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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Citação de Ghelthon, há 16 minutos:

Claro que não. Dizer que a PJ devia investigar fontes jornalísticas não é nada perigoso. É aliás um excelente sinal da saúde de qualquer democracia.

O Montenegro também, homem sério que é, tem um bom hábito de não deixar jornalistas fazerem perguntas quando ele vem fazer declarações.

Vou lembrar que há 1 ano, caiu um governo de maioria absoluta, por demissão própria, com a justificação de não querer manchar o nome do país e aplaudiu-se isso.

1 ano depois cai o governo minoritário porque o PM tem um monte de negócios duvidosos e enquanto foge do escrutínio como o diabo da cruz, e ainda se fala de "ah, mas ele tem condições, é inocente até prova contrário".

 

PS: nunca votei PS na vida, e costumo votar PSD nas autárquicas e Livre em tudo o resto.
Só para não me acusarem de ser PS ou algo assim.

Editado por rcoelho14

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Se o nosso lobbying for regulado (legalizado), o doutor luis montenegro poderia continuar como primeiro ministro, mas como não está, quebrou a lei e não foi ético

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Citação de Elvis, há 7 minutos:

Não…

Isto não é o Conselho de Administração da empresa familiar dos filhos do Montenegro, é o governo de um país. Há um dever óbvio de transparência para com os portugueses a que ele se continua a escudar até à última instância e eu não percebo porque é que há quem o defenda por isso. Lembras-te que vamos a eleições daqui a 15 dias porque o Montenegro as preferiu provocar a permitir um inquérito?

Esse secretismo já é grave. Agora depois de tudo isto vir um deputado do próprio partido pressionar diretamente a PJ e jornalistas entra num campo inqualificável. Não percebo como é que este tipo de práticas não são perigosas para a democracia.

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Citação de andriy pereplyotkin, há 6 minutos:

Isto não é o Conselho de Administração da empresa familiar dos filhos do Montenegro, é o governo de um país. Há um dever óbvio de transparência para com os portugueses a que ele se continua a escudar até à última instância e eu não percebo porque é que há quem o defenda por isso. Lembras-te que vamos a eleições daqui a 15 dias porque o Montenegro as preferiu provocar a permitir um inquérito?

Esse secretismo já é grave. Agora depois de tudo isto vir um deputado do próprio partido pressionar diretamente a PJ e jornalistas entra num campo inqualificável. Não percebo como é que este tipo de práticas não são perigosas para a democracia.

Porque não é a esquerda, e as fufas do Bloco e os comunistas que comem bebés...

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Capitalistas não merecem privacidade. Não é difícil defender isto, ainda para mais em Portugal onde é inevitável que um grande empresário ande a prevaricar. 

Acho muito bem que Montenegro seja forçado a ser transparente. Se o incomoda uma pessoa também entende o porquê. Porque prevarica. 

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Citação de Cannonball, há 45 minutos:

Post do chega no Facebook: "Milhares de islâmicos marcham em Albufeira com bandeiras extremistas"

Video: https://sicnoticias.pt/pais/2025-04-27-video-centenas-de-sikhs-celebraram-novo-ano-solar-e-aniversario-da-religiao-em-albufeira-b180ef9d

Quem me dera ter 1M de sikhs em Portugal em vez de um 1M de eleitores em partidos de extrema-direita.

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Citação de whatever, há 6 minutos:

Quem me dera ter 1M de sikhs em Portugal em vez de um 1M de eleitores em partidos de extrema-direita.

Não sejas assim tão pessimista. Ter 1 M de eleitores em partidos de extrema-direita deixa metade do país sick, o que é mais do que 1 M.

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Citação de andriy pereplyotkin, há 32 minutos:

Isto não é o Conselho de Administração da empresa familiar dos filhos do Montenegro, é o governo de um país. Há um dever óbvio de transparência para com os portugueses a que ele se continua a escudar até à última instância e eu não percebo porque é que há quem o defenda por isso. Lembras-te que vamos a eleições daqui a 15 dias porque o Montenegro as preferiu provocar a permitir um inquérito?

