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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Citação de kareca, há 7 horas:

Uma Algés - Trafaria também dava jeito 😎

Aí é túnel.

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André Ventura mandou uma mensagem a Luís Montenegro, secretário-geral do PSD: "Meu caro Luís Montenegro, custa-me ser tantas vezes eu a ter de dizer isto, mas os portugueses estão fartos de grupos de trabalho, de associações de jogar à dama ou à bisca, de observatórios, fundações e grupos de estudo. Querem decisão, e é isso que nós vamos fazer se vencermos as eleições".

Este tipo de declarações, tantas vezes feitas por políticos e comentadores, nunca me fazem sentido. "Os portugueses estão fartos desta coisa que eu não gosto", "os portugueses querem esta coisa que eu gosto". Como é que ele sabe isto? Onde está a sondagem do @Ticampos que prova com os seus dados não-enviesados que todos os portugueses estão fartos de jogar à bisca(????), que diz que os portugueses querem é decisões? Eu pessoalmente ainda nem consegui decidir o que vou almoçar amanhã

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Os portugueses estão fartos de pessoal das humanas a minar a democracia portuguesa. E que tal os advogados começarem a fazer missangas e deixarem o pessoal das STEM liderar o país? 

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Os portugueses estão fartos de grupoe de trabalho e também de grupos de estudo. Gostam de trabalhar e de estudar sozinhos. São sigmas.

Declaracões polémicas do doutor André Ventura. Há alguma sondagem q o confirme?

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Carlos César apoia Pedro Nuno Santos, o “melhor” herdeiro de Costa | PS | PÚBLICO (publico.pt)

Apoio importante e curioso o que diz depois sobre Carneiro:
Mas faz uma grande crítica a José Luís Carneiro por, alegadamente, ser o favorito dos comentadores e dos dirigentes de direita: “Tenho pena que José Luís Carneiro esteja a ser sitiado pela euforia apologética da maioria do comentariado e dos dirigentes da direita portuguesa. Não creio que o quisesse, tanto mais que nenhum desses novos lisonjeadores o quererá, depois, como primeiro-ministro.”
 

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Citação de Thierry Henry, há 1 hora:

Faleceu o ex-candidato à CM de Lisboa, Nuno Graciano. 

morreu de ataque de coração. De certeza que tomou a vacina da covid.

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Citação de HappyKing, há 13 minutos:

Costa sai, Marcelo aguenta: não foram felizes para sempre - Expresso

@Lebohang consegues arranjar este artigo? Muito obrigado. Quero ver o que o Marcelo a Ângela Silva tem a dizer sobre o assunto.

Costa sai, Marcelo aguenta: não foram felizes para sempre

O Presidente exonera esta quinta-feira o primeiro-ministro e, com isso, fica formalizada a demissão de todo o executivo que passa a governo de gestão. Despedem-se na expetativa de ver qual dos dois, ambos em maus lençóis, consegue safar-se na fotografia

A gigante sabedoria política de Mário Soares aguentava quase tudo, mas se algum dia lhe tivessem dito que a reedição do seu livro “Portugal Amordaçado”, no âmbito das comemorações do seu centenário, seria palco para o último encontro público entre um primeiro-ministro que se sentiu forçado a demitir-se e um Presidente da República que vê questionarem as condições para se manter em funções, Soares talvez tivesse que coçar o sobrolho (coisa que adorava fazer) antes de largar uma das suas tiradas históricas: “Nós democratas não tememos o futuro porque acreditamos no caminhar da História.”

Avesso a catastrofismos, o velho 'animal político' socialista certamente reagiria à atmosfera alarmista que invadiu o país à beira das bodas de ouro do 25 de abril e que com algum exagero adequado ao ar dos tempos se pode resumir assim: instituições em deliquescência e André Ventura a caminho de S. Bento. Mas, mesmo sem Soares, é provável que a sessão evocativa do seu centenário, esta quinta-feira, pelas 18h30, na Gulbenkian, inspire visões menos confinadas à ideia de que o futuro é um beco sem saída.

