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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Citação de Peplin, há 20 horas:

O shutdown do cérebro da Joana Amaral Dias já tem mais tempo que isso.

Sim, tens razão.

Citação de Black Hawk, há 2 minutos:

Há gente nos comentários a desencá-la com argumentos de tal forma que, se ela tivesse vergonha na cara, daria uma de Diogo Faro.

E começava a escrever artigos a vitimizar-se?

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Na Grécia o governo aproveitou o novo lockdown, mais restrito com suspensão das aulas, e vai votar para criar uma nova força policial só para controlar as Universidades.

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A Joana Amaral Dias está no bom caminho para se meter no Chega não tarda muito

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Citação de JohnyM, há 16 horas:

A Joana Amaral Dias está no bom caminho para se meter num hospício não tarda muito

 

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Citação de Puto Perdiz, há 15 minutos:

a Joana Amaral Dias sempre foi variada da cabeça e agora está com uma crise de meia idade.

nem por isso. Ela sempre foi irreverente, vá. Mas era uma pessoa arguta. Esta que se apresenta hj está irreconhecivel da pessoa que era há 15 anos atrás. Descobriu que é "boazona" - ou acha-se, pronto - e não consegue parar de seguir esse sendeiro da foto provocadora. Uma vez, ok, sim até é a pedrada no charco que as mulheres precisam que se dê. Mas, sempre? que ganham as mulheres em geral e o feminismo em particular por ela se despir de x em x meses, para asseverar uma qualquer liberdade sexual?

E depois há o factor CMTV. Quando esse veneno se entranha faz uns danos às pessoas... Olhem, o Ventura XD!

Bom, mas na verdade, antes de ele ir para lá parece que não era fascista! Até escrevia teses de doutoramento e que defendia os direitos humanos e tudo!

 

CMTV = Fábrica de chalupas e fascistas: confirmed.

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Citação de Plagio o Original, há 16 minutos:

não deve andar muito longe desta:

Spoiler

Marcelino da Mata, o racismo e a memória

A relação de Portugal com os habitantes das suas antigas colónias é dominada por uma profunda ignorância histórica.

propósito de toda esta história do racismo em Portugal e das declarações de António Costa sobre a cor da sua pele, li há dias um curioso artigo de Camilo Lourenço no Jornal de Negócios onde a certa altura ele dizia isto: “Portugal não é um país racista; é um país onde isoladamente acontecem casos de racismo. Aliás, seria estranho qualificar de racista um país que tem governantes oriundos das ex-colónias (já olharam para a ascendência de Marcelo?), o primeiro negro (Mário Coluna) a capitanear uma selecção europeia e um negro como militar mais condecorado da sua História…”

 

Como os caros leitores sabem, na última semana houve imensa gente a classificar-me como um tipo ignorante. Aquela frase de Camilo Lourenço confirmou isso mesmo: eu não fazia a menor ideia de que o militar mais condecorado da nossa História fosse negro. Estou a falar de Marcelino da Mata. Embora já tivesse encontrado referências ao seu nome a propósito da guerra em África, onde foi o oficial mais destacado dos comandos guineenses, desconhecia o número das suas condecorações. Ora, entre 1966 e 1973, Marcelino da Mata recebeu duas medalhas de 1ª classe, duas medalhas de 2ª classe e uma medalha de 3ª classe da Cruz de Guerra, e foi feito Cavaleiro da Ordem Militar da Torre e Espada, a mais elevada ordem honorífica do país.

 

Segundo sei, Marcelino da Mata tem 78 anos e continua vivo, a residir em Portugal. Teve a sorte de escapar com vida da Guiné (ao contrário de inúmeros elementos africanos das forças especiais portuguesas, que foram abandonados pelo Exército e acabaram fuzilados pelo PAIGC), mas teve o azar de cair nas mãos de militares de extrema-esquerda no pós-25 de Abril, acabando barbaramente torturado no quartel do RALIS (sim, houve muita tortura nos primeiros tempos da democracia portuguesa). Felizmente, conseguiu fugir para Espanha, tendo regressado a seguir ao 25 de Novembro.

 

Promovido por distinção a capitão do Exército Português, graduado em tenente-coronel, no ano passado falou-se da sua promoção a major. Vasco Lourenço opôs-se a essa promoção num artigo aqui no PÚBLICO, intitulado “A Guerra Colonial ainda não acabou?”. Argumentava Vasco Lourenço que Marcelino da Mata fora responsável por vários crimes de guerra (“resultado da acção de autênticos assassinos”), que constituíam “uma enorme vergonha para o Portugal de Abril”.

É muito possível que tais crimes tenham acontecido. Não sei com exactidão quais foram, mas em bom rigor também não tenho forma de saber: não há qualquer biografia de Marcelino da Mata. Nenhum filme. Nenhum documentário. Sei que não vivemos nos Estados Unidos da América, mas bolas, deveria haver limites para a nossa falta de sensibilidade histórica e jornalística.

 

Pensem comigo: o militar português mais condecorado de todos os tempos é negro; esteve na guerra colonial; há testemunhas a dizer que cometeu crimes de guerra; há testemunhas a dizer que foi torturado em 1975; ficou com sequelas graves; está vivo; mora em Sintra. E, pelos vistos, ninguém acha que isto é uma história incrível. Como é possível?