Esse secretismo já é grave. Agora depois de tudo isto vir um deputado do próprio partido pressionar diretamente a PJ e jornalistas entra num campo inqualificável. Não percebo como é que este tipo de práticas não são perigosas para a democracia.

Porque parece que o medo da esquerda e o medo da distribuição de riqueza é maior que o repúdio pela corrupção e que o medo pela deterioração da democracia. 

Enquanto há dinheiro a rolar está tudo bem, o facto de ser corrupto só vai interessar quando a nível económico a coisa começar a derrapar.

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Citação de smashing_pumpkin , há 1 minuto:

Porque parece que o medo da esquerda e o medo da distribuição de riqueza é maior que o repúdio pela corrupção e que o medo pela deterioração da democracia. 

Enquanto há dinheiro a rolar está tudo bem, o facto de ser corrupto só vai interessar quando a nível económico a coisa começar a derrapar.

Isto não me choca quando é pessoal rico, mas este pessoal de classe média que vota neles porque acha que faz parte da elite deixa-me sempre abismado.

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Como é quem um homem que se diz tão íntegro e honesto só apresenta informação às pinguinhas ou quando é obrigado a isso?

Eu acho que qualquer cidadão comum honesto e inocente se fosse acusado/suspeito queria ser proactivo e esclarecer tudo com a maior brevidade.

No debate com o PNS irritou-me com o de repetir mil vezes da palavra "seriedade", uma pessoa realmemte séria não deixa as coisas chegarem a este ponto.

Agora, também há que admitir que o que fez o deputado do PS/BE (já não sei quem foi) , não é correcto (não estou a por em causa que os cidadãos devem de saber esta informação mas da forma como foi divulgada não me parece a correcta).

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Citação de Keyser, há 9 minutos:

Como é quem um homem que se diz tão íntegro e honesto só apresenta informação às pinguinhas ou quando é obrigado a isso?

Eu acho que qualquer cidadão comum honesto e inocente se fosse acusado/suspeito queria ser proactivo e esclarecer tudo com a maior brevidade.

No debate com o PNS irritou-me com o de repetir mil vezes da palavra "seriedade", uma pessoa realmemte séria não deixa as coisas chegarem a este ponto.

Agora, também há que admitir que o que fez o deputado do PS/BE (já não sei quem foi) , não é correcto (não estou a por em causa que os cidadãos devem de saber esta informação mas da forma como foi divulgada não me parece a correcta).

Seja sério

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Citação de challenger, há 6 minutos:
Spoiler

Apagão: plano de emergência foi ativado quando a energia já voltava a parte do país, gestão do Governo atrasou vários passos

Carla Tomás
8–11 minutes

Durante a tarde de segunda-feira, quando o combustível começava a faltar nos geradores de alguns hospitais da capital, foi acionado o depósito da Trafaria. O gasóleo vinha num camião-cisterna da GNR, mas ficou com dificuldades em avançar no trânsito na Ponte 25 de Abril. Foi só aí que batedores foram ao seu encontro para abrir caminho. Enquanto isso, na sala de crise do Governo — que esteve reunido em Conselho de Ministros durante todo o dia — havia em cima da mesa uma proposta da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) e da Entidade Nacional para o Sector Energético (ENSE) para que fosse emitida uma resolução do Conselho de Ministros a ativar a Rede Estratégica de Postos de Abastecimento (REPA). Esta só foi emitida às 20h30, nove horas depois do apagão e quando a eletricidade começava a chegar a vários pontos do país.

O corte da rede de energia que deixou o país sem luz elétrica, às 11h33 de segunda-feira, não resultou em nenhuma catástrofe. Para isso valeu também a serenidade das pessoas em geral. Perante a hipótese (com base em informação das entidades da energia) de que a falha generalizada na Península Ibérica poderia só ser normalizada ao fim de 24 horas, as decisões e comunicações do Governo sucederam-se a conta-gotas.

A gestão feita em São Bento atrasou durante horas vários passos de ação. Passava do meio-dia quando foi elaborado “um plano de comunicações de crise ao nível estratégico” e acionado o Sistema de Segurança Interna, mas o Governo não ativou o Sistema Nacional de Planeamento Civil de Emergência (SNPCE) e o respetivo conselho. E ao centralizar a comunicação, o Governo atrasou o envio da mensagem da ANEPC à população, de acordo com os dados da fita do tempo a que o Expresso teve acesso.

