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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Citação de hugoooo_17, há 3 minutos:

Cá está algo que me faria votar pcp pela segunda vez na vida.

Ando online mas não é no Twitter... sei de boa parte das diatribes do ventura pelo governo sombra, pelos noticiários ou pelo cmportugal curiosamente. 

ah ok muito melhor então

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Citação de hugoooo_17, há 4 minutos:

Sobre os nossos 4 heróis que chegaram ontem a Lisboa... tiveram bem, deram tudo mas soube a pouco. 

Podiam ter ido ao ouro mas os Israelitas são lixados nesta modalidade e ficaram-se pelo bronze o que acaba por ser positivo. Tem outras condições que os nossos atletas não tem... enfim neste país os apoios são todos para o futebol!

Daqui a 4 anos há mais!

Quem é que não te deu ou não te dá amor? Quem é que te aleijou tanto assim?

Sabes que não tens de viver com esse rancor dentro de ti, certo?

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Nos meus 10 minutos de televisão matinal apanhei uma arruada do Chega por Elvas e Monforte, incluindo cânticos "e quem não salta é comunista, allez, allez".

Seria hilariante, se não fosse preocupante.

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Citação de Plagio o Original, há 13 minutos:

ah ok muito melhor então

alias, eu tenho quase a certeza que nenhum dos sujeitos do governo sombra se quer vão ao twitter ver se há noticias

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Maternidade custou o emprego a duas mil mulheres em Portugal só num ano

Spoiler

Em 2024, a Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE) recebeu mais de duas mil comunicações de empresas a indicar que não iriam renovar um contrato de trabalho a termo ou pretendiam despedir mulheres grávidas, puérperas, lactantes, pessoas em gozo de licença parental ou cuidadoras. É o segundo valor mais elevado em cinco anos, apenas superado em 2020. No caso dos despedimentos, 2024 foi o pior deste período.

O dado consta do Relatório sobre o progresso da igualdade entre mulheres e homens no trabalho, no emprego e na formação profissional 2024. Segundo o Código do Trabalho, as empresas são obrigadas a comunicar à CITE a intenção de pôr fim à relação laboral com trabalhadoras grávidas, puérperas ou lactantes, além de trabalhadores que se encontrem a gozar a licença parental ou que sejam simultaneamente cuidadores, para que aquele organismo possa analisar a validade do motivo do despedimento ou da não renovação do contrato.

De acordo com o relatório, em 2024 a CITE recebeu 1894 daquelas comunicações relativas à não renovação de contratos de trabalho a termo, 138 referentes à cessação de contrato de trabalho em período experimental e outras 138 sobre despedimentos. No total, foram 2170 comunicações, um valor apenas ultrapassado em 2020, quando o total de comunicações chegou às 2299, graças a um maior peso da não renovação dos contratos a termo (2107), já que o número de despedimentos foi menor, situando-se nos 130.

 

Depois do pico de 2020, as comunicações têm vindo a subir paulatinamente — foram 1366 em 2021, 1625 em 2022 e 1917 em 2023 —, mas Carla Tavares, que preside à CITE, diz que não é possível perceber se isto se prende com o facto de haver mais casos ou se são as empresas que estão a cumprir melhor a sua obrigação, comunicando mais. “Não conseguimos delinear essa fronteira e, provavelmente, nunca saberemos. Já propus que se estabelecesse uma interligação de dados, que nos permitisse perceber se as pessoas que obtêm licença por maternidade continuam a fazer descontos, o que nos permitiria saber se havia casos que não estavam a ser comunicados. Mas não foi feito e, por isso, não conseguimos perceber se as empresas têm mais conhecimento [das suas obrigações legais] ou não”, diz.

Mas, seja qual for a razão, os números, sublinha, “são sempre elevados” e nestes últimos anos têm envolvido mulheres com nomes estrangeiros, nota a responsável da CITE. “Pode não significar nada, mas temo-nos apercebido de que há muitos nomes estrangeiros. Não significa que não sejam pessoas portuguesas, mas há esta coincidência. Mais situações e muitas delas com mulheres com nome estrangeiro”, diz.

