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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de smashing_pumpkin , há 1 hora:

Do mesmo modo, como é que explicas que a esquerda que enganou o povo com uma coligação pós-eleitoral e que roubou o trono à direita, tenha tido como resultado na próxima chamada à decisão uma vitória gigantesca?

Deram dinheiro a quem vota. 

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Citação de Samaris, há 12 minutos:

Epá, não me digas. A sério? Mas que grande novidade.

Vou voltar a ignorar no mesmo sentido em que tu, curiosamente, ignoraste o post que eu fiz em resposta directa a ti e fundamentei as razões da minha convicção e o porquê de tu não poderes pegar nos resultados que aconteceram naquelas circunstâncias, e dizer que noutras os resultados teriam sido iguais, e vieste com a conversa da tanga do desânimo em relação à minha pessoa e não ser condescendente quando estavas a ser tão ou mais que qualquer outro. Por isso, julgo que estamos quites. Um abraço.

Ando aqui a explicar o que aconteceu e tu respondes-me com coisas criadas na tua cabeça. Mas já deixaste bem claro ao Sandes ao que cá vens. Infelizmente fizeste-te de vítima sobre aceitar ou não as opiniões contrárias, mas foste justamente tu quem tapou os olhos aos argumentos dos outros e entrou num loop.

Por isso não, não estamos quites, porque eu nunca precisei de recorrer ao contorcionismo para explicar porque é que aquele governo teve toda a legitimidade de existir.

Editado por Mica

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Citação de Stromp, há 10 minutos:

O fadista não se tinha já coligado com o chega nas primeiras europeias do ventura?

sim

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Citação de Sandes., há 12 minutos:

Então a tua espinha dorsal não sabe se a tua opinião se mantém em todos os casos? Estamos a brincar? Como é que eu não vou ser condescendente quando escreves isso sem pensar que estás a mostrar logo que a tua opinião só se cinge a 2015 e não se aplica noutras circunstâncias? Opah nem vale a pena continuar, estás a ser ignorante e a querer manter-te assim

A minha espinha dorsal está intacta, obrigado pela preocupação. Já disse que caso as circusntâncias fossem idênticas, e que caso tivesse sido o PS a liderar um governo entre 2011 e 2015, intervencionado pela troika, fosse a votos nas legislativas seguintes e acontecesse a mesma distribuição, e de repente o PSD sacasse à ultima da hora uma coligação totalmente inesperada e que ninguém conseguia prever no periodo pré eleitoral, para retirar o governo ao PS que tinha recebido um voto de confiança, a minha opinião sobre os factos era igual à que defendo aqui, independentemente de eu votar à direita ou à esquerda.

Mas tu não estás contente e queres levar isto à força até um ponto onde eu posso vir a entrar em contradição, se disser que isso é a minha opinião nestas circunstâncias específicas e que não sei se estou preparado para dizer que é a minha opinião transversal a todas as circunstâncias eleitorais, então realmente acho que estamos a querer levar esta discussão em caminhos opostos e não sei se vale a pena continuá-la.

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Visitante
Citação de Black Hawk, Em 11/03/2024 at 13:32:

Os resultados das eleições têm de ser analisados após a contagem dos votos. Por exemplo, após os resultados de ontem é evidente que os portugueses querem o Luís Montenegro na liderança de um governo, mas não lhe deram a confiança suficiente para governar sem entendimentos pós eleitorais. Esses entendimentos podem vir na forma de uma coligação com outro partido que lhes dê a maioria parlamentar suficiente para aprovar o que quiserem, ou negociações pontuais caso a caso com os vários partidos para viabilizar a aprovação de propostas sem necessidade de uma coligação.

 

Citação de Samaris, Em 11/03/2024 at 13:38:

Essa é a tua interpretação dos factos, interpretação essa que eu respeito, mas não concordo de todo, sendo que a minha é aquela que já deixei escrita no outro post que fiz sobre esse tema. Queria igualmente ver os teus paninhos quentes em relação a essa solução governativa, caso ontem a AD tivesse tido um resultado eleitoral pior do que o do PS, e nas próximas semanas o Montenegro sacasse da cartola uma geringonça com o Ventura, e se tu ias achar que isso era um reflexo daquilo que os portugueses querem.

 

Citação de Mica, há 10 minutos:

Infelizmente fizeste-te de vítima sobre aceitar ou não as opiniões contrárias, mas foste justamente tu quem tapou os olhos aos argumentos dos outros e entrou num loop.

Sure.

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Citação de Lebohang, há 7 minutos:

 

É a lei da oferta e da procura. Não há demanda para o Montenegro. 

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Citação de Sandes., há 59 minutos:

Não posso insultar o JMT porque vivemos me democracia não é?

