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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Citação de Lifehouse, há 37 minutos:

O passos coelho andou 4 anos em guerra com o tribunal constitucional. Perde as eleições para a geringonça e exige uma mudança na constituição. Depois lança o ventura em Loures. 

São os dois da mesma ala. O Chega é a ala passista. 

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Citação de Jamarcus, há 34 minutos:

Quer dizer, isto é uma discussão válida na Ciência Política. Se o Chega é um partido de extrema-direita ou só de direita radical.

Não está relacionado com o tema mas essa frase fez-me lembrar este vídeo do RAP:

E aqui é um bocado a mesma coisa.

A discussão sobre se o Chega é ou não um partido democrático pode ser interessante  em termos de academia/teóricos.

A mim chega-me o facto de terem tido há pouco tempo no programa a extinção do ministério da Educação e da escola pública e a redução do Serviço Nacional de Saúde a atendimento de miseráveis.

Chega-me o facto de defenderem a castração química, a obrigatoriedade de trabalho para os reclusos, o confinamento de pessoas de uma etnia especifica.

A mim estes factos bastam-me.

Editado por HappyKing
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Citação de HappyKing, há 8 minutos:

Não está relacionado com o tema mas essa frase fez-me lembrar este vídeo do RAP:

E aqui é um bocado a mesma coisa.

A discussão sobre se o Chega é ou não um partido democrático pode ser interessante  em termos de academia/teóricos.

A mim chega-me o facto de terem tido há pouco tempo no programa a extinção do ministério da Educação e da escola pública e a redução do Serviço Nacional de Saúde a atendimento de miseráveis.

Chega-me o facto de defenderem a castração química, a obrigatoriedade de trabalho para os reclusos, o confinamento de pessoas de uma etnia especifica.

A mim estes factos bastam-me.

Claro, concordo totalmente contigo. Estava a falar mesmo disso, do ponto de vista académico.

E parece-me claro que o Passos por ele faria acordo com o Chega.

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Citação de HappyKing, há 16 horas:

Tens 11 anos de fórum. É a primeira vez que estás a ler o Che? 

Se for preciso logo à noite já está a pedir o Medina de cabeça para baixo no Campo Pequeno. 

(Gosto muito de ti, Che).

Nem olhei, só li aquela bodega e fiquei cego! 

My bad 

Editado por aarao73

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Já tenho pipocas para o show do Marcelo hoje lá para o fim da tarde.

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João Miguel Tavares bateu com a cabeça na mesa de cabeceira ao acordar e escreveu uma coisa sensata.

 

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Eleições a correr é um erro. O país devia parar e pensar

O Presidente da República devia impor um novo primeiro-ministro ao Partido Socialista – Fernando Medina parece-me a escolha óbvia, por ser o actual ministro das Finanças.

Marcelo Rebelo de Sousa tem nas suas mãos uma oportunidade única para fazer História e deixar a sua marca na democracia portuguesa. O primeiro passo é este: não ceder à gigantesca pressão para convocar eleições para o início do próximo ano, por mais inevitável que isso pareça. Esse seria o passo normal se a situação que estamos a viver fosse remotamente parecida com a normalidade. Não é. O Presidente da República devia impor um novo primeiro-ministro ao Partido Socialista – Fernando Medina parece-me a escolha óbvia, por ser o actual ministro das Finanças – e atirar as eleições legislativas para final do próximo ano ou para o início de 2025.

Há várias razões práticas para isso. O PS detém uma maioria absoluta no Parlamento; existe uma altíssima probabilidade de as próximas eleições virem a produzir uma solução governativa muito mais instável do que a actual; o famoso PRR, com um Governo em gestão e meses de campanha eleitoral, poderá nunca vir a ser executado na totalidade; a TAP e o aeroporto ficarão congelados; a entrada em vigor do Orçamento do Estado será posta em causa; o PS não terá tempo para assimilar o que lhe aconteceu; o PSD e a comunicação social não terão tempo para escrutinar Luís Montenegro e a sua equipa (convém garantir que daqui a um ano não andamos todos a encontrar “melhores amigos” ou velhos cofres em casa de novas mães). A lista poderia continuar.