Perante situações de acidentes graves como a deste apagão, “deveriam ter acionado o SNPCE e emitido uma resolução do Governo para ativar a constituição de uma reserva estratégica de emergência, que visa criar stocks de equipamentos de proteção individual, geradores, alimentação de campanha, e tudo o que seja indispensável em situações de emergência”, diz ao Expresso Duarte Caldeira, especialista em emergência e proteção civil.

 

Rede estratégica às 20h30

 

É aqui que se enquadra a REPA, cuja resolução de Conselho de Ministros só foi emitida às 20h30, porque só então o Governo “considerou necessário”, segundo resposta oficial da ANEPC ao Expresso. A proposta de ativação começou a ser trabalhada pela ENSE em articulação com a ANEPC a meio da tarde. O adiar era justificado pela necessidade de “não criar um sentimento de pânico”, segundo fonte da ENSE. Para futuro, esta entidade propõe que se agilize este tipo de decisões por um único membro do Governo. Sem a REPA ativa, foram mobilizadas quatro empresas do sector (Galp, Cepsa, Repsol e BP) para abastecimentos prioritários, além do depósito da Trafaria que pertence à ENSE. Mas na sala do Governo, subsistiam dúvidas sobre como gerir a situação.

Na quarta-feira, o ministro-adjunto e da Coesão Territorial, Castro Almeida, afirmava à RTP que o receio de que o gasóleo não chegasse à Maternidade Alfredo da Costa, por exemplo (que “tinha combustível para alimentar geradores por mais uma hora”), levou os ministros a dizerem aos motoristas para comprarem e levarem gasóleo até à Maternidade. Quando lá chegaram, no entanto, já lá estava o camião-cisterna.

“Isto parece uma brincadeira. É amadorismo”, critica Duarte Caldeira. E questiona: “Cabe na cabeça de alguém que haja um governante que vá dizer que foram acionados motoristas com jerricãs para abastecer um hospital?” Mais cáustico mostra-se Ascenso Simões, ex-secretário de Estado da Proteção Civil do PS (2007-2008): “Estiveram atarantados desde a primeira hora.”

Passavam duas horas desde o início do apagão quando foi acionado o Centro de Coordenação Operacional Nacional (CCON) da Proteção Civil. Mas o Conselho Nacional de Planeamento Civil de Emergência (CNPCE) nunca chegou a ser ativado, apurou o Expresso junto de fontes da Proteção Civil. Este conselho, criado em 2020, tem como papel garantir uma “ação transversal a todas as áreas governativas do Estado” e “garantir a liberdade de ação dos órgãos de soberania e o regular funcionamento das instituições democráticas, de modo a que, mesmo em situação de crise, estejam salvaguardadas a realização das tarefas fundamentais do Estado e a segurança das populações”.

 

Sistema sempre presente

 

Questionado sobre o porquê desta decisão, o gabinete do primeiro-ministro (de que depende diretamente o SNPCE) apenas respondeu que “o planeamento civil de emergência esteve sempre presente durante este período, através dos seus coordenadores sectoriais, acompanhando a coordenação da resposta”. Para o gabinete de Luís Montenegro, quem esteve sempre no comando foi o CCON, presidido por José Manuel Moura, que “promoveu o reforço da articulação interinstitucional com os operadores do sector energético (rede elétrica, combustíveis e rede gás), telecomunicações, forças de segurança, serviços de saúde e segurança social, serviços de transportes, serviços de abastecimento de água e águas residuais, entre outros”.

Ao não ativar os vários planos legais à disposição do Governo, Duarte Caldeira considera que houve uma “desvalorização das comissões de planeamento especializadas que servem de apoio à decisão política”. E não sabe se “se deveu a desconhecimento ou amadorismo”.