Nos cinco anos referidos no relatório (2020-2024), o total de comunicações de não renovação do contrato de trabalho a termo envolvendo grávidas ou as outras situações já referidas cifrou-se em 8299. Já os despedimentos chegaram aos 534 e a cessão do contrato de trabalho em período experimental afectou 544 pessoas. Ou seja, no total das três situações houve pelo menos 9377 pessoas afectadas.

A intervenção da CITE permitiu reverter algumas destas situações, mas os números são reduzidos. O relatório diz que no ano passado houve 15 casos comunicados de não renovação do contrato a termo em que a entidade empregadora acabou por recuar. “Desde 2022 foi possível ‘recuperar’ assim 108 postos de trabalho”, lê-se no documento. “Nós recebemos a comunicação e, quando vemos que o despedimento ou a não renovação de contrato não cumpre a lei, comunicamos que, tendo em conta a nossa análise, teriam de manter o contrato de trabalho. Se não o fizerem, o processo será enviado para a ACT [Autoridade para as Condições de Trabalho]”, sublinha.

Dos dados fornecidos pela CITE consta ainda a indicação de que, em 2024, foram recebidos cinco contactos telefónicos relativos a eventuais situações de assédio moral. As visadas eram todas mulheres. Não houve qualquer contacto referente a assédio sexual no trabalho.

Desigualdades diminuem, mas persistem

O relatório congrega um conjunto de outros dados relativos ao trabalho, educação e formação, assente na análise comparativa entre homens e mulheres. O documento lembra-nos, por exemplo, que a disparidade salarial entre mulheres e homens em 2023 ainda permite dizer que, na prática, é como se as mulheres tivessem trabalhado 46 dias de graça. Apesar de a disparidade ter vindo a descer, os dados indicam que as mulheres ganham, em média, menos 12,5% do que os homens no salário-base e 15,4% menos no ganho total, que inclui suplementos. Em termos salariais isto implica uma média de menos 161,30 euros de salário-base e de menos 241,60 do ganho total para as mulheres. As maiores diferenças, salienta-se ainda, estão nos trabalhadores mais qualificados e com mais escolaridade.

Sem alteração na tendência que se vive há vários anos, as mulheres são quem mais se inscreve e quem mais conclui cursos do ensino superior — no ano lectivo 2023/2024, 58% dos diplomas emitidos são de mulheres, mas continuam a ter menor representatividade nos cargos com maior poder. Olhando para o grande grupo que inclui representantes do poder legislativo e órgãos executivos, assim como dirigentes, directores e gestores executivos em Portugal, verifica-se que, em 2024, as mulheres ocupam apenas 38% desses lugares. Ainda assim é o valor mais elevado no período analisado, com a percentagem de 2020 (a mais baixa dos cinco anos) a situar-se nos 34,9%.

Já sobre as medidas que podem ter impacto na conciliação da vida pessoal com a profissional, o relatório fornece também alguns dados sobre os espaços disponíveis para cuidar de crianças e dos mais velhos. No caso das creches, salienta-se o aumento de vagas, muito motivadas pelo programa Creche Feliz, e que fez com que a taxa de cobertura média em 2023 chegasse aos 55,2%, bastante acima da meta estabelecida pelo Conselho Europeu, em 2022, para o ano de 2023, e que se situa nos 45%.

Mas, num país com uma população cada vez mais envelhecida — situação que se deverá agravar nas próximas décadas —, o mesmo não se pode dizer dos apoios para esta faixa populacional. Em 2023, a taxa de cobertura média no continente das três respostas sociais mais relevantes — centro de dia, lares e serviço de apoio domiciliário — não ia além dos 11,5%.

 

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Citação de hugoooo_17, há 28 minutos:

Nem todos vivemos e acordamos a pensar no ventura.

