário, neste caso existem caixotes do lixo em abundância por todo o lado. É uma questão de colocarem cinzeiros da mesma forma onde os fumadores deposite as beatas. E eu não sou fumador regular, portanto estou nesta discussão de forma totalmente imparcial. Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 15 Junho 2019 Interessante a situação que se está a desenvolver no Estreito de Ormuz: dois petroleiros atacados com os EUA a culparem o Irão quando não há provas muito concludentes ao ponto de até Israel ter dúvidas. De resto parece que o UK ficou convencido enquanto Rússia e China pedem mais tempo. Enquanto isto acontece o Irão ameaça fechar o Estreito de Ormuz, o que fará disparar os preços do petróleo. Compartilhar este post Link para o post
Sandes. Publicado 15 Junho 2019 Citação de Black Hawk, há 6 horas: O Wincing tem razão na discussão das beatas dos cigarros. Se querem proibir o ato de deitar beatas ao chão, têm de criar pontos onde se possam depositar as ditas cujas. Em Coimbra, por exemplo, só as vejo nos centros comerciais. Querer impor aos fumadores que carreguem um cinzeiro portátil também não me parece correto, da mesma forma que não se impõe ao cidadão comum que ande com um caixote do lixo portátil; pelo contrário, neste caso existem caixotes do lixo em abundância por todo o lado. É uma questão de colocarem cinzeiros da mesma forma onde os fumadores deposite as beatas. E eu não sou fumador regular, portanto estou nesta discussão de forma totalmente imparcial. Bem, eu normalmente quando faço lixo pequeno guardo no bolso até ver um caixote, e quando faço mais lixo (tipo em piqueniques e assim) guardo num saco até encontrar um lixo. Não é assim uma prática tão estranha... Compartilhar este post Link para o post
Almeno Publicado 15 Junho 2019 Citação de Thierry Henry, há 18 horas: Uma aposta na sensibilização As pessoas estão-se a cagar para a sensibilização (independentemente do tema). Citação de Sandes., há 4 minutos: Bem, eu normalmente quando faço lixo pequeno guardo no bolso até ver um caixote, e quando faço mais lixo (tipo em piqueniques e assim) guardo num saco até encontrar um lixo. Não é assim uma prática tão estranha... weird timeline onde estamos totalmente de acordo 1 Compartilhar este post Link para o post