 

FALHAS NA COMUNICAÇÃO

 

A gestão da comunicação foi um dos aspetos mais críticos deste apagão. Passava já do meio-dia quando foi elaborado “um plano de comunicações de crise ao nível estratégico” e acionado o Sistema de Segurança Interna e contactado o Mecanismo Europeu de Proteção Civil. Contudo, o envio da mensagem por SMS à população, elaborada pela ANEPC por volta das 15h30, só foi autorizada pelo Governo já passava das 17h, numa altura em que as comunicações móveis estavam já muito afetadas. A SMS do PROCIV a avisar que “a ligação de energia está a ser gradual” e que “com a serenidade de todos” iriam ser garantidos “os serviços essenciais e a normalização da situação nas próximas horas” começou a chegar aos telemóveis das pessoas à hora de jantar. E só chegou a menos de metade dos 6 milhões de utilizadores de telemóvel. Sem telemóveis e sem televisão a funcionar, valeram os rádios a pilhas. O Expresso apurou que a centralização da comunicação em São Bento também limitou a capacidade de comunicação da ANEPC.

Para contornar as limitações das operadoras móveis, na pasta de transição (entre o Governo de António Costa e o de Luís Montenegro) seguiu uma proposta de implementação de um sistema de difusão celular (cell broadcast), considerado mais robusto para quem conseguisse manter os telefones carregados. Fonte oficial do Ministério da Administração Interna argumenta que “receberam um relatório muito embrionário, sem fontes de financiamento, nem análise comparativas das vantagens e desvantagens entre o cell brodcast e as SMS”. E que estavam “a reavaliar esta proposta e a fazer as análises de custo-benefício”. Já a ANEPC esclarece ter “desenvolvido trabalhos com parceiros nacionais e internacionais para avaliar a possibilidade de implementação de novos canais de aviso de longo alcance como o Galileo ou o cell broadcast”. O sistema Galileo usa GPS via satélite e está em análise na UE, devendo estar operacional em 2026.

Por concretizar está também o projeto de “Comunicação das entidades em contexto de emergência”, previsto no plano de ação dos fogos rurais e aplicável a todos os eventos extremos, que previa a criação de um call center especializado e para o qual foram identificados €2 milhões, em 2021. Fontes da Proteção Civil indicam que apenas avançaram com formação de “elementos-chave nas diferentes organizações que partilham responsabilidades no âmbito dos incêndios para poder comunicar melhor em contexto de crise”.

 

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Citação de whatever, há 1 hora:

Quem me dera ter 1M de sikhs em Portugal em vez de um 1M de eleitores em partidos de extrema-direita.

Seria um bom incentivo para a RTP voltar a colocar filmes indianos no fim-de-semana. 

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Citação de Le God, há 1 hora:

Isto não me choca quando é pessoal rico, mas este pessoal de classe média que vota neles porque acha que faz parte da elite deixa-me sempre abismado.

Não há classe média que se veja em Portugal

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Citação de Lebohang, há 13 minutos:

Seria um bom incentivo para a RTP voltar a colocar filmes indianos no fim-de-semana. 

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Citação de Tio Hans, há 2 minutos:

Não há classe média que se veja em Portugal

Poderá depender das nossas definições de classe média.

Para mim classe média é tudo o que não vive no limiar da pobreza mas também não é rico.

Classe média-alta é um conceito que me faz confusão. 

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Citação de Tio Hans, há 51 minutos:

Não há classe média que se veja em Portugal

está tudo a ir pros ricos, eles comem tudo

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Citação de Tio Hans, há 1 hora:

Não há classe média que se veja em Portugal

Já não há classe média em Portugal desde a chegada da Troika, o que há agora são pobres e uma classe acima do patamar da pobreza que não consegue ser média porque está constantemente sufocada pelo custo de vida. 

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Citação de Lebohang, Agora:

Já não há classe média em Portugal desde a chegada da Troika, o que há agora são pobres e uma classe acima do patamar da pobreza que não consegue ser média porque está constantemente sufocada pelo custo de vida. 

A Troika ajudou, mas não é a única responsável.

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Citação de Keyser, há 20 minutos:

 

Vai ser excelente para acrescentar ao circo que já há no parlamento, caso seja eleita.

Editado por challenger

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