 

Camilo Lourenço tem razão: a relação de Portugal com os habitantes das suas antigas colónias é dominada por uma profunda ignorância histórica. Se está mais do que demonstrado que o racismo está ligado ao medo do outro e ao desconhecido, talvez possamos começar por aqui: aprender alguma coisa sobre a história dos negros que marcaram a nossa História. Alguém entreviste este homem, se faz favor.

 

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Basta-me saber que foi um dos fundadores dos Comandos para não ter duvidas de que foi um assassino e um monte de m*rda. Sei bem as histórias que o meu pai me contou do que esse pessoal fazia em África quando ele lá esteve.

Pode ser que pelo elogio o João Miguel Tavares ainda herde um dos colares de orelhas que ele de certeza ainda tinha lá por casa.

 

Editado por antifa

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Citação de antifa, há 1 minuto:

Basta-me saber que foi um dos fundadores dos Comandos para não ter duvidas de que foi um assassino e um monte de m*rda. Sei bem as histórias que o meu pai me contou do que esse pessoal fazia em África quando ele lá esteve.

 

Ah a ligeireza de julgar alguem em hindsight num periodo de guerra....que refrescante

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o meu tio serviu com ele na Guiné. Acho que só ouvi ele falar de que esteve na Guiné para dizer que não gosta de falar daqueles tempos e para chamar de "preto maluco" ao gajo.

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Citação de Burkina2008, há 1 hora:

Ah a ligeireza de julgar alguem em hindsight num periodo de guerra....que refrescante

Não é a questão de julgar em Hindsight. Está verificado que os comandos matavam aldeias de inocentes e jogavam à bola com as cabeças das vítimas. Isso é imperdoável, Portugal estava repleto de vilões no ultramar.

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Citação de Sandes., há 36 minutos:

Não é a questão de julgar em Hindsight. Está verificado que os comandos matavam aldeias de inocentes e jogavam à bola com as cabeças das vítimas. Isso é imperdoável, Portugal estava repleto de vilões no ultramar.

 

Citação de Gorki, há 27 minutos:

Massacre de wiryamu. 

Até dói a alma ler relatos históricos como os desse massacre. É episódios não faltam 

 

Eu acho sobre guerra so pode falar quem passou por ela. Em que condicoes é que as coisas aconteceram, por ordem de quem, etc...

Eu nunca estive em nenhuma mas sei que o ser humano é capaz de muita coisa sob pressão e stress, que nem imagina ser capaz de fazer. Falar de crimes de guerra e sobretudo de um ou outro dos seus participantes é inconsequente...não é por acaso que existem tribunais de guerra e não se julgam soldados em tribunais "normais"

Quanto ao massacre de Wiryamu, foi igual a tantos outros feitos por russos, americanos, chineses, indianos, indonesios, turcos e toda a raça de europeus.

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Desconhecia esse massacre fds. Não percebo como é que ainda não se abordam esses assuntos e acontecimentos na escola...

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Citação de Gorki, há 1 hora:

Massacre de wiryamu. 

Até dói a alma ler relatos históricos como os desse massacre. É episódios não faltam 

Mais de metade dos assassinados no massacre eram crianças.

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Citação de Jpa, há 16 minutos:

Desconhecia esse massacre fds. Não percebo como é que ainda não se abordam esses assuntos e acontecimentos na escola...

A escola é para enfatizar o quão grande fomos como povo, navegadores do crl, o mundo já foi nosso!!!

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Citação de Burkina2008, há 1 hora:

 

 

Eu acho sobre guerra so pode falar quem passou por ela. Em que condicoes é que as coisas aconteceram, por ordem de quem, etc...

Eu nunca estive em nenhuma mas sei que o ser humano é capaz de muita coisa sob pressão e stress, que nem imagina ser capaz de fazer. Falar de crimes de guerra e sobretudo de um ou outro dos seus participantes é inconsequente...não é por acaso que existem tribunais de guerra e não se julgam soldados em tribunais "normais"

Quanto ao massacre de Wiryamu, foi igual a tantos outros feitos por russos, americanos, chineses, indianos, indonesios, turcos e toda a raça de europeus.

Então achas que, como se falou aí atrás, nem se deva falar academicamente de atrocidades cometidas na guerra, a não ser que passes por ela? Crimes contra a humanidade e genocídio são justificáveis se for em contexto de guerra? Isso é lavagem cerebral de warmongers, de que as pessoas do outro lado não são pessoas, são bichos para serem matados.

É óbvio que houve outros tantos massacres ( ainda os há), mas nada os justifica. Glorificar quem os perpetua ou deixa passar é um erro.

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Citação de Jpa, há 56 minutos:

Desconhecia esse massacre fds. Não percebo como é que ainda não se abordam esses assuntos e acontecimentos na escola...

Se em 2015 ou 2016 mal se percebia que tinha existido guerra colonial no museu militar, qual é realmente a surpresa?

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Basta imaginar o seguinte cenário para se perceber o quão difícil será abordar este tema em ambiente escolar: explicar que o exército português cometeu, ou foi conivente, com determinado massacre; aluno XPTO tem um avô vivo que esteve colocado no exército precisamente no local e no período em questão.

É demasiado recente para ser ensinado da forma abstracta como a história deve ser ensinada.

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