Mas isto não é o mais importante. A razão substancial para atrasar as eleições é esta: nenhum português deve ser obrigado a votar em legislativas sem ter uma convicção profunda acerca da solidez destas novas suspeitas, ou, pelo menos, sem uma forte clarificação acerca do papel de António Costa no processo. Não peço um julgamento, nem sequer uma acusação. O que reclamo é o fim do convite à irresponsabilidade e à ausência de pensamento que preside à fórmula “à justiça o que é da justiça, à política o que é da política” – essa frase falsamente virtuosa que António Costa criou para salvar a reputação do PS em 2014, e que desde então tem impedido que o regime democrático seja confrontado com as suas falhas mais profundas.

Marcelo sabe isto muito bem. Em 2014 tivemos, pela primeira vez na História, um ex-primeiro-ministro a ser detido por suspeitas de corrupção. Em 2023 tivemos, pela primeira vez na História, um primeiro-ministro em exercício a demitir-se por suspeitas de estar envolvido num processo que envolve corrupção. Será que vamos continuar neste ritmo, como se nada fosse, com ministros e mais ministros suspeitos de utilizar o seu poder em proveito próprio, fingindo que o voto, sem mais, vai milagrosamente mudar toda a cultura política portuguesa e o actual estado de coisas?

Ir a correr para eleições seria uma decisão à Pôncio Pilatos – a multidão aplaudiria Marcelo, mas as mãos do Presidente da República continuariam sujas. O que aconteceu na terça-feira não é apenas inaceitável do ponto de vista político. É igualmente inaceitável do ponto de vista da justiça. Um primeiro-ministro não pode cair por causa de um parágrafo manhoso escrito na última página de uma nota do Ministério Público à comunicação social. Não é possível votar em consciência sem uma boa noção do que está em causa. É hora de Marcelo usar a sua popularidade para obrigar o país a parar e a reflectir. Portugal precisa de tempo para perceber se o PS ainda é um partido minimamente confiável ou se está definitivamente transformado num antro de corrupção.

https://www.publico.pt/2023/11/09/opiniao/opiniao/eleicoes-correr-erro-pais-parar-pensar-2069525

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Citação de Thierry Henry, há 9 minutos:

Apreenderam a ganza ao Galamba. Não se faz. 

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Citação de Thierry Henry, há 16 minutos:

Apreenderam a ganza ao Galamba. Não se faz. 

Eu sempre disse que quem usa brinco são os drogados 

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É lá, fuma ganza e não a ervinha da moda? Subiu uns pontos na minha consideração.

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Citação de antifa, há 3 minutos:

É lá, fuma ganza e não a ervinha da moda? Subiu uns pontos na minha consideração.

O Galamba tem pinta de quem fuma hash, que mete coca na parte de cima dos cigarros  (e obviamente nas narinas) e de quem mete MD nas festas da Fuse.

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Citação de HIM, há 2 minutos:

O Galamba tem pinta de quem fuma hash, que mete coca na parte de cima dos cigarros  (e obviamente nas narinas) e de quem mete MD nas festas da Fuse.

1024.jpg

 

Um ministro de unhas f*didas de queimar a bolota, respect.

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Citação de Thierry Henry, há 31 minutos:

Apreenderam a ganza ao Galamba. Não se faz. 

What? 

Citação de HIM, há 11 minutos:

O Galamba tem pinta de quem fuma hash, que mete coca na parte de cima dos cigarros  (e obviamente nas narinas) e de quem mete MD nas festas da Fuse.

Ministro da Faixa de Ganza 

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Citação de HappyKing, há 8 horas:

depois anda-se dias a fio com fugas de informação nos jornais com notícias às pinguinhas.

E continua.

Quando não se consegue fazer a justiça onde ela deve ser feita deixa-se que a comunicação social faça justiça por ela própria. 

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Citação de IlidioMA, há 31 minutos:

eu funciono por uma regra. Se o João Miguel Tavares diz A, eu tenho de dizer B. Simples.

Eu funciono assim com as crónicas da Carmo Afonso e da Susana Peralta .

Já o JMT, concordo com ele muitas vezes 

Editado por Petar Musa

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