Aliás, nem todos vivemos no Twitter.. e acreditem somos mais felizes por não frequentar esses sítios. 

Nem Twitter tenho, mas é fácil identificar posts idiotas

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Citação de Ricardo Pinto, há 14 minutos:

Nem Twitter tenho, mas é fácil identificar posts idiotas

Mas agora pelo post ser idiota, é algo decalcado do ventura?

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Citação de Plagio o Original, há 50 minutos:

utilizador extremamente online queixa-se das pessoas que vivem extremamente online

Do mesmo autor de "utilizador que faz comentários medíocres queixa-se que há outros comentadores medíocres"

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Citação de Le God, há 4 minutos:

Do mesmo autor de "utilizador que faz comentários medíocres queixa-se que há outros comentadores medíocres"

se é para mim, ao menos os meus comentários são de borla

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Citação de Plagio o Original, há 3 minutos:

se é para mim, ao menos os meus comentários são de borla

Nope, era para o mesmo utilizador que referes.

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Citação de hugoooo_17, há 41 minutos:

Mas agora pelo post ser idiota, é algo decalcado do ventura?

Por norma é algo que se encontra em comum

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Metendo mais ou menos nojo o hugooo tem alguma piada e bastante poder de encaixe.

Só de me lembrar os utilizadores do genero de direita que cá andaram e que se vitimizavam e choravam logo mal alguem os atacava.

Alguns ainda por cá andam!

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Citação de RuiAguas9, há 10 minutos:

Metendo mais ou menos nojo o hugooo tem alguma piada e bastante poder de encaixe.

Só de me lembrar os utilizadores do genero de direita que cá andaram e que se vitimizavam e choravam logo mal alguem os atacava.

Alguns ainda por cá andam!

Estou a ver que o CMPT mudou mais em 9 meses de registo do que a barriga de uma grávida

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Citação de rcoelho14, há 2 horas:

Meu deus, eu achava que ele não conseguia ser mais nojento, mas incrivelmente, está sempre pronto a subir a parada.

Eras tão feliz na tua inocência. O Nuno Melo é um energúmeno de fato e gravata. Há uma expressão indiana que diz: "You can put a tuxedo on a goat, but its still a goat".

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Citação de rcoelho14, há 2 horas:

"Eu acredito que em Gaza haja insegurança, que em Gaza haja falta de alimentos, que em Gaza haja pessoas que estão a passar mal. Mas é que aqui em Setúbal também, aqui na Moita também, em Lisboa também, em Sintra também, no Porto também, no Algarve também, no Alentejo também. A Mariana Mortágua é deputada da nação, não é deputada palestiniana", defendeu.

olha me este grande filho da p*ta a comparar gaza com distritos em portugal.

"Mais ridículo ainda, se se pode juntar a isso tudo, é depois de uma palhaçada destas, nós temos o secretário de Estado a ir para o aeroporto para receber estas pessoas. Só nos falta mesmo, só nos falta mesmo, um dia irmos receber terroristas ao aeroporto ou à estação de Santa Apolónia. Só falta isso. Tipos da ETA, tipos do Hamas no barco, e nós mandamos para lá um membro do governo", criticou.

alguém que diga ao corno-mor que uma dessas pessoas é uma DEPUTADA portuguesa. 

o ranço que este gajo que me dá não tem fundo, f*da-se.

https://www.rtp.pt/noticias/pais/ventura-acusa-mortagua-de-vitimizacao-e-critica-governo-por-receber-ativistas_n1688771

as tvs que gostam muito de dar ar a este camelo, podiam começar a pegar nestas declarações e pô-lo no sitio dele. e onde está alguém que lhe ponha mão? não há? 

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A presidente da Iniciativa Liberal acusou hoje a flotilha humanitária de ter desviado a atenção das negociações de paz na Palestina, criticando, mais uma vez, a opção da líder do BE de tentar levar ajuda a Gaza.