Poder, até podes. E é precisamente por vivermos em democracia que, felizmente, podes.

Mas o que isso faz de ti? Um gajo que quer insultar quem pensa de maneira diferente? 

Ou também achas que o JMT te pode insultar por pensares de maneira diferente dele?

 

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Citação de Samaris, há 3 horas:

Não deixa de ser engraçado que "iliteracia política" é um termo que se torna relevante quando serve para justificar votos em certos partidos políticos, nomeadamente aqueles que não vão ao encontro da vossa ideologia, mas é também um termo que é completamente passado a ferro quando voltamos a essas eleições de 2015 para explicar o que aconteceu e se tenta passar a ideia de que as pessoas estavam conscientes do que estava em cima da mesa, quando claramente não estavam. Basicamente, iliteracia política é algo que dá jeito mencionar em certos momentos, é da jeito esquecer em outros. 

Tens treinado esse discurso ao espelho?

 

Citação de Samaris, há 1 hora:

 até ao momento ainda ninguém foi capaz, nem vai ser penso eu, de explicar como raio é que uma coligação que fez tanto mal aos portugueses, chegou às eleições depois de quatro anos no governo, e foi a lista mais votada. Queria mesmo que explicassem este fenómeno, mas que o explicassem sem vir com a ladainha da esquerda junta ter mais deputados, e se cingissem apenas e só à votação que a coligação Portugal à frente teve nessa eleição, como é possível que depois de tudo o que aconteceu nesses quatro anos entre 2011 e 2015, a coligação tenha chegado às eleições e tenha sido mais votado do que qualquer outro partido? Como eu já disse, há não sei quantas páginas atrás, a minha interpretação é só uma: voto de confiança. Interpretação essa que foi prontamente rejeitada por todos aqueles que pensam diferente de mim, mas ainda continuo à espera então de saber qual é a justificação para que a coligação Portugal à frente tenha tido tantos votos, que acabou até por ser, imagine-se, a lista mais votada.

Tu já sabes a resposta para isso. É exatamente a mesma explicação que dás ao facto da Geringonça ter feito tanto mal ao país e depois, em 2019, ter reforçado a sua votação ao ponto do PS ter vencido as eleições de forma clara.

Só espero que não venhas dizer que em 2019 os eleitores também foram apanhados desprevenidos com o acordo parlamentar que garantiu a continuidade da geringonça.

 

Citação de smashing_pumpkin , há 1 hora:

Do mesmo modo, como é que explicas que a esquerda que enganou o povo com uma coligação pós-eleitoral e que roubou o trono à direita, tenha tido como resultado na próxima chamada à decisão uma vitória gigantesca?

Tu deves estar na ignore list. Acontece aos melhores...

 

Citação de Samaris, há 1 hora:

Já explicaste mas é aqui que a nossa opinião diverge, e até já tive por aí diversos users da casa a dar-me razão, de que não é possível prever nem garantir nada do que se passou a seguir, caso a votos tivessem ido a coligação Portugal à frente vs a coligação Geringonça, sendo que eu acredito que caso as cartas estivessem assim colocadas em cima da mesa antes da eleição, a coligação Portugal à frente teria tido uma votação superior à que teve, pelos seguintes motivos:

1º maior mobilização e menor abstenção das pessoas que não queriam, de todo, um governo de esquerda, com BE e PCP à mistura

2º os votos daquelas pessoas que formam aquele bloco centrista que ora vota PS ora vota PSD, conforme o seu contentamento/descontentamento, mas que é avesso ao extremismos de parte a parte. Essas pessoas, caso soubessem à partida que um coligação de PS + BE + PCP era uma possibilidade, poderiam inclinar o seu voto para a coligação Portugal à frente

3º abstencionismo daquela ala mais radical de BE e de PCP que não vêem o PS com bons olhos e que na iminência de ver o seu partido a coligar-se com o PS, poderiam mudar a sua intenção de voto, para não fazer parte disso.

É simplesmente errado da vossa parte assumir que os resultados foram assim, então o que daí veio foi uma consequência natural da vontade das pessoas, porque a vontade das pessoas foi aquela quando lhes foram apresentadas as soluções daquela forma, se as pessoas tivessem no seu boletim de voto de colocar uma cruzinha para escolher entre Portugal à frente ou Geringonça, não podes concluir que o resultado eleitoral teria sido o mesmo, e concluir isso é um bocadinho desonesto.

Porque é que esses argumentos em que acreditas mas que não podem ser provados funcionam em 2015 mas deixaram de funcionar em 2019, quando foram de facto postos à prova?

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Citação de Tibraco, Agora:

Poder, até podes. E é precisamente por vivermos em democracia que, felizmente, podes.

