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As 23 mulheres (pelo menos) que foram assediadas por Harvey Weinstein

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Elas até podem estar todas a mentir, mas a discussão que se estava a ter não era sobre isso. Pessoas aqui leram que ela assinou um contrato e a partir daí fecharam os olhos e consideraram que não havia nada de especial. Eu limitei-me a apontar o que está de errado nesse pensamento e como a descrição do caso dela consiste em comportamentos abusivos e errados. A resposta recaiu na tática de tentar descredibilizar as pessoas com tweets sem qualquer contexto e desvirtuar a discussão que se desenrolava.

 

Nada disso. Mencionei que pode ser um caso de exploração laboral, mas tenho dificuldade em acreditar que o seja sexual. São coisas diferentes. E que no contexto do movimento que foi originado com o Weinstein, não tem cabimento de ser mencionado neste tópico. Especialmente tendo em conta o histórico pouco credível das personagens envolvidas na acusação.

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Nada disso. Mencionei que pode ser um caso de exploração laboral, mas tenho dificuldade em acreditar que o seja sexual. São coisas diferentes. E que no contexto do movimento que foi originado com o Weinstein, não tem cabimento de ser mencionado neste tópico. Especialmente tendo em conta o histórico pouco credível das personagens envolvidas na acusação.

O que me faz acreditar que no teu entender o único aspeto problemático é o valor baixo estipulado no contrato.

 

Eu refiro-me a exploração sexual no sentido de que o objeto de exploração é o sexo do ator, não o seu trabalho, mas antes a sua objetificação indiscriminada e a fugir às normas que têm como objetivo proteger o indivíduo. Eu acho que faz sentido ser mencionado, pois é mais uma das facetas negativas da indústria e que tem também um potencial predatório.

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Foi o NYT que estragou a carreira ao James Franco por cancelar uma conversa com ele :mrgreen:

Não, mas o que vai acontecer ao James Franco daqui para a frente em todos os trabalhos é a justificação do NYT: não queremos estar associados a estas acusações. Independentemente de estas serem verdadeiras ou falsas.

 

O que o James Franco já não vai vencer, com certeza, é o Oscar para o qual era um dos grandes favoritos.

 

Já só é preciso acusar.

Editado por Mayday

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leiam os comentários e as respostas dela. cada vez mais me soa a piggyback naquelas que são as reais vitimas.

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Isto do assédio ( não da violação que fique bem claro! ) faz-me lembrar esta rábula dos GF...

 

Editado por hugoooo_17

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Se isto continua a este ritmo, daqui a uns tempos ainda vamos ter que assistir a uma era em que as atrizes (e atores) vão passar a ser selecionadas apenas pelos seus méritos na arte da representação.

 

Uma pena... Vai ser mais difícil assistir a filmes protagonizados por aquelas "bombas sexuais" que todos conhecemos e apreciamos (uns mais do que outros...:D). O porno fica a ganhar, claro...

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Mais um que foi solidário com o movimento TimeUp ao ir de preto para a Gala dos Globos de Ouro e mais um que ganhou um prémio nessa noite, não me parece ser coincidência o timing destas notícias.

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Não são só actores:

 

When I was 12 years old, while filming “True Lies”, I was sexually molested by Joel Kramer, one of Hollywood’s leading stunt coordinators.

 

Ever since, I have struggled with how and when to disclose this, if ever. At the time, I shared what happened to me with my parents, two adult friends and one of my older brothers. No one seemed ready to confront this taboo subject then, nor was I.

 

I am grateful to the women and men who have gone before me in recent months. The ever-growing list of sexual abuse and harassment victims who have spoken out with their truths have finally given me the ability to speak out. It has been indescribably exhausting, bottling this up inside me for all of these years.

 

I remember, so clearly 25 years later, how Joel Kramer made me feel special, how he methodically built my and my parents’ trust, for months grooming me; exactly how he lured me to his Miami hotel room with a promise to my parent that he would take me for a swim at the stunt crew’s hotel pool and for my first sushi meal thereafter. I remember vividly how he methodically drew the shades and turned down the lights; how he cranked up the air-conditioning to what felt like freezing levels, where exactly he placed me on one of the two hotel room beds, what movie he put on the television (Coneheads); how he disappeared in the bathroom and emerged, naked, bearing nothing but a small hand towel held flimsy at his mid-section. I remember what I was wearing (my favorite white denim shorts, thankfully, secured enough for me to keep on). I remember how he laid me down on the bed, wrapped me with his gigantic writhing body, and rubbed all over me. He spoke these words: “You’re not going to sleep on me now sweetie, stop pretending you’re sleeping,” as he rubbed harder and faster against my catatonic body. When he was ‘finished’, he suggested, “I think we should be careful…,” [about telling anyone] he meant. I was 12, he was 36.

 

I remember how afterwards, the taxi driver stared at me in the rear view mirror when Joel Kramer put me on his lap in the backseat and clutched me and grew aroused again; and how my eyes never left the driver’s eyes during that long ride over a Miami bridge, back to my hotel and parent. I remember how Joel Kramer grew cold with me in the ensuing weeks, how everything felt different on the set.