“Não é assim que se resolvem as questões” e a “verdade é que estivemos muito tempo a assistir ao desenvolvimento da viagem quando o foco deve estar nos avanços que estamos a fazer ao nível internacional” para obter “acordos de paz que permitam resolver o conflito naquela zona” e libertar “a Palestina do Hamas, garantindo que nos livramos de uma organização terrorista”, afirmou Mariana Leitão, em campanha em Leiria.

A líder da IL disse ter “sérias dúvidas” de que Mariana Mortágua quisesse levar, de facto, ajuda humanitária: “É pouco credível acharmos que uma deputada da nação, que tem pleno conhecimento de como é que estas coisas funcionam, achasse que conseguia chegar a Gaza, com a sua flotilha, e entregar ajuda humanitária”.

Caiu a máscara à IL ou, como se diz agora, perderam a aura. 

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A IL é para quem pensa como o Chega mas tem horror em se misturar com os pobrezinhos

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Citação de Lebohang, há 19 minutos:

A presidente da Iniciativa Liberal acusou hoje a flotilha humanitária de ter desviado a atenção das negociações de paz na Palestina, criticando, mais uma vez, a opção da líder do BE de tentar levar ajuda a Gaza.

“Não é assim que se resolvem as questões” e a “verdade é que estivemos muito tempo a assistir ao desenvolvimento da viagem quando o foco deve estar nos avanços que estamos a fazer ao nível internacional” para obter “acordos de paz que permitam resolver o conflito naquela zona” e libertar “a Palestina do Hamas, garantindo que nos livramos de uma organização terrorista”, afirmou Mariana Leitão, em campanha em Leiria.

A líder da IL disse ter “sérias dúvidas” de que Mariana Mortágua quisesse levar, de facto, ajuda humanitária: “É pouco credível acharmos que uma deputada da nação, que tem pleno conhecimento de como é que estas coisas funcionam, achasse que conseguia chegar a Gaza, com a sua flotilha, e entregar ajuda humanitária”.

Caiu a máscara à IL ou, como se diz agora, perderam a aura. 

Depois de ontem ter um aneurisma em direto enquanto gritava "esquerda radical!!!" e "extrema-esquerda!!!!", hoje é isto.

Mas é bom que se libertem, gosto de ver honestidade na política, assim quem votar neles sabe bem ao que vai e não pode desculpar-se

Citação de SAS_Robben, há 8 minutos:

A IL sempre é para quem pensa como o Chega mas tem horror em se misturar com os pobrezinhos

Liberais em toda a linha*

*consulte os termos e condições

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Citação de Lebohang, há 27 minutos:

A presidente da Iniciativa Liberal acusou hoje a flotilha humanitária de ter desviado a atenção das negociações de paz na Palestina, criticando, mais uma vez, a opção da líder do BE de tentar levar ajuda a Gaza.

“Não é assim que se resolvem as questões” e a “verdade é que estivemos muito tempo a assistir ao desenvolvimento da viagem quando o foco deve estar nos avanços que estamos a fazer ao nível internacional” para obter “acordos de paz que permitam resolver o conflito naquela zona” e libertar “a Palestina do Hamas, garantindo que nos livramos de uma organização terrorista”, afirmou Mariana Leitão, em campanha em Leiria.

A líder da IL disse ter “sérias dúvidas” de que Mariana Mortágua quisesse levar, de facto, ajuda humanitária: “É pouco credível acharmos que uma deputada da nação, que tem pleno conhecimento de como é que estas coisas funcionam, achasse que conseguia chegar a Gaza, com a sua flotilha, e entregar ajuda humanitária”.

Caiu a máscara à IL ou, como se diz agora, perderam a aura. 

Eleitoralmente vão começar a descer. Já meio que estagnaram, mas em termos de políticas/retórica estão a perder identidade. Não se destacam do PSD e do CH como faziam antes.

A qualidade dos líderes ter descido desde o JCF também não ajuda.

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