Para António Costa, que esta quinta-feira será formalmente demitido pelo Presidente da República do cargo de primeiro-ministro, o baú soarista tem outra frase ótima: "Sinto-me liberto como um pássaro fora da gaiola" (Soares disse-o à saída da reunião com o Presidente Eanes, após este o demitir, em 1978). E até para Marcelo Rebelo de Sousa há memórias inspiradoras, a começar pelo que ouvimos Soares dizer quando fez 80 anos - "Agora basta, não haverá mais política nem exercício de cargos políticos". É certo que, dias depois, o ex-Presidente apanhava todos de surpresa com o anúncio de uma recandidatura de má memória. Mas Marcelo Rebelo de Sousa não estará para aí virado. Voltou esta quarta-feira a dizer perante uma plateia de jovens que tem saudades é de dar aulas e não dá o mínimo sinal de ir sofrer muito quando daqui a dois anos terminar o seu mandato.

Na última campanha eleitoral, quando lhe perguntaram de que é que sentirá falta quando sair de Belém, Marcelo foi seco: “Não vou sentir falta de nada de especial." Imagine-se agora, após quase três anos altamente desgastantes, em que acionou por duas vezes o seu poder máximo para dissolver a Assembleia da República, viu uma maioria absoluta que lhe trocou as voltas (e em que nunca acreditou) derrubar-se a si própria, não vislumbrou uma alternativa de poder em que verdadeiramente acreditasse como solução estável para o país e, por último mas não menos importante, viu a relação intensa e cúmplice com António Costa terminar deslaçada, amarga e litigiosa.

É assim que esta tarde se irão despedir em Belém, muito provavelmente empenhados em disfarçar o que lhes vai na alma. Costa não perdoa a Marcelo a guinada do segundo mandato, quando após cinco anos de conluio em que aguentou a revolta da sua família política e as acusações de andar com o poder socialista ao colo, o Presidente mudou para um registo muito mais cáustico, exigente e inevitavelmente destrutivo. Marcelo não perdoa a Costa ter-lhe ignorado avisos de que era preciso fazer mais e com mais visão estratégica e ter desperdiçado uma maioria absoluta que sentiu requentada, fácil, sem vigor e sem rumo. E a dupla que nasceu com encenações romantizadas debaixo de chuva em Paris, que aparentou divertir-se num jogo de rato e gato em que divergências, encontros e desencontros foram sempre somando cumplicidades, chega ao fim ressentida. Pior: despede-se na expetativa de ver qual dos dois, ambos em maus lençóis, consegue safar-se na fotografia.

Costa é o primeiro-ministro que após ganhar uma maioria absoluta histórica teve de demitir 14 governantes num ano e acaba com buscas policiais na sua residência oficial, dinheiro vivo escondido pelo seu chefe de gabinete e um processo judicial em que ele próprio é citado e que, embora aparentemente frágil e sob apertado escrutínio público, ainda vai no adro. Marcelo é o Presidente da República que após chegar a Belém solitário na relação com o povo, despojado, e apostado em mudar o padrão da ação política, escorrega num pedido de um filho a que não consegue dizer 'não' e vê-se, desgastado, a ter que responder perante suspeitas de favorecimentos ilícitos alimentados por Belém.

Nos bastidores dos dois lados da barricada, o clima é de total suspeição. Quem deu origem e quem deu sequência à cunha que permitiu agilizar o processo de duas gémeas brasileiras num hospital público português? Marcelo viu-se forçado a explicar-se em público, a antecipar envio de documentação para o Ministério Público que sabia vir a ser pedida e a confessar que não põe as mãos no fogo pelo filho. Um ex-secretário de Estado da Saúde de António Costa, Lacerda Salles, negou ter acelerado o processo mas há documentos no hospital público (onde começou por se dizer que toda a documentação desaparecera) que o desmentem. Há falhas de memória coletivas. E não se sabe se tudo seria assim caso a dupla permanecesse intacta e a cumplicidade não se tivesse desfeito.