 

And I remember how soon-after, when my tough adult female friend (in whom I had confided my terrible secret on the condition of a trade that she let me drive her car around the Hollywood Hills) came out to the set to visit and face him, later that very same day, by no small coincidence, I was injured from a stunt-gone-wrong on the Harrier jet. With broken ribs, I spent the evening in the hospital. To be clear, over the course of those months rehearsing and filming True Lies, it was Joel Kramer who was responsible for my safety on a film that at the time broke new ground for action films. On a daily basis he rigged wires and harnesses on my 12 year old body. My life was literally in his hands: he hung me in the open air, from a tower crane, atop an office tower, 25+ stories high. Whereas he was supposed to be my protector, he was my abuser.

 

Why speak out now? I was 12, he was 36. It is incomprehensible. Why didn’t an adult on the set find his predatory advances strange — that over-the-top special attention he gave me. Fairly early on he nicknamed me “Jailbait” and brazenly called me by this name in a sick flirty way in front of others (at the time, I remember asking one of my older brothers what it meant). Sure, I’ve come to understand the terrible power dynamics that play into whistle-blowing by “subordinates” against persons in power, how difficult it can be for someone to speak up. But I was a child. Over the years I’ve really struggled as I’ve wondered how my life might have been different if someone, any one grown-up who witnessed his sick ways, had spoken up before he lured me to that hotel room.

 

Years ago, I had heard second hand that Joel Kramer was “found out” and forced to leave the business. I learned recently that in fact he still works at the top of the industry. And a few weeks ago, I found an internet photo of Joel Kramer hugging a young girl. That image has haunted me near nonstop since. I can no longer hide what happened.

 

Hollywood has been very good to me in many ways. Nevertheless, Hollywood also failed to protect me, a child actress. I like to think of myself as a tough Boston chick, in many ways I suppose not unlike Faith, Missy, or Echo. Through the years, brave fans have regularly shared with me how some of my characters have given them the conviction to stand up to their abusers. Now it is you who give me strength and conviction. I hope that speaking out will help other victims and protect against future abuse.

 

With every person that speaks out, every banner that drops down onto my iphone screen disclosing similar stories/truths, my resolve strengthens. Sharing these words, finally calling my abuser out publicly by name, brings the start of a new calm.

 

Eliza Dushku

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Mais um que foi solidário com o movimento TimeUp ao ir de preto para a Gala dos Globos de Ouro e mais um que ganhou um prémio nessa noite, não me parece ser coincidência o timing destas notícias.

não é coincidência, muitos que defendem o feminismo, lgbt e outras causas estão a ser alvos destes ataques. Lembro-me de, há uns tempos, aquele bacano do Screen junkies que foi "dispensado" ou suspenso por comportamentos menos próprios e ele era um defensor ou como gostam muito de dizer um sjw. Na verdade não sei bem o que se está a passar, mas cada vez desconfio mais que este tipo de comportamento é derivado do status que eles têm e ao pensarem que basta serem mais intencionais e agressivos, devido à posição que têm, têm logo xixa para comer.

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“In September of last year, I met a woman at a party. We exchanged numbers. We texted back and forth and eventually went on a date. We went out to dinner, and afterwards we ended up engaging in sexual activity, which by all indications was completely consensual.

 

The next day, I got a text from her saying that although ‘it may have seemed okay,’ upon further reflection, she felt uncomfortable. It was true that everything did seem okay to me, so when I heard that it was not the case for her, I was surprised and concerned. I took her words to heart and responded privately after taking the time to process what she had said.

 

I continue to support the movement that is happening in our culture. It is necessary and long overdue.” - Aziz Ansari

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não é coincidência, muitos que defendem o feminismo, lgbt e outras causas estão a ser alvos destes ataques. Lembro-me de, há uns tempos, aquele bacano do Screen junkies que foi "dispensado" ou suspenso por comportamentos menos próprios e ele era um defensor ou como gostam muito de dizer um sjw. Na verdade não sei bem o que se está a passar, mas cada vez desconfio mais que este tipo de comportamento é derivado do status que eles têm e ao pensarem que basta serem mais intencionais e agressivos, devido à posição que têm, têm logo xixa para comer.

 

Aquilo que eu acho que se está a passar é que muita gente está a aproveitar a visibilidade que alguns actores adquiriram nos últimos tempos (James Franco à cabeça com um Globo de Ouro e muito provavelmente uma nomeação para um Óscar dentro de pouco tempo) para atacar e tentarem também ganhar alguma visibilidade. Eu não meto as mãos no fogo pelo JF ou AA mas o timing é bastante questionável mesmo falando de pessoas que apareceram solidárias numa gala de protesto. Se já sabiam isto porque é que só agora começaram a falar? O James Franco aparentemente até foi falado há 3/4 anos atrás, porque razão é que só se lembraram de o acusar novamente depois de ter ganho um Globo de Ouro?

 

E também acho que o Ronin está certo, ainda não vi muito profundamente estas notícias sobre o AA mas muita gente está a dizer que aquilo tem pouco ou quase nada. Estas acusações acabam por tirar espaço e importância aquelas que são muito mais graves como a dessa rapariga contra o Joel Kramer. Isto faz lembrar um pouco o "Caso dos Mails", o FJM diz ali umas coisas que até podem constituir uma acusação ao Benfica mas depois enche o espaço televisivo de coisas sem sentido e acaba-se por perder o foco.

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