Mas o que isso faz de ti? Um gajo que quer insultar quem pensa de maneira diferente? 

Ou também achas que o JMT te pode insultar por pensares de maneira diferente dele?

 

Desde quando é que a Democracia implica que se pode insultar alguém? Em ditadura não podias? As consequências do insulto são diferentes mas não é correto fazê-lo, quer estejamos em democracia ou ditadura. Em democracia estás sujeito a ser alvo de um processo por difamação ou de ofensa à honra e ao bom nome. São crimes previstos no Código Penal.

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Citação de Descartes, há 2 minutos:

Desde quando é que a Democracia implica que se pode insultar alguém? Em ditadura não podias? As consequências do insulto são diferentes mas não é correto fazê-lo, quer estejamos em democracia ou ditadura. Em democracia estás sujeito a ser alvo de um processo por difamação ou de ofensa à honra e ao bom nome. São crimes previstos no Código Penal.

Tens razão. 

Fui atrás do erro do Sandes.

Mas é uma boa evolução de um dia para o outro, porque ontem achaste muito correto chamar-me bêbado.

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Citação de Stromp, há 42 minutos:

O fadista não se tinha já coligado com o chega nas primeiras europeias do ventura?

Era o Basta!

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Eu leio esta conversa toda e só retiro isto "AD vai juntar-se ao Chega, como a esquerda fez".

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Citação de Tibraco, há 6 minutos:

Tens razão. 

Fui atrás do erro do Sandes.

Mas é uma boa evolução de um dia para o outro, porque ontem achaste muito correto chamar-me bêbado.

Não fiz tal coisa.

Se me quiseres acusar de alguma coisa é de presunção porque me assumi como intelectual, conforme te expliquei depois.

Em todo o caso, mesmo que o tenha feito, sujeitei-me à consequência que foi a tua reação a espumar. Mas descansa que não me senti ofendido. Só divertido.

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Citação de whatever, Em 13/02/2024 at 09:14:

Mas isso é o outro lado da luta contra a abstenção. Quem se entusiasma com a diminuição da abstenção esquece-se deste pormenor, muitas das pessoas que não votam não o fazem não só por preguiça de ir às assembleias de voto, mas por preguiça de acreditar em algo para além do "eles são todos iguais e andam todos a roubar".

Cada vez que vão entrevistar alguém que está na praia num dia de eleições e que diz que não vale a pena ir votar porque a mama é sempre a mesma, só muda a cor, o que está subjacente não é um desejo de se sentir representado politicamente. Muitas das pessoas que votam nestes partidos e que acreditam que estão todos feitos uns com os outros, não o fazem porque acham que a vida deles vai melhorar, mas porque vais ter alguém que vai "ARRASAR" com os poderes instituídos. E nem interessa para que fins porque aqui o que vale é política de terra queimada.

Há muita gente que não acredita num Estado democrático daí que talvez seja altura de se repensar a tragédia recorrente que fazem dos números da abstenção todos os anos.

Há um mês deixei isto aqui escrito, na altura pareceu-me óbvio, agora é evidente.

E 20 páginas a discutir 2015 deve ser um qualquer passo que o a Associação dos Coelhistas Anónimos têm de fazer, é a única explicação para esta tortura. Ou então é todo um outro nível do anti-intelectualismo, em que para além de se rejeitar a os académicos e a ciência, também se rejeita o ensino mínimo obrigatório onde é ensinado que os órgão legislativos e executivos são independentes.

Editado por whatever
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Citação de Descartes, há 4 minutos:

Não fiz tal coisa.

Se me quiseres acusar de alguma coisa é de presunção porque me assumi como intelectual, conforme te expliquei depois.

Em todo o caso, mesmo que o tenha feito, sujeitei-me à consequência que foi a tua reação a espumar. Mas descansa que não me senti ofendido. Só divertido.

Mas isso é o teu legado neste fórum há não sei quantos anos. Tentas obter esse tipo de reação e, não duvido, divertes-te com isso.

Se te sentes orgulhoso dessa postura, força nisso. Vivemos em Democracia. Ou melhor, em Liberdade.

 

 

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@Samaris espero que nunca vás viver para a Dinamarca, Suécia, Bélgica, Países Baixos... as formações de governo iam-te levar ao esgotamento.

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Citação de whatever, há 2 minutos:

Aqui há um mês deixei isto aqui escrito, na altura pareceu-me óbvio, agora é evidente.

E 20 páginas a discutir 2015 deve ser um qualquer passo que o a Associação dos Coelhistas Anónimos têm de fazer, é a única explicação para esta tortura. Ou então é todo um outro nível do anti-intelectualismo, em que para além de se rejeitar a os académicos e a ciência, também se rejeita o ensino mínimo obrigatório onde é ensinado que os órgão legislativos e executivos são independentes.