Após oito anos no poder, António Costa falha duas metas: não bate o recorde de Cavaco Silva (10 anos como primeiro-ministro) e não vê Marcelo deixar Belém antes dele deixar S. Bento, como aconteceria se a legislatura chegasse ao fim (parece mesquinho, mas chegou a ser matéria). Mas, longe de estar politicamente morto, o primeiro-ministro que hoje passa a PM de gestão sabe que o jogo continua e não tem ficado no banco. Pelo contrário, mostra obra, lança obra, inaugura, recomenda, dá conselhos, faz campanha. Há Europa, há Belém, há cargos internacionais. Assim queira e a Justiça deixe.

Marcelo não tem melhor sorte: faltam-lhe dois anos para terminar o mandato, não sabe que xadrez partidário lhe sai na rifa nas eleições antecipadas de março, talvez corra bem, talvez seja um susto. O "caso das gémeas", que o consultor de António Costa, Luis Paixão Martins, gostaria de ver rebatizado para "caso Belém", ainda pode ter uma palavra a dizer. Se se estiver perante um "caso cunha", que foi deslizando por gabinetes e comprometendo responsáveis vários que também não souberam dizer 'não', talvez a cumplicidade volte a dar sinal de vida. Após 40 anos de encontros e desencontros (desde a Faculdade de Direito de Lisboa), a saga do professor e do aluno ainda não acabou.

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Obrigado, Lebo. 

 

Costa é o primeiro-ministro que após ganhar uma maioria absoluta histórica teve de demitir 14 governantes num ano e acaba com buscas policiais na sua residência oficial, dinheiro vivo escondido pelo seu chefe de gabinete e um processo judicial em que ele próprio é citado e que, embora aparentemente frágil e sob apertado escrutínio público, ainda vai no adro. Marcelo é o Presidente da República que após chegar a Belém solitário na relação com o povo, despojado, e apostado em mudar o padrão da ação política, escorrega num pedido de um filho a que não consegue dizer 'não' e vê-se, desgastado, a ter que responder perante suspeitas de favorecimentos ilícitos alimentados por Belém.

Esta parte é deliciosa na comparação entre as duas situações, principalmente as adjetivações feitas num caso e no outro. 

(O pequeno pormenor da referência das 14 demissões - onde estão incluídas várias demissões de secretários de estado forçadas e obrigatórias devido à demissão do respetivo ministro e várias demissões por motivos de saúde - é brilhante).

 

O "caso das gémeas", que o consultor de António Costa, Luis Paixão Martins, gostaria de ver rebatizado para "caso Belém", ainda pode ter uma palavra a dizer. 

De facto deve ser difícil perceber para uma jornalista de um jornal que tem usado a foto das gémeas em várias noticias sobre o assunto o quão perverso isso é. Como se o problema estivesse naquela família ou naquelas crianças e não no que se passou depois (em Belém, São Bento e nos ministérios).  

Nunca desilude a Ângela.

Editado por HappyKing

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digam-me que viram a entrevista ao António Levy Gomes na SIC. que momento

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A Ângela Silva é a fontanária número 1 de Belém, tem que vender o peixe ao preço que lhe é pedido ou então perde os exclusivos.

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Citação de F_Tex, há 3 minutos:

digam-me que viram a entrevista ao António Levy Gomes na SIC. que momento

Estava notoriamente nervoso mas a forma como a entrevista acaba é muito engraçada.

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Citação de Lebohang, há 2 horas:

Notícia TVI: Lacerda Sales reuniu-se no ministério com o Nuno Rebelo de Sousa

Doutor Nuno.

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Citação de Lebohang, há 51 minutos:

A Ângela Silva é a fontanária número 1 de Belém, tem que vender o peixe ao preço que lhe é pedido ou então perde os exclusivos.

A namorada do Marcelo.

Entretanto:

 

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Eu não teria uma consulta com esse Levy. Ar de lunático que mete medo.

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Citação de HappyKing, há 8 horas:

20231208-004454.jpg

Ui ..

Jesus que estouro

Editado por antifa

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Citação de antifa, há 1 hora:

Jesus que estouro

Não deixa de ser engraçado que o Carneiro, conotado como o candidato mais moderado, não consiga reunir o apoio das duas principais figuras dessa ala mais ao centro, Assis e Sérgio Sousa Pinto.

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