Mentira. Isso não está escrito em lado nenhum. Desinformação pura e dura.

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Citação de Tibraco, há 1 minuto:

Mas isso é o teu legado neste fórum há não sei quantos anos. Tentas obter esse tipo de reação e, não duvido, divertes-te com isso.

Se te sentes orgulhoso dessa postura, força nisso. Vivemos em Democracia. Ou melhor, em Liberdade.

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Citação de Tibraco, Em 11/03/2024 at 13:26:

Eu quero viver em Democracia, mesmo com os seus defeitos. Vocês provavelmente querem viver num país onde os governos sejam eleitos por uma elite intelectual, onde impere os estudos e a ciência a opinião do povo que se lixe.

pqp nem se esforçam

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Visitante
Citação de Descartes, há 18 minutos:

Tu deves estar na ignore list. Acontece aos melhores...

Não tenho ninguém na ignore list, podes ficar descansado. Eu sei que ontem andaste a citar-me às prestações, e devias estar ansioso que eu te respondesse, e peço desde já desculpa pela demora, mas de facto a ti deixei-te sem resposta intencionalmente, enquanto que o @smashing_pumpkin tenho de pedir desculpa por outro motivo, isto porque têm sido tantas notificações que eu não estou habituado, e depois é tanta gente a querer discutir comigo, que me passou despercebido o comentário dele, mas vou responder, tal como a ti, no final deste.

Ontem não te respondi intencionalmente, porque como ontem me andaste a citar-me às prestações, começando pelo básico ataque pessoal a querer colar-me ao estereótipo de votante no Chega (lamento informar que não foste o primeiro do tópico a cometer essa precipitação), e depois fazendo o périplo por todos os comentários que eu deixei a fundamentar a minha opinião, terminando naquele onde tu próprio admites que não é possível garantir o mesmo resultado eleitoral, caso as eleições de 2015 tivessem à partida as cartas todas em cima da mesa em relação ao que daí surgiu, e foste por isso um dos "users da casa" que eu mencionei a certa altura no âmbito desse meu argumento ser totalmente válido e verdadeiro, e como por mais discussões que existam entre nós, sobre os mais variados temas, onde invariavelmente estamos em desacordo, eu ainda assim respeito sobre ti algo que é incontornável, que é a inteligência, pensei que tinhas chegado lá sozinho, e por isso é que nem sequer te citei, mas pelos vistos enganei-me, e hoje cá estás tu novamente, a fazer-te de desentendido (só pode!) e a querer comprar nova discussão comigo.

Em relação à vossa pergunta e tentativa de justificação para o que se passou em 2015 com o resultado eleitoral de 2019, e o porquê de resultado de 2019 ter sido o que foi, ou seja, uma maioria absoluta do PS, tal aconteceu, na minha opinião, por três motivos:

1º no periodo pré eleitoral, tanto o BE como o PCP, se quiseram demarcar definitivamente do PS e deixaram bem claro que o projecto Geringonça tinha chegado ao fim

2º o António Costa, vendeu, e bem, a ideia de que era preciso votar PS, e ter uma maioria absoluta, para ter um legislatura estável

3º a oposição do PSD era fraquíssima, com um líder que não tinha consenso nem sequer dentro do próprio PSD, quando mais ter carisma perante o restante país, e todos sabemos que com um PSD fraco é impossível uma viragem do país à direita.

Como tal, verificando-se os três pontos acima, foi natural a vitória do PS com maioria absoluta.

Agora, o que é que isso tem alguma coisa a ver com o que se passou quatro anos antes, não faço ideia, e só na vossa cabeça de esquerda enviesada é que é possível arranjar uma justificação quando a conjuntura era completamente diferente.

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Citação de Pavel, há 1 minuto:

pqp nem se esforçam

Sim, eu quero viver num país onde os governos sejam ELEITOS e não NOMEADOS.

Onde é que menosprezei a importância dos estudos ou da ciência? Onde está a coerência?

Se conseguires escrever 2 frases seguidas, parabéns, é uma evolução da tua parte.

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Citação de Tibraco, há 8 minutos:

Sim, eu quero viver num país onde os governos sejam ELEITOS e não NOMEADOS.

Onde é que menosprezei a importância dos estudos ou da ciência? Onde está a coerência?

Se conseguires escrever 2 frases seguidas, parabéns, é uma evolução da tua parte.

Muda de país.

Em Portugal não se elegem governos e nunca se elegeram

Elegem se deputados e um PR

Editado por SAS_Robben
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